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terça-feira, 14 de abril de 2015

COMO VIVEM OS PALESTINOS SOB A OCUPAÇÃO MILITAR ISRAELENSE


Israel 
Sob o governo de Benjamin Netanyahu não haverá Estado Palestino

O material abaixo foi publicado pelo site da Revista Carta Capital.

Como é ser árabe sob a ocupação israelense?
"Life in Occupied Palestine", textos de um jornal acadêmico reunidos em livro disponível grátis por meio do Project Muse, retrata o sofrimento de um povo

Por Gianni Carta

Sob o governo de Benjamin Netanyahu não haverá Estado Palestino. Eis a principal promessa do premier israelense durante a campanha que o levou à sua quarta vitória consecutiva nas eleições legislativas de 17 de março. Saibam os mal informados a respeito de Netanyahu, agora com 65 anos, que ele jamais levou a sério “a solução de dois Estados”. E, a quem ignora as brutalidades perpetradas por Israel contra os palestinos, recomendo Life in Occupied Palestine, em Biography, publicação trimestral da Universidade do Havaí. O volume, publicado na primavera de 2014 e editado por Cynthia Franklin, Morgan Cooper e Ibrahim G. Aoude, “está disponível gratuitamente através do Project Muse, na internet, e cópias impressas também estão à disposição”, conforme Franklin esclarece.

Trata-se de uma compilação de textos edificantes para interessados em saber mais sobre as atrocidades israelenses, e também para estudiosos do tema. Life in Occupied Palestine oferece uma visão ampla, por dois motivos. Primeiro, os artigos são redigidos por acadêmicos de diferentes áreas e, portanto, com distintas abordagens e percepções da Palestina. Segundo, os autores têm diferentes origens e nacionalidades. Resultado: a edição especial torna-se um debate multicultural sobre a Palestina.

Magid Shihade, cientista político da Universidade de Birzeit, na Cisjordânia, relata “como o Estado colonial israelense interrompeu, de forma sistemática, a mobilidade, a memória e a identidade local e regional dos palestinos em Israel em geral”. Shihade estrutura seu artigo em torno de dois piqueniques, realizados em 1962 e 1972, nas cercanias do vilarejo de Kafr Yassif, colonizado em 1948. O acadêmico nos sustenta que “os governantes britânicos coloniais”, e principalmente os EUA, traíram a Palestina ao “entregá-la” aos sionistas. “Armados e financiados por diferentes países ocidentais, (os sionistas) destruíram todos os centros urbanos erguidos pelos palestinos antes de 1948.” Mais: “Deslocaram cerca de 84% da sociedade palestina, e arrasaram centenas de vilarejos e cidades”. O texto de Shihade aborda temas como a alienação, o medo, o racismo. E a transformação de povoados árabes de dimensões diversas em guetos.


Refaat R. Alareer, professor de Literatura Mundial na Universidade Islâmica em Gaza, conta como palestinos aprendem sobre o passado e a cultura com idosos em suas famílias. Os temas, aliás, “vão muito além do entretenimento”. Cynthia Franklin, professora de Inglês na Universidade do Havaí, diz ser favorável à “urgente necessidade de acabar com a colonização de Israel, a limpeza étnica e ocupação da Palestina”. Já a co-editora americana Morgan Cooper, residente há mais de uma década em Ramallah, onde é proprietária do Café la Vie, diz ter crescido “em uma sociedade onde o sionismo parecia ser um senso comum”. Por isso, levou um longo tempo “para juntar as peças e identificar o que estava errado”.

Life in Occupied Palestine tem esse objetivo: o de “desafiar a narrativa sionista” de acontecimentos na Palestina reportados (ou não quando antissionista) pelo The New York Times e outras dominantes plataformas midiáticas neoliberais dos EUA e fontes israelenses (...)”, resume Franklin. E é preciso acrescentar que, com raras exceções, a mídia ocidental é pró-Israel.

Franklin observa como Tel-Aviv lançou uma operação militar para encontrar três estudantes yeshivá, supostamente sequestrados em Hebron, em junho de 2014, pelo “grupo terrorista árabe” Hamas, o partido eleito diretamente, e a governar a Faixa de Gaza desde 2007. O Hamas tem um braço armado, visto que a faixa encontra-se sitiada pelos israelenses, e é considerada a maior prisão do mudo.

Em busca dos três estudantes na Cisjordânia, as Forças de Defesa de Israel (IDF, em inglês) invadiram universidades, cidades, aldeias. Seis palestinos perderam a vida. A invasão da Cisjordânia precedeu a guerra contra Gaza, no verão de 2014. Netanyahu retaliou por duas razões iniciais. O objetivo-mor era eliminar o Hamas, acusado de ter sequestrado e matado os três estudantes na Cisjordânia. E de haver lançado foguetes Qassam contra território israelense. No entanto, investigadores independentes informaram que o Hamas não havia organizado e realizado o sequestro, que resultara na morte dos estudantes. Os autores do sequestro e do lançamento de foguetes foram grupos radicais de Gaza, que consideram branda a ação do Hamas.

Netanyahu deslocou a atenção de seus compatriotas, e da mídia global, para os túneis construídos pelo Hamas para lutar contra as tropas da IDF em Gaza e em Israel. Os túneis também destinam-se inclusive a armazenar armas, e contrabandear produtos não permitidos para os palestinos. Os israelenses destruíram 40 túneis, mas vários permanecem intactos. As disparidades em termos de baixas entre os israelenses, a maioria soldados, e os palestinos são enormes. Durante a guerra de Gaza, de 50 dias, mais de 2,1 mil palestinos morreram. A grande maioria civis. As baixas israelenses são 66 soldados e civis.

Franklin diz a CartaCapital: “A melhor esperança é a de obrigar o governo israelense a respeitar o direito internacional, de acordo com o movimento BDS, isto é, Boicote, Desinvestimento e Sanções”. Cooper, por sua vez, aplaude a resistência armada a uma ocupação “ilegal e imoral”. Um fato trágico a marcou para sempre: viu um menino palestino de 15 anos de idade ser queimado vivo por soldados israelenses. “A ocupação militar israelense e a colonização da Palestina são ilegais e imorais”.

*Reportagem publicada originalmente na edição 845 de CartaCapital, com título "Ser árabe sob o tacão de Israel" que poderá ser vista por meio desse link aqui:



O artigo original Life in Occupied Palestine poder ser lido ou baixado por meio desse link aqui

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL













































Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 13:1—5 — A PARÁBOLA ACERCA DE PILATOS E DA TORRE DE SILOÉ — SERMÃO 030


A torre de Siloé reconstruída 

Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

LUCAS 13:1—5

1  Naquela mesma ocasião, chegando alguns, falavam a Jesus a respeito dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios que os mesmos realizavam. 

2  Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? 

3  Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. 

4  Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? 

5  Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. 

INTRODUÇÃO

A. A passagem de Lucas 13:1—9 pode ser dividida em duas partes — versos 1— e versos 6—9. As duas passagens tratam de um mesmo e complexo tema envolvendo: política e arrependimento. 

B. Nos versos 6—9 que trata da “Figueira Estéril” nós temos uma parábola propriamente dita. Iremos lidar com essa parábola em nosso próximo estudo. 

C. Já nos versos 1—5, que iremos analisar hoje, nós temos o que podemos chamar de “discurso parabólico” porque Jesus lança mão de situações ou ilustrações concretas para ensinar verdades eternas. 

D. Essas duas passagens falam de pessoas que foram mortas de forma violenta, e de uma árvore que corre o risco de ser cortada por não produzir os frutos esperados. 

Ator representando o governador romano Pilatos

I. Pilatos e a Morte Violeta de Certos Galileus 

A. De acordo com a narrativa de Lucas, Jesus está se dirigindo para Jerusalém. O evangelista, todavia, não nos fornece nenhum detalhe onde exatamente esse diálogo aconteceu.
  
B. A história começa quando algumas pessoas se aproximam de Jesus — versos 1 — e lhe contam uma atrocidade cometida pelo governador Pilatos. 

C. Tal atrocidade tinha a ver com o fato do governador romano Pilatos, por motivos que não estão claros na narrativa, ordenou o massacre de certos galileus que se encontravam em Jerusalém para oferecerem sacrifícios no templo. A brutalidade do massacre foi tanta que o sangue dos galileus acabou se misturando com o sangue dos animais que eles estavam oferecendo. 

D. Massacres como esses não eram incomuns. Não podemos nos esquecer que a terra da Palestina — incluindo a Galileia, Samaria e a Judeia bem como toda a região costeira — estava sob uma severa ocupação romana. Os romanos, geralmente deixavam as pessoas dos territórios ocupados seguirem com o ritmo normal de suas vidas, enquanto pagassem os impostos cobrados e não tivessem nenhum tipo de pensamento sequer que fosse inamistoso com as forças de ocupação.

E. Os povos conquistados pelos romanos eram considerados inimigos de tempo integral do império e estavam sujeitos a todos os tipos de brutalidade por parte do exército romano. 

F. Diante da circunstância que descrevemos no item anterior, fica bem evidente a enorme importância de como Jesus iria reagir àquela informação. 

G. Certamente havia interessados de todos os lados — judeus e romanos — em conhecer e registrar qual seria o comentário que Jesus iria fazer acerca daquela informação. Aqueles eram, de fato, tempos muito difíceis. Cristo poderia ter seguido a mesma atitude que encontramos no profeta Amós — 

Amos 5:13 

Portanto, o que for prudente guardará, então, silêncio, porque é tempo mau. 

H. Se Jesus não dissesse nada, isso seria muito bem-vindo pelos romanos, mas o colocaria, imediatamente na posição de traidor da causa judaica, por não denunciar a brutalidade das forças de ocupação romanas. 

I. Agora, caso Jesus denunciasse os romanos, isso agradaria os judeus, mas o colocaria na condição de um possível insurreto e fomentador de rebelião diante das autoridades romanas, o que representava um risco para sua própria existência. 

J. Diante dessa delicada situação, Jesus toma a seguinte decisão: Ele decide não denunciar os romanos, mas também evita ficar em silêncio! Como o profeta Jeremias no Antigo Testamento, Jesus prefere falar corajosamente a verdade. 

III A Resposta de Jesus — versos 2—5 

A. Pela resposta que Jesus oferece, fica claro, que as pessoas que fizeram o comentário original desejavam, de alguma forma, criar algum tipo de relação entre algum pecado cometido com o sofrimento padecido. 

B. Mas no lugar de fazer uma leitura para trás suprindo, desse modo, o motivo porque as pessoas haviam sido massacradas, a resposta de Jesus constitui-se numa completa surpresa. 

C. Em primeiro lugar Jesus mostra que sabia muito bem que aquelas pessoas achavam que aqueles galileus eram mais pecadores que outros judeus. Um julgamento muito temerário, diga-se de passagem, e Jesus prontamente denuncia essa hipocrisia. 

D. O mesmo era verdadeiro com relação às 18 pessoas que haviam sido soterradas pelo desabamento de uma torre em Jerusalém — verso 4. Os habitantes de Jerusalém consideravam aqueles que perderam suas vidas no desabamento da torre como pessoas mais pecadoras do que os outros habitantes de Jerusalém. 

E. Mas Jesus deixa bem claro que nenhuma pessoa daqueles grupos era mais pecadora do que as pessoas que estavam ouvindo o que ele dizia. Segue-se a surpresa...
  
F. Jesus termina seu comentário afirmando que todos os seus ouvintes pereceriam da mesma maneira se não se arrependessem — ver versos 3 e 5. 

IV Existe Alguma Correlação, na Base de 1 por 1, entre pecado e sofrimento? 

A. Em João 9:1—3 nós lemos acerca de um homem que era cego desde o seu nascimento. Os discípulos queriam muito saber do Senhor Jesus, quem havia pecado para que aquele homem nascesse cego? Foi o próprio homem ou foram seus pais, perguntaram os discípulos. Jesus respondeu dizendo que não foi ninguém! 

B. É por causa dessa falsa mentalidade que temos, de que o sofrimento de alguém está associado aos pecados que a pessoa cometeu ou está cometendo que Jesus se dirige ao paralítico em Lucas 5 com as seguintes palavras: Homem, estão perdoados os teus pecados.

C. De acordo com Jesus não existe nenhuma correlação direta na base de 1 por 1 entre pecado e sofrimento. 

D. O salmista é bem claro quanto a essa questão ao afirmar o seguinte — 
Salmo 103:10 

Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante
as nossas iniquidades. 

E. Da mesma maneira que não existe correlação direta entre pecado e sofrimento, também não existe destino ou sorte e azar, por causa da soberania de Deus.


CONCLUSÃO 

A. Jesus fala diretamente com seus interlocutores e os exorta ao arrependimento enquanto há tempo. 

B. Essa atitude de Jesus nos mostra tanto sua coragem como também explica sua profunda rejeição pela comunidade judaica de seus dias. Eles queriam muitas coisas da parte de Deus, mas arrependimento não era uma delas! 

C. Todos os que lutam por uma causa justa tendem a pensar que a causa os faz justos. Não os faz. A causa dos judeus contra os romanos era justa, mas isso não fazia deles pessoas justas. 

D. Qualquer um que quer enxergar o Senhor Jesus apenas como um revolucionário precisa resolver as questões apresentadas pelo texto de Lucas 13:1—5. 

E. Jesus diz o seguinte para seus interlocutores: Vocês querem que eu condene Pilatos? Mas eu não estou falando com Pilatos. Eu estou falando com vocês. Forças do mal estão trabalhando no meio de vocês e, se vocês não se arrependerem, vocês serão destruídos com Pilatos ou sem Pilatos. Vocês precisam se arrepender ou serão destruídos. 

F. Note que Jesus não ordena que eles se submetam a Pilatos ou que aceitem a opressão romana. Jesus tinha um amor muito grande por aquelas pessoas que estavam diante dele e sabia que, se elas não se arrependessem de seus pecados seriam completamente destruídas. Por esse motivo, Jesus os exorta ao arrependimento. 

G. O que Jesus quer nos ensinar hoje com essas palavras? Jesus nos pede que em vez de ficarmos apenas vendo o mal ao nosso redor — naqueles dias representado por Pilatos e a forças de ocupação do império romano — que possamos enxergar o mal que existe em nossos corações e que nos arrependamos desse mal. Esse mal em nossos corações é representado pelos atos que praticamos, como por obrigações que não cumprimos — pecados de comissão e omissão. 

H. Que possamos nos arrepender de todo o mal. Seja de comissão ou de omissão. 

I. O profeta Isaías nos faz o convite mais doce que poderíamos receber: 

Isaías 55:7

Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

AS SANDICES ISRAELENSES NÃO TÊM FIM



Após decidir construir seu próprio “muro da vergonha”, criando com isso uma verdadeira situação de apartheid, ficamos pensando até onde pode chegar o nível de estupidez de um ser humano pensante.

Depois de invadir a terras palestinas e mantê-las sob uma pesada e genocida ocupação por mais de quarenta anos, o governo de Israel vai aos extremos da imbecilidade para manter o povo judeu — considerado superior a todos os outros povos — dos “animais” palestinos — forma como costumam se referir aos seres humanos palestinos. Note na foto abaixo o contorcionismo praticado pelos construtores israelenses do “muro da vergonha” para se isolarem de uma única casa, pertencente a uma família palestina. Preste bastante atenção na foto: a casa dos palestinos está à esquerda na foto cercada pelo “muro da vergonha” por três lados!

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Agradecemos à Seattle Mideast Awareness Campaign (seamac.org) que por meio de fotos originais como essa nos ajuda a entendermos um pouco melhor aquilo que o Estado racista de Israel — nem todos os judeus são racistas e nem concordam com o “muro da vergonha”, que fique bem claro — está fazendo acobertado pela mídia internacional que não divulga quase nada sobre o “muro da vergonha”.

Que Deus se compadeça desses brutais imbecis e lhes um pouco de coragem para se olharem no espelho até entenderem que também são apenas seres humanos ou, como dizem as Escrituras Sagradas:

Gênesis 3:19
No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL












































Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

VEJA O MAPA E ENTENDA O QUE ISRAEL ESTÁ FAZENDO NA FAIXA DE GAZA




O número de mortos na Faixa de Gaza já passa dos 1136. Os feridos são mais de 6500. Do lado da nação agressora, Israel, os mortos são 57. É fácil perceber quem é a verdadeira vítima nessa guerra.

Você não verá o mapa abaixo em nenhum jornal diário do Brasil, as revistas semanais se mostrarem o mesmo, só o farão na semana que vem. E na televisão? Pode esquecer: dá muito trabalho explicar o mesmo.
Mas aqui no blog o Grande Diálogo, nós não usamos o Facebook das Forças de Ataque de Israel para sabermos o que está acontecendo na faixa de Gaza. Nós preferimos pesquisar e usar fontes independentes, de preferência israelenses.

O mapa abaixo mostra, em cor de rosa, a área que está agora mesmo, sendo ocupada pelas forças de ataque de Israel para criar uma espécie de “colchão” de 3 quilômetros entre os palestinos na Faixa de Gaza e o território de Israel. Mas veja, a área totalmente ocupada pelos israelenses e já evacuada pelos palestinos, corresponde a 44% de toda a área da Faixa de Gaza. Cerca de 560 mil palestinos foram deslocados de suas moradias. Ou seja, agora, os habitantes da Faixa de Gaza, que somam 1.8 milhão de pessoas, têm apenas 54% do seu próprio território para buscar abrigo e proteção. A situação colocada pelo exército de Israel para os palestinos foi bem simples: FOGE OU MORRE!

O desastre humanitário parece inevitável, e ficamos indignados com esses governos das nações, verdadeiramente poderosas, que apenas assistem ao genocídio sem fazer absolutamente nada. Já temos tido a oportunidade de ler em sites estrangeiros e também aqui no Brasil, sionistas judeus e pessoas que se dizem cristãos, clamando para que Israel faça suas forças avançarem e apaguem do mapa todos os habitantes da Faixa de Gaza, empurrando-os para o mar. Até entendemos sionistas judeus e israelenses, de modo geral, desejando esse genocídio, mas pessoas que se dizem cristãos desejando o mesmo soa, no mínimo, muito estranho. Já lemos diversas vezes a expressão “Israel deveria aproveita a ocupação da faixa de Gaza e LIQUIDAR essa fatura. Não fazemos nenhuma ideia onde esses falsos cristãos aprenderam esse tipo de amor pelo próximo. Certamente essas pessoas nunca entenderam as seguintes palavras de Jesus:

Mateus 5:9

Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.

Lucas 9:56

Pois o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.

Não estamos lidando aqui com uma situação que surgiu durante os dias de guerra, mas com um plano executados pelas forças de ataque de Israel, cujo objetivo é tornar em verdadeira zona sem nenhum habitante, a faixa de 3 quilômetros como mostrada no mapa abaixo. As forças de ataque de Israel têm forçado dezenas de milhares de palestinos a abandonarem seus lares, para que os mesmos possam ser completamente destruídos restando apenas prédios pela metade, concreto quebrado e metal retorcido.

O mapa abaixo foi produzido e fornecido pelo Escritório das Nações Unidas Para Questões Humanitárias:

No mapa à direita é possível ver, em cor de rosa, toda a extensão de terra que está sendo ocupada pelas forças de ataque de Israel, que correspondem a 44% de toda a área da Faixa de Gaza.

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Deus não costuma ter piedade de quem não tem piedade. Israel precisa se preparar para o pior, quando o Senhor Soberano de toda a Terra se levantar para julgar essa nação ímpia. A matança precisa ter um fim antes que Israel tenha um fim, causado pelo próprio Deus, na opinião de muitos rabinos judeus.

Por outro lado, ainda há contas para serem ajustada com aqueles que um dia disseram as seguintes palavras:

Mateus 27:22—25

22 Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.

23 Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado!

24 Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo ; fique o caso convosco!

25 E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!

O mapa original poderá ser visto por meio desse link aqui:


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Alexandros Meimaridis

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