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domingo, 17 de setembro de 2017

Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade - Estudo 014 C


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Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.  

CONTINUAÇÃO...

UM CONCEITO UNIVERSAL: A CRENÇA NA VIDA DEPOIS DA MORTE

Nessa discussão nós também precisamos destacar que os materialistas precisam se manifestar não apenas com uma sólida evidência contra a vida consciente após a morte, mas que eles também precisam dar uma explanação plausível do como e do porque tal crença é tanto antropologicamente quanto geograficamente falando, universal. Até hoje nenhuma explicação ou teorias plausíveis foram apresentadas.

Quando nos voltamos para a história da filosofia — com uma quantidade de compêndios e coleções cada vez mais numerosas — para descobrirmos o que as melhores mentes humanas têm descoberto, nós nos damos conta que desde os filósofos gregos clássicos a te os dias de hoje, a imortalidade da alma tem sido aceita como razoável e, virtualmente, autoevidente. A lista desses filósofos inclui desde Sócrates até os maiores expoentes do tempo presente. O mesmo pode ser afirmado acerca dos grandes cientistas do passado e do presente acerca da crença na imortalidade. Nesse caso a lista se estende de Aristóteles até os cientistas dos nossos dias. É claro que, como acontece em qualquer áreas, sempre existirão exceções ao padrão geral.

Também estamos cientes que essa linha de argumentação pode ser considerada como uma forma de apelo às chamadas autoridades. Também estamos cientes que muitos mestres de lógica consideram qualquer apelo à autoridade como algo inválido. Todavia, quando questionamos em que base eles se recusam a aceitar o apelo às autoridades, de modo surpreendente, eles apelam para sua própria autoridade ou mesmo para a autoridade de terceiros! Hipocrisia explícita maior ainda está para ser observada. Esse é o motivo porque nos recusamos a nos deixar convencer por esses clichês ridículos. Autoridade e fé encontram-se na base de todo tipo de conhecimento, porque todos os sistemas têm início com suposições baseadas em algum tipo de autoridade. Filosofia e ciência estritamente empíricas existem apenas em livros de tória. A realidade é algo distinto.

Ainda assim é comum ouvirmos bobagens do tipo:

1. Apenas pessoas ignorantes e sem estudo suficiente acreditam na vida depois da morte.

2. A ciência já provou que não existe vida depois da morte.

3. Filósofo não podem jamais aceitar o conceito de vida depois da morte.

Será que devemos mesmo acreditar que todos os filósofos e cientistas que acreditavam na vida depois da morte eram pessoas ignorantes e incultas? Será que esses homens e mulheres aceitariam um conceito acerca do qual não existisse nenhuma evidência? Será que os materialistas dos nossos dias são mais inteligentes do que toda a humanidade que os antecedeu? Em que base eles desprezam algo que tem sido crido pela humanidade por milênios?

Estudiosos da história da Igreja, como C. S. Lewis e outros, têm ensinado que: os documentos cristãos mais antigos indicam com clareza a crença que a parte não material dos seres humanos sobrevive à morte do corpo.

É impossível negar que nos últimos dois mil anos da nossa história, com algumas exceções é claro, os cristãos têm crido na imortalidade da alma. Teólogos clássicos tanto da Europa quanto das Américas têm defendido esse conceito bíblico. Católicos e protestantes não têm apenas defendido tal ensinamento, mas o mesmo tem sido proclamado dos mais diversos púlpitos ao redor do mundo.

As coisas mudaram de fato quando os materialistas assumiram o controle da educação e isso fez com que, lamentavelmente, alguns teólogos adotassem o discurso em voga para não darem a impressão que estavam querendo nadar contra a maré.

Desejosos de ganharem a aprovação geral no meio acadêmico, teólogos modernistas adotaram o materialismo como método de analisar as escrituras e como isso, se viram forçados a negar qualquer manifestação sobrenatural, primeiro na Bíblia — negando os milagres — e depois nos seres humanos — negando a imortalidade dos mesmos. Dessa forma, a Bíblia foi reduzida a ser apenas um livro em muitos outros, enquanto os seres humanos foram reduzidos a serem apenas animais no meio de muitos outros animais.

O que podemos dizer desses teólogos modernos? Seguem algumas sugestões:

1. Primeiro, o relacionamento entre a religião e o materialismo não é possível, porque o materialismo não pode nuca gerar princípios morais, valores ou significados, que são essenciais para qualquer religião. Para os materialistas somos apenas animais.

2. É necessário que os mesmos parem de alegar que encontram fontes para o materialismo dentro da própria Bíblia. Em vez disso, eles deveriam deixar que os autores bíblicos falem por si mesmos.

3. Em terceiro lugar é importante que sejam honestos. Sem o elemento sobrenatural tanto a Bíblia quanto os seres humanos perdem seu significado.

4. Depois, eles não deveriam usar linguagem religiosa para manipular as pessoas. Imitando os rabinos de todas as épocas, os teólogos modernistas adoram redefinir as palavras para fazê-las dizerem exatamente o contrário do que tem sido o entendimento das mesmas.


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE
Estudo 001 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas
Estudo 002 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 002
Estudo 003 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 003
Estudo 004 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 001
Estudo 005 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 002
Estudo 006 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 003
Estudo 007 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Unidade e Diversidade nos Seres Humanos — Parte 001
Estudo 008 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 001
Estudo 009 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 002
Estudo 010 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 003
Estudo 011 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 001 — ψυχή — Psiché
Estudo 012 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 002 — πνεῦμα — pneûma — espírito, καρδίᾳ — Kardía — Coração, διανοίᾳ — dianoíaφρόνημα — frónemaνοήμα — noémaνοῦς  nous — Mente.
Estudo 013 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 003 — ἔσω ἄνθρωπον — éso ánthropon = homem interior; νεφρόι — Nefroi = rins
Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 001

Estudo 014 B — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/vida-morte-estado-intermediario-e.html

Estudo 014 C — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 003.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/09/vida-morte-estado-intermediario-e.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 30 de janeiro de 2016

PADRE GAY QUE FOI EXCOMUNGADO PELA IGREJA CATÓLICA ROMANA CELEBRA CASAMENTOS HOMOAFETIVOS

Padre Beto em cerimônia - foto: divulgação.

O material abaixo foi publicado pelo site do jornal Tribuna da Bahia via IG.

Padre excomungado celebra casamento gay em Trancoso
Casal de médicos se casa no próximo dia 23 e escolhem padre excomungado

No próximo dia 23, Roberto Francisco Daniel, mais conhecido como Padre Beto, excomungado pela Igreja Católica, vai à Bahia realizar o quarto casamento homoafetivo de sua carreira.

Dessa vez, a cerimônia será celebrada em Trancoso, unindo dois médicos. Os noivos, Alberto Cordeiro e Augusto Romão conheceram Beto através de pesquisas na Internet e se interessarem pelo perfil do padre.

‘’Sempre fomos muito religiosos e buscávamos alguém para celebrar nosso casamento, mas por causas óbvias tivemos negativas da Igreja Católica’’, disse o casal.

Padre Beto foi excomungado em abril de 2013 pela Diocese de Bauru (SP), por ter se recusado a pedir o perdão exigido por seu bispo, após discutir abertamente a moral sexual cristã. O sacerdote defende pensamentos condenados pela Igreja Católica, como homossexualidade.

Segundo Beto, o amor pode surgir entre todos os seres humanos. Para o casal, deve-se celebrar o amor e não ter medo da exposição.

‘’Nós optamos em celebrar porque achamos que nosso amor não é menor do que qualquer outro casal e merecemos celebrar a nossa união com quem amamos – amigos e família – e não temos medo da exposição porque nosso sentimento é natural e verdadeiro’’, completam.
Após a excomunhão, Padre Beto celebrou outros casamentos entre pessoas homossexuais. O primeiro foi realizado em Jaú, interior de São Paulo, segundo em Belém (PA), terceiro em Vitória (ES) e o último em Vitória (ES).

Sobre Padre Beto

Formado em Radialismo, Direito, História e Teologia, Roberto Francisco Daniel, mais conhecido como Padre Beto, atuou na Igreja Católica por 14 anos até ser excomungado em abril de 2013 pela Diocese de Bauru.

Sua última graduação aconteceu na Universidade Estadual de Ludwig-Maximilian, de Munique, onde também concluiu doutorado em Ética. Antes da excomunhão, celebrava missas aos domingos na Paróquia de Santo Antônio, em Bela Vista, e também na Paróquia de São Benedito, na Vila Falcão.

No início de 2015, com o intuito de prosseguir suas ideias e reflexões, Beto criou sua própria igreja, nomeada ‘’Humanidade Livre’’, que tem como princípio fundamental apresentar uma religião sem preconceitos e doutrinas.

Além de pregar valores e ações que acredita, o sacerdote dedica-se também à escrita. Sua obra mais recente foi lançada no fim de 2015, ‘’Coragem para Pensar Diferente’’, da Editora Alto Astral, em que fala sobre felicidade, sexualidade, consumismo e intimidade.

O arquivo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS


















































Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 18:12—14 E LUCAS 15:4—7 — A PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA — PARTE 001 — SERMÃO 037A



Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Ovelha perdida

Mateus 18:12—14

12 Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou?

13 E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram.

14 Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos.

Lucas 15:4—7

4  Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?

5  Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.

6  E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

7  Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

I. O Tipo da Parábola

Tanto na versão de Mateus quanto na de Lucas estamos lidando com o que é chamado de “parábola interrogativa”. Em Mateus a questão introdutória — “Que vos parece” — é seguida por uma série de circunstâncias hipotéticas, as quais são seguidas pela questão que envolve a parábola — “não deixará ele”.

A condição que descreve o ato de encontrar — verso 18:13 “E, se porventura a encontra” — é seguida pela afirmação das consequências e uma explicação moral ou uma nimshal.

Já em Lucas temos uma parábola do tipo “Qual, dentre vós?, o que literalmente significa “qual é o homem dentre vós?”, seguido pela afirmação das consequências e pela moral da história. Alguns intérpretes costumam classificar essas narrativas como similitudes[1], enquanto outros defendem a ideia que se tratava, originalmente, de uma parábola que fazia referência a algum fato real do conhecimento de todos.

Todavia, como não existe nenhuma trama central fica difícil definirmos essa história, tecnicamente, como uma parábola. Na melhor das hipóteses estamos diante de uma similitude implícita. É como se Jesus estivesse querendo dizer: “minha associação com os pecadores é semelhante à circunstância de um pastor que perdeu uma ovelha e que se alegra com seus amigos depois de havê-la encontrado”. Entretanto, diante do interesse maior da clareza, o melhor é rotular nosso texto com sua forma mais simples, quer dizer, como uma parábola interrogativa.

As parábolas interrogativas não estão muito distantes das parábolas judiciais, pois elas estabelecem uma situação hipotética, forçam o ouvinte ou leitor a responder a uma questão e obrigam o indivíduo a transferir a resposta dada para outra situação. No caso das parábolas judiciais as mesmas têm ainda um elemento acusatório adicional.

II. Uma Comparação Entre As Narrativas de Mateus e Lucas

Mateus e Lucas possuem, relativamente, pouco em comum na narrativa dessa parábola. Além disso, as duas narrativas nos mostram um fenômeno surpreendente na relação existente entre os chamados “Evangelhos Sinóticos”. Como é de se esperar, uma tradição tripla de qualquer material — Mateus, Marcos e Lucas — mantém uma relação de proximidade muito grande. Mas numa tradição dupla — Mateus e Marcos, Marcos e Lucas ou Mateus e Lucas —, essa proximidade é ainda maior.

A. Exemplos do que estamos dizendo podem ser vistos nas seguintes parábolas —
1. A parábola dos dois construtores — Mateus 7:24 e Lucas 6:47—49.
2. A parábola do Fermento — Mateus 13;33 e Lucas 13:20—21.
3. A parábola do servo fiel e do servo infiel — Mateus 24:45—51 e Lucas 12:41—48.

B. Por outro lado, também em tradições duplas, as parábolas são tão distintas que devemos perguntar se existe mesmo alguma relação entre as mesmas. Exemplos do que estamos dizendo podem ser vistos nas seguintes parábolas —
1. A Parábola das Bodas — Mateus 22:1—15 e Lucas 14:15—24.
2. A parábola dos Talentos — Mateus 25;14—30 e Lucas 19:11—27

As duas narrativas da Ovelha Perdida se encaixam nessa segunda categoria mencionada. Mateus usa 65 palavras e Lucas 89 palavras. Dessas palavras todas, apenas 14 são idênticas nas duas narrativas. Ainda quatro outras palavras são compartilhadas, mas que são expressadas de forma gramatical diferente. As palavras em comum envolvem os conceitos básicos como “cem ovelhas”, “uma delas” e “noventa e nove”, mas para todo o resto, cada evangelista usa sua própria coleção de palavras. Entre as diferenças mais importantes, nós podemos citar as seguintes:

Mateus
Lucas
A parábola é contada para os discípulos de acordo com Mateus 18:1. Ela é parte do discurso eclesiástico de Mateus e seu objetivo principal são discípulos que se desviam
A parábola é contada por Jesus como uma resposta contra a murmuração dos fariseus e dos escribas porque o Senhor recebia e participava de refeições com pecadores — Lucas 15:1—2
A ovelha se extravia — πλανηθῇplanethê.
A ovelha se perde — ἀπολέσαςapolésas.
A palavra para deixar é — ἀφήσει afései.
A palavra para deixar é — καταλείπειkataleípei.
A palavra para deserto é — τὰ ὄρηtà ore.
A palavra para deserto é — ἐν τῇ ἐρήμῳén tê erémo.  
 E, se porventura a encontra
até encontrá-la
A parábola é mais curta
A parábola é mais extensa. O homem coloca a ovelha sobre seus ombros e se alegra. Quando chega em sua casa ele chama os amigos para se alegrarem com ele.
A conclusão permanece dentro da própria narrativa da parábola e diz que o homem se alegra mais pela ovelha perdida que ele voltou a encontrar do que pelas outras 99 ovelhas.
A conclusão move-se na direção do plano teológico e explica que haverá um maior regozijo no céu sobre um pecador arrependido do que sobre noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.
O texto então se move em direção ao plano teológico concluindo que é contrário à vontade de Deus que até mesmo um desses pequeninos venha a se perder — ἀπόληταιapóletai.
Lucas não tem nada que possa ser visto como paralelo a essa conclusão.


CONTINUA...



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037H — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 008 — Conclusão.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/parabolas-de-jesus-sermao-037h-parabola.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1]  Similitude — s.f. Característica ou estado do que é similar; semelhança.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

IGREJA UNIVERSAL CONDENADA A INDENIZAR DEVOTO COM HIV



O material abaixo foi publicado pelo site do G1 do Rio Grande do Sul


Igreja é condenada a indenizar fiel com HIV que parou tratamento no RS
Igreja Universal terá de pagar R$ 300 mil ao autor da ação, diz o TJ do RS.
Instituição nega orientação para fiel deixar os remédios e diz que recorrerá.

Do G1 RS

A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a indenizar em R$ 300 mil um portador do vírus HIV que abandonou o tratamento contra a AIDS e deixou de usar preservativo, o que provocou a infecção de sua mulher, por orientação da instituição. A decisão foi tomada de forma unânime pela 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em julgamento realizado no final do mês passado em Porto Alegre.

De acordo com os autos do processo, o autor da ação deixou de usar medicamentos contra a AIDS em 2009, por orientação da instituição. Poucos meses depois, foi internado com broncopneumonia, devido à queda do sistema imunológico provocada pela doença. Ele ficou hospitalizado durante 77 dias, 40 sob coma induzido, e perdeu 50% do peso.

Condenada em primeira instância a indenizar o paciente em R$ 35 mil, a igreja recorreu pedindo a nulidade da sentença devido a "ausência de imparcialidade por convicções religiosas" da juíza Rosane Wanner da Silva Bordasch, responsável pela sentença. O autor também ingressou com recurso, pedindo o aumento do valor.

Os desembargadores negaram a reversão da sentença e majoraram a pena em 760%, devido aos danos causados à saúde do autor e à dimensão de "potência econômica" da Igreja Universal.

Entre as provas citadas nos autos dos processos, estão declarações de um bispo da igreja publicadas na internet sobre falsas curas da AIDS, testemunho de ex-bispo que diz ter doado "tudo o que tinha" para obter a cura da filha e material divulgado pela imprensa sobre suposta "coação moral" cometida pela Universal.

"Apesar de inexistir prova explícita acerca da orientação recebida pelo autor no sentido de abandonar sua medicação e confiar apenas na intervenção divina, tenho que o contexto probatório nos autos é suficiente para convencer da absoluta verossimilhança da versão do autor", disse o desembargador Eugênio Facchini Neto, relator do apelo.

Igreja nega orientações

Por meio de nota, a Igreja Universal diz que é uma "mentira" que tenha orientado o paciente a abandonar os medicamentos. A instituição destaca que o fiel já era portador do HIV quando foi "acolhido", e garante que "sempre destaca a importância da rigorosa observância dos tratamentos médicos".

A igreja também nega ter orientado o homem a deixar de usar preservativos, e lembra que realizou uma campanha para distribuir camisinhas na África, com objetivo de evitar a propagação da AIDS. A nota ressalta que a instituição foi absolvida em um processo semelhante na Justiça gaúcha, e recorrerá nas instâncias cabíveis.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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