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terça-feira, 31 de outubro de 2017

UMA NAÇÃO ASSASSINA: BRASIL ULTRAPASSA SEUS DADOS DE 2015


Brasil tem recorde de assassinatos, com 171 mortes por dia
Foto: Tiago Queiroz/ Estadão

Não é de hoje que o Brasil tornou-se uma nação de assassinos sanguinários. Ano após ano temos quebrado nosso próprio recorde no número absoluto e relativo de assassinatos — são sete assassinatos por hora e 61,6 mil durante o ano de 2016. Certamente estamos falando da mais vergonhosa das estatísticas. No Brasil se mata pelos motivos mais torpes e banais que possamos imaginar. Enquanto outros países caminha para desarmar suas próprias polícias, aqui facínoras querem armar os cidadãos comuns, sem exceção.

O artigo abaixo é da Agência Brasil,e foi publicado no site do Jornal do Brasil

Com mais de 61 mil assassinatos, Brasil tem recorde de homicídios em 2016

Agência Brasil

O Brasil registrou 61,6 mil mortes violentas em 2016, de acordo com o Anuário Brasileiro da Segurança Pública divulgado hoje (30 de setembro de 2017). O número, que contabiliza latrocínios, homicídios e lesões seguidas de morte, representa um crescimento de 3,8% em comparação com 2015, sendo o maior patamar da história do país. Em média, foram contabilizados 7 assassinatos por hora. Com o crescimento do número de mortes intencionais, a taxa de homicídios no Brasil por 100 mil habitantes ficou em 29,9.

O Rio de Janeiro é o estado com maior número de vítimas (6,2 mil) e registrou o segundo maior crescimento na quantidade de casos, 24,3% em relação a 2015. Foram registrados 37,6 homicídios para cada 100 mil habitantes no estado.

A maior taxa de assassinatos foi, no entanto, verificada em Sergipe com 64 casos para cada grupo de 100 mil. Em números absolutos, o estado teve 1,4 mil mortes violentas em 2016, uma alta de 11,5% em relação ao ano anterior.

A maior elevação no número de assassinatos ocorreu no Amapá que teve 250 casos em 2015 e chegou a 388 em 2016, uma alta de 52,1%. O Rio Grande do Norte foi o terceiro em crescimento no número de mortes (18%). Com 1,9 mil casos, o estado tem a segunda maior taxa de assassinatos para cada 100 mil habitantes no estado – 56,9.

Violência contra a mulher

O anuário trouxe ainda, pela primeira vez, os dados dos feminicídios e assassinatos de mulheres. Em 2015 entrou em vigor a legislação nacional que determinou que assassinatos cometidos contra mulheres em razão de gênero se tornassem agravante do homicídio. Em 2016, foram registrados 533 casos em todo o país que tiveram enquadramento na nova lei. Desses, 96 ocorreram no Rio Grande do Sul.

Os crimes violentos contra mulheres somaram 4,6 mil casos em 2016, o que representa uma média de um assassinato a cada duas horas. Os estupros totalizaram 49,5 mil ocorrências, um crescimento de 3,5% em comparação com 2015.

O artigo original poderá ser visto por meio do link a seguir:


Que Deus tenha misericórdia do Brasil e do tão sofrido povo brasileiro.

Alexandros Meimaridis

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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

domingo, 25 de outubro de 2015

RIO CELEBRA PRIMEIRO CASAMENTO DE TRÊS MULHERES COMO UNIÃO ÚNICA


O artigo abaixo foi publicado no site do Jornal do Brasil.

Rio registra primeira união estável realizada entre três mulheres
Jornal do Brasil

O Brasil registrou sua primeira união estável entre três mulheres há pouco mais de uma semana, no Rio de Janeiro. O 15.º Ofício de Notas do Rio, na Barra da Tijuca, Zona Oeste, oficializou o contrato.

Este é o segundo trio que declara oficialmente uma relação, de acordo com informações do jornal Estado de S. Paulo. O primeiro caso aconteceu no interior de São Paulo, em 2012, com um homem e duas mulheres.

Tabeliã Fernanda

A tabeliã Fernanda de Freitas Leitão, que celebrou a união, disse ao jornal paulista que o fundamento jurídico para a formalização desse tipo de união é o mesmo estabelecido na decisão do STF de 2011, ao reconhecer legalmente os casais homossexuais.

"Não existe uma lei específica para esse trio, tampouco existe para o casal homoafetivo. Isso foi uma construção a partir da decisão do STF, que discriminou todo o fundamento e os princípios que reconheceram a união homoafetiva como digna de proteção jurídica. E qual foi essa base? O princípio da dignidade humana e de que o conceito de família é plural e aberto. Além disso, no civil, o que não está vedado, está permitido”, explicou a tabeliã ao Estadão

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS


















































Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 7 de dezembro de 2014

MULHER CARIOCA DÁ EXEMPLO DE AMOR E CIVISMO



Ex-professora vai às favelas do Rio para ajudar mulheres grávidas a escolher a vida e construir o futuro. 

O texto abaixo foi publicado pelo site “aleteia” ou VERDADE e é da autoria de Carrie Gress.

Destaque brasileiro na mídia católica internacional: mulher carioca salvou 3.000 bebês do aborto!

CARRIE GRESS, PH.D. (1)

O Rio de Janeiro andou atraindo as atenções do mundo todo ao receber a Jornada Mundial da Juventude de 2013 e a Copa do Mundo de 2014, além de estar prestes a sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Enquanto os holofotes davam amplo destaque à Cidade Maravilhosa, uma mulher salvou mais de 3.000 crianças condenadas ao aborto nas favelas da Baixada Fluminense, praticamente sem chamar atenção nenhuma, nem sequer no próprio país.

Tudo começou de maneira muito simples, há vinte e três anos.

Maria das Dores Hipólito Pires, mais conhecida como Dóris Hipólito, levava uma vida relativamente confortável como professora de história e geografia. A direção da escola onde ela dava aulas lhe pediu que ajudasse algumas das meninas que estavam sofrendo as consequências devastadoras de terem abortado.

Dóris juntou material pró-vida para tentar ajudar aquelas meninas e espalhou o material e a missão entre outros paroquianos. Pouco tempo depois, sentiu a moção interior de promover um rosário público no dia 13 de cada mês, ocasião em que também distribuía folhetos pró-vida. Com o apoio do bispo dom Werner Siebembrok e da Legião de Maria, o pequeno grupo formado por Dóris começou a ajudar, nas periferias e favelas, as mulheres que achavam que não tinham nenhuma alternativa a não ser abortar.

Embora o aborto seja ilegal na maioria dos casos no Brasil, existem muitas "clínicas" que os realizam ilegalmente na Baixada Fluminense, uma região com 3 milhões de cidadãos e com muitas carências sociais.

Dóris vai até a porta dessas "clínicas" e tenta conversar com essas mães, muitas das quais são dependentes químicas e/ou estão sofrendo intensa pressão de terceiros para abortar. Ela as incentiva a ter os filhos, oferecendo-lhes apoio para continuarem a gravidez e, principalmente, para transformarem as suas vidas.

Oito anos atrás, Dóris deu um passo muito corajoso com o apoio da própria família: largar o emprego e passar a trabalhar em tempo integral por aquelas mulheres desesperadas. Em 2007, ela encontrou uma mulher sem-teto, grávida, com deficiências físicas e mentais, que vivia debaixo de um viaduto. Dóris alugou uma pequena casa para cuidar dela. Não demorou quase nada para que aparecesse na casa uma segunda mulher grávida também esmagada por necessidades extremas. E outra, e mais outra, e mais outra. Dóris então estabeleceu formalmente a Casa de Amparo Pró-Vida.

Além de manter um lugar seguro e cheio de carinho para cuidar dessas mulheres e dos seus filhos, Dóris ajudou a montar centros pró-vida em igrejas locais para que as mulheres grávidas contassem com mais assistência. Tanto nestes centros quanto na Casa de Amparo, as mulheres grávidas encontram formação profissional, atendimento médico e um lugar onde trabalhar e viver com dignidade, suprindo as necessidades dos bebês.

Muitas das mulheres que Dóris recebeu se tornaram voluntárias neste mesmo trabalho. A filha de uma das mulheres que ela ajudou há vinte anos é hoje voluntária no acolhimento e no cuidado de outras mulheres em situação de grande vulnerabilidade.

A pressão política vem aumentando muito no Brasil para que o aborto livre seja legalizado no país. Há grupos de ideologia feminista radical que trabalham contra a ação pró-vida realizada por Dóris. Ela já recebeu telefonemas ameaçadores, inclusive com ameaças de morte. Uma mulher que foi inspecionar a Casa de Amparo viu as fotos das crianças que foram salvas do aborto e chegou a exclamar: "Esta casa nunca deveria ter existido!".

Hoje, Dóris e sua família confiam na Providência Divina para prover as suas necessidades e as de todas as pessoas que são atendidas na Casa de Amparo. Ela espera ampliar as instalações e já conta com a doação de um terreno, mas o projeto está paralisado por falta de fundos. Mesmo com suas limitações, Dóris já testemunhou o triunfo da vida de 160 crianças que foram salvas de abortos ilegais só neste ano.

Dificuldades à parte, Dóris continua firme, sustentada por Deus e pela força da esperança que irradia do rosto das crianças retratadas na sua parede. E quando as coisas ficam particularmente difíceis, ela recita para si mesma: "Os poderosos podem me mostrar o seu poder, mas os bebês me mostram o paraíso".

Para saber mais sobre Dóris Hipólito e para ajudar na sua incrível missão, acesse:

http://www.gofundme.com/hub754

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://www.aleteia.org/pt/saude/artigo/destaque-brasileiro-na-midia-catolica-internacional-mulher-carioca-salvou-3000-bebes-do-aborto-5851256371281920

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA






















































Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

EVANGÉLICOS PROVAM QUE NÃO EXISTE UNIÃO NA HORA DA POLÍTICA



A matéria abaixo foi publicada pela revista ÉPOCA e é de autoria de Rafael Gomide

Eleição no Rio expõe divisão entre evangélicos

Assembleia de Deus e pastores de outras denominações apoiam Pezão. A Universal, de Edir Macedo, fica ao lado de Crivella

Por RAPHAEL GOMIDE

Edir Macedo, fundador da Igreja Universal. Ele apóia o sobrinho, Marcelo Crivella (PRB), na disputa pelo governo do Rio (Foto: Photo RioNews/Agência O Globo)
Edir Macedo, fundador da Igreja Universal. Ele apóia o sobrinho, Marcelo Crivella (PRB), na disputa pelo governo do Rio (Foto: Photo RioNews/Agência O Globo)

A eleição para o governo do Rio de Janeiro revela uma cisão entre os evangélicos no Estado. De um lado, algumas das principais lideranças evangélicas fluminenses apoiam o candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Do outro lado, apresenta-se como candidato de oposição Marcelo Crivella (PRB), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus e sobrinho de seu fundador, Edir Macedo. A divisão tem pouco a ver com visões políticas divergentes. Pesam mais a disputa por espaço e fiéis, assim como o ressentimento de grupos religiosos em relação à Universal, tida como isolacionista. Adversários criticam a igreja liderada por Macedo de promover eventos sozinha, em vez de participar de grandes momentos comunitários evangélicos, como a Marcha para Jesus. Há críticas também ao histórico da Universal de comprar imóveis, assim como horários de TV e rádio, para desalojar pastores de outras denominações. De acordo com o IBGE, evangélicos representam um quarto da população fluminense.

Maior igreja evangélica do país, com 12,3 milhões de fiéis, a Assembleia de Deus apoia Pezão. Os principais líderes em defesa da reeleição são os influentes pastores Abner Ferreira, presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus-Madureira, e Silas Malafaia, da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. Valdemiro Santiago, um dissidente da Universal que criou a Igreja Mundial do Poder de Deus, também se manifestou a favor de Pezão. A igreja de Santiago tinha 315 mil fiéis, segundo o Censo de 2010 do IBGE. É vista como uma das principais responsáveis pela redução no número de seguidores da Universal, que caiu 228 mil, para 1,87 milhão, entre 2000 e 2010. “Eles [Universal] sempre foram afastados, extremamente exclusivistas. Nunca participaram de eventos comunitários, não trabalham em conjunto. Só nesta época de eleição é que querem. Por favor, aí não! Se é para caminhar juntos, vamos caminhar do começo ao fim!”, afirma o pastor Abner Ferreira. “Eles criam essa barreira, absolutamente desnecessária. Há espaço para todos fazerem seu trabalho”. O pastor Malafaia reforça a crítica. “Eles são igreja evangélica na hora da eleição. Fora (desse período), são isolados. Não participam de nada. Na hora do voto, é ‘irmão’?”, afirma. “Todas as lideranças que conheço apoiam Pezão. Abner, Marcus Gregório [da Baixada Fluminense], eu, Valdemiro... não conheço nenhum líder de expressão no Estado do Rio de Janeiro que apoie Crivella”, diz Malafaia.

ÉPOCA entrou em contato com a campanha de Crivella e enviou uma mensagem com perguntas sobre a divisão que é tema desta reportagem. A assessoria de imprensa informou que o candidato não responderia questões sobre religião. Em nota, a assessoria de imprensa da Universal afirma: “deve surpreender é o fato de que, apesar de alguns poucos líderes evangélicos estarem apoiando o outro candidato, Marcelo Crivella desfrute de grande apoio e aceitação dos evangélicos em geral, incluindo muitos membros das igrejas dos citados líderes. A verdade é que o povo conhece a índole e trabalho de Crivella.” A assessoria da Universal afirmou desconhecer “tal isolamento” da igreja no meio e citou como exemplo a recente presença de “mais de dez mil pastores de centenas de denominações evangélicas”, em reunião presidida pelo Bispo Macedo no Templo de Salomão. “Só do Rio de Janeiro vieram mais de 700 líderes.”

Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. Ele dá apoio ao candidato Luiz Fernando Pezão (PMDB) (Foto: Adriana Lorete / Agencia O Globo)
Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. Ele dá apoio ao candidato Luiz Fernando Pezão (PMDB) (Foto: Adriana Lorete / Agencia O Globo)

Voto é contra a Universal, diz Malafaia

Questionado se o voto pregado pelas lideranças evangélicas é mais a favor de Pezão ou contra a Universal, Malafaia admitiu: “O voto vai ser contra o que Edir Macedo representa no meio evangélico. É muito mais o voto contra a Universal, de várias lideranças. Não somos trouxas! A Universal é individualista, não estende a mão uma vez. Aí chega a eleição e eles: ‘Meu irmão, meu irmão...’”, diz o pastor. “Nós não somos trouxas. Eles nunca nos respeitaram e agora querem o nosso voto? Não podemos votar em alguém que representa a liderança de uma igreja que não respeita nem seus irmãos”, afirma.

O líder religioso reclama do que reputa como uma prática tradicional da Universal, de desalojar pastores de outras denominações. “Um pastor pequeno aluga um cinema em uma área boa; eles vêm e compram o cinema e põem o pastor para fora”, diz. Ele aponta também o que considera uma contradição de Crivella. “O Crivella diz ‘irmão vota em irmão’, mas no primeiro turno nacional, havia dois irmãos, Marina Silva e Everaldo Pereira. E ele apoiou Dilma”, afirma. O pastor havia apoiado Crivella em duas campanhas anteriores, inclusive na última, para o Senado.

Após ter ficado neutro no primeiro turno no Rio, Malafaia chegou a criticar as primeiras peças de campanha eleitoral de Pezão para o segundo turno. Em sua visão, elas atacavam a Universal como instituição, o que poderia levantar os evangélicos contra o candidato do PMDB. O alerta foi ouvido e o tom da campanha, modificado. Na última semana, Malafaia gravou depoimento para Pezão em que ataca o candidato do PRB.

Estilos distintos e “projeto de poder”

A disputa entre os grupos religiosos evangélicos explicita ainda estilos distintos de atuação religiosa e política. Fundada no Brasil em 1910, a Assembleia de Deus caracteriza-se pelos templos numerosos e despojados, espalhados pelo país, frequentemente em casas simples em comunidades pobres e favelas. A Universal, criada em 1977, opta por grandes e faustosos templos em áreas centrais das cidades. Exemplos disso são a Catedral Universal da Fé, com 72 mil metros quadrados e capacidade para 14 mil fiéis, no Rio de Janeiro, e o Templo de Salomão, recentemente inaugurado em São Paulo, ao custo de R$ 680 milhões, com capacidade para 10 mil pessoas sentadas.

Na estrutura de poder, a Universal tem comando centralizado, na figura de Edir Macedo. A Assembleia de Deus é descentralizada, com grupos autônomos em cada estado. Enquanto os políticos eleitos pela Universal respondem a um comando único, os da Assembleia de Deus representam várias lideranças evangélicas pelo país. Abner e Malafaia atribuem isso ao que chamam de “projeto de poder” da Universal, concentrada também em eleger representantes para cargos majoritários. “Em 1995, Macedo me chamou para almoçar em sua casa na Barra da Tijuca, uma conversa de três horas, e me disse pessoalmente: ‘Quero fazer um presidente da República. Ainda não tenho a pessoa, o homem.’ E me convidou para ser candidato a deputado federal. Nunca quis, não vou ser candidato a nada”, disse Malafaia. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Universal afirma que “não tem plano de poder, e sim plano de evangelização”. “Até entre os 12 apóstolos houve dissidência. É do caráter humano. O importante é procurar fazer o bem sem olhar a quem — histórico que a Universal e Crivella têm de sobra”, afirma a igreja, no texto.

Na última década, a Universal perdeu espaço no campo político. Na legislatura 2004-2007, a igreja tinha oito deputados estaduais na Assembleia Legislativa e cinco federais pelo Rio. Na época, seu líder político era o ex-deputado federal Bispo Rodrigues, considerado um articulador hábil. Ele foi expulso da igreja por envolvimento em diferentes escândalos – foi condenado a seis anos e três meses de prisão por envolvimento no Mensalão e cumpre prisão domiciliar desde setembro. Este ano, a Universal elegeu dois deputados estaduais no Rio e dois federais. A Assembleia de Deus conquistou três vagas federais e cinco estaduais no Rio.

O artigo original da Época poderá ser visto por meio do seguinte link:


UMA PERGUNTA?

Em que, exatamente, esses tais evangélicos são diferentes de todos os outros brasileiros? Ah! sim, são bem mais hipócritas.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

POLÍTICA COM RELIGIÃO DÁ SEMPRE CONFUSÃO


Anthony Garotinho

A Folha de São Paulo publicou ontem a seguinte notícia:

Garotinho cadastra eleitores evangélicos e distribui kits

BERNARDO MELLO FRANCO DO RIO

"Ficamos combinados assim: eu oro por você e você ora por mim." Este é o lema da rede montada pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) para se fortalecer no eleitorado evangélico no Rio.

Líder nas pesquisas para a disputa do governo do Estado, ele começou a organizar um cadastro para distribuir brindes aos fiéis que ouvem seus programas de rádio.

Cada inscrito ganha um kit com livro, camiseta e carteirinha personalizada com a foto do ex-governador. O pacote, enviado de graça pelo correio, inclui uma carta de boas-vindas assinada pelo "Irmão Garotinho".

"A oração é a chave que move o coração de Deus. Creia nisso!", pede o deputado na mensagem aos fiéis.
O formulário deixa claro que só pode se inscrever quem tem domicílio no Rio, onde Garotinho disputará eleição daqui a nove meses.

Estado com o menor percentual de católicos do país (45,8%), o Rio vive uma batalha pela preferência dos evangélicos, que somam cerca de um terço do eleitorado.

Eles são a principal aposta do deputado para voltar ao poder. Há oito anos ele apoiou a eleição do governador Sérgio Cabral (PMDB), mas os dois romperam pouco depois da posse.

A Folha fez um cadastro no site de Garotinho e recebeu o kit "Palavra de Paz", na última quinta-feira, dia 2. A carteirinha identifica o fiel com nome, cidade, bairro e igreja que frequenta.

Seu portador é nomeado "intercessor" das orações do pré-candidato ao governo.

Garotinho também investe no rádio para reforçar o laço com o eleitor e atacar seus adversários. Passa duas horas por dia no ar em emissoras AM. Seu programa de maior audiência mistura orações e sorteio de presentes como geladeira e máquina de lavar.

IRMÃO GAROTINHO

 Carteirinha de participante da "Rede de Intercessores", encabeçada por Anthony Garotinho

A programação é temperada com ataques a Cabral e seus aliados. Anteontem o principal alvo foi o vice-governador Luiz Fernando Pezão, pré-candidato do PMDB ao Palácio Guanabara.

"O nome do homem é Pezão, mas estão dizendo que é Mãozão, porque o dinheiro sumiu", disse Garotinho.
Ele também chamou de "171" (artigo do Código Penal para estelionato) o ex-secretário estadual Sérgio Côrtes (Saúde), que deixou o governo Cabral nesta semana.

Mas a tarefa de lembrar que o âncora será candidato é deixada aos ouvintes. "Só tenho muito a agradecer ao senhor. Que Deus o ilumine, e que seja o nosso governador em breve", disse anteontem uma mulher identificada como Sandra de Carvalho. "Isso é se Deus quiser", respondeu o deputado.

No ano passado, o Ministério Público ofereceu cinco denúncias contra Garotinho por propaganda antecipada. Nenhuma delas tratou do kit ou dos programas de rádio.

Ele lidera a corrida ao governo com 21% das intenções de voto no Datafolha.


OUTRO LADO

Procurado, Garotinho negou que o cadastro de fiéis tenha finalidade eleitoral. Ele disse que a rede foi montada há um mês e conta até agora com 3.000 integrantes.

"Isso não tem nada a ver com campanha, e o livro que eu envio não tem nenhuma conotação política."
O deputado se disse surpreso com o fato de o cadastro só aceitar evangélicos com domicílio no Rio: "Não é minha orientação. Deve ter havido um problema quando fizeram o formulário". Ele também negou que faça campanha antecipada no rádio: "Não posso controlar os ouvintes".

"A lei diz que eu não posso pedir voto. Se a ouvinte diz que espera que eu seja governador, o que eu vou responder? Que eu não quero?"

Camiseta da Rede de Oração

O artigo original da folha poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos e que dê a todos o discernimento para entenderem que não vale à pena votar em certos candidatos que burlam a legislação eleitora, pois já estão começando muito mal.

Alexandros Meimaridis

Alexandros Meimaridis

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