Mostrando postagens com marcador Cumprimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cumprimento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 — MATEUS — PARTE 001 - INTRODUÇÃO GERAL



Essa série pretende disponibilizar as informações mais importantes acerca de cada um dos 27 livros que compõem o Novo Testamento. Desde que lançamos nossa série de Introdução ao Antigo Testamento, muitos leitores têm nos questionando acerca de algum material semelhante com respeito ao Novo Testamento. Então, aproveitando que iniciamos uma série de estudos acerca dos manuscritos do Novo Testamento — tecnicamente chamada de “baixa crítica” — estamos usando essa oportunidade para lançar uma série que trate também do texto do Novo Testamento em si, e da interpretação geral do mesmo — “alta crítica”.

I. O EVANGELHO DE MATEUS

O Evangelho de Mateus, de acordo com inúmeras citações encontradas nos escritos dos primeiros autores cristãos, eram o mais utilizado entre os Evangelhos, que posteriormente foram reconhecidos como canônicos. Alguns motivos para tal fato serão vistos quando examinarmos o propósito e a estrutura do mesmo. Uma coisa que podemos adiantar é que esse Evangelho se adaptava bem às formas litúrgicas adotadas pela Igreja Nascente. O Evangelho de Mateus tem mantido firme o seu apelo pela eras da história cristã e tem exercido fortes influências sobre a mesma. Isso é especialmente verdadeiro quando pensamos no chamado “Sermão do Monte”.  

A. Características

Uma das características do Evangelho de Mateus quando comparado, por exemplo, com o Evangelho de Marcos, é que suas narrativas são, geralmente, mais breves. Isso pode ser visto em passagens tais como:

A morte de João Batista — Mateus 14:3—12 e comparar com Marcos 6:17—29.

Na cura duma criança epiléptica — Mateus 17:14—21 e comparar com Marcos 9:14—29.

É possível que essa característica, junto com a forma como Mateus organizou seu material, tenham sido as maiores responsáveis pelo fato desse Evangelho ser tão utilizado na liturgia da Igreja Primitiva.

B. Interesse Messiânico

Era algo apenas natural que os primeiros cristãos tivessem um interesse muito grande pelas profecias do Antigo Testamento que haviam sido cumpridas na vida de Jesus Cristo. E o Evangelho de Mateus trás inúmeras dessas profecias e seus respectivos cumprimentos de forma bastante intensa. As muitas citações relativas ao Antigo Testamento costumavam ser classificadas em dois tipos:

Primeiro nos temos as citações retiradas diretamente da Septuaginta — LXX — que constituem a vasta maioria de todas as citações que encontramos no Novo Testamento, inclusive. Essas citações são apresentadas por meio de várias fórmulas ou, então, elas surgem, de forma quase natural, no curso da própria narrativa e sem nenhum tipo especial de introdução.

Em segundo lugar temos as citações que Mateus faz do Antigo Testamento em hebraico as quais são apresentas por um conjunto variado de fórmulas como, por exemplo: “para que se cumprisse a Escritura”. Essas citações que, talvez, tenham feito parte de uma coleção anterior ao Evangelho — ver discussão mais adiante — servem para ilustrar a profunda convicção de que existe mesmo uma conexão inquestionável entre a fé Cristã e o Antigo Testamento.

A grande maioria dessas citações do Antigo Testamento dá testemunho da maior parte da confissão cristã que está centrada na pessoa do Senhor Jesus Cristo, o Messias.

João 5:39

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.

Se o leitor moderno tem a impressão que alguns desses cumprimentos parecem um tanto forçados, como acontece, por exemplo, com as seguintes referências —

Mateus 2:15

E lá ficou até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta: Do Egito chamei o meu Filho.

Oséias 11:1

Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho.

é necessário que o mesmo seja lembrado que para os primeiros cristãos, que haviam herdado o Antigo Testamento do judaísmo e que reverenciavam o mesmo como Escrituras Sagradas, o testemunho do mesmo era inquestionavelmente visto como autoritativo, e que nesses casos, conexões perfeitamente lógicas não eram algo vistas como prioritárias. E é nesse ponto que a vasta maioria dos estudiosos tropeçam e acabam perdendo a fé e falando um monte de bobagens, falseando a verdade e cometendo uma falsidade ideológica inominável. Que possam se arrepender é nossa oração.

Em comum com os primeiros cristãos, Mateus abordava o Antigo Testamento de um modo diferente daquele utilizado pelos rabinos judeus, pois para Mateus o texto do Antigo Testamento não estava preso a nenhum método tradicional de interpretação. A consequência direta disso é que Mateus trata muitas passagens do Antigo Testamento como referindo-se ao Messias, mas essas passagens não eram assim vistas pelos intérpretes judaicos  

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS — ESTUDO 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 002 — A FORMA LITARÁRIA DOS EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 003 — MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 004 — O LUGAR OCUPADO PELOS QUATRO EVANGELHOS NO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 005 —  A MELHOR FORMA DE ABORDAR OS QUATRO EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 007 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 008 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 003

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 009 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 004

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 005

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 006

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 007

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 013 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 008

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 010 — AUTOR — PARTE 002



INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 016 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 011 — DATA DA COMPOSIÇÃO

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.  

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A QUEM PERTENCE A TERRA DA PALESTINA - A QUESTÃO TEOLÓGICA


Soldado das Forças de Destruição de Israel - IDF - Varre o mapa da Palestina - na vassoura está escrito: limpeza étnica.

Em outro comentário abordamos o tema “A quem pertence a Terra da Palestina” da perspectiva política. Esse artigo poderá ser lido por meio desse link aqui:


Agora queremos tratar desta mesma questão da perspectiva teológica

A questão Teológica inclui o seguinte:

A posse da Terra da Palestina por judeus nos dias de hoje – ano de 2014 – associada à existência do Estado de Israel, tem qualquer significado como pretendem os sionistas, em termos de estarmos diante de profecias sendo cumpridas de acordo com os propósitos de Deus?

A visão esposada no item anterior é condizente ou contradizente com o Evangelho proclamado pelo Senhor Jesus Cristo?

A questão teológica se resume no seguinte: Possuímos, de fato, razões bíblicas e teológicas para apoiarmos, de todo o coração, a visão sionista? Ou, por outro lado, encontramos nas Escrituras razões suficientes para criticar e rejeitar tal ideologia como herética?

Nosso interesse aqui é responder a questão teológica. Isto faremos em seguida, através da análise de vários aspectos que entendemos são o cerne dos ensinamentos bíblicos.

A Relação Entre a Antiga e a Nova Aliança.

Cometem um grande erro, todos os que leem as Escrituras do Antigo Testamento, sem prestar a devida atenção ao fato de que a Nova Aliança, que veio depois, completa, cumpre e anula por completo, a Aliança anterior. O conteúdo da Antiga Aliança precisa ser interpretado à luz do conteúdo da Nova Aliança e nunca da forma inversa. A seguir o leitor encontrará uma série de referências bíblicas que devem ser suficientes para fixar o que estamos dizendo:

Portanto, que ninguém faça para vocês leis sobre o que devem comer ou beber, ou sobre os dias santos, e a Festa da Lua Nova, e o sábado. Tudo isso é apenas uma sombra daquilo que virá; a realidade é Cristo – Colossenses 2:16 – 17 na Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte. Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas – Hebreus 8:1 – 6.

Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem – Hebreus 10:1.

Os textos que acabamos de ler nos mostram que a revelação de Deus, durante os dias da Antiga Aliança, nos foi dada em forma de “sombra”, “figura das coisas celestes”, “não a imagem real”, “profecia” etc. Diante destes fatos nós temos duas abordagens hermenêuticas básicas, a saber:

A primeira tem a ver com a discussão se devemos entender as afirmações feitas na Antiga Aliança de forma literal ou espiritual? Entre os defensores do tipo de hermenêutica literal, nós vamos encontrar os cristãos sionistas, os dispensacionalistas e outros.

A segunda abordagem insiste que a revelação contida na Antiga Aliança em forma de “sombras e figuras” precisa, necessariamente, ser interpretada em termos da realidade contida na Nova Aliança. Esta é a abordagem adotada neste trabalho.

Durante os dias da Antiga Aliança, nós tínhamos o sacrifício de animais, as ofertas de alimentos – pães, bolos etc - e o derramar de líquidos – azeite, vinho etc – que apontavam para a oferta que seria feita pelo Senhor Jesus, oferta do Seu corpo e do Seu sangue. Naqueles dias nós tínhamos também o Tabernáculo de Deus entre Seu povo, que funcionava como representativo da presença de Deus no meio deles e antecipava a presença de Jesus entre nós – ver João 1:14. Além disso, aquela presença também antecipava a presença, todo-abrangente, do Espírito Santo de Deus entre e sobre toda a Igreja do Senhor – ver João 14:16—17 e 1 Coríntios 12:13.

Quando Israel caminhou por longos anos no deserto, Deus o sustentou com o maná dos céus, com água da Rocha, os fez cruzar o Mar Vermelho, e o curou com uma serpente colocada sobre uma haste – ver Números 21:9. Todas estas coisas eram “sombras” ou “imagens” que se cumpriram ou foram transformadas em realidade, através do ministério do Senhor Jesus. Assim, temos que:

O maná da Antiga Aliança não se concretiza, como realidade, na produção de mais maná, nem mesmo na multiplicação dos pães e peixes e sim, na manifestação do Senhor Jesus que diz:

Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram – João 6:47—49.

Este é o pão que desceu do céu, em nada semelhante àquele que os vossos pais comeram e, contudo, morreram; quem comer este pão viverá eternamente – João 6:58.

· A água que brotava da Rocha, que se deslocava junto com o povo de Israel, durante suas peregrinações no deserto – ver 1 Coríntios 10:3—4 – não se concretiza em mais água brotando da Rocha e sim, na manifestação do Senhor Jesus que diz:

E era-lhe necessário atravessar a província de Samaria. Chegou, pois, a uma cidade samaritana, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Estava ali a fonte de Jacó. Cansado da viagem, assentara-se Jesus junto à fonte, por volta da hora sexta. Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Pois seus discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. Então, lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana (porque os judeus não se dão com os samaritanos)? Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Respondeu-lhe ela: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? És tu, porventura, maior do que Jacó, o nosso pai, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, e, bem assim, seus filhos, e seu gado? Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna – João 4:4—14.

No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado – João 7:37 – 39.

A cura encontrada, através do ato de fé de olhar para a Serpente levantada na haste não se concretiza em uma nova serpente sendo levantada e sim, na própria pessoa do Senhor Jesus que nos diz:

E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna. Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más – João 3:14—19.

Ø Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo. Isto dizia, significando de que gênero de morte estava para morrer – João 12:31 – 33.

Não é mesmo necessário ser cientista espacial para entender que a verdadeira essência da revelação celestial veio através de Jesus e da Nova Aliança. Esta essência já havia sido anunciada em forma de “sombras e imagens” e de “profecias” durante os dias da Antiga Aliança. A realidade, aquilo que é de fato concreto, nós chega através de Jesus Cristo. Nos dias da Antiga Aliança, nós tínhamos somente uma perspectiva daquilo que iria acontecer.

Esse mesmo princípio pode ser aplicado com relação à todas as promessas feitas concernentes à Terra de Canaã. Todas aquelas promessas eram, na realidade, apenas “sombras”, “tipos”, “imagens” e “profecias”, que antecipavam o futuro, não apenas de uma pequena nação – Israel - e um pequeno povo – os judeus – e sim, de toda a Terra e de todos os povos, bem como de todo o Universo criado. Quando o Verbo de Deus se manifestasse ele o faria de modo a causar um impacto em todo o universo e não apenas na terra de Israel e entre os judeus, tal como nos é afirmado em 

Hebreus 1:1—2:

Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL








































Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link: