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segunda-feira, 8 de junho de 2015

MULHERES PASTORAS COMEÇAM A SE REFERIR A DEUS COMO “ELA”


Emma Percy, uma das líderes do movimento pela igualdade de gênero para Deus - Reprodução/Twitter(@emmapercy3)

A notícia abaixo foi publicada no site do Jornal o Globo e é de autoria de Fernando Moreira.

Cristãs lançam campanha para se referir a Deus como 'Ela'

Um grupo de cristãs lançou campanha para incentivar os fiéis a se referirem a Deus como "Ela".

Batizado de Watch e mais conhecido como Mulheres e a Igreja, o grupo afirma que usar apenas o "Ele" nos rituais e nas orações faz com que Deus seja mais parecido com homens, o que configura um caso de sexismo.

Uma das líderes do movimento é a pastora anglicana Emma Percy, responsável pela capela do Trinity College, em Oxford (Inglaterra). Ela disse ao "Sunday Times":

"Quando usamos apenas o masculino para Deus reforçamos a ideia de que Deus é como um homem. Assim, sugerimos que Deus é mais semelhante aos homens do que às mulheres".

Outra pastora, Kate Bottley, já está retirando, quando possível, todas as referências a "Ele" e "Dele" durante as pregações, contou o "Metro".


Muito popular nas redes sociais, Kate Botley (entre noivos) já se refere a Deus como 'Ela' em pregações - Reprodução/Twitter(@revkatebottley)

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis.

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA PARA OS BRITÂNICOS



Para britânicos, Bíblia é mais valiosa para a Humanidade do que 'A Origem das Espécies'

O material abaixo foi publicado pelo site do jornal O GLOBO e produzido pela Agência O GLOBO

Pesquisa conduzida no Reino Unido pediu que adultos listassem títulos que mais tinham contribuído para o mundo moderno

RIO - A Bíblia foi votada como mais valiosa para a Humanidade do que o livro “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin. A conclusão é de uma pesquisa conduzida pela empresa YouGov com 2.044 adultos, encomendada pela organização Folio Society.

O estudo pediu aos cidadãos do Reino Unido para nomear os livros de maior importância para o mundo moderno em uma lista com mais de 30 títulos clássicos. A Bíblia ganhou com 37% dos votos, e o livro de Darwin que explica a teoria da seleção natural ficou com 35%.

“Uma Breve História do Tempo”, de Stephen Hawking, ficou em terceiro lugar, à frente de “Relatividade: A Teoria Especial e Geral”, de Albert Einstein. Apenas dois romances ficaram entre os 10 primeiros: o “1984” de George Orwell e “To Kill a Mockingbird” de Harper Lee.

Ficaram de fora da lista dos mais votados clássicos como “Guerra e Paz”, de Leon Tolstoi e “Manifesto Comunista”, de Marx e Engels. Obras como “Crianças da Meia-Noite”, de Salman Rushdie, e “Slaughterhouse-Five”, de Kurt Vonnegut, não receberam nenhum voto.

De acordo com a pesquisa, o livro de Darwin foi escolhido porque “responde a perguntas fundamentais da existência humana”, enquanto a Bíblia foi citada porque “contém princípios / orientações sobre como ser uma boa pessoa”.

O artigo original do site do O GLOBO poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://oglobo.globo.com/sociedade/religiao/para-britanicos-biblia-mais-valiosa-para-humanidade-do-
que-origem-das-especies-14557908#ixzz3JQU8X2wj

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NOSSO COMENTÁRIO:

Pena que tudo isso seja apenas para "inglês ver".

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sábado, 15 de novembro de 2014

PASTOR DOS EUA DIZ QUE REDE DE CAFÉ STARBUCKS SERVE CAFÉ COM SÊMEN DE SODOMITAS



Quando você imagina que nada pode superar o besteirol sem fim do meio evangélico brasileiro, descobrimos que o mesmo também tem muitos praticantes nas terras do Tio Sam. O material abaixo foi publica na coluna “Page Not Found” do jornalista Fernando Moreira no site do Jornal O GLOBO.

Pastor diz que Starbucks vende café com 'sêmen de sodomitas'

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Imagem da polêmica propaganda da Rede Starbucks estrelando duas famosas drag queens estadunidenses.

Uma recente campanha da rede Starbucks, estrelada pelas drag queens Adore Delano e Bianca Del Rio, levou o pastor James David Manning, da ATLAH World Missionary Church, no Harlem, em Nova York (EUA), a disparar que a "Starbucks era o marco zero da disseminação do ebola".

O comentário fez um grupo de defesa dos direitos dos gays distribuir café grátis na entrada da igreja de Manning. O pastor, então, foi ao contra-ataque, ainda mais feroz, de acordo com o site "Pink News":

"Starbucks é um local onde muitos fluidos são trocados. Eles estão usando sêmen humano e o colocando nos cafés que vendem. A minha suspeita é que estejam pegando sêmen de sodomitas. O sêmen dá sabor ao café e faz você pensar que está curtindo um bom momento".

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James David Manning, O IDIOTA- Reprodução/YouTube

O artigo original de Fernando Moreira poderá ser visto por meio do seguinte link:


PARA MEDITAR

É possível existir um imbecil maior que esse pastor James David Manning? Bem, conhecendo algumas figurinhas aqui em nosso país não duvidamos que ainda continuamos na frente quando o assunto é Besteirol, profetada, apostolada e etc.

O pastor alega que o sêmen humano dá sabor ao café. Ele deve saber, porque está acostumado a tomar o seu com tal mistura! MAS QUE IDIOTA!!

Que deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

SILAS MALAFAIA: MINISTRO DARÁ SENTENÇA DEFINITIVA NOS PRÓXIMOS DIAS


Pastor associa Dilma a terroristas em vídeo publicado no Youtube - / Reprodução da internet

È lamentável que o sr. Silas Malafaia, que se diz pastor, esteja tantas vezes envolvido com a quebra da lei e enfrentando processos na justiça. Dessa vez, a questão envolve a publicação dum vídeo contra a presidenta Dilma. Todos os que tiverem interesse em conhecer melhor o episódio, poderão ler nosso artigo por meio desse link aqui:


Já o material abaixo foi publicado pelo site do O Globo e é de autoria de Isabel Braga, e traz o primeiro desdobramento do processo contra o pastor Silas Malafaia.

Ministro determina imediata suspensão de vídeo de Silas Malafaia contra Dilma

Pastor faz montagem com imagens do discurso da presidente na ONU e de ações de grupos terroristas

POR ISABEL BRAGA

BRASÍLIA - O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu liminar determinando a retirada imediata da internet de vídeo do pastor Silas Malafaia. O ministro atendeu pedido da coligação que apóia a presidente Dilma Rousseff contra Malafaia e o a Google Brasil Internet Ltda. Na representação, a defesa de Dilma acusa o vídeo de fazer propaganda supostamente ilegal, de abuso do direito de liberdade e ofensa a diretos fundamentais. O ministro ainda analisará a representação para emitir uma decisão final.

Segundo a representação “o Sr. Silas Malafaia, no vídeo, sugere que a Presidente da República, Sra. Dilma Vana Rousseff, estaria a apoiar ações de grupos armados terroristas voltados ao assassinato de cristãos.” Os advogados de Dilma afirmam ainda que, “fazendo alusão à candidata Representante, o vídeo exibe uma montagem que contém cenas cruéis e degradantes, o que teria sido reconhecido pelo próprio Sr. Silas Malafaia” e sustentam também a finalidade eleitoral do conteúdo veiculado. O vídeo se refere a fala por Dilma, na véspera da assembleia geral da ONU, no último dia 24, em que condenou o ataque dos EUA ao Estado Islâmico, na Síria.

Ao conceder a liminar, o ministro concorda que há conotação eleitoral no caso, uma vez que o vídeo veicula discurso da candidata Dilma e explora sua imagem. “O País está a praticamente 48 horas das eleições, e esse tipo de veiculação na rede mundial de computadores tem nítido viés de propaganda eleitoral”, justificou o ministro na decisão. Segundo Herman, houve “excesso por parte do Sr. Silas Malafaia, uma vez que não se tem conhecimento algum de que a candidata Dilma Rousseff apóie qualquer grupo terrorista”.

O ministro afirmou ainda em seu voto: “O discurso da Presidenta na sede da ONU em 2012, ao contrário de referendar atos de terror, orientou-se no sentido de repudiar a ‘escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais’. Ou seja, de uma maneira ou de outra, Sua Excelência se manifestava de forma contrária a qualquer forma de violência. Por isso, não pode agora ter contra si a utilização de seu pronunciamento em sentido nitidamente inverso”.

Para o ministro do TSE, “ao utilizar de tal fala para a vincular, no ‘período eleitoral crítico’, a suposto apoio a grupos islâmicos terroristas, que infelizmente praticam verdadeiros crimes de guerra ‘em nome da fé’, o Sr. Silas Malafaia degrada a imagem da Sra. Dilma Vana Rousseff, bem como incita, direta ou indiretamente, animosidade entre grupos que professam religiões ou crenças diversas (na hipótese, cristianismo x islamismo).”

O ministro Herman Benjamim sustentou ainda que há grande distância entre o uso informativo, para fins eleitorais, de falas e discursos de pessoas – o que é legítimo, e a distorção ou a infidelidade proposital às palavras e ao pensamento de que se ataca, o que considera ilegítimo e ilegal.

“As palavras do Sr. Silas Malafaia – especialmente quando relata a tragédia por que passam milhares de cristãos mundo afora, retirados à força de suas casas, impedidos de professar a sua fé ou condenados à morte por apostasia, confrontados com a destruição de igrejas e assassinato de sacerdotes e pastores – isoladamente se inserem no âmbito da liberdade de expressão e, paralelamente, de culto”, acrescentou o ministro do TSE.
Segundo o ministro, a lei eleitoral veda propaganda que termine por degradar, caluniar, difamar ou injuriar qualquer candidato e também proíbe propaganda de guerra. “E no vídeo há veiculação de imagens violentíssimas de verdadeiros atos de guerra praticados por supostos grupos extremistas”, ressaltou.

O artigo original do site do O GLOBO poderá ser visto por meio desse link aqui:


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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 15 de julho de 2014

CINDERELA? PODE ESQUECER. A MODA AGORA É CONTO DE FADAS ENTRE DOIS RAPAZES


Livro tem casamento entre dois rapazes em meio a um reino Foto: Divulgação 
Livro tem casamento entre dois rapazes em meio a um reino Foto: Divulgação

O material abaixo foi escrito por Eduardo Vanini e publicado no site do Jornal o Globo.

Professor universitário americano publica conto de fadas com romance entre dois rapazes

Livro infantil narra a história de dois rapazes, com direito a casamento na igreja. Autor planeja tradução para o português

por EDUARDO VANINI

RIO - No reino mágico de Evergreen, a princesa Elena é sequestrada por uma bruxa. Em resposta, seu pai, o Rei Rufus, lança o desafio: quem salvar a beldade terá o direito de se casar com ela. Os jovens Gallant e Earnest resolvem, então, encarar a missão. E aí termina o caráter convencional da trama. Durante a busca, os dois homens se apaixonam e, no fim, acabam se casando com pompa na igreja.

O conto de fadas contemporâneo é narrado no livro infantil "The princes and the treasure" (“Os príncipes e o tesouro”, em tradução literal), de Jeffrey A.Miles. Professor da Escola de Negócios da Universidade do Pacífico, na Califórnia (Estados Unidos), ele teve a ideia há cerca de dois anos, enquanto assistia a uma apresentação com um príncipe e uma princesa num parque de diversões.

— Ao ver os atores cantando e dançando, me perguntei: por que não existe príncipe gay e princesa lésbica? Por que o príncipe não pode se casar com outro belo príncipe? E por que não há uma donzela em apuros sendo resgatada por uma linda princesa? — relembra o professor, que é gay e era um ávido leitor de contos de fadas quando garoto. — Ao voltar para casa, resolvi criar a minha própria história.

SEM BEIJO NO FINAL

Totalmente ilustrado, o livro não tem o tradicional beijo no final. Mas os protagonistas ganham matrimônio celebrado por um vigário numa igreja medieval. O final é feliz. Apesar do ineditismo, o autor diz que o retorno tem sido positivo.

Segundo Jeffrey, casais heterossexuais contaram que a história os ajudou a conversar com os filhos sobre homossexualidade. Já pais gays afirmaram que a obra serviu de apoio para falar com as crianças a respeito de seus próprios companheiros.

— O livro possibilita uma ótima maneira de abordar o assunto. Escrevi a história para ser romântica, e não sexual. Os pais dizem que a narrativa é ideal para as crianças, e o livro está entre os favoritos de várias delas — comemora o autor.

Apesar da aceitação, o trabalho não ficou livre de críticas. Entidades cristãs radicais internet afora acusam o livro de promover “propaganda homossexual”.

Para Jeffrey, sua publicação avança no combate ao preconceito. Ele lembra o caso de um pai que disse ler o livro para seus filhos em meio aos outros contos de fadas, sem distinção.

— Se todo pai fizesse o mesmo, esta geração de crianças seria mais bem educada sobre a diversidade. A homofobia poderia ser extinta — cogita. — As crianças veem que o amor pode acontecer entre duas pessoas, independentemente do gênero. Estou espantado sobre como é fácil para elas compreender isso, ao passo que, para alguns adultos, ainda é tão difícil.

Lançado no primeiro semestre deste ano, o livro está à venda em 137 países. Uma continuação da história já está sendo escrita pelo autor e deve ser publicada em meados do ano que vem. Jeffery também trabalha na tradução da obra para outras línguas, inclusive para o português. No Brasil, por ora, é possível comprar as versões impressa e digital, em inglês, pela internet.


O Artigo original do Globo pode ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO:

Chega a ser inacreditável a facilidade com que o autor de tal imoralidade chama aqueles que não concordam com ele de “homofóbicos”. Todavia, estamos muito interessados em saber, se no segundo volume algum dos dois rapazes irá dar a luz um lindo bebê?

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS






























Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 20 de maio de 2014

PASTOR EVANGÉLICO E TAMBÉM DRAG QUEEN: SEM SURPRESAS


 Ver imagem no Twitter
O líder pastoral Marcos Lord vestido como drag queen: Luandha Perón, para os íntimos. Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo

Já temos vista o mundo evangélico ou gospel produzir tantas coisas contrárias aos ensinamentos bíblicos que agora já mais nada nos surpreende.

O material abaixo foi divulgado no site do Jornal O GLOBO do Rio de Janeiro e traz uma demonstração de onde chegou o povo chamado evangélico ou gospel com sua hermenêutica centrada em deixar a Bíblia de lado e adotar invencionices humanas.

Segue o artigo do site do “o Globo”

Superando preconceito, pastor evangélico é também drag queen

Ele defende releitura do livro sagrado e prega a liberdade como ‘o maior presente de Cristo’

Por FABÍOLA LEONI

RIO — Numa hora, ele pega a Bíblia na cabeceira para fazer uma pregação. Na outra, pega os cílios postiços para a próxima parada gay. Apesar de soarem antagônicas, as opções fazem parte do cotidiano do líder pastoral Marcos Lord — ou drag queen Luandha Perón, para os íntimos. Professor da rede pública há sete anos, em Duque de Caxias, Marcos é um carioca de sorriso largo, que demonstra sua crença religiosa com uma devoção para fiel fervoroso nenhum botar defeito. Evangélico de berço, ele diz ter sofrido quando se revelou homossexual, há dez anos, aos 26. A saída para não abandonar a fé foi entrar na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM). O ramo evangélico é conhecido por ter a maior parte dos fiéis integrantes da comunidade LGBT, o cenário propício para o nascimento, em 2011, de Luandha — “uma subversão, uma exaltação do feminino”, como define o pastor.

— Quando o Marcos está no trabalho, Luandha fica guardadinha ali no lugarzinho dela, como um gênio na garrafa — afirma o professor do 3º ano do ensino fundamental, que diz que os alunos não sabem da existência da personagem.

A transformação leva 30 minutos. Usando o próprio altar da igreja como mesa de maquiagem, Marcos pinta o rosto, sobe no salto alto e põe uma peruca de cabelos castanho-escuro com mechas californianas.
Perguntado sobre como é feita a pregação de um gay num ambiente com preceitos evangélicos, que levantam a bandeira contra a homossexualidade, o líder pastoral, sem tirar os olhos da Bíblia, defende de forma categórica uma releitura do livro, seu “manual de fé”. A ICM é considerada uma igreja inclusiva, o que, segundo Marcos, é uma expressão redundante — já que, para ele, todas as igrejas deveriam ser inclusivas. O pastor prega a liberdade como “o maior presente de Cristo” e acredita que “o essencial é o amor e a mensagem que a palavra de Deus transmite”. Para ele, a questão está no que ainda pode ser considerado sacrilégio ou não a partir das antigas escrituras.

— Se você for ler a Bíblia ao pé da letra, terá muitos problemas. Ela fala sobre escravidão, que você tem direito a ter um irmão escravo seu por sete anos. Ela diz que você não tem direito de comer carne de porco. Mas quem vai abrir mão de comer o seu presunto e o seu pernil? Se nós mantivéssemos a mesma visão que sempre tivemos da religião evangélica, a mulher estaria até hoje calada — argumenta, seguro. — Eu não posso simplesmente pegar a Carta aos Romanos e lê-la como se ela tivesse sido escrita para os brasileiros do século XXI. A Carta aos Romanos foi escrita para os cristãos de Roma, daquele período histórico, do primeiro século. Então eu não posso achar que ela é válida para hoje. Mas eu posso tentar pegar alguns ensinamentos que estão ali e achar novos significados para os dias de hoje? Posso. Assim como pego os ensinamentos da minha avó e tento trazer para minha vida até hoje. Mas isso não quer dizer que eu não vá pedir manga com leite numa lanchonete porque ela disse uma vez, lá atrás, que faz mal.

Foi nos idos de 1968, nos Estados Unidos, que surgiu a Metropolitan Community Church, liderada pelo pastor Troy Perry, que se revelou homossexual. O estudo da Bíblia feito a partir de um novo viés, com enfoque nos contextos histórico e social, ocorreu de forma concomitante com perseguições e ameaças à igreja, que cresceu desde então. Perguntado se é reconhecida internacionalmente, Marcos diz que ela é chamada de “a igreja dos direitos humanos” e que sua líder mundial, Nancy Wilson, faz parte de um grupo de aconselhamento, com representantes de organizações sem fins lucrativos, religiosas e laicas, que assessora o presidente Barack Obama.

No Brasil, a comunidade existe há cerca de dez anos, segundo o pastor. Há unidades em Fortaleza, Maceió, Teresina, Cuiabá, Maringá (Paraná), Caxias do Sul (Rio Grande do Sul), Belo Horizonte, Vitória, São Paulo e Mariporã (São Paulo). No Rio, há unidades em São João de Meriti e a comunidade Betel, em Irajá, onde Marcos é o líder pastoral. Na unidade, os cultos ocorrem numa pequena sala, onde podem ser vistos banners com dizeres como “O Senhor é meu pastor, e Ele sabe que eu sou gay”. Apesar de ser uma comunidade mundial, a ICM não é ligada a nenhuma convenção nacional de igrejas evangélicas.

A aflita descoberta da homossexualidade

Para quem desde que se entende por gente ouviu que ser gay era pecado e tinha “espíritos malignos”, a descoberta do gosto por uma pessoa do mesmo sexo pareceu um martírio. Marcos disse que teve receio do preconceito e da reação da família — que, inicialmente, foi negativa — e que fez penitências contra si próprio, em prol de sua “libertação”. Numa delas, levantou-se de madrugada durante sete dias. Foi na época em que morava com o irmão, pastor de uma igreja evangélica, em Barra Mansa, no Sul Fluminense.

— Eu me lembro claramente de uma noite. Estava passando por aquele momento de crise existencial e de madrugada fazia poças de lágrimas, ajoelhado no chão, pedindo a Deus que me libertasse. No fim da sétima noite, eu percebi que não ia adiantar, que Deus não tinha que me libertar, que não havia do que ser libertado. E a crise foi tentar encontrar lugar na minha fé para a minha sexualidade, entender que eu poderia ser gay e ser cristão — diz Marcos, que conheceu a ICM por meio de um amigo. — No começo, eu tive muita resistência. Eu não queria uma igreja para gays. Eu queria uma igreja. Eu imaginava que ia ter uma drag queen dublando a Fernanda Brum e a Cassiane, e que na hora da pregação o pastor ia transformar todos os personagens da Bíblia em homossexuais. Mas fui, e eles estavam estudando a Bíblia, como eu estudava nas igrejas de onde vim. Percebi que era uma igreja como qualquer outra. Só que me aceitava como eu sou.

Luandha Perón, segundo Marcos, aparece em eventos — paradas gay e festas da igreja — como forma de militância. O nome tem justificativa: é uma homenagem à África e à paixão pelo Museu Evita, em Buenos Aires, que conheceu em sua primeira viagem internacional, feita há três anos. Já a ideia de virar drag queen teve inspiração política: uma apresentação de integrantes da ICM de São Paulo. Durante a parada gay, fiéis da igreja paulista foram às ruas vestidos de noivas, para criticar o governo brasileiro, que se coloca contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

— Quando você vai para a balada, vira um personagem Não é a mesma pessoa que vai trabalhar de segunda a sexta. E, no meu caso, a drag queen é um personagem político, exaltando a mulher. As pessoas não gostam só porque é gay, e sim também porque é pintosa. As pessoas gostam de falar “Ai, não basta ser gay, ainda tem que dar pinta?” Por que não se pode dar pinta? Por que ser feminino é tão ruim? — pergunta Marcos, já sendo maquiado para se transformar em Luandha. — Quando começa esse processo de maquiagem, o Lord vai para trás das cortinas, e a Luandha vai surgindo. Ela vai começando a criar corpo, forma, a personalidade de Luandha vai surgindo. Ela é diferente de mim. Ela é mais ousada. Eu sou um pouco mais contido. O grande problema de o Lord virar Luandha é a sobrancelha e o chuchu (a barba).
Para Marcos, a inclusão que acontece na ICM é algo radical, já que deve ser aceito tudo aquilo que pode até chocá-lo:

— Imagina uma drag queen no culto? Imagina a primeira vez que a Luandha for pregar? Mas tudo causa. Na primeira vez que uma mulher botou uma calça, as pessoas ficaram assombradas. Como ela tinha a ousadia de fazer aquilo? Então o processo é esse. No começo choca, causa estranhamento, mas as pessoas vão se acostumando. E se ninguém causar esse primeiro impacto, esse primeiro choque, nunca vai passar disso, sempre vai ser um choque.

Maquiador de Luandha, o professor de história Léo Rossetti — também drag queen e membro da ICM Betel — defende que as pessoas usem a maquiagem como forma de transitar entre gêneros e ser o que quiser. Ele afirma que Deus não está preocupado com os corpos e não se define nem como macho, nem como fêmea:

— Se falo que Deus é homem, eu o estou fechando, tornando-o menor. Ele é tudo. Deus está preocupado com outras coisas, com o coração e com a justiça, por exemplo.

Jesus na Lapa

Baseado no slogan da ICM de igreja inclusiva, o pastor Marcos afirma que Jesus Cristo era um ser extremamente inclusivo, que chamava para perto de si os excluídos da sociedade, como cegos e mulheres. E aposta que, se Cristo nascesse nos tempos atuais, isso aconteceria na Lapa, bairro boêmio carioca:

— A gente aqui costuma dizer isso e que ele seria amigo das travestis, dos transexuais, dos malandros da Lapa. Jesus sempre andou com quem estava à margem da sociedade. Nós procuramos fazer isso também, apesar de não ser fácil esse trabalho diário. É chamar quem acha que não tem lugar junto às pessoas.
Segundo Marcos, apesar de os princípios da ICM se chocarem com os de outras igrejas, existe diálogo entre elas.

— Todo ano participamos da caminhada pela liberdade religiosa, contra a intolerância. Falamos com muita tranquilidade com a igreja episcopal anglicana, e temos contato próximo com a igreja presbiteriana da Praia de Botafogo. Mas há uma verdadeira ojeriza por parte das igrejas neopentecostais, principalmente. A gente vê pastores aí que, se pudessem, botavam o porrete na mão do povo para bater, porque eles não batem. Eles não são homofóbicos — ironiza o pastor.

Sobre relacionamentos amorosos, Marcos diz não se sentir à vontade para se envolver com “alguma ovelha” da comunidade, que conta, por exemplo, com mais duas drag queens. Livre e desimpedido, como se intitula atualmente, ele afirma que pensa em ter uma filha, que se chamaria Maria Eduarda. Segundo Marcos, que já foi noivo de uma mulher, se até os 40 anos não achar um companheiro com quem construir uma família, dará entrada mesmo assim no processo de adoção.

O líder pastoral Marcos Lord vestido como drag queen: Luandha Perón, para os íntimos Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo

O artigo original do site do o Globo poderá ser visto por meio desse link aqui:


E assim vamos, de passo em passo, ladeira abaixo...

Que Deus tenha misericórdia de todos e que mantenha suas misericórdias renovadas a cada manhã.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 7 de julho de 2013

CRIAÇÃO DE IGREJA É NEGOCIADA ATÉ EM ANÚNCIO DE CLASSIFICADOS - Reportagem do Site "O Globo"



‘Não tem limite. É muita grana. Dois milhões. Dez milhões’, diz o autor da proposta

Até quando Senhor?

Salmos 4:2

Ó homens, até quando tornareis a minha glória em vexame, e amareis a vaidade, e buscareis a mentira?

Salmos 74:10 

Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará? Acaso, blasfemará o inimigo incessantemente o teu nome?

Salmos 94:3 

Até quando, SENHOR, os perversos, até quando exultarão os perversos?

Abaixo reproduzimos uma notícia veiculada no site globo.com

JAILTON DE CARVALHO

Publicado:
2/07/13 - 11h37

Atualizado:
2/07/13 - 13h56

BRASÍLIA - Se abrir uma empresa é sonho de consumo de todo empreendedor, montar sua própria igreja virou sinônimo de um bom negócio. No último fim de semana, a seção de classificados de um jornal de Brasília tornou público o desejo de um certo Francisco. "Procuro 2 pessoas p/ juntos abrirmos uma igreja", diz a curta mensagem na área destinada a recados, logo abaixo de outros anúncios em que homens e mulheres procuram parceiros para relacionamentos sinceros.

A mensagem de Francisco vem acompanhada do número do celular para contato. Quem se atreve a ligar para o telefone indicado, rapidamente esclarece qualquer dúvida sobre o motivo do negócio. Na segunda-feira, o autor do anúncio, que se apresenta como Francisco, foi direto ao ponto:
- Eu não sei qual é o seu objetivo. O meu eu sei. É espiritual e financeiro. Sou bastante objetivo nos meus negócios - avisa.

Ele diz que prefere ser franco porque não quer perder tempo com discussões sobre ortodoxia religiosa. Sem contestação do outro lado da linha, Francisco se sente à vontade para expor seus planos. Ele quer fundar uma igreja pentecostal como muitas outras que existem por aí e ganhar muito, muito dinheiro. Basta usar técnicas de hipnose coletiva, simular milagres e recolher dízimo.

- Não tem limite. É muita grana. Dois milhões. Dez milhões. Ou até mais. O negócio é um rio correndo para o mar - profetiza.

Francisco tem como espelho pastores de outras igrejas que surgiram no nada e, de repente, se tornaram um império. Ele diz que não quer exatamente ser uma estrela de TV. Não é um grande orador e nem faz questão de demonstrar conhecimento profundo de textos sagrados. Para o mais novo candidato a pastor, basta uma sala num barraco qualquer, de preferência numa área bem pobre e algumas cadeiras de plástico.

- As igrejas não estão procurando pastores. Eles querem um sujeito que tenha noção de hipnose. Que é uma coisa muito mais rápida. Você vai chegar numa sessão, vai hipnotizar o povo. A pessoa vai ficar hipnotizada. Vai te dar 10% hoje. Amanhã dá mais 10% e conta o milagre para os outros - explica.

Segundo ele, as pessoas mais simples querem milagres e estão dispostas acreditar em qualquer situação que pareça extraordinária. O futuro pastor diz ainda que os riscos do negócio são mínimos. O aluguel de uma sala num bairro pobre fica em torno de R$ 500. As cadeiras de plástico podem ser compradas a medida em que o número de fiéis for aumentando. Ele até sugere um lugar para começar:a Vila Estrutural, uma das favelas mais pobres do Distrito Federal. Não importa se outras igrejas chegaram primeiro.

- Quanto mais, melhor - diz.

Em seguida convida o interlocutor para uma conversa particular para acertar os detalhes do negócio. No primeiro contato não pediu investimento inicial dos sócios, nem disse como o negócio será rateado.

A fé pode render muito. Exemplos não faltam. E, então, ele começa a citar nomes de outros aventureiros que se tornaram ricos, muito ricos, vendendo ilusões. Francisco é de uma sinceridade quase religiosa.

O artigo original pode ser visto por meio do seguinte link abaixo:


Para refletir:

2 Coríntios 2:17

Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.

2 Pedro 2:3

Também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 25 de março de 2013

SILAS MALAFAIA DESPREZA A BÍBLIA


Não bastassem as patifarias, o uso de linguagem chula, os ensinamentos falsos acerca da Teologia da Prosperidade etc., agora somos informados pelo jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o seguinte:

No dia 21 de Março próximo passado o deputado Jair Bolsonaro com 59 anos de idade se casou, pela terceira vez com Michele de 32 anos. Não temos nada contra as decisões pessoais do deputado Bolsonaro, mas creio que ele deve saber que a mesma Bíblia que ele usa para condenar as práticas homossexuais, também condena seus divórcios anteriores com duras palavras como as que encontramos no profeta:

Malaquias 2:16

Pois o SENHOR Todo-Poderoso de Israel diz: —Eu odeio o divórcio; eu odeio o homem que faz uma coisa tão cruel assim. Portanto, tenham cuidado, e que ninguém seja infiel à sua mulher – NTLH.

Sua atitude prova apenas o quanto é hipócrita esse senhor ao querer usar a Bíblia para justificar sua condenação das práticas relativas à homossexualidade.

Mas o que mais nos surpreende mesmo na notícia do Ancelmo Gois, é saber que o sr. Silas Malafaia realizou a tal cerimônia de “casamento”. Nada mais justo. Que um casamento que não vale nada aos olhos de Deus — já que segundo Jesus trata-se apenas de adultério, conforme Mateus 19:3—9 — receba uma “bênção” fajuta das mãos de alguém que não tem nenhuma autoridade moral para falar em nome de Deus, ainda mais diante de uma situação tão escandalosa quanto essa.


A notícia original pode ser vista através do link a seguir:


Para meditar:

Isaías 5:18—20

18 Ai dos que puxam para si a iniqüidade com cordas de injustiça e o pecado, como com tirantes de carro!

19 E dizem: Apresse-se Deus, leve a cabo a sua obra, para que a vejamos; aproxime-se, manifeste-se o conselho do Santo de Israel, para que o conheçamos.

20 Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!

Os que tiverem interesse poderão também ver nosso outro artigo tratando das questões de divórcio e novo casamento através do seguinte link:


Que Deus abençoa a Todos.

Alexandros Meimaridis

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