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segunda-feira, 24 de julho de 2017

CONFORTO PARA CORAÇÕES AFLITOS - SERMÃO 004 — JESUS É DEUS — PARTE 001


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Esta é uma série que trata do maravilhoso tema de como Jesus conforta seus discípulos em meio às tribulações dessa vida. Ao compartilhar esses estudos nossa intenção é que todos possam encontrar em Jesus, o conforto necessário para todas suas tribulações.

Texto: João 14:7—11
Introdução.

A. Nessa série estamos tratando do conforto que Jesus ofereceu para os seus discípulos logo depois de ter dito a eles que iria partir e deixá-los.
B. As palavras de Jesus criaram uma profunda impressão de perturbação na mente dos discípulos. Elas também lançaram os discípulos numa enorme confusão mental.
C. Para resolver esses problemas enfrentados pelos discípulos — perturbação e confusão mental — Jesus disse para eles as seguintes verdades:
1. Eles precisavam confiar na Presença de Jesus com eles, independentemente, se eram ou não capazes de enxergá-lo. Os discípulos tinham que exercitar a fé.
2. Eles precisavam confiar nas Promessas de Jesus. Ou seja, os discípulos precisavam exercer fé nas palavras de Jesus.
3. Eles precisavam confiar na pessoa do Senhor Jesus. Isto é, os discípulos precisavam depositar confiança naquilo que Jesus disse acerca de si mesmo: Que Ele era o Caminho, a Verdade e a Vida.
D. Essas orientações do Senhor Jesus deveriam ser suficientes tanto para acalmar os corações perturbados dos discípulos, como para desfazer a confusão mental em que os mesmos se encontravam.
E. Mas infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Os discípulos continuavam perturbados e confusos. Isso fica claramente demonstrado pela sequência narrada no Evangelho de João. Hoje queremos ver outra pergunta levantada por um dos discípulos e também a maravilhosa resposta que Jesus forneceu.
F. Isso nos leva ao nosso tema de hoje, que é: —
A REVELAÇÃO ACERCA DA PESSOA DE JESUS
Introdução

A. A passagem que queremos começar a analisar hoje é de João 14:7—14. Nela nós vamos encontrar várias afirmações muito importantes e poderosas: iremos ver Jesus fazer uma grande reivindicação acerca de Sua própria Pessoa, não apenas uma vez, mas várias vezes.

B. O contexto imediato do texto que estamos estudando é o seguinte: nosso texto descreve as últimas horas do Senhor Jesus com seus discípulos. Jesus sabia que precisava prepará-los para enfrentarem sua morte, que teria lugar em menos de 24 horas.

I. Jesus Se Revela Como Sendo O Próprio Deus — João 14:7—11

A. Após ter respondido a pergunta de Tomé acerca do caminho para chegar ao lar do Pai celestial, Jesus entende que era necessário reafirmar certas verdades aos discípulos, que ainda continuavam perturbados e confusos.

B. A Condição dos discípulos nos faz pensar até onde a graça de Deus e as limitações humanas conseguem conviver. Os discípulos eram um poço de contradições, mas isso não deve nos impressionar, porque o mesmo acontece conosco.

C. Os discípulos tinham caminhado com Jesus por 3 anos. Mas, de alguma forma, eles ainda não tinham entendido, na prática, quem Jesus era de fato. Jesus sabia disso e esse é o motivo de sua afirmação quando diz o seguinte em

João 14:7

Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto.

D. No verso acima Jesus se compara ao próprio Deus e Pai. Ele já tinha afirmado sua unidade com o Pai alguns dias antes, quando disse:

João 10:30

Eu e o Pai somos um.

E. Por meio dessas afirmações, Jesus declarou, com toda a clareza possível, algo incontroverso acerca de Sua Pessoa: Jesus afirmou que Ele mesmo era o próprio Deus.

II. Como as Pessoas em Geral Reagem à Afirmação do Próprio Jesus de Que Ele É Deus.

A. Quando se trata da opinião acerca da pessoa de Jesus, os seres humanos geralmente podem ser divididos em três grupos majoritários:

1. Primeiro temos os ateus que não acreditam em Deus e, portanto, não acreditam que Jesus é Deus. Não há muito que possamos dizer acerca deles.

2. Depois temos a grande maioria das pessoas que acredita que Jesus foi um bom homem, um grande profeta e outras bobagens do gênero, mas que negam que ele é o próprio Deus.

3. Por fim, temos aqueles que creem que Jesus é quem disse ser: Deus.

B. Queremos analisar essas três posições com a intenção de entendermos melhor as implicações da reivindicação feita por Jesus de que Ele é Deus.

C. Quanto aos ateus não há muito que possamos fazer, porque qualquer argumento é descartado, a priori por eles, uma vez que para eles Deus não existe.

D. Quanto ao segundo grupos de pessoas, aqueles que defendem que Jesus foi um grande homem, um grande profeta, um benemérito da humanidade e etc., mas que Ele não é Deus, nós precisamos colocar duas questões importantes. Partindo da afirmação feita pelo próprio Senhor Jesus de que Ele é Deus, então estamos diante do seguinte trilema — inspirado no trilema criado por C. S. Lewis.

1. Jesus afirmou que era Deus, mas ele realmente não era Deus. Ele apenas achava que era Deus. Jesus estava, até mesmo convicto, que era Deus, como alguns se convencem que são Napoleão Bonaparte ou Abraão Lincoln. Ou seja, ao afirmar ser Deus Jesus estava enganado e enganando a si mesmo. Ele era um louco! Agora, qual de nós qualificaria um louco como um grande homem e etc.?

2. Jesus afirmou que era Deus, mas ele realmente sabia que não era Deus. Sua afirmação tinha a intenção de enganar as pessoas. Ou seja, Jesus não passava de um mentiroso, ao afirmar ser Deus tendo plena consciência de que não era Deus. Qual de nós qualificaria um farsante como grande profeta?

E. Entendem como é frágil a posição dessas pessoas?

F. Por fim, o que nos resta é o seguinte: Jesus afirmou que é Deus e estava dizendo a verdade.

G. Diante disso nós temos apenas duas opções: aceitar a Jesus como Deus ou rejeitá-lo e sofrer as consequências.

III. Filipe Demonstra a Continuada Confusão Mental dos Discípulos — João 14:8

A. Na sequência do nosso texto, depois de Jesus ter afirmado que quem O conhece, conhece também o Pai, Filipe pede ao Senhor que lhes mostre o Pai, pois ele alegava que isso seria o suficiente.

B. O pedido de Filipe está em João 14:8. Seu pedido é o mesmo de muitos através dos séculos e, em muitos casos, até de nós mesmos. Filipe queria uma manifestação visível. Para Filipe, não era suficiente crer no Pai. Ele desejava ver o Pai.

C. A atitude de Filipe nos mostra como funciona, de fato, um coração incrédulo. Um coração que se baseia por aquilo que pode enxergar e não pela fé que é definida como sendo —

Hebreus 11:1

Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.

IV. Jesus Responde a Filipe — João 14:9—11

A. Jesus, então, confronta Filipe. Suas palavras estão em João 14:9—11.

B. Jesus retoma o tema do fato que apesar de terem estado tanto tempo com Jesus, eles ainda não tinham entendido quem Ele realmente era.

C. Jesus reafirma que é Deus ao dizer: Quem me vê a mim vê o Pai.

D. Diante disso, a pergunta de Filipe parece mesmo completamente descabida.

E. O autor de Hebreus que mencionamos no item anterior acerca do que é fé, também nos diz o seguinte acerca do Senhor Jesus —

Hebreus 1:3

Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas.

F. Jesus prossegue seu argumento em João 14:10—11. Ele insiste em afirmar que é Deus.

Conclusão:

A. João 14 é um capítulo que trata, de modo especial, de questões relativas ao conforto que todos nós como cristãos necessitamos. Tal conforto envolve:

1. A certeza que Jesus irá voltar para nos conduzir, pessoalmente, para nosso lar celestial: a casa do nosso Pai.

2. O conhecimento que Jesus se ausentou dentre nós para nos preparar um lugar.

3. A pessoa de Jesus como o próprio caminho que nos conduz tanto para a verdade quanto para a vida eterna.

B. Na mensagem de hoje vimos como Jesus continuou consolando os discípulos revelando a eles uma grande verdade: Jesus é o próprio Deus.

C. Além da reivindicação feita pelo próprio Senhor Jesus de que Ele é Deus, essa mesma verdade foi reafirmada em outras passagens do Novo Testamento como —

Colossenses 1:15—17

15 Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;

16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.

17 Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.

Colossenses 2:8—9

8 Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;

9 porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.

D. O próprio João confirma tudo isso no início do seu Evangelho, onde lemos:

João 1:1—3

1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

2 Ele estava no princípio com Deus.

3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.

João 1:14

14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.

E. Filipe pediu para ver o Pai. Jesus lhe disse: Filipe olhe para mim. Isso é tudo que eu tenho para te oferecer. Você precisa ter fé de que quem vê a mim, está vendo o próprio Pai.

F. Como uma última palavra de conforto, quero deixar com todos um versículo muito representativo de tudo o que dissemos hoje. Depois que Tomé viu as mãos e os pés de Jesus ainda feridos pelos pregos e depois de observar a ferida causada pela lança do soldado romano no peito de Jesus, ele finalmente creu e fez a seguinte declaração —

João 20:28

Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!

G. Tal resposta seria, aparentemente, digna dum grande elogio. Mas Jesus não elogiou Tomé. Pelo contrário, Jesus elogiou outras pessoas acerca das quais disse o seguinte:

João 20:29

Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram.

H. Que possamos encontrar na pessoa de Jesus, que é o próprio Deus, o conforto para nossos corações perturbados e a paz para nossas mentes, tantas vezes, tão confusas.

Que Deus abençoe e fortaleça a todos com essas palavras de verdadeira consolação.

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE CONFORTO PARA CORAÇÕES AFLITOS

SERMÃO 001 — CONFIANDO NA PRESENÇA DE JESUS

SERMÃO 002 — CONFIANDO NAS PROMESSAS DE JESUS

SERMÃO 003 — CONFIANDO NA PESSOA DE JESUS

Que Deus abençoe e fortaleça a todos com essas palavras.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

CONFORTO PARA CORAÇÕES AFLITOS - SERMÃO 001 — CONFIANDO NA PRESENÇA DE JESUS


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Esta é uma série que trata do maravilhoso tema de como Jesus conforta seus discípulos em meio às tribulações dessa vida. Ao compartilhar esses estudos nossa intenção é que todos possam encontrar em Jesus, o conforto necessário para todas suas tribulações.


Texto: João 14:1
Introdução.

A. Com esta série queremos nos concentrar num conjunto de mensagens de consolação ou fortalecimento da nossa fé. 
B. Para isso, nos vamos nos voltar para dois capítulos do Evangelho de João que tratam, de modo específico, do grande consolo e conforto que o Senhor Jesus ofereceu aos discípulos, mas que também serve bem para nós. 
C. As passagens de João 14 e João 16, que serão objeto dessas mensagens, contêm vários versículos que são muito bem conhecidos de todos nós. Alguns dentre nós que ainda não estão familiarizados com os mesmos, não demorarão muito para conhecer, amar e entesourar esses versos. 
D. Todo o conteúdo que encontramos de João 13:1 até João 17:26, nos apresenta uma narrativa contínua das últimas horas do Senhor Jesus com seus discípulos, na véspera da Sua crucificação. 
E. Durante aquelas horas que Jesus passou com seus discípulos no recinto chamado de cenáculo, os discípulos estavam muito perturbados diante da perspectiva de perderem seu amado mestre. 
F. É nesse contexto que Jesus oferece uma série de palavras de consolação ou fortalecimento para os discípulos. E Jesus ofereceu tal ajuda, mesmo tendo diante de si o pleno conhecimento que, em poucas horas Ele: 
1. Iria ser preso no meio da madrugada e sofreria um julgamento injusto no qual seria condenado. 
2. Iria ser torturado e também iria sofrer uma morte excruciante sobre uma cruz no monte Calvário. 
3. Iria levar sobre seu próprio corpo os pecados de todos os seres humanos, sem exceção. 
4. Iria ser abandonado pelo Pai e experimentaria o que é ser condenado a viver separado de Deus. 
5. Iria, por fim, morrer. 
G. Qualquer outra pessoa estaria tão preocupada com o que lhe iria acontecer, que não teria tempo ou mesmo disposição para ajudar a outros. Mas não Jesus. Mesmo diante de tudo o que teria de sofrer, Ele encontrou forças para fortalecer a outros. Assim era Seu amor pelos seus conforme lemos em - 
João 13:1
Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. 
H. Dessa maneira, se queremos ser fortalecidos por Deus em meio a nossas próprias dificuldades, nos precisamos aprender a —

CONFIAR NA PRESENÇA DE CRISTO em nossas vidas
I. A Confusão em Que os Discípulos se Encontravam

A. Pelas palavras de Jesus que encontramos em João 14:1 deve ficar claro que os discípulos já estavam com seus corações perturbados. Daí suas palavras não são no sentido de que os discípulos não se deixassem perturbar, mas que deveriam para de sentirem-se perturbados.

B. Os discípulos estavam perturbados porque o modo de vida ao qual estavam acostumados iria sofrer um grande abalo em breve. Jesus tinha anunciado que iria deixá-los —

João 13:33

Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco; buscar-me-eis, e o que eu disse aos judeus também agora vos digo a vós outros: para onde eu vou, vós não podeis ir.

C. A ideia de perderem o Senhor Jesus era simplesmente insuportável para os discípulos.

D. Além disso, eles tinham falhado de forma miserável quando se reuniram no cenáculo, pois começaram a celebrar a páscoa judaica sem lavar seus pés, porque não havia nenhum servo destacado para realizar aquela tarefa. Os discípulos estavam cheios de orgulho e nenhum deles queria se prestar a realizar aquele serviço simples.

E. Imagine como eles se sentiram, quando, durante a ceia, o próprio Senhor Jesus se levantou, se preparou e começou a lavar os pés deles? Eles devem ter se sentido muito mal. Mas esse mal-estar foi agravado mais ainda, quando Jesus anunciou que iria partir.

F. É no meio duma situação bastante confusa como essa que —

II. Jesus Fortaleceu os Discípulos

A. Jesus conhecia bem o coração dos discípulos. Eles não podiam experimentar a dor que Ele estava experimentando, mas Ele podia experimentar a dor e a vergonha pela qual eles estavam passando.

B. Sempre há lugar no coração de Jesus para aquilo que incomoda outras pessoas. Jesus se identificou com o que os discípulos estavam experimentando. E Jesus os fortaleceu e confortou no meio daquela situação.

C. O próprio Deus ETERNO, nos dias do Antigo Testamento, já se identificava plenamente com seu povo, pois lemos acerca disso em —

Isaías 63:9

Em toda a angústia deles, foi ele angustiado.

D. Como o Deus do Antigo Testamento, Jesus também estava plenamente capacitado para entender e oferecer ajuda para os discípulos.

E que tipo de conforto ou fortalecimento Jesus ofereceu para os discípulos naquele instante?

III. O Conforto Oferecido Explicado

A. Jesus diz em João 14:1 que os discípulos precisavam parar de se preocupar e começar a crer — continuar confiando em Deus e no próprio Jesus.

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

B. Note que, com essa afirmação Jesus se faz igual ao próprio Deus.

C. Jesus ordena que os discípulos confiassem nEle, mesmo que no futuro próximo não fossem mais capazes de enxergá-Lo. Eles deviam agir com relação a Cristo, como estavam acostumados a agir com relação a Deus, em quem confiavam mesmo não podendo enxergá-Lo.

D. Jesus desejava que os discípulos continuassem crendo nEle, independentemente das circunstância. Não somente que cressem, mas que continuassem crendo, mesmo no meio das angústias, da dor, da aflição, de situações perturbadoras e etc.

E. Moisés disse ao povo de Israel as seguintes palavras quando ele estava próximo de deixá-los em definitivo —

Deuteronômio 31:6

Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará.

G. Os israelitas não podiam enxergar o Deus ETERNO, mas tinham que confiar que Ele estava ali, bem no meio deles.

Conclusão:

A. Como aconteceu com os discípulos naqueles dias, tudo o que Jesus tem para nos oferecer no sentido de nos fortalecer e nos confortar no meio das nossas dificuldades são estas palavras: Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim — João 14:1. Devemos, portanto, crer e continuar sempre crendo na presença de Jesus em nosso meio.

B. Jesus sente nossas dores e dificuldades como se fossem dele mesmo. Ele entende o que estamos passando, pois ele mesmo foi um ser humano como nós somos —

Hebreus 2:17—18

17 Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.

18 Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados.

C. Hoje eu quero fortalecer ou consolar os corações de todos que estão passando por algum tipo de dificuldade, de sofrimento ou perturbação com as seguintes palavras: confie no Senhor Jesus, ainda que você não seja capaz de enxergá-Lo. O remédio é simples e a dose é única. Confiar e continuar sempre confiando no Senhor Jesus em meio a todas as dificuldades dessa vida. Ele prometeu que vai estar conosco —

Mateus 28:20

E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.

Mateus 18:20

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.

D. O Novo Testamento se apropria daquelas palavras faladas por Moisés ao povo de Israel. Desse modo, o autor da Epístola aos Hebreus nos fala em termos semelhantes às palavras que foram faladas ao povo de Israel, dizendo o seguinte:

Hebreus 13:5

Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.

D. Diante das palavras do próprio Cristo que nos incentivam a confiar e continuar confiando na Sua presença em nosso meio, as seguintes palavras são bastante apropriadas —

Hebreus 13:6

Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE CONFORTO PARA CORAÇÕES AFLITOS

SERMÃO 001 — CONFIANDO NA PRESENÇA DE JESUS

SERMÃO 002 — CONFIANDO NAS PROMESSAS DE JESUS



Que Deus abençoe e fortaleça a todos com essas palavras.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

EXORTAÇÕES DO NOVO TESTAMENTO PARA AS IGREJAS DE HOJE PARTE 002 - EVITAR OS FALSOS MESTRES E AS FALSAS DOUTRINAS



Uma das questões mais perturbadoras dos nossos dias é a insistência dos chamados evangélicos em querer defenderem as próprias causas, ao mesmo tempo em que não demonstram nenhum interesse em obedecer aos mandamentos de Deus. A seguir apresentamos alguns mandamentos do Novo Testamento que caíram em completo esquecimento ou desuso por parte dos chamados evangélicos.

II. Evitar falsos mestres e falsas doutrinas —

Mateus 7:15

Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.

Mateus 24:24

Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.

Marcos 13:22

Pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos.

Romanos 16:17-18

17 Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles,

18 porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos.


Gálatas 1:6—9

6 Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho,

7 o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo.

8 Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.

9 Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema.

Efésios 4:13—14

13 Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,

14 para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.

1 Timóteo 1:3.

Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina.

2 Timóteo 3:5

Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.

2 Timóteo 4:3—4

3  Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos;

4  e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

2 Pedro 2:1—3

1 Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.

2  E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade;

3  também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.

Judas 4

Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.

Enquanto isso, em nossos dias os piores falsos mestres são recebidos com tapetes vermelhos e introduções laudatórias, apesar de muitas vezes estarem metidos até o pescoço em mal feitos. Mas isso não diz nada para seus fãs e adoradores que estão ávidos por ouvir o que desejam e também despejar o conteúdo de suas carteiras para obter a prometida e tão desejada bênção que de tanto esperarem pela mesma, já está mofada. Mas quem se importa? O fundamental é poder dizer que assistiu a uma “pregação” de fulano ou de cicrano para impressionar os amigos e irmãos. Mas seria bom reler os versículos acima antes de falar qualquer palavra elogiando algum dos muitos falsos mestres que infestam o chamado mundo evangélico.




Que Deus Abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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