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domingo, 22 de setembro de 2013

Salmos 119:113—120 — O SALMISTA E A VIDA ÍNTEGRA DIANTE DE DEUS — Estudo 016


Esse artigo é parte da série "Exposição do Salmo 119" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior

Exposição do Salmo 119 – A Excelência da Palavra de Deus - 016

O. Exposição do Salmo 119:113 – 120 – O Salmista e a vida íntegra diante de Deus.

I. Introdução

A. A décima quinta divisão de oito versículos do Salmo 119 inicia com a letra ס  – samech que não possui significado conhecido. Esta letra era usada para indicar o numeral 60. Normalmente é transliterada como a letra “s” em português.

B. Nesta porção o Salmista vai falar da importância de uma vida íntegra diante de Deus, de se levar Deus e Sua Santa Palavra à sério e das graves consequências de se desobedecer a Deus.

1. A vida íntegra versus a vida hipócrita e pretensiosa — versos 113—115.

Verso 113 - O Salmista inicia esta porção falando de sua atitude de aborrecer a duplicidade. Com isto ele está querendo dizer o seguinte:

a. O Salmista não aceita viver uma vida dupla, hipócrita e pretensiosa.

b. Caim é um excelente exemplo individual deste tipo de vida — ver Gênesis 4:1—9.

c. O povo de Israel é um excelente exemplo coletivo deste tipo de vida — ver Isaías 1:1—17.

d. O Salmista opta por amar a Lei de Deus que em outras palavras quer dizer que: ele opta por obedecer a Lei de Deus. A única maneira com que podemos provar que amamos a Deus é sendo obediente aos seus mandamentos — ver João 14:15.

Verso 114 — O Salmista ama a Deus e se refugia em Deus. O Salmista espera em Deus e confia plenamente na Palavra de Deus. Isto é tanto mais verdade se o autor do Salmo 119 for mesmo o rei Davi. Davi creu e esperou na palavra de Deus para ser rei sobre Israel mesmo contra todas as evidências. Deus é nosso perfeito refúgio e escudo — ver Salmos 3:3; 18:2, 30: 27:5; 32:7 e 91:1 – 2.

Verso 115 — O Salmista deseja estar perto de Deus e quer distância dos malfeitores. O Salmista sabe que não pode existir comunhão com os pecadores e que é obrigação de cada e de todo crente se afastar daqueles que praticam iniquidades — ver Salmos 6:8.

Hoje em dia existem muitos crentes que acham que podem manter comunhão com os incrédulos sem sofrer as consequências deletérias desta comunhão

1 Coríntios 15:33

Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.

O apóstolo Paulo é claro ao dizer que não devemos nos colocar em um jugo desigual com os incrédulos:

2 Coríntios 6:14—18

14 Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?

15 Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?

16 Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

17 Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei,

18 serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.

Quando nos aproximamos dos incrédulos para manter comunhão com eles, estamos realmente nos afastando de Deus!

Tiago 4:4—10

4 Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.

5 Ou supondes que em vão afirma a Escritura: É com ciúme que por nós anseia o Espírito, que ele fez habitar em nós?

6 Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

7 Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

8 Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.

9 Afligi-vos, lamentai e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza.

10 Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará.

2. O Salmista sabe que precisa da ajuda de Deus para viver uma vida íntegra — versos 116—117.


Verso 116 – O Salmista pede para Deus ampará-lo. A palavra hebraica כְָמָך camak — traduzida por amparar neste verso, denota as idéias de apoiar, encostar, escorar e suportar. Ou seja, o Salmista quer se lançar completamente em Deus para experimentar a vida verdadeira. Só experimentamos a vida verdadeira quando alinhamos nossas vidas com a perfeita vontade de Deus como revelada em Sua Santa Palavra.

Verso 117 – O Salmista pede também para Deus sustentá-lo. A palavra hebraica סָעָד ca`ad traduzida por sustentar neste versículo, também significa apoiar, permanecer, estabelecer, fortalecer e confortar. O Salmista contava com a força de Deus para se manter firme. Para não cair. Para não ter do que se envergonhar

3. A grave situação daqueles que querem viver suas vidas sem levar em conta Deus e Sua Santa Palavra — versos 118—119.

Verso 118 – A primeira verdade que o Salmista estabelece acerca daqueles que querem viver suas vidas independentes de Deus e Sua Palavra tem a ver com o fato de que os caminhos dessas pessoas, por estarem pautados em mentiras, terminarão em um grande desapontamento

Provérbios 14:12

Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

Verso 119 — A segunda verdade tem a ver com o fato de que Deus sabe quem é íntegro e quem é hipócrita e apenas pretende ou finge ser íntegro. Há muito joio crescendo junto com o trigo. Mas o SENHOR sabe distinguir um do outro e, apesar de deixá-los crescer juntos, no tempo da colheita —o Dia do Juízo — dirá aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro — ver Mateus 13:30 e 49—50.

4. O Salmista e sua reação diante do castigo dos incrédulos — verso 120.

a. O Salmista ao considerar o fim dos incrédulos sente na própria pele o que significa ignorar a Deus e Sua Santa Palavra. Ele está cheio de temor reverente a Deus.

b. Outros servos de Deus testemunharam acerca da severidade dos juízos de Deus. Vejamos os seguintes exemplos e como se sentiram:

Isaías 6:5

Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!

Jeremias 23:9

Acerca dos profetas. O meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremecem; sou como homem embriagado e como homem vencido pelo vinho, por causa do SENHOR e por causa das suas santas palavras.

Habacuque 3:16

Ouvi-o, e o meu íntimo se comoveu, à sua voz, tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e os joelhos me vacilaram, pois, em silêncio, devo esperar o dia da angústia, que virá contra o povo que nos acomete.

c. Precisamos levar Deus e Sua Palavra à sério sob a pena de sofrer as graves conseqüências preditas pelos juízos de Deus.

Conclusão:

1. Deus espera de nós uma vida íntegra. Uma vida coerente os sete dias da semana. Deus não aceita que vivamos como queremos e depois compareçamos diante dele como se nada tivesse acontecido. Deus pode ver cristalinamente através da máscara da nossa pretensão hipócrita. Devemos emendar nossos caminhos e, como diz o apóstolo Paulo: Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus — 2 Coríntios 7:1.

2. Temos que nos conscientizar de que não podemos viver a vida cristã por nossas próprias forças e sim pela força que o Senhor mesmo supre através da Sua graça e através da presença do Seu Espírito Santo habitando em nós –

Zacarias 4:6

Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.

Efésios 6:10

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.

3. O melhor que podemos fazer a favor das nossas almas eternas é ouvir e obedecer ao SENHOR Deus e à Sua santa Palavra!

Isaías 1:18—20

18 Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.

19 Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra.

20 Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse.



OUTROS ESTUDOS NA SÉRIE DO SALMO 119

001 — Estudo Introdutório — A Excelência da Palavra de Deus =

002 — Salmos 119:1—8 — Os Bem Aventurados =

003 — Salmos 119:9—16 — A Importância da Palavra de Deus para os Jovens

004 — Salmos 119:17—24 — A Importância da Palavra de Deus para os Seus Servos

005 — Salmos 119:25—32 — A Confiança do Salmista em Deus e em Sua Palavra

006 — Salmos 119:33—40 — Completa Dependência de Deus e Sua palavra

007 — Salmos 119:41—48 — Servindo Deus Nos Termos de Deus

008 — Salmos 119:49—56 — Encontrando Conforto na Palavra de Deus de Deus

009 — Salmos 119:57—64 — Encontrando Plena Satisfação Apenas em Deus

010 — Salmos 119:65—72 — A Bondade de Deus

011 — Salmos 119:73—80 — A Experiência Pessoal do Salmista com a Palavra de Deus

012 — Salmos 119:81—88 — A esperança baseada em Deus e na Palavra de Deus, nas horas de maior angústia

013 — Salmos 119:89—96 — A Fidelidade de Deus Manifestada em Sua Palavra e Por Meio da Criação

014 — Salmos 119:97—104 — Os inúmeros benefícios derivados da leitura e do estudo da Palavra de Deus.

015 — Salmos 119:105—112 — O apego do Salmista a Deus e à Sua Palavra diante das dificuldades da vida.

016 — Salmos 119:113—120 — O Salmista e a Vida íntegra Diante de Deus.

017 — Salmos 119:121—128 — O Salmista e sua Luta por Justiça com o reconhecimento implícito de que Deus é o único, verdadeiro e definitivo Juiz dos seres humanos.

018 — Salmos 119:129—136 — O Salmista reconhece excelência da Palavra de Deus, ao mesmo tempo em que deplora o fato de que “os homens não guardam a Tua Lei”

019 — Salmos 119:137—144 — Deus, Sua Justiça, Sua Palavra e o Salmista

020 — Salmos 119:145—153 — Uma Lição Objetiva Acerca do Ato de Orar

021 — Salmos 119:153—160 — O contraste entre o Salmista que busca a Deus com intensidade cada vez maior e os ímpios que desprezam a Deus

022 — Salmos 119:161—168 — VERDADEIRA PAZ E SEGURANÇA SÓ EXISTEM EM DEUS

023 — Salmos 119:169—176 — A NECESSIDADE DEFINITIVA QUE TEMOS DE CONFIAR EXCLUSIVAMENTE EM DEUS

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 012



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 012 – A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — 9.

d. O Louvor de Zacarias – Lucas 1:67—79 - continuação.

ii.  E nos suscitou plena e poderosa salvação na casa de Davi, seu servo — Verso 69.

Onde nossa versão de Almeida Revista e Atualizada – ARA – lê: “plena e poderosa”, o texto grego tem apenas uma palavra que é - κέρας kéras – chifre - que para os hebreus e, para outras nações, é um símbolo de força e coragem, e usado como tal numa variedade de frases, inclusive aqui. Em outras palavras, o que Zacarias quer dizer é que o salvador que traz a salvação é um ser realmente poderoso e glorioso. A linguagem aqui usada é reminiscente daquela que encontramos em Salmos 18:1—3:

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·       Eu te amo, ó SENHOR, — חִזְקִי chizekiy força minha — o SENHOR é a fonte das nossas forças ou a origem de onde derivamos nossas forças:


Ø O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR é a fortaleza da minha vida; a quem temerei? — Salmos 27:1.


Ø O SENHOR dá força ao seu povo, o SENHOR abençoa com paz ao seu povo — Salmos 29:11.


Ø Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações — Salmos 46:1.


Ø Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre — Salmos 73:26.


·      
     O SENHOR é a minha — סַלְעִי saleyiyrocha — isto quer dizer que o salmista reconhecia que devia sua segurança inteiramente a Deus: 


Ø Pois, no dia da adversidade, ele me ocultará no seu pavilhão; no recôndito do seu tabernáculo, me acolherá; elevar-me-á sobre uma rocha — Salmos 27:5.


Ø Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim; pois tu me tens sido refúgio e torre forte contra o inimigo — Salmos 61:2—3.


Ø Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei jamais abalado — Salmos 62:6.

 

·       O SENHOR é a minha — מְצוּדָתִי metsudatiy cidadela ou fortaleza — ou seja, o SENHOR é um lugar seguro para o Seu povo, como uma fortaleza construída em uma alta montanha inacessível: 


Ø Vem do SENHOR a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza no dia da tribulação — Salmos 37:39.


Ø Sê tu para mim uma rocha habitável em que sempre me acolha; ordenaste que eu me salve, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza — Salmos 71:3.


Ø O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Salmos 91:1—2.


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·       O SENHOR é o meu - פַלְטִיpaletiy - libertador – com isto o salmista afirma que Deus é aquele que faz com que escapemos dos perigos que nos espreitam. Deus é aquele que nos preserva no meio das tribulações e dificuldades. O uso da expressão “libertador: também está associado a um senso de urgência: 


Ø Eu sou pobre e necessitado, porém o Senhor cuida de mim; tu és o meu amparo e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu! - Salmos 40:17.


Ø O nosso Deus é o Deus libertador; com Deus, o SENHOR, está o escaparmos da morte - Salmos 68:20.


Ø Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-te em valer-me, pois tu és o meu amparo e o meu libertador. SENHOR, não te detenhas! - Salmos 70:5.


 
·       O SENHOR é o meu — אֵלִי EliDeus, o meuצוּרִי tsuriy — rochedo em que me refugio – quando o salmista usa a expressão “Deus”, ele o faz de uma maneira ímpar, em termos de linguagem religiosa, pois o Deus a quem ele se refere é ao mesmo tempo: um protetor, um auxiliador, um amigo, um pai e um Salvador. Esses conceitos não existem fora da tradição do Antigo e do Novo Testamento. Como “rochedo”, o uso é similar ao da expressão — סַלְעִי saleyi — rocha, que vimos acima:


·       Deus como um protetor, um auxiliador, um amigo, um pai e um Salvador:


Ø Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia — Salmos 59:16.


Ø Não me escondas, SENHOR, a tua face, não rejeites com ira o teu servo; tu és o meu auxílio, não me recuses, nem me desampares, ó Deus da minha salvação — Salmos 27:9.


Ø Ouve, SENHOR, e tem compaixão de mim; sê tu, SENHOR, o meu auxílio — Salmos 30:10.


Ø Nossa alma espera no SENHOR, nosso auxílio e escudo — Salmos 33:20.


Ø Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro do homem — Salmos 60:11.


Ø Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus, que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade — Salmos 146:5 - 6.


Ø Falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo — Êxodo 33:11a.


Ø Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada — Salmos 68:5.


Ø Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem — Salmos 103:13.


Ø Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor é o teu nome desde a antiguidade — Isaías 63:16.


Ø Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera — Isaías 64:8.


Ø Mas eu a mim me perguntava: como te porei entre os filhos e te darei a terra desejável, a mais formosa herança das nações? E respondi: Pai me chamarás e de mim não te desviarás — Jeremias 3:19.


Ø Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome — Salmos 79:9.


Ø Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há salvador - Isaías 43:11.


Ø Declarai e apresentai as vossas razões. Que tomem conselho uns com os outros. Quem fez ouvir isto desde a antiguidade? Quem desde aquele tempo o anunciou? Porventura, não o fiz eu, o SENHOR? Pois não há outro Deus, senão eu, Deus justo e Salvador não há além de mim - Isaías 45:21.


·       Deus como rochedo:


Ø Mas o SENHOR é o meu baluarte e o meu Deus, o rochedo em que me abrigo — Salmos 94:22.


Ø Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação — Salmos 95:1.

 

·       O SENHOR é o meu - מָגִנִּי maginiyescudo — Literalmente um escudo protetor, assim é o SENHOR para com o seu povo:


Ø Pois tu, SENHOR, abençoas o justo e, como escudo, o cercas da tua benevolência — Salmos 5:12.

Ø O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam — Salmos 18:30.


Ø O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei — Salmos 28:7.


Ø Porque o SENHOR Deus é sol e escudo; o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente — Salmos 84:11.


Ø Confiam no SENHOR os que temem o SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo — Salmos 115:11.


Ø Tu és o meu refúgio e o meu escudo; na tua palavra, eu espero — Salmos 119:114.

 
 O chifre era o símbolo de força por excelência

·       O SENHOR é a — קֶרֶן queren — força da minha salvação — literalmente o “chifre da minha salvação”, que é exatamente a linguagem usada por Zacarias em Lucas 1:69. Ver ainda: 


Ø O Deus que me revestiu de força e aperfeiçoou o meu caminho, ele deu a meus pés a ligeireza das corças e me firmou nas minhas alturas - Salmos 18:32—33.


Ø Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha, apressa-te em socorrer-me - Salmos 22:19.


Ø Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio - Salmos 59:9.


Ø Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados, o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva - Salmos 84:5—6. 

 
·       O SENHOR é o meu — מִשְׂגַּבִּי misggabbiy — baluarte. Local alto, fora do alcance do inimigo. Literalmente um local bastante elevado e de difícil acesso na terra de Moabe: 

Ø Mas o SENHOR é o meu baluarte e o meu Deus, o rochedo em que me abrigo — Salmos 94:22. 


Ø Salmos 18:3 — Invoco o SENHOR, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos.

Tanto para o salmista, quanto para o sacerdote Zacarias, Deus é um protetor completo, um libertador poderoso, um amigo confiável, um pai amoroso e, finalmente, um salvador perfeito. Isto é tudo o que precisamos! Conhecer a um Deus assim é o maior privilégio que um ser humano tem.




OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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