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sexta-feira, 12 de junho de 2015

IGREJA CATÓLICA ROMANA ENFRENTA DIFICULDADES ENTRE FÉ E RAZÃO


No Vaticano, Papa Francisco recebe os organizadores, jogadores e convidados do 'Jogo da Paz', que será realizado nesta segunda-feira (01), no Estádio Olímpico de Roma
Papa Francisco I (Vincenzo Pinto/AFP)

O material abaixo foi publicado pelo site da revista VEJA e assinado pelo jornalista Rinaldo Gama.

Entre a fé e a razão

A fala do papa Francisco sobre o Big Bang e a teoria da evolução faz parte de um esforço histórico — e difícil — de convivência dos dogmas católicos com o pensamento científico
Por: Rinaldo Gama
Batalhas sombrias. Era assim que Bertrand Russell (1872-1970), monumento da filosofia inglesa - frequentemente ombreado com pensadores da estatura de John Locke, David Hume e John Stuart Mill -, se referia aos seculares embates entre ciência e religião. Na semana passada, o papa Francisco inscreveu seu nome na história dessa guerra - mas do lado da paz, claro, como não poderia deixar de ser com o extraordinário Jorge Mario Bergoglio. "Quando lemos no Gênesis sobre a criação, corremos o risco de imaginar que Deus tenha agido como um mago, com uma varinha mágica capaz de criar todas as coisas. Mas não é assim", disse ele diante de um grupo de membros da Academia de Ciências do Vaticano, valendo-se de uma imagem utilizada recentemente. E completou: "O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção criadora, mas a exige. A evolução na natureza não é incompatível com a noção de criação, pois a evolução exige a criação de seres que evoluem".

A segunda parte da declaração do sumo pontífice causou alvoroço - muito mais em função da notável habilidade comunicativa de Francisco do que por sua suposta novidade teológica. "Não vejo razão para surpresa com a declaração do papa. A virada mais importante nesse assunto aconteceu décadas atrás, com Pio XII. Foram duas as encíclicas que prepararam a grande revolução da Igreja nesse sentido: a Humani Generis (1950), em que se diz que o que quer que tenha havido veio de Deus; e a encíclica Divino Afflante Spiritu (1943), que reconhecia hipóteses como as da evolução e do Big Bang", explica Afonso Soares, teólogo e professor de ciência da religião, da PUC-SP. "O discurso do papa reforça que assuntos científicos não devem ser tratados como dogma", afirma ele. "Ciência e religião são duas maneiras de pensar o mundo bem diferentes. A diferença essencial é o dogma. No campo do conhecimento, o dogma não se sustenta", sublinha Marcelo Gleiser, físico, astrônomo e professor de filosofia do Dartmouth College, EUA.

Além de Pio XII, o papa João Paulo II foi outro aliado de peso da bíblia evolucionista, o livro Da Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural (1859), do naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882). Em 1996, em uma mensagem enviada àquela mesma Academia de Ciências do Vaticano - fundada em 1603 e que reúne oitenta pesquisadores de vários países -, o papa polonês fez uma afirmação, ela sim, surpreendente, em se tratando de Karol Wojtyla. No texto, João Paulo II afirmava que "a teoria da evolução é mais do que uma hipótese". O antecessor de Francisco, o papa emérito Bento XVI, foi mais conservador: apoiou a tese do "design inteligente", desenvolvida por criacionistas americanos e ligada a correntes evangélicas. Um dos colaboradores de Bento XVI, o cardeal Christoph Schönborn, chegou a publicar um artigo, em 2005, no qual defende a ancestralidade como fator evolutivo, mas rejeita a evolução "no sentido neodarwinista, de um processo não planejado".

Está claro que o aceno de Francisco à conciliação entre teologia e pensamento científico vem ao encontro da posição progressista de Pio XII. Isso pode levar à ideia de que somente a religião tem se esforçado para pôr fim às "batalhas sombrias" de que falava Bertrand Russell em Religião e Ciência (1935), uma das obras que lhe assegurariam o Prêmio Nobel de Literatura de 1950. Engano. Na realidade, a sugestão de Pio XII está, de certo modo, alinhada ao que expressou um cientista considerado uma das vítimas de maior vulto da intolerância da Igreja Católica, o italiano Galileu Galilei (1564-1642) - sobretudo em sua célebre carta dirigida à grã-duquesa Cristina de Lorena, em meados de 1615. A inspiração para o texto - em que Galileu discute o geocentrismo e o heliocentrismo, buscando compatibilizar o que diz a Bíblia com a teoria do polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) a respeito do tema - veio em um jantar realizado na corte da Toscana, em dezembro de 1613. A ligação entre o cientista e a grã-duquesa era longa. Em 1605, Cristina contratara Galileu como professor de seu filho, Cósimo, que se tornaria grão-duque e um entusiasmado protetor do mestre.

Na carta - em realidade, um tratado -, o cientista procura convencer as autoridades da Igreja de que não havia razão para condenar a tese heliocêntrica de Copérnico, até porque, argumenta, Natureza e Escritura seriam, ambas, obras de Deus. Para sustentar que não havia conflito entre o texto bíblico e o copernicano, Galileu recorre mais de uma vez a Santo Agostinho (354-430), caso desta passagem: "Se acontece que a autoridade das Sagradas Escrituras é posta em oposição com uma razão manifesta e certa, isto quer dizer que aquele que interpreta a Escritura não a compreende de maneira conveniente; não é o sentido da Escritura que ele não pode compreender, que se opõe à verdade, mas o sentido que ele quis lhe dar". Agostinho não está na carta daquele que é tido como um dos criadores da ciência moderna por acidente. Em uma de suas mais notáveis reflexões, feitas exatamente a partir do Gênesis, o pensador de Tagaste (hoje Souk Ahras, na Argélia) desmonta a pseudoquestão sobre o que Deus teria feito antes de criar o Universo, disparando: "Se antes da criação do céu e da terra não havia tempo, para que perguntar o que fazíeis então? Não podia haver 'então' onde não havia tempo".

Em que pese sua sólida argumentação, a carta de Galileu não foi capaz de impedir que o sistema de Copérnico recebesse a condenação da Igreja, que colocou seu livro As Revoluções dos Orbes Celestes no Index Librorum Prohibitorum, uma lista de obras cuja leitura não era permitida aos católicos, na qual permaneceria até o século XIX. O próprio Galileu seria convocado a ir ao Tribunal do Santo Ofício, que, em 1633, o considerou suspeito de heresia, por tentar provar a teoria heliocêntrica, e o obrigou a negar suas convicções. Seria preciso esperar até 1992 para que João Paulo II o reabilitasse. Diz a lenda que, após desmentir a si mesmo, o cientista teria murmurado: "Eppur si muove" (algo como "Mas ela se move", numa referência à Terra em relação ao Sol). A Igreja, pelo que se viu, também tem se movido - e o papa Francisco, modestamente, vem se alinhar a essa órbita moderna. "Deus, arquiteto do universo, proibiu o homem de provar os frutos da árvore da ciência, como se a ciência fosse um veneno para a felicidade", escreveu Erasmo de Roterdã (1469-1536). Faria sentido? Albert Einstein (1879-1955), o maior cientista do século XX, pensava diferente: "A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega".

(Com reportagem de Fernanda Allegretti)

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO:

Não existe nenhuma contradição definitiva entre o conhecimento científico e aquilo que está afirmado nas Sagradas Escrituras – Francis Schaeffer

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
































































http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2011/09/santos-catolicos-podem-interceder-pelos.html

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Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

PASTOR GAY ACUSA SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL DE VOLTAR ATRÁS


 
Marvel Souza, idealizador da Bíblia "Graça sobre Graça".

Há poucos dias publicamos uma notícia baseada em informações disponíveis na internet que a Sociedade Bíblica do Brasil tinha autorizado a publicação de uma Bíblia voltada para o público Gay e outros excluídos — negros, deficientes físicos, mulheres e etc.

Em seguida recebemos uma Nota Oficial da Sociedade Bíblica do Brasil, assinada pelo Sr. Erní Walter Seibert, Secretário de Comunicação, Ação Social e Arecadação da Sociedade Bíblica do Brasil, negando que a SBB tivesse qualquer coisa a ver com a publicação da tal Bíblia, chamada de “Bíblia Graça sobre Graça”.

Abaixo segue, na íntegra a Nota que recebemos da SBB:

Nota de esclarecimento

Em relação à nota A Bíblia de Todas as Cores, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) esclarece que esta publicação não possui qualquer relação com a SBB, nem o tema faz parte de sua linha editorial.

Com a expectativa de ter esclarecido o assunto, a SBB agradece a atenção e coloca-se à disposição para dirimir eventuais dúvidas que ainda possam surgir.

Erní Walter Seibert
Secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação
Sociedade Bíblica do Brasil

Como a SBB negou por escrito, ter qualquer coisa a ver com a publicação da tal Bíblia “Graça Sobre Graça”, retiramos do nosso blog o artigo, que agora voltamos a publicar com algumas modificações e que poderá ser visto por meio doe um dos links citados abaixo:

Por outro lado, o Pastor da Igreja Cidade de Refúgio, entrevistado pelo site Golpel Prime alega que: depois de ter conseguido a aprovação da Sociedade Bíblica do Brasil para usar o texto da versão de Almeida Revista e Corrigida, a mesma voltou atrás. O mesmo alega ainda ter um contrato assinado pela SBB, o qual sugerimos seja disponibilizado para dirimir quaisquer dúvidas, que possam pairar sobre caso tão nebuloso. 

Abaixo apresentamos o artigo publicado pelo site Gospel Prime onde o Pastor Marvel de Souza apresenta sua versão dos fatos.

Bíblia gay será lançada mesmo sem aval da SBB

Autor de comentário afirma que SBB cedeu à pressão de “grupos religiosos tradicionais”

por Jarbas Aragão

A polêmica sobre o lançamento da Bíblia comentada “Graça sobre Graça” continua. Após a grande repercussão da notícia que a Sociedade Bíblica Brasileira (SBB) cedeu o texto da Versão Almeida Revista e Corrigida (ARC) para a publicação do que é chamado de “Bíblia gay” a SBB publicou uma nota negando ter dado autorização.

O portal Gospel Prime entrou em contato com o pastor Marvel Souza, da Igreja Comunidade Cidade de Refúgio (DF), responsável pelas notas e comentários da “Graça sobre Graça”.

Num primeiro momento ele esclarece que o objetivo da nova Bíblia é alcançar as minorias. O vídeo de promoção do material cita especificamente portadores de necessidades especiais, homossexuais, negros e mulheres.

Marvel explica que ficou dois anos pleiteando a autorização junto à SBB. Recebeu a Cessão de Direito para a Utilização em maio de 2014. Contudo, mesmo com contrato assinado a Sociedade Bíblica voltou atrás após a divulgação da imprensa. O pastor diz que houve consenso entre ele e a SBB após “os levantes por parte de grupos religiosos tradicionais que pressionaram a Instituição a desfazer o contrato!”.

Isso pode atrasar, mas não impedirá o pastor de publicar a Graça sobre Graça. Ele não explica que versão usará, mas garante que hoje trabalha “fazendo paráfrases, traduções, citações e comparações textuais”. Adiada para o final do ano, a Bíblia será lançada sem que ele altere versículos.

Sua abordagem, esclarece, é tornar “claros para a compreensão dos leitores, além de tecer comentários que tornarão os textos mais ricos em termos acadêmicos”.

Questionado sobre sua motivação para o projeto, assevera que era um desejo de “fomentar assuntos relevantes para igreja cristã da atualidade frente à intolerância religiosa, racial, de gênero, de orientação sexual, de condição física, etc”.

Seu projeto não é uma versão brasileira de outras bíblias chamadas de inclusivas. Ele garante que seu trabalho é “inédito no Brasil e no mundo”.

Na preparação do material, ele conta que está sendo assessorado por empresas nacionais e internacionais que o ajudarão na divulgação do projeto no Brasil e em países de língua portuguesa.

Para Marvel é preciso que a Igreja entenda melhor que “a graça divina é simplesmente inclusiva”.

Segundo o site da igreja, a Cidade de Refúgio, fundada originalmente pela missionária e cantora Lana Holder, possui cinco templos no país. Na página existe um vídeo gravada por Lana onde a “teologia inclusiva” é explicada, ressaltando que ela não se resume aos gays. Para eles, Deus cria as pessoas homossexuais e eles não precisam nem de cura nem de libertação.

O artigo original poderá ser lido por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

1. É imprescindível que a Sociedade Bíblica do Brasil tome uma posição firme e venha a público relatar os fatos conforme constam em seus registros. Caso a mesma tenha cedido os direitos — algo que condenamos — e depois voltou atrás — como alega o pastor Marvel, que admita o que fez e se desculpe perante aqueles que sentiram-se ofendidos por tal comportamento.

2. Caso as alegações do Pastor Marvel não sejam verdadeiras, que a Sociedade Bíblica do Brasil tome as devidas providências contra ele e sua igreja. E que torne público toda a história de relacionamento entre a SBB e a Igreja Cidade de Refúgio, já que o pastor Marvel alega que esse relacionamento se arrastou por dois anos.

3. Quanto ao pastor Marvel pedimos que: caso o mesmo tenha um contrato assinado pela Sociedade Bíblica do Brasil, mesmo que o mesmo tenha sido cancelado, que torne o mesmo público. Acusar uma entidade com 70 anos de existência e uma folha corrida de relevantes serviços prestados ao povo brasileiro de maneira leviana, se for mesmo esse o caso, é algo que também condenamos.

4. O Blog O Grande Diálogo tem um único interesse nessa questão toda, como em todas as questões que são tratadas pelo mesmo: A VERDADE. Não desejamos acusar ninguém injustamente – nem a Sociedade Bíblica do Brasil e nem o Pastor Marvel — mas cremos que temos o direito de saber a verdade já que existe uma grande contradição entre a Nota da SBB e as afirmações continuadas do pastor Marvel.



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Alexandros Meimaridis

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SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL NEGA QUALQUER PARTICIPAÇÃO NA CHAMADA BÍBLIA GAY



Após a publicação de nosso artigo que repercutiu uma notícia publicada pelo site da Revista VEJA em Brasília alegando que, a Sociedade Bíblica do Brasil teria concedido autorização para o uso da sua Versão de Almeida Revista e Corrigida para a publicação de uma Bíblia voltada para o público gay — Bíblia Graça sobre Graça — a SBB nos enviou a Nota de Esclarecimento abaixo, negando ter qualquer participação nesse projeto:

Nota de esclarecimento

Em relação à nota A Bíblia de Todas as Cores, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) esclarece que esta publicação não possui qualquer relação com a SBB, nem o tema faz parte de sua linha editorial.

Com a expectativa de ter esclarecido o assunto, a SBB agradece a atenção e coloca-se à disposição para dirimir eventuais dúvidas que ainda possam surgir.

Erní Walter Seibert
Secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação
Sociedade Bíblica do Brasil


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

XUXA ACUSADA POR PASTOR DA UNIVERSAL DE TER FEITO PACTO COM O DIABO, ASSINA CONTRATO PARA TRABALHAR NA REDE RECORD



O material abaixo foi publicado no site do Terra e assinado pelo jornalista Ricardo Feltrim

Após 30 anos, Xuxa deixa Globo e fecha com Record

Por Ricardo Feltrin

Com a extinção do lúdico "Xuxa no Mundo da Imaginação", a Rainha dos Baixinhos ganhou a atração semanal "TV Xuxa" em 2005 que, a princípio, tinha um formato de um canal de televisão com quadros que imitavam programas. Em 2008, o programa ficou mais parecido com o "Planeta Xuxa", atingindo um público mais adolescente e adulto. O programa permaneceu no ar até 2014, quando a Rainha dos Baixinhos teve de tirar licença para cuidar de uma sesamoidite, uma inflamação em dois pequenos ossos do pé, causado pelo uso prolongado de salto alto

A apresentadora Xuxa Meneghel, 51 anos, decidiu fechar contrato com a Record. Ela vinha negociando um contrato com a direção da emissora havia pelo menos um ano -- desde que foi afastada do vídeo na Globo. O colunista Flávio Ricco apontou que as conversas estavam adiantadas em novembro de 2014.

As cláusulas do contrato foram acertadas na última segunda-feira (2) à noite entre a direção da Record, Xuxa (diretamente de Miami, nos EUA) e seus advogados. A assinatura deve ocorrer na próxima semana. É a segunda grande contratação da Record nos últimos anos. Em 2009, a emissora também contratou Gugu Liberato.

Conforme esta coluna antecipou, o contrato de Xuxa na Globo tinha validade até 2017, mas continha várias liberdades, como o não pagamento de multa em caso de rescisão de uma parte ou de outra. O contrato tem duração de três anos.

Não foram revelados valores da negociação, mas certamente está entre as mais caras contratações da história da TV brasileira. Especula-se que Xuxa vá receber R$ 1 milhão de salário e mais participação em merchandisings e faturamento comercial de seus programas.

Só o novo salário seria ao menos cinco vezes o que Xuxa supostamente recebia na Globo, cerca de R$ 200 mil (fora do ar)

Na Record, Xuxa deve ter dois programas. Um diário, provavelmente exibido nas noites, e outro semanal.

Trata-se da maior contratação também da gestão de Marcelo Silva, que substitui Honorilton Gonçalves na vice-presidência artística da casa.

Para fechar contrato, Xuxa teve de esquecer o passado. Ela já acionou judicialmente a Igreja Universal (e venceu) porque um veículo da igreja a chamou de "satanista".

Globo

Na Globo, Xuxa estava na "geladeira" havia mais de um ano. A emissora dos Marinho, aparentemente, não tinha mais espaço para ela, que foi uma das principais e mais rentáveis estrelas da casa por quase 30 anos.

Depois que soube que a Record estava interessada em seu passe, a Globo até teria reiniciado conversas com a apresentadora, mas a falta absoluta de espaço em sua grade de programação fez com que as novas tratativas fracassassem.

Ricardo Feltrin, 51, é colunista do UOL, onde apresenta o programa Ooops! às segundas. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros.

O artigo original do site do Terra poderá ser visto por meio desse link aqui:


Conforme citado acima a apresentadora foi acusada pela Folha Universal de ter vendido sua alma para o diabo por 100 milhões de dólares, conforme pode ser constatado pela foto abaixo:


Achamos curioso que a antiga “satanista” agora seja uma estrela da Rede Record de propriedade do sr. Edir Macedo, que não por coincidência, também é o dono da Igreja Universal do Reino de Deus.

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Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS SOFRE DERROTA NO SUPREMO TRIBUNAL DO TRABALHO


Templo de Salomão, apesar de descaracterizado, todos sabem que é uma Igreja Universal do Reino de Deus

A notícia abaixo foi publicada pelo site do Supremo Tribunal do Trabalho

Pastor tem vínculo de emprego reconhecido com Igreja Universal

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o vínculo de emprego entre um pastor e a Igreja Universal do Reino de Deus por entender presentes requisitos caracterizadores, como horário definido para reuniões habituais, folga semanal, natureza não eventual do trabalho no gerenciamento da igreja e participação obrigatória em cultos e programas de rádio e TV, além de remuneração mensal, com subordinação a metas de arrecadação. Com isso o processo retornará ao Tribunal Regional de Trabalho da 9ª Região (PR) para que examine as verbas decorrentes dessa relação.

O pastor foi inicialmente contratado na função de obreiro em Curitiba (PR), com salário fixo e mensal. Dois anos depois passou a atuar como pastor, até a demissão sem justa causa, após 14 anos.

Ele disse na reclamação trabalhista que era obrigado a prestar contas diariamente, sob ameaças de rebaixamento e transferência, e tinha metas de arrecadação e produção. Também recebia prêmios, como automóvel ou casa, de acordo com a produtividade, e era punido se não cumprisse as metas. Sua principal função, segundo informou, era arrecadar, recebendo indicação para pregar capítulos e versículos bíblicos que objetivavam estimular ofertas e dízimos.

Cunho religioso

O pedido de reconhecimento de vínculo empregatício foi julgado improcedente pelo juízo de primeiro grau, com entendimento de que a atividade era de "cunho estritamente religioso", motivada por vocação religiosa e visando principalmente a propagação da fé, sem a existência da subordinação e a pessoalidade típicas da relação de emprego.
O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) manteve a sentença. Um dos fundamentos foi o de que o pastor ingressou na igreja "movido por fatores que não se coadunam com os econômicos", uma vez que, em sua ficha pastoral, consta como motivo de sua conversão "desenganado pelos médicos".

TST

Para o ministro Alexandre Agra Belmonte, relator do recurso do pastor ao TST, o desempenho da função para presidir cultos, com o auxílio de liturgia, por si só, não configura vínculo empregatício, nem o trabalho de distribuir ou recomendar literatura (folhetos, livros e revistas) e atuar na TV e rádio para disseminar a fé da igreja. Da mesma forma, o recebimento de remuneração, quando não objetiva retribuir o trabalho, e sim prover o sustento de quem se vincula a essa atividade movido pela fé, também não configura o vínculo de emprego, nos termos da Lei 9.608/98, que dispõe sobre o trabalho voluntário.

No caso, porém, o ministro assinalou haver fatos e provas fartas de elementos caracterizadores do vínculo, definidos no artigo 3º da CLT. "Diante desse quadro, a ficha pastoral de ingresso na instituição e de conversão à ideologia da igreja torna-se documento absolutamente irrelevante, uma vez que o seu conteúdo foi descaracterizado pelos depoimentos, sendo o contrato de trabalho um contrato realidade, cuja existência decorre do modo de prestação do trabalho e não da mera declaração formal de vontade", afirmou.

 (Lourdes Côrtes/CF)

Processo: RR-1007.13.2011.5.09.0892

O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).

NOSSO COMENTÁRIO

É mesmo uma enorme vergonha o que as grandes igrejas em geral fazem com seus pastores. Geralmente trabalham sem registro, sem direito a férias, sem o benefício do Fundo de Garantia por Tempo de serviço e outros benefícios eventuais. Talvez com esse processo tenha chegado a hora para nossos legisladores criarem leis que coloquem pressão por uma maior justiça social para todos os que se esfalfam a favor de instituições religiosas.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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