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quarta-feira, 17 de maio de 2017

DESENHO INTELIGENTE


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Não é preciso ser muito inteligente para olhar ao nosso redor e começar a fazer perguntas óbvias? Por que existe um eucalipto? Por que existe um pinheiro. Por que existe uma mangueira ou uma amoreira? Por que existem tantos pássaros? Por que tantos animais tão diversos? Por que tantas estrelas brilham no céu e etc.? Existem, de modo bem geral duas respostas para essas questões: a primeira alega que tudo o que está aí é fruto do acaso, apesar do fato que muitos defensores do acaso têm, recentemente, adotado a posição que tudo que está aí é fruto da criação de seres alienígenas, incluindo-se aí o patético biólogo nigeriano Richard Dawkins; a segunda resposta afirma que tudo o que existe no universo foi criado por um ser inteligente e Todo-Poderoso. O debate prossegue acirrado, porque a admissão por parte dos defensores do acaso da existência de um ser assim é excluída a priori. Tal ser não existe e mesmo que existisse ele não poderia existir, dizem eles.

Foi em meados da década de 1990 que tomei conhecimento de um pequeno livro intitulado Darwin’s Black Box — The Biochemical Challenge to Evolution[1] escrito por um bioquímico estadunidense chamado Michael J. Behe. Com um estilo direto que possibilita qualquer pessoa entender o que está sendo dito, Behe mostra em seu livro que é impossível levarmos o reducionismo proposto pela chamada teoria da evolução a sério. Seu livro continua sem resposta até hoje.

Recentemente tomamos conhecimento de um seminário acontecido no Brasil que envolveu criacionistas brasileiros e estrangeiros, inclusive Michael Behe. A propósito desse encontro o programa Domingo Espetacular comandado pelo brilhante Paulo Henrique Amorim apresentou uma reportagem onde algumas das premissas do desenho inteligente — inteligent design — são apresentadas.

Único senão para o vídeo apresentado logo abaixo, trata-se da bobagem relativa ao nome de Deus representado pelo tetragrama hebraico יהוה — YHVH — que é traduzido erroneamente pelo curioso nome Javé. Note como as quatro consoantes hebraicas do nome original são reduzidas a apenas duas!

Para os que tiverem interesse em saber como o tetragrama hebraico יהוה — YHVH — virou o curioso nome Jeová sugerimos a leitura de nosso artigo:


Isto posto, recomendamos a todos que assistam o vídeo indicado pelo link abaixo e compartilhem o mesmo ao máximo para a instrução de todas as pessoas:


Sugerimos aos nossos leitores que leiam —

OUTROS ARTIGOS QUE FALAM DA CRIAÇÃO DE DEUS
















































Que o Deus Criador abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] O livro está traduzido para o português e foi publicado pela Zahar Editores.

domingo, 19 de abril de 2015

A ORIGEM DOS SERES HUMANOS


Desde que eu me entendo por gente e isso muito antes de me converter ao Senhor Jesus, eu tive a oportunidade de ouvir um sem número de vezes a velha história acerca da chamada teoria da evolução. Em todos esses discursos era muito raro ouvir falar sobre o “elo perdido” — assim mesmo no singular. 

Homem de Pequim considerado um elo perdido. Foi reconstruído a partir da descoberta de uns poucos ossos.

Mais tarde eu tive a oportunidade de morar durante onze anos nos EUA. Uma boa parte desse tempo eu morei na ilha de Manhattan, parte do complexo de cinco distritos que compõem a cidade de Nova Iorque. 

Um dos museus que o pessoal que passava pela minha casa nos EUA mais gostava de visitar era o Museu de Ciências Naturais. O museu é gigantesco e se estende da rua 77 até a rua 81 do outro lado de uma das laterais do Central Park. 

Foto do interior do Museu Nacional de História Natural em Noba Iorque

Nessas visitas não era incomum encontrar grupos de estudantes sendo ensinados as mesmas e velhas histórias acerca da “teoria da evolução” como se fosse a mais absoluta das verdades. 

O discurso de sempre é o mesmo com pequenas variações e diz mais ou menos o seguinte: 

“Cerca de 4 milhões de anos atrás — será que eles têm a mínima noção do que estão falando? — alguns animais semelhantes aos macacos, começaram a andar de forma ereta, dando os primeiro passos para se tornarem seres humanos. O tempo[1], o acaso[2] e a luta pela sobrevivência continuaram nos moldando”. 

De acordo com o autor de muitos livros de ficção Carl Sagan: “Somente com a morte de um imenso número de organismos levemente mal adaptados, nós somos cérebros e tudo o mais nos dias de hoje”[3]  

O doutrinamento prossegue: Com o passar do tempo grupos sociais se transformaram na principal razão da nossa sobrevivência, à medida que a família humana evoluía enquanto o prazer sexual era oferecido em troca de comida e proteção. Essa parte da explicação casa com a teoria de Boyce Rensberger, que escreveu um artigo acerca do modo como o sexo “animal” tornou-se a afável expressão “fazer amor” entre os seres humanos.[4] E prosseguem: Hoje em dia nós somos capazes de direcionar nossa evolução futura, mas para evitar nossa extinção nós precisamos estar cientes de nossa origem animal e dos nossos instintos. Assim, podemos dizer que a “evolução” é “ciência” da sobrevivência humana. 

Olha, eu não arriscaria a minha vida para defender que o ensinamento acima é 100% exato. Mas tendo ouvido e lido essa mesma história por centenas de vezes é impossível não notar que as mesmas mantêm certos elementos inalterados. Por exemplo: todas essas apresentações estão repletas de especulações compostas, geralmente envolvendo detalhes sexuais explícitos e sempre incluem uma palavra que dá a impressão de que a verdadeira salvação encontra-se na “ciência”. Essas mentiras são apresentadas como “fatos” e “ciência”, mas não se oferece nenhum material que justifique as mesmas. Também, como seria possível, trata-se de mentiras. Independentemente de tudo isso, essa é a apresentação que nos é servida todos os dias, seja nas escolas — no meu primeiro ano de Comunicação Social em 1974 o professor da Matéria de Comunicação Visual e Oral já usava tais argumentos ridículos — seja nos programas infantis, ou nos canais profissionais como o History, o Discovery o NatGeo e etc. A verdade é uma só: TODO MUNDO MENTE, quando o assunto é a origem humana amparada na falsa e moribunda teoria da evolução. Todavia, os proponentes dessa teoria são sempre apresentados como doutores em seus respectivos campos de atuação. Mas as coisas não são como parecem. Existem cientistas que duvidam que outros cientistas tenham qualquer ideia verdadeira acerca das afirmações mentirosas que fazem em tais programas apenas para aparecer. No final do artigo ofereço alguns links para artigos em que desmantelamos por completo as bobagens do biólogo nigeriano, Dr. Richard Dawkins, e sua crença na teoria da evolução, além de outro tratando da evolução e de Charles Darwin, especificamente. 

Mas, diante de tudo isso, nós precisamos nos perguntar quais são mesmo os fatos acerca da origem da Raça Humana? É com profundo pesar que temos que admitir a constatação que tais fatos não estão disponíveis para a maioria das pessoas porque o negócio envolvendo a fantasia evolucionista rende muito dinheiro para todos esses chamados “especialistas”. Tudo o que eles nos apresentam, seja em revistas chamadas científicas, programas de TV e etc. são obras de arte de reconstruções baseadas na farta imaginação dos criadores das ideias de como tudo se passou, desde os macacos até chegarmos aos seres humanos. 

Uma das questões mais graves é que em nenhuma dessas apresentações, incluindo-se aí livros-textos, enciclopédias e artigos publicados em jornais e revistas apresentam as seguintes verdades de modo claro e explícito: 

1. Evolucionistas de renome admitem que os chamados “elos perdidos” entre os macacos e os seres humanos continuam PERDIDOS, e eles não têm a menor ideia de onde os mesmos poderiam ser encontrados. 

2. Os supostos “elos perdidos” entre os grupos de plantas e animais, também continuam PERDIDOS e eles também não sabem nem por onde começar suas pesquisas. 

A prova desse estado de coisas pode ser encontrada no artigo escrito por Stephen Gould intitulado “Man a Subtle Accident” — O Ser Humano, um Acidente Sutil”, que foi publicado 1980. De fato, é somente na Bíblia que encontramos uma explicação satisfatória de como os seres humanos surgiram no planeta Terra. Com esse intuito em mente queremos oferecer, para a apreciação dos nossos leitores, os seguintes fatos: 

Concepção artística do homem de neandertal - ser humano

1. Os homens de Neandertal sempre foram apresentados pelos evolucionistas como seres brutos, de peito largo e pernas tortas e um verdadeiro elo entre os macacos e os seres humanos. Mas pesquisas recentes nos informam que várias doenças ósseas comuns entre os neandertais provam que os criacionistas estiveram sempre certos e que os neandertais eram apenas pessoas, completamente humanas[5]. 

Mas tem mais ainda. Não foram apenas o neandertais que foram considerados como seres sub-humanos pelos “doutores” evolucionistas. 

John Langdon Down

O afamado Dr. Down - John Langdon Down - chamou a síndrome por ele diagnosticada de “Idiotia Mongolóide”, por que, devido a preconceitos inconfessáveis, imaginava que as crianças nascidas com essa condição — uma adição no cromossomo 21 chamada de trissomia do cromossomo 21 — representavam um “retrocesso” ao estágio mongoloide da evolução humana. Mais triste ainda são as palavras de Henry Fairfield Osborn, notório defensor da evolução por meio da adoção do chamado homem de Nebraska - ler mais adiante - que certa vez escreveu o seguinte: “cientistas ‘imparciais’ classificariam os seres humanos não apenas em diferentes espécies, mas também em diferentes gêneros, inclusive”. Prosseguindo ele disse: “O padrão de inteligência médio de um adulto negro — a quem o evolucionista Dr. Osborn classifica como uma espécie sub-humana distinta — é semelhante ao de uma criança de onze anos da espécie Homo Sapiens”. 

Todas essas ideias, é bem verdade, são rejeitadas pela maioria dos evolucionistas da atualidade, mas eram considerados como “fatos científicos a favor da evolução” nos dias de Osborn e no entendimento de como a ciência entendia essas coisas nas décadas de 1930 e 1940. Enquanto isso a Bíblia se mantinha estável ensinando que todos os seres humanos são criaturas de Deus. 

O Homem de Pitdown  

Doutores evolucionistas contemplam restos do famoso homem de Pitdown

É muito provável que não exista uma mentira maior na área do evolucionismo do que essa, que foi chamado de “homem de Pitdown”. Mas de 1912 — quando a mandíbula foi encontrada — até 1950, a mensagem das chamadas “otoridades” científicas era bem clara: “Você pode acreditar na criação se você assim desejar, mas os fatos estão todos do lado da evolução”. Os fatos nesse caso específico revelaram que a mandíbula atribuída ao inventado “homem de Pitdown” não passava de uma mandíbula de macaco, com dentes humanos obturados, “encontrada” ao lado de um crânio humano. Tanto a mandíbula quando o crânio haviam sido tratados quimicamente para parecerem mais velhos[6]. Durante 38 anos os evolucionista sustentaram uma grossa mentira que eles sabiam que era mesmo uma mentira! 

O famigerado homem de Pitdown, todavia, provou-se valiosos, pelo menos numa coisa: trata-se da velha pergunta que diz: “É possível que todos os cientistas estejam virtualmente errados numa questão tão importante quanto a origem dos seres humanos’? A resposta mais enfática que nos é oferecida pelo homem de Pitdown é um sonoro: SIM! Mas essa não teria sido nem a primeira nem a última vez que isso aconteceu e continua acontecendo. Durante os anos em que se acreditou na “veracidade” do homem de Pitdown, cerca de 500 teses de doutorado foram escritas e defendidas tratando a descoberta como científica. Nenhum de todos os “doutores” que escreveram sobre o homem de Pitdown foi capaz de enxergar a mentira, a invencionice e a canalhice por trás de toda aquela patifaria. E esse senhores esperam serem levados a sério mesmo em nossos dias. 

É lícito nos perguntarmos o que vai acontecer com os “fatos científicos da evolução” dos dias de hoje, daqui a, digamos, 50 anos? Quanto ao que a Bíblia diz acerca disso, continua verdadeira a frase do teólogo reformado Francis A. Schaeffer que disse: “Não há, nem nunca haverá nenhuma contradição definitiva entre a ciência e as Escrituras Sagradas”.[7] 

Seres Humanos Inventados a Partir de Um Único Dente  


o Dr. Henry Fairfield Osborn e sua concepção do homem de Nebraska, reconstruído a partir de um único dente, de um porco extinto!

Uma das mais dramáticas invencionices dos defensores da “teoria da evolução” trata do chamado “Homem de Nebraska”, chamado cientificamente de: Hesperopithecus haroldcookii. As curiosas peças de exibição, geralmente mostravam o tal “homem” reconstruído com pele, pêlos, cabelos, e toda sua família! Agora é da maior importância que digamos aquilo que foi sonegado durante muito tempo pelos promotores do “Homem de Nebraska”, como mais um elo perdido entre os macacos e os seres humanos. Toda a fantasiosa reconstrução do tal homem estava baseada na descoberta de um único dente! Haja imaginação e criatividade. E o pior, é que muitos criacionista aceitaram esse embuste para defender suas ideias. Bando de amadores. No final das contas descobriu-se que o tal dente que foi encontrado em 1917, não passava do dente de um porco extinto. Mas muitas carreiras avançaram, muitos prêmios foram concedidos e muitas aleivosias contra as Escrituras Sagradas foram levantadas, até que o embuste foi revelado e a casa de cartas rui, silenciosamente. Ninguém noticiou nada. Foi como se não tivesse existindo. Falou-se muito da “descoberta”, mas não se falou nada da verdadeira descoberta!

Ramapithecus

Tudo isso ensinou os evolucionistas modernos a serem um pouco mais cuidadosos com suas “descobertas” e “afirmações científicas”. Mesmo assim, foi apenas em 1979 que uma descoberta que recebeu o nome de Ramapithecus — que foi reconstruído na forma de um bípede com base apenas numa mandíbula com dentes — foi definitivamente descartada como sendo uma representação FALSA pelos evolucionistas e como não tendo qualquer coisa a ver com o surgimento da raça humana sobre a Terra.
Mas mesmo nos dias de hoje, um objeto de pesquisa chamado de Aegyptopithecus — não confundir com o mosquito da dengue, risos — é apresentado como sendo o “ancestral psicológico” — risos — dos seres humanos, com base exclusivamente na criativa análise comportamental dos caninos encontrados nos machos.

Uma das muitas concepções de Lucy
Todo mundo com mais de 50 anos vai se lembrar de “Lucy” e dos Australopithecines ilustrando a capa da revista TIME, e saudada com a descoberta definitiva do elo perdido entre macacos e seres humanos. Essa história permanece até hoje, apesar de não termos registro de nenhum desenvolvimento posterior que vá além do estardalhaço feito na TIME, na década de 1970. Por outro lado, criacionistas não perderam tempo e copiaram o crânio apresentado pelo Dr. Donald Johnson, descobridor de Lucy, e exibem cópias do mesmo ao lado de crânios de chimpanzés, provando que os dois são praticamente idênticos. Ou seja, Lucy não é ancestral humano é apenas mais um macaco querendo aparecer. As semelhanças são tão grandes entre os dois crânios que a verdadeira ciência resolveu chamar os chimpanzés modernos de Australopithecines Africanus. O próprio Dr, Johnson admite hoje, que Lucy é ainda mais “primitiva” que os chipanzés modernos. Assim podemos afirma com tranquilidade, que Lucy e seus parentes são apenas parte da grande variedade de macacos, e nada, além disso.     
Mas nesse ponto algum defensor da chamada “teoria da evolução” poderia objetar nossos argumentos sobre Lucy, dizendo o seguinte: “Existe uma diferença crucial na comparação feita entre Lucy e os chimpanzés: Lucy andava ereta e isso é suficiente para transformá-la numa legítima ancestral dos seres humanos”. Mas que grande tolice. Qualquer antropologista evolucionário é capaz de nos dizer que os chimpanzés que habitam as florestas tropicais passam boa parte dos seus dias na posição ereta. Que conclusão podemos tirar: podemos admitir que o fato de Lucy andar ereta faz ela parecida com os seres humanos, como também a faz parecida com os chimpanzés modernos. E no restante? Ah!, no restante ela é apenas uma macaca velha mesmo.

Pegadas de Leteoli

Outro fato acerca do quão pouco se fala, ainda em conexão com Lucy é que temos evidências que pessoas já andavam eretas antes de Lucy ser fossilizada. Exemplos desse caso são: o hominídio Kanopi, o homem Castenedolo e é possível que as marcas de pés descobertas por Mary Leakey — marcas de pés de Laetoli — bem como as marcas semelhantes a pés humanos preservadas juntamente com pisadas de dinossauros no fundo rochoso do rio Poluxy, no estado do Texas nos EUA, sejam mesmo de seres humanos[8]. Nesse caso, SE pessoas já andavam eretas antes de Lucy, ela fica definitivamente descartada como sendo nossa ancestral.
Mas uma pergunta intriga a todos nós criacionistas: Lucy andava ereta mesmo? Estudos das características anatômicas feitos em alguns desses fósseis nos servem como advertência contra a pronta aceitação dessa história, de acordo com o anatomista Charlews Oxnard, numa publicação dirigida para professores de biologia. Com base numa análise multivariada, uma técnica computacional objetiva usada para fazer análises de esqueletos, o professor Oxnard chegou às seguintes conclusões:
A evidência é bem clara que os australopithecines não andavam eretos, pelo menos não na forma que os seres humanos fazem. O professor Oxnard recomenda que todos sejam críticos. Que ensinem, escrevam artigos e etc., que conduzam as pessoas a examinarem que “fatos” realmente sustentam essas teorias tão populares baseadas nas opiniões de medalhões — geralmente com intenções inconfessáveis — e que aprendam a explorar teorias alternativas e que testem todas as ideias e suposições usando as evidências disponíveis.
Diante disso só temos a lamentar que a vasta maioria das pessoas não podem pensar de forma crítica, se tudo o que conhecem e que lhes é apresentado é que a evolução é a única opção verdadeiramente aceitável pela “ciência”. Todavia, muitos professores em nossos dias já reconhecem que a apresentação da “teoria da evolução” com única opção viável, não é boa ciência e leva todos a se perguntarem: como a ciência pode ser tão tacanha ao desconsiderar qualquer outra possibilidade, que não seja a única que lhe parece certa? Mas aos poucos, mesmo as pessoas comuns começam a entender que a liberdade acadêmica precisa, necessariamente, incluir a liberdade de discutir o como, mas também se a evolução de fato aconteceu. E, mais importante ainda, precisamos ter a liberdade de discutir a proposta dos evolucionistas de que a teoria deles é a única alternativa lógica e cientificamente aceitável.  
Uma das questões que mais me chocam é perceber o enorme descaso dos chamados cientistas com alguns dos temas, usados inclusive por eles mesmos, nos quais são incapazes de reagir às suas próprias tolices. Um caso típico é não distinguirem objetos moldados pelo tempo e acaso daqueles que, evidentemente foram desenhados por alguém inteligente.
De acordo com este modelo chamado de “científico” o Universo e todas as leis físicas que encontramos em funcionamento foram criadas, meramente pelo acaso durante o chamado “Big Bang”, que teria ocorrido de 15 a 20 bilhões de anos. Para que não sejamos enganados é necessário entendermos como o Dicionário Aurélio Século XXI define o termo “acaso”. Acaso: “é o conjunto de causas imprevisíveis e independentes entre si, que não se prendem a um encadeamento lógico ou racional, e que determinam um acontecimento qualquer”. De acordo com os proponentes desta escola, “nós, os seres humanos, existimos através de um complicado processo aleatório — esse processo é dependente de fatores incertos, sujeitos ao acaso; casual, fortuito, acidental – e que é pomposamente chamado de “evolução”. Para acomodar as possibilidades de as coisas darem “certo”, nesse esquema, o que é praticamente impossível diante da quantidade de possibilidades que precisaram “dar certo”, para chegar onde estamos, é necessário tempo, muito tempo. Daí a figura astronômica apontada acima. Dentro deste modelo devemos nossa presença aqui ao total acaso. A religião é apenas um desenvolvimento natural dentro do processo “progressivo” da evolução. De acordo com esse modelo nós cessamos de existir quando morremos. Entre os defensores dessas idéias podemos encontrar o romancista Isaac Assimov, o astrônomo Carl Sagan, o físico Stephen Hawking, o paleontólogo Stephen Jay Gould e o biólogo e dublê de filósofo nigeriano, Richard Dawkins.
Mas, como uma alternativa, existem muitos cientistas criacionistas que afirmam que a evidência da psicologia anatômica e da genética nos capacita a reconhecer que seres humanos e macacos são tipos que foram criados de modo separado. Os fósseis encontrados até hoje indicam que os macacos e os seres humanos existiam como tipos separados, mas com uma variedade limitada, tanto no passado quanto no presente. Diante dessas evidências, muitos cientistas estão agora desenvolvendo e começando a defender a Criação como um modelo científico, capaz de competir com a “teoria da evolução” no mercado das ideias.
A questão crucial nesse processo todo é que: Aquilo em que você acredita influencia o todo da sua vida. No caso envolvendo o Criacionismo e a teoria da evolução, cada um de nós precisa avaliar os fatos e tomar a decisão conforme sua própria consciência.
É uma pena que os ainticriacionistas não pensem assim e desejem impor sua posição de todas as maneira e formas, especialmente nas escolas onde as crianças e jovens estão mais vulneráveis. Por outro lado também não concordamos com nenhuma escola, dita cristã, que produz seu próprio material escolar e apresenta apenas a posição criacionista. A comparação é a única base para uma tomada de decisão de acordo com a consciência de cada um. E é também, a única verdadeiramente científica. Os elementos a serem utilizados são: a lógica, a observação e os procedimentos testados e provados verdadeiros.
Os fósseis seriam um bom lugar para se começar. Qual é a inferência mais lógica da nossa perspectiva de observação: Criação ou Evolução? Certamente todos os leitores têm a capacidade para tomar uma decisão inteligente.
ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS





















Que Deus abençoe a todos. 
Alexandros Meimaridis. 
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[1] Tempo — Período sem interrupções no qual os acontecimentos ocorrem; continuidade que corresponde à duração das coisas (presente, passado e futuro); o que se consegue medir através dos dias, dos meses ou dos anos; duração.
[2]  Acaso — Causa fictícia de acontecimentos que aparentemente só estão subordinados à lei das probabilidades.
[3] Frase adaptada de uma citação feita por Carl Sagan numa entrevista concedida para a revista Time intitulada “The Cosmic Explainer". Revista TIME com data de capa de 20 de Outubro de 1980. Naquele ano eu estava fazendo meu mestrado em Michigan.
[4] Rensberger, Boyce. Our Sexual Origins em Science Digest, Winter, 1979, Edição Especial. 
[5] Duane T. Gish. Evolution, The Fossils Say No! Creation Life Publishers, San Diego. 1979.
[6] Quem quiser conhecer melhor a tramóia inventada pelos evolucionistas poderá fazê-lo, por exemplo, por desse link aqui: http://hoaxes.org/archive/permalink/the_piltdown_man/
[7] Schaeffer, Francis A. No Final Conflict. Inter-Varsity Pres, Doeners Grove, 5th Edition, 1979
[8] Parker, Gary, Creation: 'The Facts of Life. Creation-Life Publishers, San Diego, 1980.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

ADESÃO A RELIGIÕES ESTÁ EM DECLÍNIO NO MUNDO INTEIRO


Concepção artística da Acrópole e da Agorá em Atenas onde existiam mais de 600 estátuas de ídolos.
         
O material abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Dan Martins.

O DECLÍNIO DAS RELIGIÕES

Estudiosos apontam para o declínio das religiões e avanço do ateísmo em todo o mundo

Por Dan Martins em 2 de janeiro de 2015

Uma tendência mundial que tem chamado a atenção de estudiosos da sociologia e ciências da religião é o número cada vez maior de pessoas que se afastam da religião, e que se declaram abertamente como ateus.

Uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup International, que entrevistou mais de 50 mil pessoas em 57 países, mostra que o número de indivíduos que se dizem religiosos caiu de 77% para 68% entre 2005 e 2011, enquanto o número daqueles que se identificaram como ateus subiu 3%, elevando para 13% a proporção da população sem religião.

– Há muito mais ateus no mundo hoje do que jamais houve, tanto em números absolutos quanto em porcentagem da humanidade – relata Phil Zuckerman, professor de sociologia e estudos seculares no Pitzer College, na Califórnia, e autor de “Living the Secular Life” (“Vivendo uma vida secular”, em tradução livre).

Zuckerman afirma que o capitalismo e o acesso à tecnologia e à educação parecem ter relação direta com o declínio da religiosidade em algumas populações, e ressalta que nações que registram maiores taxas de ateísmo tendem a ser aquelas que oferecem a seus cidadãos uma estabilidade econômica, política e existencial relativamente alta.
Porém, mesmo com a redução do número de religiosos em muitos países, os estudiosos afirmam que “declínio, no entanto, não quer dizer desaparecimento”, como argumenta Ara Norenzayan, psicólogo social da Universidade da Columbia Britânica em Vancouver, no Canadá, e autor de Big Gods (“Grandes Deuses”, em tradução livre).

– Por alguma razão, a religião parece dar um sentido ao sofrimento, muito mais do que qualquer ideal secular – ressalta Norenzayan, que acredita que, mesmo se os problemas do mundo fossem milagrosamente resolvidos e todos nós vivêssemos em paz e igualdade, as religiões ainda estariam entre nós.

De acordo com a BBC, os acadêmicos apontam dois motivos principais pelos quais acreditam que as religiões sempre vão existir, apesar do seu aparente declínio. O primeiro deles é o que a neuropsicologia chama de “buraco na forma de Deus”, uma suposta falha evolucionária que nos torna “vulneráveis” a acreditar em forças intangíveis. Outro fator é que a religião promove coesão e cooperação em grupo, muitas vezes pelo medo ou pela adoração a um ser superior, o que ajudou a manter a ordem em muitas sociedades, o que, segundo os especialistas, ainda colabora para a continuidade da presença de religião em inúmeras culturas.

O material original do site Gnotícias poderá ser lido por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO
1. O declínio das religiões não afeta a fé cristã já que a mesma não é uma religião e sim um relacionamento vivo com o Deus verdadeiro, conforme disse o próprio Senhor Jesus:

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

2. Por outro lado, existe uma pergunta de Jesus nos evangelhos que diz respeito aos adeptos da fé cristã como relacionamento. Essa pergunta encontra-se em:

Luvas 18:8b

Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

Como o contexto do verso acima fala de oração, a pergunta de Cristo tem tudo a ver com a prática da oração, algo que, realmente, tem se tornado cada vez mais raro seja no meio dos cristãos históricos seja no meio dos chamados evangélicos.

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Alexandros Meimaridis

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sábado, 13 de dezembro de 2014

DARWINISMO E TEORIA DA EVOLUÇÃO SÃO COLOCADAS EM CHEQUE



O material abaixo foi publicado pela revista ISTOÉ e é de autoria de Rodrigo Cardoso.

COMPORTAMENTO

Eles desafiam Darwin

Cientistas brasileiros se aliam a um grupo de acadêmicos americanos e começam a defender nas universidades do País que a vida teria sido criada por uma mente inteligente

Por Rodrigo Cardoso (rcardoso@istoe.com.br)

Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.

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 POLÊMICA: Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp (acima),
e o americano Paul Nelson: eles defendem o fim do paradigma da Teoria Evolutiva


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Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson, entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”

Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook, mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.

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Foto: João Castellano/Ag. Istoé

NOSSO COMENTÁRIO

Que me perdoe vossa “qualquer coisa” Dr. Diogo Meyer, mas seus comentários são os mais idiotas que já tive oportunidade de ler em meus longos 60 anos de existência, com 33 desses anos discutindo as possibilidades do processo evolutivo como proposto por Charles Darwin e, mais recentemente pelo nigeriano Richard Dawkins, propostas essas que tivemos a oportunidade de desmantelar por completo em nossos artigos que podem ser lidos por meio dos links abaixo.

Além do mais o livro do professor Dr. Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin continua sem uma resposta adequada por parte dos doutores evolucionistas. E olha que esse livro foi publicado em 1996!

Dr, Michael J. Behe

ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS





















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Alexandros Meimaridis

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