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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO PASSADA DO CRENTE — PARTE 001


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ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DO CRENTE

Os versículos que vimos na parte anterior enfatizavam a conexão orgânica entre a ressurreição de Jesus e a ressurreição futura, corporal, dos crentes. Mas concluir que o significado salvífico se resume à ressurreição futura dos crentes, é apreciar apenas parte da verdade ensinada pelo Novo Testamento. Para resolver isso, é necessário apreciarmos as referências, nas quais o apóstolo Paulo menciona o fato que os crentes já foram ressuscitados com Cristo. Essa verdade é apresentada de forma mais incisiva nas seguintes passagens:

Efésios 2:5—6

5  E estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos,

6  e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.

O problema que temos diante de nós diz respeito à referência temporal do verbo συνηγείρω sunegeíro — cujo significado é ressuscitar com. Também teremos que prestar bastante atenção em outros verbos, especialmente, na forma grega chamada de aoristo.  De modo específico, nossa missão será determinar se o uso desses verbos está restrito à experiência histórica de Jesus, ou se os mesmos se aplicam ao que tem acontecido, de fato, na experiência dos crentes individualmente. Ao lançar mão desses verbos, não estaria Paulo fazendo uma referência direta a fatos específicos que são parte da verdadeira experiência dos crentes?

Quando analisamos as opiniões de exegetas reformado acerca desse tema, podemos perceber que as mesma estão aglutinadas de acordo com a localização geográfica dos mesmos. Os exegetas holandeses enfatizam a presença do aspecto histórico-redentivo excluindo qualquer consideração à experiência dos indivíduos. Herman Ridderboss, por exemplo, faz o seguinte comentário acerca dos versos de Efésios acima: “Pela úkltima palavra, parece que Paulo está fazendo referência à cristologia e a aspectos histótico-redentivos e não a aspectos antropológicos”[1]. Por outro lado, intérpretes britânicos e estadunidenses, ao mesmo tempo em que reconhecem uma alusão à solidariedade entre a obre histórica de Cristo e os crentes, mantêm que o interesse distinto de Paulo nesses versos é a transformação dos indivíduos[2].

Enquanto a linguagem empregada pelo apóstolo Paulo reflete sua perspectiva histórico-redentiva, a conclusão de que ele está também descrevendo o que aconteceu na vida dos crentes, da perspectiva existência, não pode ser nem ignorada nem desprezada. A ressurreição mencionada faz uma referência direta à morte mencionada no verso 5. Deve ser óbvio que a expressão estando nós mortos não se refere ao nosso envolvimento solidário com o Senhor Jesus Cristo, em sua morte, pois nós estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Paulo está falando, com clareza, da morte existencial, tanto dele como dos seus leitores. Os versos precedentes confirma esse entendimento: Os versos 4 e 5 apresentam um resumo do que foi iniciado com o verso 1 de Efésios 2. Já os versos 2 e 3 funcionam como uma parênteses que expande o conceito de pecado e transgressões mencionado no verso 1, e não podem ser dissociados do verso 5. Os versos anteriores — Efésios 2:1—4 — nos apresentam uma descrição estendida da depravação moral de Paulo e dos seus leitores. Entre outras coisa, eles estavam acostumando a andar de acordo com os padrões estabelecidos pelo príncipe das trevas; com o espírito da desobediência. Andavam segundo os desejos da carne, fazendo a vontade da mesma. Essa linguagem exige que a morte mencionada no verso 5, não apenas envolve, mas se refere, acima de tudo, à depravação moral do indivíduo. Por conseguinte, a ressurreição mencionada nos versos 5 e 6 inclui a experiência inicial de transformação e renovação ética.

Além disso, no verso 10 de Efésios 2 a ressurreição com Cristo mencionada no verso 5 é descrita dessa maneira:

Efésios 2:10

Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.

Isso se alinha, perfeitamente, com as palavras de Paulo em —

2 Coríntios 5:17

E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.

O propósito expresso de sermos novas criaturas é para que possamos realizar as boas obras que Deus já preparou para que andemos nelas. O verbo  andar, nesse contexto, é elemento fundamental na integração de todo o texto de Efésios 2:1—10. Tendo iniciado o texto mencionando que andávamos em delitos e pecados, Paulo finaliza o mesmo agora, mencionando a contrapartida que é, andando nas boas obras que Deus preparou de antemão para nós. E qual é o elemento que torna possível essa transformação? A resposta deve ser óbvia: o fato de termos sido ressuscitados por Deus em Cristo Jesus.

Conclusão: Em Efésios 2:6 a ressurreição com Cristo se refere à transição experimentada nessa vida pelos crentes, por meio da qual eles deixam de ser objetos da ira de Deus — verso 3 – para se tornarem recipientes da misericórdia e do amor de Deus — verso 4.



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A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Ridderbos, Herman. Paul: Na Outlina of His Theology. William B. Eerdmans Publishing Company, Grand Rapids, 1975.

[2] Ver, poo exemplo: 1) Hendriksen, William. New testamente Commentary – Exposition of Ephesians. Banner of Truth Trust, Edimburgh, 1972; 2) Hodge, Charles. A Commentary on the Epistle of Ephesians. CCEL.ORG consultada em 06 de outubro de 2016 às 10:00 horas BSB.; 3) Eadie. J. A Commentary on the Greek Text of the Epistle of Paul to the Ephesians. Forgotten Book, Londres, 2015.


Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004



ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA, A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA SOTERIOLOGIA DE PAULO

1 Coríntios 1:12—19

12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?

13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou.

14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé;

15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.

16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.

17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.

18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.

19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.

Uma leitura cuidadosa de 1 Coríntios 15 irá demonstrar que a totalidade do argumento de Paulo a favor de ressurreição reside, por completo, em sua tese acerca dos primeiros frutos como indicado no estudo anterior que tratou de 1 Coríntios 15:20. Aquele estudo poderá ser visto por meio desse link aqui:

1 Coríntios 15 é uma discussão acerca da ressurreição de Cristo e a forma como a ressurreição do Senhor se relaciona com a ressurreição dos cristãos.

Essa ênfase pode ser vista na passagem que estamos estudando agora de 1 Coríntios 15:12—19. Até o verso 19 Paulo ainda não chegou à sua afirmação “mais de fato”  feita em —1 Coríntios 15:20

Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.

Esse é o motivo porque em nosso texto principal Paulo argumenta, de forma hipotética. Ele parte da premissa da ressurreição de Jesus para chegar na ressurreição dos crentes. Se Cristo ressuscitou, então a ressurreição geral não pode ser colocada em dúvida, como alguns estavam fazendo — 1 Coríntios 15:12. De modo semelhante, negar a ressurreição de Cristo é negar a ressurreição dos próprios crentes. Se tal negação for verdadeira indica que a pregação de Paulo é vazia, o mesmo acontecendo com a fé dos cristãos, que se torna algo vão e inútil — 1 Coríntios 15:14, 17.

A maior consequência de negar a ressurreição de Jesus é que os crentes continuam mortos em seus próprios pecados e sem nenhuma esperança. E mais, os que morreram em Cristo, não têm nenhuma esperança de voltarem a viver, mas pereceram por completo — 1 Coríntios 15:17, 19. Por outro lado, Paulo também argumenta de modo reverso, partindo da negação da ressurreição dos crentes até chegar à negação da ressurreição do Senhor Jesus — 1 Coríntios 15:13, 15—16.

Existem dois fatores da maior importância em todo esse argumento para os quais desejamos chamar a atenção dos nossos leitores:

1. O primeiro é que em toda a extensão de 1 Coríntios 15 nos deparamos com a pressuposição dominante que trata da unidade entre a ressurreição do Senhor Jesus e  ressurreição dos crentes. Uma não pode existir sem a outra. De fato uma depende da outra. Desse modo, crer numa delas implica, de forma automática, a crença na outra. Sem esse entendimento básico da união existente entre as duas ressurreições, as palavras de Paulo soariam apenas com retórica sem fundamento.

2. O argumento de Paulo está estruturado para que possa funcionar nos dois sentidos: pode começar com a ressurreição de Jesus e terminar com a ressurreição dos crentes ou de forma reversa. A negação da ressurreição de Jesus também funciona, exatamente, da mesma forma e também pode ser revertida. Isso demonstra a maneira firme como essas ideias encontram-se unidas na mente de Paulo, não existindo nenhum espaço para qualquer outra alternativa. Para Paulo a ressurreição do Senhor Jesus e a ressurreição dos Crentes não são dois acontecimentos separados, mas apenas dois episódios de um único evento.

Outras duas referências importantes dentre desse contexto são:
  
2 Coríntios 4:14

Sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco.

1 Tessalonicenses 4:14

Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

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A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
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terça-feira, 31 de março de 2015

SERMÃO DA RESSURREIÇÃO 2015 - A SINGULARIDADE DA RESSURREIÇÃO DE JESUS



Cristo Ressuscitou! Verdadeiramente Ressuscitou!

 A SINGULARIDADE DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

VÁRIOS TEXTOS

Introdução:

A. A ressurreição de Jesus pode ser vista sob diferentes aspectos. 

B. Todos os anos nesse domingo, milhões de pastores ao redor do mundo assumem seus púlpitos e apresentam algum desses muitos diferentes aspectos. 

C. Hoje queremos continuar explorando essa questão que envolve esse memorável evento. 

DDe todos os aspectos que poderíamos escolher para abordar a ressurreição de Jesus e desenvolver nossa mensagem hoje, eu escolhi um aspecto pouco mencionado que é:

A SINGULARIDADE DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

Em nossa mensagem de hoje nós queremos buscar entender a singularidade da ressurreição de Jesus com base em três aspectos fundamentais

I. A Ressurreição de Jesus é Singular Por Causa do Fato de Que Jesus é Deus

É impossível separarmos a ressurreição da pessoa que foi ressuscitada!

Naquela manhã de domingo não foi um ser humano qualquer que foi ressuscitado, Jesus era o próprio Filho Unigênito de Deus.

Durante seu ministério Jesus várias vezes reivindicou ser o Filho de Deus. Os judeus consideravam isso uma blasfêmia e por isso, pegaram em pedras para matá-lo — ver João 8:31—59. 

Além disso, foi exatamente essa afirmação diante do sumo sacerdote que levou o Sinédrio reunido, alta madrugada, a condenar Jesus à morte: 

Marcos 14:61—64

Tornou a interrogá-lo o sumo sacerdote e lhe disse: És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Jesus respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu. Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e disse: Que mais necessidade temos de testemunhas? Ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o julgaram réu de morte. 

Todavia, pessoas mais sensíveis, como o centurião responsável pela própria crucificação de Jesus admitiram o fato de que Jesus era o Filho de Deus: 

Marcos 15:39

O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.  

A ressurreição de Jesus é na opinião do Apóstolo Paulo a maior evidência de que Jesus era mesmo o Filho de Deus: 

Romanos 1:3—4

Com respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor. 

O Apóstolo Pedro também reconheceu essa singularidade ao afirmar o seguinte: 

Atos 2:31—32

Prevendo isto, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção. A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas.

II. A Ressurreição de Jesus é Singular Por Causa da Morte que a Antecedeu.

A morte de Cristo foi também um evento singular, onde um homem sem pecado morreu a favor de toda uma humanidade pecadora: 2 Coríntios 5:21 — Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. 

Existe muitas pessoas que não entendem a morte de Jesus e defendem ideias malucas como: 1) Jesus causou sua própria morte desafiando as autoridades judaicas; 2 Jesus era um maluco que pensava ser Deus e por isso, recebeu o que merecia: a morte. E outras bobagens e blasfêmias. 

Todavia, a maioria das pessoas não costuma ir tão longe, mas preferem entender a morte de Jesus como uma verdadeira tragédia, ou uma fatalidade. 

Mas a verdade é que a morte de Jesus foi algo planejado desde a eternidade. 

Jesus é chamado de “o Cordeiro de Deus” em 

João 1:29

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 

E João nos diz em o seguinte em -

Apocalipse 13:8

E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. 

A morte de Jesus durante a celebração da Páscoa pelos judeus, aboliu definitivamente tanto o festival quanto seu significado, pois Paulo nos diz: 

1 Coríntios 5:7

Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós

III. A Ressurreição de Cristo é Singular Porque é Algo Sem Precedente.

Jesus não foi apenas ressuscitado dentre os mortos. Outros passaram por essa experiência, como foi o caso de Lázaro, de Dorcas e muitos outros, mas todos esses voltaram a morrer depois. 

Jesus não! Jesus experimentou a ressurreição com o corpo glorificado. Isso significa duas coisas muito importantes para nós que temos a promessa de que um dia seremos como Ele é:

A primeira coisa está descrita por Paulo em 

Romanos 6:9

Sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele.

Jesus é considerado como o primeiro fruto desse tipo de ressurreição — a primícia — da qual muitos outros frutos virão conforme -

1 Coríntios 15:23

Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.  

III. Conclusão.

1. A ressurreição de Jesus precisa ser bem entendida por todos nós porque é baseado na sua ressurreição que nós também seremos todos ressuscitados. Foi a próprio Jesus quem disse: 

João 14:19

Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis.

2. Essa gloriosa esperança deve encher todos nossos corações de alegria indescritível e de uma paz que excede todo o entendimento. Isso é muito confortador para nós, mas extremamente perturbador para aqueles que não conhecem ou não entendem essa verdade.

3. Nunca devemos aceitar que a morte e a ressurreição de Jesus sejam diminuídas por pessoas incrédulas e que não consideraram, de forma devida, todos os fatos.

5. Jesus é nossa Páscoa. Por esse motivo não celebramos a Páscoa judaica e sim a gloriosa RESSURREIÇÃO DE JESUS. De fato os crentes deveriam, inclusive abandonar o uso da expressão “PÁSCOA” para se referir ao DOMINGO DA RESSURREIÇÃO.

6.  A promessa que temos de Deus é também gloriosa. Vida eterna. Vida que não pode mais ser tocada pela morte. Vida de permanente refrigério na presença de Deus por toda a eternidade.

7. Jesus, o primeiro fruto, já desfruta de tudo o que nós também iremos desfrutar. Tenhamos fé e paciência enquanto passamos, como peregrinos, por esse mundo.

8. Nossa esperança não está nesse mundo e sim em Deus e no Seu Cristo Ressuscitado dentre os mortos!



Que Deus abençoe a todos.

Amém.

Alexandros Meimaridis


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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A RESSURREIÇÃO DE JESUS E OS CÉTICOS


O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Tiago Chagas.

Especialista diz que evidências históricas da ressurreição de Jesus têm atraído céticos

A descoberta de evidências que corroboram a narrativa bíblica sobre a ressurreição de Jesus Cristo tem aproximado céticos da fé cristã, afirmou Gary Habermas, diretor do Departamento de Filosofia e Teologia da Liberty University.

Habermas fez essa declaração durante uma conferência no Congresso de Apologética organizado pelo Seminário do Sul, um importante instituição de teologia nos Estados Unidos.

Segundo informações do site Protestante Digital, Gary Habermas é especialista no estudo da ressurreição de Jesus, e já publicou 18 livros e dezenas de artigos sobre o assunto em revistas especializadas.

Para Habermas, a ressurreição como um fato histórico é um tema tratado com descrédito no meio acadêmico. Porém, o especialista adotou uma estratégia curiosa para reverter a postura de ceticismo sobre a volta de Jesus à vida após três dias.

Gary Habermas passou a desenvolver seus estudos usando apenas provas que são aceitas pelo meio acadêmico, incluindo os críticos que negam a ressurreição de Cristo.

A partir da premissa que os céticos admitem é que Paulo é uma figura histórica e que ele relatou sua experiência de conversão, além de ter escrito sete cartas a igrejas do primeiro século, Habermas centrou suas investigações no material escrito pelo apóstolo, tomando 1 Coríntios 15 como passagem central.

“Os críticos reconhecem que Paulo teve sua experiência de conversão entre um e três anos após a morte de Jesus”, explica Habermas, acrescentando que em Gálatas 1, o apóstolo relata que foi a Jerusalém três anos depois de sua conversão, e catorze anos depois – segundo Gálatas 2, ele voltou a Jerusalém e se encontrou com três pessoas que conheciam melhor a Jesus: Tiago, João e Pedro.

“Tendo em conta que alguns críticos não aceitam a autoria tradicional dos quatro Evangelhos, este encontro seria o relato mais antigo de pessoas que haviam sido testemunhas da vida de Jesus”, diz Habermas.

O estudioso diz que nessa segunda visita a Jerusalém, quando Paulo se encontrou com os discípulos, ele faz uma comparação entre o que tinha pregado com o que Tiago, João e Pedro haviam pregado, a fim de conferir se todos compartilhavam a mesma mensagem.

 “Isso é importante, porque significa que a mensagem do Evangelho começa a ser pregada apenas um ou dois anos depois que Jesus morreu na cruz”, disse Habermas, resumindo que Tiago, João, Pedro e Paulo pregaram a mesma mensagem, assim como os primeiros evangelistas fizeram antes do início do ministério de Paulo.

Habermas argumenta que até mesmo os críticos reconhecem que esta mensagem foi pregada um ou dois anos após a crucificação: “Esta é uma prova que até mesmo os críticos da historicidade dos Evangelhos e Atos reconhecem”, finaliza.

O artigo original de Tiago Chagas poderá ser visto por meio desse link aqui:

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 29 de março de 2013

SERMÃO DA RESSURREIÇÃO 2013



OS VAZIOS CAUSADOS POR DEUS ESTÃO CHEIOS DE PROMESSAS

Texto: DIVERSOS
Introdução

  • Outro dia eu li a seguinte história: 
Ø  Um jovem estadunidense de uma família abastada estava para completar seus estudos do colegial.
Ø  Era costume daquelas famílias ricas darem de presente um carro novo para o filho que terminava seus estudos secundários.

Ø  O jovem e seu pai gastaram várias semanas procurando um carro até encontrarem um que foi do agrado do filho. 

Ø  Na véspera da formatura o pai deu de presente ao filho uma Bíblia embrulhada para presente. O jovem ficou tão irado com aquele “presente” que jogou a Bíblia no chão e foi embora da casa. 

Ø  Nunca mais ele tornou a ver seu pai. Foram as más notícias que o pai havia morrido que o fizeram retornar ao seu antigo lar. 

Ø  Enquanto estava sentado analisando papeis das coisas que agora seriam todas suas, ele se deparou com o pacote rasgado da Bíblia que o pai lhe dera na véspera da formatura.

Ø  Ele removeu a poeira, desembrulhou e Bíblia e abrindo a capa encontrou um cheque administrativo nominal à concessionária no valor exato do carro que tinha combinado comprar com o pai.

  • Enquanto meditava nessa história eu fiquei pensando quantas pessoas nesse mundo não têm tratado Deus, exatamente da mesma maneira como aquele filho tratou seu pai. 
  • Com isso estou querendo dizer que jogamos no chão uma linda promessa, apenas porque não entendemos o significado da mesma, ou muitas vezes, não acreditamos que seja possível a mesma se cumprir. 

  • Muitos de nós, com razão, estamos cansados de promessa vazias. Por isso achamos estranho quando alguém vem nos dizer que podemos obter a maior bênção de todas, ABSOLUTAMENTE DE GRAÇA.
  • Quando assistimos televisão tudo o que as propagandas nos mostram são promessas vazias. Mas com Deus as coisas são exatamente o oposto. Em vez de promessas vazias, Deus nos oferece... 
TRÊS VAZIOS QUE ESTÃO CHEIOS DE PROMESSAS

  • Hoje quero levar vocês a pensar um pouco sobre os VAZIOS DE DEUS que estão cheios de promessas todas atreladas à RESSURREIÇÃO DE JESUS.
  • COMO DISSE ANTES SÃO TRÊS EM NÚMERO, E ESTÃO LOTADAS DE BÊNÇÃOS. 
  • Cada uma dessas situações está marcada por algo VAZIO. Esses vazios são: 
Ø  Uma cruz vazia. 

Ø  Um túmulo vazio. 

Ø  Um conjunto de panos de sepultamento vazios.

  • Note a sutileza: é exatamente o fato dessas três coisas estarem vazias que nos dão a garantia que as promessas de Deus são reais e verdadeiras. 
  • Bem vamos analisar cada uma dessas coisas: 

I. A Cruz Vazia.

  • Qual é o significado da cruz de cristo estar vazia? O verdadeiro e mais profundo significado da cruz de Cristo estar vazia é que: NÓS TEMOS A PROMESSA QUE NOSSOS PECADOS PODEM SER ABSOLUTA E COMPLETAMENTE PERDOADOS. 
  • Colossenses 2:13—14 — E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz. 
  • Isso quer dizer que estamos completamente livres da condenação causada pelo pecado. Jesus pagou o preço por nossos pecados e nós podemos ser perdoados de todos eles ABSOLUTAMENTE DE GRAÇA. Não é mesmo uma verdade e promessa maravilhosa? 
  • Mas a cruz de Cristo vazia tem um significado adicional. Foi na cruz também que Jesus triunfou sobre o Diabo e suas hostes e nos libertou completamente deles: 
  • Colossenses 2:15 — E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. 
  • Hebreus 2:14—15 — Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida. 
  • Dos soldados romanos que estavam ali presentes, todos sabiam que Jesus tinha morrido sobre a cruz e, por isso, Pilatos deu ordens para que seu corpo pudesse ser retirado. 
  • Pilatos ficou surpreso ao ouvir que Jesus já estava morto — Marcos 15:43—45 — Vindo José de Arimatéia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Mas Pilatos admirou-se de que ele já tivesse morrido. E, tendo chamado o centurião, perguntou-lhe se havia muito que morrera. Após certificar-se, pela informação do comandante, cedeu o corpo a José. 
  • Mas antes que o corpo fosse entregue a José de Arimatéia uma prova final: João 19:34 — Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 
  • Sim Jesus morreu na cruz em meu e em teu lugar, mas ele não ficou ali pendurado como nos crucifixos. Ele foi retirado morto da cruz e a CRUZ FICOU VAZIA, MAS CHEIA DE PROMESSAS. CHEIA DE ESPERANÇAS PARA VOCÊS E PARA MIM. 
  • Cristo precisava morrer por nós porque somos todos pecadores diante de Deus e Jesus era o único que podia pagar o preço exigido por Deus para conceder perdão aos pecadores. Nós chamamos isso de morte vicária de Jesus, ou seja: morte em substituição. Eu e você merecíamos morrer por causa dos nossos pecados, mas Deus enviou seu Filho para morrer em nosso lugar. A isso a Bíblia chama de AMOR. E esse amor é descrito assim: João 3:16 — Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna


II. O Túmulo Vazio.

  • Jesus estava morto e sepultado, mas a preparação definitiva de seu corpo para o sepultamento ainda não havia sido terminada, porque Jesus morreu na sexta e logo o sábado, quando nenhum tipo de trabalho podia ser feito chegou, porque os judeus contavam o começo do dia às 18 horas e não às zero horas como nós fazemos. 
  • Portanto às 18 horas da sexta-feira as mulheres tiveram que suspender suas atividades de embalsamar o corpo de Jesus por o sábado estava começando. Elas teriam que retornar, para terminar o serviço no domingo pela manhã. 
  • Mas quando elas retornaram no domingo pela manhã várias coisas estranhas tinham acontecido e estavam acontecendo no túmulo e ao redor do mesmo. 
  • Os soldados romanos estavam inconscientes. 
Ø  A pedra que fechava a entrada do túmulo e que pesava entre 1,5 a 2,0 toneladas havia sido removida. Com a pedra fora do caminho elas resolveram entrar no túmulo. Então... 
Ø  Marcos 16:5—6 — Entrando no túmulo, viram um jovem assentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram surpreendidas e atemorizadas. Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto. 

  • A ressurreição de Jesus traz consigo diversas promessas. Em primeiro lugar a ressurreição de Jesus deu fim ao mistério da imortalidade da alma: 2 Timóteo 1:10 — E manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho. 
  • Além do mais Jesus fez a seguinte promessa a seus discípulos: João 14:19  Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis. Não precisamos mais temer a morte. A mesma é apenas uma passagem, pois a vida continua. 
  • Sim, o túmulo estava vazio porque Jesus havia ressuscitado. Esse é o segundo vazio de Deus que também está cheio de promessas.


III. Os Panos de Sepultamento estavam Vazios

  • Jesus foi enfaixado com um longo pano — lençol — como era o costume da época: Marcos 14:46 — Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo. 
  • As mulheres compraram os materiais necessários para embalsamar o corpo de Jesus. Esses materiais eram aplicados ao corpo e também colocados entre as faixas do lençol que revestiria o corpo de Jesus – Marcos 16:1 — Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsamá-lo. 
  • Mas conforme vimos acima o anjo chamou a atenção delas para o local onde ele jazia e nada mais havia ali senão o lençol que envolvera o corpo de Jesus. 
  • Quando os discípulos souberam desses acontecimentos, Pedro e João correram para o túmulo a fim de confirmar as novas. A Bíblia nos diz: João 20:4—8 — Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo e foram ao sepulcro. Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro; e, abaixando-se, viu os lençóis de linho; todavia, não entrou. Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. 
  • Sim os panos não apenas estavam vazios, mas um detalhe deve chamar nossa atenção: o pequeno lenço usado para cobrir o rosto do defunto não estava junto com o lençol. Ele havia sido removido de sobre a lápide e colocado num lugar a parte. Esse detalhe, trouxe fé ao coração de Pedro que Jesus estava, realmente, VIVO. 
  • Depois de ressuscitar Jesus se apresentou aos seus discípulos com os quais conviveu ainda por um período de 40 dias. Jesus: 
Ø  Conversou com eles. 

Ø  Mostrou suas feridas a eles. 

Ø  Andou com eles. 

Ø  Comeu com eles. 

Ø  Ensinou muitas coisas a eles com respeito ao reino de Deus: Atos 1:3 A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. 

  • A promessa contida nos lençóis vazios é que Jesus deseja iniciar e manter uma comunhão conosco agora — hoje — e que dure por toda a eternidade. 
CONCLUSÃO.

1. Se, pela fé acreditarmos nos vazios de Deus, então:

2. A promessa da cruz vazia é que você e eu podemos comparecer diante de Deus completamente perdoados de todos os nossos pecados. PERDOADOS, PERDOADOS, PERDOADOS!

3. Ela também nos garante completa liberdade do Diabo e seus demônios que não podem mais nos tocar.

4. A ressurreição de Cristo traz em si a promessa da imortalidade e da vida eterna que podemos desfrutar ao lado de Deus ou separados de Deus. A decisão precisa ser feita enquanto estamos vivendo aqui. Jesus disse: Mateus 7:13—14 — Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.

5. O lençol e o lenço de sepultamento de Jesus, deixados dentro do túmulo são a prova incontestável que o Senhor Jesus realmente ressuscitou. Se Jesus ressuscitou então nós também podemos ter esperança de que um dia, conforme ele prometeu, nós também ressuscitaremos: Romanos 6:5 — Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição.

6. Agora é com você. Os vazios de Deus estão cheios de gloriosas promessas:

  • Promessas de perdão dos pecados. 
  • Promessas de libertação do poder do pecado. 
  • Promessas de libertação do Diabo e seus demônios. 
  • Promessa de ressurreição dos mortos.
  • Promessa de Vida Eterna na companhia de Deus. 
  • E muitas outras promessas mais que nos são oferecidas ABSOLUTAMENTE DE GRAÇA! 
7. A escolha compete a você. Qual caminho você quer trilhar. O que conduz para a vida eterna? Ou o que conduz para a perdição eterna?

8. A ressurreição de Cristo coloca essa decisão diante de nós. Como você irá responder? Hoje Jesus afirma o seguinte para todos nós: Apocalipse 3:20 — Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.

9. Você não gostaria de abrir a porta do seu coração e convidar Jesus para entrar e conviver com Ele no tempo e na eternidade?


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.