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terça-feira, 15 de novembro de 2016

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 18:12—14 E LUCAS 15:4—7 — A PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA — PARTE 006 — SERMÃO 037F


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Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Ovelha perdida

A EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA

4. O que a parábola nos ensina acerca do arrependimento? Algumas pessoas não precisam de arrependimento?

A primeira coisa que devemos registrar quando tentamos responder as perguntas acima é que a posição de Jesus no que diz respeito ao arrependimento é frontalmente contrária à posição sustentada pelo judaísmo e pelo nacionalismo judaico da época, que viam o arrependimento como mérito da parte dos judeus[1].

Mas a parábola trata do tema do arrependimento? Temos que admitir que, a parábola em si mesma, não trata da questão do arrependimento. A parábola não nos apresenta uma definição de arrependimento e nem culpa a ovelha por ter se extraviado. O que a parábola faz é nos apresentar uma analogia do modo como Deus age, ou reage, com respeito às atitudes dos que estão perdidos. A ideia do arrependimento é mencionada apenas no texto de Lucas e a mesma está ausente do texto de Mateus. Nesse último a ênfase está colocada na alegria experimentada no céu pela restauração dos perdidos. Já para Lucas, a restauração do perdido está relacionada ao arrependimento. De qualquer forma que seja, a ideia do arrependimento não pode ser minimizada, independentemente do que falamos na abertura desse parágrafo.

Ainda nessa questão envolvendo o arrependimento, a pergunta mais intrigante diz respeito aos noventa e nove justos que não necessitam do mesmo, conforme Lucas 15:7. Uma vez que, da perspectiva teológica, assume-se que tais pessoas justas não existem e que os evangelhos entendem que os próprios fariseus precisavam de arrependimento, então a afirmação de Jesus é vista como sendo: irônica, exagerada ou, até mesmo, sarcástica. Mas analisando bem o texto não creio que essa seja a solução mais viável para a dificuldade apresentada pelo mesmo. É fato que o judaísmo atribuía uma ausência absoluta de pecado a certos personagens. Por outro lado, a expressão justo não indicava a ausência absoluta de pecado na vida duma pessoa descrita dessa maneira. Ela se refere a todas as pessoas que, de alguma maneira, acertaram sua condição diante de Deus. O arrependimento era algo tão central no pensamento judaico que é difícil de imaginar que os judeus pensassem que eles ou até mesmo a maioria das pessoas não necessitavam de arrependimento. A ideia que poderiam existir, entre eles, 99 pessoas que não necessitavam de arrependimento era incabível no pensamento judaico. Todavia, uma ideia semelhante é apresentada em —

Lucas 5:31—31

31 Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.

32 Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento.

E em Lucas 15, na parábola dos dois filhos perdidos, o mais velho alega nunca ter transgredido nem mesmo um mínimo mandamento de seu pai. Era, portanto, junto nesse sentido — Lucas 15:29.

Por outro lado, temos as palavras de Jesus que ensinam, com clareza, que todos precisam se arrepender ou perecerão.

Lucas 13:3

Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.

Os pais da Igreja procuraram evitar a dificuldade alegando que o número noventa e nove fazia referência aos anjos.

Já o renomado autor I. Howard Marshall[2] sugere que falta no texto uma palavra que precisa ser suprida. Para ele, então, a leitura em vez de ser:

“do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”

Deveria ser:

“Mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”

Com isso, os noventa e nove justos são relativizados e é como se os mesmos fossem citados apenas como uma ilustração e não algo real. Todavia, nesse caso devemos ponderar dois importantes aspectos:

1. Modificações no texto original não devem ser bem-vindas, independentemente de onde tenham se originado.

2. Nossa necessidade é centrarmos o foco na função exercida pelas palavras utilizadas pelo Senhor Jesus. A intenção primordial de Jesus é valorizar os perdidos e os desprezados pela sociedade daqueles dias, especialmente pelos fariseus, e não devemos centrar nosso foco nos noventa e nove chamados justos. A importância de entendermos as palavras de Jesus de modo adequado em Lucas 15:7 é perceptível pelo fato das últimas palavras serem a consequência natural duma escalada que se inicia com a expressão digo-vos utilizada por Jesus, para enfatizar a verdade de sua afirmação.

Lucas 15:7

Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Leituras parafraseadas do verso acima, tentando entender a intenção de Jesus — algo muito subjetivo — apresentam as seguintes possibilidades:

1. Um pecador arrependido traz mais alegria para Deus, que noventa e nove pessoas que já estão reconciliadas com Deus.

Ou,

2. Um pecador arrependido traz mais alegria para Deus do que noventa e nove pessoas que estão reconciliadas com Deus.
Que a ênfase de Jesus está no valor colocado sobre os perdidos fica mais evidente na passagem paralela de Mateus onde lemos o seguinte, já no início da passagem:

Mateus 18:10

Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste.

As palavras de Jesus acima são uma forma metafórica de indicar a grande importância dos chamados pequeninos. Desse modo, a ênfase de Jesus está na importância dos perdidos que precisam de salvação e não tanto na ideia de arrependimento. Esse último é crucial para a salvação, mas não é o elemento principal da parábola da ovelha perdida.  

CONTINUA...



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037H — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 008 — Conclusão.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/parabolas-de-jesus-sermao-037h-parabola.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Para maiores detalhes a esse respeito ver as seguintes obras de Kenneth Bailey: Finding the Lost: Cultural Keys to Luke 15. Concordia Publishing, St. Loius, 1992; Jacob & the Prodigal: How Jesus Retold Israel´s Story. IVP Academics, Downers Grove, 2003.

[2] Marshall, I. Howard. The Gospel of Luke: A Commentary on the Greek Text. William B. Eerdmans, Grand Rapids, 1978.


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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

SERMÃO EM ÁUDIO — ORANDO AS ESCRITURAS SAGRADAS — PARTE 002



Você poderá ouvir o sermão de domingo pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que tratou do tema: ORANDO AS ESCRITURAS DE DEUS — PARTE 002. Foi uma mensagem voltada para incentivar os membros da Igreja a utilizarem porções das Escrituras Sagradas em suas orações. Para ter acesso à mesma basta clicar no link abaixo para ser direcionado diretamente para a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.


Você poderá acompanhar a mensagem em áudio com o esboço da mesma em mãos acessando o link abaixo:


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO - Estudo 9 - Termos Usados no Antigo Testamento – Parte 002 - O ESPÍRITO


Quadro de René Magritte

Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.
I. רוּחַ — ruach — vento, hálito, mente e espírito
A palavra ruach é encontrada 361 vezes nas suas formas hebraicas e caldaicas no Antigo Testamento. Essa palavra é traduzida, de maneira aproximada na versão Revista e Atualizada de Almeida, da seguinte maneira:

Espírito de Deus 105X
Espírito como atitude 51X
Mente 6 X
Veia 2X
Espírito no homem 59X
Espíritos referência a anjos 23X
Lado do vento 7X
Ar 1X
O vento 43X
Fôlego 14 X
Tormenta 4X
Tempestade 1X

II. A Definição dos Dicionários

Os dicionários definem a expressão ruach de nove maneiras diferentes, dependendo do contexto:

A – O Espírito de Deus, i.e., o Espírito Santo.

B – Anjos, bons e maus.

C – O princípio da vida nos homens e nos animais.

D – Espíritos desencarnados.

E – Fôlego.

F – Ar.

G – Disposição ou atitude.

H – O lugar onde se assentam as emoções.

I – O lugar onde se concentram a mente e a vontade nos homens.[1]

III. A Septuaginta


Os tradutores da Septuaginta — LXX — utilizaram a expressão grega πνεῦμαpneuma — espírito, como equivalente da expressão ruach todas às vezes, com exceção de 75 vezes, que são alguns casos em que a palavra ruach se refere ao vento. A palavra πνεῦμαpneuma — espírito, é usada 388 vezes na Septuaginta. Às vezes em que a palavra não é a equivalente a ruach, ela é a tradução de outras palavras tais como נֶפֶשׁ nepesh: sopro, vida, desejo, alma. 

IV. A Evidência Exegética


A. A Expressão ruach, da mesma forma que nepesh tem uma grande variedade de significados:

1 – Ao que parece servia, feralmente, para traduzir a ideia do vento que é invisível e imaterial —

Gênesis. 8:1

Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.

2 – Como Deus é invisível e imaterial, Ele é descrito como Espírito em —

Isaías 63:10

Mas eles se revoltaram contra Deus e ofenderam o seu santo Espírito. Por isso, Deus se tornou inimigo deles e começou a lutar contra eles.

3 – Como os Anjos de Deus são invisíveis e imateriais são chamados de Espíritos em —

Salmos 104:4
Fazes com que os ventos sejam os teus mensageiros e com que os relâmpagos sejam os teus servidores.

Hebreus 1:14

Então, o que são os anjos? Todos eles são espíritos que servem a Deus, os quais ele envia para ajudar os que vão receber a salvação — na Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

4 – Como o princípio da vida, que anima tanto os homens como os animais é invisível e imaterial, é também chamado de Espírito —

Gênesis 7:22

Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

Nesse sentido, Espírito é visto, como o fôlego de vida que parte e causa a morte do corpo físico — morte no sentido de separação entre as duas partes, material e imaterial, e não no sentido de fim da existência.

5 – Como o homem tem uma parte invisível e imaterial entendido como o Eu ou alma, a qual transcende o princípio da vida física, porque é autoconsciente, assim, tanto a mente quanto o coração do homem são chamados Espírito —

Salmos . 77:6

De noite indago o meu íntimo, e o meu espírito perscruta.

Provérbios 29:1

O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz será quebrantado de repente sem que haja cura.

Note a implicações de Isaías 42:5 para os que defendem a idéia de que a expressão Espírito se refere exclusivamente ao princípio físico da vida. Note como o espírito concedido por Deus é diferenciado das outras coisas criadas em —

Isaías 42:5

Assim diz Deus, o SENHOR, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está e o espírito aos que andam nela.


O movimento do ar era, geralmente, entendido como um símbolo duma presença sobrenatural —

Jó 4:15

Então, um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos do meu corpo.


Este conceito é paralelo ao expressado pela palavra רְפָאִים refaiym — almas desencarnados —

Jó 26:5

A alma dos mortos tremem debaixo das águas com seus habitantes.


Assim temos que, enquanto na morte o princípio ou fôlego de vida cessa de existir, tanto nos homens quanto nos animais, o lado autoconsciente dos homens ou o espírito dos mesmos ascendem para Deus

Salmos 31:5

Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade.


Eclesiastes 12:7

E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.


6 – O Espírito Santo é aquele que proporciona as disposições ou atitudes da vida física que transcendem essa mesma vida —

Isaías 11:2

Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.

Romanos 1:4

E foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor.


Apocalipse. 3:1

Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto.

Nota: Os sete Espíritos de Deus não são sete Espíritos distintos como alguns pretendem e sim sete formas distintas, entre não sabemos quantas possíveis, do Espírito Santo se manifestar, como indicado na passagem de Isaías 11:2 acima.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE
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Estudo 007 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Unidade e Diversidade nos Seres Humanos 
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Estudo 009 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 002
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Estudo 011 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 001 — ψυχή  Psiché
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Estudo 012 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 002 — πνεῦμα — pneûma — espírito, καρδίᾳ — Kardía — Coração, διανοίᾳ — dianoíaφρόνημα — frónemaνοήμα — noémaνοῦς  nous — Mente.
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Estudo 013 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 003 — ἔσω ἄνθρωπον — éso ánthropon = homem interior; νεφρόι — Nefroi = rins
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Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Conclusão: A Crença na Imortalidade como algo Universal.
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Estudo 014 B — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 002



Estudo 014 C — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 003.
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Gesenius, H. F. W., Driver S. R.,  Briggs, Charles A., Brown, Francis, Robinson, Edward. A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament.  Oxford University Press, Oxford, 1952.