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terça-feira, 9 de agosto de 2016

A ORAÇÃO DO PAI NOSSO - SERMÃO 008 — A RELAÇÃO ENTRE A SANTIDADE, A JUSTIÇA E O AMOR — Mateus 6:9


Essa série tem por objetivo expor de maneira ampla, bíblica, literária, histórica e teologicamente, a oração que chamamos de “Oração do Pai Nosso”. Nosso desejo é enriquecer a vida de todos por meio desses esboços de mensagens que também estão disponíveis em áudio. Na parte final desse artigo o leitor encontrará os links para os outros esboços e para os áudios à medida que forem sendo publicados. 


Uma Exposição Bíblica, Literária e Teológica de Mateus 6:9—13


Introdução:

A. Quando pensamos no único Deus verdadeiro, o único Deus que se declara SANTO, nós devemos sempre levar em consideração as duas realidades seguintes:

1 João 4:16

E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.

1. O amor de Deus é o amor que busca o pecador perdido, é o amor que perdoa, é o amor que restaura à plena comunhão todos aqueles que um dia voltaram suas costas para Deus.

Salmos 7:11

Deus é justo juiz, Deus que sente indignação todos os dias.

2. A santidade de Deus exige padrões de comportamento de nossa parte sem os quais estamos todos sujeitos aos julgamento divino.


B. A história do profeta Oséias e de uma mulher chamada Gômer ilustra bem nossa verdadeira condição diante de Deus e o amor que Deus nutre por nós.

C. A história de Oséias e Gômer pode ser encontrada nos primeiro capítulos de Oséias.

D. Quando Deus mandou que Oséias se casasse com Gômer ela era uma prostituta. O texto bíblico nos diz:

Oséias 1:2

Quando, pela primeira vez, falou o SENHOR por intermédio de Oséias, então, o SENHOR lhe disse: Vai, toma uma mulher de prostituições e terás filhos de prostituição, porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR.

E. Oséias teve três filhos com Gômer, mas descobriu que dois de seus três filhos não lhe pertenciam.

F. Depois disso, Gômer abandonou Oséias e foi em busca de seus amantes servido como prostituta cultual num templo dedicado ao Deus Baal.

G. Tempos depois, quando ela já não tinha mais beleza para atrair clientes para o templo, Gômer foi desprezada e colocada à venda como se fosse apenas um objeto.

H. Deus, então, ordena que Oséias vá ao mercado de escravos e compre a rejeitada Gômer e volte a se casar com ela, outra vez. O texto bíblico diz:

Oséias 3:1

Disse-me o SENHOR: Vai outra vez, ama uma mulher, amada de seu amigo e adúltera, como o SENHOR ama os filhos de Israel, embora eles olhem para outros deuses e amem bolos de passas.

H. Vamos então tentar entender como o SENHOR precisa agir por amor de suas criaturas perdidas:

COMO O AMOR, A SANTIDADE E A JUTIÇA ANDAM JUNTAS

I. Oséias Renova Sua Aliança com Gômer

A. Deus precisa ensinar uma lição para Oséias e para todos nós: trata-se do grande fato que retidão de vida e justiça precisam prevalecer em todos os relacionamentos se os mesmos irão servir para alguma coisa. Essa é a realidade que Oséias entende como imprescindível para que o relacionamento dele com Gômer tenha verdadeiro significado. 

B. O passado de Gômer não pode nem deve ser repetido. Por outro lado, a justiça divina manifesta na Lei dada a Moisés exige que Gômer e seus amantes sejam apedrejados até a morte.

C. Mas Oséias não deseja denunciá-la pelos pecados do passado. Ele deseja viver com Gômer um relacionamento baseado em amor e misericórdia, onde o passado é deixado para trás, e uma nova vida pode ser iniciada.   

D. Oséias deixa isso bem claro nas seguintes afirmações:

Oséias 2:19

Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.

1. Desposar-te-ei comigo para sempre.

2. Desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo.

3. Desposar-te-ei em benignidade, e em misericórdias.


II. De que Maneira o Dilema Entre Amor e Justiça Pode Ser Solucionado?

A. Essa é uma questão importante, especialmente, diante dos atos praticados por Gômer.

B. O que Oséias deve enfatizar: retidão e justiça ou amor e misericórdia?

C. O profeta Oséias nos conta sua própria e trágica história, porque na mesma ele encontra uma metáfora apropriada para descrever o relacionamento entre Deus e Seu povo

D. Oséias sofre a dor da rejeição do verdadeiro amor e da traição, ao mesmo tempo em que consegue entender algo da “agonia” divina à medida que o Senhor tem que lidar com um povo continuamente pecaminoso.

E. No livro de Oséias a ideia de SANTIDADE assume em si mesma a plenitude daquilo que o amor representa para o Deus verdadeiro. Essa é uma verdade nunca antes manifestada no Antigo Testamento.

F. Da mesma forma que Oséias em sua mais profunda tristeza descobre que o AMOR é a única força indestrutível capaz de salvar até mesmo sua esposa perdida, assim também a SANTIDADE de Deus como a essência do seu ser, precisa manifestar o amor criativo que é capaz de ferir, mas que também é capaz de sarar, conforme lemos em

Oséias 6:1

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará.

G. Deus é o amor santo que precisa confrontar uma “natureza pecaminosa”.

H. Nós podemos então concluir dizendo o seguinte: a antítese entre o Deus SANTO, SANTO, SANTO e o homem pecador consiste no próprio amor que é a única força capaz de vencer e destruir tal antítese.

I. A história de Jesus na Cruz de Calvário nos oferece a solução perfeita que buscamos para essa agonia: ali a justiça de Deus foi servida e satisfeita em toda sua plenitude, ao mesmo que um amor que não poder ser explicado nem qualificado em termos humanos, foi demonstrado.


Conclusão

A. Acerca da Santidade de Deus, podemos então concluir o seguinte: a oração de Jesus foi: “SANTIFICADO SEJA O TEU NOME”.

B. Conforme já mencionamos diversas vezes, Jesus quebrou os paradigmas ou modelos das orações judaicas tradicionais que continuam a ser proferidas até o dia de hoje.

C. Mas na oração de Jesus devemos notar o seguinte:

1. Não existe nenhuma invocação a Abrão, Isaque ou Jacó.

2. Nenhum pedido a favor da terra de Israel, ou a favor do templo, nem imprecações — pedidos para que Deus amaldiçoe os inimigos — são mencionados.

3. O Salvador sofredor não deseja ver seus discípulos sofrendo, mas a presença do mal no mundo não é ignorada.

D. A SANTIDADE de Deus é a essência daquilo que Deus é, e seu NOME — SANTO — nos informa que ele é um Deus pessoal e que deseja ser conhecido por nós dessa maneira.  

E. A SANTIDADE do nome de Deus pode ser profanada pela desobediência dos crentes. Temos que prestar muita atenção como andamos:

Efésios 5:15

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios.

F. Somente Deus pode santificar seu nome e Ele faz isso através de grandes atos de salvação a favor de seu povo – ver Ezequiel 36.

G. A demonstração de SANTIDADE como presenciada por Isaías — ver Isaías 6:1—10 — inclui os seguintes elementos: confissão, limpeza, desafio missionário e uma resposta apropriada. Todos os que dizem: “SANTIFICADO SEJA TEU NOME” anseiam por uma experiência semelhante a de Isaías.  

H. A SANTIDADE de Deus exige pureza e justiça. Quando Deus olha para esse mundo e não vê essas coisas sendo praticadas, ele não pode ignorar as mesmas. Por outro lado, Deus é amor e seu amor é afirmado na oração do Pai Nosso pelo uso da expressão aramaica “ABBA”, que significa pai. Essas duas realidades estão em conflito no coração de Deus diante da realidade da vida como vivida pelas pessoas que pertencem ao Seu povo. O profeta Oséias entendeu bem esse dilema. A CRUZ DE CRISTO É A ÚNICA SOLUÇÃO DEFINITIVA PARA ESSE PROBLEMA.


OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE DO PAI NOSSO 
001 — INTRODUÇÃO A MATEUS 6:9—15
002 — O PAI NOSSO — PARTE 001 — MATEUS 6:9
003 — O PAI NOSSO — PARTE 002 — MATEUS 6:9
004 — O PAI NOSSO — PARTE 003 — MATEUS 6:9
005 — O PAI NOSSO — PARTE 004 — MATEUS 6:9a — PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS
006 — O PAI NOSSO — PARTE 005 — INTRODUÇÃO À ESTRUTURA DO PAI NOSSO — Mateus 6:9—13
007 — O PAI NOSSO — PARTE 006 — SANTIFICADO SEJA TEU NOME — Mateus 6:9
008 — O PAI NOSSO — PARTE 007 — A RELAÇÃO DA SANTIDADE DE DEUS COM A JUSTIÇA E O AMOR — Mateus 6:9
009 — O PAI NOSSO — PARTE 008 — O REINO DE DEUS — PARTE 001 — Mateus 6:10

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link: 
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

A ORAÇÃO DO PAI NOSSO - SERMÃO 007 — SANTIFICADO SEJA TEU NOME — Mateus 6:9



Essa série tem por objetivo expor de maneira ampla, bíblica, literária, histórica e teologicamente, a oração que chamamos de “Oração do Pai Nosso”. Nosso desejo é enriquecer a vida de todos por meio desses esboços de mensagens que também estão disponíveis em áudio. Na parte final desse artigo o leitor encontrará os links para os outros esboços e para os áudios à medida que forem sendo publicados.

A ORAÇÃO DO “PAI NOSSO”

Uma Exposição Bíblica, Literária e Teológica de Mateus 6:9—15


 Introdução:

A. Nossa fé cristã têm muitos aspectos que são exclusivos:

1. Nós somos a única fé que está baseada exclusivamente em relacionamentos: com Deus, com Jesus Cristo, com o Espírito Santo, uns com os outros e com as pessoas e o mundo ao nosso redor. A Bíblia é bastante clara nesse sentido:

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

2. Nossa fé também é exclusiva quanto à forma de salvação. Existe apenas um Salvador, Jesus, e ele é o único caminho para Deus. Jesus disse:

João 14:6

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

3. Outra característica exclusiva da nossa fé Cristã é que nosso Deus é o único Deus que se apresenta como um Deus que é Santo. Como um Deus Santo, Ele é o único que pode santificar coisas e pessoas. Assim sendo, Deus é o único que pode “Santificar” Seu próprio nome conforme a petição de Jesus e, somente Ele, pode pegar pecadores como nós e nos santificar a ponto de sermos chamados de santos. Mas o nome santo de Deus pode ser profanado por nós os pecadores:

Levítico 22:32

Não profanareis o meu santo nome, mas serei santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o SENHOR, que vos santifico.

Note a relação entre o nome de Deus e a questão da santidade de Deus e nossa santificação.

Efésios 1:1

Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus, aos santos que vivem em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus.


4. Esse é nosso tema de hoje: a santificação do nome de Deus através da petição ensinada por Jesus:

SANTIFICADO SEJA O TEU NOME

I. Os Judeus e o Nome de Deus

A. Os Judeus receberam no Monte Sinai o seguinte mandamento:

Êxodo 20:7

Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

B. Desde o momento em que Deus se manifestou a Moisés a primeira vez no monte Sinai, no evento que chamamos da “Sarça Ardente”, Deus anunciou seu nome ao povo de Israel. Alguns versículos são importantes aqui:

Êxodo 3:6

Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus.

Êxodo 3:14

Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.

C. O hebraico era, como todas as outras línguas do Oriente Médio, uma língua consonantal. Isso que dizer que o mesmo era escrito usando, exclusivamente consoantes. No primeiro versículo acima Deus afirma que ser — no tempo presente — o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, apesar dos três já estarem mortos há séculos. No segundo verso, o Senhor se apresenta como  אֶהְיֶה אֲשֶׁר אֶהְיֶה — expressão que é traduzida por EU SOU O QUE SOU. Com isso Deus se revela como alguém sempre presente, independentemente do tempo.

D. Os dois versos acima nos ensinam que o SENHOR, o Deus que se revelou a Moisés é eterno. Daí entendemos que a melhor maneira de se traduzir o nome próprio de Deus, representado pelo tetragrama יהוה YHVHseja pela expressão ETERNO. A versão de Almeida Revista e Atualizada (ARA) traduz o tetragrama pela expressão SENHOR. Mas insistimos que a expressão que traduz melhor os conceitos de Deus de Abraão, Isaque e Jacó e EU SOU O QUE SOU, é ETERNO.

E. Os judeus receberam um mandamento para não “usar esse nome de Deus יהוה YHVH — O Eterno, em vão”.

Êxodo 20:7

Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

F. Diante desse mandamento, um argumento que prevaleceu entre os judeus era que eles não podiam saber quando isso poderia acontecer — usar o nome de Deus em vão. Por esse motivo, eles decidiram nunca fazer uso do nome representado pelo tetragrama יהוה YHVH — O Eterno, porque assim não correriam nenhum risco de quebrar o terceiro mandamento. 

G. Eles passaram a usar outros nomes dados por Deus mesmo, mas sobre os quais não pesava o terceiro mandamento. Entre esses nomes nós vamos encontrar os seguintes:

אֱלֹהִים — `Elohim — traduzido por Deus na ARA.

אֵל עֶלְיוֹן  — El `Eleyon — traduzido por Deus Altíssimo na ARA.

אֵל שַׁדַּי  — El Shadday — traduzido por Deus Todo Poderoso na ARA.

 אֲדֹנָי — Adonay — traduzido por Senhor na ARA.

 יהוה — YHWH — o tetragrama é traduzido por SENHOR na ARA.

Existem vários outros nomes atribuídos ao Deus verdadeiro no Antigo Testamento. Existem, inclusive, várias combinações com o tetragrama יהוה YHVH — O Eterno.

H. Durante séculos os Judeus se recusaram a pronunciar o nome inefável de Deus יהוה YHVH — O Eterno, traduzido por “SENHOR” e cujo significado é “EU SOU”, de onde derivamos a expressão “O ETERNO”. Com isso, perdemos e pronúncia verdadeira desse Nome ficando apenas com seu significado: “O ETERNO”.

II. O Surgimento do Curioso Nome Jeová e Seus Cognatos — Jehovah, Javé, Iavé, Iahweh e etc.

A. Como dissemos o hebraico era uma língua consonantal.

B. Por volta do ano mil depois de Cristo, a vasta maioria dos judeus já não sabia mais ler o hebraico em sua forma original, como língua consonantal.

C. Por esse motivo um grupo de estudiosos judeus, encarregados de fazer as cópias dos manuscritos na língua consonantal, resolveu “inventar” uma séria de “notações” que pudessem servir como “vogais”, de tal maneira que as pessoas pudessem voltar a ler o hebraico, especialmente o hebraico contido no Antigo Testamento.

D. O trabalho desses homens conhecidos como massoretas ficou pronto e podemos ver o resultado, por exemplo, num nome muito comum usado para Deus que teria as duas formas seguintes:

אלהים — sem as notações vocálicas.

אֱלֹהִים — com as notações vocálicas.

E. Disso surgiu um grande problema: o que fazer com o nome de Deus representado pelo tetragrama יהוה YHVH? De que maneira o mesmo poderia ser vocalizado, mas ainda assim garantir que as pessoas não iriam pronunciar o nome inefável.
F. A solução um tanto engenhosa foi fundir a consoantes do tetragrama יהוה com algumas da vogais de outro nome de Deus: אֲדֹנָי — Adonay. O resultado ficou, então assim: יְהוָה.

G. A pesar da combinação, o nome deveria continuar sendo lido como ADONAY.

H. Todavia, pessoas de fora do círculo judaico, mas que tinham acesso ao texto hebraico já vocalizado passaram a ler a expressão יְהוָה — como sendo YeHVaH ou algo semelhante.  Daí surgiram nomes tais quais Jehovah ou Jeová e todos os seus cognatos.

I. Na realidade esse nome não existe de verdade, já que se trata de combinação das consonantes do tetragrama — יהוה  com as vogais de outro nome de Deus: אֲדֹנָי — Adonay.

J. Em tempos mais recentes os judeus aboliram a forma יְהוָה — lida como Adonay, e passaram a adotar apenas a expressão חַ שְׁמ  ­— ha Shem — O NOME.

III. Jesus e a Santidade do Nome de Deus

A. Jesus viveu no tempo em que os judeus se recusavam terminantemente a usar o nome inefável de Deus representado pelo tetragrama יהוה. Esse é o motivo porque os judeus se escandalizaram quando Jesus usou o nome aplicando-o diretamente a si mesmo quando disse o seguinte:

João 8:58—59

58 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU.

59 Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo.

B. Mas aqui em Mateus 6, ainda cedo em seu ministério, Jesus não queria ofender os judeus e, por isso, ele faz uso do nome de Deus naquilo que chamamos de forma passiva, ao dizer: SANTIFICADO SEJA TEU NOME.

C. Jesus usa essa forma passiva por dois motivos:

1. Primeiro porque esse era o costume da época.

2. Porque Jesus sabia que não existe ninguém a não ser o próprio Deus que seja capaz de “santificar” Seu próprio nome. Nenhum ser humano tem competência para isso.

D. Dentro do contexto da oração do Pai nosso, qual é o significado do nome de Deus? O nome de Deus aqui representa o ponto de aproximação onde é possível os seres humanos se comunicarem com Deus

E. Se não conhecemos o Nome de Deus como podemos nos relacionar com Ele?

F. O Nome de Deus também nos revela quem Ele é: o ETERNO, o EU SOU SEMPRE PRESENTE. O autor de Hebreus descreveu essa realidade dizendo:
Hebreus 13:8

Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.

IV. A Relação Entre a Santidade de Deus e a Santidade do Povo de Deus

A. Porque Deus é Santo, espera-se que o povo de Deus também seja santo:

Deuteronômio 7:6

Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra.


Deuteronômio 26:18

E o SENHOR, hoje, te fez dizer que lhe serás por povo seu próprio, como te disse, e que guardarás todos os seus mandamentos.


João 14:15

Se me amais, guardareis os meus mandamentos.


Conclusão

A. Para terminar façamos uma última leitura Bíblica que irá nos ajudar a concluir o que Jesus queria dizer ao nos ensinar a orar dizendo: Santificado seja o Teu nome.

2. A passagem é Isaías 6:1—10 e a mesma diz o seguinte:

1 No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo.

2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava.

3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.

4 As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.

5 Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!

6 Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;

7 com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado.

8 Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.
9 Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais.

10 Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos e fecha-lhe os olhos, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos e a entender com o coração, e se converta, e seja salvo.

C. Dessa passagem nós podemos tirar as seguintes conclusões:

1. Isaías vê o SENHOR demonstrar sua Santidade — Isaías 6:1—4.

2. Isaías é imediatamente convencido de sua própria pecaminosidade diante da gloriosa presença do Deus SANTO — ver Isaías 6:5.

3. Apesar de não estar dito de forma expressas, Deus, sempre Deus, manda um anjo purificar — santificar — o profeta com uma brasa retirada do altar — ver Isaías 6:6—7.

4. Depois de purificado ou santificado Deus desafia o profeta com um chamado missionário — Isaías 8a.

5. O profeta purificado ou santificado responde ao chamado de Deus dizendo: eis-me aqui, envia-me a mim — Isaías 6:8b.

D. Todas as vezes que oramos: “Santificado seja o Teu Nome”, nós estamos pedindo que Deus intervenha demonstrando Sua santidade. E como precisamos orar cada vez mais essa oração: SANTIFICADO SEJA O TEU NOME.  

E. É minha mais profunda convicção que tanto a passagem de Isaías 6:1—10, quanto a de Ezequiel 36:16—23 estão por trás do pedido de Jesus quando disse: SANTIFICADO SEJA O TEU NOME.

F. De que maneira amor e santidade podem funcionar juntos? O primeiro nos atrai para perto de Deus e a segunda tende a nos afastar do Senhor, como aconteceu com o profeta Isaías.   

G. Na próxima mensagem nós vamos ver como AMOR e SANTIDADE podem andar juntos.

Que Deus abençoe a todos.

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE DO PAI NOSSO

001 — INTRODUÇÃO A MATEUS 6:9—15

002 — O PAI NOSSO — PARTE 001 — MATEUS 6:9

003 — O PAI NOSSO — PARTE 002 — MATEUS 6:9

004 — O PAI NOSSO — PARTE 003 — MATEUS 6:9

005 — O PAI NOSSO — PARTE 004 — MATEUS 6:9a — PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS

006 — O PAI NOSSO — PARTE 005 — INTRODUÇÃO À ESTRUTURA DO PAI NOSSO —
Mateus 6:9—13

007 — O PAI NOSSO — PARTE 006 — SANTIFICADO SEJA TEU NOME — Mateus 6:9

008 — O PAI NOSSO — PARTE 007 — A RELAÇÃO DA SANTIDADE DE DEUS
COM A JUSTIÇA E O AMOR — Mateus 6:9

009 — O PAI NOSSO — PARTE 008 — O REINO DE DEUS — PARTE 001 — Mateus 6:10

010 — O PAI NOSSO — PARTE 009 — O REINO DE DEUS — PARTE 002 — Mateus 6:10
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-oracao-do-pai-nosso-sermao-010-o.html


011 — O PAI NOSSO — PARTE 010 — A VONTADE DE DEUS
Alexandros Meimaridis 

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

ATOS DOS APÓSTOLOS - SERMÃO 025 — UM HOMEM CHAMADO ESTÊVÃO - Atos 6:8—12


Disputa de Estéfano - Pinacoteca de Brera - Milão

Esse material é parte de uma série de mensagens pregadas no Livro dos Atos dos Apóstolos. As mensagens cobrem todos os 28 capítulos do Livro de Atos e no final de cada mensagem, você poderá encontrar links para outras mensagens.


Introdução

A. Logo após o derramamento do Espírito Santo, registrado em Atos 2, em cumprimento à profecia de Joel 2, Lucas nos informa que mal a Igreja cristã começou, também começaram as perseguições externas e os problemas internos.

B. Esses fatos fazem ruir, por completo, a pretensão de muitos que dizem que precisamos retornar aos dias e às práticas da Igreja Cristã Primitiva, como se ela fosse um modelo isento de dificuldades. Não era! E, como já tivemos oportunidade de perceber, aqueles irmãos além de sofrerem ataques externos, estavam também sujeitos a problemas internos, tais como:

1. A prática de mentira e de atitudes hipócritas como no caso de Ananias e Safira — ver Atos 5:1—11.

2. A prática da murmuração como no caso das viúvas dos gregos que estavam sendo desprezadas na distribuição diária de alimentos – ver Atos 6:1.

C. Temos que entender que o fato de sermos justificados — declarados justos em Cristo — não equivale a dizer que nos tornamos moralmente perfeitos. Nós somos pecadores e, onde existem pecadores, sempre haverá pecado e suas tristes consequências.  
D. Mas a existência do pecado na vida dos indivíduos e das comunidades cristãs nunca foi empecilho para o Senhor fazer Sua obra. Nem naqueles dias. Nem nos dias de hoje.

1. Assim, a missão cristã de levar avante a mensagem do Evangelho prosseguiu, apesar dos problemas internos.

2. O evangelho chegou à Samaria — ver Atos 8:4—40 — alcançou o fariseu Saulo de Tarso — ver Atos 9:1—31 — e, por fim chegou aos gentios através da conversão de Cornélio — ver Atos 10:1—11.18.

E. E toda essa expansão teve início com... 

UM HOMEM CHAMADO Στέφανος — Stéfanos — ESTÊVÃO = COROADO

I. Estêvão – verso 8.

A. Estêvão é caracterizado nas páginas do livro de Atos como um homem: ver Atos 6:3 e 8

1. De boa reputação.

2. Cheio do Espírito Santo.

3. Cheio de Sabedoria.

4. Cheio de graça, i. e., de uma personalidade graciosa parecida com a do próprio Senhor Jesus.

5. Cheio de poder que era capaz de fazer prodígios e sinais entre o povo.

B. Lucas deixa claro que o exercício do poder para praticar sinais e prodígios era algo exclusivo dos apóstolos —

Atos 2:43

Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos.

Atos 5:12

Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E costumavam todos reunir-se, de comum acordo, no Pórtico de Salomão.

— mas é óbvio que Estêvão e Felipe — dois dos sete escolhidos pela comunidade para conduzir a distribuição diária dos alimentos — eram exceções à essa regra —

Atos 6:8

Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.

Atos 8:6

As multidões atendiam, unânimes, às coisas que Filipe dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele operava.

C. A alegação de que tamanha manifestação de poder deve ser exibida nos dias de hoje por todos os pastores não se sustenta nem pelas Escrituras nem pela realidade dos fatos.

D. É óbvio que as ações de Estêvão — suas pregações e milagres — despertavam nos judeus o mesmo tipo de antipatia e inveja que o Sinédrio já tinha manifestado pelos apóstolos —

Atos 5:17—18

17 Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele, isto é, a seita dos saduceus, tomaram-se de inveja,

18 prenderam os apóstolos e os recolheram à prisão pública.

E. A pregação da verdade vai sempre incomodar as pessoas e não foi diferente no caso de Estêvão com relação aos judeus que frequentavam a Sinagoga dos Libertos, em Jerusalém. Estêvão ia lá para pregar a salvação em Cristo e estava enfrentando oposição de muitos naquele ambiente.

F. Tal oposição é ilustrativa do que aconteceu muitas outras vezes na história da igreja e do que tem acontecido, inclusive, até mesmo nos dias de hoje.  

II. Os Inimigos de Estêvão – verso 9—10.

A. Os inimigos de Estêvão estavam centrados em uma sinagoga chamada Sinagoga dos Libertos.

B. Sinagoga — As sinagogas foram idealizadas pelos judeus como uma forma de compensação pela destruição do Templo em Jerusalém pelos babilônios.

1. Nelas era possível ler as Escrituras Sagradas e ouvir uma exposição das mesmas, inclusive com tradução para outros idiomas. Era um fórum democrático e qualquer mestre, reconhecido como tal, podia fazer uso da palavra — ver Lucas 4:16—30.

2. Era também possível oferecer orações e participar de eventos comunitários. Não havia a apresentação de nenhum tipo de sacrifício como acontecia no Templo.

3. A sinagoga foi um passo importante na transformação da fé judaica, de uma fé centrada no 
sacerdócio, no Templo em Jerusalém e nas Escrituras do Antigo Testamento, para uma fé centrada nos rabinos, na sinagoga e no Talmude — essa horrorosa invenção dos rabinos judeus escrita para descaracterizar o texto do Antigo Testamento.

4. Ela também serviu de modelo para a forma adotada pela Igreja Cristã com seus “prédios”, chamados de “igreja” e seus líderes, chamados de “pastores”.  

C. Libertos. Essa é uma palavra curiosa. Ela nos é apresentada no Novo Testamento como Λιβερτίνων Libertínon — e é uma transliteração do termo latino equivalente: “libertini”. Eram chamados de “libertos” todos aqueles que, alguma vez em suas vidas, haviam sido escravos dos romanos e que haviam sido postos em liberdade.

D. Aparentemente, muitos desses escravos libertados eram judeus da diáspora e alguns se mudaram para Jerusalém vindo de regiões distantes, como o norte da África — Cirenaica e Alexandria — do norte da Palestina — Cilícia, onde estava localizada a cidade de Tarso — e da Ásia. Eles retornavam para: 1) se aposentar em Jerusalém; 2) morrer e ser sepultado próximo do templo de Deus, pois consideravam isso, de forma supersticiosa, um privilégio que os distinguia das outras pessoas.

E. Era nessa sinagoga que Estêvão costumava congregar e, como era mestre, ensinar acerca de Jesus e da ressurreição. O texto de Atos nos diz que aqueles homens não podiam resistir “à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava” – ver Atos 6:10 e comparar com Lucas 12:11—12 e 21:14—15.

III. As Táticas Utilizadas Pelos Inimigos de Estêvão – versos 11—15.

A. Tudo começou com um questionamento acerca daquilo que Estêvão estava ensinando.

B. Não tendo argumentos para discutir — grego συζητέω suzetéo = procurar ou examinar algo juntos; no Novo Testamento é usado no sentido de: discutir, disputar e questionar — os inimigos de Estêvão resolveram apelar para a ignorância. 

C. Quando faltam argumentos sobram atos de violência e crueldade. Alguns desses atos são sutis, mas outras vezes, são bem acintosos. Nesse caso, para os inimigos de Estêvão, não havia nada que “um pouco de lama” não fosse suficiente para resolver o problema.

1. Eles subornaram alguns homens para inventarem mentiras contra Estêvão, alegando que ele havia proferido blasfêmias — denegrido — contra Moisés e contra Deus — verso 11.

2. Com isso eles conseguiram criar um movimento de oposição a Estêvão e seus ensinamentos, que era suficiente para sublevar o povo, os anciãos e os escribas — verso 12a.

D. Dessa forma, com toda essa mobilização, eles foram capazes de prender Estêvão e arrastá-lo para o Sinédrio — verso 12b.

E. Assim, a oposição ao nível teológico degenerou em falsas acusações e mentiras até culminar com a violência da prisão.

Conclusão

A. A Comunidade Boas Novas é uma comunidade de pessoas justificadas — declaradas justas por Deus — mas não pretende que seus membros sejam moralmente perfeitos. Somos todos pecadores e se alguém está aqui à procura da igreja perfeita, queremos deixar claro que esse não é o lugar certo para você.

B. Nós somos como a Igreja Cristã Primitiva, somos uma comunidade de pessoas imperfeitas que luta contra o pecado no indivíduo, na comunidade cristã e na sociedade. Não temos, em nenhum momento que seja, a pretensão de sermos moralmente perfeitos. Nós somos todos pecadores.

C. Infelizmente, temos que compreender que:

1. Sempre existirão aqueles que usam as dificuldades causadas pelo pecado, como uma desculpa que acham aceitável, para se afastarem da comunhão cristã. No fundo essas pessoas se acham “boas demais” para se misturar com reles pecadores. É fácil identificar essas pessoas:

a. Elas não aceitam que cometem erros também e nunca pedem perdão por seus pecados.

b. Sendo assim “perfeitos”, essas pessoas além de não reconhecerem seus erros e pedir perdão pelos mesmos, não admitem o pecado na vida dos outros e não estão dispostos a perdoar quando alguém lhes é ofensivo. Tudo isso não passa de grossa hipocrisia.

c. Sempre existirão aqueles que não irão aceitar os ensinamentos das Escrituras e irão preferir se apegar às suas tradições e aos ensinamentos a que estão acostumados. Para esses também é mais fácil largar mão de tudo e se afastar da comunhão ou, quando possuem o poder em suas mãos, agir de forma truculenta.

D. Temos que entender, de uma vez por todas que:

1. A expressão “igreja” em grego se refere sempre ao um grupo de pessoas e nunca é usada no Novo Testamento para se referir a nenhum tipo de construção.

2. As palavras gregas “pastor”, “bispo” e “presbítero” são meros descritores de função e nunca foram usadas no Novo Testamento com títulos para indicar a importância de uma pessoa ou destacar e diferenciar um irmão dentre os outros.

E. Nossa força deve centrada em Deus e na Sua Palavra — a Bíblia. É dela que devemos derivar todos os nossos argumentos e depender de Deus para vê-los triunfar.

F. Não podemos em nenhuma hipótese ou circunstância e, sob nenhum tipo de alegação, lançar mão de meios escusos ou violentos para fazer prevalecer nosso ponto de vista ou forma como entendemos algo.

G. Que outros façam uso desses recursos contra nós. E que nós possamos sempre confiar em Deus para que Ele nos livre de fazer uso de tais coisas perversas.

Que Deus ilumine e abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

OUTRAS MENSAGENS DO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — PARTE 2 — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 003 — A TRANSIÇÃO DO VOLUME ANTERIOR — Atos 1:1—5

SERMÃO 004 — A NOVA DIREÇÃO EXPLICADA — Atos 1:6—8

SERMÃO 005 — A ASCENSÃO DE JESUS — Atos 1:9—11

SERMÃO 006 — PERSEVERANDO UNÂNIMES — Atos 1:12—26

SERMÃO 007 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 001 — Atos 2:1—4

SERMÃO 008 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 002 — Atos 2:5—15

SERMÃO 009 — A PROFECIA DE JOEL — Atos 2:14—21

SERMÃO 010 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 001 — Atos 2:22—36

SERMÃO 011 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 002 — Atos 2:37—41

SERMÃO 012 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47

SERMÃO 013 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47 — PARTE 002

SERMÃO 014 — A CURA DE UM PARALÍTICO DE NASCENÇA — Atos 3:1—10

SERMÃO 015 — A EXALTAÇÃO DE JESUS E A CONDENAÇÃO DOS HOMENS — Atos 3:11—21

SERMÃO 016 — SALVAÇÃO E REFRIGÉRIO: BÊNÇÃOS DAS DUAS VINDAS DE JESUS— Atos 3:17—21

SERMÃO 017 — JESUS CUMPRE AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO — Atos 3:22—26

SERMÃO 018 — INÍCIO DAS PERSEGUIÇÕES — Atos 4:1—22

SERMÃO 019 — A IGREJA ORA EM COMUNHÃO — Atos 4:23—31

SERMÃO 020 — A IGREJA VIVE EM COMUNHÃO — Atos 4:32—37

SERMÃO 021 — ANANIAS E SAFIRA — Atos 5:1—11

SERMÃO 022 — A COMUNIDADE DOS CRENTES — Atos 5:12—16

SERMÃO 023 — PRISÃO, JULGAMENTO, AÇOITES = ALEGRIA E O PARECER DE GAMALIEL — Atos 5:17—42

SERMÃO 024 — DIVERSIDADE DE DONS = CRESCIMENTO DA IGREJA — Atos 6:1—7

SERMÃO 025 — UM HOMEM CHAMADO ESTÊVÃO — Atos 6:8—12
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SERMÃO 026 — ACUSAÇÕES CONTRA UM HOMEM HONESTO — Atos 6:13—15

SERMÃO 027 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E O DEUS DA GLÓRIA — Atos 7:1—8



SERMÃO 030 — A DEFESA DE ESTEVÃO — Três Acusações Devastadoras — Parte 4 — Atos 7:44—53

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