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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

UM ESTUDO ACERCA DO PECADO - PARTE 012 - O PECADO E A GRAÇA DE DEUS



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

12. Pecado e a Graça de Deus

Pecado, como falamos no primeiro estudo dessa séria, o pecado é a transgressão da lei, mas nunca fica só nisso. Como o propósito da lei era nos conduzir à graça de Deus e por consequência a Jesus, o pecado é sempre um ato contra a bondade e a graça de Deus.

Gálatas 3:16—25

16 Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.

17 E digo isto: uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a pode ab-rogar, de forma que venha a desfazer a promessa.

18 Porque, se a herança provém de lei, já não decorre de promessa; mas foi pela promessa que Deus a concedeu gratuitamente a Abraão.

19 Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador.

20 Ora, o mediador não é de um, mas Deus é um.

21 É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.

22 Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que creem.

23 Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se.

24 De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.

25 Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.

Essa qualidade do pecado como um ato contra a graça de Deus, nos mostra que o pecado não é nunca algo individual e sim algo coletivo e social. A graça de Deus é uma expressão da vontade de Deus onde Ele deseja estar em comunhão com o homem, fazendo com que este mesmo homem seja a favor tanto de Deus como do próximo —os dois grandes mandamentos —

Mateus 22:36—40

36 Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?

37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.

38 Este é o grande e primeiro mandamento.

39 O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.

O aspecto social da graça de Deus pode ser visto exatamente na demanda que devemos obedecer aos dois grandes mandamentos —

1 João 4:7—8

7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.

8 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.

Aquele que ama a Deus não pode odiar a seu próximo. E todo aquele que odeia a seu próximo não pode amar a Deus.

O pecado, como a rejeição do desejo gracioso de Deus para a vida em comunidade, é, portanto, algo coletivo. É um ato social mesmo na sua forma negativa como um ato anti-social. Por esse motivo, por ser o pecado um ato social, é que ele não é cometido somente individualmente, mas é também cometido por grupos sociais e pode ser personificado em estruturas sociais. Um país pode e, geralmente, peca tanto quanto o indivíduo. Existem pecados nacionais e países inteiros são chamados ao arrependimento e mudança de vida nas páginas da Bíblia, como encontramos, por exemplo, no livro de Jonas, onde Deus envia o profeta para anunciar um desastre (Jonas 3:4), mas em função do arrependimento dos Ninivitas Deus decide não levar adiante a destruição anunciada. De maneira semelhante a igreja pode pecar e ser ordenada a se arrepender e mudar de atitude, mas temos que admitir que muito raramente as igrejas fazem aquilo que exigem de seus membros. Existe muito abuso espiritual cometido pelas lideranças da igreja chamadas cristãs.

Esse caráter comunitário do pecado que reflete o aspecto comunitário da graça de Deus nos ajuda a entender porque a justiça não é um conceito individual, mas é sempre um conceito social. De fato não existe justiça individual separada da justiça social ou coletiva. Toda justiça é justiça social, porque a mesma é a expressão da santidade divina à medida que mantêm o propósito gracioso de Deus para o homem contra os assaltos do homem pecaminoso contra aquele mesmo proposto divino.

Ainda porque o pecado possui esta dimensão social e coletiva a distinção ética entre o “pessoal” e o “social” está arraigada em uma compreensão equivocada do pecado. Toda ética “pessoal” acaba sempre se tornando a ética do indivíduo versus a ética coletiva. Todo pecado é de fato pessoal, seja ele cometido por um indivíduo ou por uma coletividade, seja uma nação ou uma igreja. O mesmo é verdadeiro acerca do amor e do fazer aquilo que é certo. Mas não existe nada que possamos chamar de ética pessoal individual (que diz respeito ou é peculiar a uma só pessoa) da mesma maneira que não existe graça de Deus individual nem justiça individual. As ideias Bíblicas de graça, amor e justiça, bem como os ensinos Bíblicos de que o pecado original de Adão é o pecado de todas as pessoas e o ato de justiça praticado por Jesus que podem se transformar em um ato de justiça de todas as pessoas são completamente destruídos quando o pecado é definido individualmente com referência a uma compreensão legalista da lei, sem se fazer referência ao caráter social da graça de Deus.

Esse aspecto corporativo do pecado pode ser visto claramente nas páginas do Novo Testamento. Tomemos como exemplo a chamada “oração do Pai Nosso”. Note as palavras de Jesus especialmente no que diz respeito à “pessoa” dos verbos:

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;

venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;

o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;

e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;

e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! – Mateus 6:9—13.

A mesma verdade foi expressa em outra passagem do sermão do monte em —

Mateus 5:23 – 24 onde lemos:

Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta.

Nós só podemos orar a Deus como Pai, pedir pelo pão diário, pedir perdão por nossos pecados e livramento do maligno se usarmos pronomes plurais como vós e nós. Só podemos trazer nossas ofertas a Deus se estivermos em paz com nosso próximo. Só podemos adorar a Deus se fizermos justiça ao nosso próximo. É bobagem pensar que Deus vai nos aceitar quando temos ciência de que ofendemos alguém. Este é o maior motivo porque nossas orações não são ouvidas e nem nossa adoração é aceita por Deus. É nossa responsabilidade buscarmos viver em paz com todas as pessoas —


Romanos 12:18

Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013A — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 19 de julho de 2013

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 017 D


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 017D — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D


d. O Louvor de Zacarias – Lucas 1:67—79 — Continuação.

x. Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas – verso 78 — Continuação.

F. Em sexto lugar o profeta Jeremias reflete acerca do glorioso fato de que Deus irá retornar, de forma graciosa ao Seu povo com consolações proporcionais às aflições causadas

Lamentações 3:31—32

31 O Senhor não rejeitará para sempre;

32 pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias.

É por este motivo que o profeta decide ser penitente e paciente. De fato a compreensão de como Deus é gracioso e misericordioso é o maior incentivo ao arrependimento como proposto nos evangelhos, bem como à paciência cristã. Quando agimos assim nós podemos ter certeza de que:

1. Apesar de estarmos humilhados nós não perdemos nossa herança, continuamos filhos de Deus.

2. Apesar de estarmos humilhados não ficaremos para sempre neste estado, pois a controvérsia entre nós e Deus não é eterna.

3. Seja qual for a tristeza pela qual temos que passar ou estejamos passando a mesma é exatamente o que Deus tem designado para nós e Sua mão pode ser vista no controle de todas as coisas. É Deus quem causa a tristeza e por este motivo nós podemos ter a certeza que a mesma é sábia e graciosamente ordenada. Tal tristeza é sempre por um tempo e tem um propósito específico

1 Pedro 1:6—9

6 Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações,

7 para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo;

8 a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória,

9 obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma.

4. Que Deus tem guardado muitas consolações para aqueles que Ele tenha, por ventura, entristecido. É tolice pensar que quando Deus nos entristece o mundo pode nos consolar. O mesmo que nos entristeceu precisa nos trazer o consolo. Como nos ensina o profeta Oséias temos que nós voltar para Deus, pois foi Ele quem nos feriu e é Ele quem irá nos sarar

Oséias 6:1

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará.

5. Quando Deus se volta para lidar graciosamente conosco, Ele não O faz baseado em nossos méritos, mas de acordo com Suas misericórdias sim, de acordo com Sua multidão de misericórdias. Nós somos tão indignos que somente uma multidão de misericórdias pode, realmente, resolver nossa pecaminosidade. Todos aqueles que têm este tipo de expectativa não verão as aflições como algo negativo e sim como uma oportunidade de Deus derramar uma multidão de misericórdias!

G. Em sétimo lugar Jeremias nos lembra que todas as vezes que Deus causa dor e aflição, Ele tem um propósito sábio e santo e, em nenhuma hipótese, Deus se alegra em nos ver aflitos

Lamentações 3:33

Porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.

Deus de fato aflige e traz agravos sobre os filhos dos homens. Todas as aflições que vem sobre nós têm sua origem em Deus. Mas Deus não tem nenhum prazer em nos afligir. Destas duas últimas frases podemos concluir que:

1. Deus só nos aflige quando nós damos motivos para Ele assim proceder. Deus não dispensa Seus aborrecimentos da mesma maneira que ele dispensa seus favores. Deus não tem prazer em afligir, mas tem prazer em dispensar Seu amor e compaixão porque eles são imensos

Lamentações 3:32

Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias.

Quando Deus manifesta sua bondade Ele o faz porque isto lhe agrada, mas quando Sua receita envolve coisas amargas para nós é porque nós merecemos e precisamos destas coisas.

2. Deus não tem prazer em nos afligir. Deus não tem prazer na morte dos pecadores ou nas inquietações dos Santos, mas sempre nos aflige com certa relutância. É como se Deus tivesse que se deslocar do seu lugar, o assento de misericórdia, para nos afligir. Deus não tem nenhum prazer em ver nenhuma de Suas criaturas em estado miserável. E naquelas situações que envolvem Seu próprio povo Deus sofre juntamente com Seu povo, o Senhor se aflige com as aflições do Seu povo. Deus é movido à compaixão![1]

3. Deus preserva Sua bondade para como Seu povo mesmo quando o aflige. Como Deus não aflige de bom grado os filhos dos homens, muito menos Seus próprios filhos. Independente de qualquer coisa Deus é bom

Salmos 73:1

Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.

e os filhos de Deus precisam aprender a ver o amor no coração de Deus mesmo quando estão vendo o rosto irado de Deus e a vara da disciplina em Suas mãos.

H. Em oitavo lugar o profeta nos faz lembrar que apesar de Deus usar seres humanos como instrumentos para corrigir Seu próprio povo, Deus está muito longe de se agradar dos excessos que os homens cometem

Lamentações 3:34—36

34Pisar debaixo dos pés a todos os presos da terra,

35 perverter o direito do homem perante o Altíssimo,

36 subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?

Mesmo que Deus use para Seus próprios propósitos a violência de homens perversos e pouco razoáveis, ainda assim não podemos concluir que Deus aprova os métodos violentos e opressivos como somos, muitas vezes, tratados:

Habacuque 1:13

Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar; por que, pois, toleras os que procedem perfidamente e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?

O profeta Jeremias descreve duas maneiras pelas quais o povo de Deus é injuriado e oprimido pelos inimigos e nos assegura que Deus não aprova nenhuma delas:

1. Se os homens causam danos ao povo de Deus pelo uso de força física, Deus não aprova este tipo de agressão, pois Deus não pisa debaixo dos pés a todos os presos da terra, pelo contrário, Deus ouve cada lamento e reclamo causado por ações opressoras. Deus não somente não aprova tal opressão, mas a mesma O desagrada profundamente. É uma verdadeira afronta a Deus “pisar em cima” daqueles que já estão prostrados ou agredir aqueles que estão amarrados e não podem se defender.

2. Por outro lado aqueles que causam o mal sob a bandeira da “justiça e da lei” e, neste processo, de forma pretensiosa “perverterem o direito do homem perante o Altíssimo”, de tal maneira que sejam negados ao oprimido seus direitos e plena e verdadeira justiça, e pensam que estão fora do alcance de Deus, e, se estes mesmos homens subverterem a justa causa de qualquer pessoa e impuserem um veredicto injusto ou promoverem um falso juramento, que sejam então advertidos que:

a. Deus está vendo tudo. Todas as coisas estão patentes diante daquele a quem todos nós teremos que prestar conta

Lamentações 3:36

Subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?
Hebreus 4:13

E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.

Tudo está revelado diante de Deus e esses atos mencionados acima são extremamente desagradáveis a Ele. E todos os homens conhecem essa verdade. Portanto, quando agem de maneira tão injusta o fazem com altivez e arrogância contra Deus, o Todo-Poderoso. Os homens preferem ignorar a simples verdade de que Deus está acima de todos os seres por mais poderosos que estes possam ser:

Eclesiastes 5:8

Se vires em alguma província opressão de pobres e o roubo em lugar do direito e da justiça, não te maravilhes de semelhante caso; porque o que está alto tem acima de si outro mais alto que o explora, e sobre estes há ainda outros mais elevados que também exploram.

b. Deus não aprova tais atitudes. Existem implicações bem maiores do que o texto nos informa diretamente. A perversão da justiça ou a subversão do direito de qualquer pessoa são uma grande afronta a Deus. E mesmo que Deus use tais elementos para corrigir Seu próprio povo mais cedo ou mais tarde irá confrontar tais pessoas diretamente. Deus muitas vezes permite que os perversos progridam neste mundo, mas isto não quer dizer, nem por um instante sequer, que Ele está aprovando o que essas pessoas estão fazendo. Deus é bom e não tolera a iniquidade de nenhuma espécie.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Compaixão = Pesar que em nós desperta a infelicidade, a dor, o mal de outrem.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O VERDADEIRO PERDÃO DE DEUS



A Igreja Católica Apostólica Romana tem criado no decorrer dos séculos muitas invencionices. Uma das mais insidiosas é a que se refere às indulgências. Foi por causa da venda de tais benefícios que teve início a discórdia entre a Igreja Católica Romana e um de seu monges, o agostiniano Martinho Lutero, que culminou com a chamada Reforma Protestante do Século XVI.

Lutero entendeu as palavras contidas em

Romanos 1:17

O justo viverá por fé.

Quando isso aconteceu ele entendeu, perfeitamente, a imoralidade contida em todas as questões que envolviam as indulgências, o purgatório e etc.

Agora, conforme já falamos em outro artigo nosso, o Vaticano anunciou uma indulgência plenária, que corresponde ao perdão de todos os pecados e das penas temporais exigidas pela justiça de Deus contra esses pecados, para todos os que participarem, com sinceridade, de todos os eventos e praticarem dois dos sacramentos: a confissão de pecados para um homem — padre — e não para Deus e tomar a comunhão — chamada de hóstia que não passa de um biscoito feito de água com farinha.

Veja nosso artigo anterior com o anúncio bombástico e mentiroso do Vaticano por meio desse link aqui:


Mas nada disso é necessário para se obter o perdão de Deus. Se você deseja realmente conhecer o que a Bíblia ensina sobre o PERDÃO DE DEUS sugerimos a leitura dos versículos bíblicos apena, abaixo, sem intromissão de ensinamentos de nenhuma denominação, com exceção dos títulos para facilitar a organização dos mesmos.

A necessidade de recebermos o perdão que apenas Deus pode nos conceder

I. Os Pedidos do Povo de Deus

Salmos 25:7 - Não te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões. Lembra-te de mim, segundo a tua misericórdia, por causa da tua bondade, ó SENHOR.

Salmos 51:9 - Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.

Salmos 79:9 - Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome.

II. O Que Deus Faz com Nosso Pecados

Salmos 85:2 - Perdoaste a iniquidade de teu povo, encobriste os seus pecados todos.

Salmos 103:10 - Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.

III. O Que Deus Tem Prometido – Note bem os superlativos utilizados!

Caso esses superlativos deixem você muito impressionado, está tudo certo. Esse é o objetivo de Deus.

Isaías 1:18 - Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.

Isaías 38:17 - Eis que foi para minha paz que tive eu grande amargura; tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados.

Isaías 43:25 - Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.

Isaías 44:22 - Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.

Jeremias 31:34 - Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.

Miquéias 7:19 - Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar.

Hebreus 8:12 - Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei.

Hebreus 10:17 - Acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre.

IV. Uma Última Palavra

1 João 2:12 - Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.

Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 20:1—16 — A PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA - SERMÃO 012



Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

AS PARÁBOLAS DE JESUS

Sermão 012

A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

Ou

A Parábola do Bom Empregador

Mateus 20:1—16 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha 


1 Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha.

2 E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para a vinha.

3 Saindo pela terceira hora, viu, na praça, outros que estavam desocupados

4 e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram.

5 Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma,

6 e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo?

7 Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha.

8 Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até aos primeiros.

9 Vindo os da hora undécima, recebeu cada um deles um denário.

10 Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes receberam um denário cada um.

11 Mas, tendo-o recebido, murmuravam contra o dono da casa,

12 dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.

13 Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário?

14 Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti.

15 Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu sou bom?

16 Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

Introdução

·       Existem 39 parábolas contadas por Jesus registradas nos Evangelhos. 

·       10 Parábolas aparecem exclusivamente no Evangelho segundo Mateus. Esta é uma delas. 

·       O enfoque desta parábola não são as relações econômicas entre patrões e empregados. 

·       Jesus não está tratando de justiça nas relações econômicas entre patrões e empregados. 

·       A parábola é acerca da graça de Deus e da bondade de Deus. É um desafio a ouvirmos as palavras do Salmista quando diz: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom” – Salmos 34:8

I. O Trabalho e os Trabalhadores – Mateus 20:2—7.

A. A Colheita das Uvas.

·       No hemisfério norte as uvas brotam em Julho e atingem a maturidade no mês de Setembro. Apesar de não sabermos o tempo certo podemos assumir que era Setembro próximo do fim do verão.

·       Em Israel, o mês de Setembro tem dias e noites de aproximadamente 12 horas cada. A luz do dia vai das 6 da manhã até as seis da tarde.

·       Nos dias de Jesus, descontadas as oras para as refeições e orações a jornada normal de um dia de trabalho era de 10 horas. 

·       O horário por volta do meio-dia era considerado como o de pior calor e é chamado de “o calor do dia” v.12. 

·       A parábola nos diz que um dono de casa resolveu colher suas uvas em um determinado dia. Os empregados fixos de sua casa foram para a vinha logo cedo, mas ele reconheceu a necessidade de contratar mais trabalhadores. 

·       Logo cedo foi à praça onde contratou um grupo de homens para o dia de trabalho tendo combinado o pagamento de um denário pelo dia de serviço, dinheiro este que era suficiente para as necessidades diárias de uma família naqueles dias.

·       Ao oferecer trabalho o dono da casa demonstrava sua bondade. Um dia de trabalho era considerado como uma verdadeira bênção para o trabalhador. 

·       O dono da casa percebe a necessidade de contratar ainda mais trabalhadores e retorna à praça entre oito e nove horas da manhã e contrata outros homens prometendo-lhes pagar o que fosse justo. Valores não são mencionados e os homens se dispõem a trabalhar por confiar na bondade do dono da casa. 

·       Por volta do meio dia o dono da casa retorna à praça para contratar mais trabalhadores. A necessidade da colheita era muito grande então ele vai à praça mais uma vez e contrata mais alguns homens por volta das três horas da tarde. 

·       Próximo do final do dia o dono da casa reconhece que seriam necessárias algumas mãos extras para terminar a colheita naquele dia e ele, então vai até à praça e contrata mais algumas pessoas por volta das 5 horas da tarde, faltando somente uma hora para o término do serviço. 

·       A necessidade de colher as uvas em um mesmo dia era devida aos seguintes fatos:

1. As uvas brotam azedas (salgadas) e à medida que amadurecem vão ajuntando açúcar e trocando o azedume por doçura.


2. A cada novo dia a concentração de açúcar aumenta até chegar no ponto ideal.


3. O ponto ideal representa o dia em que as uvas precisam ser colhidas sob o risco de passarem do ponto ideal!


4. O valor de mercado das uvas depende da concentração correta de açúcar nas mesmas.


B. As horas de Serviço e o Pagamento – v. 8—12.

·       A figura dominante na parábola é o dono da casa ou aquele que oferece o emprego. 

·       Ele é o que contrata, que ordena o pagamento e que confronta os murmuradores. 

·       De acordo com a lei judaica o trabalhador diarista devia receber seu salário no final do dia:

Levítico 19:13

Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até pela manhã.

Deuteronômio 24:15.

No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr-do-sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao SENHOR, e haja em ti pecado.


·     Normalmente os contratados mais cedo recebiam primeiro. Apenas este fato teria evitado a aparente confusão. 

·       O dono da casa manda que os contratados por último sejam pagos primeiro. Apesar de terem trabalhado apenas uma hora e não terem enfrentado o “calor do dia”, recebem um denário que correspondia a um dia inteiro de serviço. 

·       Os trabalhadores que foram contratados de madrugada, por um salário acertado, assumiram que receberiam mais que os que foram contratados por último. Ao receberem somente o denário contratado reclamam e acusam o dono da casa de fazer injustiça. Acusam do dono da casa de duas coisas: ver verso 12.

1.    De ser injusto com respeito às horas trabalhadas: 12 contra 1.


2.    De ser injusto quanto ao serviço prestado no calor do dia (meio dia) contra o serviço prestado no frescor do dia (fim do dia).


·       O dono da casa não se mostra ofendido. Chama o reclamante de amigo. A conotação de suas palavras é de reprovação, mas o tom é amigável. 

·       A acusação de injustiça não passa de um disfarce para a avareza e a inveja. O dono da casa não se preocupa em explicar, não discute nem se justifica. Ele não precisa! Ver versos 13 – 14. 

·       Na verdade quem sacrificou a parte econômica pela benevolência foi o dono da casa. A grande maioria dos trabalhadores experimentou a generosidade do dono da casa. Ele está sendo acusado por sua generosidade! 

·       O dono da casa demonstra bondade e gentileza enquanto eles demonstram inveja e avareza.

II. Graça

A. Conforme falamos na introdução esta parábola não tem a intenção de ensinar economia ou negócios. Ela não existe para ser usada como exemplo das relações humanas na área do trabalho e da administração.

B. O que a parábola ensina é que a graça de Deus é igual para todos os que se envolvem no trabalho do reino dos céus. Não é o tempo que conta e sim a oportunidade de servir. Uns podem ter uma oportunidade mais extensa para servir enquanto outros podem ter oportunidades breves. O tempo — duração — não é importante, a atitude de serviço sim!

C. O dono da casa pagou os trabalhadores não em função das horas trabalhadas, mas em função da necessidade que tinham de sustentar suas famílias.

D. Naqueles dias as pessoas acreditavam em méritos pessoais diante de Deus. Pensavam: “Se eu fizer mais terei mais para barganhar com Deus lá adiante”. O próprio apóstolo Pedro reflete esta doutrina ao fazer a pergunta que está registrada em
Mateus 19:27

Então, lhe falou Pedro: Eis que nós tudo deixamos e te seguimos; que será, pois, de nós?

A resposta de Jesus inclui a parábola que estamos discutindo.

E. No âmbito da graça não existem porcentagens porque todos temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça – ver João 1:16.

Conclusão:

1. No reino dos céus a graça de Deus é soberana e não existe espaço para o mérito humano.

2. O tempo de serviço — trabalho na vinha — não é importante. O que é importante é a oportunidade de servir, pouco importa por quanto tempo.

3. A parábola ensina a absoluta igualdade com que somos tratados por Deus. Este é o motivo porque Jesus diz que muitos últimos serão primeiros e muito primeiros serão os últimos

Mateus 19:30

Porém muitos primeiros serão últimos; e os últimos, primeiros.

Mateus 20:16.

Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

O que Jesus está dizendo é que no reino de Deus somos todos iguais. Somos todos insignificantes ou igualmente significantes.

4. Muitos naqueles dias achavam que por causa do zelo receberiam um lugar especial da parte de Deus. O mesmo é verdade nos dias de hoje. Este tipo de pessoa jamais consegue entender esta parábola e jamais conseguem entender como Jesus pode perdoar o ladrão na cruz. Alguns autores cristãos chamam esta parábola de a parábola da décima primeira hora e do ladrão na cruz! Ver

Mateus 27:39—44!

39 Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo:

40 Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!

41 De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam:

42 Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele.

43 Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus.

44 E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.

Mas aquele ladrão que se arrependeu encontrou pleno perdão dos seus pecados e recebeu de graça o dom da vida eterna!

Lucas 23:39—43.

39 Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também.

40 Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença?

41 Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez.

42 E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.

43 Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.


5. Salmos 103:1—10!

1 Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome.

2 Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.

3 Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades;

4 quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia;

5 quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

6 O SENHOR faz justiça e julga a todos os oprimidos.

7 Manifestou os seus caminhos a Moisés e os seus feitos aos filhos de Israel.

8 O SENHOR é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno.

9 Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira.

10 Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.
OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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