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segunda-feira, 2 de maio de 2016

EDUCAÇÃO CRISTÃ - ESTUDO 013 - O QUE O NOVO TESTAMENTO ENSINA ACERCA DA VERDADEIRA IGREJA - PARTE 001



O propósito dessa série é introduzir o leitor na vasta gama de materiais relacionados à Educação Cristã. Nosso foco central estará sempre localizado nos chamados “Ministérios da Igreja” que refletem a vida prática ou o dia a dia do que deve estar acontecendo em todas as igrejas locais.

V. O Ensinamento do Novo Testamento Acerca da Igreja

A Igreja

I. A Igreja — ἡ ἐκκλησία ekklissía Igreja.  

A. Introdução – “... à igreja, a qual é o seu corpo”- Efésios 1:22—23.

1. Nosso conceito mental da igreja: prédio, edifício, local de reuniões, instituição, denominação etc...

2. Problemas causados pelas traduções.

a. Nossa Bíblia não foi escrita em português.

b. O Antigo Testamento foi escrito em hebraico com umas pequenas porções escritas em aramaico.

c. O Novo Testamento foi inteiramente escrito em grego e contém citações do Antigo Testamento retiradas da Septuaginta — LXX[1].

d. A palavra grega usada pelos autores do Novo Testamento para se referir à igreja foi ἐκκλησία ekklissía — lê-se eclissía.

e. Nossa tradução de Almeida Revista e Atualizada em português traduz a expressão grega ἐκκλησίαekklissía da seguinte maneira: a palavra ocorre 114 vezes no texto grego editado por Westcott e Hort, Tischendorf e os revisores ingleses.

i. Igreja

ii. Igrejas

iii. Assembleia

iv. Congregação

3. Por causa da tradução e dos conceitos mentais dominantes a grande maioria das pessoas em nossos dias têm a tendência de pensar que a palavra igreja se refere a um prédio na rua tal ou a uma instituição decadente e à beira da morte.

B. Definições do Termo

1. O Dicionário Aurélio 2000 define a palavra igreja da seguinte maneira:

a. Do grego ekklesía, 'assembleia de cidadãos', 'assembleia de fiéis', pelo latim ecclesia.

b. Substantivo feminino.

i. Templo cristão.

ii. Autoridade eclesiástica.

iii. A comunidade dos cristãos.

iv. O conjunto dos fiéis ligados pela mesma fé e sujeitos a uma mesma liderança.

2. O Dicionário de grego clássico de Liddell-Scott define assim:

a. Assembleia devidamente convocada, menos geral que — súllogos — pronuncia-se sílogos.

b. Na Septuaginta a definição corresponde a: congregação dos filhos de Israel e traduz o termo hebraico קְהַל  —  qehal.

c. No Novo Testamento: igreja como corpo de cristãos.

3. Os dicionários do Novo Testamento, geralmente, definem como:

a. Igreja como comunidade universal.

b. Congregação como comunidade particular, i.e., de um determinado local, bem como uma comunidade familiar.

Conclusão: a palavra que usamos irá, inevitavelmente, afetar a maneira como pensamos e nosso conceito de igreja será influenciado de forma concomitante.

C. O Significado da palavra grega ἐκκλησία ekklissía.

A expressão grega ἐκκλησία ekklissía — é comumente traduzida pelo termo “igreja” no Novo Testamento em português.

1. A expressão grega ἐκκλησίαν τοῦ θεοῦ ekklissían toû Theoû — Igreja de Deus, foi usada pelos primeiros cristãos para identificar a “sociedade” a que pertenciam como uma associação que era comum — familiar — a todas as pessoas. Não havia nada de extraordinário no uso deste termo. A reunião dos cristãos era apenas mais uma, no meio de uma multidão de associações não oficiais.

2. O que diferenciava a associação dos cristãos das outras associações tão comuns dos seus dias era o fato de que essa associação ou assembleia havia sido convocada pelo próprio Deus! Foi Deus quem os convocou. Da mesma maneira é Deus quem nos convoca nos dias de hoje.

3. A relação que existe entre ἐκκλησία ekklissía — Igreja, e o chamado a viver a vida cristã acaba se perdendo completamente quando traduzimos a palavra grega ἐκκλησία pela expressão igreja. Vejamos como Paulo relacionou estes dois conceitos em Efésios 3:21 e 4:1:

A ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre.A ele — Deus — seja a glória, na igreja — ἐκκλησία ekklissía é derivada do verbo καλέω kaléo — chamar — e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!

Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados. Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da κλήσεως klésseosvocação a que fostes ἐκλήθητε  ekléthetechamados.

4. Assim temos que Deus deve ser glorificado na vida da igreja. Como? Pelos cristãos andando de um modo que seja digno do chamado que receberam.

5. O chamado que recebemos de Deus implica no seguinte:

a. Somos chamados para fora do mundo e para dentro da igreja de Deus = libertação.

b. Somos chamados para manter um relacionamento com Deus através do estabelecimento de uma aliança com Ele —

1 Coríntios 1:9

Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.

b. Somos chamados para herdarmos uma herança futura. O que para Israel era a terra de Canaã, para nós será o céu —

Filipenses 3:14

Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

1 Timóteo 6:12
Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas.

Hebreus 3:1

Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial, considerai atentamente o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus.

c. Somos chamados para formar um povo especial que pertence ao único e verdadeiro Deus —

Deuteronômio 7:6

Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra.

1 Pedro 2:9—10

9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;

10 vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.


D. Uma Definição mais abrangente da palavra grega ἐκκλησία ekklissía — Igreja.

1. O termo grego ἐκκλησία ekklissía — Igreja, como usado no Novo Testamento, representa a totalidade — universalidade ou catolicidade — daqueles que pertencem à comunidade dos redimidos. Nessa condição a comunidade dos redimidos forma a igreja como “corpo de Cristo”.  Como redimidos que formam o corpo de Cristo, os indivíduos dessa comunidade estão íntima e completamente ligados e dependentes uns aos outros e todos, sem exceção, estão ligados, de modo absoluto, ao Senhor Jesus Cristo. Esses redimidos estão ainda em íntima ligação com a comunidade representada por todo o povo de Israel do Antigo Testamento, já que o mesmo é também designado ἐκκλησίαekklissía — Igreja ou Congregação na Septuaginta — LXX. No Novo Testamento o termo é também usado para fazer referências a uma comunidade local de redimidos — igreja local. O termo nunca é usado para referir-se a uma construção nem a uma instituição. Tais conceitos não existiam nos dias da igreja primitiva — até o ano 100 d.C. — nem nos dias dos Pais da Igreja — até o ano 200 d.C. Mas, acima de tudo somos um povo chamado por Deus. Ver tabela abaixo com as referências bíblicas:


Igreja como corpo de Cristo e Cristo como cabeça da igreja
Efésios 1:22—23
Colossenses 1:18, 24; 2:18—19
Os redimidos como membros Corpo de Cristo.
1 Coríntios 12:27 Efésios 4:4; 5:30 e Colossenses 3:15
Os redimidos como membros uns dos outros.
Romanos 12:5 1 Coríntios 12:13; 24—26

Pergunta para reflexão:

Porque os tradutores da Septuaginta — não inspirados — e os autores do Novo Testamento — inspirados — não utilizaram outro termo cultural qualquer, para referirem-se à comunidade dos redimidos, em vez de utilizarem um termo inteiramente profano como ἐκκλησία ekklissía — igreja?

Assim temos que:

2. O verdadeiro caráter da Igreja é determinado pelo fato de ser Deus mesmo aquele que a convoca para se reunir. A igreja não é um prédio ou uma construção de qualquer tipo, e sim um ajuntamento de crentes convocados por Deus mesmo.

3. No Novo Testamento encontramos poucas evidências de que existisse algum tipo de organização que fosse muito além da igreja local — comunidade de cristãos localizada em uma determinada cidade ou em um lar, etc.

4. De acordo com o irmão Edwin Hatch[2]: “Apesar de ser indisputável que o Senhor fundou a Igreja ἐκκλησίαekklissía — assumimos de forma improvável que a igreja seja uma agregação de sociedades organizadas. Cada comunidade cristã era uma comunidade completa em si mesma”. Com o passar do tempo esse formato foi alterado. Tal alteração não pode ser definida, a priori, como algo bom ou mau para a Igreja.

5. Nós precisamos começar a entender que cada comunidade local possui certa primazia real entre os vários tipos de unidade que poderiam existir.

6. Infelizmente, nos dias de hoje, a igreja institucional tem se tornado tão desfigurada e as pessoas, de um modo geral, estão muito desencantadas com ela. Hoje em dia as igrejas, independentemente da denominação a que pertençam, são algo muito difícil de reconhecermos como uma comunidade, na qual exista qualquer relação entre o que aí está e o ensino das Sagradas Escrituras —

Efésios 2:19—22

19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,

20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;

21 no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,

22 no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.

Efésios 5:25—27

25 Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,

26 para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra,

27 para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.

7. A igreja não é uma denominação, nem uma convenção, nem uma associação e sim um corpo espiritual.

8. A igreja não é uma organização e sim uma comunhão, ou como diz o Novo Testamento, uma κοινωνίᾳ koinonía — Comunhão.


OUTROS ESTUDOS ACERCA DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

001 — A EXCELÊNCIA DA VIDA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM ENSINAR — PARTE 001

002 — A EXCELÊNCIA DA VIDA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM ENSINAR — PARTE 002

003 —A EXCELÊNCIA DA VIDA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM ENSINAR — PARTE 003

004 — A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA COM DEUS

005 — OS ALVOS DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

006 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 001 — INTRODUÇÃO — OS COLONIZADORES VÊM EM NOME DE DEUS

007 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 002 — NOSSAS ESCOLAS TEOLÓGICAS

008 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 003 — IGREJAS CORPORATIVISTAS E INSTITUCIONALIZADAS E EDUCAÇÃO CRISTÃ PADRONIZADA

009 — A IGREJA NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XXI – PARTE 004 — CONSUMISMO E CELEBRITISMO

010 — O PROPÓSITO SINGULAR DE DEUS PARA OS NOSSOS DIAS

011 — A PALAVRA IGREJA NO NOVO TESTAMENTO

012 — A EXPRESSÃO GREGA “EM CRISTO” — ἐν Χριστῷ

013 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA

014 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 002

015 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/09/educacao-crista-estudo-015-o-que-o-novo.html
016 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 004 — A IGREJA COMO PLENITUDE
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/educacao-crista-estudo-016-o-que-o-novo.html
017 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 005 — A UNIDADE DA IGREJA CRISTÃ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/educacao-crista-estudo-017-o-que-o-novo.html
018 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 006 — HUMILDADE E AMOR EM MEIO À DIVERSIDADE DE DONS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/educacao-crista-estudo-018-o-que-o-novo.html
019 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 007 — A IGREJA COMO MISTÉRIO DE DEUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/educacao-crista-estudo-019-o-que-o-novo.html
020 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — Parte 008 — COMO A IGREJA É FORMADA OU CRIADA?
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/educacao-crista-estudo-020-o-que-o-novo.html


021 — O ENSINO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DA IGREJA — PARTE 009 — QUANDO A IGREJA COMEÇOU?
Que deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Septuaginta, comumente identificada pelo símbolo LXX, é a tradução das escrituras hebraicas para o grego realizada no Egito sob o patrocínio de Ptolomeu II Filadelfo - 285–246 a.C.
[2] Hatch, Edwin. The Organization of the Early Christian Churches: Eight Lectures Delivered Before the University of Oxford, in the Year 1880. Wipf & Stock Pub, Eugene, 1999.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 007— CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006



ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

CONTINUAÇÃO

2. Abordar Paulo como um teólogo nos ajuda a definir melhor o problema da interpretação da teologia paulina. Desde o início, a Igreja Cristã teve dificuldades com os escritos de Paulo, conforme atestado pelo próprio apóstolo Pedro —

2 Pedro 3:15—16

15 e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada,

16 ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles.

Pedro admite que nos escritos de Paulo há certas coisas difíceis de entender e com isso ele faz referência para as consequências desastrosas que resultam do mau uso daquilo que Paulo escreveu em certos lugares. Mas Pedro deixa claro que a dificuldade e a deturpação não estão restritas aos escritos paulinos, mas se estendem a todo corpo das Escrituras. Todavia, essa afirmação de Pedro, atesta a antiguidade do problema relacionado com a interpretação paulina. Podemos até dizer que a afirmação de Pedro dá a essa questão verdadeiras dimensões canônicas.  

A história da interpretação paulina tem sido caracterizada por um excesso de capacidade de invenções, por um lado, e, uma escassez de profundidade, pelo outro. Tal tipo de interpretação tende mais a realizar explorações distantes daquilo que Paulo escreveu, em vez de decidir aprofundar o conhecimento sobre seus escritos. É bastante raro descobrirmos que alguém, realmente, tenha aprofundado a discussão em si. Todavia, não é apenas a grande variedade de defeitos da parte dos intérpretes que geralmente impede o aprofundamento das questões que dizem respeito à nossa compreensão de Paulo. Mas aqui, estamos diante do próprio problema que envolve a interpretação paulina.

A verdadeira dificuldade para a interpretação encontra-se no fato que nos escritos paulinos descobrimos um pensador dotado de imensa genialidade construtiva e com uma tendência dogmática. Mas isso só acontece quando ele direciona seu interesse para situações específicas e questões nas quais ele se expressa de forma pouco corriqueira. Em resumo, o verdadeiro problema na compreensão do apóstolo Paulo é que ele é, como um teólogo, um pensador cuidadoso e sistemático, acessível apenas por meio de cartas pastorais e suas mensagens pregadas. Deve ficar claro que seus escritos não se tratam de tratados teológicos. Mas por outro lado, os mesmos também não são apenas uma variedade de formulações ad hoc não relacionadas, nem mesmo uma multiplicação de conceitos agrupados de forma não sistemática. Seus manuscritos refletem uma estrutura clara de pensamentos.       

As epístolas paulinas podem ser comparadas, de modo apropriado, a uma porção visível dum iceberg. O que se encontra acima da linha da água é apenas uma pequena porção de tudo que se encontra submerso. A verdadeira proporção de tudo está escondida abaixo da superfície. Os contornos daquilo que pode ser visto, num primeiro momento, podem se provar muito enganosos. Colocado de forma menos pictórica, tal concepção ou linha de pensamento, tendo relativamente pouco suporte textual explícito, numa reflexão, pode provar-se como tendo o significado constitutivo mais básico. Essa situação torna a interpretação de Paulo, especialmente quando tentamos alcançar uma compreensão abrangente, uma missão extremamente difícil e bastante precária.     

CONTINUA      

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA SOTERIOLOGIA DO APÓSTOLO PAULO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002



A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 005— CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004



Concepção artística do apóstolo Paulo fazendo sua defesa.

ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.
CONTINUAÇÃO

A teologia bíblica é normalmente percebida apenas como um resumo ou esboço, do progresso do desenvolvimento da atividade revelatória e redentora de Deus na história da humanidade. Esse processo está restrito apenas ao que está escrito — i.e., da perspectiva histórico-redentora — a partir de um ponto de vista vantajoso.
Todavia, essa descrição é aplicada, de modo mais apropriado, apenas à teologia do Antigo Testamento. Com certeza, interesse com o progresso da revelação divina não está ausente na teologia bíblica do Novo Testamento. O que distingue esses dois campos é o fato, como notamos no estudo anterior, que o exegeta moderno, apesar de todas as diferenças culturais e temporais, se encontra, pelo menos a princípio, — i.e., em termos da História da Redenção — na mesma situação que os autores do Novo Testamento e, portanto, está envolvido com o apóstolo Paulo  — bem como com os outros autores do Novo Testamento — numa jornada interpretativa comum.

Essa diferença entre a teologia bíblica do Antigo Testamento com a teologia bíblica do Novo Testamento, já foi notada por B. B. Warfield, quando escreveu: Em seu ensino fundamental, o Novo Testamento serve, portanto, mais facilmente para aquilo que é chamado de dogmático do que aquilo que mencionado como sendo tratamento genérico[1]. Essa observação é uma referência direta à abordagem germânica dos estudos paulinos.

Mas essa linha de pensamento pode ser colocada de uma maneira diferente se observarmos que, o papel fundamental exercido por Paulo no processo de revelação, não pode ser divorciado de seu ofício como apóstolo e servo de Jesus Cristo. Em outras palavras, a qualificação de Paulo como um instrumento da revelação é feita em termos eclesiásticos. Isso, por sua vez, significa que a revelação inspirada e infalível que recebemos por seu intermédio é, ao mesmo tempo, o ensino autoritativo e a opinião — dogma — da própria Igreja do Senhor. E que, como os vários dogmas demonstram uma relação óbvia de uns para com os outros, um deles pode ser usado para fazer referência à sua teologia.

Até aqui, pelo menos, podemos afirma que algo das considerações metodológicas que fizemos nessa introdução tem importância para todo o corpo de estudos relacionados ao Novo Testamento e, de modo particular com as epístolas.

Entretanto, queremos aproveitar esse momento para enfatizar como tudo o que estamos dizendo, se aplica aos estudos paulinos. Nossas afirmações suprem a perspectiva apropriada para enxergarmos a exclusividade de seus escritos. Sendo mais específicos, estamos nos referindo a como o modo pervasivo e didático da natureza doutrinária dos ensinamentos de Paulo deve ser abordada, enquanto reconhecemos o interesse comum, bem como a situação comum em que nos encontramos dentro do contexto maior da História da Redenção. Os argumentos bem estruturados que encontramos nas epístolas paulinas não precisam de nenhum argumento a favor, especialmente quando consideramos os trabalhos realizados pelos estudiosos reformados. O próprio Warfield, mencionada acima, dizia: Paulo é o mais didático de todos os autores do Novo Testamento[2]. Todavia uma percepção dos fatores da História da Redenção envolvidos nessa discussão é necessária para podermos apreciar o significado mais profundo da qualidade doutrinária e do interesse sistemático nos escritos do apóstolo Paulo. Essa percepção supre a garantia necessária para falarmos da teologia de Paulo, no próprio sentido da palavra. No que diz respeito à teologia do apóstolo Paulo, nós devemos afirmar que o principium theologiae, as Escrituras, em si mesmas, contêm teologia, ou ainda melhor, que a natureza da continuidade entre a nossa teologia e seu principium — a Bíblia — são, em certos pontos, distintamente teológicos. Dessa forma, podemos dizer que a sequência seguida por Kuyper está sujeita, no mínimo, a certa suplementação. O reconhecimento da descontinuidade entre o Novo Testamento e as interpretações subsequentes que encontramos na igreja, precisam ser equilibradas pelo reconhecimento da continuidade entre as mesmas. Continuidade essa que envolve a teologia-eclesiástica e História da Redenção.

No material apresentado acima, a discussão que existe com respeito à História da Redenção, entre aquilo que é canônico, daquilo que não é canônico, entre o período apostólico e pós-apostólico não está sendo nem ignorada nem obliteradao. Pelo contrário, o que estamos afirmando é que uma ênfase tem sido colocada em algumas implicações do fato que, na “igreja”, tanto o “apostólico” como o “não apostólico” encontram seu denominador comum acerca da História da Redenção.

CONTINUA   ca, de modo mais apropriado, apenas    

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA SOTERIOLOGIA DO APÓSTOLO PAULO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002



A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



[1] Warfield, B. B. The Person of Christ in Biblica Doctrine. Oxford University Press, New York, 1929.

[2] Idem, p. 176.