
Desde que eu me entendo por gente e
isso muito antes de me converter ao Senhor Jesus, eu tive a oportunidade de
ouvir um sem número de vezes a velha história acerca da chamada teoria da
evolução. Em todos esses discursos era muito raro ouvir falar sobre o “elo
perdido” — assim mesmo no singular.
Homem de Pequim considerado um elo perdido. Foi reconstruído a partir da descoberta de uns poucos ossos.
Mais tarde eu tive a oportunidade de
morar durante onze anos nos EUA. Uma boa parte desse tempo eu morei na ilha de
Manhattan, parte do complexo de cinco distritos que compõem a cidade de Nova
Iorque.
Um dos museus que o pessoal que passava
pela minha casa nos EUA mais gostava de visitar era o Museu de Ciências
Naturais. O museu é gigantesco e se estende da rua 77 até a rua 81 do outro
lado de uma das laterais do Central Park.
Foto do interior do Museu Nacional de História Natural em Noba Iorque
Nessas visitas não era incomum
encontrar grupos de estudantes sendo ensinados as mesmas e velhas histórias
acerca da “teoria da evolução” como se fosse a mais absoluta das verdades.
O discurso de sempre é o mesmo com
pequenas variações e diz mais ou menos o seguinte:
“Cerca de 4 milhões de anos atrás —
será que eles têm a mínima noção do que estão falando? — alguns animais
semelhantes aos macacos, começaram a andar de forma ereta, dando os primeiro
passos para se tornarem seres humanos. O tempo, o
acaso e
a luta pela sobrevivência continuaram nos moldando”.
De acordo com o autor de muitos livros
de ficção Carl Sagan: “Somente com a morte de um imenso número de organismos
levemente mal adaptados, nós somos cérebros e tudo o mais nos dias de hoje”
O doutrinamento prossegue: Com o
passar do tempo grupos sociais se transformaram na principal razão da nossa
sobrevivência, à medida que a família humana evoluía enquanto o prazer sexual
era oferecido em troca de comida e proteção. Essa parte da explicação casa com
a teoria de Boyce Rensberger, que escreveu um artigo acerca do modo como o sexo
“animal” tornou-se a afável expressão “fazer amor” entre os seres humanos. E
prosseguem: Hoje em dia nós somos capazes de direcionar nossa evolução futura,
mas para evitar nossa extinção nós precisamos estar cientes de nossa origem
animal e dos nossos instintos. Assim, podemos dizer que a “evolução” é
“ciência” da sobrevivência humana.
Olha, eu não arriscaria a minha vida
para defender que o ensinamento acima é 100% exato. Mas tendo ouvido e lido
essa mesma história por centenas de vezes é impossível não notar que as mesmas mantêm
certos elementos inalterados. Por exemplo: todas essas apresentações estão
repletas de especulações compostas, geralmente envolvendo detalhes sexuais
explícitos e sempre incluem
uma palavra que dá a impressão de que a verdadeira salvação encontra-se na
“ciência”.
Essas mentiras são apresentadas como “fatos” e “ciência”, mas não se oferece
nenhum material que justifique as mesmas. Também, como seria possível, trata-se
de mentiras. Independentemente de tudo isso, essa é a apresentação que nos é
servida todos os dias, seja nas escolas — no meu primeiro ano de Comunicação
Social em 1974 o professor da Matéria de Comunicação Visual e Oral já usava
tais argumentos ridículos — seja nos programas infantis, ou nos canais profissionais
como o History, o Discovery o NatGeo e etc. A verdade é uma só: TODO MUNDO
MENTE, quando o assunto é a origem humana amparada na falsa e moribunda teoria
da evolução. Todavia, os proponentes dessa teoria são sempre apresentados como
doutores em seus respectivos campos de atuação. Mas as coisas não são como
parecem. Existem cientistas que duvidam que outros cientistas tenham qualquer
ideia verdadeira acerca das afirmações mentirosas que fazem em tais programas
apenas para aparecer. No final do artigo ofereço alguns links para artigos em
que desmantelamos por completo as bobagens do biólogo nigeriano, Dr. Richard
Dawkins, e sua crença na teoria da evolução, além de outro tratando da evolução
e de Charles Darwin, especificamente.
Mas, diante de tudo isso, nós
precisamos nos perguntar quais são mesmo os fatos acerca da origem da Raça Humana?
É com profundo pesar que temos que admitir a constatação que tais fatos não
estão disponíveis para a maioria das pessoas porque o negócio envolvendo a
fantasia evolucionista rende muito dinheiro para todos esses chamados
“especialistas”. Tudo o que eles nos apresentam, seja em revistas chamadas
científicas, programas de TV e etc. são obras de arte de reconstruções baseadas
na farta imaginação dos criadores das ideias de como tudo se passou, desde os
macacos até chegarmos aos seres humanos.
Uma das questões mais graves é que em
nenhuma dessas apresentações, incluindo-se aí livros-textos, enciclopédias e
artigos publicados em jornais e revistas apresentam as seguintes verdades de
modo claro e explícito:
1. Evolucionistas de renome admitem
que os chamados “elos perdidos” entre os macacos e os seres humanos continuam
PERDIDOS, e eles não têm a menor ideia de onde os mesmos poderiam ser
encontrados.
2. Os supostos “elos perdidos” entre
os grupos de plantas e animais, também continuam PERDIDOS e eles também não
sabem nem por onde começar suas pesquisas.
A prova desse estado de coisas pode
ser encontrada no artigo escrito por Stephen Gould intitulado “Man a Subtle
Accident” — O Ser Humano, um Acidente Sutil”, que foi publicado 1980. De fato,
é somente na Bíblia que encontramos uma explicação satisfatória de como os
seres humanos surgiram no planeta Terra. Com esse intuito em mente queremos
oferecer, para a apreciação dos nossos leitores, os seguintes fatos:
Concepção artística do homem de neandertal - ser humano
1. Os homens de Neandertal sempre
foram apresentados pelos evolucionistas como seres brutos, de peito largo e
pernas tortas e um verdadeiro elo entre os macacos e os seres humanos. Mas
pesquisas recentes nos informam que várias doenças ósseas comuns entre os
neandertais provam que os criacionistas estiveram sempre certos e que os
neandertais eram apenas pessoas, completamente humanas.
Mas tem mais ainda. Não foram apenas o
neandertais que foram considerados como seres sub-humanos pelos “doutores”
evolucionistas.
John Langdon Down
O afamado Dr. Down - John Langdon Down - chamou a síndrome
por ele diagnosticada de “Idiotia Mongolóide”, por que, devido a preconceitos
inconfessáveis, imaginava que as crianças nascidas com essa condição — uma
adição no cromossomo 21 chamada de trissomia do cromossomo 21 — representavam um “retrocesso” ao estágio mongoloide da evolução humana. Mais triste ainda são as palavras de Henry Fairfield Osborn, notório defensor da evolução por meio da adoção do chamado homem de Nebraska - ler mais adiante - que certa vez escreveu o seguinte: “cientistas ‘imparciais’ classificariam os
seres humanos não apenas em diferentes espécies, mas também em diferentes
gêneros, inclusive”. Prosseguindo ele disse: “O padrão de inteligência médio de
um adulto negro — a quem o evolucionista Dr. Osborn classifica como uma espécie
sub-humana distinta — é semelhante ao de uma criança de onze anos da espécie Homo Sapiens”.
Todas essas ideias, é bem verdade, são
rejeitadas pela maioria dos evolucionistas da atualidade, mas eram considerados
como “fatos científicos a favor da evolução” nos dias de Osborn e no
entendimento de como a ciência entendia essas coisas nas décadas de 1930 e
1940. Enquanto isso a Bíblia se mantinha estável ensinando que todos os seres
humanos são criaturas de Deus.
O
Homem de Pitdown

Doutores evolucionistas contemplam restos do famoso homem de Pitdown
É muito provável que não exista uma
mentira maior na área do evolucionismo do que essa, que foi chamado de “homem
de Pitdown”. Mas de 1912 — quando a mandíbula foi encontrada — até 1950, a
mensagem das chamadas “otoridades” científicas era bem clara: “Você pode
acreditar na criação se você assim desejar, mas os fatos estão todos do lado da
evolução”. Os fatos nesse
caso específico revelaram que a mandíbula atribuída ao inventado “homem de
Pitdown” não passava de uma mandíbula de macaco, com dentes humanos obturados, “encontrada”
ao lado de um crânio humano. Tanto a mandíbula quando o crânio haviam sido
tratados quimicamente para parecerem mais velhos.
Durante 38 anos os evolucionista sustentaram uma grossa mentira que eles sabiam
que era mesmo uma mentira!
O famigerado homem de Pitdown,
todavia, provou-se valiosos, pelo menos numa coisa: trata-se da velha pergunta
que diz: “É possível que todos os cientistas estejam virtualmente errados numa
questão tão importante quanto a origem dos seres humanos’? A resposta mais
enfática que nos é oferecida pelo homem de Pitdown é um sonoro: SIM! Mas essa
não teria sido nem a primeira nem a última vez que isso aconteceu e continua
acontecendo. Durante os anos em que se acreditou na “veracidade” do homem de
Pitdown, cerca de 500 teses de doutorado foram escritas e defendidas tratando a
descoberta como científica. Nenhum de todos os “doutores” que escreveram sobre
o homem de Pitdown foi capaz de enxergar a mentira, a invencionice e a
canalhice por trás de toda aquela patifaria. E esse senhores esperam serem
levados a sério mesmo em nossos dias.
É lícito nos perguntarmos o que vai
acontecer com os “fatos científicos da evolução” dos dias de hoje, daqui a,
digamos, 50 anos? Quanto ao que a Bíblia diz acerca disso, continua verdadeira
a frase do teólogo reformado Francis A. Schaeffer que disse: “Não há, nem nunca
haverá nenhuma contradição definitiva entre a ciência e as Escrituras
Sagradas”.
Seres
Humanos Inventados a Partir de Um Único Dente
o Dr. Henry Fairfield Osborn e sua concepção do homem de Nebraska, reconstruído a partir de um único dente, de um porco extinto!
Uma das mais dramáticas
invencionices dos defensores da “teoria da evolução” trata do chamado “Homem de
Nebraska”, chamado cientificamente de: Hesperopithecus haroldcookii. As curiosas peças de exibição, geralmente
mostravam o tal “homem” reconstruído com pele, pêlos, cabelos, e toda sua
família! Agora é da maior importância que digamos aquilo que foi sonegado
durante muito tempo pelos promotores do “Homem de Nebraska”, como mais um elo
perdido entre os macacos e os seres humanos. Toda a fantasiosa reconstrução do
tal homem estava baseada na descoberta de um único dente! Haja imaginação e
criatividade. E o pior, é que muitos criacionista aceitaram esse embuste para
defender suas ideias. Bando de amadores. No final das contas
descobriu-se que o tal dente que foi encontrado em 1917, não passava do dente
de um porco extinto. Mas muitas
carreiras avançaram, muitos prêmios foram concedidos e muitas aleivosias contra
as Escrituras Sagradas foram levantadas, até que o embuste foi revelado e a
casa de cartas rui, silenciosamente. Ninguém noticiou nada. Foi como se não
tivesse existindo. Falou-se muito da “descoberta”, mas não se falou nada da
verdadeira descoberta!

Ramapithecus
Tudo isso ensinou os
evolucionistas modernos a serem um pouco mais cuidadosos com suas “descobertas”
e “afirmações científicas”. Mesmo assim, foi apenas em 1979 que uma descoberta
que recebeu o nome de Ramapithecus — que foi reconstruído na forma de um bípede com base
apenas numa mandíbula com dentes — foi definitivamente descartada como sendo
uma representação FALSA pelos evolucionistas e como não tendo qualquer coisa a
ver com o surgimento da raça humana sobre a Terra.
Mas mesmo nos dias de hoje, um objeto de pesquisa chamado de Aegyptopithecus
— não confundir com o mosquito da
dengue, risos — é apresentado como sendo o “ancestral psicológico” —
risos — dos seres humanos, com base exclusivamente na criativa análise
comportamental dos caninos encontrados nos machos.
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Uma das muitas concepções de Lucy
Todo mundo com mais de 50 anos vai se lembrar de “Lucy” e dos Australopithecines
ilustrando a capa da revista TIME,
e saudada com a descoberta definitiva do elo perdido entre macacos e seres
humanos. Essa história permanece até hoje, apesar de não termos registro de
nenhum desenvolvimento posterior que vá além do estardalhaço feito na TIME, na
década de 1970. Por outro lado, criacionistas não perderam tempo e copiaram o
crânio apresentado pelo Dr. Donald Johnson, descobridor de Lucy, e exibem
cópias do mesmo ao lado de crânios de chimpanzés, provando que os dois são
praticamente idênticos. Ou seja, Lucy não é ancestral humano é apenas mais um
macaco querendo aparecer. As semelhanças são tão grandes entre os dois crânios
que a verdadeira ciência resolveu chamar os chimpanzés modernos de Australopithecines
Africanus. O próprio Dr, Johnson admite hoje, que Lucy é ainda mais
“primitiva” que os chipanzés modernos. Assim podemos afirma com tranquilidade,
que Lucy e seus parentes são apenas parte da grande variedade de macacos, e
nada, além disso.
Mas nesse ponto algum defensor da chamada “teoria da evolução”
poderia objetar nossos argumentos sobre Lucy, dizendo o seguinte: “Existe uma diferença
crucial na comparação feita entre Lucy e os chimpanzés: Lucy andava ereta e
isso é suficiente para transformá-la numa legítima ancestral dos seres humanos”.
Mas que grande tolice. Qualquer antropologista evolucionário é capaz de nos
dizer que os chimpanzés que habitam as florestas tropicais passam boa parte dos
seus dias na posição ereta. Que conclusão podemos tirar: podemos admitir que o
fato de Lucy andar ereta faz ela parecida com os seres humanos, como também a
faz parecida com os chimpanzés modernos. E no restante? Ah!, no restante ela é
apenas uma macaca velha mesmo.

Pegadas de Leteoli
Outro fato acerca do quão pouco se fala, ainda em conexão com Lucy
é que temos evidências que pessoas já andavam eretas antes de Lucy ser
fossilizada. Exemplos desse caso são: o hominídio Kanopi, o homem Castenedolo e
é possível que as marcas de pés descobertas por Mary Leakey — marcas de pés de
Laetoli — bem como as marcas semelhantes a pés humanos preservadas juntamente
com pisadas de dinossauros no fundo rochoso do rio Poluxy, no estado do Texas
nos EUA, sejam mesmo de seres humanos. Nesse caso, SE pessoas já
andavam eretas antes de Lucy, ela fica definitivamente descartada como sendo
nossa ancestral.
Mas uma pergunta intriga a todos nós criacionistas: Lucy andava
ereta mesmo? Estudos das características anatômicas feitos em alguns desses
fósseis nos servem como advertência contra a pronta aceitação dessa história,
de acordo com o anatomista Charlews Oxnard, numa publicação dirigida para
professores de biologia. Com base numa análise multivariada, uma técnica
computacional objetiva usada para fazer análises de esqueletos, o professor
Oxnard chegou às seguintes conclusões:
A evidência é bem clara que os australopithecines
não andavam eretos, pelo menos não na forma que os seres humanos fazem. O
professor Oxnard recomenda que todos sejam críticos. Que ensinem, escrevam
artigos e etc., que conduzam as pessoas a examinarem que “fatos” realmente
sustentam essas teorias tão populares baseadas nas opiniões de medalhões —
geralmente com intenções inconfessáveis — e que aprendam a explorar teorias
alternativas e que testem todas as ideias e suposições usando as evidências
disponíveis.
Diante disso só temos a lamentar que a vasta maioria das pessoas não
podem pensar de forma crítica, se tudo o que conhecem e que lhes é apresentado é
que a evolução é a única opção verdadeiramente aceitável pela “ciência”.
Todavia, muitos professores em nossos dias já reconhecem que a apresentação da “teoria
da evolução” com única opção viável, não é boa ciência e leva todos a se
perguntarem: como a ciência pode ser tão tacanha ao desconsiderar qualquer
outra possibilidade, que não seja a única que lhe parece certa? Mas aos poucos,
mesmo as pessoas comuns começam a entender que a liberdade acadêmica precisa,
necessariamente, incluir a liberdade de discutir o como, mas também se a
evolução de fato aconteceu. E, mais importante ainda, precisamos ter a
liberdade de discutir a proposta dos evolucionistas de que a teoria deles é a única
alternativa lógica e cientificamente aceitável.
Uma das questões que mais me chocam é perceber o enorme descaso
dos chamados cientistas com alguns dos temas, usados inclusive por eles mesmos,
nos quais são incapazes de reagir às suas próprias tolices. Um caso típico é não
distinguirem objetos moldados pelo tempo e acaso daqueles que, evidentemente
foram desenhados por alguém inteligente.
De acordo com este modelo chamado de “científico” o Universo e
todas as leis físicas que encontramos em funcionamento foram criadas, meramente
pelo acaso durante o chamado “Big Bang”, que teria ocorrido de 15 a 20 bilhões
de anos. Para que não sejamos enganados é necessário entendermos como o
Dicionário Aurélio Século XXI define o termo “acaso”. Acaso: “é o conjunto de causas
imprevisíveis e independentes entre si, que não se prendem a um encadeamento
lógico ou racional, e que determinam um acontecimento qualquer”. De acordo com os
proponentes desta escola, “nós, os seres humanos, existimos através de um
complicado processo
aleatório — esse processo é dependente de fatores incertos, sujeitos ao acaso;
casual, fortuito, acidental – e que é pomposamente chamado de “evolução”. Para acomodar as
possibilidades de as coisas darem “certo”, nesse esquema, o que é praticamente
impossível diante da quantidade de possibilidades que precisaram “dar certo”,
para chegar onde estamos, é necessário tempo, muito tempo. Daí a figura
astronômica apontada acima. Dentro deste modelo devemos nossa presença aqui ao
total acaso. A religião é apenas um desenvolvimento natural dentro do processo
“progressivo” da evolução. De acordo com esse modelo nós cessamos de existir
quando morremos. Entre os defensores dessas idéias podemos encontrar o
romancista Isaac Assimov, o astrônomo Carl Sagan, o físico Stephen Hawking, o
paleontólogo Stephen Jay Gould e o biólogo e dublê de filósofo nigeriano,
Richard Dawkins.
Mas, como uma alternativa, existem muitos cientistas criacionistas
que afirmam que a evidência da psicologia anatômica e da genética nos capacita
a reconhecer que seres humanos e macacos são tipos que foram criados de modo
separado. Os fósseis encontrados até hoje indicam que os macacos e os seres
humanos existiam como tipos separados, mas com uma variedade limitada, tanto no
passado quanto no presente. Diante dessas evidências, muitos cientistas estão
agora desenvolvendo e começando a defender a Criação como um modelo científico,
capaz de competir com a “teoria da evolução” no mercado das ideias.
A questão crucial nesse processo todo é que: Aquilo em que você
acredita influencia o todo da sua vida. No caso envolvendo o Criacionismo e a
teoria da evolução, cada um de nós precisa avaliar os fatos e tomar a decisão
conforme sua própria consciência.
É uma pena que os ainticriacionistas não pensem assim e desejem
impor sua posição de todas as maneira e formas, especialmente nas escolas onde
as crianças e jovens estão mais vulneráveis. Por outro lado também não concordamos
com nenhuma escola, dita cristã, que produz seu próprio material escolar e
apresenta apenas a posição criacionista. A comparação é a única base para uma
tomada de decisão de acordo com a consciência de cada um. E é também, a única
verdadeiramente científica. Os elementos a serem utilizados são: a lógica, a
observação e os procedimentos testados e provados verdadeiros.
Os fósseis seriam um bom lugar para se começar. Qual é a inferência
mais lógica da nossa perspectiva de observação: Criação ou Evolução? Certamente
todos os leitores têm a capacidade para tomar uma decisão inteligente.
ARTIGOS ACERCA
DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS
Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis.
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