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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS E O DEBATE COM OS JUDEUS — PARTE 006 — O SERVO DO SENHOR É JESUS, O JUSTO


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CONTINUAÇÃO... PARTE 006

Isaías 53:10—12: O triunfo do Servo

Os v.10—12 compõem a última estrofe do quarto cântico do Servo, e descrevem a razão da morte do Servo, afirmando que o seu sofrimento e sua morte violenta não são uma fatalidade, um acidente na história. Essa última estrofe focaliza a exaltação do Servo, e relaciona-se tematicamente com 52:13—15. “Esses versos demonstram que a morte do Servo não foi um erro trágico; sua morte deverá justificar a muitos e trará glória para ele.”73

10 E ETERNO desejou esmagá-lo,
fazendo-o adoecer;74
se der75 a sua alma como oferta pela culpa,
verá a sua posteridade
e prolongará os seus dias;
e a vontade de ETERNO prosperará76  nas suas mãos.

11Depois do penoso trabalho de sua alma, verá a luz,77
e ficará satisfeito;78
por seu conhecimento, o Justo,79 o meu Servo, justificará a muitos,
e as iniquidades deles levará sobre si.

12 Por isso, eu lhe darei uma porção entre muitos,
e com os poderosos repartirá o despojo,
porquanto80 derramou para a morte a sua alma;
foi contado com os transgressores.
Contudo, levou sobre si o pecado de muitos
e pelos transgressores81  intercedeu

Nas duas primeiras frases do v10, “ETERNO” é o sujeito. A forma verbal empregada na primeira frase é hapes qal perfeito “ter prazer”, “desejar”, seguido imediatamente por daka’ piel infinitivo “esmagar”. O primeiro verbo, hapes, significa basicamente “sentir grande satisfação em alguma coisa”.82 Este vocábulo descreve o desígnio e a vontade do ETERNO.83  Deus desejou a morte do Servo. Novamente o profeta reitera que a desgraça que acometeu o Servo não foi resultado de uma trama de homens maldosos, mas sim, foi resultado da vontade do ETERNO (53:4). Revela-se assim a verdade neotestamentária a respeito da morte de cruz do Filho do Homem, que ocorreu “segundo o que está determinado” —

Lucas 22:22

Porque o Filho do Homem, na verdade, vai segundo o que está determinado, mas ai daquele por intermédio de quem ele está sendo traído!

Atos 2:36

Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.

Atos 32:13—14

13 O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu Servo Jesus, a quem vós traístes e negastes perante Pilatos, quando este havia decidido soltá-lo.
14 Vós, porém, negastes o Santo e o Justo e pedistes que vos concedessem um homicida.

A razão do “prazer/vontade” de ETERNO na morte horrenda do Servo é explicada ao longo do v.10. “se ele der a sua alma como oferta pela culpa”. É difícil compreender o sentido da frase hebraica. Provavelmente o sujeito do verbo é o próprio Servo, como se lê na conjugação dos verbos seguintes, na terceira pessoa masculina: yir’eh “ele verá” e ya’arik “ele prolongará”. De qualquer modo, é possível notar que o Servo não foi coagido à morte. Ele deu sua alma como “oferta pela culpa”. Ele entregou-se voluntariamente (53:7). “Embora tantos pensem num Pai irado e um Jesus amoroso que veio aplacar sua cólera, a Bíblia ensina que Deus é amor. O Novo Testamento não diz que Jesus nos reconciliou com Pai, mas que o Pai nos reconciliou consigo, em Cristo”84.

2 Coríntios 5:21

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

A “alma”, nephex, é a vida. A vida do Servo foi uma “oferta pela culpa”. O termo hebraico ’axam (“culpa”, “pecado”; Gênesis 26:10; Jeremias 51:5) era um oferta que visava o perdão do “pecado” (hata’ah, Levítico 5:6—7, 10, 11—13). Além disto, no livro de Levítico, a “oferta pela culpa” também é apresentada numa linguagem legal e ritual, e constituía-se um tipo específico de sacrifício que apresentava o conceito de restituição (Levítico 5:14—19); “... a ideia de satisfação, em relação aos direitos ou leis que haviam sido violados, era mais proeminente”.85 Sobre Isaías 53:10, Gary V. Smith afirma: “Esse verso indica que quando o Servo entregou a sua vida, ele se apresentou como uma compensação ou restituição (como a compensação ou a oferta pela culpa de Lv 5:14 — 6:7) para Deus por causa dos danos cometidos pelo povo contra Deus.”86  Valhamos ainda das palavras de Crabtree: “O Servo inocente dá a sua vida em lugar da vida do povo culpado a fim de satisfazer à justiça divina. Ele era mais que um mártir. O seu sacrifício representa o amor, bem como a verdade da lei divina.”87

O grande problema do ser humano é a sua alienação de Deus. Mas a morte do Servo é um sacrifício que restaura a comunhão entre Deus e os homens. Não existe perdão sem derramamento de sangue (Hebreus 9:22; veja Levítico 17:11). Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo —

João 1:29

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

“Um cordeiro não pode morrer no lugar de um humano, mas um homem perfeito poderia; e se o humano é também Deus, ele poderia morrer por todo pecado humano (Hebreus 9:11—14).” 88

A palavra “posteridade” é a tradução de zera‘ “semente”, “descendência”. No texto isaiano, refere-se àqueles que foram perdoados pelo sacrifício expiatório do Servo. Portanto, zera‘ são os descendentes espirituais do Servo, “a congregação nascida dele, o verdadeiro Israel (cf. Hebreus 2:13)...”.89

A expressão ya’arik  yamim “prolongará os seus dias” é usada no Antigo Testamento para se referir à promessa de durabilidade do reino dos monarcas de Israel, caso fossem obedientes à Palavra de ETERNO (Deuteronômio 17:2090; 1 Reis  3:1491 92 ) . No Salmo 21:4 [TM: 21:5], uma expressão semelhante93 refere-se à promessa da eternidade do trono de Davi (cf. 2 Samuel 7:13—16; Salmos 89:4 [TM: 89:5]; Salmos 132:12) que cumpriu-se cabalmente em Cristo.94 Portanto, é possível afirmar que, no texto de Isaías, o Servo é apresentado como uma pessoa ressurreta,95 que, mesmo tendo sofrido uma morte violenta, reinará eternamente. E não só isso. Considerando que a obra do Servo contempla a zera‘ “semente/descendência”, e, sendo esta “semente” aqueles que nasceram da morte expiatória do Servo e por Ele foram justificados (v.11), pode-se deduzir que o texto também se refere à ressurreição do povo redimido.96 

No final v.10, lê-se que “a vontade do ETERNO prosperará nas suas mãos”. Novamente o profeta apresenta a raiz hps (hepes “vontade”, “deleite”, “prazer”), que no início do v.10 aparece na forma verbal hapets qal perfeito “ter prazer”, “desejar”. Mas, se no início do verso a vontade do ETERNO era “esmagar” o Servo, agora, no final, a sua vontade é fazê-lo triunfar. A forma verbal salah qal imperfeito “prosperar” significa “ser forte/eficiente/poderoso”; “ser útil”; “ter sucesso”.97  Parece que o sentido correto da frase é transmitido pela tradução da BJ: “e por meio dele o desígnio de Deus triunfará”. No final, o desejo maior do ETERNO não é a derrota do Seu Servo pela morte ignominiosa, mas sim, a Sua vitória pela ressurreição. Pela cruz de Cristo e por sua ressurreição, a vontade de Deus triunfou.

O triunfo do Servo é descrito também no início do v.11: “Depois do penoso trabalho de sua alma, verá a luz, e ficará satisfeito”. A palavra ’or “luz” não consta no TM, no entanto, aparece em todas as cópias de Qumran, e também é acrescentada na LXX. Os verbos ra’ah qal imperfeito “ver” e sabe‘a qal imperfeito “ficar satisfeito” estão inter-relacionados.  “Os dois verbos constituem um só conceito, e significam que a contemplação da salvação que Ele adquirira para outrem e para Si próprio – fato que deve ser detalhado ulteriormente – O satisfaz e refrigera.”98

A frase seguinte descreve o efeito da morte do Servo sobre o seu povo: “por seu conhecimento, o Justo, o meu Servo, justificará a muitos,”. Para Ridderbos, o “conhecimento” do Servo, como em Isaías 50:4, “é um conhecimento espiritual concernente a Deus e ao Seu plano de salvação”.99 No entanto, a palavra hebraica da‘at “conhecimento” comumente refere-se ao conhecimento proveniente de um relacionamento. Assim, o Servo, através de sua experiência de sofrimento e morte vigária, poderá “justicar a muitos”. O verbo sadeq hifil imperfeito “justificar”, “declarar justo” (cf. Deuteronômio 25:1 e 1 Reis 8:32) apresenta o sentido forense, porque o Servo é julgado e condenado em lugar de outros: “e as iniquidades deles levará sobre si”. Mas essa forma verbal também traz implicações éticas, já que a condenação do Servo visa conduzir aqueles que são declarados justos para uma relação com Deus.100  E só o Servo é capaz de fazer isso. Pois, ele é sadiq “Justo”, e o padrão para se avaliar sua justiça é a sua íntegra relação com Deus, já que o próprio Deus chama-o de “Justo” e de “meu Servo” (como se nota, diferente do v.10, nesse v.11 é o próprio Deus que fala). “Só um homem justo poderia conferir justificação a outros. O Servo é justo e justifica a muitos. Jesus é justo (Atos 3:14) e é ele quem nos justifica (Romanos 5:1—2).”101  “De alguma forma, este Servo tem realmente sofrido a condenação proveniente de todos os pecados já cometidos, e em virtude desse fato ele está apto a declarar que todos quantos aceitarem sua oferta são justos, livres, diante de Deus.” 102

O v.12 descreve a vitória do Servo após a morte: “darei uma porção” é a tradução da forma verbal halaq piel imperfeito “repartir”, “dividir”. A segunda frase novamente emprega essa forma verbal, mas agora o sujeito é o Servo: “repartirá o despojo”. “O quadro é de um cortejo vitorioso com o Servo, de todos os povos, marchando em seu papel de vencedor, trazendo para casa os despojos da conquista.”103 “O homem de Dores agora é um Rei conquistador, que reivindica um povo numeroso como Seu, por direito de conquista através de uma luta tremenda.”104 Entretanto, o “despojo” do Servo não são os bens saqueados de uma cidade, mas são os “homens reabilitados, libertados da pena merecida”.105

É notável que a causa de sua vitória não é o seu poder, mas a sua morte: “porquanto derramou para a morte a sua alma”. O verbo ‘arah, no grau causativo em que se encontra (hifil), apresenta o sentido de “derramar”, “esvaziar”. À semelhança do Salmos 141:8, essa forma verbal significa “esvaziar” a “vida” (nepex) com a chegada da morte. Declara-se assim que a razão do triunfo do Servo (descrito nas duas primeiras frases do v.12) é a sua morte. E não somente isso: “foi contado com os transgressores”. Ele não somente morreu pelos transgressores, como lemos em 53:5 (pesha’ “transgressão”); também foi considerado como um dos pox‘im “transgressores” —

Lucas 22:37

Pois vos digo que importa que se cumpra em mim o que está escrito: Ele foi contado com os malfeitores. Porque o que a mim se refere está sendo cumprido.

Mas, na verdade, o Servo não era um dos pox‘im “transgressores”, pois, como assevera o final do v.12, ele morreu por eles, e por eles intercedeu. “Os transgressores, pelos quais Ele intercede são os que ocasionaram a Sua execução, e por cujas iniquidades Ele foi ‘transpassado’ (v.5). Ele foi assim considerado; eles eram de fato os transgressores. Aqui todos são levados a pensar no clamor! ‘Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem’ (Lucas 23:34) – um cumprimento literal.”106

À luz de Isaías 59:16,107 onde o termo “intercessor” é paralelo a “ajudador” (na tradução da ARA )108, é possível afirmar que o verbo paga‘ “interceder” aqui em 53:12 não descreve só a intercessão, mas engloba também a intervenção.109  O Servo intervém na vida dos “transgressores”, e os restaura à comunhão com Deus. Lembremos que, de acordo com o Novo Testamento, os primeiros a gozarem dos resultados da morte vigária do Servo foram o ladrão arrependido e o soldado romano que, depois de crucificar a Cristo, reconheceu que verdadeiramente Ele era o Filho de Deus. De fato, o Servo conduziu ao paraíso celestial aqueles transgressores merecedores da punição eterna. 

Conclusão

O presente série de artigos constatou que o Servo de ETERNO apresentado em Isaías 52:13—53:12 dificilmente pode ser identificado com Israel ou com qualquer outro personagem do Antigo Testamento.

Notadamente há grandes diferenças entre o Servo e o povo de Israel:

1. O Servo não tem pecado; é perfeito. Só um Cordeiro perfeito poderia se oferecer como “oferta pela culpa” (53:10). Em contrapartida, Israel é pecador. Em Isaías 42:19, o ETERNO acusa o seu povo de cegueira espiritual. Obviamente este povo rebelde não estava em condições para resgatar ninguém. Na verdade, ele mesmo precisa ser regado pelo sacrifício do Servo. 

2. O Servo sofreu imerecidamente o juízo de Deus. Ele foi oprimido por Deus porque outros pecaram contra Deus (53:4-6, 8, 11), diferentemente de Israel que sofreu o exílio merecidamente, pois pecou contra o ETERNO (Isaías 1:25; 3.8; cf. Lamentações 1:8, 18; etc.). 

3. O Servo foi para o matadouro como uma ovelha, sem abrir a boca (53:7). Em contrapartida, Israel, quando foi julgado por Deus, reclamou contra Deus (Isaías 40.27).

Existem também nítidas diferenças entre o Servo e outros personagens do Antigo Testamento:

1) O Servo é identificado com o ETERNO (52:13). Ele é homem, mas é Deus. Nenhum outro personagem do Antigo Testamento, seja dentre os profetas ou dentre os reis tementes ao ETERNO, ousaria aplicar tais honrarias para si mesmo. 

2) O Servo do ETERNO realizou um sacrifício pelo pecado do povo; a oferta foi o seu próprio corpo (53:10). Nenhum outro personagem do Antigo Testamento realizou essa obra.

3) Conforme observamos, o texto de Isaías descreve a ressurreição do Servo, que resultaria na justificação dos pecadores (53:10—12); obviamente isso não se aplica a nenhum herói da fé do Antigo Testamento. O único que “ressuscitou para a nossa justificação” é Cristo —

Romanos 4:25

O qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação.

As palavras de Isaías 52:13 — 53:12 são impressionantes. Nitidamente descrevem a humilhação, a condenação, a morte e a ressurreição de um homem. É praticamente impossível não ver essas palavras se cumprindo literalmente no Cristo apresentado no Novo Testamento. Até parece que as palavras de Isaías foram escritas aos pés do Gólgota.110

Portanto, a pergunta do eunuco, “a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro?” (Atos 8:34), foi suficientemente respondida por Felipe: refere-se a Cristo —

Atos 8:34—35

34 Então, o eunuco disse a Filipe: Peço-te que me expliques a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro?
35 Então, Filipe explicou; e, começando por esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a Jesus.

OUTROS ARTIGOS DESSA SÉRIE

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS 52:13 — 53:12 — PARTE 001

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS 52:13 — 53:12 — PARTE 002 — O SERVO SOFREDOR É O PRÓPRIO DEUS

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS 52:13 — 53:12 — PARTE 003 — O SERVO SOFREDOR É HOMEM DE DORES QUE SABE O QUE PADECER

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS 52:13 — 53:12 — PARTE 004 — O CASTIGO QUE NOS TRAZ A PAZ

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS 52:13 — 53:12 — PARTE 005 —  O SERVO DE DEUS MORREU POR CAUSA DAS NOSSAS TRANSGRESSÕES

O SERVO SOFREDOR DE ISAÍAS 52:13 — 53:12 — PARTE 006 —  O SERVO DE DEUS, O JUSTO, JUSTIFICARÁ A MUITOS



O texto original poderá ser acessado por meio desse link aqui:


Luciano R. Peterlevitz

Bacharel em Teologia (FTBC e FATEO/UMESP); Mestre e Doutor em Ciências da Religião, na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico, pela Universidade Metodista de São Paulo. Coordenador Acadêmico da Faculdade Teológica Batista de Campinas, onde também leciona Hebraico, Antigo Testamento e Hermenêutica Bíblica nos cursos de Bacharelado em Teologia e Pós-graduação em Exposição Bíblica.


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

NOTAS

74 TM: halah hifil perfeito “tornar dolorido”, “fazer adoecer”. 1QIsa: wyhllhu, provavelmente “para que ele o transpasse”. A BHS propõe hhlym ’et-sam  (?) em lugar do TM heheli  ’im-tasim  “fazendo-o adoeçer, se ele colocar”.

75 Vulgata: “se ele oferece”. TM: tasim qal imperfeito terceira pessoa feminino singular  “ela (“alma”?) colocará/depositará”. A tradução da Vulgata coaduna-se melhor com a conjugação dos verbos seguintes, na terceira pessoa masculina: yir’eh “ele verá” e ya’arik “ele prolongará”.

76 tsaleah II qal imperfeito “ser forte/eficiente/poderoso”; “ser útil”; “ter sucesso”. Nelson Kirst et. al., Dicionário hebraico-português e aramaico-português, p. 205.

77 BHS: todas as cópias de Qumram acrescentam a palavra ’or “luz”; também acrescentada na LXX.

78 TM: yisbba‘ qal imperfeito “ficar satisfeito”. A BHS propõe a revogalização: o patah debaixo da consoante bet, em lugar do gamets, formando assim um cólon entre o verbo e substantivo beda‘etto “em seu conhecimento”. 

79 BHS: transposto para depois de beda‘etto “em seu conhecimento”.

80 Para uma explicação da expressão causal tahat ’axer, veja John N. Oswalt, Comentário do Antigo Testamento: Isaías, p. 485, nota 380.

81 TM: welappox‘im “e pelos transgressores”. BHS: as cópias de Qumran (1QIsa e 1QIsb) apresentam ulpix‘am “por suas rebeliões”, corroporadas pela LXX.

82 R. Laird Harris; Gleason L. Archer Jr.; Bruce K. Waltke (organizadores), Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento, p. 509.

83 Is 44.28: “cumprirá tudo o que me apraz” (ARA); “ele cumprirá toda a minha vontade” (BJ). Is 46.10: “farei toda a minha vontade” (ARA). Is 48.14: “O Senhor amou a Ciro e executará a sua vontade contra a Babilônia”. Grifo nosso.

84 Isaltino Gomes Coelho Filho, Isaías, p. 171.

85 J. Ridderbos, Isaías, p. 437. Sobre o ’axam, não é necessário seguir a proposta de Hans-Jürgen Hermisson, que propõe a diferença entre um sentido sagrado e um sentido profano (supostamente em Nm 5.7-8; 1Sm 6.3-4, 8). Hans-Jürgen Hermisson, “The Fourth Servant Song in the Contexto of Second Isaiah”, p. 37.

86 Gary V. Smith, Isaiah 40-66, p. 458.

87 A. R. Crabtree, A profecia de Isaías, vol. 2, Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1967, p. 237.

88 John N. Oswalt, Comentário do Antigo Testamento: Isaías, p. 469.

89 J. Ridderbos. Isaías, p.437.

90 yamim ‘al-mamlaktto “e prolongará os dias sobre[do] seu reinado”.

91 weha’araktti  ’et-yameyka “e prolongarei os teus dias”.

92 Gerard van Groningen, Revelação messiânica no Antigo Testamento, p. 609.

93 ’orek yamim ‘olam wa‘ed  “continuidade de dias para sempre e sempre”.

94 Ernst Hengstenberg, Christology of the Old Testament: And a Commentary on the Messianic Predictions, vol. 2, Project Gutenberg EBook of Christology of the Old Testament,  December, 2009, p. 303.

95 J. Ridderbos, Isaías, p. 437.

96 Ernst Hengstenberg, Christology of the Old Testament, vol. 2, p. 303; Gerard van Groningen, Revelação messiânica no Antigo Testamento, p. 609.

97 Nelson Kirst et. al., Dicionário hebraico-português e aramaico-português, p. 205.

98 J. Ridderbos, Isaías, p. 438.

99 J. Ridderbos, Isaías, p. 438.

100 Gary V. Smith, Isaiah 40-66, p. 462.

101 Isaltino Gomes Coelho Filho, Isaías, p. 179.

102 John N. Oswalt, Comentário do Antigo Testamento: Isaías, p. 493.

103 John N. Oswalt, Comentário do Antigo Testamento: Isaías, p. 493.

104 J. Ridderbos, Isaías, p. 440.

105 Luis Alonso Schökel; José Luis Sicre Dias, Profetas I: Isaias - Jeremias, 2ª edição, São Paulo, Paulus, p. 344.

106 J. Ridderbos, Isaías, p. 440-441.

107 Onde o termo “intercessor” é paralelo a “ajudador”.

108 A Bíblia de Jerusalém: “Viu que não havia ninguém, espantou-se de que ninguém interviesse”.

109 John N. Oswalt, Comentário do Antigo Testamento: Isaías, p. 495.

110 J. Ridderbos, Isaías, p. 441.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sábado, 12 de dezembro de 2015

ANDREW MURRAY - ESTUDO 010 - CONHECENDO A VONTADE DE DEUS



ESSA SÉRIE DE ARTIGOS ESTÁ BASEADA EM UM LIVRO ESCRITO POR ANDREW MURRAY CUJO TÍTULO ORIGINAL É: NOT MY WILL OU NÃO A MINHA VONTADE. ESPERAMOS E ORAMOS QUE TODOS POSSAM SER RICAMENTE ABENÇOADOS POR MEIO DESSAS MEDITAÇÕES 


Atos 22:14
Então, ele disse: O Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da sua própria boca.

Saul, quando estava a caminho da cidade de Damasco ouviu do Senhor Jesus as seguintes palavras:

Atos 9:5b—5
5b Eu sou Jesus, a quem tu persegues;
6 mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer.

Já em Damasco Ananias lhe disse: Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da sua própria boca.

Além de ter tido a oportunidade de ter uma visão do Cristo glorificado, Saulo também foi agraciado com a oportunidade de conhecer a santa vontade de Deus e colocá-la em prática. Tal necessidade não é menos importante para nós em pleno século XXI. Deus tem nos chamado, a mim e a você para vermos o Senhor Jesus como Salvador exaltado e para conhecermos Sua vontade.
É triste, mas temos que admitir que muitos crentes tendem a separar esses dois fatos. Eles estão felizes e agradecidos por Deus ter lhe s dado a oportunidade de verem O Justo e de poderem encontrar plena salvação nEle. Mas, por outro lado, eles não estão muito contentes e nem um pouco agradecidos por Deus lhes ordenar que conheçam Sua vontade e sejam obedientes à mesma. Esse crentes ainda não entenderam a maravilhosa verdade que a glória de Cristo reside nisso: Ele revelou e cumpriu a vontade de Deus quando veio e este mundo para nos redimir. Sua perfeição encontra-se em sua perfeita obediência à vontade de Deus. Ele sempre fez a vontade de Seu Pai. E a única forma de experimentar a salvação é conhecer e fazer a vontade de Deus.    

Minha motivação em escrever essas meditações é o fato de ter descoberto nesse desconhecimento e ignorância a causa de muita fraqueza existente entre os crentes. Eu estou plenamente convencido que uma mudança nessa área será capaz de promover uma completa transformação em muitas vidas. Por esse motivo, eu gostaria de fazer algumas perguntas para os meus leitores, de forma clara e objetiva. Que o Senhor possa usar as mesmas para restaurar a genuína alegria da salvação em sua vida.

Você entende e concorda que a grande obra da salvação foi realizada pelo Senhor Jesus Cristo com o objetivo de reconciliar a sua vontade com a vontade eterna de Deus?

Essa realidade foi capaz de conduzir você a consagrar sua vida a Deus, de tal maneira, que você deseja buscar e encontrar teu maior bem e felicidade em conhecer e fazer a vontade de Deus, independentemente do custo? 

Você considera seu maior privilégio e uma honra inestimável que Deus revela Sua Santa vontade para você? E você é capaz de afirmar com toda honestidade o seguinte: existe apenas uma coisa em todo o Universo que eu temo — fracassar em conhecer e praticar a vontade de Deus.

Se você entende que ainda não chegou a esse nível de compreensão, ou talvez você esteja assustado por essa ideia, porque sente que você não tem a força necessária para levar tal decisão adiante, eu te imploro que não negue a Deus aquilo que lhe é direito — a entrega completa da sua vontade a Ele. Dobre seus joelhos diante de Deus e diga:Pai, eu irei “aprender e conhecer a tua vontade em todas as coisas; e eu desejo apenas fazer a tua vontade durante toda minha vida”. Persevere nessa entrega e creia que Deus irá aceitar tua oração. Ele te dará a força para levar essa decisão adiante. E não descanse enquanto, por meio da meditação  e da dedicação e por meio da oração, Sua santa Palavra seja gravada sobre a carne viva do teu coração, como se tivesse sido falada a você direta e pessoalmente: Deus te escolheu para conheceres a Sua vontade.

Que força, estabilidade e coragem alguém recebe ao descobrir que está vivendo apenas para fazer a vontade de Deus. Que incentivo para uma vida de oração. Como temos nossa confiança fortalecida por tal conhecimento. E que coragem esse conhecimento nós dá em nossa permanente luta contra o pecado: EU FUI SALVO PARA FAZER A VONTADE DE DEUS.

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “NOT MY WILL” — NÃO A MINHA VONTADE

Estudo 001 – A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU

Estudo 002 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA CÉU

Estudo 003 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — NOSSA UNIDADE COM O SENHOR JESUS

Estudo 004 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS

Estudo 005 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O ALIMENTO CELESTIAL

Estudo 006 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — SACRIFICANDO MINHA PRÓPRIA VONTADE

Estudo 007 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Estudo 008 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A TUA VONTADE

Estudo 009 — A VONTADE DE DEUS — SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Estudo 010 — A VONTADE DE DEUS — CONHECENDO E FAZENDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 011 — A VONTADE DE DEUS — SENDO UMA PESSOA DE ACORDO COM O CORAÇÃO DE DEUS

Estudo 012 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS

Estudo 013 — A VONTADE DE DEUS — PRATICANDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 014 — A VONTADE DE DEUS — A RENOVAÇÃO DA MENTE E A VONTADE DE DEUS

Estudo 015 — A VONTADE DE DEUS — É A VONTADE DE DEUS QUE CRISTO NOS LEVE PARA FORA DESSE MUNDO

Estudo 016 — A VONTADE DE DEUS — ORE PARA SER CHEIO COM O CONHECIMENTO DA VONTADE DE DEUS

Estudo 017 — A VONTADE DE DEUS — ENTENDENDO A VONTADE DE DEUS ESPIRITUALMENTE


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis.

Traduzido do original e adaptado por Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.  

segunda-feira, 16 de março de 2015

JOÃO 17 - ESTUDO 005 - O SENHOR JESUS E AQUELES QUE CREEM NELE PARTE 002



Essa é série de estudos baseada em João capítulo 17 que é conhecido como: “A ORAÇÃO SACERDOTAL DE CRISTO” a favor de todos os seus discípulos de todas as épocas. É um estudo bastante aprofundado de João 17 e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.  


CONTINUA...

II. O Relacionamento dos Crentes com o Senhor Jesus.

A. O crente foi dado ao Senhor Jesus pelo Pai

João 17:6

Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra —

João 17:9—12

9 É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus;

10 ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado.

11 Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.

12 Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.

Observação: Nós já vimos a grande verdade de que os crentes são escolhidos pelo Pai. Aqui nós temos a afirmação que os crentes são entregues pelo Pai ao Senhor Jesus como um presente. Assim o círculo se fecha: os crentes foram escolhidos desde o princípio para a salvação —

2 Tessalonicenses 2:13

Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade.

foram dados por Deus Pai ao Filho Jesus como recompensa pelos Seus sofrimentos —

Isaías 53:11

Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.

e são, individualmente e pessoalmente atraídos a Jesus, o salvador —

João 6:44

Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.

Esses versículos enfatizam uma verdade primordial: nós pertencemos a Deus! O que fica claro é que não passamos a pertencer a Deus quando cremos n’Ele. Já pertencíamos a Deus desde a eternidade, antes da fundação do mundo e mais, que Jesus viu a cada um de nós quando estava na cruz lá no Calvário, e que ele ficou satisfeito com o que viu.

B. O crente conhece o Senhor Jesus.

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Observação: Ao morrer em nosso lugar e tornar a salvação possível, o Senhor Jesus abriu a cada um de nós a possibilidade de andarmos em comunhão com ele. Com isso estamos querendo dizer que podemos experimentar a mais íntima, pessoal e profunda relação com Ele. Essa honra que recebemos graciosamente e a potencialidade que está associada à mesma deve causar profunda impressão em nós. O apóstolo Paulo exemplifica bem o que deve ser o desejo de todos nós em —

Filipenses 3:10

Para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte.

C. O crente é objeto da oração do Senhor Jesus.

João 17:9

É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.

Observação: Sem dúvida podemos dizer que todo esse capítulo 17 de João é um testemunho dessa grande verdade: de que o Senhor Jesus intercede em oração pelo crente. Não apenas neste momento, mas de maneira permanente e constante como nosso Sumo Sacerdote diante de Deus conforme lemos em —

Hebreus 7:25

Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.

Acerca do que Jesus ora a nosso favor nos é sugerido nos versículos desse capítulo. Cada crente pode fechar seus olhos e contemplar essa grande verdade: O Senhor Jesus está agora mesmo orando por mim! De fato, é grande o conforto que podemos tirar dessas palavras. 

D. O crente traz glória ao nome de Jesus.

João 17:10

Ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado.

Comentário: Cada crente constitui uma parte do fruto do trabalho do Salvador. Cada um de nós é parte da colheita da semente profetizada em João 12:24. A graça de Deus é manifestada em nosso arrependimento, confissão, fé, amor e em cada aspecto da nossa santificação e serviço. Todas estas coisas refletem a pessoa e a obra do Senhor Jesus e produzem a gloria do Seu nome. Trazer glória ao nome de Jesus deve servir como um incentivo para nós no dia a dia. Todas as vezes que decidimos viver de acordo com a verdade, o amor e a santidade — como definidos na bíblia — o Senhor Jesus recebe o louvor, a honra e a glória. Nós precisamos nos conscientizar do valor que nossas vidas diárias tem como testemunhas do Salvador.

1 Coríntios 10:31

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.

E. O crente é habitado pelo Senhor Jesus.

João 17:23

Eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim..

Comentário: Ser habitado pelo próprio Senhor é um dos maiores benefícios da salvação. Pare e pense por um momento no grande fato de que você é o templo do Deus vivo! Quando nos damos conta desta realidade podemos entender o grande potencial que está dentro de nós no que diz respeito ao amor, à verdade, à santidade, à sabedoria e à força. À medida que aprendemos a obedecer a Sua Palavra e a viver para a glória de Deus pela fé, nós iremos experimentar, em medidas cada vez maiores, a ação de Deus em todos os nossos atos. Seu amor se manifestará através da nossa compaixão, Sua sabedoria será evidente em nossas escolhas, e Sua santidade estará presente em nossa decisão de resistir às tentações. Jesus habita em nós para trabalhar conosco à medida que cooperamos com Ele através da prática diária dos ensinamentos bíblicos.

CONTINUA...

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Alexandros Meimaridis

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