Mostrando postagens com marcador Bola de Neve Church. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bola de Neve Church. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O QUE A BOLA DE NEVE QUER ESCONDER



O artigo abaixo foi publicado pelo site ISTOÉ Independente e poderá ser acessado diretamente por meio do link indicado abaixo.

O que a bola de neve quer esconder

Igreja evangélica da prancha de surfe, frequentada basicamente por jovens, tenta censurar livro que revela o conservadorismo por trás do discurso aparentemente liberal de suas lideranças

Por Rodrigo Cardoso

A Igreja Bola de Neve Church se inseriu no mercado das igrejas evangélicas brasileiras sob a aura de uma instituição religiosa amparada por uma embalagem contemporânea e liberal. É assim desde 1999, quando o surfista Rinaldo Luiz de Seixas, 41 anos, o apóstolo Rina, transformou em púlpito a prancha de surfe e abriu as portas de suas unidades, que hoje somam cerca de 200 e têm 60 mil fiéis. Mas, desde o mês passado, com o lançamento de “A Grande Onda Vai te Pegar – Marketing, Espetáculo e Ciberspaço na Bola de Neve Church” (Fonte Editorial), livro que investiga essa igreja composta majoritariamente por jovens de classe média e alta, em sua maioria internautas e fãs de gêneros musicais como reggae, rock, rap e hip-hop, ganhou evidência a filosofia de conduta conservadora com que a denominação tenta controlar o cotidiano de seus fiéis. Os pastores interferem nas escolhas dos parceiros amorosos e chegam a sugerir uma cartilha ‘informal’ sobre posições sexuais permitidas.
 
Foto do historiador Maranhão

Na Bola de Neve do apóstolo Rina, (abaixo) há, segundo o historiador Maranhão Filho (acima), indicações aos fiéis sobre as posições sexuais mais e menos aceitas

Foto do apóstolo Rina

O historiador que assina a obra, Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Filho, foi membro da Bola de Neve entre 2005 e 2006, chegou a ser aprovado no curso de líderes de células, mas, por desentendimento com um diácono, não assumiu a função. Desde 2009, ele publica trabalhos sobre a denominação religiosa e até hoje é abastecido com informações por pessoas da igreja. Para ele, o apego a uma leitura descontextualizada da Bíblia e o moralismo em relação a questões sexuais e de gênero são os principais aspectos que evidenciam o tradicionalismo da Bola de Neve. “Para namorar um rapaz – e só pode ser um rapaz –, uma moça tem de ter a concordância do líder de célula, pastor ou apóstolo”, diz Maranhão Filho, que fala, ainda, da existência de uma espécie de guia de conduta não escrito sobre as posições sexuais permitidas. “Neuza Itioka, uma palestrante externa do ministério Ágape e Reconciliação, foi à Bola ministrar um curso de cura e libertação e pregou: ‘A boca serve para comer, mas não para fazer sexo’.”

Especialista em marketing e comunicação social, Maranhão Filho expõe ainda uma estratégia da Bola de Neve conhecida apenas no meio religioso. Em Florianópolis, Santa Catarina, onde ele passou a ter contato com a denominação, líderes da igreja relataram a ele que há um grande esforço para que a evangelização foque com mais empenho na classe universitária. “Querem formar crianças, adolescentes e universitários cristãos”, diz. “O objetivo é mudar para perto das universidades para ter gente deles dentro da academia e falar da igreja dentro e fora da instituição. É proselitismo forte”, afirma o autor, cuja obra é resultado de oito anos de pesquisa, fruto de uma dissertação de mestrado defendida na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESCC) em 2010.

 A dissertação deu origem ao livro e, com isso, veio à tona outro componente conservador da denominação evangélica: a censura religiosa. A Bola de Neve tentou barrar, na Justiça, a publicação da obra. Sem sucesso na esfera legal – a ação e um agravo de instrumento foram indeferidos por um juiz e um desembargador de São Paulo –, a Bola de Neve enviou à Universidade de São Paulo (USP), onde ocorreu o lançamento do livro no dia 30 de outubro, um advogado que, acompanhado de dois rapazes, disse, segundo o autor: “Se você lançar, publicar ou divulgar o livro, vai ter problemas.” A tentativa de censura prévia chocou a comunidade acadêmica. “No mês passado, durante a 17ª Jornada de Estudos da Religião da Associação dos Cientistas Sociais da Religião do Mercosul, foi discutido o risco de um grupo religioso barrar pesquisas acadêmicas e científicas”, afirma o professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Metodista de São Paulo, Leonildo Silveira Campos. Referência internacional em pesquisas sobre relações entre religiões, marketing e mídia, Campos resume o sentimento com essa manobra da Bola de Neve Church. “Há um medo por parte dos cientistas da religião de que a moda (da censura religiosa) pegue.”

Para Tais Amorim, advogada da igreja, essa ação não se trata de um episódio de intimidação, mas uma tentativa de negociar amigavelmente com Maranhão Filho a não publicação do livro, além de tomar conhecimento dele, adquirindo um exemplar. Ou seja, no mínimo, fica claro que a Bola de Neve entrou na Justiça sem ao menos conhecer o conteúdo completo da obra que repudiou. “A obra trata da entidade como uma agência mercadológica. Essa não é a igreja Bola de Neve. Ela não tem nenhuma estratégia de atuação, de marketing, para crescimento. As estratégias são divinas”, diz ela. Ironia do destino, o autor lançou sua obra em um simpósio internacional da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR), cujo tema era “Diversidades e (in)Tolerâncias Religiosas”.

 

Aparentemente resignada com o lançamento do livro, a Bola de Neve diz não ter intenção de continuar sua campanha contrária à publicação. A igreja pedia, além da suspensão do lançamento e do cancelamento do simpósio, que Maranhão Filho retirasse de circulação todos os artigos sobre a instituição, excluísse a fanpage do livro no Facebook e não fizesse mais nenhum tipo de menção a ela em trabalhos futuros. Mais: estipulava uma multa de R$ 50 mil caso o livro fosse lançado e uma multa diária de R$ 10 mil após o lançamento. “Seria o início de uma mordaça cristã em relação a trabalhos sobre evangélicos?”, questiona Maranhão Filho, que, depois de passar a ser vítima de ciberbullying e receber ameaças, procurou um advogado e a polícia para garantir sua integridade.

Fotos: Gabriel Chiarastelli; JOSE PATRICIO/AE

O artigo original poderá ser acessado por meio desse link aqui:


O autor desse blog já recebeu dois comentários vindo de uma mesma pessoa da Bola de Neve Church (?), com conteúdo agressivo e intimidatório que reproduz abaixo para o conhecimento de todos:

Anônimo8 de junho de 2013 06:52

VOCE É BURRO PARA PUBLICAR UMA MERDA DESTA DO RINA

VOCE NAO SABER O MAL QUE CAI DE FALAR DE UM SERVO DE DEUS

Anônimo8 de junho de 2013 06:55

AE

COM TANTA FACULDADE E É UM IDIOTA

SAIBA QUE MEU IRMAO FOI USUARIO DE DROGAS POR 8 ANOS, E 4 NO CRACK. E GARCAS A DEUS POR TER ESTES HOMENS COM A "VISAO" CORRETA , POIS HOJE A VIDA DELE FOI RESTAURADA , E UM SERVO DE DEUS TRABALHA, E ALEM DE TUDO TODA A FAMILIA ABRAÇOU A VISAO

OTARIO

Só podemos lamentar tais atitudes agressivas e de tentativas de cerceamento da liberdade por parte daqueles que alegam que anunciam um evangelho libertador. Pena, pena mesmo.

Que Deus Abençoe a Todos

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

JUSTIÇA NEGA LIMINAR DA BOLA DE NEVE CHURCH QUE TENTA IMPEDIR LIVRO DE SER COMERCIALIZADO



O material abaixo foi retirado do blog da Jornalista Anna Virginia que é também jornalista formada e articulista da Folha de São Paulo.

Sua notícia nos informa que a Bola de Neve Church(?) entrou com uma ação na justiça contra a distribuição e venda — o livro já está publicado — de uma tese em forma de livro comercial por citar o nome da igreja na Capa. Outras fontes informam que a BDN já perdeu sua ação nas duas primeiras instâncias.

Muito nos admira que um grupo que se diz evangélico e seguidor de Jesus contrate advogados para impedir a liberdade de expressão. Nunca devemos nos esquecer que esses mesmos evangélicos fizeram uma manifestação em Brasília pró liberdade de expressão para terem garantidos seus direitos de expor suas ideias sem constrangimento. Agora, estamos diante de uma condição, que ao que parece, tal liberdade só é boa se for para a gente. Para os outros vale mesmo a boa e velha “CENSURA”.

Liberdade de expressão boa é aquela que só serve para defender a gente. Se for contra a gente não vale!!!

Segue o artigo do Blog da Anna. 

Bola de Neve tenta barrar ‘biografia’ sobre marketing e igreja

A Bola de Neve, igreja evangélica liderada por um pastor surfista que usa pranchas como púlpito, tentou barrar na Justiça o livro “A Grande Onda Vai te Pegar – Marketing, Espetáculo e Ciberespaço na Bola de Neve Church”.

Virou marola a ação apresentada na 2ª Câmara de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os advogados da igreja tentaram uma liminar para proibir o lançamento da obra, mas tiveram o pedido negado.

O título teoriza sobre supostas estratégias de mercado adotadas pelo apóstolo Rina, que fundou a “church” em 1999.

Popular entre os jovens, formado em marketing e pós-graduado em administração, ele faz o tipo que dispensa gravatas e apresentações. Adota leve topetinho (com cabelo mais tosado nos lados) para combinar com o estilo “mamãe passou Cenoura & Bronze em mim”.

Alguns subcapítulos do livro da discórdia:

Marketing ‘de Jesus’ e teologia da prosperidade

Conhecendo/acessando a lojinha/shopping/Planet Bola

É dando à igreja que se recebe de Deus: preparando davis para as finanças

Nós somos a dobradiça da porta: as mulheres do Bola como costela

 
Em púlpito de prancha, pastor prega na Bola de Neve da Pompeia, em São Paulo (Diego Shuda/Folhapress)

Eduardo Meinberg Maranhão, 40 anos, o “Du”, foi fiel da igreja entre 2005 e 2006. Já ex-“bolado”, defendeu em 2010 uma dissertação de mestrado em história, na Universidade do Estado de Santa Catarina, sobre a instituição. O trabalho acadêmico virou livro, que logo virou dor de cabeça para seu autor.

No último 30 de outubro, durante o lançamento da obra na USP, Du foi interpelado por um advogado da Bola. “Ele tentou me persuadir, dizendo que eu teria problemas caso lançasse o livro.”

Nos autos do processo, o juiz cita o artigo 20 do Código Civil –que veta biografias não autorizadas. Aquele mesmo que Roberto Carlos e Caetano Veloso, antes de procurarem se desentender, lutavam para preservar.

Para o juiz Alexandre Marcondes, a utilização desse dispositivo “apenas será tolerada quando seja possível afastar, de imediato, a presunção constitucional de interesse público”. O que não seria o caso aqui: “O interesse público é inegável”.

Para ele, o trabalho é acadêmico, e a igreja, apesar de ser pessoa jurídica de direito privado, “congrega interesses públicos e privados”.


Bíblia em culto na igreja evangélica em São Paulo (Christian Tragni/Folhapress)

MARCA

Conversei com uma advogada da igreja, Taís Amorim, por telefone e e-mail. Ela defende que o x da questão nada tem a ver com censura prévia, e sim com o uso indevido “da marca”.

“O autor utiliza, sem qualquer autorização, o nome da igreja na capa do livro, induzindo a erro especialmente os milhares de membros da entidade, que poderiam confundir a publicação como sendo da própria igreja (como de fato foi possível constatar no pouco de divulgação via Facebook).”
Taís também diz que, pela sinopse do livro, “foi possível deduzir que o juízo de valor promovido pelo autor não condizia à realidade da entidade”. Enxergar a Bola de Neve como uma “agência mercadológica é uma inverdade e, portanto, uma ofensa à entidade, que tem como único alvo e fomentador de seus trabalhos o Senhor Jesus Cristo”.

A advogada foi a primeira a me ressaltar a formação em marketing do apóstolo. Ela diz que Du procurou Rina com algumas perguntas sobre a igreja – mas decidiu ignorar suas respostas. Como aquela em que líder religioso teria dito: “Rasguei e joguei fora todos os livros e aprendizado que obtive na faculdade, pois quem dá o crescimento à igreja é Deus”.

O autor afirma que conversou com Rina pelo Facebook, em setembro. As respostas só teriam chegado cinco dias antes do lançamento, sem tempo hábil para inseri-las no livro, que a essa altura já estava na gráfica.


NO PRINCÍPIO ERA…

Janeiro de 2005. Du, cantor de rock nas noites paulistanas, havia se mudado para Florianópolis no dia 31 de dezembro, “atrás de vida nova”. Já conhecia wicca, bruxaria, kardecismo, “mil igrejas evangélicas” – com direito a “heavy metal gospel”.

Até que uma amiga chegou com a proposta:

- E aí, Du, você já foi à Bola de Neve?

Ele perguntou se era o nome de uma sorveteria local.

“Rindo de mim, ela me explicou que se tratava de uma igreja evangélica de surfistas, que tocava reggae e rock e tinha a fama de ser liberal em relação a muitos costumes, inclusive permitindo que os fiéis ‘ficassem’ durante o culto e que fumassem maconha na igreja”, escreve.

Ao longo do livro, ele diz que não presenciou consumo de drogas ou álcool na Bola.

Nota rápida da blogueira: em 2011, visitei dois cultos da Bola de Neve no templo da Pompéia, zona oeste de São Paulo, e não vi nada disso: o que testemunhei de mais radical foi uma adolescente de bandana na cabeça, estilo Axl Rose, e uma camisa do Bob Esponja que dizia algo mais ou menos por aí: “Nada de amarelar: chega de absorver pecados!”

Em 266 páginas, o autor intercala análises acadêmicas com sua experiência na Bola de Neve. Narra um evento em que foi com a namorada: “Nos sentamos próximos ao altar-palco e exatamente à nossa frente estavam Monique Evans e Cida Marques, [...] as duas vestidas de minissaia e blusa (bem) decotada”.

Diz ele: “Em minha dissertação, termos como agência religiosa, marketing, espetáculo e midiatização são entendidos de forma diferente do senso comum, que trata e tende a ver os mesmos do lado oposto da dimensão do sagrado. Tais termos não têm sentido negativo nem positivo, na minha opinião são categorias de análises – rasuráveis, como proponho”.

Responsável pela publicação, a Fonte Editorial espera a entrega da primeiro tiragem comercial do livro, de até 1.000 exemplares, segundo o editor Eduardo de Proença (o autor calcula que cada um custará em torno de R$ 40).

Em seu catálogo, “A Grande Onda Vai te Pegar” se somará a títulos como “O Evangelho Segundo os Simpsons”, “O Lado Bom do Calvinismo” e “Deus, Diabo e Dilma: Messianismo Evangélico nas Eleições 2010”.

O artigo original da Anna poderá ser visto por meio desse link aqui:


Já a blogueira Vera Siqueira opina de mondo bastante pontual, ao dizer:

Sobre liberdade de expressão, Vera Siqueira discorreu sobre o tema de uma perspectiva mais ampla, e citou bandeiras hasteadas por líderes evangélicos nacionais, inclusive o apóstolo Rina: “É muito bonito ouvir essa expressão nas Marchas para Jesus, quando os líderes gospel e os políticos em cima do palco principal a bradam e fazem a plateia repetir, em referência à liberdade que querem para denunciar o homossexualismo. Porém, a tal ‘liberdade de expressão’ só vale quando é favorável ao líder gospel. Esse negócio de ‘liberdade de expressão’ para homossexuais, críticos e autores de livros acadêmicos tem que ser reprimida a qualquer custo”, criticou.

Como podemos notar é mesmo lamentável que as lideranças midiáticas lancem mãos de atos de cerceamento da liberdade alheia apenas porque discordam das idéias de alguém. Conforme já dissemos antes, quando faltam argumentos, o jeito é apelar para a força. Em vez disso, sugerimos que a Bola de Neve Chuch(?) deixe o livro seguir o seu caminho e responda linha à linha, página à pagina do mesmo, com argumentos sólidos provando o eventual erro do autor ou, reconhecendo que o mesmo ter razão, possa emendar seus caminhos para o bem de todos.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

domingo, 5 de maio de 2013

BOLA DE NEVE — APÓSTOLO RINA DESEJA VENDER “A VISÃO”


Resultado de imagem para bola de neve church

Como todos sabem o falso mestre Rina da Igreja Bola de Neve — na realidade a igreja se chama de Bola de Neve Church(?) — é cria e filhote de outro falso mestre, o sr. Estevam Hernandes da quase desaparecida Igreja Apostólica Renascer em Cristo.

No breve vídeo que apresentamos abaixo – dura apenas 3 minutos e 37 segundos — o falso mestre Rina tenta convencer sua “fria” platéia da necessidade que cada um ali tem de “comprar” e depois de “vender” a visão para outros. Ele mesmo admite que seu linguajar não é apropriado e não é mesmo. Sua proposta é apenas um esforço humano de tentar levar avante um evangelho espúrio através de técnicas mercadológicas como foi, exatamente, o início da sua igreja que foi chamada de Bola de Neve Church, como uma forma de retirar do ar a “desgastada” ideia representada pela palavra igreja. Mas sua "AULA" não proclama a Cristo, mas apenas suas próprias ideias e permite seus membros terem um local confortável para frequentar enquanto ouvem apenas palavras que acariciam seus egos. É uma evangelho sem renúncia, sem cruz, se dor, sem sofrimento e, claro, sem salvação também.

Apóstolo Rina

É uma pena vermos o evangelho reduzido a uma técnica comercial. Em toda a extensão do vídeo o falso mestre Rina não cita nenhuma referência bíblica para justificar suas ideias vazias acerca da “visão”. Pena, pena mesmo.

Outra coisa que nos tem deixado muito tristes é sabermos que a Dra. Neuza Itioka, está, a mando da igreja, proferindo maldições sobre aqueles que se atrevem a criticar a Igreja Bola de Neve. 

Quem diria. Dra. Neuza Itioka falou tanto contra bruxaria, macumbaria e outras coisas que acabou sucumbindo às práticas que condenava.   Isso está bem em linha com os ensinamentos de Jesus e de Paulo, ou não?

Mateus 5:44—45

44 Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

45  para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.

Romanos 12:14 

Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis.

O falso mestre Rina pode ser visto tentando “vender” sua visão por meio do vídeo que pode ser acessado pelo link abaixo:


Para refletir:

2 Coríntios 2:17 

Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.

2 Coríntios 11:12—15

12 Mas o que faço e farei é para cortar ocasião àqueles que a buscam com o intuito de serem considerados iguais a nós, naquilo em que se gloriam.

13 Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo.

14 E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.

15 Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.