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sábado, 27 de maio de 2017

GRUPO MAÇÔNICO EXIGE RENÚNCIA DE MICHEL TEMER E DIRETAS JÁ



Um grupo maçônico denominado Maçons Progressistas do Brasil — MPB — lançou um manifesto exigindo a renuncia do Sr. Michel Temer da presidência da República e eleições diretas já.
O material abaixo foi publicado no site do Jornalista Esmael de Moraes de Curitiba.

URGENTE: Manifesto da Maçonaria exige renúncia de Temer e Diretas Já
26 de maio de 2017 por Esmael

A Maçonaria Brasileira lançou manifesto nesta sexta-feira (26/5/2017) pedindo a renúncia do ilegítimo Michel Temer e Diretas Já para todos os níveis.

O documento assinado pelos “Maçons Progressistas do Brasil-MPB” exige “a imediata renúncia do Sr Michel Temer e a convocação de eleições diretas e gerais para que o povo opine sobre os rumos que o país deve tomar”.

Na carta manifesto, os maçons afirmam que o atual ocupante do Palácio do Planalto encontra-se desprovido de qualquer patrimônio moral, atributo indispensável ao governante maior da nação brasileira.

Leia a íntegra do manifesto dos maçons:

Carta Aberta aos Brasileiros

Nós, Maçons Progressistas do Brasil – MPB, movimento organizado, suprapartidário, que zela pelos valores democráticos, pela pluralidade de ideias e pela justiça social, propugnados na constituição cidadã de 1988, vimos a público manifestar nosso profundo descontentamento com o estado atual de completo descrédito por que passa o governo brasileiro sob a presidência do Sr Michel Temer.

Compreendemos que após assumir o comando do país via golpe parlamentar travestido de impeachment e levado a cabo pelo então presidente da câmara, Eduardo Cunha, o Sr Michel Temer tem trabalhado para destruir as garantias e direitos sociais duramente conquistados pelo povo brasileiro durante décadas de luta. Sabemos que o programa de governo que vem sendo implementado pelo presidente ilegítimo foi rechaçado nas urnas. Por isso entendemos que este governo não tem legitimidade sequer para propor as alterações que almeja nas legislações trabalhista e previdenciária, muito menos para implementar medidas que comprometem o futuro do país, transferindo a empresas estrangeiras riquezas naturais do nosso Brasil.

Além de carecer de legitimidade, o atual ocupante do Palácio do Planalto encontra-se desprovido de qualquer patrimônio moral, atributo indispensável ao governante maior da nação brasileira. Não bastava o áudio no qual o Ex-ministro do planejamento, Romero Jucá, foi flagrado detalhando o golpe e associando as figuras do então deputado Eduardo Cunha a Michel Temer na trama, agora o próprio Temer é flagrado em conversas nada republicanas com um diretor da empresa JBS. Conversas estas que versam sobre compra de juízes e promotores, além de pagamentos para garantir o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

Diante desses e de outros fatos, tornamos pública nossa posição de exigir a imediata renúncia do Sr Michel Temer e a convocação de eleições diretas e gerais para que o povo opine sobre os rumos que o país deve tomar.

Pra finalizar, colhemos excerto de texto sagrado, para asseverar que: a nossa luta é para que “Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso”(Amós 5,24). E que assim seja!
Fraternalmente,

Maçons Progressistas do Brasil-MPB

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


O documento original poderá ser visto por meio desse link:


NOSSO COMENTÁRIO:

Numa hora em que sobram evidências da prática dos mais diversos crimes praticados por personalidades da República, nos chama a atenção que um grupo maçônico lance um manifesto como esse, citando, inclusive, uma passagem das Escrituras Sagradas, enquanto igrejas protestantes e evangélicas em geral, permanecem em silêncio.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.                   

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

CÂMARA DOS DEPUTADOS OU CIRCO?


Deputada Raquel Muniz vota contra a "corrupção" às vésperas do marido ser preso por corrupção

O artigo abaixo foi escrito pelo jornalista Johnny Bernardo e publicado no site do Gnotícias

Um show de horrores na Câmara Federal

Por Johnny Bernardo          

Não há outra definição com relação ao que aconteceu em 17 de Abril de 2016, na Câmara Federal, que um “show de horrores”. Como cidadão não posso ficar calado diante de tamanho agravo à democracia brasileira, tamanho desrespeito ao voto popular. Faço uso deste espaço opinativo para manifestar meu repúdio ao golpe constitucional que está em curso nos bastidores de Brasília. Depor a presidenta Dilma Rousseff e colocar em seu lugar um grupo de líderes corruptos do PMDB é um grande erro e contradição. Sair às ruas de verde e amarelo para pedir “mudanças” e ter como resultado a ascensão de Michel Temer como presidente é um erro e uma clara contradição.

Nada irá mudar, com exceção de que os golpistas irão lutar para o esfacelamento das investigações em curso contra seus pares, como a exemplo do Eduardo Cunha. Nenhum outro país democrático permitiria que um líder corrupto, com contas secretas na Suíça, e denúncia recente de que recebeu mais de R$ 52 milhões em propina, comandaria um processo de impeachment de uma presidenta cujo caráter é ilibado – inclusive o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez questão de reconhecer em inúmeras declarações que a “presidente Dilma é uma pessoa honrada”. Ainda cabe dizer que os parlamentares que julgam a presidenta pelas supostas pedaladas fiscais cerca de 290 respondem por processos que envolvem compra de votos em suas bases eleitores e participação no desvio de milhões dos cofres públicos. A prisão (hoje, 18) do prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz pela Polícia Federal, foi sintomática. Muniz é casado com a deputada federal Raquel Muniz, que votou sim pelo processo de impeachment. Em seu voto Raquel Muniz disse que o “Brasil tem jeito”.

É fato conhecido internacionalmente, e um dos jornais de maior prestígio, o The New York Times, em manchete de capa publicada no último dia 15, destacou que o “impeachment contra a presidente Dilma está sendo liderado por políticos acusados de corrupção”. Não é, portanto, qualquer jornal de esquerda que faz referência ao processo, mas um dos mais conceituados do mundo. A imagem do Brasil está sendo aos poucos dilapidada por políticos sem escrúpulos, que fazem o jogo da luta “do poder pelo poder”. Não há uma real preocupação com os pobres, com os trabalhadores, com as famílias, e sim com a manutenção da corrupção e destruição dos benefícios sociais adquiridos desde a Constituição de 1988. Houve corrupção nos governos do PT tal como observamos ao longo dos últimos 500 anos, e quem errou tem que pagar por seus erros. Agora fazer uso de princípios constitucionais para depor uma presidenta que não tem qualquer participação nos delitos praticados é sim um golpe. O impeachment é um instituto presente na Constituição Federal de 1988, mas desde que possua fundamento jurídico. No atual processo contra Dilma não há fundamento.

Não é o processo em si o principal motivo de repúdio, mas os parlamentares que estão por trás. Na sessão de ontem os parlamentares fizeram reiteradas referências à família, a Deus e as suas denominações religiosas. São os mesmos parlamentares cujos nomes aparecem relacionados em escândalos de corrupção. Dentre as denominações evangélicas mencionadas, a Igreja do Evangelho Quadrangular e a Igreja Mundial do Poder de Deus tiveram destaque, assim como o Movimento Carismático. Nada diferente dos deputados que são reconhecidamente representantes do Agronegócio, que defendem a flexibilização das leis trabalhistas. Não são meros tiriricas, mas filhos e netos de parlamentares que ocupam o cenário político há gerações. O mais grotesco das manifestações partiu do deputado pelo Rio de Janeiro Jair Bolsonaro que, em seu voto pelo prosseguimento do processo, fez uma defesa da memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. O mencionado cometeu diversos assassinatos e participou de sessões de tortura.

Esta é a pior composição congressista da história da República, um retrocesso após inúmeros ganhos sociais e progressistas que não ocorriam desde Getúlio Vargas. O processo de impeachment autorizado ontem foi um verdadeiro comício patrocinado pela mídia brasileira. Na fala dos senhores congressistas eram frequentes as menções aos currais eleitorais. É nítida a intenção de veicular os votos às próximas eleições gerais em que parentes concorrem à reeleição. Foi, de fato, um verdadeiro show de horrores. Fundamentar o progresso político em suas bases por meio de um processo sem fundamento jurídico ou moral é um exemplo da podridão que se instalou no Congresso Nacional. Não há parlamentares comprometidos com a manutenção de projetos importantes, como o Minha Casa, Minha Vida, o Prouni, o Pronatec, a Farmácia Popular, a Ciência Sem Fronteiras, o Caminho da Escola, a expansão das universidades federais, a valorização do salário mínimo, e sim com a manutenção de seus privilégios econômicos e políticos. Hipocrisia.

Querem moralizar a política? Então que todos renunciem aos seus cargos e sejam chamadas eleições gerais, para o Executivo e o Legislativo, e que se faça uma reforma política de verdade, que não proteja seus interesses nos Estados e o coronelismo. É o único caminho ao clamor popular, que não é apenas da esquerda, como também da direita. É preciso um pacto nacional pela manutenção dos benefícios sociais e econômicos. Caso contrário, de nada adiantara multidões de pessoas irem às ruas vestidas de verde e amarelo se o que teremos na Presidência será uma composição política pior da que está sendo expulsa pela via golpista e inconstitucional. Michel Temer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Aécio Neves e Jair Bolsonaro não são quadros políticos adequados para recriar a República, mas destruí-la definitivamente. Os evangélicos progressistas não compactuam com semelhante golpismo que tem como objetivo destruir as bases sociais, tornar precário o trabalho e aprofundar a desigualdade social. Temos que encontrar um novo caminho.

"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Por Johnny Bernardo

Johnny Bernardo é jornalista, pesquisador da religiosidade brasileira e das relações entre religião e sociedade, colunista do Gnotícias e do Núcleo Apologético de Pesquisas e Ensino Cristão (NAPEC) Outros detalhes sobre o pesquisador no blog - http://jtbernardo.blogspot.com.br/ Contato: pesquisasreligiosas@gmail.com Google Plus

O artigo original poderá ser lido por meio do link abaixo —


Que Deus tenha misericórdia do Brasil.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 3 de março de 2015

SILAS MALAFAIA CONVOCA EVANGÉLICOS PARA ATO CONTRA PRESIDENTA DILMA


O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Tiago Chagas. Convidamos todos a lerem o mesmo, prestando muita atenção nas pretensas e estapafúrdias alegações do Sr. Malafaia, que são respondidas no final do artigo debaixo do título: “NOSSOS COMENTÁRIOS”.

Impeachment: pastor Silas Malafaia convoca evangélicos para manifestação contra Dilma

Por Tiago Chagas

O pastor Silas Malafaia convocou seus seguidores nas redes sociais para se juntarem às manifestações populares do próximo dia 15 de março, quando espera-se que milhões de pessoas, em diversas cidades do país, saiam às ruas para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Malafaia é conhecido por sua oposição ferrenha e aberta à administração Dilma, e nas últimas eleições, apoiou candidatos de oposição nos dois turnos.

“Um governo que engana o povo nas eleições, [faz um] aumento absurdo da conta de luz e da carga tributária para empresas, só podemos dizer: FORA DILMA! Nunca na história desse país [houve] um governo cínico que não assume seus erros e tanta roubalheira. Dia 15 de março manifestação fora DILMA, apoio”, escreveu o pastor.

Um governo que engana o povo nas eleições,aumento absurdo da conta de luz e da carga tributária para empresas,só podemos dizer: FORA DILMA!

Para o pastor, um dos principais motivos para cobrar a presidente é a diferença entre o discurso apresentado durante a campanha eleitoral e as medidas adotadas durante o início de mandato.

“Apenas 2 meses de governo e todas as mentiras da campanha caíram por terra. VERGONHA! Afronta ao povo brasileiro!”, criticou Malafaia.

A omissão do governo brasileiro em relação ao terrorismo praticado pelo Estado Islâmico também foi abordada pelo líder evangélico: “Milhares e milhares de cristãos sendo massacrados esse governo de esquerdopatas não se manifesta. Se fosse um homossexual [sendo perseguido], já tinham falado”, disparou o pastor, utilizando a retórica da simpatia do Partido dos Trabalhadores pela militância homossexual.

Impopular

A presidente Dilma enfrenta uma das maiores desaprovações de um chefe de Estado em início de mandato. Pesquisas realizadas no começo deste ano mostram que ela não seria reeleita se as eleições acontecessem entre o final de 2014 e o início de 2015, época em que ela anunciou as medidas econômicas que limitaram benefícios dos trabalhadores, como o seguro-desemprego, e cortaram o aumento do valor do programa social Bolsa-Família.

O artigo original do site Gnotícias poderá ser acessado por meio desse link aqui:


NOSSOS COMENTÁRIOS

Antes de qualquer outro comentário queremos deixar bem claro que nossa motivação não é política, até porque NÃO RECOMENDAMOS O VOTO EM DILMA, POR ESCRITO, em vários de nossos artigos escritos antes das eleições de 2014, por questões que estão claras naqueles artigos.

1) Silas Malafaia faz oposição ferrenha e aberta à presidenta Dilma por questões políticas e não por questões de justiça. Esse mesmo Silas apoiou o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, porque Lula fez acordos para dar espaço para Silas e seu grupo no governo, espaço esse que lhe foi negado pela presidenta Dilma.

2) Silas Malafaia diz que o governo da presidenta Dilma enganou o povo antes das eleições. E o que foi mesmo que o governador do Estado de São Paulo fez antes das eleições de 2014? Por uma questão de simples coerência, o senhor Silas deveria convocar os evangélicos que o adoram a também se organizarem para pedir o impedimento do governador Alckmin!

3) Silas afirma que nunca na história desse país [houve] um governo cínico que não assume seus erros e tanta roubalheira. Quanto ao cinismo julgue o leitor por si mesmo. Mas quanto a roubalheira, Silas mente, porque um dos membros do próprio PSDB, Ricardo Semler, afirmou por escrito, que a grande e verdadeira maior roubalheira aconteceu durante os anos em que seu próprio partido, o PSDB, governou a país pelas mãos do Dr. Fernando Henrique Cardoso. Mas o leitor não precisa aceitar nossas palavras. Poderá, se assim desejar, ler o artigo escrito pelo próprio Ricardo Semler, curiosamente intitulado “NUNCA SE ROUBOU TÃO POUCO” por meio desse link aqui:


4) Silas diz que a Presidenta Dilma mentiu demais antes das eleições. Mas quem mentiu mais antes de se reeleger. Dilma ou o Dr. Fernando Henrique Cardoso do PSDB. Veja a comparação do primeiro mês de governo do segundo mandato de Dilma e FHC feita, nada mais nada menos, pelo Jornalista Marcos Coimbra, para a Revista Carta Capital por meio desse link aqui:


5) Quando comparamos o desempenho da Presidenta Dilma com o de FHC é bom nos lembrar que na primeira pesquisa de desempenho de FHC no segundo mandato seu números foram de: a soma de “ótimo” e “bom” ficava em 19%, enquanto a de “ruim” e “péssimo” alcançava 47%. Em setembro, a positiva afundou a minguados 8% e a negativa saltou para estratosféricos 65%. Já os números de Dilma na primeira pesquisa de 2015 foram, de acordo com a Folha de São Paulo, os seguintes: Atualmente, 23% dos brasileiros adultos avaliam a gestão da petista como ótima ou boa, enquanto 44% a consideram ruim ou péssima. Ou seja, Dilma, apesar de tudo ainda foi melhor que FHC! E isso na opinião do povo. Ver avaliação da Folha por meio desse link aqui:


6) Agora, o senhor Silas Malafaia pode fazer o que bem entender, pode pretender a vontade e pode convocar seu adoradores para fazerem o que bem entenderem, dentro da lei é claro.

Mas esperamos que o leitor, bem informado, saiba diferenciar a verdade das mentiras, antes de se envolver numa patacoada evangélica, das quais, para falar a verdade, já estamos bastante cansados.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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