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sexta-feira, 19 de julho de 2013

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 017 D


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 017D — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D


d. O Louvor de Zacarias – Lucas 1:67—79 — Continuação.

x. Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas – verso 78 — Continuação.

F. Em sexto lugar o profeta Jeremias reflete acerca do glorioso fato de que Deus irá retornar, de forma graciosa ao Seu povo com consolações proporcionais às aflições causadas

Lamentações 3:31—32

31 O Senhor não rejeitará para sempre;

32 pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias.

É por este motivo que o profeta decide ser penitente e paciente. De fato a compreensão de como Deus é gracioso e misericordioso é o maior incentivo ao arrependimento como proposto nos evangelhos, bem como à paciência cristã. Quando agimos assim nós podemos ter certeza de que:

1. Apesar de estarmos humilhados nós não perdemos nossa herança, continuamos filhos de Deus.

2. Apesar de estarmos humilhados não ficaremos para sempre neste estado, pois a controvérsia entre nós e Deus não é eterna.

3. Seja qual for a tristeza pela qual temos que passar ou estejamos passando a mesma é exatamente o que Deus tem designado para nós e Sua mão pode ser vista no controle de todas as coisas. É Deus quem causa a tristeza e por este motivo nós podemos ter a certeza que a mesma é sábia e graciosamente ordenada. Tal tristeza é sempre por um tempo e tem um propósito específico

1 Pedro 1:6—9

6 Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações,

7 para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo;

8 a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória,

9 obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma.

4. Que Deus tem guardado muitas consolações para aqueles que Ele tenha, por ventura, entristecido. É tolice pensar que quando Deus nos entristece o mundo pode nos consolar. O mesmo que nos entristeceu precisa nos trazer o consolo. Como nos ensina o profeta Oséias temos que nós voltar para Deus, pois foi Ele quem nos feriu e é Ele quem irá nos sarar

Oséias 6:1

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará.

5. Quando Deus se volta para lidar graciosamente conosco, Ele não O faz baseado em nossos méritos, mas de acordo com Suas misericórdias sim, de acordo com Sua multidão de misericórdias. Nós somos tão indignos que somente uma multidão de misericórdias pode, realmente, resolver nossa pecaminosidade. Todos aqueles que têm este tipo de expectativa não verão as aflições como algo negativo e sim como uma oportunidade de Deus derramar uma multidão de misericórdias!

G. Em sétimo lugar Jeremias nos lembra que todas as vezes que Deus causa dor e aflição, Ele tem um propósito sábio e santo e, em nenhuma hipótese, Deus se alegra em nos ver aflitos

Lamentações 3:33

Porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.

Deus de fato aflige e traz agravos sobre os filhos dos homens. Todas as aflições que vem sobre nós têm sua origem em Deus. Mas Deus não tem nenhum prazer em nos afligir. Destas duas últimas frases podemos concluir que:

1. Deus só nos aflige quando nós damos motivos para Ele assim proceder. Deus não dispensa Seus aborrecimentos da mesma maneira que ele dispensa seus favores. Deus não tem prazer em afligir, mas tem prazer em dispensar Seu amor e compaixão porque eles são imensos

Lamentações 3:32

Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias.

Quando Deus manifesta sua bondade Ele o faz porque isto lhe agrada, mas quando Sua receita envolve coisas amargas para nós é porque nós merecemos e precisamos destas coisas.

2. Deus não tem prazer em nos afligir. Deus não tem prazer na morte dos pecadores ou nas inquietações dos Santos, mas sempre nos aflige com certa relutância. É como se Deus tivesse que se deslocar do seu lugar, o assento de misericórdia, para nos afligir. Deus não tem nenhum prazer em ver nenhuma de Suas criaturas em estado miserável. E naquelas situações que envolvem Seu próprio povo Deus sofre juntamente com Seu povo, o Senhor se aflige com as aflições do Seu povo. Deus é movido à compaixão![1]

3. Deus preserva Sua bondade para como Seu povo mesmo quando o aflige. Como Deus não aflige de bom grado os filhos dos homens, muito menos Seus próprios filhos. Independente de qualquer coisa Deus é bom

Salmos 73:1

Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.

e os filhos de Deus precisam aprender a ver o amor no coração de Deus mesmo quando estão vendo o rosto irado de Deus e a vara da disciplina em Suas mãos.

H. Em oitavo lugar o profeta nos faz lembrar que apesar de Deus usar seres humanos como instrumentos para corrigir Seu próprio povo, Deus está muito longe de se agradar dos excessos que os homens cometem

Lamentações 3:34—36

34Pisar debaixo dos pés a todos os presos da terra,

35 perverter o direito do homem perante o Altíssimo,

36 subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?

Mesmo que Deus use para Seus próprios propósitos a violência de homens perversos e pouco razoáveis, ainda assim não podemos concluir que Deus aprova os métodos violentos e opressivos como somos, muitas vezes, tratados:

Habacuque 1:13

Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar; por que, pois, toleras os que procedem perfidamente e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?

O profeta Jeremias descreve duas maneiras pelas quais o povo de Deus é injuriado e oprimido pelos inimigos e nos assegura que Deus não aprova nenhuma delas:

1. Se os homens causam danos ao povo de Deus pelo uso de força física, Deus não aprova este tipo de agressão, pois Deus não pisa debaixo dos pés a todos os presos da terra, pelo contrário, Deus ouve cada lamento e reclamo causado por ações opressoras. Deus não somente não aprova tal opressão, mas a mesma O desagrada profundamente. É uma verdadeira afronta a Deus “pisar em cima” daqueles que já estão prostrados ou agredir aqueles que estão amarrados e não podem se defender.

2. Por outro lado aqueles que causam o mal sob a bandeira da “justiça e da lei” e, neste processo, de forma pretensiosa “perverterem o direito do homem perante o Altíssimo”, de tal maneira que sejam negados ao oprimido seus direitos e plena e verdadeira justiça, e pensam que estão fora do alcance de Deus, e, se estes mesmos homens subverterem a justa causa de qualquer pessoa e impuserem um veredicto injusto ou promoverem um falso juramento, que sejam então advertidos que:

a. Deus está vendo tudo. Todas as coisas estão patentes diante daquele a quem todos nós teremos que prestar conta

Lamentações 3:36

Subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?
Hebreus 4:13

E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.

Tudo está revelado diante de Deus e esses atos mencionados acima são extremamente desagradáveis a Ele. E todos os homens conhecem essa verdade. Portanto, quando agem de maneira tão injusta o fazem com altivez e arrogância contra Deus, o Todo-Poderoso. Os homens preferem ignorar a simples verdade de que Deus está acima de todos os seres por mais poderosos que estes possam ser:

Eclesiastes 5:8

Se vires em alguma província opressão de pobres e o roubo em lugar do direito e da justiça, não te maravilhes de semelhante caso; porque o que está alto tem acima de si outro mais alto que o explora, e sobre estes há ainda outros mais elevados que também exploram.

b. Deus não aprova tais atitudes. Existem implicações bem maiores do que o texto nos informa diretamente. A perversão da justiça ou a subversão do direito de qualquer pessoa são uma grande afronta a Deus. E mesmo que Deus use tais elementos para corrigir Seu próprio povo mais cedo ou mais tarde irá confrontar tais pessoas diretamente. Deus muitas vezes permite que os perversos progridam neste mundo, mas isto não quer dizer, nem por um instante sequer, que Ele está aprovando o que essas pessoas estão fazendo. Deus é bom e não tolera a iniquidade de nenhuma espécie.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Compaixão = Pesar que em nós desperta a infelicidade, a dor, o mal de outrem.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

AS BOAS NOVAS DO EVANGELHO




Quando falamos da vinda e da obra de Jesus Cristo como Evangelho ou Boas Novas, isso se deve aos fatos bem estabelecidos na tabela abaixo. Não existe palavra melhor para descrever nossa condição antes de conhecer a Cristo, aquilo tudo que Ele veio fazer a nosso favor e o resultado abençoado que desfrutamos, senão a expressão grega εὐαγγελίου euaggelíou – Evangelho ou BOAS NOVAS. Seguem os fatos: 

Nossa Velha Posição
Como pessoas perdidas
A Obra de Cristo Realizada Através da Cruz no Calvário
Nossa Nova Posição porque Estamos “Em Cristo!
1. Sob Juízo, condenados sem nenhum substituto -
João 3:36
1. Jesus veio para morrer em nosso lugar como nosso substituto — Isaías 53:4—6
1. A culpa e o castigo por causa do pecado foram completamente Removidos — Isaías 53:5
2. Escravos do Pecado, presos e sem direitos -
João 8:34
2. Cristo nos libertou do cativeiro e da condenação do pecado além de quebrar o poder do pecado de sobre nossas vidas - Romanos 6:4, 12—14
2. Somos remidos ou libertos tanto da condenação quanto do poder do pecado em nossas vidas - Romanos 6:12—14
3. Por causa do pecado estávamos sob a justa e santa ira de Deus –
Romanos 1:18
3. Jesus recebeu em Si mesmo o justo castigo que nosso pecados mereciam e com isso podemos receber completo e definitivo perdão de Deus de todos os nossos pecados -
Hebreus 9:11—12
3. Jesus tornou Deus outra vez propício ou favorável a nós –
Hebreus 2:17
4. Declarados como
pecadores condenados à
morte diante do tribunal divino – Salmos 102:18—20

4. Fomos revestidos da justiça do próprio Cristo o que nos permitiu
satisfazer a justiça de Deus por completo – Romanos 3:24; 5:1
4. Somos declarados justos diante de Deus através de uma declaração judicial –
Tito 3:4—7
5. Éramos inimigos de Deus – Romanos 5:10
5. Cristo derrubou as paredes e nos reconciliou completamente com Deus – Romanos 5:10 Efésios 2:14—22
5. Estamos plenamente em paz e reconciliados com Deus - Romanos 5:1
6. Estávamos  condenados sob a Lei de Deus como transgressores da mesma –
Tiago 2:10
6. Cristo nos livrou da maldição da Lei tornando-se Ele próprio maldito em nosso lugar – Gálatas 3:13
6. Somos livres de qualquer sentença de condenação que possa ter como base a Lei de Deus – Romanos 8:1
7. Estávamos espiritual e eternamente mortos e sem nenhuma esperança – Efésios 2:1—3
7.Jesus nos deu vida através do novo nascimento efetuado pelo
Espírito Santo em nossas vidas, o Qual também vem habitar em nós
- João 14:25—27
7. Somos ungidos e selados com o Espírito Santo o qual também nós é concedido como penhor ou garantia –
2 Coríntios 1:21—22
8. Éramos escravos da nossa velha e caída natureza pecaminosa –
Tito 3:3
8. Jesus, ao ressuscitar, quebrou todo o poder que nos mantinha escravos do pecado –
Gálatas 5:1
8. Libertos do poder do
Pecado podemos viver
completamente para Deus – Gálatas 5:13
 9. Éramos estrangeiros e
completamente alienados
de Deus e Sua família –
Efésios 2:12
9. Através de Cristo foi possível para Deus nos adotar com filhos em sua família – Efésios 1:5
9. Somos filhos de Deus,
e temos todos os direitos como verdadeiros herdeiros – Romanos 8:17
10. Não tínhamos como
conseguir o perdão divino — Isaías 59:2
10. Jesus supriu os elementos necessários para o perdão ou remissão eterna dos nossos pecados – Efésios 1:7
10. Somos perdoados no dia a dia, todas as vezes que confessamos nossos pecados – 1 João 1:9
11. Em total sujeição ao
pecado, à morte e ao
Diabo – João 8:44
11. Cristo derrotou o pecado e Satanás. Ele também venceu a morte que continua a ser nossa
última inimiga a ser vencida Colossenses 2:15; 1 Pedro 2:21—22; 1 Coríntios 15:26
11. Estamos libertos do poder de Satanás e do medo da morte –
Hebreus 2:14—15
12. Não tínhamos
nenhuma esperança
futura e estávamos apenas aguardando a morte, a condenação e o inferno – Mateus 15:14
12. Jesus é o primogênito:
A. Na ressurreição dos mortos B. Na ascensão ao céu C. Na recepção de um corpo glorificado e na glorificação definitiva - 1 Coríntios 15:20; Atos 1:11; Romanos 6:9
12. Jesus nos prometeu:
A. Voltar para nos buscar
B. Nos ressuscitar
C. Nos dar um corpo
glorificado com o qual
poderemos viver para sempre no céu, junto com Ele — João 14:3; 1 Tessalonicenses 4:16; 1 Coríntios 15:40—44[1]

Essas são verdadeiramente “Boas Novas” para todos os seres humanos e devemos ouvir o que Paulo disse a Timóteo, quando escreveu: 2 Timóteo 4:1—5 –

1 Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino:

2 prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina.

3 Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos;

4 e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

5  Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério.

Portanto, meus irmãos e irmãs, não percamos nenhuma oportunidade que se nos apresente para anunciarmos as Boas Novas aos perdidos mesmo que não pareçam interessados.

Que Deus abençoe a todos.

Irmão Alex

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[1] O Material contido na tabela acima foi adaptado no todo pelos autores da seguinte obra: Ferreira, Franklin; Myatt Alan. Teologia Sistemática – uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Edições Vida Nova, São Paulo, 2008. O material usado pelos autores acima foi copiado de Horrel, J. Scott, O Que Cristo Fez Por Nós na Cruz”. In: Revista Unijovem, Ano 13, n.55, p. 32 e foi usado com permissão. Todas as referências foram supridas pelo autor do blog e a tabela com as referências tem seus diretos reservados pelo autor, podendo ser usada com a permissão de todos os autores.