Mostrando postagens com marcador Contribuição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contribuição. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

SERMÃO EM ÁUDIO — O VIVER É CRISTO E O MORRER É LUCRO



Você poderá ouvir o sermão de domingo pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que tratou do tema: FILIPENSES 1:19—26. Foi uma mensagem voltada para incentivar os membros da Igreja a entenderem a realidade do significado das palavras de Paulo quando diz: Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.  Para ter acesso à mesma basta clicar no link abaixo para ser direcionado diretamente para a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.


Você poderá acompanhar a mensagem em áudio com o esboço da mesma em mãos acessando o link abaixo:


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sábado, 12 de dezembro de 2015

EDUARDO CUNHA SE DIZ EVANGÉLICO, MAS AGE DE MODO ESTRANHO AO EVANGELHO


 
O artigo abaixo foi publicado pelo site “Evangelho Sem Censura” — a Verdade Nua e Crua — e é da autoria de Allan Felipe Freitas.

A corrupção de Eduardo Cunha começa com a corrupção do seu pastor
Por Allan Felipe Freitas

Eduardo Cunha, Silas Malafaia, Everaldo, pastores, deputado
Eduardo Cunha, Silas Malafaia, Everaldo, pastores e o deputado

Quando digo que a corrupção de Eduardo Cunha começa com a corrupção do seu pastor não quero afirmar que todo pastor é ladrão e corrupto e nem que o seu pastor, caro leitor, também seja.

Na verdade, o que quero dizer é que Cunha não seria eleito caso não tivesse o apoio de um grupo expressivo de pastores conhecedores da sua índole, também não teria alcançado o posto de presidência da Câmara dos Deputados sem o apoio dos mesmos.

Estamos falando de um político envolvido em corrupção faz mais de duas décadas. Mas, o que os pastores têm a ver com isso? Antes de chegar aos pastores, permita-me uma breve introdução da figura de Cunha nos círculos evangélicos.

Eduardo Cunha se diz evangélico e atualmente é membro da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra, anteriormente era filiado às Assembléias de Deus. É bastante conhecido por suas participações numa emissora de rádio evangélica sediada no Rio de Janeiro. O jargão: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito” era dito diariamente ao longo da programação da rádio.

Eduardo Cunha, ADVEC, púlpito, evangélico, Assembléia de Deus
Eduardo Cunha, ADVEC, púlpito, evangélico, Assembléia de Deus

Então, chego aos pastores. Cunha recebeu apoio do Pr. Silas Malafaia, presidente da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, que mesmo após o nome de Cunha ter sido citado diversas vezes nas investigações da Lava Jato, insiste em defendê-lo pelo Twitter. Vale ressaltar, que Eduardo Cunha subiu diversas vezes ao púlpito da igreja presidida por Silas.

Malafaia, Twitter, Eduardo Cunha, Polêmica
Malafaia, Twitter, Eduardo Cunha, Polêmica

O deputado também contou com o apoio da Assembléia de Deus de Madureira que é comandada pela família Ferreira, Samuel, Abner e Manoel Ferreira. Igreja que festejou a sua vitória e que é acusada de intermediar o recebimento de propinas. Veja a reportagem por meio desse link aqui:


Cunha usou as contas da igreja pra receber dinheiro ilícito, e claro, deixou uma gorda contribuição para os seus amigos que presidem a instituição.

Mas, não foram só estes pastores que apoiaram a campanha de Cunha, mais alguns conhecidos, e, em sua maioria, pastores desconhecidos, que se filiaram ao propósito de eleger tal candidato.

Usando a expressão “crente vota em crente”, posicionaram-se a favor deste candidato, oferecendo a ele o voto do rebanho, em troca de quê? Certamente não foi de graça. Quem conhece os bastidores do meio evangélico sabe que Eduardo Cunha não é lá nenhum santo. Sendo assim, por que colocá-lo em cima do púlpito de sua igreja para falar aos fiéis? Por que incentivar os membros a votarem em um homem de caráter duvidoso, ficha suja, corrupto?

O voto de cajado (parafraseando o voto de cabresto) tem sido prática corriqueira nas igrejas evangélicas brasileiras. Em época de eleição, igrejas são reformadas, trocam cadeiras, som, instalam ar condicionado e etc. Tudo isso a partir de ofertas de candidatos em troca do apoio da pastorada. Sem mencionar que é uma época propícia para o pastor trocar de carro ou de casa, “apenas uma oferta generosa de quem despretensiosamente só quer fazer o bem para a população”. Sem citar também, as negociatas que visam concessões de emissoras de rádios e televisão e liberação de terrenos irregulares para construção de mega templos.

Igreja não é curral eleitoral! Pastor não tem que mandar membro votar em A ou em B, mas deve proporcionar um ambiente de reflexão e de incentivo a cidadania, promovendo uma consciência crítica e política como fruto da pregação do genuíno evangelho, para que seus liderados, em liberdade, possam celebrar a democracia votando no candidato que achar melhor.

Pois é, a corrupção de Eduardo Cunha começa com a corrupção do seu pastor, que se vende, que usa o seu rebanho como capital político, que se aproveita da sua posição para barganhar benefícios. Mesmo sabendo que estão diante de um lobo voraz, apresentam tais homens maléficos à membresia como sendo ovelhas mansas.

Assim diz o Senhor:

“Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto.”

(Ezequiel 34. 10)

Não podemos mais tolerar esse tipo de conduta. Não aceite que o pastor da sua igreja sustente essa máquina podre. A Igreja foi chamada para emperrar o sistema e não para alimentá-lo.

Sobre pastores e ovelhas o Senhor diz mais:

“Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim se espalharam, por não haver pastor, e tornaram-se pasto para todas as feras do campo, porquanto se espalharam.”

(Ezequiel 34. 2-5)

Segue abaixo um vídeo do missionário R.R Soares tecendo elogios e aplaudindo a conduta de Cunha, porque este tem favorecido as igrejas. Está aí, outro motivo para que os maus pastores façam campanha para gente da laia de Cunha, porque querem obter vantagem, querem eleger deputados que defendam os interesses de suas denominações e não os interesses do povo.

O vídeo poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus tenha misericórdia de nós!

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis.

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.    

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ATOS DOS APÓSTOLOS - SERMÃO 020 - ATOS 4:32-37 – A IGREJA VIVE EM COMUNHÃO


Esse material é parte de uma série de mensagens pregadas no Livro dos Atos dos Apóstolos. As mensagens cobrem todos os 28 capítulos do Livro de Atos e no final de cada mensagem, você poderá encontrar links para outras mensagens.


Introdução

A. Em Atos 4:31 nós somos informados que os discípulos foram, outra vez, enchidos com o Espírito Santo. Ver Atos 2:4; 3:8. Essa realidade nos ensina duas verdades. Uma declarada e outra oculta.

1. A declarada é que o ato de ser enchido com o Espírito Santo é algo que pode ser repetido, sem limite de vezes. De fato somos ordenados a nos enchermos com o Espírito Santo como um ato contínuo em nossas vidas —

Efésios 5:18—20

18 E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito,

19 falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais,

20 dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.

2. O que está oculto, é que a promessa de Jesus quanto ao futuro e, quase imediato, “Batismo com o Espírito Santo” — conforme Atos 1:5 — se aconteceu em Atos 2 não foi notado pelos apóstolos ou, pelo menos, não foi reportado para Lucas.

B. O Enchimento com o Espírito Santo nos ensina ainda que esse ato da parte de Deus a nosso favor visa, fundamentalmente, nos capacitar a manifestar, através de alguma forma de expressão verbal, as verdades acerca de Jesus Cristo e da Salvação oferecida pela graça de Deus.

Atos 1:4

Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.

Atos 4:8

Então, Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Autoridades do povo e anciãos.

Atos 4:31

Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus.

C. Tudo isso refletia um realidade maravilhosa que se manifestava em uma profunda comunhão de coração e alma entre todos os que creram. Essa é a unidade criada pelo Espírito Santo. Unidade acerca da qual somos exortados a nos esforçar por preservar —

Efésios 4:1—6

1 Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados,

2 com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,

3 esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;

4 há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação;

5 há um só Senhor, uma só fé, um só batismo;

6 um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.

D. Hoje queremos concentrar nossa atenção nessa gloriosa verdade da unidade cristã.

A IGREJA VIVENDO EM PLENA COMUNHÃO UNS COM OUTROS

I. Um Atitude Radical em Oposição a Como o Mundo Entende as Coisas

A. Pouco importa de que lado nos encontremos na grande divisão humana criada pela disputa entre Capitalismo e Comunismo.   
B. O fato é que as duas são MATERIALISTAS ao extremo. Uma alega que Deus não existe e a outra alega que crê em Deus. Mas no fundo creem apenas em uma coisa: no poder do dinheiro e no acúmulo de bens materiais. 
C. As coisas não eram muito diferentes no mundo no qual estava inserida a Igreja Primitiva. Mas os cristãos daqueles dias assumiram uma posição corajosa e radical quanto ao relacionamento humano no que diz respeito aos bens materiais. 
Atos 2:44 
Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. 
Atos 4:32 
Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. 
D. Isso não quer dizer que os cristãos primitivos implementaram alguma forma de comunismo ou de vida comunitária onde cada um abria mão de todos os seus bens. Não, pois, não é difícil perceber que os bens continuavam em posse de seus possuidores — 
Atos 4:36—37 
36 José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, levita, natural de Chipre, 
37 como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos. 
Atos 5:1 
Entretanto, certo homem, chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade. 
E. O que os versos acima nos ensinam é que a atitude do coração dos cristãos primitivos mudou, de modo radical, no que diz respeito à atitude quanto ao relacionamento que mantinham com seus bens materiais. Para eles, seus bens materiais, estavam disponíveis para ajudar irmãos e irmãs que, por ventura, precisassem de ajuda.

II. A Atitude Radical de Dispor de Bens Para Ajudar os Necessitados

A. Note a semelhança das palavras de Atos 2:45 com as que encontramos aqui em 4:34b—35. 
B. Conforme já tivemos a oportunidade de comentar, quando analisamos Atos 2:42—47: 
1. Nunca existiu no seio da Igreja Primitiva nenhuma obrigatoriedade dos membros venderem seus bens para alcançar quaisquer fins. 
2. Nas duas situações narradas em Atos 2 e 4 não é difícil perceber que toda venda de bens materiais era voluntária e esporádica, pois visava atender irmãos necessitados, à medida que essas necessidades surgiam. 

III. A Atitude Radical que Ilustra Bem o Princípio de Proporcionalidade 
A. Na antiga aliança, Deus havia feito certas provisões para garantir a manutenção da tribo de Levi, pois eles não iriam receber herança entre os outros filhos de Israel — 
Deuteronômio 10:9 
Pelo que Levi não tem parte nem herança com seus irmãos; o SENHOR é a sua herança, como o SENHOR, teu Deus, lhe tem prometido. 
Deuteronômio 18:2. 
Pelo que não terão herança no meio de seus irmãos; o SENHOR é a sua herança, como lhes tem dito. 
B. Esse era um dos motivos porque era necessário recolher o dízimo das outras tribos: garantir a manutenção do Levitas. Mas o recolhimento dos dízimos envolvia inúmeras regras que a maioria dos pastores modernos desconhece ou prefere fingir que não conhece. Vamos citar alguns exemplos: 
Levítico 27:32 
No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR. 
1. Isso quer dizer que se um indivíduo possuía 10 ovelhas uma era oferecida ao Senhor. Se o indivíduo possuía 19 ovelhas, ele também contribuía uma ovelha apenas e não 1,9 como gostam de ensinar muitos pastores em nossos dias. 
Deuteronômio 14:22 
Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo. 
Mas, Deuteronômio 14:28—29 diz — 
Ao fim de cada três anos, tirarás todos os dízimos do fruto do terceiro ano e os recolherás na tua cidade. Então, virão o levita —pois não tem parte nem herança contigo —, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estão dentro da tua cidade, e comerão, e se fartarão, para que o SENHOR, teu Deus, te abençoe em todas as obras que as tuas mãos fizerem. 
2. Isso quer dizer que a cada três anos não se recolhia nenhum dízimo no tabernáculo nem no templo, mas o mesmo era estocado na própria cidade para a manutenção dos levitas, dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas! 
C. Nos dias do Novo Testamento não temos mais levitas para serem sustentados e todo esse complexo sistema representado por diversos tipos de ofertas —
Deuteronômio 12:6 
A esse lugar fareis chegar os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e as ofertas votivas, e as ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas.
foi abolido. 
D. Mas como podemos ver em Atos 2 e 4 necessidades continuavam a existir, o que nos ensina que nosso compromisso em contribuir com a obra de Deus permanece. Nos dias da Igreja Primitiva, Lucas nos informa que “nenhum necessitado havia entre eles”. Essa é uma realidade especial que precisamos reaprender. 
E. Não estamos mais debaixo da Antiga Aliança com seu complexo sistema de contribuição, mas ainda estamos sob a obrigação de contribuir. 
A contribuição nos dias do Novo Testamento como podemos observar aqui: é PROPORCIONAL. Quem pode mais deve contribuir com mais e quem pode menos deve contribuir com menos, mas todos devem contribuir — 
2 Coríntios 8:11—15 
11 Completai, agora, a obra começada, para que, assim como revelastes prontidão no querer, assim a leveis a termo, segundo as vossas posses. 
12 Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. 
13 Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, 
14 suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade. 
15 como está escrito: O que muito colheu não teve demais; e o que pouco, não teve falta. 
2 Coríntios 9:7. 
Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. 
F. A igreja do século XXI precisa contribuir: 
1. Para socorrer irmãos que estejam necessitados. 
2. Para a manutenção do trabalho de Deus — Aluguel e tudo o mais que for necessário para o bom funcionamento do trabalho. 
3. Sustento pastoral — 
1 Coríntios 9:1—14 
1 Não sou eu, porventura, livre? Não sou apóstolo? Não vi Jesus, nosso Senhor? Acaso, não sois fruto do meu trabalho no Senhor? 
2 Se não sou apóstolo para outrem, certamente, o sou para vós outros; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. 
3 A minha defesa perante os que me interpelam é esta: 
4 não temos nós o direito de comer e beber? 
5 E também o de fazer-nos acompanhar de uma mulher irmã, como fazem os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? 
6 Ou somente eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? 
7 Quem jamais vai à guerra à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho? 
8 Porventura, falo isto como homem ou não o diz também a lei? 
9 Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi, quando pisa o trigo. Acaso, é com bois que Deus se preocupa?
10 Ou é, seguramente, por nós que ele o diz? Certo que é por nós que está escrito; pois o que lavra cumpre fazê-lo com esperança; o que pisa o trigo faça-o na esperança de receber a parte que lhe é devida. 
11 Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito recolhermos de vós bens materiais? 
12 Se outros participam desse direito sobre vós, não o temos nós em maior medida? Entretanto, não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculo ao evangelho de Cristo. 
13 Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? 
14 Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho; 
15 eu, porém, não me tenho servido de nenhuma destas coisas e não escrevo isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, antes que alguém me anule esta glória. 
1 Timóteo 5:17—18 
17 Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. 
18 Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário. 
4. Sustento de missionários.
Conclusão:

A. A união cristã é algo maravilhoso criado pelo Espírito Santo de Deus e deve servir para:

1. Trazer glória para o nome de Deus.

2. Engrandecer o nome do Senhor Jesus Cristo.

3. Servir de testemunho do poder do Espírito Santo em nossas vidas.

a. Por todos esses motivos somos desafiados a nos empenhar em preservar a unidade criada pelo Espírito Santo de Deus.

b. Mas hoje em dia, para nossa vergonha, a Igreja está fragmentada em milhares de pedaços. 

E por que?

3.Por causa de falsos ensinamentos.

4. Por causa da arrogância e do orgulho humano que não querem se submeter ao ensino das Escrituras.

5. Porque muitos acham que atingiram um nível de espiritualidade que os torna superiores ou melhores do que os outros cristãos. Esses envenenam outros com suas mentiras e causam apenas mais dor e divisão na igreja que deve se esforçar por preservar a unidade que foi criada pelo Espírito Santo.

6. Ele — o Espírito Santo é  mesmo Deus da História  — citado no verso 28.

B. Recentemente li o seguinte:

Acho que temos corações mais duros que o ferro, se não deixarmos nos mover por essa narrativa do livro de Atos. Naqueles dias os irmão contribuíam de forma abundante dos próprios bens que possuíam. Em nossos dias nós estamos contentes não apenas em reter, de forma ciumenta, o que nos pertence, mas também em roubar o que pertence a outros... Naqueles dias nossos irmãos vendiam suas propriedades; nos nossos dias reina a cobiça de comprar e comprar, ajuntar e ajuntar mais ainda. Naqueles dias o amor fez da propriedade de cada indivíduo, um bem comum para atender aos necessitados; nos nossos dias a inumanidade de muitos é tal, que reclamam do direito que os pobres têm de existir sobre a terra, da água que consomem, do ar que respiram e do céu que contemplam.

C.As palavras acima foram escritas por João Calvino, o Reformador de Genebra, em seu comentário ao texto de Atos 4:32. Imagine o que ele não escreveria se estivesse vivo hoje em dia.

1. Pitágoras, o matemático grego que inferniza a vida dos nossos alunos do ensino médio, tinha uma comunidade na qual seus seguidores desfrutavam de tudo em comum. Ele costumava dizer “entre irmãos tudo deve ser comum.1  
  
2. Flávio Josefo escreveu que os Essênios viviam uma vida comum muito parecida com a da comunidade pitagórica.

3. Mas os cristãos da Igreja Primitiva não tinham nada para aprender nem com os seguidores de Pitágoras e muito menos com os Essênios da Comunidade de Qumram.

4. Eles apenas refletiam o que haviam sido ensinados pelo Antigo testamento, que era a Bíblia daqueles dias:

Deuteronômio 15:4

Para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR, teu Deus, te abençoará abundantemente na terra que te dá por herança, para a possuíres.

Que Deus, o Deus Criador, o Deus Todo Poderoso, o Deus ETERNO, o Pai de misericórdia e de toda consolação, nos ajude a:

5. Cuidar uns dos outros como devemos conforme lemos em:.

1 Pedro 1:22

Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente.

Ardentemente quer dizer: seriamente, fervorosamente, intensamente.

6. Cuidemos uns dos outros.

7. Vamos investir no Reino de Deus, pois não sabemos quando o será o fim.

Amém.

OUTRAS MENSAGENS DO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — PARTE 2 — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 003 — A TRANSIÇÃO DO VOLUME ANTERIOR — Atos 1:1—5

SERMÃO 004 — A NOVA DIREÇÃO EXPLICADA — Atos 1:6—8

SERMÃO 005 — A ASCENSÃO DE JESUS — Atos 1:9—11

SERMÃO 006 — PERSEVERANDO UNÂNIMES — Atos 1:12—26

SERMÃO 007 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 001 — Atos 2:1—4

SERMÃO 008 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 002 — Atos 2:5—15

SERMÃO 009 — A PROFECIA DE JOEL — Atos 2:14—21

SERMÃO 010 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 001 — Atos 2:22—36

SERMÃO 011 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 002 — Atos 2:37—41

SERMÃO 012 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47

SERMÃO 013 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47 — PARTE 002

SERMÃO 014 — A CURA DE UM PARALÍTICO DE NASCENÇA — Atos 3:1—10

SERMÃO 015 — A EXALTAÇÃO DE JESUS E A CONDENAÇÃO DOS HOMENS — Atos 3:11—21

SERMÃO 016 — SALVAÇÃO E REFRIGÉRIO: BÊNÇÃOS DAS DUAS VINDAS DE JESUS— Atos 3:17—21

SERMÃO 017 — JESUS CUMPRE AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO — Atos 3:22—26

SERMÃO 018 — INÍCIO DAS PERSEGUIÇÕES — Atos 4:1—22

SERMÃO 019 — A IGREJA ORA EM COMUNHÃO — Atos 4:23—31

SERMÃO 020 — A IGREJA VIVE EM COMUNHÃO — Atos 4:32—37

SERMÃO 021 — ANANIAS E SAFIRA — Atos 5:1—11

SERMÃO 022 — A COMUNIDADE DOS CRENTES — Atos 5:12—16

SERMÃO 023 — PRISÃO, JULGAMENTO, AÇOITES = ALEGRIA E O PARECER DE GAMALIEL — Atos 5:17—42

SERMÃO 024 — DIVERSIDADE DE DONS = CRESCIMENTO DA IGREJA — Atos 6:1—7

SERMÃO 025 — UM HOMEM CHAMADO ESTÊVÃO — Atos 6:8—12
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/05/atos-dos-apostolos-sermao-025-um-homem.html

SERMÃO 026 — ACUSAÇÕES CONTRA UM HOMEM HONESTO — Atos 6:13—15


SERMÃO 027 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E O DEUS DA GLÓRIA — Atos 7:1—8


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.