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sábado, 18 de novembro de 2017

Gênesis — Estudo 054 — A GENEALOGIA DOS SEMITAS


Imagem relacionada
Descendentes de Sem na cor branca e nos países que têm nomes.

Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 

O Livro do Gênesis

O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ        
         
             Eretz   ha  ve-et  Hashamaim     et      Elohim           Bará           Bereshit
            Terra    a      e        céus                os        Deus            criou           princípio No
                                                                                                                                      Gênesis 1:1

CONTINUAÇÃO

XII — Gênesis 11 — “Deram com uma Planície na Terra de Sinear”.

H. A Genealogia dos Semitas — Gênesis 11:10—32.

Gênesis 11:5

H. A Genealogia dos Semitas — Gênesis 11:10—32.

As informações acerca dos descendentes de Sem variam consideravelmente, dependendo da fonte utilizada. Os escritos disponíveis são: o Texto Massorético, a Septuaginta, o Pentateuco Samaritano e os escritos de Flávio Josefo. Desses escritos nós podemos colher informações que dizem que o tempo entre Sem e Abraão foi de:

1. O Texto Massorético diz que foi de 390 anos.

2. O Pentateuco Samaritano fala em 1040 anos.

3. A Septuaginta menciona 1260 anos.

Essas disparidades podem ser explicadas apenas se levarmos em conta que as letras do alfabeto hebraico serviam também como numerais e que os valores individuais das letras bem como suas combinações podiam variar de acordo com o meio cultural em que foram produzidas. E os três documentos acima foram produzidos em três culturas diferentes, a saber:

1. O Texto Massorético foi produzido entre os judeus que habitavam o reino do Sul — Judá — onde ficava a cidade de Jerusalém, por um povo que se considerava incontaminado.

2. O Pentateuco Samaritano foi produzido na cidade de Samaria localizada no reino do Norte — Israel por um povo — samaritanos – considerado impuro pelos judeus.

3. A Septuaginta foi produzida pelos judeus que estavam na dispersão. Esses eram judeus de Judá que não quiseram retornar para Jerusalém e circunvizinhanças após o cativeiro babilônico e que foram gradativamente se estabelecendo por toda a bacia do Mediterrâneo. Foram os judeus estabelecidos em Alexandria, no Egito, que produziram a Septuaginta.

O hebraico era uma língua consonantal — tinha apenas consoantes — composta de 24 letras. As primeira 20 letras representavam os numerais de 1 ao 20. As últimas quatro letras representavam as centenas que vão de 100 a 400. A partir daí os números eram representados por combinações de letras, combinações estas que variavam de acordo com quem estava fazendo os cálculos. É realmente muito difícil, senão impossível, fazer uma consolidação dessas cronologias para chegar a uma definição precisa do tempo. O Senhor não quis nos revelar maiores detalhes acerca destes fatos, então podemos nos dar por satisfeitos com o que temos diante de nós.

Prosseguindo com a história, depois de descrever como surgiram as diversas nações que se originaram dos três filhos de Noé — Sem, Jafé e Cam — e de como essas nações se espalharam por sobre a face da terra falando línguas distintas, nossa narrativa vai se concentrar, daqui em diante, a acompanhar os descendentes de Sem até chegarmos a Tera que foi o pai de Abrão.

Os cinco primeiro descendentes de Sem mencionados em Gênesis 11:10—32 já foram objeto do nosso estudo quando estudamos Gênesis 10:21—31. Naquela ocasião a intenção do autor do Gênesis era estabelecer a relação de Sem com Héber e deste com Pelegue. Nos versículos que estamos estudando nesta divisão nós podemos ver que a intenção do autor é traçar a genealogia de Sem via Pelegue até fazê-la chegar a Tera. Pelegue é o fio da meada abandonada em Gênesis 10:25 e que agora será retomada a partir de Gênesis 11:18 e nos conduzirá até Tera, o pai de Abrão.

A genealogia que temos diante de nós em Gênesis 11:10—32 é a continuação natural daquela que foi interrompida em Gênesis 5:32. Existe uma pequena, porém notável distinção entre as formas com que estas duas genealogias são apresentadas e o autor prefere deixar que o próprio leitor, fazendo uma comparação entre as duas, descubra qual é esta diferença.   

Além da diferença mencionada acima, também é notável uma dramática redução na duração da vida em termos absolutos de anos — praticamente reduzidos à metade — dos que viveram antes do dilúvio com relação àqueles que viveram após aquele evento cataclísmico. Uma leitura mais atenta de Gênesis 11:10—32 irá nos revelar que uma nova e também marcante redução no número absoluto de anos — outra vez reduzidos pela metade — ocorreu novamente após os eventos relacionados ao personagem Pelegue — ver Gênesis 10:25.

Enquanto Noé, que pertencia ao mundo que existia antes do dilúvio viveu por longos 950 anos — ver Gênesis 9:29 — seu filho Sem, que nasceu ainda nos dias do velho mundo, mas viveu a maior parte da sua vida após o dilúvio alcançou a idade de 600 anos, o que representou uma notável redução quando comparada com os anos vividos por seu pai — ver Gênesis 11:10—11. Começando com os descendentes de Sem, é fácil perceber o acelerado decréscimo no número absoluto de anos daqueles que viveram após o dilúvio. Assim temos:

שֵׁם Shem — Sem viveu 600 anos — ver referência acima.

אַרְפַּכְשָׁד Arphakshad — Arfaxade viveu 438 anos — ver Gênesis 11:12—13.

שָׁלַח Shalá — Salá viveu 433 anos — ver Gênesis 11:14—15.

עֵבֶר Yeber — Héber viveu 464 anos — ver Gênesis 11:16—17.

 פֶּלֶג Peleg — Pelegue viveu 239 anos — ver Gênesis 11:18—19. Notável redução.

רְעוּ Reyú — Reú viveu, como seu pai Pelegue, por 239 anos — ver Gênesis 11:20—21.

שְׂרוּג Serug — Serugue viveu 230 anos — ver Gênesis 11:22—23.

נָחוֹר Nahor — Naor viveu 148 anos — ver Gênesis 11:24—25.

תֶרַח Terah — Tera  viveu 205 anos — ver Gênesis 11:26—31.

Não podemos deixar de notar que tanto o dilúvio quanto a divisão dos seres humanos nas mais diversas nações acabaram por exercer uma poderosa influência no sentido de reduzir o número absoluto de anos dos seres humanos. De acordo com os estudiosos esses eventos produziram estas reduções, basicamente por dois motivos, a saber:

1. O dilúvio alterou de forma considerável as condições climáticas do planeta.

2. A divisão dos seres humanos em diversas nações causou uma substancial mudança nos hábitos das pessoas.

Mas à medida que a duração da vida humana diminuía, filhos começaram a ser gerados cada vez mais cedo. Sem gerou seu primogênito, Arfaxade, quando tinha 100 anos de idade. Arfaxade, por sua vez, gerou seu primogênito, Salá, aos trinta e cinco anos de idade. Salá gerou o seu quando tinha trinta anos e assim sucessivamente. A exceção nessa lista é Tera que gerou seu primogênito aos 70 anos. De qualquer maneira, esta mudança de hábito — gerar filhos cada vez mais cedo — foi a responsável pelo rápido crescimento da população naqueles dias. E essa rápida multiplicação dos seres humanos é a explicação mais plausível para o fato de Abrão encontrar tribos, cidades e reinos por onde quer que estivesse peregrinando a meros 365 anos após o dilúvio. Projeções baseadas em 11 gerações — de Noé até Abrão — contando o nascimento de 8 filhos por casal estimam que somente os semitas somavam cerca de 25 milhões de pessoas. Quando as mesmas fórmulas são aplicadas aos Camitas e aos Jafetitas, baseadas na Tábua das Nações de Gênesis 10, as estimativas são de que a população da Terra nos dias de Abrão deveria ser por volta dos 300 milhões de pessoas. Todos os patriarcas Semitas — de Sem a Tera — estavam vivos quando Abrão ouviu o chamado de Deus e iniciou sua peregrinação sem saber para onde deveria ir — ver Hebreus 11:8.

Esta parte do nosso estudo do livro do Gênesis termina com o fechamento da genealogia em 11:26 de uma forma muito semelhante à que havia terminado em Gênesis 5:32. Naquela ocasião foram mencionados os três filhos de Noé — Sem, Jafé e Cam. Neste momento o texto alista o nome dos três filhos de Tera, filhos esses que terão uma grande importância em toda a história subsequente. Esses filhos são:

1. Abrão — que irá se tornar o pai de todos aqueles que recebem o dom da fé.

2.  Naor — que era um dos ancestrais de Rebeca que veio a se casar com Isaque — comparar Gênesis 11:29 com Gênesis 22:20—23.

3. Harã que era o pai de Ló — ver Gênesis 11:27.

Que motivos teriam levado Tera a sair de Ur dos Caldeus acompanhado de seu filho Abrão, a esposa desse chamada Sarai e seu sobrinho Ló? O texto não nos revela. Harã morreu na terra natal de Ur. Nada nos é dito acerca dos rumos de Naor. Em Gênesis 11:31 nós temos uma explicação porque a descendência de Sem — ver Gênesis 11:10—32 —  é mencionada após os acontecimentos registrados na cidade e na torre chamada de Babel.

O leitor atento irá notar que Gênesis 11 conta a história de dois grupos. Estes grupos são caracterizados da seguinte maneira:

1. Os dois grupos estão em movimento de um lugar para outro.

2. Os dois grupos se estabelecem no local de destino.

3. Os dois grupos viajam, de uma forma geral, na direção que vai do Leste para o Oeste.

O final da história dos dois grupos é, todavia, bastante diferente.

1. A migração do primeiro grupo termina em uma grande frustração acompanhada de uma dispersão maciça.

2. A segunda migração nos fala dos estágios iniciais daqueles que são abençoados por Deus e nos falam de Abrão, um homem escolhido por Deus.

Os nomes dos filhos de Tera nos apresentam uma possibilidade de compreendermos, pelos menos por um pouco, o tipo de ambiente religioso que existia em Ur dos Caldeus nos dias de Abrão. Se a relação do nome Tera com as expressões “yarea” — lua — e “yerah” — mês lunar — for estabelecida então é bastante possível que a família dos ancestrais de Abrão fosse composta de adoradores da Lua. Vejamos alguns exemplos:

1. O nome Sarai, por sua vez, é equivalente a expressão “sarratu”— rainha. Esse nome era uma tradução em acadiano do nome sumeriano da deusa Ningal. Essa deusa era a parceira feminina do deus sumeriano chamado Sin — deus lua.

2. Milca era nome idêntico ao da deusa Malkatu que era filha do deus Sin.

3. Labão quer dizer “branco” e era usado como uma referência comum para representar, de forma poética, a lua cheia.

Além disso, a história registra que tanto Ur dos Caldeus quanto a cidade de Harã eram grandes centros de adoração à lua.

Diante destes fatos nós podemos afirmar que o meio do qual Abrão procedeu era composto por pessoas que adoravam, de forma especial, a lua.

Antes de prosseguirmos com a história de Abrão, propriamente dita, é necessário, fazermos uma pequena pausa para avaliarmos a apropriação que o Novo Testamento faz do conteúdo de Gênesis 11.

CONTINUA...      

Outros artigos acerca dO LIVRO DE GÊNESIS
001 — Introdução e Esboço
002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação
003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza
004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra
005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida
006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR
007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA
008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1
009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2
010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia
011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia
012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia
013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1
013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2
014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas
015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A
016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B
017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A
018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B
019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C
020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19
021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20
022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21
023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22
024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23
025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24
026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25
027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26
028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A
029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B
030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.
031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.
032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.
033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.
034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?
035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água
036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001
037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002
038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001
039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002
040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003
041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ
042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?
044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE
045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
046 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 002 — OS DESCENDENTES DE CAM: NEGROS, AMARELOS E VERMELHOS
047 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 003 — OS DESCENDENTES DE SEM E A ORIGEM DOS HEBREUS
048 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 004 — A TÁBUA DAS NAÇÕES É UM DOCUMENTO ÚNICO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
049 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 001
050 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 002
051 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 003
052 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 004
053 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 005
054 — Estudo de Gênesis — A GENEALOGIA DOS SEMITAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/11/genesis-estudo-054-genealogia-dos.html

Que Deus abençoe a todos.


Alexandros Meimaridis


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quinta-feira, 21 de maio de 2015

MARAVILHAS DA CRIAÇÃO DE DEUS NO UNIVERSO - PARTE 2 - AGORA MAIS INTRIGANTES E PESSOAIS


Foto do telescópio Hubble.

O material abaixo foi publicado pelo site AWEBIC. Traduções necessárias foram supridas pelo Blog O Grande Diálogo.

34 IMAGENS PARA VOCÊ REPENSAR COMPLETAMENTE A SUA EXISTÊNCIA

Qual é a razão da existência humana?
Esta talvez seja a pergunta mais antiga já feita pelo homem. As imagens a seguir colocam um pouco mais de tempero nas possíveis respostas.
Quer ver? Acompanhe.

1. Esta é a Terra. Você e eu moramos aqui.

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2. E aqui é onde estamos exatamente em nossa vizinhança, o Sistema Solar

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Pode-se notar claramente porque Plutão - Pluto - foi descaracterizado como planeta. A terra está localizada entre as duas setas vermelhas na imagem.

3. Esta é a distância, em escala, entre a Terra e a Lua. Não parece muito, né?

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4. Não é bem assim. Entre a Terra e a Lua cabem todos os planetas do Sistema Solar…

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Distância média entre a Terra e a lua é de 384.400 quilômetros.

5. …então vamos falar de planetas. Esta mancha verde é a América do Norte em Júpiter.

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América do Norte - Canadá, Estados Unidos da América e México - comparada com Júpiter

6. E aqui está o tamanho da Terra (ou melhor, seis vezes a Terra) comparado com Saturno

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7. Para ilustrar melhor, olhe como seriam vistos os anéis de Saturno se eles estivessem na Terra

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Se os anéis de saturno estivessem na terra eles seriam visto assim a partir do Ecuador, da Polinésia, do Alasca e de Washington D. C.

8. Aqui está um cometa. Recentemente o homem posou uma sonda em um desses. Veja só a comparação de tamanho de um cometa com a cidade de Los Angeles:

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9. Mas nada se compara com o nosso Sol. Veja:


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O planeta terra está indicado pela seta vermelha: VOCÊ ESTÁ AQUI.

10. Esta é a vista da Terra a partir da Lua:

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11. E aqui está a vista de Marte:

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Terra

12. E é assim que se vê a Terra dos anéis de Saturno:

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13. Agora veja como nossa casa é vista de Netuno – 6.437.376.000 km de distância

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Parafraseando Carl Sagan, todos e tudo que você conhece existe neste pontinho.

14. Mas vamos voltar ao Sol. Aqui está a comparação de seu tamanho em relação a Terra. Assustador, né?

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15. Veja o Sol da superfície de Marte:

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16. Isso não é nada. Citando Carl Sagan de novo, há mais estrelas no espaço do que grãos de areia em todas as praias da Terra

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17. Sabe o que isso significa? Há estrelas muito, muito maiores do que o nosso querido Sol. Veja como ele pode parecer insignificante:

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Nosso Sol comparado com a estrela VY Canis Majoris

18. Aqui está outra perspectiva. A maior estrela, VY Canis Majoris, é 1 bilhão de vezes maior que o Sol

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19. Mas nada disso se compara ao tamanho de uma galáxia. Pega essa: se reduzirmos o Sol ao tamanho de um glóbulo branco e reduzirmos a Via Láctea na mesma escala, o tamanho da Via Láctea seria equivalente aos Estados Unidos

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20. É claro que isso é porque a Via Láctea é enorme. Aqui é onde estamos:

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21. E isto é tudo que você consegue ver no céu:

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Todas as estrelas que você vê à noite são uma parte do círculo em amarelo acima.

22. Se você ainda não se impressionou, agora sua cabeça VAI explodir. Veja o tamanho da Via Láctea em comparação com outras galáxias:


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Via Láctea, Andrômeda, M*& e ic 1011


23. SIM, dá pra pensar maior. Apenas nesta foto tirada pelo telescópio Hubble existem milhares de galáxias, cada uma contendo milhões de estrelas e alguns planetas.

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24. Esta é UDF 423, uma das maiores galáxias já fotografadas. Ela está a 10 BILHÕES de anos-luz daqui.

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25. Esta é uma imagem de uma pequena parte do universo. Uma parte insignificante do céu estrelado.

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Tudo do que parece ser NADA!

26. Ah, tem mais!, é seguro afirmar que existem buracos negros por aí. Aqui está a comparação do tamanho de um buraco negro com a Terra (só para te assustar mesmo):

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NGC 1277 Burraco Negro a 4 dias-luz. Orbita de Netuno a 8.3 horas luz e òrbita da Terra a 17 minutos-luz

27. Este é o nosso lar.

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Terra

28. Isso é o que acontece quando temos uma visão mais ampla de nossa vizinhança, o Sistema Solar

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Sistema Solar com a Terra em destaque.

29. Isso é o que acontece quando temos uma visão AINDA MAIS AMPLA…

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Vizinhança interestelar com o sistema solar em destaque

30. …MAIS AINDA…

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Nossa Galáxia, a Via Láctea com nosso sistema interestelar em destaque.

32. …VAMOS MAIS LONGE…

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Super Aglomeração no quadrante de Virgem com nosso grupo galático local em destaque

33. …ATÉ ONDE ISSO VAI?

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Super aglomerações locais com a super aglomeração no quadrante de Virgem no destaque.

34. Pronto. Aqui está tudo do universo observável e o seu lugar nele. Apenas uma formiga minúscula em um frasco gigante.

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Universo observável com a Super Aglomeração em destaque

Oh. Meu. Deus.
Para fechar eu não poderia deixar de citar Carl Sagan mais uma vez…

“Só existem duas opções: ou estamos sozinhos no Universo ou não estamos. Ambas são assustadoras.”


NOSSA OPINIÃO.

Para o crente que conhece e teme o Deus criador, nada disso é assustador. Impressionante sim, porque prova a capacidade criadora do nosso Deus.

Como o salmista queremos apenas afirmar humildemente o seguinte:

Salmos 139:6  

Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim: é sobremodo elevado, não o posso atingir.

No mais, descansamos plenamente conscientes de que o Deus Criador e sustentador de todo esse magnífico Universo é o nosso Senhor Jesus Cristo, porque,:

POR MEIO DELE E PARA ELE FORAM CRIADAS TODAS AS COISAS E VIERAM A EXISTIR. 

Inclusive nós, os pequeninos seres humanos a quem ele ama e por quem se entregou para nos salvar.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

NOSSA RIQUEZA EM CRISTO — ESTUDO 030C — EFÉSIOS 1:3 - A BÊNÇÃO COM QUE SOMOS ABENÇOADOS EM CRISTO — PARTE 003 - A VISÃO DE HERMES


Hermes Trimegisto o "alquimista" que deu origem a todo misticismo moderno, especialmente ao Espiritismo. Leia abaixo para entender como isso aconteceu
Esse artigo é parte da série "Em Cristo" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior
32 – Efésios 1:3 — Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.

No mundo antigo as pessoas acreditavam que existiam 7 planetas. Estes eram: a Lua, Mercúrio, Vênus, o Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Acreditavam também que existiam sete céus ou esferas, uma ao redor de cada um dos planetas. Em todos os monumentos em honra ao deus Mithra[1] encontramos sete altares ou piras, consagrados aos sete planetas. Alguns escritores que procuraram fazer um sincretismo entre o conhecimento pagão e a revelação Bíblica defendiam a idéia que as sete lâmpadas do candelabro que Deus mandou Moisés fazer para iluminar o tabernáculo, eram representativas dos sete planetas como concebidos na Antiguidade. Entre estes autores podemos citar o cristão Orígenes de Alexandria e o judeu Philo Judaeus também de Alexandria.

Esquema hermético da transmigrações da alma

De acordo com as crenças produzidas pelo homem desde a mais remota Antiguidade, a alma humana desejosa de retornar ao infinito, que era considerado como o local de onde todas as almas procediam, precisava ascender da mesma forma como havia descendido através de sete esferas. Na iniciação dos mistérios de Mithra, o candidato tinha que passar por sete graus ou estágios de iniciação dos quais uma escada com sete degraus, representando os sete planetas, era o símbolo. Durante celebração dos mistérios de Mithra em Roma encontramos novamente a mesma escada com sete degraus que representavam as sete esferas dos sete planetas. Sincretistas alegam que a visão que Jacó teve — ver Gênesis 28:11—19 — se refere a esta mesma escada, mas a suposição é presunçosa demais para ser levada a sério. Os mistérios de Mithra eram normalmente celebrados em cavernas onde havia quatro entradas assinaladas com os quatro pontos que marcam as estações: dois equinócios[2] e dois solstícios[3]. Dentro das cavernas havia também sete portais marcados, cada um, com o nome de um dos sete planetas, através dos quais os participantes tinham que passar descendo ou subindo.

Mas de onde teriam surgido essas teorias de que existem sete céus, e que eram tão comuns na antiguidade, desde a Babilônia com sua pirâmide vitrificada com sete andares, cada um de uma cor, passando pela religião iraniana do deus Mitra e culminando com a fusão dessa religião com a filosofia grega nos Mistérios de Mithra? É importante que se diga que estes Mistérios de Mithra constituíam uma das religiões mais influentes nos dias do Novo Testamento.

A história aponta de maneira muito objetiva para uma lenda egípcia conhecida como “A Visão de Hermes”. De acordo com o historiador francês e pesquisador das religiões da antiguidade, Édouard Schuré, essa visão “não estava escrita em papiro algum, apenas existia marcada em sinais simbólicos nas estrelas pintadas na cripta secreta e só era conhecida do profeta[4]”. A sua explicação era transmitida de pontífice para pontífice no Egito.

Apesar de não sermos iniciados nos mistérios de Osíris aqui vão porções da “Visão de Hermes” que nos ajudam a compreender a idéia que o mundo antigo tinha a respeito do céu ou dos céus.

“Em certo dia, Hermes adormeceu, após ter meditado sobre a origem das coisas. Um pesado torpor tomou o seu corpo; mas, à medida que o corpo entorpecia o seu espírito alçava-se nos espaços.

Então, afigurou-se-lhe que um ser imenso, sem forma determinada, o chamava pelo seu nome.

Hermes: Quem és tu? Pergunta-lhe aterrorizado.

Osíris: Eu sou Osíris, a Inteligência suprema, que tudo posso desvendar. O que desejas?

Hermes: Descobrir a origem dos seres, ó divino Osíris, e conhecer Deus.

Osíris: Serás satisfeito.
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Hermes: ...faz-me ver a vida dos mundos, o caminho das almas, de onde vem o homem e para onde vai.

Osíris: Que tudo se faça segundo o teu desejo.

Hermes torna-se mais pesado que uma pedra e rola através dos espaços... Finalmente vê-se no cimo de uma montanha... os seus membros pareciam pesar-lhe como se fossem de ferro.

Osíris: Ergue os braços e olha!

Então o iniciado viu um espetáculo maravilhoso passado no espaço infinito, no céu estrelado que o envolvia em sete esferas luminosas. De um só olhar, Hermes abrangeu os sete céus, dispostos sobre a sua cabeça como sete globos transparentes e concêntricos de que ele ocupava o centro sideral. O último era cingido pela Via — Láctea. Rolava, em cada uma dessas esferas um planeta acompanhado de um gênio de forma, sinais e luz dessemelhantes. Enquanto Hermes deslumbrado contemplava a sua floração esparsa e os seus movimentos majestosos, a Voz dizia-lhe:

Osíris: Olha, escuta, e compreende. Tu vês as sete esferas de toda a vida. Realiza-se através delas a queda das almas e a sua ascensão. Os sete Gênios são os sete raios do Verbo-Luz. Cada um deles mantém uma esfera do Espírito, uma fase da vida das almas. O mais próximo de ti é o Gênio da Lua, de sorriso inquietante e coroado por uma foice de prata. Preside aos nascimentos e às mortes. Ele desagrega as almas dos corpos e atrai-as com os seus raios. Acima dele o pálido Mercúrio indica o caminha às almas descendentes e ascendentes com o seu caduceu[5], que encerra a Ciência. Mais acima, é a brilhante Vênus, que guarda o espelho do Amor, em que as almas por sua vez se esquecem e reconhecem. Mais alto, o gênio do Sol ostenta o facho triunfal da eterna Beleza. Mais alto ainda, Marte brande o gládio da Justiça. Entronizado sobre a esfera azulada, Júpiter empunha o cetro do poder supremo, que é a inteligência divina. Nos confins do mundo, sob os signos do Zodíaco, Saturno sustém o globo da sabedoria universal.

Hermes: Eu vejo, as sete regiões que compõem o mundo visível e invisível: vejo os sete raios do Verbo-Luz, do Deus único, que as atravessa e por eles a governa. Mas, ó meu mestre, como se realiza a viagem dos homens através de todos os mundos?

Osíris: Vês uma semente luminosa cair das regiões da Via-Láctea na sétima esfera? São germens de almas. Elas vivem como vapores ligeiros na região de Saturno, felizes, sem cuidados e não tendo consciência da sua felicidade. Mas, caindo de esfera em esfera, revestem invólucros cada vez mais pesados. Em cada encarnação adquirem um novo sentido corporal, conforme o meio em que habitam. A sua energia vital aumenta; porém, à medida que entram em corpos mais espessos, vão perdendo a recordação da sua origem celeste. Assim se realiza a queda das almas, que vêm do divino Éter. Cada vez mais cativas da matéria, cada vez mais embriagadas pela vida, elas precipitam-se como uma chuva de fogo, com estremecimentos de volúpia, através das regiões da Dor, do Amor e da Morte até à sua prisão terrestre, onde tu próprio gemes retido pelo centro ígneo da terra e onde a vida divina te parece um sonho em vão”. Fim da Visão de Hermes.

Continua...

LISTA DE OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “EM CRISTO”:

O estudo introdutório dessa série, número 000, pode ser encontrado aqui:

O estudo número 001 dessa série — Justificação Gratuita — pode ser encontrado aqui:

O estudo 002 dessa série — Nossa Identidade com Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 003 dessa séria — Mortos para o Pecado, Mas Vivos para Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 004 dessa série — O Salário do Pecado X o Dom Gratuito de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 005 dessa série — Nenhuma Condenação em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 006 dessa série — Nada Pode nos Separar do Amor de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 007 — Somos Membros uns dos Outros em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 008 — Santificados em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 009 — A Graça de Deus em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 010 — Somos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 011 — Somos Espirituais em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 012 — Somos Loucos, Fracos e Desprezíveis Porque Estamos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 013 — Somos Gerados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 014 — Nossa Esperança em Cristo Não se Limita a Essa Vida Apenas — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 015 — Todos Serão Vivificados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 016 — Todos São Amados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 17 — Somos Todos Ungidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 18 — Não Mercadejamos a Palavra de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 19 — O Véu é Removido em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 20 — Somos Novas Criaturas em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 21 — Deus Estava em Cristo Reconciliando Consigo o Mundo — poderá ser encontrado aqui:

Os estudos 22 e 23 — Sendo Conhecido em Cristo — poderão ser encontrados aqui:

O estudo 24 — Nossa Liberdade em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 25 — Justificação Pela fé em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 26 — Filhos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 27 — Revestidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 28A — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 001 poderá ser encontrado aqui:

O estudo 28B — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 002 poderá ser encontrado aqui:

O estudo 029 — Somente a Fé Que Atua Pelo Amor Tem Valor em Cristo

O estudo 030A — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 001

O estudo 030B — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 002

O estudo 030C — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 003 — E a Chamada Visão de Hermes

O estudo 030D — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 004 — O Ensinamento Bíblico Acerca do Céu

O estudo 031 — Desvendando-nos o Mistério da Sua Vontade Em Cristo

O estudo 032 — Para o Louvor da Glória de Deus em Cristo

O estudo 033 — Ressuscitados em Cristo e Assentados nos Lugares Celestiais

O estudo 034 — Mostra a Suprema Riqueza da Sua Graça em Bondade para conosco em Cristo.

O estudo 035 — Mostra como somos salvos em Cristo para a prática de boas obras manifestadas por meio de uma vida de santidade.

O Estudo 036 — Nos Fala de Como Somos Aproximados de Deus Porque Estamos em Cristo.

O Estudo 037 — Nos Fala de Como Somos Co-herdeiros, Co-participantes e Membros dum mesmo Corpo

O Estudo 038A — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 001 — Cristo o Mistério Revelado de Deus

O Estudo 038B — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 002 — A Igreja Edificada Sobre Cristo

O Estudo 038C — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 003 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo

O Estudo 038D — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 004 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — O Corpo de Cristo

O Estudo 038E — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 005 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — A Plenitude de Cristo

O Estudo 038F — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 006 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — Os Eleitos Por Deus em Cristo
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/nossa-riqueza-em-cristo-estudo-038f.html

O Estudo 039 — Nos Fala De Como Devemos Glorificar a Deus Porque Estamos em Cristo — Jesus e a Glória de Deus
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/nossa-riqueza-em-cristo-estudo-039.html

O Estudo 040 — Nos Fala De Como Deus Nos Perdoou em Cristo
Que Deus abençoe a todos. 
Alexandros Meimaridis 
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[1] As legiões romanas favoreciam a adoração do deus Mithra desde que foram introduzidos àquela religião. Esta divindade tinha sua origem no panteão Védico do Hinduísmo, onde se chamava Mitra. Este deus havia chegado à região da Anatólia — Turquia moderna — através dos iranianos e havia se tornado, em conjunção com a filosofia grega, uma das muitas religiões de mistérios da antiguidade. O interesse das legiões romanas por esta divindade devia-se ao fato desse deus representar a amizade, a integridade, a harmonia e tudo o mais que era necessário para uma bem sucedida manutenção da ordem na existência humana, coisas estas, que eram do interesse primordial dos soldados romanos.

[2] Equinócios são pontos da órbita da Terra em que se registra igual duração do dia e da noite, o que sucede nos dias 21 de março e 23 de setembro.

[3] Os solstícios são as Épocas em que o Sol passa pela sua maior declinação boreal — norte — ou austral — sul — e durante a qual cessa de afastar-se do equador. Os solstícios situam-se, respectivamente, nos dias 22 ou 23 de junho para a maior declinação boreal, e nos dias 22 ou 23 de dezembro para a maior declinação austral do Sol. No hemisfério sul, a primeira data se denomina solstício de inverno e a segunda, solstício de verão; e, como as estações são opostas nos dois hemisférios, essas denominações invertem-se no hemisfério norte. 

[4] Schuré, Édouard. Os Grandes Iniciados. Madras Editora Ltda., São Paulo, 2005.

[5] Bastão com duas serpentes enroscadas e com duas asas na extremidade superior - insígnia do deus Mercúrio. Esta insígnia, a partir do século XVI, foi adotada como símbolo da Medicina.