
Nos dias atuais estamos vivendo
uma verdadeira explosão de surgimento de novas igrejas. Entre as mais novas,
uma nos chamou a atenção via um artigo publicado pela pelo site da Folha de São
Paulo. Trata-se da Crash Church nome mais apropriado para algum lugar do Texas
nos EUA do que para a cidade de São Paulo. Segundo seu pastor, Antonio Carlos Batista, a expressão
“Crash Church” é traduzida como “Igreja do Impacto” apesar de “impacto” não ser
uma das opções de tradução para crash. Mas música barulhenta, tipo metaleira,
consta nos dicionários sob o verbete “thrash”.
De acordo com a reportagem da
Folha o pessoal da Crash Church encontra-se sob um fogo cruzado. Eles ao
acusados pelos chamados evangélicos de cultuarem a Satanás, o que não passa de
uma grande bobagem. Deus não está interessado no som ou barulhos e sim nos
corações. Já para as bandas de metaleiros eles não passam de um grupo de
“metaleiros” bem comportados, algo que vai na contra mão da verdadeira cultura
“trash” ou Lixo.
Foto Raquel de Araujo
A igreja está localizada no Alto
do Ipiranga desde 2006, num prédio todo pintado de preto com uma placa
indicando “Crash Church”. Do lado de dentro as paredes estão cheias de
grafites, como convém ao local. Existe um salão com um palco que é usado pela
banda e pelo pregador. A música é estridente e os cantores, claro, não cantam,
mais berram. Quando alguém fala existe sempre um acompanhamento de alguma
guitarra pontuando o que está sendo dito. Ah! Sim o nome da Banda é AntiDemon,
algo que deve parecer óbvio. As luzes se apagam e o pastor surge no palco de
onde ordena que as pessoas se abracem. Existe certa comoção, gritos de Aleluia
e glória a Deus podem ser ouvidos.
Seu pastor, Antônio Carlos Batista, que é também o
fundador da mesma se queixa do duplo preconceito de que são vítimas. Mas o negócio
deles é oferecer uma alternativa — apesar de existirem tantas outras — para
quem não quer adorar o Senhor vestindo terno e gravata e outras limitações
impostas, especialmente sobre as mulheres que não passam do mais puro
legalismo. O pastor Antonio Carlos Batista tem o hábito salutar de cumprimentar,
individualmente, todos os que visitam a igreja pela primeira vez.
Foto: Folhapress
A congregação não é muito grande e sua frequência
gira em torno de 50 pessoas com os adereços típicos dessa subcultura:
tatuagens, roupas rasgadas, piercings, cabelos compridos, cabelos tingidos, etc.
Como qualquer evangélico o pessoal da Crash Church
não fuma, nem consome álcool e usam a indefectível frase nesses contextos:
“Jesus é nossa droga”, que se trata de uma frase de gosto muito duvdoso.
Como outra igreja qualquer a Crash Church também
tem seu momento de coletar os dízimos, geralmente antecedido por algum
testemunho. Os envelopes, já dá para sacar, também são totalmente pretos.
Depois da coleta o culto segue, geralmente, por
mais duas horas. O pastor Antonio Carlos Batista fala palavras de incentivo acerca de luta do cristão
contra Satanás.
Além dos metaleiros em geral, os gays também são
bem bem-vindo, apesar do pastor deixar bem claro que não aceitam um “terceiro
sexo”. Gays são bem recebidos porque como quaisquer outros pecadores eles
precisam do amor de Deus e de ajuda.
E é assim que o evangelho vai sendo pulverizado. A
ideia de Jesus de uma igreja una virou uma verdadeira quimera por causa do
nosso próprio pecado que nos divide em multidões de tribos e cada uma dessas
tribos imagina ter sua própria igreja. Pena.
Que Deus Abençoe a todos.
Hoje recebemos um comentário do irmão Leandro Calejon, nos chamando a atenção para certos detalhes do artigo acima. Como nosso artigo foi baseado em uma reportagem publicada pela Folha de São Paulo, estamos publicando o comentário do irmão Calejon, porque desejamos que a justiça seja estabelecida entre muito do que foi realmente dito e a forma como o material foi editado pela Folha de São Paulo. Segue o comentário do irmão Calejon:
Leandro Calejon: apesar de algumas coisas que foram modificadas no texto necessitarem de ser explicadas... em: "fazer parte da cultura trash "(lixo ) ... o correto é "thrash" (estilo musical que remete ao som de um bate estacas.. bordão usado nos estados unidos para se referir ao estilo musical) ... sobre o "nosa droga é Jesus" .. a frase real foi "sou viciada em Jesus"... "na frase .. "os homosexuais são bem vindos pois são pecadores como todos " .. esta frase não existe ... foi editada.. o que foi dito foi ... homosexuais são bem vindos.. na matéria tbm foi perguntado : "vcs concordam com o homosexualismo? " e a resposta foi: "não, mas homosexuais são bem vindos"... edições de mídias muitas vezes tentam difamar os locais que foram procurados para serem entrevistados.
Hoje recebemos um comentário do irmão Leandro Calejon, nos chamando a atenção para certos detalhes do artigo acima. Como nosso artigo foi baseado em uma reportagem publicada pela Folha de São Paulo, estamos publicando o comentário do irmão Calejon, porque desejamos que a justiça seja estabelecida entre muito do que foi realmente dito e a forma como o material foi editado pela Folha de São Paulo. Segue o comentário do irmão Calejon:
Leandro Calejon: apesar de algumas coisas que foram modificadas no texto necessitarem de ser explicadas... em: "fazer parte da cultura trash "(lixo ) ... o correto é "thrash" (estilo musical que remete ao som de um bate estacas.. bordão usado nos estados unidos para se referir ao estilo musical) ... sobre o "nosa droga é Jesus" .. a frase real foi "sou viciada em Jesus"... "na frase .. "os homosexuais são bem vindos pois são pecadores como todos " .. esta frase não existe ... foi editada.. o que foi dito foi ... homosexuais são bem vindos.. na matéria tbm foi perguntado : "vcs concordam com o homosexualismo? " e a resposta foi: "não, mas homosexuais são bem vindos"... edições de mídias muitas vezes tentam difamar os locais que foram procurados para serem entrevistados.
Alexandros Meimaridis
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