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domingo, 19 de fevereiro de 2017

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — MATEUS — PARTE 010 - AUTOR - PARTE 002


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Essa série pretende disponibilizar as informações mais importantes acerca de cada um dos 27 livros que compõem o Novo Testamento. Desde que lançamos nossa série de Introdução ao Antigo Testamento, muitos leitores têm nos questionando acerca de algum material semelhante com respeito ao Novo Testamento. Então, aproveitando que iniciamos uma série de estudos acerca dos manuscritos do Novo Testamento — tecnicamente chamada de “baixa crítica” — estamos usando essa oportunidade para lançar uma série que trate também do texto do Novo Testamento em si, e da interpretação geral do mesmo — “alta crítica”.

I. O EVANGELHO DE MATEUS

H. O Autor do Evangelho de Mateus

Há vários elementos internos que corroboram a autoria do Evangelho de Mateus ao publicano assim chamado —

Mateus 9:9

Partindo Jesus dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

Vejamos então algumas dessas evidências internas:

1. Mateus é o único dos evangelhos sinóticos — Mateus, Marcos e Lucas — que faz ume referência direta a Mateus com sendo um publicano ou coletor de taxas ou imposto.

Mateus 10:3

Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu.

Essa forma de referir-se a si mesmo é vista como uma maneira de demonstrar gratidão ao Senhor pelo chamado recebido que o libertou daquela vida de ganância e exploração de outras pessoas.

2. As passagens sinóticas do chamamento de Mateus dizem o seguinte:

Marcos 2:14

Quando ia passando, viu a Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

Lucas 5:27

Passadas estas coisas, saindo, viu um publicano, chamado Levi, assentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me!

De acordo com os textos acima, o homem que Jesus chamou para segui-lo e que trabalhava na coletoria de taxas e impostos era chamado Levi. É evidente que os três evangelhos estão tratando da mesma história. O Evangelho de Mateus, como citado acima, identifica esse mesmo homem pelo nome de Mateus. As listas dos evangelhos sinóticos são unânimes em apontar entre os apóstolos um único homem de nome Mateus — Ver Mateus 10:2—4; Marcos 3:16—18; Lucas 6:13—16. Essa mesma lista é ainda confirmada por —

Atos 1:13

Quando ali entraram, subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago.

Já Mateus 10:13 citada a cima, identifica esse Mateus com o mesmo coletor de impostos. Assim o círculo se fecha de maneira conclusiva: Mateus e Levi são uma e a mesma pessoa.

3. Existem outras interpretações disponíveis acerca da identificação de Mateus, o publicano, mas elas se caracterizam ou por serem fantasiosas demais, ou por não apresentarem nenhum indício de prova concreta.

4. Outro elemento interno que chama nossa atenção é a concordância entre a atenção dedicada aos detalhes, algo essencial à função de Mateus como coletor de taxas, e a forma metódica como ele organizou o material em seu evangelho, algo que já foi discutido em detalhes em estudos anteriores.

5. Outra característica que nos chama a atenção é que, Mateus é o único dos evangelhos sinóticos que na narrativa acerca da controvérsia sobre o pagamento do tributo — Mateus 22:15—22; Marcos 12:13—17; Lucas 20:20—26 — chama, a princípio, a moeda utilizada para tal de νόμισμα — nómisma  — que é traduzida por moeda do tributo e cujo sentido literal é moeda estatal, enquanto Marcos e Lucas se referem à mesma como sendo apenas δηνάριον — denárion — era também uma moeda romana de parta usada para remunerar um dia de trabalho.

Concluído podemos afirmar que não existem questões objetivas e prova práticas que nos conduzam a rejeitar as fortes evidências externas a favor do fato que Mateus, o publicano, foi o autor do evangelho que leva seu nome. As provas internas também ajudam a corroborar nossa conclusão nesse sentido. Reconhecemos que tal conclusão é limitada por cauda das fontes que temos disponíveis, o que possibilita o surgimento de inúmeros argumentos e especulações diversas. Muitos estudiosos modernos rejeitam a autoria apostólica do Evangelho de Mateus, mas não têm nada melhor para nos oferecer.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS — ESTUDO 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 002 — A FORMA LITARÁRIA DOS EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 003 — MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 004 — O LUGAR OCUPADO PELOS QUATRO EVANGELHOS NO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 005 —  A MELHOR FORMA DE ABORDAR OS QUATRO EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 007 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 008 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 003

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 009 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 004

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 005

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 006

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 007

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 013 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 008

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 010 — AUTOR — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 016 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 011 — DATA DA COMPOSIÇÃO
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/introducao-ao-novo-testamento-estudo_3.html

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 017 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 012 — IDIOMA ORIGINAL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/introducao-ao-novo-testamento-estudo.html

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 018 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MARCOS — PARTE 001 — CARACTERÍSTICAS — PARTE 001.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/07/introducao-ao-novo-testamento-estudo_14.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 20:1—16 — A PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA - SERMÃO 012



Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

AS PARÁBOLAS DE JESUS

Sermão 012

A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

Ou

A Parábola do Bom Empregador

Mateus 20:1—16 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha 


1 Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha.

2 E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para a vinha.

3 Saindo pela terceira hora, viu, na praça, outros que estavam desocupados

4 e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram.

5 Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma,

6 e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo?

7 Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha.

8 Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até aos primeiros.

9 Vindo os da hora undécima, recebeu cada um deles um denário.

10 Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes receberam um denário cada um.

11 Mas, tendo-o recebido, murmuravam contra o dono da casa,

12 dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.

13 Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário?

14 Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti.

15 Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu sou bom?

16 Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

Introdução

·       Existem 39 parábolas contadas por Jesus registradas nos Evangelhos. 

·       10 Parábolas aparecem exclusivamente no Evangelho segundo Mateus. Esta é uma delas. 

·       O enfoque desta parábola não são as relações econômicas entre patrões e empregados. 

·       Jesus não está tratando de justiça nas relações econômicas entre patrões e empregados. 

·       A parábola é acerca da graça de Deus e da bondade de Deus. É um desafio a ouvirmos as palavras do Salmista quando diz: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom” – Salmos 34:8

I. O Trabalho e os Trabalhadores – Mateus 20:2—7.

A. A Colheita das Uvas.

·       No hemisfério norte as uvas brotam em Julho e atingem a maturidade no mês de Setembro. Apesar de não sabermos o tempo certo podemos assumir que era Setembro próximo do fim do verão.

·       Em Israel, o mês de Setembro tem dias e noites de aproximadamente 12 horas cada. A luz do dia vai das 6 da manhã até as seis da tarde.

·       Nos dias de Jesus, descontadas as oras para as refeições e orações a jornada normal de um dia de trabalho era de 10 horas. 

·       O horário por volta do meio-dia era considerado como o de pior calor e é chamado de “o calor do dia” v.12. 

·       A parábola nos diz que um dono de casa resolveu colher suas uvas em um determinado dia. Os empregados fixos de sua casa foram para a vinha logo cedo, mas ele reconheceu a necessidade de contratar mais trabalhadores. 

·       Logo cedo foi à praça onde contratou um grupo de homens para o dia de trabalho tendo combinado o pagamento de um denário pelo dia de serviço, dinheiro este que era suficiente para as necessidades diárias de uma família naqueles dias.

·       Ao oferecer trabalho o dono da casa demonstrava sua bondade. Um dia de trabalho era considerado como uma verdadeira bênção para o trabalhador. 

·       O dono da casa percebe a necessidade de contratar ainda mais trabalhadores e retorna à praça entre oito e nove horas da manhã e contrata outros homens prometendo-lhes pagar o que fosse justo. Valores não são mencionados e os homens se dispõem a trabalhar por confiar na bondade do dono da casa. 

·       Por volta do meio dia o dono da casa retorna à praça para contratar mais trabalhadores. A necessidade da colheita era muito grande então ele vai à praça mais uma vez e contrata mais alguns homens por volta das três horas da tarde. 

·       Próximo do final do dia o dono da casa reconhece que seriam necessárias algumas mãos extras para terminar a colheita naquele dia e ele, então vai até à praça e contrata mais algumas pessoas por volta das 5 horas da tarde, faltando somente uma hora para o término do serviço. 

·       A necessidade de colher as uvas em um mesmo dia era devida aos seguintes fatos:

1. As uvas brotam azedas (salgadas) e à medida que amadurecem vão ajuntando açúcar e trocando o azedume por doçura.


2. A cada novo dia a concentração de açúcar aumenta até chegar no ponto ideal.


3. O ponto ideal representa o dia em que as uvas precisam ser colhidas sob o risco de passarem do ponto ideal!


4. O valor de mercado das uvas depende da concentração correta de açúcar nas mesmas.


B. As horas de Serviço e o Pagamento – v. 8—12.

·       A figura dominante na parábola é o dono da casa ou aquele que oferece o emprego. 

·       Ele é o que contrata, que ordena o pagamento e que confronta os murmuradores. 

·       De acordo com a lei judaica o trabalhador diarista devia receber seu salário no final do dia:

Levítico 19:13

Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até pela manhã.

Deuteronômio 24:15.

No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr-do-sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao SENHOR, e haja em ti pecado.


·     Normalmente os contratados mais cedo recebiam primeiro. Apenas este fato teria evitado a aparente confusão. 

·       O dono da casa manda que os contratados por último sejam pagos primeiro. Apesar de terem trabalhado apenas uma hora e não terem enfrentado o “calor do dia”, recebem um denário que correspondia a um dia inteiro de serviço. 

·       Os trabalhadores que foram contratados de madrugada, por um salário acertado, assumiram que receberiam mais que os que foram contratados por último. Ao receberem somente o denário contratado reclamam e acusam o dono da casa de fazer injustiça. Acusam do dono da casa de duas coisas: ver verso 12.

1.    De ser injusto com respeito às horas trabalhadas: 12 contra 1.


2.    De ser injusto quanto ao serviço prestado no calor do dia (meio dia) contra o serviço prestado no frescor do dia (fim do dia).


·       O dono da casa não se mostra ofendido. Chama o reclamante de amigo. A conotação de suas palavras é de reprovação, mas o tom é amigável. 

·       A acusação de injustiça não passa de um disfarce para a avareza e a inveja. O dono da casa não se preocupa em explicar, não discute nem se justifica. Ele não precisa! Ver versos 13 – 14. 

·       Na verdade quem sacrificou a parte econômica pela benevolência foi o dono da casa. A grande maioria dos trabalhadores experimentou a generosidade do dono da casa. Ele está sendo acusado por sua generosidade! 

·       O dono da casa demonstra bondade e gentileza enquanto eles demonstram inveja e avareza.

II. Graça

A. Conforme falamos na introdução esta parábola não tem a intenção de ensinar economia ou negócios. Ela não existe para ser usada como exemplo das relações humanas na área do trabalho e da administração.

B. O que a parábola ensina é que a graça de Deus é igual para todos os que se envolvem no trabalho do reino dos céus. Não é o tempo que conta e sim a oportunidade de servir. Uns podem ter uma oportunidade mais extensa para servir enquanto outros podem ter oportunidades breves. O tempo — duração — não é importante, a atitude de serviço sim!

C. O dono da casa pagou os trabalhadores não em função das horas trabalhadas, mas em função da necessidade que tinham de sustentar suas famílias.

D. Naqueles dias as pessoas acreditavam em méritos pessoais diante de Deus. Pensavam: “Se eu fizer mais terei mais para barganhar com Deus lá adiante”. O próprio apóstolo Pedro reflete esta doutrina ao fazer a pergunta que está registrada em
Mateus 19:27

Então, lhe falou Pedro: Eis que nós tudo deixamos e te seguimos; que será, pois, de nós?

A resposta de Jesus inclui a parábola que estamos discutindo.

E. No âmbito da graça não existem porcentagens porque todos temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça – ver João 1:16.

Conclusão:

1. No reino dos céus a graça de Deus é soberana e não existe espaço para o mérito humano.

2. O tempo de serviço — trabalho na vinha — não é importante. O que é importante é a oportunidade de servir, pouco importa por quanto tempo.

3. A parábola ensina a absoluta igualdade com que somos tratados por Deus. Este é o motivo porque Jesus diz que muitos últimos serão primeiros e muito primeiros serão os últimos

Mateus 19:30

Porém muitos primeiros serão últimos; e os últimos, primeiros.

Mateus 20:16.

Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

O que Jesus está dizendo é que no reino de Deus somos todos iguais. Somos todos insignificantes ou igualmente significantes.

4. Muitos naqueles dias achavam que por causa do zelo receberiam um lugar especial da parte de Deus. O mesmo é verdade nos dias de hoje. Este tipo de pessoa jamais consegue entender esta parábola e jamais conseguem entender como Jesus pode perdoar o ladrão na cruz. Alguns autores cristãos chamam esta parábola de a parábola da décima primeira hora e do ladrão na cruz! Ver

Mateus 27:39—44!

39 Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo:

40 Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!

41 De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam:

42 Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele.

43 Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus.

44 E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.

Mas aquele ladrão que se arrependeu encontrou pleno perdão dos seus pecados e recebeu de graça o dom da vida eterna!

Lucas 23:39—43.

39 Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também.

40 Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença?

41 Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez.

42 E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.

43 Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.


5. Salmos 103:1—10!

1 Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome.

2 Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.

3 Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades;

4 quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia;

5 quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

6 O SENHOR faz justiça e julga a todos os oprimidos.

7 Manifestou os seus caminhos a Moisés e os seus feitos aos filhos de Israel.

8 O SENHOR é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno.

9 Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira.

10 Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.
OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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