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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

MARCO FELICIANO: ACUSADO DE ASSÉDIO SEXUAL E VIOLÊNCIA. ELE NEGA.


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O artigo abaixo foi publicado no site do UOL notícias e é de autoria de Leandro Mazzini

O caso Pr. Feliciano – Mulher acusa deputado de assédio sexual e recua

Leandro Mazzini

Jovem acusa deputado de soco na boca e tentativa de estupro dentro do apartamento funcional.

Há registros de conversas no Whatsapp entre os dois.

Ela relata pressão de pessoas para que suma de Brasília e não faça B.O.

Hoje, fora de Brasília e longe da família, ela recua misteriosamente e grava vídeo a favor de Feliciano (que depois é retirado do Youtube pela mesma)

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Marco Feliciano

O roteiro é um script instigador para uma investigação das Polícias Civil e Federal, pelo personagem envolvido. A Coluna já havia dado uma dica há uma semana.

Uma jovem estudante de Brasília, de 22 anos, militante da Juventude do PSC, acusa o deputado federal Pastor Feliciano (PSC-SP) de assédio sexual, agressão grave e tentativa de estupro. E entregou ao repórter há dias o que aponta como provas da tentativa (veja abaixo).
O enredo, os personagens e o que aconteceu até hoje o leitor vai saber agora. Acompanhado do advogado da Coluna, o repórter se encontrou com ela numa cafeteria no Sudoeste, na última quinta-feira à tarde, e ouviu o seguinte relato abaixo. O jornalista E.B., que veio de São Paulo para orientá-la, foi testemunha:

Youtuber e famosa na internet (tinha uma página no Facebook com mais de 200 mil seguidores, segundo conta, e que misteriosamente foi 'derrubada' do ar ), cristã e frequentadora da mesma igreja de Feliciano, ela viu o deputado-pastor se aproximar muito intimamente nos últimos meses. Passaram a ser amigos quando ele propôs ser seu guia espiritual.

APARTAMENTO FUNCIONAL

O episódio da agressão ocorreu, segundo a jovem, no apartamento funcional dele, na quadra 302 Norte na capital federal. Era manhã da quarta-feira dia 15 de junho em Brasília quando uma desconhecida tocou insistentemente a campainha da sala até ser atendida pelo inquilino, esbaforido e tenso.

A estranha disse que ouvira gritos e perguntou se estava tudo bem; ele acenou que sim, e ela errara a porta. O engano, porém, foi pertinente A vítima relata que era agredida e gritava por socorro – e se salvou de sexo à força. O agressor era, segundo ela, o deputado federal Marco Feliciano, pastor evangélico e propagandeado como um dos bastiões da moralidade familiar.

“Você está gritando muito!, vai embora!'', teria dito Feliciano.

Até o som da campainha, Feliciano a agredira com um soco na boca e puxões pelo braço para sua suíte, relata a jovem. Após ver negada a proposta de ela ser sua amante com alto salário e cargo comissionado no PSC, ele passou a agredi-la fisicamente. Tentou beijá-la após o soco, os lábios sangravam. Deixou-se arrastar para o quarto dele, segundo narra, com o medo de a situação piorar e por temer por sua vida, mas continuou lutando por sua dignidade, até a desconhecida aparecer na porta errada.

“Ele estava diferente, com os olhos vermelhos. Ele queria que eu terminasse com meu namorado e ficasse com ele'', explica a jovem.

OS DIÁLOGOS GRAVADOS

Poderia ser invenção de uma garota que tenta fama na internet com o caso, não fossem as transcrições entregues por ela.

Ela o procurou depois, e deu-se a seguinte conversa pelo aplicativo Whatsapp, em mensagens do celular que são atribuídas ao deputado Feliciano. Num encontro há semanas, segundo ela relata, ele pegou o seu celular à força e apagou todas as mensagens entre eles, mas a jovem conseguiu resgatá-las no ICloud de seu computador.

(Vale ressaltar, dois funcionários do PSC confirmaram que o número do celular era o pessoal usado pelo pastor-deputado, que trocou de telefone há dias):

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Mensagem atribuída a Feliciano

Depois desta mensagem, segundo a garota, deu-se o seguinte diálogo pelo app (a escrita atribuída a ele está na caixa branca )

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Em outro momento do diálogo pelo app, de acordo com a jovem, Feliciano a mandou mais mensagens no celular, a provocando:

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ASSÉDIO MORAL

Desde que decidiu denunciar o caso – nas trocas de mensagens com este repórter ela disse em momentos seguidos que não recuaria – a jovem se viu cercada pelas mais diversas pessoas com interesses não muito claros.

Ela procurou ajuda com importantes nomes do PSC, os quais a mandaram 'sumir', segundo conta. Até o caso chegar à Coluna, através de um amigo ex-professor.

Nos últimos cinco dias, os mais estranhos acontecimentos cercaram o cotidiano da jovem, que foi relatando tudo para este repórter pelo aplicativo: um homem do Rio ligou para ela, ciente da história, se apresentando como agente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e perguntando quem a estava ajudando. Foi desmascarado quando a Coluna consultou a associação de servidores da Agência. Seu número de celular e seu nome – que por ora será preservado – estão nas mãos das autoridades.

A página dela no Facebook foi retirada do ar repentinamente – e ela teria recebido um alerta de assessores de Feliciano (aqui, mais um mistério, há dois dias sua página voltou ao ar, e é por ela que a garota tenta se explicar após mudar de opinião). Na quinta-feira, surgiu em Brasília vindo de São Paulo o jornalista Emerson Biazon, a pedido da mulher, para orientá-la. O advogado da Coluna foi testemunha.

SUMIÇO MISTERIOSO

A menina saiu de Brasília no sábado, e disse que precisava de um tempo, mas há informações de que ela continua assessorada por Biazon, que não deu mais notícias nos telefones que deixou com a Coluna, apesar das tentativas de contato nos últimos dois dias.

A jovem sumiu do radar de sábado até a madrugada desta terça, quando contatou o repórter e disse que estava bem – ela só retornou às ligações após coincidentemente o repórter procurar o assessor de Marco Feliciano ontem à noite.

A manhã desta terça-feira seria mais uma misteriosa do caso polêmico não fosse a atitude de um outro jornalista, que soube primeiro do episódio. Ciente de que ela sumira de Brasília, com o intuito de ajudar, segundo relata, e preservar a integridade da garota, seu ex-professor Hugo Studart publicou na sua página no Facebook o caso, nomeando Feliciano e citando as iniciais da garota – mais mistério, à tarde seu post foi tirado do ar, não foi ele.

Youtuber – como já citado – a garota enfim resolveu aparecer diante da polêmica. Vale lembrar que o professor em nenhum momento cita seu nome, embora revele a polêmica e nomeie o deputado. Mas para a surpresa de todos os envolvidos na história, a jovem gravou um vídeo de poucos segundos elogiando Feliciano e chamando o professor de mentiroso.

Confrontada pela Coluna diante de todo o histórico de mensagens trocadas com o repórter, e de testemunhas no encontro no café, e das evidências de provas passadas por ela à Coluna, a garota retirou o vídeo do ar.

RESPOSTAS

Atualização terça, 2, 20h41 –   A Coluna entrou em contato com Talma Bauer, delegado civil licenciado de São Paulo e assessor de Feliciano. Ele disse que não conhece a garota, e que não havia agenda disponível hoje para conversa com o repórter sobre o caso. Avisado por e-mail para uma posição oficial do parlamentar, não respondeu a mensagem enviada na manhã desta terça (2). Às 20h30 enviou uma nota oficial:

“Informo que desconheço tais acusações e as referidas mensagens postadas. Conheço a jovem por meio de sua participação no PSC, é uma grande lutadora contra o aborto e a favor das causas sociais. A conheço da mesma forma que conheço tantos outros jovens ao meu redor''.

Segue a nota do assessor de Feliciano: “Tenho uma honra ilibada e tais acusações são descabidas. Respeito minha família, o povo brasileiro e principalmente minha fé! E peço que assim o façam! Assim eu encerro tal assunto, deixando nas mãos das autoridades''. (Detalhe: a jovem relatou à coluna que se encontrou com Bauer durante uma hora numa lanchonete em Brasília)

Há informações de que a garota tenta, agora, explicar sua versão para jornais e revistas. Por se tratar de um episódio grave envolvendo uma jovem e um conhecido parlamentar, muito votado, e com história ainda mal explicada, cabe às autoridades policiais tomarem a frente da situação para esclarecer à população.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


NOSSO COMENTÁRIO

Conforme nossa posição, já bem conhecida dos leitores, pedimos que ninguém pule para as conclusões antes que o devido processo legal percorra todo seu curso.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS É CONDENADA NA JUSTIÇA DO TRABALHO



De acordo com notícia publicada no site COAD NOTÍCIAS, a Igreja Mundial do Poder de Deus comandada pelo falso mestre Valdemiro Santiago foi condenada, em segunda instância, a indenizar um ex-funcionário por tratá-lo como: BURRINHO, MACAQUINHO E JEGUE.

Esse belo exemplo de falta de civilidade e absoluta falta de consideração e amor cristão foi desculpado pelos advogados da IMPD como “brincadeiras”.

Segue o artigo original publicado no site do COAD.

Direito do Trabalho

Igreja Mundial do Poder de Deus é condenada por assédio moral

Burrinho, macaquinho e jegue. Era assim que um empregado da Igreja Mundial do Poder de Deus era constantemente chamado pelo bispo responsável pela igreja e por outros pastores. Contratado como editor de vídeo, o empregado chegou a exercer também a função de supervisor do programa do bispo e sofria essas ofensas sempre que havia um imprevisto ou algum erro na produção do programa.

Os fatos foram confirmados por testemunhas, que contaram que o bispo ria e achava graça da situação. Ainda de acordo com as testemunhas, o reclamante chegou a ser colocado sem trabalhar, durante três dias, na cozinha do estabelecimento. Para a 2ª Turma do TRT-MG, que acompanhou o voto do desembargador Anemar Pereira Amaral, o assédio moral ficou plenamente caracterizado, justificando a reparação por parte do empregador. Por esse motivo, a sentença que julgou procedente o pedido de indenização formulado pelo reclamante foi confirmada pelos julgadores. No entanto, o valor fixado em 1º Grau foi reduzido para R$ 15 mil.

Em seu recurso, a ré negou que tivesse praticado qualquer ato ofensivo à honra do reclamante. Segundo alegou, no máximo, havia brincadeiras comuns a um ambiente de trabalho descontraído. Mas esses argumentos não foram acatados pelo relator. Com base nas declarações das testemunhas, ele ponderou que as "brincadeiras" relatadas não condizem com a atmosfera de respeito e dignidade que deve existir no ambiente de trabalho. Conforme explicou o magistrado, a conivência do empregador com a situação é o suficiente para justificar a condenação. No caso do processo, ainda mais, já que chefe participava das brincadeiras ofensivas.

"A figura do assédio moral se caracteriza pela conduta abusiva do empregador ao exercer o seu poder diretivo ou disciplinar, atentando contra a dignidade ou integridade física ou psíquica de um empregado, ameaçando o seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho, expondo o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras. Existindo prova de tais fatos nos autos, é devida a respectiva indenização reparadora", constou da ementa do voto.

O desembargador esclareceu, ainda, que o dano, no caso, é presumido. Ou seja, a vítima não precisa provar o dano em si, mas apenas a prática do ato ofensivo. Nesse caso, deve ser considerado, como parâmetro, o homem médio. "A expressão 'dano moral' não mais se restringe à sua concepção original ligada ao aspecto subjetivo, à ideia de dor, sofrimento, angústia, bastando o aspecto objetivo da lesão, identificado na violação da órbita jurídica do lesado como projeção de sua dignidade", explicou o relator.

Portanto, entendendo que a igreja vulnerou valores humanos do trabalhador protegidos pela Constituição Federal, a Turma de julgadores considerou devida a indenização por dano moral.

Processo: 0000788-40.2012.5.03.0016 RO

FONTE: TRT-3ª Região

O artigo original pode ser visto por meio do link abaixo:


É uma vergonha que alguém que se diz representante de Deus, seja condenado na justiça dos homens, justamente, por assédio moral e tratamento abusivo sob a alegação de “brincadeira”.

Para meditar quanto a defesa apresentada pela IMPD:

Provérbios 26:18—19

18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,

19 assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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