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sábado, 12 de setembro de 2015

A DIFERENÇA ENTRE A FÉ CRISTÃ E A FALSA FÉ PRECONCEITUOSA



O material Abaixo foi publicado no site da revista Carta Capital e é de autoria de sua excelência o Deputado Federal  Jean Wyllys.

Uma decisão exemplar da justiça em caso de calúnias e ódio homofóbico

2ª Vara Federal de Natal condenou Márcio Damasceno a prestar serviços comunitários numa instituição que ajuda pessoas homossexuais após ele ter feito post com ameaças de morte e homofobia

por Jean Wyllys


Matéria humorística do site Sensacionalista compartilhada como verdadeira deu origem à ofensa e à ameaça de morte
                                                                                                               
“Eu falei do deputado federal endemoniado Jean. Se Deus não matar esse infeliz, eu mesmo vou matá-lo pessoalmente. Querem respeito desrespeitando as leis de Deus e os princípios da Bíblia Sagrada. Mas rapaz, quem vai virar homofóbico agora sou eu.”

Márcio Damasceno achou que poderia publicar no seu perfil pessoal do Facebook uma ameaça de morte contra mim — ou contra quem quer que fosse — e nada aconteceria. Nesse país, veado é morto todo dia e nada acontece, não é? Na sua imaginação doentia, Deus, a Bíblia e seus “princípios” estavam do lado dele e o habilitavam para ameaçar de morte outra pessoa sem que houvesse consequências.

Contudo, a Polícia Federal não concordou com Márcio. E nem o Ministério Público que atua junto à 2ª Vara Federal de Natal.

De acordo com a ata da audiência conciliatória realizada no dia de hoje na sala do tribunal, Márcio Damasceno deverá prestar serviços comunitários por oito meses, a razão de sete horas por semana, na Sociedade Viva, que cuida de homossexuais em situação de risco no município de São José de Mipibu, a 45 km de Natal.

A proposta de transação penal do MP foi, por vários motivos, exemplar, e eu quero contar a história completa, para que sirva de exemplo.

Tudo começou com uma matéria publicada pelo Sensacionalista, um excelente site de humor que publica notícias falsas sem enganar ninguém, já que avisa aos leitores que tudo o que publica é fictício. O objetivo do Sensacionalista, do qual sou leitor assíduo, é provocar a reflexão dos internautas sobre temas de interesse político e social, valendo-se para isso do humor e da ironia.

“Bancada gay lança projeto de lei para proibir o casamento de evangélicos”, dizia a manchete da matéria, segundo a qual a inexistente bancada homossexual do Congresso, liderada por mim, tinha apresentado um projeto de lei para alterar o Código Civil e proibir aos evangélicos o direito a se casar.

Vejam a ironia: a notícia, obviamente falsa, brinca com outra, infelizmente verdadeira: a bancada “evangélica” (que, diferentemente da falsa bancada gay, existe sim) está tentando aprovar no Congresso um projeto de lei, cinicamente chamado de “Estatuto da Família”, que tem por objetivo discriminar milhares de famílias, negando aos homossexuais o direito a se casarem (direito já conquistado por decisão do Conselho Nacional da Justiça após uma representação promovida por meu mandato) e desconhecendo, para todos os efeitos legais, a existência das famílias formadas por casais do mesmo sexo.

Ou seja, o Sensacionalista apresentava uma notícia falsa que espelhava, ironicamente, outra verdadeira, para mostrar quão absurda é a pretensão autoritária da bancada homofóbica, mal chamada “evangélica” (os evangélicos de verdade não merecem ser confundidos com esses pilantras que exploram a fé alheia e espalham ódio na sociedade), que quer negar a gays e lésbicas direitos civis básicos garantidos pela Constituição Federal.

A matéria humorística do Sensacionalista, porém, foi reproduzida como se fosse verdadeira por um site “evangélico” (uso aqui novamente as aspas por respeito aos evangélicos de verdade), a “Rede Promessa”, com o intuito de convencer seus leitores de que o falso projeto realmente existia. O recurso é o mesmo que quando dizem que eu me referi à Bíblia como “uma palhaçada” e aos cristãos como “doentes”, o que obviamente jamais disse e nem penso: os pastores pilantras tentam me colocar como inimigo dos cristãos.

Contudo, dessa vez, não inventaram uma notícia falsa, mas reproduziram como verdadeira uma matéria humorística. O pastor “evangélico” Davi Morgado compartilhou o post calunioso da “Rede Promessa” em diversas oportunidades, provocando dezenas de comentários ofensivos e xingamentos contra mim. A mentira começou a se espalhar, recebendo milhares de compartilhamentos.

Um deles foi o de Márcio Damasceno, quem além de reproduzir a notícia falsa como se fosse verdadeira, declarou publicamente em seu perfil que estava disposto a me assassinar, caso o próprio Deus não me matasse (vejam a ideia distorcida que esses falsos “evangélicos” têm sobre a personalidade do seu deus, que imaginam como um psicopata homicida).

A difamação e a calúnia são crimes graves, mas a ameaça de morte é ainda mais grave. Contudo, eu não acredito que Damasceno realmente tenha pensado em me matar. Ele foi muito estúpido e irresponsável e, em depoimento à Polícia Federal, reconheceu seu crime e se mostrou arrependido. Por isso, meus advogados não pediram para ele uma pena de prisão.

Eu tenho dito e repito aqui que não acredito que a gente vá erradicar o preconceito mandando pessoas para a cadeia. Claro que quem comete um crime violento (quem mata, estupra, espanca, agride fisicamente ou coloca em perigo a saúde, a integridade ou a vida de outrem) deve ser preso (e deveríamos ter um sistema prisional humanizado e eficaz para a reabilitação dos infratores), porque essa conduta constitui uma ameaça para a sociedade.

Contudo, quem ofende, xinga, reproduz preconceitos ou comete outro tipo de formas de discriminação que não incluam violência física — ou, como aconteceu neste caso, faz ameaças numa rede social que não passam de um ato de idiotice do qual logo se arrependem — podem receber penas alternativas que, em vez de trancafiá-los num presídio e embrutecê-los ainda mais (porque nosso sistema prisional dista de ser humanizado, infelizmente), os ajudem a aprender, a entender, a melhorar. Afinal, ele também é uma vítima. Embora ele tenha agido com burrice e irresponsabilidade, quem colocou essas ideias na cabeça dele foram os pastores pilantras, os vendilhões do templo, os exploradores da fé.

Eles são os verdadeiros vilões dessa história.

Por isso, eu fiquei muito satisfeito com a proposta do Ministério Público, aceita pelo juiz e pelo próprio Damasceno. Ele deverá prestar serviços comunitários numa instituição que ajuda pessoas homossexuais em situação de vulnerabilidade social.

Eu acredito que a experiência vai servir para que ele mude, para que ele aprenda a ver pessoas como a gente com outros olhos, sem a distorção criada pelo preconceito e a ignorância motivada pelos discursos de ódio dos pastores pilantras. Ele vai conhecer muitas pessoas homossexuais e vai poder vê-las como seres humanos tão valiosos como qualquer um.

Eu espero que isso mude a vida dele. E eu espero que sirva, também, como exemplo para outros. Precisamos desterrar o ódio e o preconceito da nossa sociedade. Precisamos construir, através da educação, do acesso à cultura e da garantia da laicidade do Estado, uma sociedade mais informada, menos preconceituosa, mais solidária e mais empática.

O artigo original poderá ser lido por meio do link abaixo:


NOSSA OPINIÃO

Temos publicado inúmeros artigos discutindo as práticas adotadas pela homossexualidade e também os ensinamentos bíblicos acerca dessas mesmas práticas.

Não, não queremos nem desejamos machucar ninguém e muito menos matar quem quer que seja por sua opção sexual. Ofensores sexuais sim, sejam do tipo que forem, devem ser tratados com todo o rigor da lei.

Não, não queremos impedir ninguém de conduzir sua vida conforme imaginar, sem ultrapassar os limites dos direitos das outras pessoas.

Não, desejamos que sejam passadas leis injustas, nem para condenar nem para proteger, de forma discriminatória, quem quer que seja.

Sim, continuamos insistindo que as práticas da homossexualidade, assim como os adultérios e a prostituição — e existem bem mais adúlteros e adeptos da prostituição no meio chamado evangélico, do que homossexuais na população geral — são igualmente condenadas pelas escrituras sagradas em passagens como —

1 Coríntios 6:9—10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,

10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.  

Quanto aos adeptos da homossexualidade, não é necessário nem inventar leis nem partir para a agressão de fato, pois a Bíblia ensina que eles, de alguma forma, já estão recebendo o castigo que seu pecado merece, conforme —

Romanos 1:26—27

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS















































Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

ABORTO VOLTA A SER DISCUTIDO NA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS NO SENADO FEDERAL EM BRASÍLIA


 

O artigo abaixo é de autoria de Maíra Kubík Mano e foi publicado em seu blog pessoal “Território de Maíra”.

Um duelo sobre aborto no Senado

Foto: Maíra Kubík Mano

 “Não me venham com esse nhênhênhê de laicidade do Estado que isso é maracutaia”. Com essa frase, o padre Paulo Ricardo encerrou sua participação na audiência pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado, realizada hoje (06/08) e cujo tema era a legalização do aborto até a 12asemana de gestação. Foi aplaudido por parte significativa da plateia, composta por religiosos e fiéis.

No evento, o terceiro sobre o assunto realizado na Casa esse ano, outros três debatedores falaram contra a interrupção voluntária da gravidez e quatro convidadas se pronunciaram a favor. David Kyle, cineasta dos Estados Unidos que dirigiu o filme “Blood Money”, afirmou que o aborto seguro não existiria porque “até pequenas cirurgias têm riscos”. Sua fala foi rebatida pela professora da Universidade de Brasília (UnB), Débora Diniz, para quem “uma afirmação ingênua de que todo procedimento de saúde carrega risco colocaria em risco o próprio processo evolutivo da humanidade”. E completou: “o aborto ilegal é que é o risco, não o uso de medicamentos nem o aborto realizado em situações seguras”. A pesquisadora afirmou ainda que “uma em cada cinco mulheres realizou pelo menos um aborto até os 40 anos”, dados recolhidos por ela e publicados na Pesquisa Nacional sobre Aborto no Brasil, premiada no exterior.

Contrária à prática, Viviane Petrinelli, do Instituto de Políticas Governamentais, argumentou que a legalização do aborto diminuiria a população economicamente ativa, o que prejudicaria o desenvolvimento do país. Além disso, refletiu que, em tempos de ajuste fiscal, caso fosse aprovada, geraria um novo item de despesas para o Sistema Único de Saúde (SUS). O debate foi motivado por uma proposta de ideia legislativa com mais de 20 mil assinaturas que prevê a regulamentação da interrupção voluntária de gravidez até a 12a semana de gestação.

Vereadora em Maceió, Heloisa Helena (PSOL/AL), ex-senadora, ressaltou que, para ela, o problema central é justamente o debate sobre o prazo, iniciado no século XIII pela Igreja Católica: “a vida intrauterina não pode ser deixada de lado diante de 9 meses de vida de uma mulher adulta”.

As falas favoráveis, por sua vez, focaram-se na vida – ou melhor, no risco de morte – das mulheres adultas que engravidam e decidem por um aborto ilegal. Filósofa e professora da Pós Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Márcia Tiburi, disse que, ao não legalizarmos o procedimento, “aborta-se as mulheres para que elas não abortem”. Tiburi pediu uma reflexão generosa, sem julgamentos morais, mas após ouvir outras manifestações, concluiu que o nível do debate era lastimável e que a maioria dos parlamentares não estava preparada para ele. “Gostaria que a gente pudesse avançar no num debate mais cuidadoso, mais delicado”.

Um dos deputados que se pronunciou foi o pastor Marco Feliciano (PSC/SP), que lembrou que ele era fruto de um aborto malsucedido. “Minha mãe tinha no fundo de nossa casa uma clínica clandestina de aborto” – argumento, aliás, que se não fosse a já conhecida posição de Feliciano, poderia corroborar com a afirmação das feministas de que as interrupções voluntárias de gravidez ocorrem e continuarão ocorrendo com ou sem lei a respeito.

O último a tomar a palavra no plenário antes da rodada de encerramento dos palestrantes foi Jean Wyllys (PSOL/RJ), que trouxe o dado de que o aborto ilegal é a primeira causa de morte materna entre as mulheres negras e pobres. “Não é uma questão religiosa, é saúde pública”. Foi ovacionado pela parte do auditório que não havia aplaudido o padre Paulo Ricardo.

OUTROS ARQUIVOS ACERCA DO ABORTO E TEMAS AFINS






















Que Deus abençoe a todos e ajude os chamados evangélicos a entenderem as verdadeiras questões por trás desse debate.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

ESTADO LAICO: VOCÊ SABE O QUE ESSA EXPRESSÃO SIGNIFICA?


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Hoje queremos compartilhar com todos os nossos leitores um pequeno vídeo no qual nossa irmã Marina Silva é solicitada, por um Dr. Advogado e professor universitário baiano, para que apresente um posicionamento, muito claro, acerca do que Marina Silva pensa do conceito de “Estado Laico”. A resposta de Marina Silva foi muito além do que ele estava barganhando, começando com a seguinte expressão de nossa irmã: “NÃO SE COMBATE UM PRECONCEITO COM O USO DE OUTRO PRECONCEITO”.

Recomendamos de coração que todos dediquem uns poucos minutos e vejam a brilhante resposta de Marina Silva, que não apenas expõe a hipocrisia dos que querem nos condenar apenas porque somos cristãos como deixa bem claro o verdadeiro sentido do significado da expressão “ESTADO LAICO”.

O vídeo poderá ser visto por meio do link abaixo:


PARA MEDITAR:

2 Coríntios 13:8 

Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 7 de março de 2013

SILAS MALAFAIA NO SOFÁ COM SABRINA SATO



Chega a ser inacreditável o que certos pastores midiáticos estão dispostos a fazer para se manterem em evidência na mídia.

O ponto em questão é a entrevista concedida pelo falso mestre Silas Malafaia à apresentadora Sabrina Sato do programa “Pânico na TV”, que é um programa nada recomendável para todos aqueles que desejam levar à sério uma vida de santidade e pureza sem a qual ninguém verá o Senhor:

Hebreus 12:14

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.

Numa entrevista anárquica e tendo grande dificuldades de tirar os olhos de cima da entrevistadora, chegando mesmo a passar uma “cantada” na maior cara de pau, o cobiçoso pastor pode ser visto através do link abaixo:


Além de conceder uma entrevista para um programa podre e nojento, o Malafaia fez elogios ao mesmo, dando sinais claros que costumava assistir o mesmo e ainda elogiou a porcaria como se fizesse bem às pessoas. Quanta falta de discernimento pode existir num falso mestre como ele é impossível de se estabelecer. No fim da tal entrevista ficamos com a nítida impressão que o Malafaia foi humilhado pela anárquica apresentadora. No final da entrevista ganhou de presente uma bandeira do movimento gay como a ilustrada abaixo:


O sr. Malafaia, provando mais uma vez que não entende a mensagem do evangelho, envergonha a todos nós fazendo questão de dizer que a doação  do dízimo traz a bênção de Deus para a vida do doador. Nisso tudo o Malafaia finge desconhecer as palavras da Bíblia que nos advertem de modo contundente, quanto a esse estado de coisas quando dizem:

Romanos 13:12 

Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.

1 Coríntios 6:18

Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.

2 Coríntios 6:14—7:1

14 Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?

15 Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?

16 Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

17 Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei,

18 serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.

1 Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito.

Efésios 5:5—8

5 Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.

6 Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

7 Portanto, não sejais participantes com eles.

8 Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz.

Efésios 5:11—12

11 E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.

12 Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha.

1 Tessalonicenses 5:4—5

4 Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;

5 porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.

1 Pedro 2:9—10

9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;

10 vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.

2 Pedro 2:17—19

17 Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas;

18 porquanto, proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro,

19 prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor.

1 João 1:6 

Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.

Judas 12—13

12 Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas;

13 ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre.

Que essas palavras da Bíblia Sagrada possam calar profundamente em nossos corações nos fortalecendo e animando a persistir em seguir trilhando o caminho estreito que conduz para a salvação:

Mateus 7:13—14

13 Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela),

14 porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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