Mostrando postagens com marcador Fofocas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fofocas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de abril de 2014

2 Coríntios 7:4 – 16 - Tudo Vai Bem Quando Termina Bem - Sermões na Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios - Sermão 012


COMUNHÃO E CONFIANÇA!

Esse esboço de sermão é parte da série "Exposição da 2 Epístola de Paulo aos Coríntios" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa exposição, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para outros estudos dessa série.

Sermões na Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios

Sermão # 12 – 2 Coríntios 7:4 – 16.

Tudo Vai Bem Quando Termina Bem
Introdução Geral.

A. O propósito desta epístola era restabelecer a comunhão e a confiança entre Paulo e os irmãos em Corinto.
B. A comunhão entre eles havia sido profundamente abalada por alguns detratores de Paulo.
1. Detratores judeus que não apreciavam a liberdade que possuímos em Cristo e que desejavam manter o povo escravizado à Antiga Aliança.
2. Detratores pagãos que queriam continuar com suas vidas dissolutas ao mesmo tempo em que pretendiam ser cristãos.
C. Os versículos 4—16 de 2 Coríntios 7, que são o objeto da nossa exposição hoje, são realmente um resumo de toda esta situação.
D. E a conclusão não poderia ser melhor – ver 2 Coríntios 7:16!
Tudo Vai Bem Quando Termina Bem

 Introdução à Mensagem.

A. Alguns, no seio da comunidade cristã em Corinto, haviam se levantado e criticado duramente o apóstolo Paulo. Esta crítica tinha a forma de impor obrigações que estavam abolidas, tais como a guarda do sábado e a circuncisão por um lado e a sugestão de práticas de libertinagem por outro lado.
B. A comunidade em Corinto, em vez de assumir uma posição correta, de defender a verdade como ensinada por Paulo e de se recusar ouvir estes falsos mestres, acabou por sucumbir a estes ensinamentos e tornou-se repreensível.
C. Paulo escreveu uma carta aos Coríntios, carta esta que não chegou até nós, para repreender os Coríntios acerca dos erros que estavam cometendo.
I. A Repreensão Administrada por Paulo.
A. Paulo menciona, 2 vezes, uma carta enviada aos Coríntios em 2 Coríntios 7:8.
B. Não possuímos nenhuma evidência desta carta a não ser estas duas menções contidas no verso acima.
C. Paulo provavelmente estava na Macedônia, na Grécia, na cidade de Filipos quando escreveu esta carta e enviou a mesma através do seu companheiro de ministério Tito.
D. Quando lemos este trecho que fala da sua admoestação ou repreensão duas verdades emergem:
1. A Correção que a Vida dos Coríntios Demandava.
A. Deve parecer óbvio que todos os cristãos e mesmo todas as igrejas precisam, aqui e ali, de correção. Mas a grande tragédia que percebemos é que a vasta maioria dos cristãos e a absoluta totalidade das igrejas tendem a se ressentir diante de quaisquer palavras de correção ou repreensão.
B. O Livro de Provérbios está cheio de palavras acerca de duas verdades:
a. A primeira é que o sábio recebe a repreensão ou correção e procura aprender com a mesma.
b. A segunda é que somente os tolos resistem ou se ressentem da correção ou repreensão.
C. Qual é o propósito em sermos corrigidos? O propósito de sermos corrigidos é nos tornar melhores crentes. A correção é, portanto, completamente necessária.
D. Os irmãos em Corinto precisavam ser corrigidos, mas ao mesmo tempo em que Paulo lhes escreve corrigindo-os, fica bem evidente...
2. Sua Compaixão e Amor Pelos Irmãos em Corinto.
A. Embora sabendo que era necessário corrigi-los, Paulo o faz com grande relutância como fica evidente por suas palavras em
2 Coríntios 7:8
Porquanto, ainda que vos tenha contristado com a minha carta, não me arrependo, embora já me tivesse arrependido por ver que aquela carta vos contristou, ainda que por pouco tempo.
B. Paulo se refere em 2 Coríntios 7:5 — Porque, mesmo quando chegamos à Macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes, em tudo fomos atribulados: por fora combates, temores por dentro — às grandes angústias que havia experimentado na Macedônia enquanto aguardava ouvir notícias acerca da carta que havia enviado aos Coríntios pelas mãos de Tito. Paulo fala de tribulações de dois tipos:
a. “Lutas por fora” que é uma referência à persistente resistência ao seu ministério de pregação.
b. “Temores por dentro” o que expressa sua enorme preocupação para com aqueles a quem ele havia enviado a carta com as correções necessárias.
II. Os Motivos de Paulo são Revelados.
A. Todas as vezes que uma correção é administrada é da maior importância que os verdadeiros motivos sejam claramente estabelecidos. As piores coisas que podem existir quando administramos uma correção são:
1. Falta de informação precisa acerca da motivação por trás da correção.
2. O uso de dois pesos e duas medidas para tratar situações idênticas ou mesmo semelhantes.
B. Para evitar estes abismos é necessário...
1. Agir de Forma Genuinamente Espiritual.
C. A motivação de Paulo está expressa em 2 Coríntios 7:12. Note os seguintes fatos:
 2 Coríntios 7:12
Portanto, ainda que vos tenha escrito, não foi por causa do que fez o agravo, nem por causa do que sofreu o agravo, mas para que o vosso grande cuidado por nós fosse manifesto diante de Deus.
1. Paulo não está preocupado com os ofensores que eram os judeus, os pagãos e os irmãos em Corinto.
2. Paulo não está preocupado com o ofendido, que era ele mesmo.
3. Paulo detona os personalismos e as personalidades. Estas coisas são irrelevantes. O que é importante é aquilo que é espiritual.
D. Paulo desejava restabelecer a confiança mútua, pois era somente desta maneira que ele poderia beneficiar espiritualmente aqueles irmãos. Sua preocupação estava centrada no prejuízo que eles estavam sofrendo e não no prejuízo que ele, Paulo, estava sofrendo.
E. Paulo sabia que a grande maioria dos cristãos em Corinto ainda tinha um profundo respeito por ele. Mas este respeito e carinho haviam sido minados pelas fofocas, pelas conversas escusas e por todo tipo de críticas da parte daqueles que se opunham à verdade como pregada por Paulo.
F. O desejo de Paulo era que os cristãos em Corinto pudessem redescobrir a verdadeira condição deles diante de Deus e a verdadeira qualidade deles diante de Deus: novas criaturas, livres no Espírito Santo, Povo de Deus, Filhos de Deus!
G. Os Coríntios ao Receberem a Carta de Paulo Reagiram de Maneira Positiva.
1. Os cristãos em Corinto reagiram à carta de Paulo com uma atitude de sincera tristeza e arrependimento —
2 Coríntios 7:9—10
9 Agora, folgo, não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para o arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus; de maneira que por nós não padecestes dano em coisa alguma.
10 Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.

III. O Resultado Final Alcançado.
A. Paulo Louva a Igreja em Corinto
1. O louvor de Paulo está expresso em 2 Coríntios 7:7 e novamente em 2 Coríntios 7:11. Estes versos nos mostram a importância de ficarmos sempre do lado da verdade independente de que lado ela esteja!
2 Coríntios 7:7


E não somente com a sua vinda, mas também pela consolação com que foi consolado de vós, contando-nos as vossas saudades, o vosso choro, o vosso zelo por mim, de maneira que muito me regozijei.



2 Coríntios 7:11


Porque quanto cuidado não produziu isso mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo mostrastes estar puros neste negócio.

B. Paulo Expressa Sentir Orgulho pela Igreja de Corinto
Paulo manifesta seus sentimentos de forma franca em
2 Coríntios 7:4
Grande é a ousadia da minha fala para convosco, e grande a minha jactância a respeito de vós; estou cheio de consolação e transbordante de gozo em todas as nossas tribulações.
Em 2 Coríntios 7:14 ele reafirma seus sentimentos para com eles conforme expressados a Tito.
Porque, se nalguma coisa me gloriei de vós para com ele, não fiquei envergonhado; mas, como vos dissemos tudo com verdade, também a nossa glória para com Tito se achou verdadeira.
 C. Conforto, Consolação e Confiança Plenamente Restaurada.
1. Paulo deixa claro que a chegada de Tito trazendo as boas notícias foi usado por Deus como forma de conforto e consolação —
2 Coríntios 7:6
Mas Deus, que consola os abatidos, nos consolou com a vinda de Tito.
E as boas notícias diziam respeito não só à maneira como haviam reagido à carta de Paulo, mas também à maneira como haviam tratado o próprio Tito —
2 Coríntios 7:15
E o seu entranhável afeto para convosco é mais abundante, lembrando-se da obediência de vós todos e de como o recebestes com temor e tremor.
2. Paulo manifesta o resultado experimentado pelo retorno de Tito trazendo verdadeiras boas notícias —
2 Coríntios 7:13
Por isso, fomos consolados pela vossa consolação e muito mais nos alegramos pela alegria de Tito, porque o seu espírito foi recreado por vós todos.
3. O resultado final foi que a confiança perdida estava plenamente restaurada —
2 Coríntios 7:16
Regozijo-me de em tudo poder confiar em vós.
Conclusão.
1. Devemos estar sempre prontos a sermos corrigidos, pois a correção visa nos fazer melhores crentes —
Hebreus 12:5—6
5 E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido;
6 porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho.
2. Precisamos entender que personalismos e partidarismos são sempre danosos. É a verdade que deve nos interessar acima de tudo. Opinião é como nariz, todo mundo tem direito de ter um. Mas somente a verdade deve prevalecer!
3. Para refletir: como será que o Senhor Jesus nos vê, tanto como indivíduos como quanto comunidade? Será que ele tem palavras de louvor reservadas para nós? Quando ele nos vê na vida familiar e nos afazeres do dia-a-dia como será que ele reage?

OUTRAS MENSAGENS EM 2 CORÍNTIOS PODEM SER ACESSSADAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

001 — A Escola do Sofrimento – 2 Coríntios 2:1—11

002 — Os Críticos do Apóstolo Paulo — 2 Coríntios 1:12 — 2:11

003 — Como Paulo Entendia o Ministério Cristão — 2 Coríntios 2:12 — 3:3

004 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 3:4—18 — Parte 1

005 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 4:1—6 — parte 2

006 — Batalhas e Bênçãos — 2 Coríntios 4:7—15

007 — Crescendo Apesar de Estar Envelhecendo — 2 Coríntios 4:16—5:9

008 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 1 — 2 Coríntios 5:9—14

009 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 2 — 2 Coríntios 5:14—6:4

010 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 3 — 2 Coríntios 6:3—10


011 — Os Princípios e a Prática da Separação Bíblica — 2 Coríntios 6:11—7:3
012 — Tudo Vai Bem, Quando Termina Bem — 2 Coríntios 7:4—16
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/2-corintios-74-16-tudo-vai-bem-quando.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.
Alexandros Meimaridis
PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:
Desde já agradecemos a todos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

– NÃO FALEIS MAL UNS DOS OUTROS - AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 11 - SERMÃO 019

Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior

VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS

Texto: Tiago 4:11.

Introdução.

• Um dos pecados mais comuns entre os cristãos é falar mal uns dos outros.

• Normalmente, nestes casos, nós falamos sem pensar e sem nos preocupar em como a pessoa mencionada se sentiria se ouvisse o que estamos dizendo.

 Às vezes, nós zombamos de alguma dificuldade que a pessoas tem ou rimos de algum erro que ela tenha cometido.

 Outras vezes, nós passamos adiante a última fofoca acerca de alguém.

• Mas, algumas vezes, existe um lado mais sombrio quanto a esta prática. Estas são as vezes em que nós, de modo deliberado, desejamos machucar ou até mesmo tentar destruir a reputação de um irmão ou irmã, porque estamos irados, porque não gostamos daquela pessoa ou porque somos invejosos.

• Este tipo de pecado é, realmente, indesculpável, mas é, muitas vezes, ignorado ou não recebe a devida importância.

• Mas, falar mal de outras pessoas, tem sido um sério problema na igreja desde o princípio e, por este motivo, os apóstolos incluíram entre os mandamentos de reciprocidade negativos – i.e. aqueles mandamentos que nos ensinam o que nós não devemos fazer uns com os outros – o seguinte...

Não Faleis Mal uns dos Outros

I. O Perigo que o Novo Testamento quer Combater.

• Em Tiago 4:11—12 encontramos uma discussão que envolve a delicada questão de julgamento entre irmãos de fé, com relação a assuntos que não são essenciais para a vida cristã.

• Em Tiago 3:1—12 encontramos uma longa discussão acerca do uso das nossas línguas, como instrumentos do nosso falar.

• No texto que temos diante de nós – Tiago 4:11—12 - Tiago coloca, no mesmo pé de igualdade: julgar os irmãos e falar mal dos irmãos.

II. O Mandamento e Suas Implicações.

Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz – Tiago 4:11.

Falar mal uns dos outros é o mesmo que falar de outro irmão de um modo tal que o mesmo venha a ser desacreditado, desonrado, depreciado ou diminuído em seu caráter ou ações.

A. Exemplos Bíblicos de Julgamentos Indevidos.

• Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja – 3 João 9 – 10.

B. Implicações deste Mandamento.

• Este mandamento que nos exorta a não falar mal uns dos outros possui as seguintes implicações:

 Quando falamos mal de alguém, nós estamos assumindo, na prática, que somos superiores àquele a quem estamos nos referindo. Falar mal de outro irmão é uma prova indisputável que nos consideramos melhores que o outro, pois nos colocamos na posição de juiz!

 Falar mal dos outros demonstra que desprezamos a Deus, que é o criador do nosso irmão ou irmã à Sua própria imagem e semelhança e para quem, O Senhor tem um plano específico – ver Tiago 3:9.

 Mesmo quando um irmão comete um erro ou um pecado, isto não deve ser usado como desculpa para outro irmão criticar aquele que errou. E muito menos, isto pode ser usado como desculpa para desprezar ou humilhar o irmão em erro.

 Nestes casos, o que devemos fazer é: procurar instruir, admoestar ou exortar nossos irmãos visando a edificação e não a destruição do mesmo.

 Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado – Gálatas 6:1.

 Meus irmãos, se algum entre vós se desviar da verdade, e alguém o converter, sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados – Tiago 5:19—20.

Como crentes, nós precisamos manter constante atenção sobre nosso falar, exercendo especial cuidado acerca das coisas que falamos uns dos outros.

Conclusão:

1. Não falar mal uns dos outros é mais um mandamento essencial na manutenção do amor mútuo, que devemos uns aos outros e, da unidade cristã que precisamos refletir a cada momento.

2. Todas as vezes que um irmão ou irmã é diminuído ou rebaixado, todo o corpo é afetado de modo negativo.

3. Quando falamos mal uns dos outros, então:

• Os membros do corpo demonstram favoritismo o que vai contra o mandamento que diz: Tende igual cuidado de uns para com os outros.

• O interesse geral está concentrado no indivíduo, em vez de estar centrado em Cristo.

• Sementes de amargura e desentendimento são plantadas e o Corpo de Cristo não consegue nem adorar nem louvar a Deus como deve – ver Romanos 15:6.

4. Mas, quando evitamos esta prática então, todos se sentem motivados e animados a cuidar uns dos outros e a edificar uns aos outros.

5. Da próxima vez, em vez de falar mal de alguém, procure falar a alguém acerca de Jesus e, tenha bom proveito do seu tempo.

Que Deus nos ajude a lembrar cada um dos mandamentos recíprocos, mediante os quais nós estamos atrelados uns aos outros e que, com a graça que o Senhor mesmo supre, nós possamos nos tornar em praticantes da palavra em vez de sermos meros ouvintes – ver Tiago 1:22.

O artigo 018 dessa série poderá ser encontrado aqui:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2011/12/nao-julgueis-uns-aos-outros-amaii-vos.html

O primeiro artigo - 001 - dessa série poderá ser encontrado aqui:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2010/05/o-custo-do-discipulado.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.