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sábado, 12 de dezembro de 2015

EDUARDO CUNHA SE DIZ EVANGÉLICO, MAS AGE DE MODO ESTRANHO AO EVANGELHO


 
O artigo abaixo foi publicado pelo site “Evangelho Sem Censura” — a Verdade Nua e Crua — e é da autoria de Allan Felipe Freitas.

A corrupção de Eduardo Cunha começa com a corrupção do seu pastor
Por Allan Felipe Freitas

Eduardo Cunha, Silas Malafaia, Everaldo, pastores, deputado
Eduardo Cunha, Silas Malafaia, Everaldo, pastores e o deputado

Quando digo que a corrupção de Eduardo Cunha começa com a corrupção do seu pastor não quero afirmar que todo pastor é ladrão e corrupto e nem que o seu pastor, caro leitor, também seja.

Na verdade, o que quero dizer é que Cunha não seria eleito caso não tivesse o apoio de um grupo expressivo de pastores conhecedores da sua índole, também não teria alcançado o posto de presidência da Câmara dos Deputados sem o apoio dos mesmos.

Estamos falando de um político envolvido em corrupção faz mais de duas décadas. Mas, o que os pastores têm a ver com isso? Antes de chegar aos pastores, permita-me uma breve introdução da figura de Cunha nos círculos evangélicos.

Eduardo Cunha se diz evangélico e atualmente é membro da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra, anteriormente era filiado às Assembléias de Deus. É bastante conhecido por suas participações numa emissora de rádio evangélica sediada no Rio de Janeiro. O jargão: “Afinal de contas, o nosso povo merece respeito” era dito diariamente ao longo da programação da rádio.

Eduardo Cunha, ADVEC, púlpito, evangélico, Assembléia de Deus
Eduardo Cunha, ADVEC, púlpito, evangélico, Assembléia de Deus

Então, chego aos pastores. Cunha recebeu apoio do Pr. Silas Malafaia, presidente da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, que mesmo após o nome de Cunha ter sido citado diversas vezes nas investigações da Lava Jato, insiste em defendê-lo pelo Twitter. Vale ressaltar, que Eduardo Cunha subiu diversas vezes ao púlpito da igreja presidida por Silas.

Malafaia, Twitter, Eduardo Cunha, Polêmica
Malafaia, Twitter, Eduardo Cunha, Polêmica

O deputado também contou com o apoio da Assembléia de Deus de Madureira que é comandada pela família Ferreira, Samuel, Abner e Manoel Ferreira. Igreja que festejou a sua vitória e que é acusada de intermediar o recebimento de propinas. Veja a reportagem por meio desse link aqui:


Cunha usou as contas da igreja pra receber dinheiro ilícito, e claro, deixou uma gorda contribuição para os seus amigos que presidem a instituição.

Mas, não foram só estes pastores que apoiaram a campanha de Cunha, mais alguns conhecidos, e, em sua maioria, pastores desconhecidos, que se filiaram ao propósito de eleger tal candidato.

Usando a expressão “crente vota em crente”, posicionaram-se a favor deste candidato, oferecendo a ele o voto do rebanho, em troca de quê? Certamente não foi de graça. Quem conhece os bastidores do meio evangélico sabe que Eduardo Cunha não é lá nenhum santo. Sendo assim, por que colocá-lo em cima do púlpito de sua igreja para falar aos fiéis? Por que incentivar os membros a votarem em um homem de caráter duvidoso, ficha suja, corrupto?

O voto de cajado (parafraseando o voto de cabresto) tem sido prática corriqueira nas igrejas evangélicas brasileiras. Em época de eleição, igrejas são reformadas, trocam cadeiras, som, instalam ar condicionado e etc. Tudo isso a partir de ofertas de candidatos em troca do apoio da pastorada. Sem mencionar que é uma época propícia para o pastor trocar de carro ou de casa, “apenas uma oferta generosa de quem despretensiosamente só quer fazer o bem para a população”. Sem citar também, as negociatas que visam concessões de emissoras de rádios e televisão e liberação de terrenos irregulares para construção de mega templos.

Igreja não é curral eleitoral! Pastor não tem que mandar membro votar em A ou em B, mas deve proporcionar um ambiente de reflexão e de incentivo a cidadania, promovendo uma consciência crítica e política como fruto da pregação do genuíno evangelho, para que seus liderados, em liberdade, possam celebrar a democracia votando no candidato que achar melhor.

Pois é, a corrupção de Eduardo Cunha começa com a corrupção do seu pastor, que se vende, que usa o seu rebanho como capital político, que se aproveita da sua posição para barganhar benefícios. Mesmo sabendo que estão diante de um lobo voraz, apresentam tais homens maléficos à membresia como sendo ovelhas mansas.

Assim diz o Senhor:

“Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto.”

(Ezequiel 34. 10)

Não podemos mais tolerar esse tipo de conduta. Não aceite que o pastor da sua igreja sustente essa máquina podre. A Igreja foi chamada para emperrar o sistema e não para alimentá-lo.

Sobre pastores e ovelhas o Senhor diz mais:

“Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim se espalharam, por não haver pastor, e tornaram-se pasto para todas as feras do campo, porquanto se espalharam.”

(Ezequiel 34. 2-5)

Segue abaixo um vídeo do missionário R.R Soares tecendo elogios e aplaudindo a conduta de Cunha, porque este tem favorecido as igrejas. Está aí, outro motivo para que os maus pastores façam campanha para gente da laia de Cunha, porque querem obter vantagem, querem eleger deputados que defendam os interesses de suas denominações e não os interesses do povo.

O vídeo poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus tenha misericórdia de nós!

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

EVANGÉLICOS PROVAM QUE NÃO EXISTE UNIÃO NA HORA DA POLÍTICA



A matéria abaixo foi publicada pela revista ÉPOCA e é de autoria de Rafael Gomide

Eleição no Rio expõe divisão entre evangélicos

Assembleia de Deus e pastores de outras denominações apoiam Pezão. A Universal, de Edir Macedo, fica ao lado de Crivella

Por RAPHAEL GOMIDE

Edir Macedo, fundador da Igreja Universal. Ele apóia o sobrinho, Marcelo Crivella (PRB), na disputa pelo governo do Rio (Foto: Photo RioNews/Agência O Globo)
Edir Macedo, fundador da Igreja Universal. Ele apóia o sobrinho, Marcelo Crivella (PRB), na disputa pelo governo do Rio (Foto: Photo RioNews/Agência O Globo)

A eleição para o governo do Rio de Janeiro revela uma cisão entre os evangélicos no Estado. De um lado, algumas das principais lideranças evangélicas fluminenses apoiam o candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Do outro lado, apresenta-se como candidato de oposição Marcelo Crivella (PRB), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus e sobrinho de seu fundador, Edir Macedo. A divisão tem pouco a ver com visões políticas divergentes. Pesam mais a disputa por espaço e fiéis, assim como o ressentimento de grupos religiosos em relação à Universal, tida como isolacionista. Adversários criticam a igreja liderada por Macedo de promover eventos sozinha, em vez de participar de grandes momentos comunitários evangélicos, como a Marcha para Jesus. Há críticas também ao histórico da Universal de comprar imóveis, assim como horários de TV e rádio, para desalojar pastores de outras denominações. De acordo com o IBGE, evangélicos representam um quarto da população fluminense.

Maior igreja evangélica do país, com 12,3 milhões de fiéis, a Assembleia de Deus apoia Pezão. Os principais líderes em defesa da reeleição são os influentes pastores Abner Ferreira, presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus-Madureira, e Silas Malafaia, da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. Valdemiro Santiago, um dissidente da Universal que criou a Igreja Mundial do Poder de Deus, também se manifestou a favor de Pezão. A igreja de Santiago tinha 315 mil fiéis, segundo o Censo de 2010 do IBGE. É vista como uma das principais responsáveis pela redução no número de seguidores da Universal, que caiu 228 mil, para 1,87 milhão, entre 2000 e 2010. “Eles [Universal] sempre foram afastados, extremamente exclusivistas. Nunca participaram de eventos comunitários, não trabalham em conjunto. Só nesta época de eleição é que querem. Por favor, aí não! Se é para caminhar juntos, vamos caminhar do começo ao fim!”, afirma o pastor Abner Ferreira. “Eles criam essa barreira, absolutamente desnecessária. Há espaço para todos fazerem seu trabalho”. O pastor Malafaia reforça a crítica. “Eles são igreja evangélica na hora da eleição. Fora (desse período), são isolados. Não participam de nada. Na hora do voto, é ‘irmão’?”, afirma. “Todas as lideranças que conheço apoiam Pezão. Abner, Marcus Gregório [da Baixada Fluminense], eu, Valdemiro... não conheço nenhum líder de expressão no Estado do Rio de Janeiro que apoie Crivella”, diz Malafaia.

ÉPOCA entrou em contato com a campanha de Crivella e enviou uma mensagem com perguntas sobre a divisão que é tema desta reportagem. A assessoria de imprensa informou que o candidato não responderia questões sobre religião. Em nota, a assessoria de imprensa da Universal afirma: “deve surpreender é o fato de que, apesar de alguns poucos líderes evangélicos estarem apoiando o outro candidato, Marcelo Crivella desfrute de grande apoio e aceitação dos evangélicos em geral, incluindo muitos membros das igrejas dos citados líderes. A verdade é que o povo conhece a índole e trabalho de Crivella.” A assessoria da Universal afirmou desconhecer “tal isolamento” da igreja no meio e citou como exemplo a recente presença de “mais de dez mil pastores de centenas de denominações evangélicas”, em reunião presidida pelo Bispo Macedo no Templo de Salomão. “Só do Rio de Janeiro vieram mais de 700 líderes.”

Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. Ele dá apoio ao candidato Luiz Fernando Pezão (PMDB) (Foto: Adriana Lorete / Agencia O Globo)
Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. Ele dá apoio ao candidato Luiz Fernando Pezão (PMDB) (Foto: Adriana Lorete / Agencia O Globo)

Voto é contra a Universal, diz Malafaia

Questionado se o voto pregado pelas lideranças evangélicas é mais a favor de Pezão ou contra a Universal, Malafaia admitiu: “O voto vai ser contra o que Edir Macedo representa no meio evangélico. É muito mais o voto contra a Universal, de várias lideranças. Não somos trouxas! A Universal é individualista, não estende a mão uma vez. Aí chega a eleição e eles: ‘Meu irmão, meu irmão...’”, diz o pastor. “Nós não somos trouxas. Eles nunca nos respeitaram e agora querem o nosso voto? Não podemos votar em alguém que representa a liderança de uma igreja que não respeita nem seus irmãos”, afirma.

O líder religioso reclama do que reputa como uma prática tradicional da Universal, de desalojar pastores de outras denominações. “Um pastor pequeno aluga um cinema em uma área boa; eles vêm e compram o cinema e põem o pastor para fora”, diz. Ele aponta também o que considera uma contradição de Crivella. “O Crivella diz ‘irmão vota em irmão’, mas no primeiro turno nacional, havia dois irmãos, Marina Silva e Everaldo Pereira. E ele apoiou Dilma”, afirma. O pastor havia apoiado Crivella em duas campanhas anteriores, inclusive na última, para o Senado.

Após ter ficado neutro no primeiro turno no Rio, Malafaia chegou a criticar as primeiras peças de campanha eleitoral de Pezão para o segundo turno. Em sua visão, elas atacavam a Universal como instituição, o que poderia levantar os evangélicos contra o candidato do PMDB. O alerta foi ouvido e o tom da campanha, modificado. Na última semana, Malafaia gravou depoimento para Pezão em que ataca o candidato do PRB.

Estilos distintos e “projeto de poder”

A disputa entre os grupos religiosos evangélicos explicita ainda estilos distintos de atuação religiosa e política. Fundada no Brasil em 1910, a Assembleia de Deus caracteriza-se pelos templos numerosos e despojados, espalhados pelo país, frequentemente em casas simples em comunidades pobres e favelas. A Universal, criada em 1977, opta por grandes e faustosos templos em áreas centrais das cidades. Exemplos disso são a Catedral Universal da Fé, com 72 mil metros quadrados e capacidade para 14 mil fiéis, no Rio de Janeiro, e o Templo de Salomão, recentemente inaugurado em São Paulo, ao custo de R$ 680 milhões, com capacidade para 10 mil pessoas sentadas.

Na estrutura de poder, a Universal tem comando centralizado, na figura de Edir Macedo. A Assembleia de Deus é descentralizada, com grupos autônomos em cada estado. Enquanto os políticos eleitos pela Universal respondem a um comando único, os da Assembleia de Deus representam várias lideranças evangélicas pelo país. Abner e Malafaia atribuem isso ao que chamam de “projeto de poder” da Universal, concentrada também em eleger representantes para cargos majoritários. “Em 1995, Macedo me chamou para almoçar em sua casa na Barra da Tijuca, uma conversa de três horas, e me disse pessoalmente: ‘Quero fazer um presidente da República. Ainda não tenho a pessoa, o homem.’ E me convidou para ser candidato a deputado federal. Nunca quis, não vou ser candidato a nada”, disse Malafaia. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Universal afirma que “não tem plano de poder, e sim plano de evangelização”. “Até entre os 12 apóstolos houve dissidência. É do caráter humano. O importante é procurar fazer o bem sem olhar a quem — histórico que a Universal e Crivella têm de sobra”, afirma a igreja, no texto.

Na última década, a Universal perdeu espaço no campo político. Na legislatura 2004-2007, a igreja tinha oito deputados estaduais na Assembleia Legislativa e cinco federais pelo Rio. Na época, seu líder político era o ex-deputado federal Bispo Rodrigues, considerado um articulador hábil. Ele foi expulso da igreja por envolvimento em diferentes escândalos – foi condenado a seis anos e três meses de prisão por envolvimento no Mensalão e cumpre prisão domiciliar desde setembro. Este ano, a Universal elegeu dois deputados estaduais no Rio e dois federais. A Assembleia de Deus conquistou três vagas federais e cinco estaduais no Rio.

O artigo original da Época poderá ser visto por meio do seguinte link:


UMA PERGUNTA?

Em que, exatamente, esses tais evangélicos são diferentes de todos os outros brasileiros? Ah! sim, são bem mais hipócritas.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 19 de outubro de 2014

SILAS MALAFAIA E SUA BOCA GRANDE: AGORA TERÁ QUE MUDAR DE NOME!



O material abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Tiago Chagas.

Sites de humor fazem enquete para sugerir novo nome a Silas Malafaia; Pastor havia prometido mudança se Feliciano tivesse menos de 400 mil votos

O pastor Silas Malafaia virou alvo de uma brincadeira nas redes sociais por causa de uma declaração dada em 2013 sobre a possível votação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) nessas eleições.

À época, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) comentava a crise que Feliciano enfrentava à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e afirmou que se em 2014 o colega tivesse uma votação inferior a 400 mil votos, ele mudaria de nome.

“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse Malafaia em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays contra o pastor.

O artigo original comentando a afirmação de Malafaia poderá ser visto por meio desse link aqui:


Na ocasião, o polêmico pastor acrescentou outra previsão: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”. Esta também não se confirmou, pois o número de parlamentares eleitos que se declaram evangélicos diminuiu em relação à atual legislatura.

Marco Feliciano obteve 398.087 votos e se reelegeu com muito mais votos do que em 2010, porém, a quantidade abaixo da prevista pelo pastor Malafaia virou motivo de zombaria.

Diversos sites de humor promovem enquetes para descobrir qual a sugestão de nome para o pastor vai ser mais recorrente. A brincadeira, é claro, atrai muitos ativistas gays, que sugerem termos ofensivos para que Malafaia substitua seu nome de batismo.

“Não fica bem para um pastor mentir, né? Como somos muito atentos a performance midiática do Malafaia queremos oferecer sugestões criativas para facilitar a escolha do codinome que estrelará o Vitória em Cristo. Deixe nos comentários sua sugestão”, diz trecho do texto publicado pelo humorístico Bobagento, um dos que querem propor um novo nome para Silas Malafaia.

O artigo original do Gnotícias poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Perdem seu tempo aqueles que esperam que o Silas irá cumprir com a palavra dada. Silas está acostumado a fazer afirmações grandiosas e incosequentes É por causa de pessoas como essas que Deus colocou o seguinte verso na Bíblia:

Apocalipse 21:8

Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

SILAS MALAFAIA PROMOVE RING-TONES E ANARQUIZA COM A GRAÇA DE DEUS



Não bastassem suas terríveis aleivosias e seus venenosos ensinamentos acerca de Livre Arbítrio e a Teologia da Prosperidade, agora o falso mestre Silas Malafaia lança mão de mais um recurso para APARECER e anarquizar, por completo, com o Evangelho da Graça de Deus.

Sua última invencionice trata-se de ring-tones, que é o som que o celular emite quando você recebe uma chamada. Pois bem, imaginando que sua voz é a mais sonora e agradável do mundo, o Silas bolou uma série de ring-tones com o intuito de “transmitir a mensagem do evangelho” enquanto você não atende o celular. Mas que coisa.

Na propaganda de sua nova invenção que apresentamos abaixo, o Silas aparece com uma maquiagem, estranhíssima, típica de “defuntos”.


Mas como tem acontecido com tantos outros desses falsos pastores midiáticos, que aos poucos, o próprio Deus se encarrega de desmascarar, Silas não perde por esperar sua vez. 

PARA MEDITAR

Jó 5:13

Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita.

Salmos 105:25

Mudou-lhes o coração para que odiassem o seu povo e usassem de astúcia para com os seus servos.

Salmos 119:118

Desprezas os que se desviam dos teus decretos, porque falsidade é a astúcia deles.

1 Coríntios 3:19

Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles.

2 Coríntios 4:2

Pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

2 Coríntios 11:3

Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.

Efésios 4:14

Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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domingo, 16 de junho de 2013

“Malafaia: A quem ele representa?”, da revista Cristianismo Hoje:



Muitas vezes nos escrevemos artigos comentando as atitudes destemperadas do falso mestre Silas Malafaia. Muitas vezes terminamos nossos artigos pedindo para as pessoas acordarem para a realidade enquanto, ao mesmo tempo, orávamos para Deus desmascará-lo e conduzi-lo ao arrependimento. Bem parece que tudo isso está começando a acontecer e o antes “todo poderoso pastor midiático” já não convence mais a todos, como pretende que ainda faz.

Abaixo reproduzimos um artigo publicado pela revista Cristianismo Hoje em sua edição 34 / ano 6 / abril e maio de 2013.

A reportagem deixa claro que: apesar de ainda ter muitos fãs e ser um verdadeiro ídolo para muito adoradores, muitos do meio evangélico rejeitam as investidas de Malafaia de querer representá-los. Muitos já tiveram os olhos abertos e não aceitam nem sua riqueza particular nem seus falsos ensinamentos acerca da “Prosperidade”. Acompanhe abaixo, o texto completo do material publicado pela revista:

SILAS MALAFAIA: Afinal Ele Representa os Evangélicos?

O dedo em riste, os gestos amplos e o olhar desafiador já viraram suas marcas registradas. Há mais de três décadas no ministério pastoral, Silas Lima Malafaia, de 54 anos, é hoje uma das personalidades mais famosas do país. Nem tanto pela exposição na TV, que vem desde 1982, quando entrou no ar com o programa Renascer (não, nada a ver com a igreja de Estevam Hernandes): foram a pregação eloquente, muitas vezes aos gritos, e as polêmicas nas quais sempre se meteu que o tornaram conhecido, requisitado e combatido. Dizendo-se chamado para falar o que muito crente não tem coragem, Malafaia é tido como porta-voz por aqueles que o veem como profeta levantado por Deus. Por outro lado, o líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo – denominação que criou em 2010, quando desligou-se da Convenção Geral das Assembleias de Deus, a CGADB, denunciando desmandos e irregularidades na entidade que integrou por muitos anos – coleciona desafetos. E não é apenas a militância gay quer vê-o pelas costas. Dentro da Igreja Evangélica, são muitos os que o desautorizam, inconformados por ver sua fé representada por alguém como ele.

Hoje, o Silas Malafaia que o Brasil conhece é muito diferente do jovem pregador que começou seu ministério na Assembleia de Deus da Penha, subúrbio do Rio. À frente das câmeras, diante de congregações lotadas ou nas constantes aparições via mídia, o pastor tem sempre algo a dizer sobre tudo – da política nacional à bioética, passando pelo aborto e pela questão dos direitos civis dos homossexuais, sua principal bandeira hoje. As pregações, geralmente, não se aprofundam na teologia que aprendeu nos bancos do Instituto Bíblico Pentecostal. Gravadas e comercializadas aos borbotões de CDs e DVDs, têm caráter essencialmente prático na vida do crente – "vitória", "conquista" e "colheita" são expressões recorrentes, inclusive nos livros que publica. Além da ADVEC, o pastor dirige um conglomerado empresarial que inclui a Editora Central Gospel, a gravadora do mesmo nome e a Associação Vitória em Cristo, além do site Verdade Gospel.

Com tamanha projeção, Silas Malafaia é o pastor mais conhecido do país. Porém, sua liderança é severamente questionada toda vez que ele aparece afrontando adversários ou pedindo que as pessoas lhe deem dinheiro. "O pastor Silas fala para agredir. Muitos têm a mesma opinião que ele, mas a maneira como as expressa demonstra arrogância", aponta a universitária Natália Conceição, evangélica de Recife (PE). "Não concordo com a visão dele, e por isso, Malafaia não me representa". Uma página na rede social Facebook, intitulada Bereanos, circula na internet com o mote "Sou evangélico e o pastor Silas Malafaia não me representa", pedindo assinaturas de apoio. "Se você é evangélico e está cansado de ter um pseudo-representante, falando em seu nome. Você que se envergonha das grosserias deste pastor. De sua teologia da prosperidade, que transforma Deus em um servo e não Senhor. Das suas intenções políticas em época de eleições. De sua sede de crescimento de igrejas a qualquer custo. De sua presunção e arrogância", diz o texto.

"Imaginar-se a voz de mais de 40 milhões de fiéis é algo completamente irreal e sem nenhum sentido", avalia o pastor Oswaldo Prado, da Igreja Presbiteriana Independente e secretário executivo do ministério Servindo pastores e Líderes (Sepal). "A Igreja, no decorrer da história, teve seus piores períodos quando esteve nas mãos de líderes que não foram colocados por ela mesma nessa posição".

MUDANÇA

Em diversos momentos, Silas já surgiu tentando mobilizar os evangélicos. Foi assim por volta do ano 2000, quando chegou com força ao país, oriundo da Colômbia, o movimento eclesiástico conhecido como G12. Discordando do que chamou de heresia e "palhaçada de gente que não conhece a Bíblia", Malafaia chamou para a briga os lideres do G12 no Brasil, pastores Renê Terranova e Valnice Milhomens. Contudo, não conseguiu impedir a expansão do movimento, que foi adotado por denominações inteiras, como a Igreja do Evangelho Quadrangular. Com o tempo, até aproximou-se de Terranova, líder do Ministério Internacional da Restauração, em Manaus (AM).

Na esfera política, Malafaia também tem tentado ser formador de opinião. Sem sucesso, muitas vezes: na corrida presidencial de 2010, após retirar seu apoio a Marina Silva, ligada à Assembleia de Deus, criticando-a por defender a legalização mais ampla do aborto no Brasil, viu a então candidata do PV se transformar num fenômeno das urnas. O maciço apoio evangélico quase a levou ao segundo turno. Já na segunda etapa daquela disputa, o pastor usou seu programa para defender José Serra, tendo até um vídeo seu usado na campanha de TV do tucano. Mas Dilma Rousseff venceu com ampla margem de votos. Ano passado, conclamou os crentes a "cair de pau em cima de [Fernando] Haddad" na corrida pela Prefeitura de São Paulo. É que o candidato petista, ex-ministro da Educação, promovera a distribuição do famigerado "kit gay" – conjunto de materiais contra a discriminação aos gays que conteria apologia à homossexualidade – nas escolas de ensino fundamental. Porém, Haddad ganhou a cadeira de prefeito.

Em 2002, o pastor tentou conclamar os eleitores do Rio de Janeiro a derrotar o petista Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo Planalto, dizendo que o Estado, então governado por Benedita da Silva, também do PT, estava "uma bagunça". No segundo turno, diante da perspectiva da vitória inevitável de Lula, que obteve maciça votação dos fluminenses, Malafaia juntou-se a outros pastores e líderes para apoiá-lo. Mas a proximidade com o mundo político também dá bons resultados. O pastor Silas ajudou o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) na sua primeira eleição, em 2008, num disputado segundo turno contra o deputado verde Fernando Gabeira. Já à frente da Prefeitura, Paes aprovou verba de cerca de R$ 2,5 milhões para organizar a Marcha por Jesus na cidade, evento que contou com a liderança do pastor. Depois do evento, Malafaia até anunciou a devolução de 410 mil reais, valor que não teria sido usado, aos cofres públicos. Em 2012, na corrida pela reeleição, Malafaia novamente declarou seu voto ao prefeito, desta vez negociando o apoio de Paes ao candidato a vereador Antonio Isquierdo. Ligado à ADVEC, foi eleito com quase 33 mil votos.

Diversos líderes procurados por CRISTIANISMO HOJE preferiram não se manifestar ao saber o teor da matéria. O pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ), é um dos que expõem seu desconforto: "Eu, particularmente, preocupo-me com esse tipo de exposição. A forma como Malafaia se dirige à imprensa dá a impressão de que fala em nome de todos os evangélicos, o que não é verdade". Mantenedor de um blog com reflexões e mensagens à luz da teologia reformada, Vargens lembra com "saudosismo" do Malafaia de antigamente, que usava seu programa de TV para evangelizar aqueles que não conheciam a Cristo e combater desvios teológicos da Igreja Evangélica brasileira. "É evidente que Silas se transformou radicalmente. Ele mudou seus pressupostos teológicos", continua.

Vargens discorda do modo altivo como Malafaia tem se manifestado. "Isso vem contribuindo para uma beligerância desnecessária entre a sociedade civil e a Igreja", aponta. "Deslizes assim terminam, infelizmente, afetando o grupo como um todo". E destaca outro aspecto da mensagem de Silas Malafaia que merece críticas: a pregação com forte ênfase nos desafios de fé regados a dinheiro. "Discordo veementemente quanto à sua teologia, principalmente quando prega sobre confissão positiva. Na verdade, considero herético o seu ensino sobre prosperidade", critica Vargens. Para ele, o fato de muitos líderes evangélicos viverem nababescamente tem contribuído para que a sociedade construa a imagem de que todo pastor é rico. "Ora, todos sabemos que a realidade não é essa."

Não há, claro, nenhuma lei que proíba ninguém de pedir dinheiro. O pastor Silas faz apelos frequentes por ofertas para os mais variados fins – a manutenção de seus programas no ar, as ações sociais da Associação Vitória em Cristo, a implantação e reforma de templos e até a compra de um avião para o ministério, o que lhe rendeu muitas críticas. Muita gente torce o nariz não apenas para os apelos insistentes, mas para os métodos empregados. Causaram rebuliço as campanhas financeiras baseadas em valores específicos de ofertas, como as chamadas "sementes". Morris Cerullo, pastor americano de origem judaica, esteve ao seu lado na campanha dos 900 reais, lançada em 2009 no Vitória em Cristo .Sobre ele, há acusações em seu país, que vão desde charlatanismo a crimes fiscais, passando por enriquecimento ilícito. Milionário, Cerullo reside numa mansão avaliada no equivalente a mais de R$ 20 milhões e é conhecido por sua habilidade na arrecadação de ofertas para o ministério internacional que capitaneia, sediado em San Diego, na Califórnia.

Outro colaborador de Malafaia nas campanhas financeiras pela TV, Mike Murdoch, também tem trajetória controvertida. Seu ministério recebe muitas doações para obras assistenciais, mas o pastor americano é criticado por levar um estilo de vida principesco. A Associação Evangelística Mike Murdoch já teve problemas com o Fisco e seu líder foi apontado por um ex-colaborador como alguém que leva uma vida mundana paralela. Entusiasta da prosperidade, Murdock lançou com Silas a campanha "Campeões da fé". Qualquer telespectador que se dispusesse a doar R$ 1 mil como teria sua oferta contabilizada na tentativa de arrecadar R$ 3 milhões para projetos da Associação Vitória em Cristo e ganharia livros de Murdock – além de bênçãos financeiras, é claro. Outra campanha lançada pela dupla, o "Clube 1 Milhão de Almas", tem objetivo mais ousado: conquistar um milhão de novos convertidos através dos ministérios de Malafaia. Para fazer parte, também é necessário uma doação de 1 mil reais. Até o fechamento desta reportagem, a quantidade de doadores anunciada pelo site da campanha era de pouco mais de 62 mil. “Embora Silas Malafaia tenha um pé na teologia da prosperidade, ele usa o artifício de colocar os apelos mais fortes para suas campanhas de aumento de ofertas na boca de pastores americanos”, aponta Romulo Amorim Correa, mestre em Sociologia e professor do Seminário Presbiteriano de Brasília.

"MAL ESTAR"

A reportagem encaminhou a Silas Malafaia uma pauta com perguntas. Através de sua Coordenadoria de Comunicação, o pastor respondeu de maneira pronta e atenciosa, agradecendo o convite e explicando que, devido a uma série de compromissos pré-agendados, não poderia atender a revista naqueles dias. Uma das questões era sobre o desconforto que suas campanhas pela TV em busca de doações de valores específicos, como 800, 900 ou 1 mil reais – que teriam significados espirituais e redundariam em bênçãos materiais como retorno – têm causado à Assembleia de Deus, denominação na qual fez sua carreira ministerial. "O mal estar é explícito e inegável. Muitos membros e pastores assembleianos e de outras denominações tiveram que passar pelo constrangimento de explicar os apelos financeiros vexatórios (semeaduras), feitos em plena TV aberta", reclama o teólogo Altair Germano, pastor auxiliar na Assembleia de Deus em Abreu e Lima (PE) e vice-presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB.

Germano deixa claro que suas observações não visam a atingir a vida pessoal do colega, mas carrega nas críticas aos seus posicionamentos. "Ao promover e vender abertamente a Bíblia de estudo batalha espiritual e vitória financeira em seu programa, de forma clara e direta o pastor Silas Malafaia se posicionou como promotor de posturas que antes combatia", observa. Ele acrescenta que Malafaia não é um caso isolado. "Vários pastores assembleianos têm abraçado a teologia da prosperidade, distanciando-se dos ensinos bíblicos sobre a verdadeira prosperidade dos crentes, das motivações e dos meios para alcançá-la". Acontece que, como estes não possuem muita visibilidade, prossegue, "passam desapercebidos". No entanto, o teólogo acha que há pontos positivos no ministério de Malafaia. "Com seu jeito peculiar, ele tem se posicionado acerca de questões como a homossexualidade. Penso que, se corrigir o deslize doutrinário aqui tratado, estará dando um grande passo para voltar a contribuir de forma plena com a pregação do Evangelho e para a edificação da Igreja. Oro por isso."

A luta contra a suposta mordaça que os gays estariam tentando colocar na Igreja é a guerra santa de Malafaia. Tudo por causa do Projeto de Lei 122/06, a famigerada lei anti-homofobia, que prevê punições contra quem discriminar homossexuais. Um de seus maiores adversários tem sido o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), defensor da causa gay dentro e fora do Congresso. O movimento homossexual tem feito todo tipo de chacota com o nome de Malafaia, pintado e apresentado como um nazista homofóbico, enquanto o debate sobre os direitos da comunidade gay ocupa o topo de agenda nacional. Na recente e comentadíssima aparição no programa De frente com Gabi, apresentado pela jornalista Marília Gabriela no SBT, um Silas agressivo fez afirmações sobre a inexistência de um gene ligado à homossexualidade. No dia seguinte, foi desmentido por um geneticista e rebateu desconstruindo o "pseudodoutor", numa polêmica que, como a do sexo dos anjos, parece não ter fim.

O programa de Gabriela foi apenas mais um no qual Silas Malafaia tem sido destaque. Nos últimos tempos, ele deu entrevistas a revistas de circulação nacional, como Veja, IstoÉ e Época; foi citado em reportagens de grandes jornais como Folha de São Paulo e O Globo; apareceu no Jornal Nacional e o Fantástico, da Rede Globo. Deu as caras até em atrações populares, como o Programa do Ratinho, do SBT, e Pânico na Band, entrevistado pela apresentadora-modelo Sabrina Sato em um sofá. Embora declare seu respeito à opção de vida de cada um, o pastor tem insistido na ideia de que o patrulhamento gay visa a impedir que qualquer crente ou pastor diga publicamente que a prática homossexual é pecado à luz das Escrituras. Ele denuncia que setores articulados da militância gay querem fazê-lo perder seu registro profissional de psicólogo, já que uma norma do Conselho Federal de Psicologia proíbe terapias voltadas a mudança de opção sexual, embora ele não atue como terapeuta. Com seu jeito, ele diz que "a bicharada" o detesta porque prega a verdade. Por via das dúvidas, desde que seu nome passou a despertar tamanha rejeição, anda acompanhado por seguranças. "Se eu levar tapa de gay, vai ficar ruim para mim", declarou, zombeteiro, numa entrevista a IstoÉ.

HIPEREXPOSIÇÃO NEGATIVA

A veia, digamos, combativa do pastor Silas Malafaia já foi destaque até em reportagem do jornal americanoNew York Times. A publicação destacou seu papel na Igreja brasileira, dizendo que seus "ataques verbais contra uma ampla gama de inimigos" atraem cada vez mais atenção – não necessariamente, no sentido positivo do termo. "Não surpreendentemente, sua proeminência crescente fez dele fonte de admiração e mal-estar", avalia a matéria. O jornal cita as polêmicas de Malafaia em relação aos direitos civis dos gays, dos defensores do direito irrestrito ao aborto e da descriminalização do consumo de maconha.
A hiperexposição do pastor Silas Malafaia só pode ser prejudicial à imagem de uma Igreja que é múltipla e diversa. Esta é a opinião do antropólogo Flávio Conrado, pesquisador ligado ao Instituto de Estudos da Religião (Iser) e editor da revista Novos diálogos. "Ele é resultado do fenômeno do televangelismo brasileiro que se consolidou nos anos 1990 através de figuras como Miguel Ângelo, Caio Fábio, Nilson Fanini, Estevam e Sônia Hernandes e Edir Macedo", compara. "Silas nem sequer é representativo da diversidade de sua própria denominação, a Assembleia de Deus; que dirá do que se tornou hoje o que chamamos de Igreja Evangélica brasileira". Avalia. À luz da Sociologia da religião, continua, o estudioso, lideranças com esse perfil têm usado a retórica da perseguição religiosa, da vitimização e da escolha de inimigos para alimentar uma espécie de guerra espiritual. "Os inimigos já foram o catolicismo idólatra, o comunismo ateu e agora parece ser a ditadura gay e a defesa da família brasileira". Silas Malafaia já até espalhou out-doors em praças de grande visibilidade defendendo o casamento apenas entre homem e mulher pela preservação "da família e da espécie humana". "Infelizmente", conclui Conrado, "quando se trata dos evangélicos, uma parte da mídia brasileira busca, muitas vezes, o espetáculo, visando à audiência, e isso Malafaia pode dar pelas posições controversas que assume e defende e a maneira teatral e histriônica como as apresenta".

Já na Igreja Vitória em Cristo, uma indisfarçada "lei do silêncio" parece reger seus fiéis. Procurados por CRISTIANISMO HOJE, membros da denominação disseram que nada falariam sobre Malafaia, mesmo após a explicação de que a reportagem buscava apenas sua opinião pessoal. Um dos pastores auxiliares foi claro ao dizer que somente o próprio presidente poderia falar.

Para o pastor batista e professor de Teologia Lourenço Stelio Rega, tamanha concentração de poder eclesiástico, bem como a insistência e agressividade nos pedidos por dinheiro, não apenas caracterizam a guinada neopentecostal de Malafaia como contaminam sua pregação. "Para poder tocar toda estrutura que criou, Silas Malafaia acabou tendo de focalizar parte de sua mensagem no tema do dinheiro. É uma armadilha terrível essa em que ele e os outros protagonistas da teologia de mercado, com o evangelho da prosperidade, têm caído", alerta. Quanto àquela que, um dia, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou de "a voz rouca das ruas", mesmo quem dispõe de tanto conhecimento teológico sabe muito bem discernir o que está acontecendo. "Relógio de ouro no pulso, avião particular, casa na Flórida; campanhas e mais campanhas por ofertas, 'sementes' e dízimos... Silas Malafaia perdeu-se em meio às riquezas deste mundo", afirma o taxista paulistano Antônio Fernando Gonçalves, fiel da Igreja O Brasil para Cristo.

CONTRA E A FAVOR

Ao redor do Brasil, a opinião dos crentes sobre o pastor Silas Malafaia varia muito
"Fiquei surpreso quando o pastor Silas Malafaia disse que ganhava mais dinheiro das pessoas não cristãs do que dos crentes. Será que a função da igreja é tornar os pastores milionários ou pregar o Evangelho a toda criatura até os confins da terra, para que haja salvação?" Antonio José Braga, pastor auxiliar do Ministério El-Shaddai, de São Gonçalo (RJ).

"Não concordo com as críticas que fazem ao pastor Silas Malafaia. Elas provêm, principalmente, de gente que quer calar a sua voz, e nisso acaba fazendo o jogo do diabo. O que me surpreende é que haja tantos crentes falando mal desse irmão. O que há de ser do Reino de Deus, tão dividido?" Roseneide Cunha de Carvalho, dona de casa, membro da Igreja Internacional da Graça de Deus e moradora de Ilhéus, na Bahia.

"Eu acho que ele é um excelente pregador do Evangelho, mas fala algumas coisas com as quais que não concordo. Malafaia disse que é idiotice crente subir no monte; falou sobre a vestimenta das mulheres, que é ridículo usarem vestido comprido. Cada um tem que andar do jeito que se sente bem, com ordem e decência". Leila Pereira de Assis Franklin é manicure e membro da Assembleia de Deus Tabernáculo do Soberano Deus, no Rio de Janeiro.

"A partir do momento que usamos o 'achismo' em nossas palavras e entramos em discussões banais, que não nos edificam – e muito menos aos outros –, deixamos de ser guiados pelo Espírito Santo e passamos a ficar sozinhos na briga. O pastor Silas Malafaia é um homem de Deus e muito sábio, mas que costuma cair muito neste erro". Alexandre Ferreira Braga, militar, membro da Igreja de Nova Vida em Parque Lafaiete, Duque de Caxias (RJ).

"Sempre assisti à palavra dele pela televisão. Aprendi bastante com o pastor Silas. De um tempo para cá, contudo, não assisto mais porque sinto que ele perdeu o foco na palavra de Deus. Ele está priorizando agora discussões com outros lideres e ataques a outras denominações". Marta da Graça Pitta Godines, autônoma, membro da Igreja Batista da Água Branca, em São Paulo.

"O pastor Silas Malafaia é um homem que teme a Deus e tem convicção naquilo que acredita. Ele defende como ninguém a sua fé. Por ser assim, agrada e também desagrada pessoas". Clarice de Oliveira, funcionária pública, membro da Igreja Ágape de Curitiba (PR).

"Não concordo com todos os argumentos utilizados pelo pastor Silas. Em relação a temas como homossexualidade e aborto, ele tem razão no que diz, mas demonstra uma atitude preconceituosa. Em relação ao evangelho da prosperidade, sou totalmente contra o que ele prega". Márcio de Barros e Silva Filho, turismólogo, membro da Igreja Presbiteriana das Graças, em Recife (PE).

"Silas sempre vai falar na televisão o que lhe convém. De bobo, ele não tem nada. Assim como Satanás, fala algumas verdades para encobrir muitas outras mentiras"
Flávio Magalhães, empresário e pastor da Igreja do Evangelho Simples, no Rio de Janeiro.

"O pastor Silas Malafaia fala para agredir. Vários pastores têm a mesma opinião que ele, mas a maneira como as expressa demonstra arrogância. O que ele fala não pode ser tratado dessa maneira. Não concordo com a visão dele, e por isso, Malafaia não me representa." Natália Conceição, universitária e professora de maternal, integrante da Comunidade Doxxa, na capital pernambucana.

SILAS MALAFAIA SOLTA O VERBO

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo é conhecido por suas declarações fortes. Confira o que ele já disse no púlpito, em seus programas e em entrevistas:

Bênção financeira e prosperidade

Antes...

"Esse negócio de teologia da prosperidade, nos Estados Unidos, é lindo. Agora, vem falar disso na favela da Rocinha. Isso é uma afronta, gente. Isso é uma covardia! Besteirol teológico da América que o pessoal no Brasil está engolindo"

"Não pensa que todo mundo vai ficar rico não, isso é balela, é cascata. Qualquer pastor que promete riqueza a todo mundo é um cara de pau safado, um pilantra, ludibriador da fé. Quem falou que todo mundo vai ficar bem financeiramente?"

... e depois

"Deus tem falado ao meu coração e vou dizer a você: quero ser profeta de Deus para quem está me vendo: Deus quer dar riqueza para os crentes"

"Tem gente com cara de supersanto que me diz: 'Pastor, eu dou oferta pelo simples ato de dar'. Sim, trouxa, ok, trouxa, eu respeito você, trouxa. 'Eu dou oferta simplesmente porque amo a Deus e está acabado...' Mas a Bíblia não manda você fazer isso. A Bíblia faz uma analogia da oferta com a semente, porque você deve dar oferta na expectativa do que vai colher em sua vida"

Ministério

"Gasto milhões e milhões por mês com horários na televisão, congressos, cruzadas evangelísticas, treinamento de pastores e abrindo novas igrejas. Como se paga isso? Não é um anjo do céu que desce comum cheque em branco para mim"

"São uns bandidos, uns pastores fracassados, desocupados, insolentes, falsos crentes, caluniadores, invejosos"(Falando de pastores e blogueiros que o criticaram pelas campanhas de arrecadação na TV)

"Eu sou o único pastor que realmente prega a palavra de Deus na televisão"

Militância gay

"É o grupo mais intolerante da pós-modernidade"

"Eu vou funicar esse bandido, esse safado" (Em resposta a Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que pediu ao Ministério Público que o investigasse sobre suposto incentivo à violência contra homossexuais).

"Eu amo os homossexuais como amo os bandidos" (Em entrevista ao programa De frente com Gabi).

 "OBSESSÃO SEM CONTROLE"

Diretor e professor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, o pastor Lourenço Stelio Rega é doutor em Ciências da Religião e mestre em Teologia. Autor do livro Dando um jeito no jeitinho (Editora Mundo Cristão), no qual trata da ética cristã, Rega é um dos maiores especialistas brasileiros no tema. Sob esta ótica, ele avalia a atuação do pastor Silas Malafaia:

CRISTIANISMO HOJE – Como o senhor avalia a presença midiática e a atuação pastoral de Silas Malafaia?

LOURENÇO STELIO REGA – Malafaia não sabe dialogar, só gritar, para alimentar a sede belicosa de seus fãs. Com o uso de uma estratégia apologética tão guerreira, está causando um prejuízo incalculável à imagem dos evangélicos. Ele está numa obsessão sem controle. Quem vai conseguir convencê-lo disso?

Por que ele atrai tanto o interesse da mídia, já que, até recentemente, pastores praticamente não tinham espaço na grande imprensa?

Porque ele grita, e bem alto; então a imprensa o quer ouvir – mas será que também a imprensa, com isso, não quer nos expor ao ridículo? Quando Malafaia se vale de argumentos inconsistentes e se expressa da maneira como o faz, parece que a soma disso tudo acaba por enfraquecer a visão geral sobre o que é ser evangélico. Silas Malafaia passa à opinião pública a ideia de que somos infantis, extremados, fechados, sem diálogo.

A compra de um avião por Silas Malafaia provocou críticas ao seu ministério, assim como a recente reportagem da revista Forbes apontando-o como um dos pastores mais ricos do Brasil. Quais os efeitos dessa ostentação por parte de um líder religioso?

Uma das características do ministério cristão é a humildade, não necessariamente a pobreza. Assim, o líder evangélico deve ser comedido em suas posses, com cuidado para evitar comentários e evitando sempre a empáfia, a soberba, a altivez. Para poder tocar toda estrutura que criou, Silas Malafaia acabou tendo de focalizar parte de sua mensagem no tema do dinheiro. É uma armadilha terrível essa em que ele e os outros protagonistas da teologia de mercado, com o evangelho da prosperidade, têm caído.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

SAMUEL CÂMARA SOFRE PROCESSO DE EXPULSÃO DA CGADB E OUTRAS MAZELAS ASSEMBLEIANAS



De acordo com notícia publicada no Portal CREIO, ver link abaixo:


o falso mestre Samuel Câmara da Igreja Assembléia de Deus do Belém do Pará teve formalizado um pedido de expulsão da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil pelo pastor Davidson Gomes Vieira. Samuel Câmara é também pastor da Assembléia de Deus em São José dos Campos no estado de São Paulo.

O Notícia publicada pelo portal CREIO está disponibilizada abaixo para os que tiverem interesse em ler a mesma:  

PENTECOSTALISMO

CGADB

Pastor pede desligamento de Samuel Câmara

O pastor Davidson Gomes Vieira entrou com um pedido junto a Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil pedindo a expulsão de Samuel Câmara da convenção. Ele alega que o pastor da Igreja-Mãe teve condutas inapropriadas durante a 5º Assembleia Geral Extraordinária que aconteceu no começo do mês de junho.

O documento que já foi entregue para a CGADB conta que durante a reunião que aconteceu em Alagoas Câmara teria criado tumultos e incitações tendo apoio de outros pastores.

Vieira chama esses atos de “insolente e revoltoso” e afirma que a tentativa dele era de “desestruturar a união dos membros da CGADB”. “Tudo por conta de um espírito inconsciencioso, próprio de um sacripanta, ou seja, de pessoa falsamente beata”, diz trecho do documento protocolado no dia 3 de julho.

Essa conduta do pastor Samuel Câmara, de acordo com o documento, infringi uma norma do Estatuto da CGADB como cita o pastor Davidson, salientando que quem descumprir essas normas pode ser punido e suspenso.

Art. 130. Será aplicada suspensão ao membro que: II – faltar com decoro e devido respeito aos demais membros numa Assembleia Geral ou em reunião dos demais órgãos da Convenção Geral; III – desrespeitar a boa ordem e disciplina nas sessões da Assembleia Geral, ou fizer uso da palavra sem a devida autorização do Presidente.

O reclamante ainda cita fontes que comprovam que Câmara infringiu essas regras e ainda apresenta alguns pastores como testemunhas. Agora a CGADB deve analisar o processo.

O motivo de todo esse imbróglio é a politicagem reinante dentro da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil cujo atual presidente — José Wellington Bezerra da Costa — quebra os dentes, mas não larga a rapadura e o desejo confesso de Samuel Câmara de assumir a presidência da Associação.

De acordo com informações da Wikipedia, que podem ser vistas diretamente no link abaixo:


Samuel Câmara é acusado das seguintes graves irregularidades:

Acusações de crimes

A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito policial para investigar os irmãos Jônatas, Dan e Samuel Câmara, a Igreja Assembleia de Deus e a Fundação Boas Novas (entidades dirigidas por eles) por suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Jônatas é presidente da Assembleia de Deus no Estado, Samuel dirige a igreja Assembléia de Deus no Pará e Dan Câmara é pastor da igreja e comandante-geral da Polícia Militar (PM) do Estado.[1]

O inquérito é um desdobramento das investigações da operação Farol da Colina, deflagrada em setembro de 2004, que apurou crimes de lavagem de dinheiro e remessa ilegal de recursos para o exterior envolvendo empresários de sete Estados, incluindo o Amazonas.[2]

Entre os inquéritos originados da operação ‘Farol da Colina’ está uma investigação contra os irmãos Câmara. “Documentos e gravações de escutas telefônicas da operação Farol da Colina mostraram indícios de que os referidos pastores enviaram grandes quantias ao exterior, naquele caso envolvendo a conta do Beacon Hill (banco de Nova York).[2]

O inquérito contra os irmãos Câmara e a Assembleia de Deus já teve pelo menos 62 movimentações desde o dia em que foi instaurado em 2 de dezembro de 2004. Atualmente, o processo, segundo o site, está na Polícia Federal para o cumprimento de diligências.[3]

Suspeita de compra irregular das Boas Novas

Em 2010, surgiram denúncias de que os dólares enviados pela igreja que comanda ao exterior, foram usados principalmente para a compra de equipamentos da Rádio e TV Boas Novas.[4]

Por outro lado o falso mestre Manoel Ferreira que é Presidente das Assembleias de Deus versão Madureira está metido em um rumoroso caso envolvendo a Igreja da Unificação comandada pelo falso reverendo Moon. Manoel Ferreira e seu filho, o falso mestre Samuel Ferreira, pastor da Igreja da Assembléia de Deus Belém, em São Paulo capital, negam tais fatos, mas o leitor deve assistir ao vídeo abaixo e tirar suas próprias conclusões


Diante dessas informações dos processos que estão em andamento contra a família Câmara, ninguém foi ainda condenado, e das graves denúncias contra os falsos mestre José Wellington Bezerra da Costa, Manoel Ferreira e Samuel Ferreirra, nós temos a impressão de que o Movimento das Assembleias de Deus está bem servido quando o propósito é proclamar falsas doutrinas por todo o Brasil e no exterior também. Tudo isso enquanto alegam que estão cheios do Espírito Santo!

Que Deus tenha misericórdia dos milhões de inocentes que estão dentro desta denominação sendo diuturnamente enganados e explorados.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

Referências:

1. O inquérito está no site do Tribunal Federal da 1ª Região (www.am.trf1.gov.br), no processo 2005.01.00.000005-4

2. Paula Littaiff (6 de Junho de 2010, 21:34). PF investiga diretoria da Assembleia de Deus. Amazonas Notícias. Página visitada em 04-09-2010.

3.http://www.gospeledeovelha.com/2010/06/crise-no-centenario-rede-boas-novas-pr.html#ixzz0qdphZKrU

4. Da Redação (9 de Junho de 2010). Jônatas Câmara chama Diário do Amazonas de maldito. Amazonas Notícias. Página visitada em 04-09-2010.

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