
Mesquita de obediência Ahmadiyya em Oslo
Existe entre os países do nosso
mundo, algo que se chama de “reciprocidade diplomática”. Por meio desse
“recurso” países como o Brasil podem e exigem, que cidadãos estadunidenses
sejam obrigados tirar um visto para vir ao Brasil do mesmo modo que os EUA
exigem que brasileiros tirem vistos para visitar aquela nação.
Agora a Noruega, um país
escandinavo, dentre os mais desenvolvidos do mundo, decidiu aplicar o recurso
de “reciprocidade diplomática” contra as ações do governo e de milionários da
Arábia Saudita de financiarem a construção de mesquitas em todo território
dinamarquês. A reação surgiu da proibição que dura décadas na Arábia Saudita,
que não permite a construção de igrejas cristãs ou de qualquer outra religião.
Os muçulmanos, não todos é claro,
estão acostumados a fazerem o que bem quiserem em seus países, perseguindo, de
modo especial, os cristãos, mas por causa do grande interesse que países como
os Estados Unidos tem no petróleo produzido pelos mesmos, praticamente não
existe nenhuma reação oficial contra esses desmandos e verdadeiras perseguições
e assassinatos cometidos contra cristãos em vários países muçulmanos. Basta ver
a forma titubeante do governo Obama diante do surgimento do ISIS.
Aqui no Blog o Grande Diálogo já
tivemos a oportunidade de denunciar muitas vezes tais aberrações e cobramos das
autoridades muçulmanas no Brasil um posicionamento claro contrários a tais
atrocidades, mas tudo o que obtivemos foi um silêncio tão culpado quanto os
perpetradores de tais atos.
O ministro Jonas Gahr Stor
Voltando a questão norueguesa, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jonas Gahr Stor, decretou que não seriam aceitos os “donativos” milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega. Outras ajudas financeiras para ajudar a colônia árabe continuarão sendo aceitas, mas estão terminantemente proibidas doações cujo único propósito seja financiar a construção de Mesquitas. Essa suspensão irá durar até que a Arábia Saudita relaxe sua política religiosa e permita a construção de igrejas cristãs em seu próprio território.
Ainda segundo o ministro da
Noruega, não existe nenhuma liberdade religiosa na Arábia Saudita, o que
constitui um verdadeiro contra-senso aceitar dinheiro para propósitos
religiosos.
Prosseguindo em sua política de
reciprocidade, o ministro Stor pretende levar este assunto ao Conselho da
Europa”, onde defenderá esta decisão baseada na mais estrita reciprocidade com
a Arábia Saudita.
Com informações de:
Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis
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