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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O TEMOR DO SENHOR E A SOBERANIA DE DEUS

 

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Editora Fiel.

Temor e a Soberania de Deus
Kim Riddlebarger

"Deus está no controle". Essas palavras podem ser um conforto maravilhoso para pessoas que lutam contra fobias, medos naturais comuns ou mesmo terrores profundos. O lembrete de que Deus está no controle muitas vezes traz grande alívio.

Mas há momentos em que as palavras "Deus está no controle" podem piorar a situação. Um cristão aterrorizado pode já ter lutado com o fato de que Deus é soberano e chegado à conclusão equivocada de que Deus o está punindo, ou pior, que Deus o abandonou. Na raiz de tanto medo e ansiedade não está tanto a questão de saber se Deus está no controle (uma doutrina que a maioria dos cristãos aceita prontamente), mas de por que Deus permitiria que os cristãos sintam incerteza e temor. A consciência da soberania de Deus pode não ser uma fonte de alívio em todo caso, mas somente outra fonte de dúvida, frustração e medo. O medo pode fazer isso com as pessoas, até mesmo com cristãos.

Há dois pontos a considerar sobre confrontar nossos medos à luz da soberania de Deus. O primeiro é considerar aquelas passagens bíblicas (há muitas) que nos dizem o que significa Deus estar "no controle". Quando temos uma boa (ou melhor) compreensão do controle de Deus sobre todas as coisas, descobrimos que nada que venha a acontecer é aleatório ou fora da vontade de Deus. O salmista nos lembra: "Com efeito, eu sei que o Senhor é grande e que o nosso Deus está acima de todos os deuses. Tudo quanto aprouve ao Senhor, ele o fez, nos céus e na terra" (Sl 135.5-6). Em Provérbios, lemos que a soberania de Deus se estende até mesmo a coisas aparentemente acidentais: "A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda decisão" (Pv 16.33). Esta informação é dada para nos lembrar que nada fora da vontade de Deus pode nos acontecer.

Deus sabe quando um pardal cai do céu, e se ele se importa com eles, quanto mais ele se importa conosco? (Mt 6.26). Paulo nos diz que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus" (Rm 8.28), e Tiago diz: "ninguém, ao ser tentado, diga: sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta" (Tg 1.13). Tiago acrescenta: "Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança" (1.17). Deus não nos tenta (ou nos faz ter medo), ele nos dá todas as coisas boas, e promete tornar tudo (até mesmo os nossos medos) para o nosso bem.

Esta breve lista de passagens bíblicas nos lembra que qualquer medo que estivermos enfrentando pode trazer glória a Deus, ser transformado por Deus para nosso bem maior e conceder-nos a necessária segurança quando estamos com medo. A Escritura acalma nossos medos lembrando-nos que Deus é nosso Pai Celestial que nos ama e cuida de nós, mesmo quando o tememos, ou receamos seus propósitos soberanos. Ele ainda nos ama, mesmo quando tememos que não.

A segunda coisa a considerar é que, se alguém acreditava na soberania absoluta de Deus, esse alguém era Jesus. Os Evangelhos revelam que, apesar de Jesus saber o propósito de Deus com antecedência, e que o resultado de seu sofrimento seria um triunfo glorioso sobre a morte e a sepultura, ainda assim sentiu muito temor como ansiedade antes da provação da cruz. Na resolução do temor e ansiedade de Jesus podemos encontrar grande alívio para os nossos temores e ansiedades.

Em Mateus 26.36-38, lemos: "Foi Jesus... a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo". Jesus também disse: "o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca". Então ele orou: "Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (v. 41-42). No relato de Lucas, a dimensão do medo de Jesus é revelada: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra" (Lc 22.44).

Temor e ansiedade não são necessariamente pecado; que Jesus estava ansioso antes de seu sofrimento na cruz é a prova disso. O medo da dor ou do perigo é bastante natural. No entanto, em meio à ansiedade de Jesus no Getsêmani, ele ainda assim confiou que seu Pai o faria suportar a terrível provação por vir. Jesus pôde suar gotas de sangue, mas bebe o cálice da ira para nos salvar dos nossos pecados. Notavelmente, Jesus é um exemplo para nós quando estamos com medo, e seu sofrimento e morte removem qualquer culpa que podemos ter por duvidar das promessas de Deus ou por temer sua abordagem ou propósitos. Jesus morreu por nossos pecados todos, incluindo todo o medo pecaminoso.

Melhor ainda, nós temos um grande sumo sacerdote, que nunca dorme nem cochila, e que sabe como é para nós experimentar temor e ansiedade. É a Jesus que oramos quando estamos com medo, e é Jesus que intercede por nós, ainda enquanto oramos a ele (Hb 4.14-16). É isso que significa dizermos que "Deus está no controle".

Tradução: João Paulo Aragão da Guia Oliveira
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel

Autor

O Dr. Kim Riddlebarger é o pastor presidente da Christ Reformed Church em Anaheim, Califórnia, e um dos apresentadores de um programa de rádio.

O artigo original poderá ser visto pó meio do link abaixo.


Que deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 4 de maio de 2013

2 Coríntios 1:1—11— Sermão # 1 — A Escola do Sofrimento


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Sermões na Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios.


Introdução.

·       Paulo estava em Filipos quando escreveu esta Epístola para a Igreja de Corinto.

Mapa com a localização de Filipos 
·     A cidade de Filipos ficava na região da Macedônia na Grécia. Esta cidade foi fundada por Felipe II da Macedônia, Pai de Alexandros, o grande, no ano 358 a.C. Filipos foi a primeira cidade do continente europeu a ouvir a pregação de um missionário cristão — ver Atos 16:6—40.

 
Mapa com a localização de Corinto

Templo de Afrodite
 
·       A cidade de Corinto ficava na região do Peloponeso na Grécia. Esta cidade foi destruída pelos romanos em 146 a.C. e reconstruída em 46 d.C. A cidade era tão pervertida que a expressão "Coríntio" era sinônimo de "imoral" e "depravado". Na antiga Corinto havia um templo dedicado ao culto de Afrodite – Vênus para os romanos — a deusa do amor. Nesse templo havia mil prostitutas cultuais, que atraíam adoradores de todo o mundo antigo. Havia também um outro templo dedicado a Apolo. Em Corinto Paulo fundou uma igreja — ver Atos 18.1—18.

Templo de Apolo
 Apesar desta Epístola ter o título de “Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios” é evidente, pela leitura da correspondência entre Paulo e os coríntios, que existiram outras cartas que foram perdidas — ver 2 Coríntios 2:4 que descreve uma carta que nem de longe pode ser considerada a Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios. 

·        Esta epístola que estamos estudando deve ter sido motivada pelo regresso de Tito a Filipos vindo de Corinto. Aparentemente Paulo teria enviado Tito a Corinto com a carta cujo conteúdo ele sabia iria causar grande tristeza e estava, por este motivo, preocupado com a reação daqueles irmãos. O retorno de Tito trouxe notícias de que os irmãos em Corinto haviam reagido bem ao tom severo de Paulo — ver 2 Coríntios 7:6—9.

De todas as Epístolas escritas pelo apóstolo Paulo, 2 Coríntios, tem sido apontada como a mais humana e a que melhor descreve a mente do apóstolo, sua visão e compreensão da Igreja cristã, bem como sua experiência pastoral como alguém que está realmente preocupado pelo bem estar espiritual do povo de Deus. É nesta Epístola que vamos descobrir tudo o que está envolvido na relação entre um pastor e seu rebanho. 
O apóstolo Paulo manteve uma relação bastante tumultuada com a igreja em Corinto. Havia muitos problemas naquela igreja, incluindo-se aí, pessoas que não gostavam do apóstolo Paulo e que procuravam denegrí-lo e prejudicá-lo de todas as maneiras. É para essa igreja e para essas pessoas que ele abre seu coração.

A Escola do Sofrimento


I. O início da Epístola – 2 Coríntios 1:1—2.
O Apóstolo Paulo 
Paulo se identifica como o autor desta Epístola e escreve aos coríntios revestido de autoridade apostólica. Seu companheiro, Timóteo também é mencionado no início e a carta é destinada aos irmãos em Corinto bem como a todos os santos que se encontram “em toda a Acaia — província romana que, juntamente com a Macedônia, formavam a Grécia — ver Atos 19.21. O apóstolo prossegue desejando a graça e a paz de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus sobre todos os irmãos.
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Em suas outras epístolas, após a identificação e saudações costumeiras, o apóstolo Paulo costuma louvar e agradecer a Deus a bondade demonstrada pelos destinatários — ver Efésios 1:3; Filipenses 1:3; Colossenses 1:3 e 1 Tessalonicenses 1:2. Não é o caso aqui em 2 Coríntios. Nesta epístola o apóstolo inicia falando de si mesmo e dos seus sofrimentos bem como da graça de Deus que o sustentava.
A. A intensidade dos sofrimentos exposta. 
Normalmente nós imaginamos as pessoas de uma maneira muito diferente daquilo que elas realmente são. Os coríntios certamente experimentaram isto com relação ao apóstolo Paulo. 
Imagine como elas se sentiram quando ele lhes disse que havia descoberto que seguir a Cristo implicava em receber exatamente o mesmo tratamento que Cristo havia recebido. Paulo deixa isto bem claro em:

2 Coríntios 1:5 
Com efeito, sabemos por experiência que quanto mais participantes dos sofrimentos de Cristo, com maior facilidade poderemos consolar o próximo — J. B. Philips – Cartas às Igrejas Novas. 
Paulo diz em 2 Coríntios 1:8 que havia passado por uma experiência que o havia feito desesperar da própria vida. Ou seja, ele havia chegado no “fim da corda”!

B. A natureza dos sofrimentos do apóstolo — 2 Coríntios 1:5. 
·       Paulo chama seus sofrimentos de “sofrimentos de Cristo”. Com isso ele está querendo dizer que existem certos tipos de sofrimentos pelos quais temos que passar simplesmente por sermos seguidores ou discípulos de Jesus. Como crentes nós:

1.    Compartilhamos a vida do Senhor Jesus — Paulo diz: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim — Gálatas 2:20. 

2.    Vivemos do mesmo modo que o Senhor viveu i.e. vivemos para a glória de Deus. Jesus disse: Eu não procuro a minha própria glória — João 8:50. 

3.  Temos os mesmos interesses que o Senhor Jesus. Jesus disse: Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos — Marcos 10:45.
  
4.    Sofremos do mesmo modo que o Senhor sofreu. O apóstolo Paulo diz: Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja – Colossenses 1:24. E o autor da Epístola aos Hebreus nos convida a todos, dizendo: Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério — Hebreus 13:13. 

C. A medida dos sofrimentos do apóstolo Paulo — 2 Coríntios 1:8. 
Paulo não mede as palavras para descrever a medida dos seus sofrimentos por ser seguidor do Senhor Jesus, ele diz: Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida — 2 Coríntios 1:8. 
Não sabemos ao que exatamente Paulo está se referindo no verso acima, mas em 2 Coríntios 11:23 a 28 existe um catálogo dos sofrimentos experimentados pelo apóstolo. Todavia o que nos chama mais atenção neste catálogo, não são as coisas que Paulo chama de “exteriores” e sim sua diária preocupação com as igrejas espalhadas por toda a bacia do Mediterrâneo. Aqui temos que notar que Paulo menciona estas coisas como fatos apenas. Não existe nele, absolutamente, nenhum traço de autopiedade do tipo “coitadinho de mim”.

D. A adequação do conforto experimentado. 
O verbo grego παρακλήσεως parakléseos — que significa encorajar, consolar e confortar aparece, em diversas formas, nada menos do que 10 vezes nos versos 3 a 7 de 2 Coríntios 1. Nossas palavras em português, “conforto e consolação”, são definidas da seguinte maneira pelo Dicionário Aurélio Século XXI: 
1. Confortar — Dar forças, fortificar. 
2. Consolar — Aliviar ou suavizar a aflição, o sofrimento ou o padecimento de. 
O Conforto e consolação experimentados pelo apóstolo Paulo era suficientemente adequados para as situações enfrentadas como podemos ver em seguida. 
3. O poder consolador vinha de Deus — 2 Coríntios 1:4 e 10. 
Este é um privilégio que somente o crente possui: por maior que seja a dificuldade, por mais intenso que seja o sofrimento, a graça de Deus será sempre proporcionalmente maior. O testemunho dos cristãos durante todos os séculos tem sido no sentido que: Deus não nos protege necessariamente das situações difíceis impedindo as mesmas de nos alcançarem e sim nos concedendo graça suficiente para triunfarmos no meio delas.

O apóstolo Paulo faz uma lista, em Romanos 8:33—36, das muitas dificuldades a que estamos sujeitos. Mas ele termina a lista com estas palavras: Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou - Romanos 8:37. 
4. As orações que haviam sustentado Paulo — 2 Coríntios 1:11. 
O apóstolo reconhece uma grande dívida aos irmãos pelas orações feitas a favor dele. Aqui ele demonstra sua graça e generosidade acreditando que mesmo em Corinto, havia pessoas que o sustentavam em oração. 
Como estimar o alcance das nossas orações? Não podemos. Somente a eternidade irá nos revelar o que foi alcançado por nossas orações. 
Nem todos têm recursos para contribuir, nem todos têm as forças para fazer o trabalho que precisa ser feito, mas todos nós temos o tempo e a oportunidade para orar. Além do mais temos o direito de orar. Jesus chegou a ensinar uma parábola – ver Lucas 18:1—8 — para nos ensinar acerca do dever de “orar sempre e nunca esmorecer”. 

E. O Ministério enriquecido — 2 Coríntios 1:4 e 9. 
Em tudo o que o apóstolo havia experimentado ele podia enxergar duas coisas claramente: 
1. Todo o sofrimento havia produzido uma capacidade cada vez maior de ser útil às outras pessoas. O sofrimento havia capacitado o apóstolo a demonstrar uma simpatia cada vez maior por outros que estavam sofrendo ao mesmo tempo em que ele podia testemunhar como a consolação de Deus havia funcionado em sua própria vida. Que diferença faz quando alguém se aproxima de nós, em meio ao sofrimento, e nos diz: “eu sei o que você está passando, eu já passei pela mesma coisa e eu também sei como a graça de Deus é mais que suficiente em todas estas coisas”! 
2. Em segundo lugar, todo o sofrimento tinha ensinado o apóstolo Paulo a não confiar em si mesmo e em nada mais a não ser exclusivamente em Deus – 2 Coríntios 1:9! Como é fácil esquecer nossa incapacidade especialmente quando estamos tão envolvidos no trabalho do Senhor sem depender realmente d’Ele. Quando abandonamos nossas orações, quando negligenciamos os ministérios do Espírito Santo. Graças a Deus pela escola do sofrimento, pois ela nos mostra nossas limitações e nos ajuda a voltar para nosso Pai.  

F. As descobertas apropriadas – 2 Coríntios 1:3 e 11. 
Através do sofrimento o apóstolo Paulo pode descobrir as duas verdades seguintes: 
1. Paulo descobriu novos nomes para seu Senhor: “Pai de Misericórdia e Deus de toda a consolação” — verso 3. Somente através do sofrimento é que novas facetas e novos aspectos do caráter e da graça de Deus podem ser marcados em nossas almas de maneira permanente. Não existe nenhuma outra maneira de experimentarmos estas realidades a menos que passemos pelas dificuldades que Deus usa para nos ensinar. 
2. A segunda descoberta foi uma nova canção em seu coração. Note como ele inicia 2 Coríntios 1:3 dizendo: “bendito”. Esta é uma palavra de louvor, de bendição. Não existe aqui nenhum traço de autopiedade. Tudo o que encontramos em Paulo é uma atitude de louvor, de ações de graças e de adoração. Paulo também reconhece que os coríntios e outros também tinham a prerrogativa de se alegrarem e oferecerem ações de graças a Deus — verso 11.  

Conclusão. 
1.  Nesta primeira mensagem de 2 Coríntios, Paulo nos informa que todos nos experimentamos muitos sofrimentos por sermos seguidores de Jesus e não precisamos que nenhum outro irmão se “empenhe”, visando aumentar estes sofrimentos. 
2. Quanto cuidado devemos ter meus irmãos e irmãs no trato de uns para com os outros, para que não sejamos nós os responsáveis por colocar “a última palha que irá fazer o jumento arriar”. 
3. Não devemos menosprezar a importância de nossas orações diante de Deus a favor uns dos outros, pois como diz Tiago: Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo — Tiago 5:16b. 
4. Está enfrentando problemas ultimamente? Não se envergonhe. Vá e conte tudo a Jesus. Ele sabe, por experiência própria, tudo o que você está passando – ver 
Hebreus 4:15—16 
15 Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. 
16 Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. 
5. Precisamos manter diante de nós a lembrança das palavras de Jesus quando disse: Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer - João 15:5. 
6. Quem espera e quem promete, que a vida cristã deve ser um mar de rosas, se esquece que as rosas possuem muitos espinhos! 
7. As três ideias mais mencionadas nesta passagem são: tribulação ou sofrimento, conforto ou consolação e ações de graças. 
OUTRAS MENSAGENS EM 2 CORÍNTIOS PODEM SER ACESSADAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

001 — A Escola do Sofrimento – 2 Coríntios 2:1—11

002 — Os Críticos do Apóstolo Paulo — 2 Coríntios 1:12 — 2:11

003 — Como Paulo Entendia o Ministério Cristão — 2 Coríntios 2:12 — 3:3

004 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 3:4—18 — Parte 1

005 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 4:1—6 — parte 2

006 — Batalhas e Bênçãos — 2 Coríntios 4:7—15

Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis
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