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terça-feira, 21 de julho de 2015

EDUCAÇÃO CRISÃ:- ESTUDO 007 - A Igreja Cristã no Brasil no Século XXI — PARTE 002 — Nossas Escola Teológicas



Ministérios da Igreja


CONTINUAÇÃO

I – Escolas Teológicas — Instituições Educacionais

Nossas escolas teológicas começaram como Institutos Bíblicos o que, em outras palavras, significava a admissão implícita de que ofereciam, uma educação “meia boca”. Essas escolas estavam, quase sempre, repletas de professores que eram pastores bem intencionados, porém mal preparados. Naqueles dias a formação de pastores seguia modelos importados e não se preocupava com as reais necessidades do povo brasileiro[1]. Os currículos eram cópias traduzidas da educação que os estrangeiros haviam recebido. Naqueles tempos o patrulhamento ideológico era tão intenso que qualquer menção às ciências sociais, para se discutir, por exemplo, as questões da miséria e da fome, eram vistas como subversivas, comunistas e desagradáveis a Deus mesmo. Muitos daqueles senhores que nos ensinavam firmemente a orarmos pelas “autoridades constituídas”, mesmo pelos brutais ditadores e torturadores brasileiros, mostraram-se reticentes quanto a incentivarem as orações pelo presidente eleito pelo povo Luis Inácio Lula da Silva, e hoje demonstram uma atitude antibíblica contra a presidenta eleita Dilma Rousseff. Enquanto ela era candidata esse blog assumiu a posição de não recomendar o voto nela, mas uma vez eleita, ela encontra-se debaixo das palavras que mencionamos logo adiante. A palavra bíblica que nos manda orar pelos governantes continua válida, se desejamos viver em paz, conforme —

1 Timóteo 2:1—2

1  Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens,

2  em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito.

O resultado direto deste tipo de educação é que nossos pastores não aprenderam a pensar nas necessidades do nosso povo e consequentemente não podiam pensar em formas de satisfazê-las.

Não foi até a década de 80 que começaram a surgir, em quantidade, pastores e professores brasileiros com formação de mestres e doutores vindos do exterior. Todavia, fomos novamente contaminados, pois nossos mestres e doutores estavam, como seus mentores estrangeiros, mais preocupados em manter o status de estudiosos, gastando mais tempo estudando do que ensinando ou pregando. Encastelados em um conhecimento distante e alienados das reais necessidades do povo, acreditaram que haviam “chegado lá”, quando na verdade estavam a anos-luz da realidade vivida pelo povo brasileiro. Tais mestres costumam se levar muito a sério[2]. Da mesma maneira que os estrangeiros usam o saber como um instrumento de dominação, nossos mestres e doutores não nos estenderam a cortesia de sermos todos servos de Jesus. Pelo contrário, mantiveram de todas as maneiras a separação imposta pelos estrangeiros entre “nós e eles”. As consequências não se fizeram esperar. Nossos mestres se negaram a nos transmitir os meios de produção acadêmica e se concentraram em expor suas idéias e exibir seus “vastos conhecimentos” sobre todos os assuntos. O resultado foi a produção massiva de pastores que não entendem as ciências bíblicas, principalmente as ciências da interpretação. Por esse motivo, tais pastores produzem sermões que não fazem o menor sentido e não conseguem integrar a verdade bíblica à realidade brasileira. Por não entenderem o significado do texto bíblico para os leitores/ouvintes originais, os mesmos têm enormes dificuldades em aplicar e integrar as verdades bíblicas com as necessidades dos tempos presentes. Como diria um conhecido, nossos pastores são peritos em sermões de três pontos: 1) Ele entra no texto; 2) Ele sai do texto e 3) Ele nunca mais retorna para o texto.


O ensino foi também caracterizado por uma enorme ênfase em teologia sem a existência das pontes necessárias entre o que era ensinado e a importância que estes mesmos ensinamentos tinham para os dias de hoje e a vida comum do povo de Deus. Uma vez formados, a grande maioria dos pastores descobria que, o dia a dia da vida da igreja local, demandava conhecimentos e práticas que não haviam, em muitos casos, sequer sido mencionados nas escolas teológicas. Matérias fundamentais relacionadas à educação cristã foram relegadas ao último plano e rotuladas de “matérias só para mulheres”. Com isso nossos pastores, já tão machistas, pela formação natural do homem brasileiro, desprezaram as únicas matérias que poderiam levá-los a questionar as necessidades do povo e buscar supri-las através dos ministérios da igreja. Hoje em dia, a situação é terrível já que o ensino formal é considerado desnecessário por muitas denominações —neopentecostais principalmente —, outras tem uma obsessão compulsiva pela teologia do culto — pentecostais — e outras continuam mantendo o distanciamento entre a teologia e a prática — reformados  e protestantes. Com tudo isso, o despreparo ainda é quase absoluto e faz parte da herança amarga que nos foi imposta.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

001 — A EXCELÊNCIA DA VIDA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM ENSINAR — PARTE 001

002 — A EXCELÊNCIA DA VIDA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM ENSINAR — PARTE 002

003 —A EXCELÊNCIA DA VIDA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM ENSINAR — PARTE 003

004 — A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA COM DEUS

005 — OS ALVOS DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

006 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 001 — INTRODUÇÃO — OS COLONIZADORES VÊM EM NOME DE DEUS

007 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 002 — NOSSAS ESCOLAS TEOLÓGICAS

008 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 003 — IGREJAS CORPORATIVISTAS E INSTITUCIONALIZADAS E EDUCAÇÃO CRISTÃ PADRONIZADA

009 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 004 — CONSUMISMO E CELEBRITISMO

010 — O PROPÓSITO SINGULAR DE DEUS PARA OS NOSSOS DIAS

011 — A PALAVRA IGREJA NO NOVO TESTAMENTO

012 — A EXPRESSÃO GREGA “EM CRISTO” — ἐν Χριστῷ

013 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA

014 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 002

015 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/09/educacao-crista-estudo-015-o-que-o-novo.html
016 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 004 — A IGREJA COMO PLENITUDE
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/educacao-crista-estudo-016-o-que-o-novo.html
017 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 005 — A UNIDADE DA IGREJA CRISTÃ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/educacao-crista-estudo-017-o-que-o-novo.html
018 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 006 — HUMILDADE E AMOR EM MEIO À DIVERSIDADE DE DONS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/educacao-crista-estudo-018-o-que-o-novo.html
019 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 007 — A IGREJA COMO MISTÉRIO DE DEUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/educacao-crista-estudo-019-o-que-o-novo.html
020 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 008 — COMO A IGREJA É FORMADA OU CRIADA?
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/educacao-crista-estudo-020-o-que-o-novo.html


021 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — PARTE 009 — QUANDO A IGREJA COMEÇOU?
Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 
PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link: 
Desde já agradecemos a todos.


[1] De acordo com o Iniq — Índice de Iniquidade Social — do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, publicado em 2003 e citado por Clóvis Rossi em seu editorial na folha de São Paulo de 8 de Setembro de 2003, cerca de 94,5% da população Brasileira vive abaixo dos padrões mínimos de qualidade de vida que incluem: habitar em moradias resistentes (alvenaria ou madeira), ter água e
[2] Aqui cabem bem as palavras do poeta cearense Belchior quando diz: “Nesta terra de Doutores, Magníficos Reitores, leva-se a sério a comédia...”.

terça-feira, 7 de julho de 2015

UM ESTUDO SOBRE O PECADO — PARTE 014 — PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

14A. Pecado Para a Morte — PARTE A

INTRODUÇÃO

A expressão “pecado para a morte” tem causado muito mal estar e sido muito abusada na história da igreja. Um pai, com o coração completamente despedaçado, relatou a uma irmã da nossa igreja que seu filho havia sido excluído da comunhão de uma igreja da Congregação Cristã do Brasil, porque havia cometido o “pecado para a morte”. Quando nossa irmã perguntou qual era o “pecado para a morte”, ouviu como resposta que era o adultério. Devido a esses abusos e em parte e para atender à solicitação de uma das nossas irmãs iremos estudar esta expressão “pecado para a morte”. Antes de tratarmos diretamente dessa expressão bíblica que fala de “pecado para a morte”, é muito importante que lancemos mão de algumas regras práticas de interpretação das escrituras.

Princípios Hermenêuticos

Princípio 1 - A clareza das Escrituras

A Bíblia foi escrita em linguagem comum. As pessoas que escreveram ou ouviram o que foi dito entendiam o que estava sendo apresentado. Vejamos alguns exemplos:

Atos 26:21—28

Por causa disto, alguns judeus me prenderam, estando eu no templo, e tentaram matar-me. Mas, alcançando socorro de Deus, permaneço até ao dia de hoje, dando testemunho, tanto a pequenos como a grandes, nada dizendo, senão o que os profetas e Moisés disseram haver de acontecer, isto é, que o Cristo devia padecer e, sendo o primeiro da ressurreição dos mortos, anunciaria a luz ao povo e aos gentios. Dizendo ele estas coisas em sua defesa, Festo o interrompeu em alta voz: Estás louco, Paulo! As muitas letras te fazem delirar! Paulo, porém, respondeu: Não estou louco, ó excelentíssimo Festo! Pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso. Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta; porquanto nada se passou em algum lugar escondido. Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Bem sei que acreditas. Então, Agripa se dirigiu a Paulo e disse: Por pouco me persuades a me fazer cristão.

1 Pedro 1:10 e 11

Foi a respeito desta salvação que os profetas indagaram e inquiriram, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros destinada, investigando, atentamente, qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os seguiriam.

Princípio 2 - Revelação Progressiva

A Revelação de Deus é como um binóculo que vai sendo ajustado gradativamente até mostrar uma imagem cristalina.

Hebreus 1:1-2

Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.

A implicações do texto acima, entre outras, são:

1. O significado das palavras vai mudando, tornando-se cada vez mais profundo, à medida que Deus vai ampliando a revelação dada ao Seu povo.

2. Nós não podemos basear nosso entendimento acerca da morte e da eternidade, por exemplo, somente em passagens do Antigo Testamento como fazem os Adventistas do Sétimo Dia ou as Testemunhas de Jeová. Fazer isto é ignorar toda a riqueza do ensino do Novo Testamento acerca deste assunto.

Princípio 3 – Os direitos inalienáveis do autor

Esse princípio é o mais desrespeitado de todos. A grande maioria das pessoas ignora essa simples verdade que diz: somente o autor original pode nos dizer o que quis dizer quando disse o que disse.

Baseados nesses princípios temos então o seguinte:

1. As pessoas que ouviram ou que leram João escrever sobre o pecado para a morte sabiam do que estava sendo tratado.
2. Esta afirmação deve ser entendida à luz da progressividade da revelação divina.

3. Em última instância, a palavra final acerca do significado só poderá ser dada por João, pessoalmente.

No entanto, não somos deixados completamente nas trevas. Temos a Bíblia — que é excelente intérprete da própria Bíblia — e o Espírito Santo para nos amparar nos nossos estudos, bem como o poço comum de conhecimentos representado pela comunidade cristã de hoje e de todo o passado.

O que significa então, a expressão “pecado para a morte”?

Antes de tudo leiamos o texto completo como o encontramos na Primeira Epístola de —

João 5:16

Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue.

Em primeiro lugar temos que entender que toda esta seção da Primeira Epístola de João 5:13—20 é controlada pelos versos 13—14 que dizem:

1 João 5:13—14

Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus. E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.

4. Em segundo lugar temos que notar, da perspectiva histórica, que a natureza exata da expressão ἁμαρτίαν πρὸς θάνατον — amartían pròs thánatos — pecado para a morte, como aparece em 1 João 5:16, já não era conhecida, de forma precisa, nem sequer nos tempos patrísticos — século II em diante. Mas este último fato não deve nos desestimular. Pelo contrário, devemos lançar mão de todos os recursos disponíveis para buscarmos a melhor interpretação para este texto.

5. Vamos iniciar pelo final do versículo que diz: por esse não digo que rogue. A orientação para não orar acerca de uma situação pecaminosa não é incomum nas páginas das Escrituras, da mesma maneira que não é incomum a existência de certas situações pecaminosas, para as quais não há volta. Uma análise destas passagens pode trazer um pouco de luz acerca do que João pretendia dizer:

Incredulidade

Deuteronômio 3:23—29

23 Também eu, nesse tempo, implorei graça ao SENHOR, dizendo:

24 Ó SENHOR Deus! Passaste a mostrar ao teu servo a tua grandeza e a tua poderosa mão; porque que deus há, nos céus ou na terra, que possa fazer segundo as tuas obras, segundo os teus poderosos feitos?

25 Rogo-te que me deixes passar, para que eu veja esta boa terra que está dalém do Jordão, esta boa região montanhosa e o Líbano.

26 Porém o SENHOR indignou-se muito contra mim, por vossa causa, e não me ouviu; antes, me disse: Basta! Não me fales mais nisto.

27 Sobe ao cimo de Pisga, levanta os olhos para o ocidente, e para o norte, e para o sul, e para o oriente e contempla com os próprios olhos, porque não passarás este Jordão.

28 Dá ordens a Josué, e anima-o, e fortalece-o; porque ele passará adiante deste povo e o fará possuir a terra que tu apenas verás.

29 Assim, ficamos no vale defronte de Bete-Peor.

Números 20:2—12 — incredulidade.

2 Não havia água para o povo; então, se ajuntaram contra Moisés e contra Arão.

3 E o povo contendeu com Moisés, e disseram: Antes tivéssemos perecido quando expiraram nossos irmãos perante o SENHOR!

4 Por que trouxestes a congregação do SENHOR a este deserto, para morrermos aí, nós e os nossos animais?

5 E por que nos fizestes subir do Egito, para nos trazer a este mau lugar, que não é de cereais, nem de figos, nem de vides, nem de romãs, nem de água para beber?

6 Então, Moisés e Arão se foram de diante do povo para a porta da tenda da congregação e se lançaram sobre o seu rosto; e a glória do SENHOR lhes apareceu.

7 Disse o SENHOR a Moisés:

8 Toma o bordão, ajunta o povo, tu e Arão, teu irmão, e, diante dele, falai à rocha, e dará a sua água; assim lhe tirareis água da rocha e dareis a beber à congregação e aos seus animais.

9 Então, Moisés tomou o bordão de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado.

10 Moisés e Arão reuniram o povo diante da rocha, e Moisés lhe disse: Ouvi, agora, rebeldes: porventura, faremos sair água desta rocha para vós outros?

11 Moisés levantou a mão e feriu a rocha duas vezes com o seu bordão, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais.

12 Mas o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Visto que não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso, não fareis entrar este povo na terra que lhe dei.

DESONRAR A DEUS PELA NOSSA DESOBEDIÊNCIA

1 Samuel 3:14

Portanto, jurei à casa de Eli que nunca lhe será expiada a iniqüidade, nem com sacrifício, nem com oferta de manjares.

1 Samuel 2:28—30

28 Eu o escolhi dentre todas as tribos de Israel para ser o meu sacerdote, para subir ao meu altar, para queimar o incenso e para trazer a estola sacerdotal perante mim; e dei à casa de teu pai todas as ofertas queimadas dos filhos de Israel.

29 Por que pisais aos pés os meus sacrifícios e as minhas ofertas de manjares, que ordenei se me fizessem na minha morada? E, tu, por que honras a teus filhos mais do que a mim, para tu e eles vos engordardes das melhores de todas as ofertas do meu povo de Israel?

30 Portanto, diz o SENHOR, Deus de Israel: Na verdade, dissera eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém, agora, diz o SENHOR: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram, honrarei, porém os que me desprezam serão desmerecidos.

FALTA DE ARREPENDIMENTO

Isaías 22:12—14

12 O Senhor, o SENHOR dos Exércitos, vos convida naquele dia para chorar, prantear, rapar a cabeça e cingir o cilício.

13 Porém é só gozo e alegria que se vêem; matam-se bois, degolam-se ovelhas, come-se carne, bebe-se vinho e se diz: Comamos e bebamos, que amanhã morreremos.

14 Mas o SENHOR dos Exércitos se declara aos meus ouvidos, dizendo: Certamente, esta maldade não será perdoada, até que morrais, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos.

IDOLATRIA E TRAIÇÃO

Jeremias 7:16—18

16 Tu, pois, não intercedas por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me importunes, porque eu não te ouvirei.

17 Acaso, não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém?

18 Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à Rainha dos Céus; e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.

QUEBRA DA ALIANÇA E DESOBEDIÊNCIA AOS MANDAMENTOS

Jeremias 11:1—4, 10, 14

1  Palavra que veio a Jeremias, da parte do SENHOR, dizendo:

2 Ouve as palavras desta aliança e fala aos homens de Judá e aos habitantes de Jerusalém;

3  dize-lhes: Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Maldito o homem que não atentar para as palavras desta aliança,

4  que ordenei a vossos pais, no dia em que os tirei da terra do Egito, da fornalha de ferro, dizendo: dai ouvidos à minha voz e fazei tudo segundo o que vos mando; assim, vós me sereis a mim por povo, e eu vos serei a vós outros por Deus.

10 Tornaram às maldades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a minha aliança, que eu fizera com seus pais.

14 Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor nem oração; porque não os ouvirei quando eles clamarem a mim, por causa do seu mal.

IGNORAR O SENHOR

Jeremias 14:7—12

7 Posto que as nossas maldades testificam contra nós, ó SENHOR, age por amor do teu nome; porque as nossas rebeldias se multiplicaram; contra ti pecamos.

8 Ó Esperança de Israel e Redentor seu no tempo da angústia, por que serias como estrangeiro na terra e como viandante que se desvia para passar a noite?

9 Por que serias como homem surpreendido, como valente que não pode salvar? Mas tu, ó SENHOR, estás em nosso meio, e somos chamados pelo teu nome; não nos desampares.

10 Assim diz o SENHOR sobre este povo: Gostam de andar errantes e não detêm os pés; por isso, o SENHOR não se agrada deles, mas se lembrará da maldade deles e lhes punirá o pecado.

11 Disse-me ainda o SENHOR: Não rogues por este povo para o bem dele.

12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e, quando trouxerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, pela fome e pela peste.


IDOLATRIA

Oséias 4:17

Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo.

 Lembre-se que no Novo Testamento a avareza é vista como idolatria —

Colossenses 3:5

Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria.


A advertência de Jesus é bem clara:

Mateus 6:24

Não podeis servir a Deus e às riquezas.

Como vimos nos versículos acima existem situações pecaminosas em que não existe possibilidade de arrependimento e outras pelas quais os servos de Deus são ordenados a não orar a favor de certas pessoas. Mas temos que notar com relação à 1 João 5:16, que João não está proibindo explicitamente orar por aqueles que cometem o chamado “pecado para a morte”. Parece que a posição de João era de que ele não acreditava que tal oração pudesse ser eficaz.

Outro aspecto a ser considerado neste contexto tem a ver com a oração Sacerdotal que o Senhor fez quando disse em —

João 17:9

É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.

Seja qual for o pecado “para a morte” envolvido neste versículo 16, João mantém a atitude de Jesus e faz daqueles que comentem tal (tais) pecado(s) o mesmo que é representado pela expressão “o mundo” na oração de Jesus.

Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte — Note que existe socorro para um irmão — esde que esse irmão seja genuíno e não falso ou pretenso irmão —, que comete um pecado que João caracteriza como sendo “pecado não para a morte”. Mas para que este pecador possa ser ajudado o pecado precisa ser “conhecido”. O uso da expressão “vir” indica que João não está falando meramente de um estado pecaminoso interior, mas a expressão também não exige, necessariamente, que se trate de um pecado físico. É necessário que o pecado aqui mencionado como “pecado não para morte” seja visível.

Pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para morte — A palavra Deus — Theos em grego — não existe no texto grego original nesse versículo. A mesma é suprida pelos tradutores já que não se espera, biblicamente falando, que alguém, a não ser Deus possa conceder a vida. Conforme mencionamos anteriormente, todo esse contexto está sob o controle dos versos 13—14 onde somos ensinados que se pedirmos qualquer coisa segundo a vontade de Deus seremos atendidos. Por outro lado, sabemos que Deus também nos usa para resgatarmos da condenação algum irmão desviado —

Tiago 5:19—20

19 Meus irmãos, se algum entre vós se desviar da verdade, e alguém o converter,

20 sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados.

e neste sentido, mediante a ação de Deus nós “salvamos” a nosso irmão. É ainda neste sentido que

Tiago 5:15

E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.

diz que a oração de fé salvará o enfermo!

Há pecado para morte — qualquer tentativa, como feita pela igreja romana, de traduzir este versículo como querendo dizer “pecado mortal” está redondamente errada. Por outro lado existem várias interpretações quanto ao significado destas palavras. Vejamos algumas destas interpretações:

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013ª — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 6 de junho de 2015

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO — Estudo 3 - Princípios de Interpretação da Bíblia



Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.


Introdução à Hermenêutica – Parte 3

Princípio 5 - O Contexto

Todo texto bíblico precisa ser entendido à luz do seu próprio contexto.

1 – O Contexto Imediato — Os versos imediatamente antes e depois devem nos auxiliar a entender o que o autor quis dizer.

Exemplo: Ezequiel 37:18—24

18 Acaso, não vos basta a boa pastagem? Haveis de pisar aos pés o resto do vosso pasto? E não vos basta o terdes bebido as águas claras? Haveis de turvar o resto com os pés?

19 Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os pés e bebem o que haveis turvado com os pés.

20 Por isso, assim lhes diz o SENHOR Deus: Eis que eu mesmo julgarei entre ovelhas gordas e ovelhas magras.

21 Visto que, com o lado e com o ombro, dais empurrões e, com os chifres, impelis as fracas até as espalhardes fora,

22 eu livrarei as minhas ovelhas, para que já não sirvam de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas.

23 Suscitarei para elas um só pastor, e ele as apascentará; o meu servo Davi é que as apascentará; ele lhes servirá de pastor.

24 Eu, o SENHOR, lhes serei por Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o SENHOR, o disse.

2 – O Contexto literário do livro precisa ser respeitado. Qual é o assunto e o propósito do livro?

Exemplo: O livro de Eclesiastes. Qual é o seu propósito? O livro de Eclesiastes registra uma intensa busca por satisfação verdadeira e pelo sentido da vida sobre a terra, especialmente, quando paramos para considerar todas as injustiças e as muitas situações completamente absurdas que podemos enxergar ao nosso redor.

3 – O conceito da analogia da fé. Nenhuma passagem bíblica pode por si mesma produzir uma doutrina claramente condenada em outras partes da escrituras. É por este motivo que muitos dos erros são sustentados por revelações adicionais!!!

4 – Os conceitos histórico, geográfico, cultural, religioso e linguístico precisam ser entendidos e respeitados. Muitas interpretações erradas surgem como fruto da ignorância do significado histórico de uma determinada palavra, frase, regra gramatical ou circunstância.

Princípio 6 - Figuras de Linguagem

Os autores bíblicos usaram todos os recursos disponíveis, inclusive figuras de linguagem, para comunicar as verdades divinas.

O uso de imagens mentais. O que são imagens mentais? Tratam da capacidade que temos de projetar ou visualizar algo ou alguém em nossas mentes. As imagens mentais são como o teatro da mente. Que figura de linguagem acabamos de usar? A Símile!

O Propósito da linguagem figurada é o de criar imagens mentais ou quadros mentais visando ilustrar ideias. As figuras mentais não precisam necessariamente ser verdadeiras — no sentido de literais — nem reais — no sentido de existirem de fato.

As imagens mentais criadas por este tipo de linguagem como símbolos ou analogias são sempre inferiores à verdade que querem ilustrar. A ignorância acerca do uso de linguagem figurada é responsável pelas maiores atrocidades nesse estudo acerca da vida, morte, estado intermediário e estado eterno.

Exemplo 1:

Marcos 9:47—48

47 E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno,

48 onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga.

Será que Jesus ensinou que devemos arrancar, literalmente, um dos nossos olhos ou até mesmo os dois porque os mesmo nos levar a cobiçar determinada coisa? Durante a história da Igreja temos muitos registros de pessoas que entenderam esse e versos semelhantes e acabaram por vazar os próprios olhos, amputar braços e pernas e até mesmo, o órgão genital!

Mas o que Jesus queria dizer mesmo ao usar essa expressão é que o Reino de Deus vale todo o empenho da nossa parte. Temos que priorizar o Reino, mesmo à custa de grandes “perdas”, mas Jesus não está falando de cegueira ou amputações literais.

Já no verso seguinte, temos que nos perguntar se o fogo do inferno é literal assim como os vermes? Ou será que Jesus está se referindo as esses elementos porque podemos entendê-los, enquanto a verdadeira condição no inferno não pode ser totalmente compreendida por nós nesse estágio. Por outro lado, se a interpretação for literal, de que tipo de verme Jesus está falando aqui e a que tipo de fogo Jesus está se referindo? Porque o fogo, se for real, não consome os vermes? Seria, por acaso porque são super vermes com couraças antichamas? Pense bem nessas implicações antes de sair por aí ameaçando as pessoas ou sugerindo que devem ficar cegar ou se amputarem.

Exemplo 2:

Lucas 16:19—31

A Narrativa acerca da morte do Rico e de Lázaro é uma narrativa real ou parabólica? Lei o texto e responda, por que você cha que é real, ou porque acha que é apenas uma parábola:

19 Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente.

20 Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele;

21 e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras.

22 Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado.

23 No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.

24 Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.

25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos.

26 E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós.

27 Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna,

28 porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento.

29 Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos.

30 Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão.

31 Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.

Exemplo 3:

Judas 13

Ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre.

A pergunta aqui é simples: Judas está falando de ondas do mar, de estrelas errantes ou está se referindo a alguma outra coisa ou até mesmo a algum tipo de criatura humana ou não humana?

Apocalipse 20:10

O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.

Lago de fogo? Literal ou apenas um símbolo para nos ajudar a entender que o sofrimento ali é real e verdadeiro, mas que o fogo poder ser apenas simbólico, já que o fogo que conhecemos é capaz de reduzir ao pó e à cinza até mesmo o mais duro dos ossos humanos.

CONCLUSÃO

Como podemos observar a interpretação da Bíblia exige muito cuidado. Precisamos entender:

1. O contexto do texto que temos diante de nós.

2. O contexto literário do livro que estamos lendo ou estudando,

3. O conceito da analogia da fé.

4. Os conceitos históricos, geográficos, culturais, religiosos e linguísticos.

5. O uso de figuras de linguagem.

E tudo isso se torna ainda mais importante quanto o tema é “VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO”.
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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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