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terça-feira, 18 de julho de 2017

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 002 — A PERSPECTIVA DA QUEDA — PARTE 001 — A QUEDA E A ALIENAÇÃO RESULTANTE DA MESMA


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O propósito dessa série é nos ajudar a entender a nós mesmos, partindo de múltiplas perspectivas. A bíblia nos ordena a nos guardar a nós mesmos, a nos santificar, a nos examinar de forma permanente. Devemos manter uma atitude constante de abertura com relação a Deus para permitir que Ele nos encha com o seu Espírito Santo. Nossa intenção é que esse estudo possa cooperar para: 1) mantermos constante nossa vigilância e; 2) abrirmos nossos corações e mentes para que sejamos inundados pela graça santificadora do Espírito Santo.

Recomendamos que o leitor dedique tempo para ler as referências bíblicas de forma meditativa e que aprenda a orar misturando aquilo que a Bíblia diz com suas próprias palavras.

A PERSPECTIVA DA QUEDA

INTRODUÇÃO

A. Ao considerarmos a grandeza da Criação nós somos levados a concordar com o salmista, quando ele diz:

Salmos 139:14
Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem.

B. É algo mesmo surpreendente saber que somos criados a imagem e conforme a semelhança do próprio Deus. E mais, que fomos criados para ter comunhão com Deus, que temos habilidades e a responsabilidade de agirmos nesse mundo como representantes de Deus, porque fomos criados para exercer domínio sobre o mundo e para produzir a glorificação do nome de Deus.

C. Quando olhamos para o mundo, a raça humana e para nós mesmos da perspectiva da criação — ver estudo 001 — não podemos evitar a pergunta: O quê aconteceu conosco? Nós não somos nem seque uma sombra pálida do objetivo com o qual fomos criados por Deus. Nós somos criaturas enfermas, mortais, egoístas e envoltas em sensualidade, ódio, violência, cobiça rebelião, fraqueza, orgulho. E ainda assim, estamos conscientes que sofremos uma enorme perda e experimentamos uma grande solidão.

D. A resposta para o clamor do nosso coração está nas páginas da Bíblia. Nós somos criaturas caídas. Nós voltamos as costas para o nosso Criador. As evidências da nossa queda estão dentro de nós e ao nosso redor. Se desejamos entender a verdade a nosso respeito nós precisamos adicionar a perspectiva da queda à da perspectiva da criação que falamos no Estudo 001.

I. A Posição Bíblica Afirmada.

Introdução

1. Deus, em sua infinita sabedoria criou a raça humana em nossos primeiro pais, Adão e Eva. Adão foi colocado numa condição probatório na qual ele representava toda a raça humana. Quando ele optou por desobedecer a Deus, todos os seus descendentes caíram junto com ele —

Romanos 5:12

Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

2. Em nossos dias nós nascemos num mundo que sofre todos os efeitos e as consequências da queda que são atribuídas à nós mesmos.

A. Os Resultados Imediatos da Queda do Homem.

1. Vergonha pessoal e medo.

Gênesis 3:7, 10

7 Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.

10 Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi.

2. Perda da comunhão com Deus e fuga da presença de Deus.

Gênesis 3:8—10

8 Quando ouviram a voz do SENHOR Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do SENHOR Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim.

9 E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?

10 Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi.

3. Uma tendência abismal para perverter a verdade e a maldição da serpente

Gênesis 3:11—14

11 Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?

12 Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi.

13 Disse o SENHOR Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.

14 Então, o SENHOR Deus disse à serpente: Visto que isso fizeste, maldita és entre todos os animais domésticos e o és entre todos os animais selváticos; rastejarás sobre o teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida.

4. A mulher daria luz a filhos em meio a dor e estaria sujeita ao seu marido.

Gênesis 3:16
E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará.

5. A maldição da terra e a sentença de morte sobre os seres humanos

Gênesis 3:17—19

17 E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida.

18 Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo.

19 No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.

6. A expulsão do Jardim do Éden

Gênesis 3:24

E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida.

B. A Morte É a Principal Característica do Homem Caído.

1. Alienação de Deus.

a. Condenação merecida

João 3:18

Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.

Romanos 2:14—15

14 Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos.

15 Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se.

b. A depravação com suas debilidades inerentes

Efésios 2:1—3, 12

1 Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,

2 nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;

3 entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.

Efésios 4:18

Obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração.

Romanos 3:10—18

10 Como está escrito: Não há justo, nem um sequer,

11 não há quem entenda, não há quem busque a Deus;

12 todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.

13 A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios,

14  a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura;

15 são os seus pés velozes para derramar sangue,

16 nos seus caminhos, há destruição e miséria;

17 desconheceram o caminho da paz.

18 Não há temor de Deus diante de seus olhos.

C. Inimizade com sua rebeldia

Isaías 1:2—6

2 Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o SENHOR é quem fala: Criei filhos e os engrandeci, mas eles estão revoltados contra mim.

3 O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.

4 Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o SENHOR, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás.

5 Por que haveis de ainda ser feridos, visto que continuais em rebeldia? Toda a cabeça está doente, e todo o coração, enfermo.

6 Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo.

Isaías 63:10

Mas eles foram rebeldes e contristaram o seu Espírito Santo, pelo que se lhes tornou em inimigo e ele mesmo pelejou contra eles.

Romano 8:7

Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar.

d. Falta de significado e sua idolatria

Efésios 5:3—6

3 Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos;

4 nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças.

5 Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.

6 Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

Colossenses 5:3, 6

3 Porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.

6 Por estas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

1 Pedro 4:3

Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias.

e. A ignorância e sua perversão

Romanos 1:20—32

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

Efésios 4:18—19

18 Obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração,

19 os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza.

1 Pedro 1:14

Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância.

f. Separação e a escravidão consequente

Efésios 2:1—3, 12—13

1 Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,

2 nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;

3  entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.

Efésios 2:13—14

13 Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.

14 Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade,

Efésios 4:18

Obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração.

Colossenses 1:21

E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas.

2. Alienação de outros seres humanos

a. Escrituras:

Romanos 1:29—31

29 Cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

1 Coríntios 3:3

Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?

2 Timóteo 3:2—4

2 Pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes,

3  desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem,

4  traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.

Tito 3:3

Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.

b. Em vez de sermos caracterizados por amor e confiança existe em nos. De modo espontâneo, a discórdia, a suspeita, a inveja e o ódio entre nós e outros seres humanos.

3. Alienação de nós mesmos e do mundo criado.

a. Escrituras

Gênesis 3:19

No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.

Romanos 5:12—14

12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

13 Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.

14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.

Romanos 6:23

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Romanos 8:20—23

20 Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou,

21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.

22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.

23 E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.

2 Coríntios 5:1—4

1 Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.

2 E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial;

3 se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus.

4 Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.

Apocalipse 20:6, 14

6 Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.

14 Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.

b. Em vez de experimentar um bem-estar mental e físico, os seres humanos são caracterizados por fraqueza, enfermidade, sofrimento e a eventual separação da alma do corpo na morte. Em veze de nascermos em um ambiente de comunhão infindável com Deus, nascemos separados do Deus Criador que permanecerá assim no tempo e na eternidade, a mesmos que a graça de Deus se manifeste salvadora em nossas vidas.

CONTINUA....

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ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 002 — A PERSPECTIVA DA QUEDA — PARTE 001 — A QUEDA E A ALIENAÇÃO RESULTANTE DA MESMA.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus – ESTUDO 021 — A RECUSA EM ACEITAR O SENHOR JESUS — PARTE 003


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NESSA SÉRIE NÓS ESTAMOS TRATANDO DE DOIS ASPECTOS IMPORTANTES ACERCA DA VERDADEIRA IGREJA: 1) A IGREJA COMO CORPO DE CRISTO; E 2) A IGREJA NO PLANO ETERNO DE DEUS. CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS LEITORES A ACOMPANHAREM ESSA SÉRIE E COMPARTILHAREM A MESMA COM TODOS OS SEUS CONHECIDOS, AMIGOS E IRMÃOS. OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE PODERÃO SER ENCONTRADOS POR MEIO DE LINKS NO FIM DE CADA ESTUDO.

C. DESCULPAS E MAIS DESCULPAS NA REJEIÇÃO DE JESUS E DO EVANGELHO DA SALVAÇÃO — CONTINUAÇÃO.

3. De fato não existe nenhum motivo pelo qual o Senhor deve ser odiado. Tudo o que o Senhor Jesus fez merece a estima e consideração das pessoas e nada do que Jesus fez merece o desprezo ou a desconsideração das pessoas —

João 15:25

Isto, porém, é para que se cumpra a palavra escrita na sua lei: Odiaram-me sem motivo.

Davi, como um tipo[1] de Cristo manifestou esse sentimento, de ser odiado sem causa em dois momentos —

Salmos 35:19

Não se alegrem de mim os meus inimigos gratuitos; não pisquem os olhos os que sem causa me odeiam.

Salmos 69:4.

São mais que os cabelos de minha cabeça os que, sem razão, me odeiam; são poderosos os meus destruidores, os que com falsos motivos são meus inimigos; por isso, tenho de restituir o que não furtei.

Assim temos que:

a. Em primeiro lugar aqueles que odeiam a Cristo o fazem sem uma causa justificável. Toda inimizade contra o Senhor Jesus é completamente não razoável. Entre os seres humanos nós temos a tendência de odiarmos aquelas pessoas que são arrogantes e cheias de si mesmas, mas Cristo é manso e humilde, compassivo e cheio de tenras misericórdias. Também odiamos aqueles que são cheios de malícia, invejosos ou vingativos, mas Jesus devotou sua vida a servir mesmo àqueles que se aproveitaram desse fato para abusar do Senhor.

O apóstolo Paulo disse:

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

Como é possível odiar a alguém que nos trata dessa maneira? Jesus foi a maior bênção que poderia ter acontecido ao povo judeu naqueles dias. No entanto eles o odiaram. É fato que Jesus testificou que as obras dos indivíduos que eram Seus contemporâneos eram más. Mas odiá-lo por causa deste fato era realmente odiá-lo sem causa.

João 1:11

Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

b. Em segundo lugar temos o fato de que as Escrituras encontram nessa situação o seu cumprimento, ou seja: o “tipo” do Antigo Testamento encontra o “antítipo” na pessoa de Jesus. Saul e seus seguidores odiavam a Davi sem uma causa justificada. Por que odiavam a Davi? Seria porque ele havia matado o arrogante gigante filisteu chamado Golias? Ou seria porque Davi acalmava a Saul tocando sua harpa? Absalão e seu grupo odiavam a Davi. Estes também o faziam sem motivo. Da mesma maneira Jesus foi perseguido e odiado das formas mais injustas. Todos aqueles que odiaram o Senhor Jesus não agiam visando fazer cumprir as Escrituras. Foi Deus quem permitiu que o tal ódio servisse ao propósito de fazer cumprir as Escrituras. Este fato serve para nós como mais uma confirmação acerca da verdade de que Jesus é de fato o Messias esperado, pois o ódio sem causa profetizado foi cumprido em Sua vida. Assim não devemos nos surpreender se o mundo também nos odeia sem causa ou motivo verdadeiro.

Breve comentário acerca de João 14:21 que diz:

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

Em João 14:21 nos encontramos o verbo grego ἐμφανίσω emfanízo — que pode ser traduzido por revelar, manifestar, tornar visível diante dos olhos. O uso desse verbo deixa claro que a manifestação à qual Jesus está se referindo é algo que será visível. No grego existe outro verbo δηλόῳ  delóo — que denota um tipo de manifestação que é evidente somente à mente e não à vista. A manifestação a que Jesus está se referindo vai muito além de revelar uma presença encoberta — αποκάλυτω ‘apokálupto — ou a manifestação de alguém que está escondido — φανερόῳ faneróo.

A manifestação a que o Senhor Jesus se referiu chamou a atenção não somente de membros da nossa comunidade, mas chamou também a atenção de um dos discípulos de Jesus que lhe pergunta:

João 14:22

Disse-lhe Judas, não o Iscariotes: Donde procede, Senhor, que estás para manifestar-te a nós e não ao mundo?

E a resposta que Senhor dá em João 14:23 explica exatamente a que tipo de manifestação Jesus estava se referindo:

Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.

Benditas palavras!

Com esse tipo de manifestação não pode haver nenhum tipo de dúvida de que Jesus é o nosso Salvador!

4. Ao odiar o Senhor Jesus o mundo está odiando também Deus, o Pai —

João 15:23

Quem me odeia, odeia também a meu Pai.

Esta conclusão é óbvia porque:

João 10:30

Eu e o Pai somos um.

João 5:36

Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me confiou para que eu as realizasse, essas que eu faço testemunham a meu respeito de que o Pai me enviou.

João 14:24

Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.

Assim sendo as palavras de Cristo fazem pleno sentido:

João 15:24

Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente têm eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai.

Os Reformadores e seus seguidores, especialmente entre os da linha calvinista, definiram a condição humana após a queda como sendo de “depravação total”. Esta definição apesar de não ser encontrada nas páginas das escrituras não se trata de uma concepção teológica, i.e., inventada pelos teólogos. Na Bíblia nos encontramos uma ênfase crescente de que o ato pecaminoso não é um fato isolado em si mesmo, mas que o mesmo revela uma disposição perversa da parte daquele que o comete —

Gênesis 6:5

Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração;

A Bíblia também ensina que os atos de pecado que afetam tão profundamente a vida de um indivíduo acabam por transmitir tendências perversas aos descendentes desse mesmo indivíduo pecaminoso —

Salmos 51:5

Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. 

Efésios 2:3

Entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.

De acordo com o relato que encontramos no Gênesis o pecado é um ato destrutivo de autoafirmação baseado em orgulho, falta de amor, rebeldia e falta de gratidão, primeiro contra Deus que deu ao homem sua realidade, mas simultaneamente, contra si mesmo e contra todas as outras formas de realidade criadas. Por meio desse ato inicial de pecado, Adão quebrou seu relacionamento com Deus e consigo mesmo, pois perdeu a segurança da intimidade com Deus e, consequentemente, a paz que gozava com Deus. Quebrou também seu relacionamento com Eva e com a natureza dos quais, em diferentes graus, dependiam tanto sua vida, como seu bem-estar. O pecado de Adão é uma declaração de autossuficiência. Era desejo de Adão seguir seu caminho sozinho. Por meio daquele primeiro pecado de Adão, chamado pelos teólogos de “pecado original”, tudo foi alienado. Adão e Eva se escondem um do outro por meio da tentativa de costurar roupas para si; Adão se esconde de Deus; Adão põe a culpa em Deus e em Eva, Eva culpa a serpente e o próprio ser se torna alienado de si mesmo — Gênesis 3:7—13.

Essa alienação de si mesmo produz uma depravação[2] correspondente que priva o homem de todas aquelas qualidades morais e espirituais que constituem seu autêntico “ser”. O homem perdeu a capacidade de autorrealização e tornou-se seu pior inimigo. O “ser” está completamente depravado, pois não existe nada pior, nem mais destrutivo que ele possa fazer contra Deus, contra seus semelhantes, seu mundo e contra si mesmo, do que pecar. Dessa maneira, a morte e o inferno não são nada mais do que consequências das exageradas qualidades de culpa do próprio pecado. O pecado original, e todos os outros pecados subsequentes, meramente enfatizam essa realidade, de que o homem está completamente alienado de si mesmo, de Deus, de seus semelhantes e da natureza. E mais, nesse estado de alienação o homem é incapaz de instaurar relações autênticas como existiam originalmente. O momento histórico que mostra de maneira mais contundente esta alienação é quando os seres humanos, na cruz do Calvário, matam Aquele em Quem toda a realidade divina e criada subsiste —

Atos 3:15

Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas.

Colossenses 1:15—16

15 Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;

16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.


Dessa forma, o pecado original como aquele ato que quebra todos os relacionamentos criados por Deus não é meramente moral, intelectual ou afetivo, mas algo muito mais profundo do que tudo isto. O pecado é essencialmente religioso. Como Davi disse —

Salmos 51:4

Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos.

É esta referência divina que constitui a essência do pecado original e através desta mesma referência o pecado se torna pecado contra o próprio homem, contra seus semelhantes e contra a natureza. A natureza do pecado é completamente destruidora. O pecado introduz aquelas realidades que a Bíblia descreve como sendo “morte” e “ira de Deus” — ver Efésios 2:1; 5:1—12.

Que o pecado torna o homem completamente depravado não pode ser observado exclusivamente pela história da humanidade. Apesar do fato de que a história da humanidade está repleta de atos pecaminosos, um reconhecimento verdadeiro do pecado, como algo distinto de erros humanos, ignorância, tolices ou fragilidade, não ocorre dentro do campo da observação, nem da experiência humana. Não existe uma estrada que nos conduza da experiência do pecado ao conhecimento daquilo que o pecado é. A dimensão religiosa do pecado como um ato primariamente contra Deus, só pode ser percebido pela revelação divina. O comportamento moral do homem é normalmente melhor do que a depravação total nos faz esperar. Esta ambiguidade, entre o esperado e o real, é fruto da ação permanente e graciosa de Deus sobre a humanidade caída, e isto constitui outra verdade que só pode ser reconhecida mediante revelação. Que cada e todo pecado cometido contra si mesmo, contra o próximo, contra o meio ambiente, é também um pecado contra Deus só pode ser entendido desta maneira se for revelado por Deus. Como consequência desta depravação total nós temos que:

i. Existem seres humanos que odeiam a Deus, independente da beleza da Sua natureza e da magnificência da Sua provisão. Estas pessoas odeiam a Deus por causa da Sua justiça, da mesma maneira que os demônios que creem e tremem por causa do conhecimento que possuem de Deus sentem-se envergonhados pela extensão do Seu domínio — de Deus. Muitos há que querem pretender que Deus não existe, mas sabem que Deus existe e o odeiam.

ii. O ódio a Jesus constitui ódio ao Pai, pois Jesus veio como representante e embaixador do Pai. Todos os inimigos da verdade representada em Jesus são, de fato, inimigos do Deus verdadeiro. Ao negar a Jesus os homens querem realmente se livrar de todas as obrigações da consciência e do temor de Deus. Mas que fique bem claro a todo incrédulo e maligno mundo que toda a inimizade para com Jesus e por extensão contra Seus discípulos, será vista no dia do Grande Juízo como inimizade contra o próprio Deus. Ao mesmo tempo todos os que sofrem por causa de Jesus e da justiça de Deus devem se sentir reconfortados —

Mateus 5:10—12

10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.

11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.

12 Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.


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A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 020 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 021 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 003
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A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 022 — O Propósito de Deus em Nossa Eleição: Nos Fazer Santos e Irrepreensíveis
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A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 023 — Nossa Eleição e seu Relacionamento com nossa Predestinação

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 024 — Nossa Predestinação Divina

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos. 



[1] Uma das muitas e interessantes facetas da nossa Bíblia é a existência de personagens do Antigo Testamento que passaram por situações que foram depois repetidas na experiência humana do Senhor Jesus. Todas as vezes que uma destas situações acontece nos dizemos que o personagem do Antigo Testamento funcionou como um “tipo” de Cristo.

[2] Ato ou efeito de depravar(-se); perversão, corrupção.  Degeneração mórbida.  

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