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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 007— CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006



ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

CONTINUAÇÃO

2. Abordar Paulo como um teólogo nos ajuda a definir melhor o problema da interpretação da teologia paulina. Desde o início, a Igreja Cristã teve dificuldades com os escritos de Paulo, conforme atestado pelo próprio apóstolo Pedro —

2 Pedro 3:15—16

15 e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada,

16 ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles.

Pedro admite que nos escritos de Paulo há certas coisas difíceis de entender e com isso ele faz referência para as consequências desastrosas que resultam do mau uso daquilo que Paulo escreveu em certos lugares. Mas Pedro deixa claro que a dificuldade e a deturpação não estão restritas aos escritos paulinos, mas se estendem a todo corpo das Escrituras. Todavia, essa afirmação de Pedro, atesta a antiguidade do problema relacionado com a interpretação paulina. Podemos até dizer que a afirmação de Pedro dá a essa questão verdadeiras dimensões canônicas.  

A história da interpretação paulina tem sido caracterizada por um excesso de capacidade de invenções, por um lado, e, uma escassez de profundidade, pelo outro. Tal tipo de interpretação tende mais a realizar explorações distantes daquilo que Paulo escreveu, em vez de decidir aprofundar o conhecimento sobre seus escritos. É bastante raro descobrirmos que alguém, realmente, tenha aprofundado a discussão em si. Todavia, não é apenas a grande variedade de defeitos da parte dos intérpretes que geralmente impede o aprofundamento das questões que dizem respeito à nossa compreensão de Paulo. Mas aqui, estamos diante do próprio problema que envolve a interpretação paulina.

A verdadeira dificuldade para a interpretação encontra-se no fato que nos escritos paulinos descobrimos um pensador dotado de imensa genialidade construtiva e com uma tendência dogmática. Mas isso só acontece quando ele direciona seu interesse para situações específicas e questões nas quais ele se expressa de forma pouco corriqueira. Em resumo, o verdadeiro problema na compreensão do apóstolo Paulo é que ele é, como um teólogo, um pensador cuidadoso e sistemático, acessível apenas por meio de cartas pastorais e suas mensagens pregadas. Deve ficar claro que seus escritos não se tratam de tratados teológicos. Mas por outro lado, os mesmos também não são apenas uma variedade de formulações ad hoc não relacionadas, nem mesmo uma multiplicação de conceitos agrupados de forma não sistemática. Seus manuscritos refletem uma estrutura clara de pensamentos.       

As epístolas paulinas podem ser comparadas, de modo apropriado, a uma porção visível dum iceberg. O que se encontra acima da linha da água é apenas uma pequena porção de tudo que se encontra submerso. A verdadeira proporção de tudo está escondida abaixo da superfície. Os contornos daquilo que pode ser visto, num primeiro momento, podem se provar muito enganosos. Colocado de forma menos pictórica, tal concepção ou linha de pensamento, tendo relativamente pouco suporte textual explícito, numa reflexão, pode provar-se como tendo o significado constitutivo mais básico. Essa situação torna a interpretação de Paulo, especialmente quando tentamos alcançar uma compreensão abrangente, uma missão extremamente difícil e bastante precária.     

CONTINUA      

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA SOTERIOLOGIA DO APÓSTOLO PAULO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002



A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus – ESTUDO 011 — A ESCOLHA OU ELEIÇÃO DIVINA — EFÉSIO 1:4



NESSA SÉRIE NÓS ESTAMOS TRATANDO DE DOIS ASPECTOS IMPORTANTES ACERCA DA VERDADEIRA IGREJA: 1) A IGREJA COMO CORPO DE CRISTO; E 2) A IGREJA NO PLANO ETERNO DE DEUS. CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS LEITORES A ACOMPANHAREM ESSA SÉRIE E COMPARTILHAREM A MESMA COM TODOS OS SEUS CONHECIDOS, AMIGOS E IRMÃOS. OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE PODERÃO SER ENCONTRADOS POR MEIO DE LINKS NO FIM DE CADA ESTUDO.

B. Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor – Efésios 1:4.

Assim como nos escolheu nele — i.e., “em Cristo” — A expressão grega καθὼς kathòsassim como — serve para unir o verso 4 ao anterior e indica que a bênção de Deus é consistente com o fato de que Deus nos escolheu.

A escolha ou eleição divina é um dos temas mais complexos e difíceis que encontramos nas páginas das Escrituras. A grande maioria dos mestres cristãos prefere ou ignorar este tema ou quando tentam explicá-lo acabam caindo em um determinismo[1] tão cego que acaba por negar o que a Bíblia quer ensinar. Nos século XIX e XX os teólogos liberais e da chamada “Alta Crítica” evitaram discutir a doutrina da eleição como sendo algo inventado pelo apóstolo Paulo. Mas como veremos, mais adiante, Paulo não foi o único a ensinar essas verdades. Teólogos de todos os matizes têm se debatido aqui e ali com essa doutrina e nós faremos o mesmo. Quando usamos a expressão debater queremos deixar bem claro os seguintes parâmetros acerca das considerações que iremos fazer com respeito à gloriosa doutrina da escolha ou eleição divina.

1. Temos que admitir que na grande maioria das vezes, mesmo com a Bíblia, aberta diante de nós, acabamos tendemos a basear nossas convicções doutrinárias em nossas próprias idéias e não nas que nos são apresentadas nas Escrituras Sagradas.

2. Não devemos, em nenhuma hipótese, abordar o estudo da escolha ou eleição divina de forma apaixonada e muito menos de forma dogmática. Nessa questão, como veremos, não pode existir nenhum “dono da verdade”. A atitude mais correta diante de tão gloriosa verdade é a de reverência e adoração.

3. Quando nos colocamos diante de Deus para considerarmos a doutrina da escolha ou eleição divina nós precisamos compreender que estamos diante de Deus, na situação descrita pelo profeta em —

Jeremias 18:1—6

1 Palavra do SENHOR que veio a Jeremias, dizendo:

2 Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.

3 Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas.

4 Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu.

5 Então, veio a mim a palavra do SENHOR:

6 Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? —diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.

4. E mais, o apóstolo Paulo deixa bem claro que Deus não se agrada quando queremos discutir com Ele — Deus — acerca de coisas das quais não entendemos

Romanos 9:19—20

19 Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade?

20 Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? 

O exemplo de Jó fala de forma clamorosa acerca desta verdade — ver Jó 38:1—41:34 e

Jó 42:1—6

1 Então, respondeu Jó ao SENHOR:

2 Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.

3 Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia.

4 Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás.

5 Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.

6 Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.

5. O motivo porque aqueles que querem explicar nos mínimos detalhes essa doutrina fracassam é porque não querem admitir que Deus, na Bíblia, não responde a todas as nossas perguntas acerca desse assunto. Em nenhum lugar das Escrituras encontramos uma explicação filosófica ou teológica completa acerca da escolha ou eleição divina.

6. De fato o apóstolo Paulo nos diz que:

1 Timóteo 3:16

Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória. 

Temos que nos recolher à nossa própria insignificância. Não podemos sequer começar a entender o mistério das duas naturezas em uma Pessoa — o Senhor Jesus Cristo — ou a santa verdade das três pessoas — Pai, Filho e Espírito Santo — num único Deus.

7. Mas nossas mentes e compreensão não são somente pequenas e finitas. São também pecaminosas e perversas. Esse é o motivo porque na história da igreja nós podemos encontrar incontáveis heresias. Muitas pessoas que não querem admitir suas limitações e nem desejam se submeter à revelação divina acabam por, seguindo as inclinações de seus próprios corações pecaminosos, inventando doutrinas heréticas que terminam por arrastar verdadeiras multidões para o erro e para a perdição eterna.

8. Temos que nos conformar, engolindo nosso orgulho e arrogância, de que somos simples criaturas, mesquinhas e desprezíveis. Não podemos ter a pretensão de que nossas mentes nanicas podem entender a mente infinita e inescrutável do Deus Eterno e Todo-Poderoso —

Romanos 11:33—36

33 Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!

34 Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?

35 Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído?

36 Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!

Note como nestes versículos não há espaço para nada que não seja Deus mesmo! 

9. Uma vez feitas estas ponderações vejamos o que a própria Bíblia nos diz acerca dessa gloriosa doutrina da escolha ou eleição divina. É fato que encontramos nas páginas da Bíblia várias afirmações que nos falam da grande verdade que Deus nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo conforme o versículo de Efésios 1:4 que estamos agora analisando.

Ao contrário da acusação tão comum de que a doutrina da escolha ou eleição divina não passa de uma invenção do apóstolo Paulo é no evangelho escrito pelo apóstolo João que vamos encontrar uma apresentação bastante sólida dessa verdade. Vamos começar com as colocações feitas por Jesus em João capítulo 6.

CONTINUA...


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA IGREJA COMO CORPO DE CRISTO E NO PLANO ETERNO DE DEUS

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 001 — A Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 002 — A Unidade de Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 003 — Como a Unidade Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 004 — Como o Amor Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 005 — Unidade em Meio à Diversidade

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 006 — Unidade Com Variedade Mas com Harmonia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 007 — A Igreja Como o “Mistério” de Deus e Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 008 — Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 009 — A Bênção Espiritual — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 010 — As Regiões Celestiais — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 011 — Nossa Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — Parte 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 012  A —Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 013 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 003

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 014 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 004

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 015 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 005

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 016 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 006

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 017 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 007 — O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 018 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 008 — Por que O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 019 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 020 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 021 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-igreja-como-corpo-de-cristo-e-no_6.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] O Dicionário Aurélio Século XXI define “Determinismo”, como: a Relação entre os fenômenos pela qual estes se acham ligados de modo tão rigoroso que, a um dado momento, todo fenômeno está completamente condicionado pelos que o precedem e acompanham, e condiciona com o mesmo rigor os que lhe sucedem. Se relacionado a fenômenos naturais, o determinismo constitui o princípio da ciência experimental que fundamenta a possibilidade de busca de relações constantes entre os fenômenos; se se refere a ações humanas e a decisões da vontade, entra em conflito com a possibilidade da liberdade.