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segunda-feira, 24 de abril de 2017

ATOS DOS APÓSTOLOS - SERMÃO 029 – A DEFESA DE ESTÊVÃO – PARTE 003 - OBEDIÊNCIA


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Esse material é parte de uma série de mensagens pregadas no Livro dos Atos dos Apóstolos. As mensagens cobrem todos os 28 capítulos do Livro de Atos e no final de cada mensagem, você poderá encontrar links para outras mensagens.

Texto: Atos 7:17—43
Introdução

A. Temos tido a oportunidade de estudar a vida desse cristão chamado Estêvão.

B. Vimos que ele tinha uma compreensão profunda e penetrante das implicações da vida de Jesus, o Messias.

C. Seus argumentos eram poderosos e a única maneira de enfrentá-lo era inventando mentiras contra ele.

D. Ele foi acusado diante do Sinédrio Judaico — a corte suprema dos judeus — de:

1. Falar mal do Templo em Jerusalém; de que o mesmo seria destruído.

2. Falar mal contra Moisés e a lei que Deus havia concedido ao povo de Israel através daquele legislador.

E. A defesa de Estêvão estava centrada em dois aspectos principais:

1. Primeiro era mostrar que Deus nunca teve a intenção de estabelecer um Templo permanente entre os seres humanos e que o Templo em Jerusalém precisava mesmo ser abandonado para que a verdadeira mensagem de salvação, através do Messias de Israel, pudesse alcançar todas as pessoas ao redor do mundo — ver

João 4:23—24

23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

2. A segunda era mostrar que desde o início da sua história e até aqueles dias, o povo de Israel nunca havia dado a mínima nem para Moisés e muito menos para a Lei Divina, a qual eles faziam questão de desobedecer sempre.

F. Para ilustrar seus argumentos, Estêvão escolhe certos personagens e certas histórias do Antigo Testamento. Ele não inventa nada, nem introduz nenhuma revelação nova. Ele apenas aponta para grandes verdades que sempre estiveram presentes nas Escrituras e que os israelitas sempre fizeram questão de ignorar.

G. Vamos continuar analisando as palavras de Estêvão que nos apresentam as

 BASES SOBRE AS QUAIS ESTÁ FUNDAMENTADA A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO — PARTE 3

I. O Que Já Aprendemos até Aqui

A. Que o Deus da Glória se manifesta onde quer, quando quer e a quem ele quer. Nesse sentido, ele não é o Deus exclusivo de ninguém.

B. O Deus da Glória é um Deus móvel e não pode ser confinado a nenhum tipo de prédio ou construção, por mais magnífico que seja.

C. O povo de Deus é um povo peregrino e Deus acompanha seu povo em todas as suas peregrinações.

D. Deus acompanhou Abraão, Isaque e Jacó em suas peregrinações. Deus esteve com José em todas as suas angústias. José foi um tipo que serviu bem para ilustrar a vida de Jesus.

1. A inveja dos irmãos de José é semelhante à inveja que a liderança judaica sentia com relação a Jesus!

2. José é novamente comparado a Jesus, pois as palavras de Pedro ainda ecoavam nos seus ouvidos quando disse:

Atos 2:36

Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.

3. A comparação entre José e Jesus prossegue. Apesar de ser maltratado e até crucificado, Jesus está pronto para perdoar e estender a reconciliação a seus algozes como José fez com os seus irmãos que o haviam vendido como escravo para o Egito.

II. Moisés, como Legislador e Tipo de Cristo — Atos 7:17—43

A. Passado o tempo prometido por Deus a Abraão, chegou a hora de Deus cumprir sua palavra — versos 17—19.

B. Moisés nasce para se tornar o escolhido de Deus, para libertar o povo da escravidão, mas os israelitas não o reconheceram nem o aceitaram como tal — versos 20—29. O mesmo aconteceu com Jesus que não foi reconhecido e nem aceito pelos israelitas, pois veio para o que era seus e os seus não o receberam.

C. Moisés se encontra com o Deus da Glória no Sinai, em uma experiência jamais repetida nem no tabernáculo, nem no templo em Jerusalém — versos 30—33. Mas através da vinda de Jesus pode ser repetida em qualquer lugar e ser experimentada por qualquer pessoa.

D. Naquele tempo além de prover a libertação do povo da escravidão no Egito, Deus prometeu a vinda de outro profeta, mais tarde identificado como Filho de Davi e Messias — versos 34—37.

E. Através de Moisés Deus concedeu Suas Leis ao povo de Israel, mas os israelitas não estavam interessados de verdade na revelação de Deus — versos 38—43.

F. Para Estêvão a desobediência no deserto, quando os israelitas saíram do Egito é um ato contínuo que culmina com a denúncia semelhante do profeta Amós, setecentos anos mais tarde. Em Nenhum momento os israelitas demonstraram desejo de guardar os mandamentos de Deus e honrar a Moisés. 

Conclusão

A. Nós cometemos um erro terrível, todas as vezes que:

1. Valorizamos mais os aspectos externos daquilo que Deus nos concede do que os aspectos internos e que realmente fazem diferença em nossas vidas. Por exemplo:

a. Quando valorizamos mais o prédio, a construção, o edifício daquilo que chamamos igreja, em vez de valorizar a igreja verdadeira que é composta das pessoas.

b. Quando nos apegamos a aspectos externos das práticas cristãs — como o batismo — especialmente quanto à forma do mesmo — e a ceia do Senhor — e não damos importância à verdadeira santificação sem a qual ninguém verá o Senhor —

Hebreus 12.14

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,

c. Quando valorizamos a liderança de forma doentia e desprezamos os irmãos, especialmente os mais simples e humildes.

B. A prova mais contundente de que os israelitas não tinham verdadeiro interesse na Lei de Deus naqueles dias estava mais do que evidente no julgamento de Estêvão:

1. Os “defensores da Lei” transgrediam contra a mesma apresentando falsos testemunhos contra Estêvão. A lei é clara:

Êxodo 20:16

Não darás falso testemunho contra teu próximo.

2. A intenção daquelas pessoas não era fazer justiça e sim, defender interesses.

C. Todas essas questões que vimos hoje têm profundas implicações sobre nossas vidas.

D. Qual é o significado das palavras quando dizemos: eu sou cristão? Essas palavras não significam absolutamente nada, se...

1. Não reconhecemos que o Deus da glória é um Deus livre que não precisa nem de nós nem de lugares apropriados de adoração. Templos precisam ser tratados com o desprezo necessário.

2. Não mantivermos uma vida de peregrinos sobre essa terra — veja os riscos de ficar rico e as duras palavras da Bíblia para aqueles que têm dinheiro —

1 Timóteo 6:7—10 e 17—19

7 Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.

8 Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.

9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.

10 Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

17 Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos;

18 que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente e sejam comunicáveis;

19 que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna.

3. Nosso caminhar diário não for controlado pela palavra de Deus que nos ensina:

a. Amar a Deus. Como? Sendo obedientes.

b. Amar nossos cônjuges e filhos. Como? Colocando-nos a serviço deles.

c. Amar nossos irmãos da comunidade. Como? Buscando formas de servi-los da melhor maneira possível.

d. Amar nosso próximo. Como? Compartilhando com eles as palavras de Salvação que Deus nos oferece de graça através de Jesus.

D. Eu temo muito que a vasta maioria da igreja cristã, daqueles que se chamam pelo próprio nome do Senhor Jesus Cristo, não passa de uma raça tão odiosa e desobediente quanto eram os israelitas dos dias de Estêvão.

E. Felizmente não temos que responder pelo outros, mas certamente cada um de nós terá que dar contas de si mesmo a Deus. Como vai sua vida cristã? É genuína? É verdadeira? Ou tudo não passa apenas de pretensão? De fachada? 

Que Deus nos ajude e nos dê forças para sermos sinceros no nosso compromisso com Ele mesmo e uns com os outros.

OUTRAS MENSAGENS DO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — PARTE 2 — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 003 — A TRANSIÇÃO DO VOLUME ANTERIOR — Atos 1:1—5

SERMÃO 004 — A NOVA DIREÇÃO EXPLICADA — Atos 1:6—8

SERMÃO 005 — A ASCENSÃO DE JESUS — Atos 1:9—11

SERMÃO 006 — PERSEVERANDO UNÂNIMES — Atos 1:12—26

SERMÃO 007 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 001 — Atos 2:1—4

SERMÃO 008 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 002 — Atos 2:5—15

SERMÃO 009 — A PROFECIA DE JOEL — Atos 2:14—21

SERMÃO 010 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 001 — Atos 2:22—36

SERMÃO 011 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 002 — Atos 2:37—41

SERMÃO 012 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47

SERMÃO 013 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47 — PARTE 002

SERMÃO 014 — A CURA DE UM PARALÍTICO DE NASCENÇA — Atos 3:1—10

SERMÃO 015 — A EXALTAÇÃO DE JESUS E A CONDENAÇÃO DOS HOMENS — Atos 3:11—21

SERMÃO 016 — SALVAÇÃO E REFRIGÉRIO: BÊNÇÃOS DAS DUAS VINDAS DE JESUS— Atos 3:17—21

SERMÃO 017 — JESUS CUMPRE AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO — Atos 3:22—26

SERMÃO 018 — INÍCIO DAS PERSEGUIÇÕES — Atos 4:1—22

SERMÃO 019 — A IGREJA ORA EM COMUNHÃO — Atos 4:23—31

SERMÃO 020 — A IGREJA VIVE EM COMUNHÃO — Atos 4:32—37

SERMÃO 021 — ANANIAS E SAFIRA — Atos 5:1—11

SERMÃO 022 — A COMUNIDADE DOS CRENTES — Atos 5:12—16

SERMÃO 023 — PRISÃO, JULGAMENTO, AÇOITES = ALEGRIA E O PARECER DE GAMALIEL — Atos 5:17—42

SERMÃO 024 — DIVERSIDADE DE DONS = CRESCIMENTO DA IGREJA — Atos 6:1—7

SERMÃO 025 — UM HOMEM CHAMADO ESTÊVÃO — Atos 6:8—12

SERMÃO 026 — ACUSAÇÕES CONTRA UM HOMEM HONESTO — Atos 6:13—15

SERMÃO 027 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E O DEUS DA GLÓRIA — Atos 7:1—8

SERMÃO 028 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E A MOBILIDADE DE DEUS — Atos 7:9—16

SERMÃO 029 – A DEFESA DE ESTEVÃO – Parte 3 — Atos 7:17—43
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/04/atos-dos-apostolos-sermao-029-defesa-de.html

SERMÃO 030 — A DEFESA DE ESTEVÃO — Três Acusações Devastadoras — Parte 4 — Atos 7:44—53
Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

ANDREW MURRAY - Estudo 018 — FAÇA A VONTADE DE DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO


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ESSA SÉRIE DE ARTIGOS ESTÁ BASEADA EM UM LIVRO ESCRITO POR ANDREW MURRAY CUJO TÍTULO ORIGINAL É: NOT MY WILL OU NÃO A MINHA VONTADE. ESPERAMOS E ORAMOS QUE TODOS POSSAM SER RICAMENTE ABENÇOADOS POR MEIO DESSAS MEDITAÇÕES

Efésios 6:5—7

5  Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo,

6  não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus;

7  servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens.

Nos primórdio da fé cristã a escravidão era algo comum. Todos os servos eram, na realidade, escravos. Naqueles dias a maior parte dos que pertenciam à igreja eram das classes mais baixas, sendo muitos deles escravos. Esse é o motivo porque encontramos no Novo Testamento admoestações dirigidas para os escravos. Tais admoestações têm um profundo significado para todos nós nos dias de hoje, pois nos mostram como a fé em Cristo nos permite servir ao Senhor mesmo sob as mais difíceis posições e circunstâncias. Essas passagens nos apresentam os princípios fundamentais por meio dos quais alguém que é oprimido ou até mesmo abusado pode, ainda assim, realizar sua obra com alegria e experimentar a bênção de conhecer que Deus olha para sua situação como para um sacrifício agradável e que irá recompensá-lo. O serviço de um escravo pode ser tão celestial quanto o de um anjo.

Quais são os princípios que glorificam o serviço prestado por um escravo e capacitam o mesmo a realizá-lo com alegria? O primeiro pode ser encontrado nestas palavras: obedecei a vosso senhor ... fazendo, de coração, a vontade de Deus. O escravo precisa aceitar sua posição como escravo e, com ela, suas obrigações e sofrimento como parte da vontade de Deus. Aceitar o duro trabalho como sendo a vontade de Deus pode aliviar o mesmo e remover o aguilhão do mesmo. O servo nessa condição poderá encontrar coragem e até mesmo alegria celestial em sua confiança em Deus. Ao realizar meu trabalho, eu estou fazendo a obra de Deus; a tarefa mais humilde tem um significado e valor celestial; eu estou ocupado fazendo o que Deus deseja que eu faça.

É triste, mas temos que admitir, que muitos cristãos nunca aprenderam a reconhecer a vontade de Deus como parte integral da experiência dessa vida. Desse modo, eles nunca experimentam a calorosa alegria do coração que pode afirmar, mesmo diante das tarefas mais humildes, o seguinte: Os anjos estão fazendo a vontade de Deus e eu também! A vontade de Deus é revelada a mim não apenas por meio dos mandamentos das Escrituras, mas também por meio da sua providência que me trouxe até esse lugar e colocou sobre mim certas obrigações. Eu preciso reconhecer sua direção e procurar fazer a obra que me foi designada como sendo sua vontade e realizá-la de todo o meu coração. Sim, de todo o meu coração — com profunda e intensa alegria, porque a vontade do meu Deus sempre resulta amor e bênção sobre a minha vida. Quando pensamos assim, nossos olhos se fecham para as opiniões humanas e se abrem para enxergarmos o que o próprio Deus vê. Fazer a vontade de Deus de todo coração faz toda a diferença na vida de alguém. Quando agimos assim nossas vidas são inundadas com a luz de Deus.

Mas, de que modo alguém pode alcançar essa posição? Em resposta a essa pergunta nosso texto nos apresenta o segundo princípio. Note como no mesmo a atenção do servo é direcionada para o Senhor Jesus por três vezes. obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo. Não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo. Servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens. O apóstolo Paulo entendia que, por meio da presença do Espírito Santo, o Senhor Jesus estava tão próximo daquelas pessoas, habitando dentro deles, que seus corações poderiam ser enchidos com alegria indescritível por causa do amor do Senhor, e que isso os levaria a não pensarem na severidade do trabalho que tinham que realizar, nem na crueldade de seus senhores terrenos. Uma simples lembrança do Senhor Jesus, ou de como seus pecados haviam sido perdoados, não eram suficientes para fazer os escravos cristãos desejosos de enfrentarem a escravidão e a crueldade de um senhor perverso, como sendo parte da vontade de Deus. Algo mais era necessário. A manifestação da presença de Jesus em suas vidas deveria ser mais real que a do proprietário deles. Estamos falando do amor e da alegria de Cristo em seus corações. Isso poderia conduzi-los a aceitarem o pesado fardo da escravidão, como servos de Cristo, de boa vontade.

Não deveríamos nós pedir que o Senhor manifeste sua presença em tal medida que tenhamos a certeza de sua proximidade em todas as coisas e em todas as situações? Então, será fácil fazer todas as coisas como para o Senhor. Mesmos em nossos dias temos servos que professaram ter experimentado uma grande mudança em suas vidas quando sentiram a manifestação do Senhor em suas vidas. Independentemente da tarefa imposta eles afirmaram que podiam realizar a mesma com alegria, cantando enquanto serviam ao Senhor, fazendo sua vontade de todo coração, apesar da tarefa ser, muitas vezes, desagradável. Se tivermos coragem e realmente acreditarmos que um senhor terreno vigia seus escravos e o trabalho que realizam, então fica fácil reconhecer que o Senhor Jesus está próximo de nós, nos observando em amor. Diante disso, não devemos hesitar em nos empenhar em servir-lhe de todo coração em todas as coisas. E aquele que assim proceder, confiando no Senhor exaltado, poderá ter a certeza que o próprio Jesus irá garantir sua presença demonstrando-a por meio da concessão de seu poder.                               

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “NOT MY WILL” — NÃO A MINHA VONTADE

Estudo 001 – A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU

Estudo 002 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA CÉU

Estudo 003 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — NOSSA UNIDADE COM O SENHOR JESUS

Estudo 004 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS

Estudo 005 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O ALIMENTO CELESTIAL

Estudo 006 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — SACRIFICANDO MINHA PRÓPRIA VONTADE

Estudo 007 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Estudo 008 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A TUA VONTADE

Estudo 009 — A VONTADE DE DEUS — SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Estudo 010 — A VONTADE DE DEUS — CONHECENDO E FAZENDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 011 — A VONTADE DE DEUS — SENDO UMA PESSOA DE ACORDO COM O CORAÇÃO DE DEUS

Estudo 012 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS

Estudo 013 — A VONTADE DE DEUS — PRATICANDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 014 — A VONTADE DE DEUS — A RENOVAÇÃO DA MENTE E A VONTADE DE DEUS

Estudo 015 — A VONTADE DE DEUS — É A VONTADE DE DEUS QUE CRISTO NOS LEVE PARA FORA DESSE MUNDO

Estudo 016 — A VONTADE DE DEUS — ORE PARA SER CHEIO COM O CONHECIMENTO DA VONTADE DE DEUS

Estudo 017 — A VONTADE DE DEUS — ENTENDENDO A VONTADE DE DEUS ESPIRITUALMENTE

Estudo 0118 — A VONTADE DE DEUS — FAZENDO A VONTADE DE DEUS DE TODO CORAÇÃO



Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis.

Traduzido do original e adaptado por Alexandros Meimaridis.

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

FANATISMO RELIGIOSO LEVA JOVEM À MORTE NA ÍNDIA


Aradhana Samdariya
Aradhana SamdariyaImage copyright UMA SUDHIR

O artigo abaixo foi publicado pelo site da BBC Brasil.

Morte de menina após jejum religioso de 68 dias provoca polêmica na Índia
Morte de Aradhana Samdariya reacendeu discussão sobre jejuns religiosos

A morte de uma garota de 13 anos que passou 68 dias sem comer reacendeu a discussão sobre a prática do jejum religioso na Índia.

Aradhana Samdariya ficou quase dois meses e meio ingerindo apenas água quente, seguindo uma tradição do Jainismo, uma das religiões mais antigas da Índia.

Ela morreu dois dias depois de terminar o jejum.

A polícia do país passou a investigar o caso após uma denúncia de uma organização que defende os direitos das crianças - eles afirmam que os pais de Aradhana teriam forçado a garota a fazer o jejum.

"Os pais dela, Laxmi Chand e Manshi Samdariya, estão sendo acusados de homicídio culposo (causar morte por negligência) e crueldade contra menores", afirmou um porta-voz das autoridades indianas.

Os pais de Aradhana são joalheiros ricos de Hyderabad, uma das maiores cidade da Índia, e negam terem forçado a filha a fazer o jejum.

"Ela pediu permissão para jejuar. Falamos para ela parar depois de 51 dias, mas ela não queria desistir. Foi voluntário, ninguém a forçou", disse o pai da jovem.

Mas ativistas argumentam que os pais queriam que a menina jejuasse porque "o guru da família disse a eles que, se a filha ficasse 68 dias sem comer, os negócios deles iriam prosperar".

"O país inteiro deveria se envergonhar de que uma prática como essa ainda exista. A garota foi forçada a beber só água o dia todo. Ela não podia pôr nem um sal ou um limão ou qualquer outra coisa na água", disse à BBC o ativista Achyut Rao.

Postagem no Twitter criticando a prática
Postagem no Twitter criticando a prática Image copyright Reprodução Image caption

Muitas pessoas usaram redes sociais para criticar jejum que levou a jovem à morte

Rao também criticou a família por ter feito uma procissão "para santificar" a menina durante o funeral.

"A coisa mais chocante é que a família está feliz (porque acredita) que ela foi uma das raras pessoas a serem levadas por Deus", afirmou.

Prática comum

Jejuar é uma prática comum nas religiões na Índia e especialmente entre os praticantes do Jainismo.

Outro costume da crença, também bastante criticado por ativistas, é o que eles chamam de santhara - quando uma pessoa deixa de comer e até de beber água com o objetivo de se preparar para a morte.

Especialistas dizem que o corpo humano consegue sobreviver sem comida por até dois meses.

O jejum, porém, não é exclusividade dessas religiões - muçulmanos, cristãos, hinduístas e judeus também adotam a prática em algumas datas. Mas nenhuma dessas doutrinas aprova jejuar até a inanição e morte.

Líderes jainistas continuam, porém, a defender que seus seguidores fiquem longos períodos sem comida.

"Mulheres grávidas ou aqueles que não estão bem não devem jejuar. Mas não há nada que impeça que uma criança jejue. O quanto elas devem ficar sem comida, porém, depende de sua capacidade individual", afirmou o monge Maharasa Ravinder Muniji ao site Firstpost.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


NOSSO COMENTÁRIO: Como já temos falado diversas vezes, RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO. E como tal, é também, muitas vezes, assassina.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 15 de março de 2016

XUXA E O RACISMO DOS RICOS CONTRA OS POBRES

Xuxa
Xuxa: 'Daivison, João e Pedro...meus novos amiguinhos ralando para conseguir um dindin', escreveu Xuxa no Facebook
  
O artigo abaixo foi publicado no site da revista Carta Capital e é de autoria de Djamila Ribeiro

Xuxa e a fetichização da pobreza

Ao dizer que os três meninos negros no sinal estavam “ralando para conseguir um dindin”, Xuxa não percebe a violência e o racismo da situação.

por Djamila Ribeiro —

No dia 5 de março, sábado último, a apresentadora Xuxa postou em sua página do Facebook uma foto de, no mínimo, mau gosto. Na foto, a “rainha dos baixinhos” está dentro de seu carro importado e, do lado de fora, estão três meninos negros, segurando bolas que sugerem o trabalho em algum semáforo, com a seguinte legenda: “Daivison, João e Pedro...meus novos amiguinhos ralando para conseguir um dindin”. De imediato, a foto viralizou (eram mais de 5 mil compartilhamentos até a manhã da segunda) e várias críticas surgiram.

São tantos os erros nessa atitude que fica difícil nomear. Primeiro, trabalho infantil é crime e não deve ser naturalizado. Ao dizer que os meninos estavam “ralando para conseguir um dindin”, Xuxa não percebe a violência no fato de crianças estarem submetidas a este tipo de atividade.

Elas lá estão porque a sociedade é desigual e racista – não à toa os três meninos são negros. É sabido que o Ministério Público incentiva que se denuncie trabalho infantil, em vez de utilizá-lo como forma de se promover em redes sociais.

Não há nada de lindo naquela imagem: é o retrato de uma sociedade racista que nega oportunidades à população negra enquanto privilegia o grupo branco. Essa é a típica mentalidade do branco médio no Brasil. Finge se importar com os problemas sociais de dentro de sua SUV.

Em dezembro, houve uma situação semelhante: um homem fotografou um menino negro que trabalhava no sinal sorrindo para a filha dele, um bebê. Dentro do carro com ar-condicionado. Na legenda, dizia: “A sociedade os separa, mas o sorriso os une”.

É muita fetichização da pobreza.

Quem é essa sociedade que os separa? Por acaso, trata-se de uma entidade? Por que a criança branca está no conforto do carro e a negra trabalhando? Por que uma tem todas as oportunidades e a outra não?

Essas são as questões que precisam ser feitas e não a propaganda de si mesmo como cidadãos de bem, sem se responsabilizar por essa sociedade ser como é.

A branquitude precisa parar de nos tratar como fetiche e assumir a responsabilidade de mudar essa realidade.

Xuxa deveria ter vergonha de expor esses meninos, porque aí eu pergunto: eles são menores de idade, ela por acaso teve a autorização dos pais ou responsáveis para expô-los? Essas crianças têm direitos, não podem servir de zoológico humano para gente privilegiada. Se alguém tirasse uma foto de Sasha sem autorização, Xuxa gostaria?

Tirar fotos com esses meninos não contribui em nada para mudar a situação deles, eles seguirão à margem enquanto Xuxa se promove através da miséria.

Passou da hora das pessoas brancas realmente se posicionarem contra o racismo no Brasil. Estudarem sobre a história desse País, sobre os 354 anos de escravidão, os estupros cometidos pelos senhores romantizados sob a égide da miscigenação, os efeitos da herança escravocrata. Não podem mais se comportar como neo sinhás e senhores que ainda nos querem no lugar determinado para nós.

Não bastasse as quatro gerações de paquitas loiras que causaram danos profundo à autoestima de meninas negras, Xuxa agora quer passar-se por não racista exibindo exploração infantil. Lugar de criança é na escola, brincando e tendo direito à dignidade.

Xuxa não mostrou preocupação alguma com a situação desses meninos, os chamou de amiguinhos, expôs e seguiu para sua vida confortável. Esta é a harmonia das raças que esse país quer, negros do lado de fora do ar condicionado. A verdadeira consciência social é aquela que quer para os outros a mesma dignidade que tem o seu filho. Passou da hora da branquitude ter limites.


Que Deus ajude o povo brasileiro a ponderar na gravidade dessas palavras.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

ENCONTROS DE PODER — 036 — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 004 — OS RISCOS DO PAGANISMO


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Atenção esse artigo é parte de uma série onde pretendemos tratar dos alegados encontros de poder e de curas maravilhosas que nos são apresentadas todos os dias pelos pastores midiáticos. No final de cada estudo você encontrará links para outros estudos.

Continuação...

Em Gálatas 4:8—11 lemos —

8 Outrora, porém, não conhecendo a Deus, servíeis a deuses que, por natureza, não o são;

9 mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos?

10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.

11 Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.

Nessa passagem Paulo faz uma referência direta ao passado pagão dos gálatas ao afirmar: Outrora, porém, não conhecendo a Deus, servíeis a deuses que, por natureza, não o são. Tendo agora tomado conhecimento do Deus Vivo, Paulo mostra-se chocado que os gálatas estejam querendo retornar às práticas pagãs que adotavam anteriormente: mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? Todavia, o abandono da fé cristã pela volta ao paganismo não era, no entender de Paulo, uma volta literal ao paganismo e sim a adoção fútil dum cristianismo judaizado que exigia a prática da circuncisão e da observância da lei de Moisés — conforme o verso 10 acima.

Talvez, por causa da metáfora acerca da infância que temos em Gálatas 3:23 — 4:7, a melhor forma de traduzir a expressão grega στοιχεῖα — stoicheîa — seja por algo semelhante a “superstições infantis”. Crenças em vários deuses estava entre as “coisas rudimentares” que lhes havia sido permitidas enquanto era menores —

Deuteronômio 4:19

Guarda-te não levantes os olhos para os céus e, vendo o sol, a lua e as estrelas, a saber, todo o exército dos céus, sejas seduzido a inclinar-te perante eles e dês culto àqueles, coisas que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus.  

Mas retornar a essas infantilidades quando já se encontravam na idade adulta seria equivalente a deixar-se aprisionar, novamente, como escravos. Essa leitura seria semelhante a de  —

Hebreus 5:12

Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido.

que trata do “ABC” da fé cristã. Desse modo temos que as chamadas “coisas rudimentares” são os elementos básicos que constituem os cultos, as praticas cerimoniais, as crenças e o comportamento tanto de judeus como de gentios, nos dias de Paulo. É possível que tais práticas religiosas fossem inevitáveis, mas retornar para tais práticas, depois de ter experimentado a liberdade incomparável da fé em Cristo, seria algo, verdadeiramente catastrófico.

στοιχεῖα — stoicheîa — em Gálatas nos parece então, fazer referência a todas as práticas básicas, a crenças, a rituais e celebrações que são fundamentais para a existência religiosa dos povos, sejam eles judeus ou gentios. Em

Gálatas 4:3

Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo.

Paulo usa o termo para incluir os gentios numa discussão acerca do judaísmo e de suas práticas de então, para que os mesmos não ficassem de fora de uma discussão tão importante, por maior que fosse o desprezo que os judeus nutriam por tais situações. Mas o fato que permanece é que, para Paulo, naqueles dias, judeus e gentios não eram em nada diferentes uma vez que se encontravam todos debaixo da ira de Deus.

Romanos 11:32

Porque Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos.

Gálatas 3:22

Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que creem.

Os gentios como os judeus, também tinham se encontrado sob a guarda de noções religiosas equivocadas que os impediam tanto de conhecer a Deus como de serem conhecidos por Ele.

Gálatas 4:9 desenvolve o mesmo tipo de pensamento, mas de forma reversa: tendo sido escravo durante a infância a tais crenças, doutrinas e práticas elementares, eles correm o risco de se venderem outra vez para a velha escravidão, ao adotarem a lei judaica, a qual não é diferente, em tipo, daquilo que antes os escravizava. Agora, uma vez que eles experimentaram a vida pelo Espírito de Deus, libertados de qualquer lei, vivendo a partir de um coração no qual o próprio Senhor Jesus Cristo habita, como poderiam desejar retornar para uma vida sob regras e regulamentos de uma lei heterônima. Assim podemos concluir esse verso afirmado que  στοιχεῖα — stoicheîa — aqui aponta para práticas religiosas comuns observadas tanto por judeus como por gentios, todas igualmente inadequadas.

LISTAS DOS ESTUDOS DE ENCONTROS DE PODER

001 — Introdução =

002 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Expressões Diversas

003 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀρχῆ — arché e ἄρχων — árchon.

004 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἐξουσίαις – exousías – potestades, autoridades.

005 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δυνάμεις — dunámeis — poderes.

006 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Θρόνοι— thrónoi — tronos.

007 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = κυριοτῆς — kuriotês — domínio.

008 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ὀνόματι — onómati — nome.

009 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἄγγελοs — ággelos — anjo.

010 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δαιμονίον — daimoníon — demônioπνεῦμα τὸ πονηρὸν — pneûma tò poniròn — espírito malignoἀγγέλους τε τοὺς μὴ τηρήσαντας τὴν ἑαυτῶν ἀρχὴν— angélous te toùs me terèsantas tèn eautôn archèn — anjos, os que não guardaram o seu estado original ou anjos caídos.

011 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações.

012 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 2.

013 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 3 — Final.

014 — A Evidência do Novo Testamento – Parte 1 — Introdução

015 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 2 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 1

016 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 2

017 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — Romanos 13:1—3

018 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 4 — As Passagens Disputadas — Romanos 8:31—39

019 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 5 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 1

020 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 6 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 2

021 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 7 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 1

022 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 8 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 2

023 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 9 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 1

024 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 10 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 2

025 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 11 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 3

026 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 12 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 4

027 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 13 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 5

028 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 14 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 6

029 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 15 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 7 — A DESTRUIÇÃO DA MORTE E DE SEUS ALIADOS

030 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — A CRIAÇÃO DE TODAS AS COISAS POR MEIO DE E PARA O PRÓPRIO CRISTO

031 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES

032 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES —PARTE 002

033 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 17 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 001

034 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 18 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 002

035 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 19 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 003

036 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 20 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 004

037 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 21 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 005

038 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 22 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 006

039 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 23 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 007

040 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 24 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 008

041 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 25 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 009

042 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 26 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 010

043 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 27 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 011 — O PRÍNCIPE DA POTESTADE DO AR
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/encontros-de-poder-043-evidencia-do.html



044 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 28 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 012 — AS FORÇAS ESPIRITUAIS DO MAL — PARTE 001

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis.

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Desde já agradecemos a todos.