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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

95 TESES PARA A IGREJA DE HOJE — PARTE 002



Por José Barbosa Junior (redator e organizador)

35 - A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)

36 - Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um "justo" (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)

37 - Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)

38 - Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)

39 - Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)

40 - Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)

41 - O versículo bíblico "Feliz a nação cujo Deus é o Senhor" não deve ser interpretado sob olhares políticos como "Feliz a nação cujo presidente é evangélico" e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)

42 - Repugnamos veementemente os chamados "showmícios" com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de "louvor a Deus" para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)

43 - Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)

44 - Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a "patente" de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11)

45 - Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)

46 - Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico "não toqueis no meu ungido", retirando-o do contexto, para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)

47 - Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de "perder a salvação" por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)

48 - Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos "palácios" para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)

49 - Que nenhum movimento, modelo, ou "pacote" eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido como a "solução" para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)

50 - Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu "mover". Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)

51 - Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a "tietagem" evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)

52 - Reafirmamos que o véu, que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)

53 - Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)

54 - Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)

55 - "O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus." Que sejamos sábios para não misturar as coisas. E as profecias, ainda que não devam ser desprezadas, devem ser julgadas, retendo o que é bom e descartando toda forma de mal. (Jr 23.28; 1 Ts 5.20-22)

56 - Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)

57 - Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)

58 - Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar..., mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)

59 - Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem "estrelas" do evangelho ou mesmo "produtos" a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com "atrações" curiosas, como "a menor pregadora do mundo", etc... (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)

60 - Que as "Marchas para Jesus" sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)

Continua...

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Gênesis - Estudo 008 - A Criação — O PRIMEIRO DIA — PARTE 001



Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo 

O Livro do Gênesis
O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ 
                    Eretz   ha  ve-et  Hashamaim  et      Elohim        Bará     Bereshit
                    Terra   a      e        céus       os        Deus         criou   princípio No
Gênesis 1:1
 Continuação do Estudo Anterior

Gênesis 1:1 afirma com todas as letras que os céus e a terra, i.e., que o Universo, com tudo o que ele contém, foi criado por Deus. Esta criação é resultado de um ato onipotente da parte de Deus que chama à existência toda uma série de coisas e seres que não existiam antes. Esse é um grande mistério da mesma forma que o fim de todas as coisas também é um grande mistério.

O Universo

Os cientistas observam o mundo criado como ele se apresenta agora, após ter sido criado por Deus. Não fazem a menor idéia de como as coisas vieram a existir. Alguns assumem idéias panteístas, que o Universo é eterno e se criou a si mesmo! Outros, mais materialistas, acham que o Universo sempre existiu e sempre existirá. Mas, independente do que esses homens e mulheres possam pensar ou dizer, nada podem dizer acerca do princípio e do fim de todas as coisas! A Bíblia, ao contrário dos cientistas, afirma que “No princípio criou Deus”. Absolutamente nada é deixado ao sabor do acaso, da chance ou da sorte. De acordo com a Bíblia, existe um propósito na criação que será levado ao seu término segundo a intenção do Deus criador. Sabemos, pela Bíblia, que o Universo não é eterno. Ele foi criado. Teve um início. Sabemos também que o Universo não será eterno. Ele terá um fim. Deus promete em Sua Palavra criar “novos céus e uma nova terra” e somos incentivados a esperar pelo cumprimento desta promessa como aqueles que sabem e conhecem a verdade:
2 Pedro 3:10 – 13

Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.

e

Apocalipse 21:1 – 7

Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.  Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.

B. O Primeiro Dia –

Gênesis 1:2—5

A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia.

Apesar de estar tratando da criação dos céus e da terra, o autor do primeiro capítulo do livro do Gênesis, se ocupa em descrever, com maiores detalhes, exclusivamente, a condição original e a formação progressiva do Planeta Terra. Que a terra é o elemento mais importante na mente do autor pode ser facilmente comprovado pelo fato de o verso 2 em hebraico iniciar com a palavra הָאָרֶץ ha eretz — a terra. Nada mais nos é dito acerca dos céus a não ser aquilo que é necessário por estar diretamente relacionado com a Terra. O autor está escrevendo para os habitantes do Planeta Terra e seu propósito é exclusivamente religioso. Sua intenção é fortalecer a fé em Deus e não satisfazer a curiosidade de ninguém. O que Gênesis 1:2 nos diz acerca do estado caótico da terra pode também ser aplicado aos céus já que os dois procedem duma mesma origem — verso 1.

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A Terra

A terra, porém, estava — não se tornou — sem forma e vazia – A etimologia[1] das palavras hebraicas תֹהוּ וָבֹהוּtohu vabohu – não é conhecida. Todavia, seu significado foi fixado pelos estudiosos como sendo “sem forma e vazia”. Em nenhum momento, posterior, estes termos foram usados para descrever uma terra desolada — no sentido de devastada — e sim apenas uma terra vazia ou deserta. A mesma expressão é literalmente usada pelo profeta Jeremias quando diz:

Jeremias 4:23

“Olhei para a terra, e ei-la sem forma e vazia; para os céus, e não tinham luz”.

Estaria Jeremias descrevendo uma terra que havia brotado de um “caos original” como no princípio ou estaria apenas descrevendo uma terra vazia i.e., sem cidades, sem habitantes, sem vegetação, etc.? O contexto do capítulo 4 de Jeremias parece indicar que sua descrição se coaduna melhor com a segunda descrição que acabamos de mencionar. Assim, podemos entender que a terra Primeva era uma terra desolada — lugar muito triste — e desprovida de qualquer beleza ou encanto; era constituída de uma massa disforme, de uma massa rude. Os gregos definiam esta condição como uleamorfoV - uleámorfos – sem forma ou caoV - cáos – caos.

Havia trevas sobre a face do abismo — Em hebraico a expressão תְהוֹם tehom — abismo, indica apenas o rugido de águas agitadas — ver Salmos 42:7; ou águas de um vagalhão ou ainda, águas profundas – ver Êxodo 15:5 e Deuteronômio 8:7. Desta mesma maneira é comum os autores bíblicos se referirem às profundezas do mar como “o abismo” — ver Jó 28:14 e 38:16. Mesmo abismos sobre a superfície da terra são descritos por este termo — ver Salmos 71:20.

A massa caótica representada pela terra e pelo firmamento constituía algo indistinguível e disforme, como algo não nascido e que continuava imerso em um profundo ἀβύσσου abússou — abismo de águas. Esse abismo, por sua vez, estava envolto em densas trevas. E tudo isto estava, ao mesmo tempo, em um profundo processo de formação, pois o Espírito de Deus estava pairando — mover-se ou agitar-se com lentidão no alto — sobre estas águas profundas e tudo que elas continham.

E o Espírito de Deus pairava por sobre as águas – A palavra hebraica רוּחַ ruach — traduzida aqui por Espírito pode também significar hálito, no sentido de sopro, vento, alma — parte imaterial dos seres humanos ou mente. Esta expressão foi traduzida para o grego como sendo πνευ̂μα pneûma — Espírito de Deus, espírito, vida interior, disposição, estado mental; ser espiritual ou poder espiritual, vento, hálito ou aparição fantasmagórica. Com base nesses inúmeros usos dos termos tanto no hebraico quanto no grego, muitos autores, cristãos inclusive, têm assumido que a expressão רוּחַ ruach, neste versículo se refere ao hálito de Deus, para o deleite das assim chamadas Testemunhas de Jeová. Todavia tal não pode ser o caso porque o verbo usado רַחֶפֶת rachaphet — pairava, exige algo mais do que um simples hálito. De fato, a única explicação satisfatória é que se refere ao poder criativo do Espírito de Deus, como podemos ler em

Salmos 104:24 – 30

24 Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas.

25 Eis o mar vasto, imenso, no qual se movem seres sem conta, animais pequenos e grandes.

26 Por ele transitam os navios e o monstro marinho que formaste para nele folgar.

27 Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo.

28 Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens.

29 Se ocultas o rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem e voltam ao seu pó.

30 Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra.

Era o Espírito de Deus quem estava agindo sobre a massa disforme e sem vida, separando os elementos e preparando os mesmos com força vital, para assumir a forma de seres vivos que os mesmos deveriam assumir em seguida, tão logo fossem chamados à existência. Como o verbo רחף rachaph está no Piel — ativo intenso no hebraico — o sentido é o mesmo de um pássaro assentado sobre seus novos filhotes. Este simples ato, nós sabemos, transmite o calor necessário que irá ajudar a prole a desenvolver capacidades vitais para a vida que se seguirá — ver Deuteronômio 32:11. É exatamente dessa mesma maneira que o Espírito de Deus pairava por sobre a face do abismo que havia recebido todos os elementos criadores de vida, visando enchê-los com energia vital. As três afirmativas que encontramos neste versículo de Gênesis 1:2 —

1. A terra, porém, estava sem forma e vazia;

2. Havia trevas sobre a face do abismo,

3. E o Espírito de Deus pairava por sobre as águas

descrevem uma e a mesma situação: a condição da terra imediatamente depois da criação do universo. A posição, realmente teosófica, daqueles que defendem a idéia de que existe uma enormidade de tempo entre Gênesis 1:1 e Gênesis 1:2 e que desejam preencher este tempo com uma enorme horda de espíritos maléficos com suas obras demoníacas, não passa, realmente, de uma interpolação arbitrária.

Continua...

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007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

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020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

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025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

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032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

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043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/genesis-estudo-045-tabua-das-nacoes.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] O Dicionário Aurélio Século XXI define o verbete “etimologia” das seguintes maneiras: Do grego etymología, pelo latim etymologia. Substantivo feminino.  1. O estudo das palavras, de sua história, e das possíveis mudanças de seu significado. 2. Origem e evolução histórica de um vocábulo.