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quarta-feira, 29 de julho de 2015

A REGULAÇÃO DO USO DA MACONHA: OUTRA QUESTÃO QUE TODOS DEVEM PARTICIPAR


Julio Calzada 
O coordenador da regulação da maconha no Uruguai explica as diferenças entre a legalização americana e a regulação uruguaia. Geraldo Magela/ Agência Senado. Julio Calzada foi o secretário-geral da Secretaria Nacional de Drogas do Uruguai à época da regulação da maconha



A regulação do uso da maconha é um dos assuntos na pauta da saúde no congresso federal. Mas essa discussão não se resume ao Brasil. É uma questão sendo discutida em vários países, com muitos deles já tendo liberado o uso regular da maconha, como é o caso do nosso vizinho, o Uruguai. Por esses e outros motivos, todo cristão verdadeiro deve ser envolver e participar nessa discussão.

O material abaixo é uma entrevista concedida à revista Carta Capital por Júlio Calzada que foi o coordenador da regulação da maconha no Uruguai. Na entrevista ele explica as diferenças entre a legalização americana e a regulação uruguaia.

A regulação da maconha é uma política social e de saúde

por Marcelo Pellegrini

Quem tem medo do canabidiol?

O Uruguai chamou atenção no início deste ano ao regular o consumo, o plantio e a distribuição de maconha, abandonando, assim, a lógica da guerra às drogas. A opção contraria a cartilha das Nações Unidas, que em 1961 ratificou como norma a repressão aos entorpecentes, e se deu por conta de uma constatação: o combate policial ao narcotráfico não reduziu o consumo de maconha no mundo, fortaleceu o crime organizado e aumentou a violência e o encarceramento nos países produtores ou que servem de rota do tráfico internacional de drogas.

Agora, em lugar da repressão, o Uruguai lida com o problema pensando em termos sociais e de saúde. Em entrevista a CartaCapital, Julio Calzada, coordenador do projeto de regulação da maconha quando esteve à frente da Secretaria Nacional de Drogas do Uruguai, nega que a decisão do governo de Pepe Mujica tenha sido irresponsável, compara o sistema uruguaio ao existente em estados norte-americanos e conta como a regulação foi pensada para não afetar os países vizinhos, principalmente Brasil e Argentina.

CartaCapital: Qual foi até aqui o impacto da regulação da maconha no Uruguai?

Julio Calzada: A regulação traz impactos econômicos e o sociais. Com o fim da proibição, os custos econômicos das forças policiais, do aparelho de justiça e prisional e do sistema de saúde são reduzidos. Se levarmos em conta que a maioria das pessoas presas por tráfico provém dos setores econômicos mais populares, também temos um impacto social forte. Com a proibição, as populações pobres são as que mais são presas, mas os maiores lucros do narcotráfico estão guardados no sistema financeiro e nas mãos de poucos.

CC: Existe algum setor que pode ser prejudicado com a regulação?

JC: Há uma ideia de que a classe média irá provar um aumento do consumo de drogas com a regulação. No entanto, isso é apenas uma hipótese. No Uruguai, por exemplo, não houve uma explosão do consumo após a regulação.

CC: Foi uma surpresa descobrir que não houve aumento do consumo?

JC: Seguimos o mesmo ritmo de evolução de consumo de maconha registrado há dez anos. Ou seja, houve uma continuidade da tendência registrada desde 2001. No entanto, ainda é cedo para dizer qualquer coisa. Só conheceremos os efeitos desta política depois de quatro ou cinco anos.

CC: Então, é esperado um aumento do consumo?

JC: Entendemos que acontecerá com a maconha o mesmo que ocorre com outras drogas lícitas. Existirá um aumento do consumo até chegar a um patamar estável, em seguida, haverá uma queda. É o que aconteceu com o tabaco nos últimos anos. Agora, temos que abrir o debate e elaborar políticas públicas para evitar o consumo de drogas lícitas e ilícitas por adolescentes, não por um problema moral, mas de saúde.

CC: Por que o Uruguai optou pela regulação em vez da legalização?

JC: Consideramos que cada realidade pede uma medida. Isso vale para os estados americanos também. Hoje, Washington, Colorado, Oregon e Alasca possuem modelos de regulação distintos. Nós optamos por esse modelo porque acreditamos que ele oferece mais garantias e segurança a todos, sobretudo, para nós, que somos um país pequeno em meio a dois gigantes como Brasil e Argentina. Entre as preocupações que tínhamos estava a de assegurar que a regulação não criaria uma nova rede de drogas com nossos vizinhos e conseguimos garantir isso. Hoje, o Uruguai pode consumir apenas seis variedades de cannabis. Com isso, temos um controle sobre o que produzimos e para onde vai essa produção.

CC: O modelo uruguaio priorizou os setores sociais e de saúde?

JC: A regulação uruguaia, pelo contrário, é uma política social e de saúde que pretende regular as consequências do uso de maconha como acontece com o tabaco e o álcool. Assim, priorizamos não apenas as liberdades individuais, mas também as liberdades coletivas. O mais importante é existir uma política para a cannabis integrada com a política de drogas e que ofereça saúde a quem faz um uso abusivo de drogas. Uma opção alternativa à uruguaia é o olhar norte-americano de regular por preço, visando impostos e sem necessariamente impor regulações sobre o tipo de publicidade que este setor produz e para quem ela se dirige. A visão norte-americana se baseia muito na mercantilização de tudo. Isso pode funcionar para os Estados Unidos, mas não é o objetivo do Uruguai.

CC: Haverá uma economia em relação aos custos do combate ao narcotráfico com a regulação da maconha?

JC: Sim, 80% do mercado do narcotráfico é a maconha. Isso afetará diretamente o mercado, embora os traficantes vão ficar com outras porções de mercado, como a cocaína e o crack. No entanto, o mais importante é que vamos retirar 150 mil usuários do mercado ilegal. Isso reduz significativamente o risco de violência. O fundamental é que essas pessoas terão um espaço legal para adquirir a maconha e isso vai facilitar que o mercado negro se retraia, por meio de uma ferramenta econômica e não de controle penal.

Cannabis
Cannabis
O plantio, a distribuição e o consumo da cannabis é regulado no Uruguai desde fevereiro de 2015

CC: No entanto, uma pesquisa da Junta Nacional de Drogas, do Uruguai, mostra que 66% dos uruguaios ainda compram maconha do narcotráfico. Por quê?

JC: Isso se deve a um atraso em nosso planejamento. Porém, esperamos que as farmácias estejam funcionando até o final do ano e, com isso, o percentual de participação do narcotráfico neste mercado certamente será reduzido.

CC: Quantas empresas estão no processo de licitação?

JC: O processo se iniciou em agosto de 2014, com 25 empresas, e vamos selecionar entre duas e três empresas que atenderão o mercado nacional uruguaio. No país, há 1200 farmácias e estimamos que 20% delas irão desejar distribuir cannabis. Com isso, teremos entre 240 e 300 farmácias distribuidoras.

CC: A expectativa de geração de empregos com a regulação não deve se confirmar, correto?

JC: Muito se falou sobre a criação de empregos, mas com certeza isso não vai ser significativo. Claro que haverá alguma fonte de trabalho, mas as duas ou três empresas que irão plantar e distribuir a maconha criarão entre 70 e 80 novos postos de trabalho. Podem existir outros empregos secundários, mas não será nada significativo.

CC: E sobre o potencial que a regulação pode trazer em termos de pesquisas científicas?

JC: Já existem algumas pesquisas em curso. O dinamismo disso vai depender do investimento da indústria farmacêutica, mas as condições legais existem. Sabemos que existem muitos grupos enviando pedidos para instalar laboratórios no Uruguai. Há uma entidade da África do Sul e dos Estados Unidos, por exemplo, que se habilitou para fazer pesquisa sobre o potencial antioxidante da maconha. A Faculdade de Medicina e Química do Uruguai também está investigando a ação analgésica da maconha. Existem outros pedidos semelhantes.

CC: Existe a possibilidade de o Uruguai se tornar um polo científico de estudos da maconha ou um exportador de remédios à base de cannabis?

JC: Existem as condições.

CC: Há propostas industriais?

JC: Há dez propostas que tramitam no Ministério da Agricultura para plantar cânhamo. Essas propostas são para obter azeite com a semente, uso têxtil, entre outros.

CC: O Uruguai discutiu o projeto de regulação com a sociedade por um ano e meio. O senhor acha que em países geograficamente maiores, como Brasil, Estados Unidos e Argentina, esse longo processo de discussão é viável?

JC: Eu acho que é imprescindível. Porque se não há um amplo debate e construção de acordos é muito difícil modificar a política de drogas. Os Estados Unidos levaram mais de 40 anos para encontrar uma alternativa à guerra às drogas. Hoje, 58% da população americana é favorável à legalização da maconha, mas isso levou quatro décadas. É preciso que diferentes setores convirjam para uma plataforma mínima, mesmo que eles tenham ideias divergentes.

CC: O senhor fala em buscar uma maioria em torno de uma plataforma, mas a política de drogas, inclusive a uruguaia, é uma política que visa garantir o direito de uma minoria a acessar determinada substância com segurança e com supervisão de órgãos de  saúde. Até mesmo no Uruguai, a maioria da população uruguaia ainda é contra o direito de uma minoria de consumir maconha...

JC: Sim, mas isso é a função do Estado de Democrático de Direito: garantir os direitos de todos, sobretudo, o das minorias. A função do Estado em política de drogas não é garantir a repressão, mas sim garantir que o uso de drogas por uma pessoa não afete a terceiros.

CC: Ou seja, o debate tem que acontecer, mas não deve buscar uma maioria?

JC: Eu acho que deve criar as condições políticas para que as mudanças se concretizem. Essa é a essência da política.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 14 de julho de 2015

LEGALIZADA A PRIMEIRA IGREJA DA MACONHA NOS EUA


Jovem segura muda de cannabis produzida em sua casa, em Montevidéu, no Uruguai. Texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê o cultivo, distribuição e comércio da droga sob regulação do Estado (Foto: AP Photo/Matilde Campodonico)
Na Primeira Igreja do Cannabis, a maconha é sagrada (Foto: AP Photo/Matilde Campodonico)

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista Época.

Maconha virou fé: Estados Unidos legalizam 'Primeira Igreja do Cannabis'

Religião foi reconhecida por Indiana e tem até isenção fiscal, resultado de polêmica lei assinada pelo governador Mike Pence

REDAÇÃO ÉPOCA

Foi inaugurada no estado de Indiana, nos Estados Unidos, a Primeira Igreja do Cannabis – sim, maconha virou fé. A religião foi fundada por Bill Levin, é baseada em “amor e compreensão com compaixão por todos” e tem na erva seu “sacramento”. Parece piada? Não para a Secretaria do Estado de Indiana, que aprovou o registro e lhe deu até isenção fiscal, bem como uma religião convencional.

A legitimidade da igreja da maconha foi justificada por uma lei assinada na terça-feira passada (26) pelo governador de Indiana, Mike Pence. O Ato de Restauração da Liberdade Religiosa assegura aos cidadãos o direito de exercer crenças religiosas sem que sejam vítimas de processos na Justiça. A princípio, a briga se deu entre gays e conservadores, pois esta lei dá direito de discriminar homossexuais com base na fé sem que se arque com consequências jurídicas. Enquanto o governador levava adiante a polêmica com Tim Cook, CEO da Apple assumidamente gay, e Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia, entre tantos outras figuras contrárias ao ato, Levin agilizou a criação de sua nova religião.

Na primeira semana, Levin, autointitulado "ministro do Amor", divulgou por meio de página no Facebook – que já tem 33 mil fãs – a lista de 12 mandamentos da Primeira Igreja do Cannabis. “Ria mais, compartilhe humor”, “Não seja um troll na internet” e “Gaste pelo menos dez minutos por dia contemplando a vida em um espaço silencioso” são algumas das regras desta fé alternativa.

Apesar do registro da religião, compra e venda de maconha continuam proibidas no estado de Indiana. Por isso a igreja prega que a erva seja plantada e compartilhada. Ela também tem seu “dízimo”, e até esta segunda (1º) já tinham sido levantados US$ 10,8 mil por meio de 634 doações. O dinheiro será usado para alugar um espaço físico para os rituais, de acordo com Levin, e duas opções de prédios já estão sendo estudadas: uma menor, com 200 lugares, outra maior, porém sem parte do telhado. “Estamos fazendo o melhor para oferecer à nossa congregação o melhor lugar possível”, escreveu o "ministro do Amor" no Facebook. “Eu amo todos vocês”.

O caso, como era de se esperar, repercutiu em vários dos principais veículos do mundo: Forbes, Time, Washington Post, USA Today. Todos veem na Primeira Igreja do Cannabis o desafio real para os planos do governador de Indiana. Até segunda ordem, nada muda: a religião terá seu primeiro dia oficial de atividade em 1º de julho, exatamente no mesmo dia em que o Ato de Restauração da Liberdade Religiosa começa a valer.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Canábis, Maconha, Psicotrópico, Indiana, EUA, Sacramento, Religião, Mike Pence, Homossexuais, Ministro do Amor, Fé Alternativa, 12 Mandamentos, 

terça-feira, 8 de abril de 2014

MARCO FELICIANO CONCEDE ENTREVISTA À PORNOGRÁFICA PLAYBOY



logotipo playboy
Arte criada por Art Paul em 1953 e que se tornou a logomarca da revista pornográfica PLAYBOY

Qualquer pessoa bem informada sabe que a Revista PLAYBOY, publicada pela Editora Abril, a mesma editora da revista VEJA, não se trata de material jornalístico/informativo e sim de uma patética exploração do corpo feminino. Na tentativa de dar certo ar jornalístico à pornografia explícita de suas páginas a revista costuma publicar, todos os meses, uma longa entrevista com alguma personalidade.

A edição de Abril que já está nas bancas e que, por convicção, não mostramos sua capa, traz como o entrevistado do mês, alguém bastante insólito: trata-se de sua excelência o deputado federal e dublê de pastor Marco Feliciano.

Como não pretendemos adquirir o exemplar da revista e a Editora Abril já avisou que o material só estará disponível, por enquanto, apenas na forma impressa, recorremos então a algum dos sites de notícias que tiveram acesso ao conteúdo da entrevista e apresentaram um breve relato. No nosso caso nós estamos repercutindo a notícia como foi publicada pelo site “Gospel Prime” no dia 07 de Abril de 2014.

Queremos advertir nossos leitores que mesmo sendo um material editado o mesmo, ainda assim, contém expressões vulgares da boca do falso mestre Marco Feliciano, pelas quais pedimos desculpas aos nossos leitores, mas não podemos modificar, de nenhuma maneira o material original do site “Gospel Prime”

Segue a notícia original:

Marco Feliciano concede entrevista à revista Playboy

Ele falou que antes de se converter chegou a experimentar drogas e também comentou sobre sexo anal

por Leiliane Roberta Lopes


Marco Feliciano concede entrevista à revista Playboy. Foto de Joédson Alves/Playboy

O deputado federal pastor Marco Feliciano concedeu uma entrevista para a revista “Playboy” falando de temas polêmicos: drogas e sexo.

O parlamentar evangélico contou que na adolescência experimentou drogas. Tentou fumar maconha, mas se engasgou. “Eu tentei maconha, mas engasguei, nunca consegui fumar nem cigarro”, disse ele.

Por outro lado ele experimentou cocaína. “Conheci a cocaína nos bailinhos, no fim dos 12 anos”, afirmou Feliciano que se tornou evangélico meses depois.

O deputado conta que sonha ser presidente do Brasil. Além disso, critica a ex-senadora Marina Silva. “Marina Silva é um engodo. Com aquele jeitinho de cristã, a roupa de crente, ela foi muito inteligente.”, disse.

A entrevista na íntegra só está disponível na versão física da revista de abril que acaba de chegar às bancas, mas a coluna F5, da Folha de São Paulo, destacou algumas falas do pastor.

Além de drogas, Feliciano também comentou a respeito de sexo anal, ele precisou responder se considera possível que um homem tenha prazer com a prática.

“Com certeza, tem homens que têm tara por ânus, sim”, disse. “Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus”.

Na visão do deputado, quem pratica sexo anal não consegue mais voltar. “Espero nunca fazer, porque parece que quem faz não volta mais”.

O material original do site “Gospel Prime poderá ser visto por meio desse link aqui:


Já o material citado no artigo e publicado pela Folha de São Paulo poderá ser visto por meio desse link aqui:


É nossa profunda convicção de que não é necessário nenhum comentário da nossa parte acerca de tão desastrada e polêmica participação desse falso mestre, numa entrevista para uma revista notoriamente pornográfica. O que virá a seguir?

Que Deus abençoe a todos e tenha misericórdia de Marco Feliciano. Nossa oração é que ele aproveite essa tolice que fez e se arrependa, de uma vez por todas, de todo o mal que têm feito ao Evangelho e ao povo chamado evangélico do Brasil. Vejamos como os chamados evangélicos irão responder nas urnas das próximas eleições à sua tentativa de reeleição.


Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

OS CRISTÃOS E A MACONHA


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Resultados de uma nova pesquisa conduzida pelo Public Religion Research Institute — Instituto de Pesquisa de Religião Pública — nos Estados Unidos da América revela que 50% daqueles que se chamam cristãos com idade entre 18—29 disseram que “favorecem” ou que “favorecem fortemente” a legalização da maconha para o chamado uso, de forma eufemística, de “recreacional”. Quando se considera todos os cristãos daquele país, 54% apenas são contra a legalização da maconha enquanto 39% são a favor de sua liberação.

Mas, mais do que esses números revelam as coisas ficam ainda piores quando lemos que 45% os cristãos mais jovens entrevistados disseram que já tinham experimentado maconha antes da pesquisa.

A pesquisa revelou ainda que 65% de todos os que já experimentaram a maconha são a favor da legalização e 65% daqueles que nunca usaram a droga são contra a legalização da mesma

Num artigo publicado no CNN Belief Blog — Blog das Crenças da CNN — encontramos a seguinte afirmação: Setenta por cento de todos os estadunidenses disseram que não consideravam pecado o uso “recreacional” de maconha, comparados com 23% que afirmaram que consideravam pecado o uso de qualquer droga. Enquanto a maioria dos grupos religiosos endossam essa última posição, a pesquisa revela, todavia uma situação surpreendente: O evangélicos brancos e protestantes são o grupo mais dividido com 45% indicando que o uso de maconha é pecado e, inacreditáveis, 48% disseram que não era pecado usar a chamada “erva maldita”.

Os resultados da pesquisa levaram seus organizadores a acreditar que o uso da maconha tenderá a crescer nos próximos anos, à medida que os evangélicos vão aceitando mais e mais a idéia que não é pecado fazer uso da mesma.


De acordo com Robert P. Jones presidente do instituto que fez a pesquisa: “Nós estamos diante de uma gigantesca mutação “generacional” semelhante a que vimos com respeito ao casamento entre pessoas dum mesmo sexo. À medida que mais e mais crentes atingem a idade adulta, eles trazem consigo diferentes experiências e visões.

O uso recreacional da maconha está legalizado no Colorado — o estado considerado mais “cristão” dos Estados Unidos da América — e também no Estado de Washington desde 2012. O Estado do Oregon votou pela manutenção da lei que permite o uso recreacional da maconha.

Para meditar:

Provérbios 20:1

O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles.

Provérbios 23:29—35

De quem são os ais? De quem as tristezas? E as brigas, de quem são? E os ferimentos desnecessários? De quem são os olhos vermelhos? Dos que se demoram bebendo vinho, dos que andam à procura de bebida misturada. Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim, ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas. Você será como quem dorme no meio do mar, como quem se deita no alto das cordas do mastro. E dirá: "Espancaram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, mas nem percebi! Quando acordarei para que possa beber mais uma vez?"

Isaías 5:11

Ai dos que se levantam cedo para embebedar-se, e se esquentam com o vinho até a noite!

1 Coríntios 3:16

Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês?

1 Coríntios 6:19—20

Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de vocês mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.

1 Coríntios 10:13

Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo providenciará um escape, para que o possam suportar.

Gálatas 5:19—21

Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.

Efésios 5:15—18

Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor. Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito,

1 Tessalonicenses 5:6—8
Portanto, não durmamos como os demais, mas estejamos atentos e sejamos sóbrios; pois os que dormem, dormem de noite, e os que se embriagam, embriagam-se de noite. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo a couraça da fé e do amor e o capacete da esperança da salvação.

1 Pedro 5:8

Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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