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sábado, 29 de outubro de 2016

STAR WARS E O DESPERTAR DA FORÇA



Em alguns dias, a rede Telecine — TV Paga — irá apresentar a última produção da série Guerra nas Estrelas — Star Wars — The Force Awakens ou O Deespertar da Força. Certamente o mesmo irá chamar a atenção de muitos. As mensagens transmitidas pela série têm sido sempre muito intrigantes para a vasta maioria do povo evangélico, pois muitos procuram ver elementos que possa estar alinhados com os ensinamentos da Bíblia. Mas a realidade é completamente outra. A série está imersa em profundas imagens gnósticas e o artigo abaixo, de autoria do Professor Doutor Wilson Roberto Vieira Ferreira nos ajuda a compreender os diversos significados dos signos apresentados pela série. Todavia, devemos ressalvar que as opiniões do Prof. Wilson não representam, necessariamente, as do Blog O Grande Diálogo.

GNOSTICISMO E O SIGNIFICADO DA “FORÇA” EM GUERRA NAS ESTRELAS

"Star Wars: o Despertar da Força" mas... o que é "A Força"?
 Wilson Roberto Vieira Ferreira


Há muito tempo em uma galáxia muito distante não havia Deus... mas “A Força”. “Star Wars” foi o ápice da popularização do Panteísmo no Ocidente, iniciado com os Beatles nos anos 1960. Conceito tomado do livro “Relatos de Poder” de Castaneda, George Lucas nunca deixou clara as conexões teológicas do termo “A Força” com alguma religião em particular, mas há evidentes ligações com cosmovisões budistas, taoístas e nas atuais religiões New Ages. Mas o panteísmo de “Star Wars” é bem diferente: na saga, a “Força” ora é uma energia cósmica impessoal, ora uma entidade inteligente que manipula deliberadamente os eventos em busca do “equilíbrio” como fosse Deus, ora um instrumento de poder dos Jedi. Estamos no panteísmo hollywoodiano onde o confronto entre Bem e o Mal busca um equilíbrio sem redenção final para que a franquia torne-se uma narrativa transmídia e se expanda infinitamente em múltiplas mídias e plataformas.

Assistir à saga Star Wars chega a ser uma experiência quase religiosa.

A série salvou os estúdios da 20th Century Fox da falência em 1977, criou o padrão blockbuster de comercialização em Hollywood (onde um filme cria franquias de jogos, brinquedos etc.), e foi tão influente que fez o presidente dos EUA Ronald Reagan a chamar seu novo dispositivo de defesa militar durante a Guerra Fria nos anos 1980 de “Guerra nas Estrelas”.

Além de ser o primeiro “filme recuperativo”, série de retro-fantasias que se contrapôs à chamada Nova Hollywood – conjunto de filmes críticos e realistas dos anos 1970 como Taxi Driver, com Robert De Niro, e Um Estranho no Ninho, com Jack Nicholson. Depois de Star Wars vieram Indiana Jones, E.T., De Volta Para o Futuro, Ghost Busters, etc.

A retro-fantasia criada por George Lucas (inspirada no timing narrativo de séries sci fi antigas como Flash Gordon) pode também ser considerada a primeira produção hollywoodiana a explorar mitologias de várias religiões e mitos antigos.

Podemos considerar que a indústria do entretenimento explora três tipos de mitologias: as judaico-cristãs monoteístas, as politeístas e as gnósticas. Certamente, Star Wars chamou a atenção para a visão panteísta de Universo – da palavra grega “pan”, que significa “tudo” e “teísmo”, que significa Deus.

Star Wars e o Panteísmo no Ocidente

Lucas não tinha a intenção de promover uma religião em particular no filme. No entanto ele queria que os jovens pensassem em questões espirituais: “os jovens pensam sobre os mistérios. Mas não quer dizer: ‘aqui está a resposta’. Mas sim: ‘pense nisso num segundo. Existe um Deus? Como ele parece?’ Levar os jovens a pensar nesse nível é o que tentei em Star Wars.”, afirmou George Lucas - leia MOYER, Bill. "Of Myth and Men" In: Time Magazine, 26/04/1999, p.93.

Com a ideia de “A Força” que transpassa a narrativa da saga Star Wars, Lucas quis passar uma cosmovisão monista ou panteísta. É a crença de que Deus é impessoal, como uma essência que rege todo o Universo. Deus habita todas as coisas, seja a vida ou uma simples pedra. Deus não está separado do Universo, mas está contido dentro dele.



Essa cosmovisão está na base das religiões hindus, budistas e nas atuais religiões New Ages. Essa visão de mundo ganhou popularidade no Ocidente a partir da década de 1960 por meio de celebridades como os Beatles e os livros de autoajuda da atriz Shirley McClain. O sucesso de Star Wars despertou ainda mais o interesse popular pelas ideias do panteísmo.
Até então tanto a literatura como nos filmes sci-fi (C.S. Lewis, J.R. Tolkien ou filmes como O Planeta Proibido de 1956 ou 2001 de Kubrick) também apresentavam respostas a questões espirituais, porém ainda dentro de uma perspectiva teísta ou judaico-cristã. Ou mesmo sci-fis gnósticos dos anos 1970 como Zardoz ou O Homem Que Caiu na Terra.

Star Wars foi o ápice popular dessa cosmovisão panteísta. Panteístas acreditam na ausência de um ser divino pessoal e criador. Atestam uma força impessoal, uma energia cósmica que flui ao longo de todas as coisas do universo. Essa energia pode ser chamada “O Um”, o “Divino”, “Chi”, “Mana” ou “Brahma”. Em Star Wars é chamada de “A Força”.

A Força

O Mestre Jedi Obi Won Kenobi introduz a ideia de Força no primeiro filme em 1977, ao explicar para Luke Skywalker a sua natureza: “A Força é o que dá ao Jedi o seu poder. É um campo de energia criado por todas as coisas vivas. Ela nos cerca, nos penetra e conecta todas as galáxias.

Embora George Lucas tenha se inspirado nas religiões orientais como o Taoísmo que ensina que essa energia cósmica chama-se “Chi”, em Star Wars essa ideia de Força é, no mínimo, ambígua. Em certos momentos da série é vista um poder vinculativo, metafísico e onipresente; mas em outros momentos vê-se a Força como uma entidade sensível, dotada de pensamento inteligente e que direciona eventos na busca de um equilíbrio cósmico futuro; ou ainda como simples ferramenta para o Jedi aumentar a resistência, curar, telepatia, velocidade, telecinesia (movimentação de objetos à distância), visões pré-cognitivas e aguçamento dos sentidos.



O equilíbrio da Força

A saga Star Wars gira em torno da figura de Anakin Skywalker, que é identificado pelo Mestre Jedi Qui Gon Jinn como “O Escolhido” para restaurar o “equilíbrio da Força”, esperança que atravessa toda a série.

Esse é o centro da mitologia Star Wars: a Força envolve um equilíbrio de luta pelo poder entre os Jedi (do lado da Luz) e os Siths – o lado escuro da Força. Lembrando o princípio taoísta de Yin/Yang, o universo é composto por forças que serão sempre mantidas em estado de oposição. Nenhum dos lados tem domínio sobre o outro. Forças mutuamente dependentes – um não pode ser conhecido sem o outro. A Escuridão, a Morte e o Mal nunca serão derrotados; somente há equilíbrio enquanto existir oposição.

Em Star Wars o desequilíbrio ocorreu porque o lado escuro tornou-se mais influente com a consolidação do Império e deve ser levado ao equilíbrio pelas forças do bem. O lado escuro jamais será derrotado de forma permanente pela Luz, mas deve-se apenas restaurar a Força por meio da recuperação do equilíbrio. Esse é o conceito que George Lucas explora ao longo da série.

O ardil da Força

Percebe-se na série o ardil da Força, revelando também ser uma entidade inteligente como um Deus o que, paradoxalmente, o panteísmo pretende negar. A Força manipula eventos, cria profecias e sonhos e até mesmo engravida uma mulher da qual nascerá a figura messiânica (Luke Skywalker) que trará o equilíbrio da Força.

Em última análise, ao passar para o lado negro da Força e transformar-se em Darth Vader, Anakin traz um novo equilíbrio a um desequilíbrio inicial: a purga dos Jedi aos transformá-los em inimigos da República surge num momento em que o lado luminoso era mais forte, quando haviam centenas de Jedi, enquanto no lado escuro havia um número reduzido.


Os episódios do I ao III revelam como a religião Jedi turvou seus próprios pontos de vista, corrompendo-os e tornando-os tão maus quanto os Sith – passaram a operar pela mentalidade “os fins justificam os meios” e sua reputação fica tão obscura que, quando são enviados dois Jedi (ao invés de diplomatas treinados) para resolver uma disputa comercial comum, causam grande medo – parecem a Gestapo da República.

Darth Vader traz um novo desequilíbrio, cuja solução veio através dos próprios filhos de Anakin: Luke Skywalker e Leia.

O perfeito panteísmo hollywoodiano

Por isso essa noção panteísta da Força é um moto-contínuo perfeito para uma franquia hollywoodiana: jamais nenhum dos lados sofrerá uma derrota final. Potencialmente a série não tem um fim, está em constante expansão. No universo Star Wars não há redenção e todos os meios parecem justificar o fim – o equilíbrio da Força.

A Força parece ser sempre um “deus ex machina” do roteiro (termo usado para designar intervenções arbitrárias em uma narrativa para fazê-la fluir) – um panteísmo hollywoodiano perfeito para produzir um blockbuster sem fim, uma narrativa transmídia onde a história jamais termina, apenas continua através de múltiplas mídias e plataformas.

Embora a série Star Wars tenha um appeal gnóstico (as análises mais apressadas veem nos Siths o Demiurgo e nos Jedi os anjos da Luz) e até um planeta chamado Geonosis (Gnosis?), não há uma redenção, uma gnose que faça os personagens transcenderem a dualidade sem fim. Na saga, a dualidade não é maniqueísta (no sentido do pensador gnóstico persa Mani) mas monista - Bem e Mal são dependentes um do outro para manter uma ordem onde indivíduos e acontecimentos são meras peças de um jogo.



Gnosticismo e Panteísmo

O Gnosticismo possui uma cosmovisão essencialmente dualista: é impossível existir harmonia nesse cosmos – o conflito entre o Bem e o Mal será sempre entre aqueles que anseiam fugir da prisão cósmica material e as forças que pretendem nos manter prisioneiros – tema central de um arco de produções que vai de Truman Show e Matrix até a atual série Sense8 do Netflix — saiba mais por meio desse link aqui:


Nesses filmes até há sugestões panteístas onde o protagonista somente será bem sucedido se puder sentir a uma voz interior que o conecte a um Todo – principalmente em Sense8 onde os sensates se conectam por meio de um sistema nervoso coletivo través do qual partilham emoções e percepções. Porém, a finalidade não é a busca de um equilíbrio, mas a destruição de uma sinistra conspiração que envolve a própria construção da realidade.

Ao contrário, em Star Wars desde a Realpolitik (tramas palacianas envolvendo Federações, Confederações, Repúblicas e Impérios) até as relações afetivas são ardilosamente manipuladas pela Força por meio de sonhos (as premonições de Anakin sobre a morte da sua esposa grávida, Padmé, é o primeiro passo para a sedução pelo lado Escuro) e profecias.

Por um ponto de vista gnóstico, a Força é um Demiurgo – talvez bem próximo do Deus impiedoso do Velho Testamento bíblico. Para a Força, o fim (equilíbrio/desequilíbrio) justificam os meios - até a destruição de planetas inteiros.

E por um ponto de vista comercial da indústria do entretenimento, a Força é o ardil dos roteiristas e da própria franquia, agora da Disney. Nada mais irônico do que o novo filme da série Star Wars chamar-se O Despertar da Força – depois de mais de uma década do último filme e a aposentadoria do criador George Lucas, a saga continua em busca de um equilíbrio. E os fãs e a Disney esperam que essa busca nunca tenha uma redenção final.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos por meio das insondáveis riquezas de Cristo que são nossas porque estamos EM CRISTO.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 11 de setembro de 2016

O AMOR DE DEUS REVELADO NA PESSOA DE JESUS CRISTO


Conhecendo Deus pessoalmente


Há alguns dias fiquei conhecendo um site muito bacana que discute, em forma de pequenos textos e, eventualmente, vídeos, as questões mais importantes que fazemos acerca de nós mesmos, de Deus, de Jesus, da Bíblia, do Amor, da Liberdade de escolhas e etc.

Um breve vídeo para “degustação”, que faz uma poderosa apresentação do plano da salvação, poderá ser visto por meio do link abaixo – com subtítulos em português.

Depois, se você gostar, poderá ter acesso a estudos bíblicos, visitando diretamente o site por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 21 de novembro de 2015

VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS 8 MAIORES RELIGIÕES DO MUNDO?


O artigo abaixo foi publicado pelo site da revista Superinteressante com dados atualizados até 23/01/2012  

As 8 maiores religiões do mundo

Por Carolina Vilaverde

Com tantas doutrinas espalhadas pelo mundo, é até difícil adivinhar quais têm os maiores números de seguidores. Por exemplo, uma delas tem seu principal núcleo de praticantes no Brasil. Você sabe qual é? Confira na lista que a SUPER preparou com as principais religiões do mundo:
Allan Kardec e Preto Velho - Foto divulgação

8. Espiritismo (aprox. 13 milhões de adeptos)
Espiritismo não é exatamente uma religião, mas também entra na lista. A sobrevivência do espírito após a morte e a reencarnação são as bases dessa doutrina, que surgiu na França e se expandiu pelo mundo a partir da publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec (1857). É no Brasil que se encontra a maior comunidade espírita do mundo: 1,3% da população do país é espírita.


Judaísmo - Foto divulgação.

7. Judaísmo (aprox. 15 milhões de adeptos)
Atualmente, a maior parte dos judeus do mundo vive em Israel e nos Estados Unidos, para onde migraram fugindo da perseguição nazista. Mesmo assim, os judeus representam somente 1,7% da população norte-americana. Enquanto isso, na Argentina, nossos hermanos judeus são 2% da população.


6. Sikhismo (aprox. 20 milhões de adeptos)
Embora pouco difundido, o Sikhismo é a sexta maior religião do mundo.  A doutrina monoteísta foi fundada no século 16 por Guru Nanak e se baseia em seus ensinamentos. O sikhismo nasceu na província de Punjab, na Índia, e grande parte de seus seguidores ainda vivem na região. Eles representam 1,9% da população da Índia e 0,3% de Fiji.

Foto divulgação

5. Budismo (aprox. 376 milhões de adeptos)

A doutrina baseada nos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda (600 a.C.), busca a realização plena da natureza humana. A existência é um ciclo contínuo de morte e renascimento, no qual vidas presentes e passadas estão interligadas. Como era de se esperar, essa religião oriental é a principal doutrina em vários países do sudeste asiático, como Camboja, Laos, Birmânia e Tailândia. No Japão, é a segunda maior religião do país: 71,4% da população é praticante (muitos japoneses praticam mais de uma religião e, portanto, são contados mais de uma vez).

Foto divulgação

4. Religião tradicional chinesa (aprox. 400 milhões de adeptos)

“Religião tradicional chinesa” é um termo usado para descrever uma complexa interação entre as diferentes religiões e tradições filosóficas praticadas na China. Os adeptos da religião tradicional chinesa misturam credos e práticas de diferentes doutrinas, como o Confucionismo, o Taoismo, o Budismo e outras religiões menores. Com mais de 400 milhões de praticantes, eles representam cerca de 6% da população mundial.


3. Hinduísmo (aprox. 900 milhões de adeptos)

Baseado nos textos Vedas, o hinduísmo abrange seitas e variações monoteístas e politeístas, sem um corpo único de doutrinas ou escrituras. Os hindus representam mais de 80% da população na Índia e no Nepal. Mesmo com tamanha variedade, são apenas a terceira maior religião do mundo. Porém, ostentam um título mais original: o maior monumento religioso do planeta. Trata-se do templo Angkor Wat – depois convertido em mosteiro budista –, que tem cerca de 40 quilômetros quadrados e foi construído no Camboja no século XII.


Templo Angkor Wat no Cambodja. Foto divulgação



2. Islamismo (aprox. 1,6 bilhões de adeptos)

A medalha de prata na lista das religiões é dos muçulmanos. Segundo projeções, daqui vinte anos, eles serão mais de um quarto da população mundial. Se esse cenário se concretizar, o número de muçulmanos nos Estados Unidos vai mais do que dobrar e um quarto da população israelense será praticante do islamismo. Além disso, França e Bélgica se tornarão mais de 10% islâmicas.


1. Cristianismo (aprox. 2,2 bilhões de adeptos)

Mesmo com o crescimento de outras religiões, o cristianismo continua sendo a doutrina com mais adeptos no mundo todo. Porém, seus seguidores têm mudado de perfil. Há um século, dois terços dos cristãos viviam na Europa. Hoje, os europeus representam apenas um quarto dos cristãos. Mas, o interessante mesmo é apontar onde o cristianismo mais cresceu no último século: na África Subsaariana. De 1910 para cá, a população cristã da região saltou de 9 para 516 milhões de adeptos.

Imagens: Getty Images, exceto onde indicado.
Fonte: Pew Research Forum on Religion & Public Life e The Association of Religion Data Archives.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


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Alexandros Meimaridis


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sábado, 15 de agosto de 2015

CIENTISTA FALA, FALA, MAS REALMENTE NÃO DIZ NADA


O astrofísico nova-iorquino Neil deGrasse Tyson 
O astrofísico nova-iorquino Neil deGrasse Tyson
(Mike Coppola/Getty Images)

É sempre algo muito curioso o interesse sem fim que a mídia em geral tem por abrir espaço para chamados cientista. Esses indivíduos gostam de posar como se fossem os verdadeiros e absolutos senhores de toda a verdade. Mas a VERDADE é que, na grande maioria dos casos, o que eles pensam hoje e falam hoje virá a ser provado como absolutamente falso amanhã.

Esse é o caso da entrevista que reproduzimos abaixo que está publicada no site da revista VEJA com o astrofísico estadunidense Neil Degrasse Tyson.

Antes de ler o que Neil Degrasse  Tyson tem a dizer é bom deixarmos bem claro que em termos de astrofísica existem apenas duas coisas óbvias:

1. Quando falam de astrofísica, em geral eles não têm a menor ideia do que estão dizendo e são incapazes de provar a maioria de suas afirmações.

2. Quando se metem a falar de Deus, especialmente o Deus da Bíblia, eles demonstram que a ignorância deles não se limita apenas à área da astrofísica, mas a mesma fica ainda mais evidente quando se metem a falar acerca de Deus.

Bem, vejamos o que o famoso doutor diz em sua entrevista:

Não vejo evidências que corroborem a existência de Deus.
O astrofísico americano Neil Degrasse Tyson é o mais ativo divulgador da ciência depois de Carl Sagan. Em entrevista a VEJA, ele diz que aceitar afirmações sem exigir provas é burrice e alerta contra as polícias do pensamento
Por: Filipe Vilicic

O astrofísico nova-iorquino Neil deGrasse Tyson é um dos rostos mais conhecidos da ciência por saber traduzir, com graça e elegância, o intrincado linguajar de estudiosos. Em suas palavras, "mostra as reais maravilhas do conhecimento". Ele faz isso por meio de livros best-sel­lers, a exemplo do mais famoso deles, Origens, lançado em 2004 nos Estados Unidos, mas que só na semana passada chegou ao Brasil. Dr. Tyson - como é chamado - se assume como herdeiro de Carl Sagan, astrofísico que popularizou a exploração espacial com o programa televisivo Cosmos, dos anos 80. Não por acaso, é dele a reedição da série, que apresenta na Fox. Tyson é defensor ferrenho do método científico como a melhor forma de explicar a origem de tudo o que existe.

Seu livro busca compreender a origem de tudo, seja a vida, seja o universo. Por que esse tema é tão recorrente na ciência?
Se queremos analisar uma laranja, por exemplo, podemos verificar que ela é redonda, tem gosto cítrico. Se na experiência de laboratório destruímos a fruta, basta buscar outro exemplar e o trabalho prossegue. Essa lógica, de estudar a existência, vale para tudo, de organismos a estrelas. Mas e se decidirmos compreender a origem da laranja? Aí a situação se complica. Primeiro, é simples notar que ela vem de uma árvore. E de onde veio a árvore? De uma semente. E a semente? Mais complicação. Quando se pergunta sobre a origem de qualquer coisa, os questionamentos não param. Em dado momento, é inevitável chegarmos a essa indagação filosófica clássica: "Qual é a origem da vida?". Para responder a essa questão, é preciso elaborar argumentos cuidadosos, factíveis, mas extraordinariamente imaginativos. Por isso, tantas das mentes brilhantes da humanidade se dedicaram ao desafio.

Diante da dificuldade de chegarmos à origem de tudo o que está aí, uma busca infindável, aparentemente eterna, não seria o caso de aceitar com mais naturalidade e compreensão as interpretações religiosas?
A religião de cada um tira conclusões precipitadas sobre o funcionamento do universo. A ciência, no entanto, realiza medições capazes de mostrar que essas impressões são falsas. Até hoje as pessoas dizem "God bless you" (Deus te abençoe, em inglês) quando alguém espirra. Por quê? No passado, acreditava-se, para valer, que, quando isso ocorria, a alma saía do corpo e deixava a pessoa vulnerável a demônios. Um religioso pode ver o mundo dessa maneira. A ciência verifica que há bactérias que causaram o espirro, e ponto. Um religioso pode aceitar as descobertas e passar a usar passagens de suas escrituras, a exemplo da Bíblia, como metáfora, fonte de inspiração. Ou entrar em conflito conosco. Há muitos, contudo, que souberam separar os tópicos, ver a religião como motivação moral, e a ciência como a forma de realmente explicar a natureza. Exemplo contemporâneo é o geneticista Francis Collins, cristão e um dos intelectuais mais respeitados da atualidade. Ele tira sua base moral da Bíblia, mas jamais responderá a uma pergunta sobre a origem do universo dizendo: "Bem, vamos verificar no Gênesis".

Os religiosos veem a aparente ordem do universo, regida pelas leis da física, como prova de que há uma lógica superior organizando tudo...
Sim, a natureza se repete, e por isso definimos regras, como a lei da gravidade. Mas é preciso tomar cuidado com essa abordagem. O.k., Deus então fez as leis da física, como já definia o filósofo Baruch Espinosa no século XVII. Só que isso quer dizer que Ele ouve suas preces? Ou que ajuda religiosos a vencer guerras contra outros religiosos? Ou que Ele tem barba? Foi esse Deus que falou com Moisés? Se tudo isso for tomado como verdade, então podemos dizer que Deus deixa pessoas inocentes ser atropeladas na rua. Ele permite, portanto, que uma criança morra de leucemia. Ou ainda faz vista grossa diante de furacões e vulcões que matam milhões, incluindo jovens e humanitários. Para acreditar em Deus, é preciso levar tudo em conta. Se Ele está por trás de tudo, é muito bom em matanças. Afinal, mais de 99,9% das espécies de seres vivos que passaram pela Terra foram extintas. Isso é o acaso da natureza? Ou é Deus? Seja qual for a resposta escolhida, é preciso assumi-la tanto para o lado belo como para o terrível.

O senhor acredita em Deus?

Dediquei tempo para pesquisar listas de deuses na internet. Demora muitos minutos só para passar com o mouse, sem ler, por um compilado de divindades nas quais a humanidade acredita. São milhares! Quer dizer que a escolha de um desses deuses pressupõe, sem escapatória, a ilegitimidade de todos os outros? Esse conflito de ideias não é tranquilo, levou a muitas guerras. Indo além, debrucei-­me sobre o Deus mais popular do Ocidente, o judaico-cristão. Quais são suas propriedades celebradas? A bondade, o poder absoluto e a onisciência. Visto quanto a natureza mata, quer dizer que Ele é assassino? Se sim, não é bondoso. Se não, Ele não é onisciente, ou todo-­poderoso. Para mim, essas escolhas parecem randômicas. Não vejo evidências que corroborem a existência de Deus. Se há um terremoto, não é fúria divina. Geólogos avisaram que a área era vulnerável. Não adiantava rezar pelo Haiti. O terremoto que abalou o país recentemente ocorreria de qualquer jeito. Não me importo se acreditam em deuses. Só acho que quem segue essa linha cega não pode distribuir culpas por aí.

O senhor utiliza frequentemente o termo "polícia do pensamento". É uma forma de definir a postura religiosa que ignora solenemente o pensamento científico?

Quando emprego essa definição, é para falar das pessoas que tentam ter e exercer poder pela força de seus pensamentos. Ou seja, impondo o que todos podem, ou devem, acreditar. Essa é a "polícia". Na ciência, não fazemos isso. A ciência é inimiga da "polícia do pensamento".

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS























NOSSOS COMENTÁRIOS:

1. O Dr. Tyson fala de “argumentos factíveis” para explicara a origem da vida, mas não consegue oferecer nenhum argumento sequer.

2. Ele fala de religiões, mas não entende que a fé cristã não é uma religião e sim uma questão de relacionamentos, como Jesus ensinou:

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

3. Em sua tentativa de denegrir as religiões o Dr. Tyson usa ilustrações, no mínimo estúpidas, como a do espirro. Quem acredita numa tolice dessa? Isso é fato histórico ou é apenas uma pequena bobagem mentirosa que o bom Dr. inventou?

4. O Dr. Tyson deseja criar um conflito entre a pseudociência e as pseudorreligiões. Mas o fato, é que não existe nenhum conflito final ou definitivo entre a verdadeira ciência e a Bíblia.

5. As implicações que o Dr. Tyson deriva das religiões, dificilmente se aplicam ao conteúdo da Escrituras Sagradas que temos na Bíblia.

6. O Dr. Tyson não entende nada acerca de quem é, realmente o ser humano caído, inclusive ele próprio. Não entende que o ser humano é um ser caído no pecado e, por isso, procura colocar a culpa de tudo em Deus. Nesse caso nosso doutor não passa de um perfeito idiota.

7. Quando o Dr. Tyson pretende falar do Deus da Bíblia demonstra toda a ignorância que lhe é própria acerca desse tema.

8. Quanto à chamada “polícia do pensamento” o Dr. Tyson não faz, exatamente, a favor de sua pseudociência,  aquilo que ele acusa as pseudorreligiões de estarem fazendo?

9. Por fim, o Dr. Tyson e livre para crer no que quiser, mas isso não muda nenhum fato verdadeiro.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

ISLAMISMO DEVERÁ TER O MAIOR CRESCIMENTO NO FUTURO: SERÁ?


Crianças leem o Alcorão em mesquita da cidade de Jalalabad, no Afeganistão. Os muçulmanos estão no Ramadã, mês sagrado do islamismo
Crianças leem o Alcorão em mesquita da cidade de Jalalabad, no Afeganistão(Noorullah Shirzada/AFP/VEJA) 

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista Veja.


Islamismo é a religião que mais deve crescer nas próximas décadas

Pesquisa divulgada pelo Centro Pew afirma que se a tendência atual seguir, logo o islamismo deve alcançar o cristianismo em número absoluto de fiéis no mundo

O islamismo será a religião com o maior crescimento mundial nas próximas quatro décadas e, se a atual tendência se mantiver, se aproximará muito do cristianismo em número de fiéis em 2050. A informação foi revelada pelo Centro Pew em um novo estudo publicado sobre as projeções para o crescimento das populações religiosas nas próximas quatro décadas.

O relatório intitulado "O futuro das religiões do mundo: População e Projeções de Crescimento 2010-2050" constatou que em 2050 o número de cristãos irá girar em torno de 2,9 bilhões de pessoas, enquanto os muçulmanos, com um aumento percentual muito maior, chegarão a 2,8 bilhões. Atualmente existem 1,6 bilhão de muçulmanos em todo o planeta, enquanto os cristãos somam 2,17 bilhões de seguidores.

Segundo estas projeções, o islamismo será praticado então por 29,7% da população mundial, enquanto o cristianismo será a religião de 31,4%. O destaque no crescimento ficou para a Europa, onde o número de fiéis muçulmanos chegará a 10% da população. Com a exceção dos budistas, todos os principais grupos religiosos crescerão em número para 2050, mas alguns deles em velocidade menor do que o próprio crescimento populacional do planeta.
Na América Latina, a pesquisa prevê que os cristãos seguirão sendo o maior grupo religioso nas próximas décadas, inclusive com um crescimento de 25% entre 2010 e 2050. No entanto, indica que na região o maior aumento será entre aqueles que dizem não ter uma crença, de 45 milhões em 2010 para 65 milhões em 2050. Para os Estados Unidos, o estudo calcula que em 2050 a população de muçulmanos irá ultrapassar a de judeus, embora os cristãos ainda apareçam como maioria.

O estudo, baseado principalmente em censos e coleta de dados, levou em consideração o efeito das migrações, as conversões e a idade e o índice de fertilidade das populações religiosas. Em média, as muçulmanas têm 3.1 filhos, a taxa mais alta entre os grupos religiosos. As mulheres cristãs têm 2.7 filhos, as hindus 2.4 e as judias 2.3.

Durante o estudo o Centro Pew não considerou a profundidade com que as religiões estão inseridas nas populações, nem as subdivisões internas de cada uma delas. O projeto, que exigiu um grande esforço do Pew, é um dos primeiros a fazer uma análise demográfica do tipo e expõem um amplo e interessante quadro sobre um futuro próximo.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/islamismo-e-a-religiao-que-mais-deve-crescer-nas-proximas-decadas/

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO O ISLÃ E DO ESTREMISMO ISLÂMICO



















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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 12 de maio de 2015

BRINCANDO DE IGREJA NO BRASIL ENQUANTO CRISTÃOS SÃO ASSASSINADOS AO REDOR DO MUNDO


O material abaixo é de autoria da jornalista Rquel Elana e foi publicado no site Gnotícias.

Porque a Igreja Brasileira ignora o genocídio de Cristãos no Oriente Médio?

Por Raquel Elana

Por que uma igreja que movimenta mais de 15 bilhões de reais por ano em produtos Gospel e que demonstra poder midiático e político suficientes para provocar mudanças “sociais” quando há interesse, simplesmente ignora o genocídio de cristãos e minorias que estão acontecendo neste momento no Oriente Médio?

De riqueza milenar e histórica, o Oriente Médio é considerado sagrado para as 3 maiores religiões monoteístas do mundo. Para os que procuram entender as Escrituras de forma prática, a importância desta região é ainda maior, pois aponta para acontecimentos futuros e novos modelos de mundo.

É aliás, por esta “nova ordem mundial” que a fachada da luta contra o terrorismo tem funcionado bem. Hoje as riquezas petrolíferas de nações como Iraque e Líbia estão nas mãos da elite mundial. Nestes países a ação dos aliados foi rápida, certeira e destruidora. Entretanto, quando se trata de países onde a riqueza é a localização estratégica (no caso da Síria), deixar que civis sejam sacrificados e exterminados, parece bem cômodo.

Um dia, um pai sírio me perguntou:

– Rahil (Raquel) por que o mundo não faz nada para parar isto?

Como pessoas de consciência não se importam conosco?

Este senhor havia atravessado a fronteira, escapado a pé com sua família e sobrevivido as crueldades do deserto. Sua casa não mais existia. Além do bombardeio, tinha testemunhado a morte de crianças e mulheres de forma maligna. Enquanto falava comigo, podia sentir sua indignação. Mas sua indignação também era a minha. Eu, no entanto, já sabia a resposta.

Como missionária no Oriente, tenho me assustado (ou talvez nada mais me assuste) com a indiferença que grandes ministérios demonstram com a causa entre as nações e da perseguição histórica contra cristãos. Falo dos grandes “ministérios” porque são estes que tem o poder de influenciar, mas que a cada dia demonstram ganância, alienação e arrogância que só afastam o povo do verdadeiro sentido do Evangelho.

Eternas campanhas “proféticas”, guerras midiáticas pela moral da família, vendas de amuletos e muita extorsão financeira é o que recheiam as programações evangélicas. Falta Palavra, falta Evangelho, falta doação, falta compaixão…

A verdade é que não pode existir uma comunidade saudável ou uma igreja saudável sem que haja doação e sacrifício pelos que estão perto e pelos que estão longe. Entretanto, falar da atuação missionária para uma Igreja doente é perder tempo.

A verdade é que há muito marketing até mesmo entre os chamados ministérios missionários. Postar fotos, ter um dia de oração ou menções em shows (quase não existem) não são suficientes para provocar uma reação compatível com a força da igreja brasileira pelo Oriente Médio. Digo pelo Oriente porque nossa missão não é somente pelos Cristãos perseguidos, mas pelos muçulmanos e todos que estão padecendo.

Um tempo de vergonha

Vergonha e tristeza é o que eu sinto ao lembrar do descaso que nossa igreja demonstra à Missão e aos missionários. Países onde a igreja é menor, chegam a enviar 100% a mais de missionários e contribuições pelo mundo.

O pior é que este quadro não deve mudar, a menos que haja uma conversão no coração destes que se apostataram e se venderam a Mamon (e o fizeram em Nome de Deus).

Mas você enquanto lê este artigo pode fazer a sua parte! Comece orando e pedindo a Deus como se envolver na salvação das nações!

Que o Senhor tenha misericórdia dos povos do Oriente e salve muitos. Que os missionários sejam encorajados e fortalecidos, pois nossa esperança está posta em Deus.

"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Raquel Elana, formada em Teologia, Pós Graduação em Jornalismo Político/ (Jornalista – MTb 15.280/MG) e Ministérios Criativos pelo IBIOL de Londres, é autora de 3 livros, entre eles: Anjos no Deserto - uma coletânea de testemunhos dos seus quase 10 anos de trabalho no Oriente Médio. Desde o ano passado está envolvida com o trabalho de atendimento aos refugiados da guerra civil da Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA PERSEGUIDA



















Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 7 de fevereiro de 2015

EDIR MACEDO AFIRMA QUE TODAS AS RELIGIÕES SE CURVARÃO DIANTE DO TEMPLO DE SALOMÃO



Depois de ter a nítida impressão que já havia visto e ouvido tudo o que era possível, em termos de bobagens, proferidas pelo sr. Edir Macedo, proprietário da Igreja Universal do Reino de Deus, que inclui o grande Templo de Salomão no Brás, hoje fui surpreendido por uma afirmação estapafúrdia, se não a mais estapafúrdia, proferida por esse falso mestre, completamente alucinado.

Segundo o vídeo que poderá ser acessado por meio do link abaixo, o sr. Edir Macedo, alegando que a ordem para a construção do Templo de Salomão no Brás  veio diretamente de Deus, afirma que todas as religiões irão se curvar diante do mesmo. Bem, as religiões até pode ser, mas nenhum crente verdadeiro pode ter qualquer interesse que seja por esse símbolo gigantesco de idolatria e judaização da fé cristã.

Convidamos todos a assistirem ao breve vídeo e tirar suas próprias conclusões, por meio desse link aqui: NOTE BEM: O Blog o Grande Diálogo considera algumas imagens apresentadas de gosto duvidoso, mas o importante mesmo são as palavras de Edir Macedo.


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

ADESÃO A RELIGIÕES ESTÁ EM DECLÍNIO NO MUNDO INTEIRO


Concepção artística da Acrópole e da Agorá em Atenas onde existiam mais de 600 estátuas de ídolos.
         
O material abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Dan Martins.

O DECLÍNIO DAS RELIGIÕES

Estudiosos apontam para o declínio das religiões e avanço do ateísmo em todo o mundo

Por Dan Martins em 2 de janeiro de 2015

Uma tendência mundial que tem chamado a atenção de estudiosos da sociologia e ciências da religião é o número cada vez maior de pessoas que se afastam da religião, e que se declaram abertamente como ateus.

Uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup International, que entrevistou mais de 50 mil pessoas em 57 países, mostra que o número de indivíduos que se dizem religiosos caiu de 77% para 68% entre 2005 e 2011, enquanto o número daqueles que se identificaram como ateus subiu 3%, elevando para 13% a proporção da população sem religião.

– Há muito mais ateus no mundo hoje do que jamais houve, tanto em números absolutos quanto em porcentagem da humanidade – relata Phil Zuckerman, professor de sociologia e estudos seculares no Pitzer College, na Califórnia, e autor de “Living the Secular Life” (“Vivendo uma vida secular”, em tradução livre).

Zuckerman afirma que o capitalismo e o acesso à tecnologia e à educação parecem ter relação direta com o declínio da religiosidade em algumas populações, e ressalta que nações que registram maiores taxas de ateísmo tendem a ser aquelas que oferecem a seus cidadãos uma estabilidade econômica, política e existencial relativamente alta.
Porém, mesmo com a redução do número de religiosos em muitos países, os estudiosos afirmam que “declínio, no entanto, não quer dizer desaparecimento”, como argumenta Ara Norenzayan, psicólogo social da Universidade da Columbia Britânica em Vancouver, no Canadá, e autor de Big Gods (“Grandes Deuses”, em tradução livre).

– Por alguma razão, a religião parece dar um sentido ao sofrimento, muito mais do que qualquer ideal secular – ressalta Norenzayan, que acredita que, mesmo se os problemas do mundo fossem milagrosamente resolvidos e todos nós vivêssemos em paz e igualdade, as religiões ainda estariam entre nós.

De acordo com a BBC, os acadêmicos apontam dois motivos principais pelos quais acreditam que as religiões sempre vão existir, apesar do seu aparente declínio. O primeiro deles é o que a neuropsicologia chama de “buraco na forma de Deus”, uma suposta falha evolucionária que nos torna “vulneráveis” a acreditar em forças intangíveis. Outro fator é que a religião promove coesão e cooperação em grupo, muitas vezes pelo medo ou pela adoração a um ser superior, o que ajudou a manter a ordem em muitas sociedades, o que, segundo os especialistas, ainda colabora para a continuidade da presença de religião em inúmeras culturas.

O material original do site Gnotícias poderá ser lido por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO
1. O declínio das religiões não afeta a fé cristã já que a mesma não é uma religião e sim um relacionamento vivo com o Deus verdadeiro, conforme disse o próprio Senhor Jesus:

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

2. Por outro lado, existe uma pergunta de Jesus nos evangelhos que diz respeito aos adeptos da fé cristã como relacionamento. Essa pergunta encontra-se em:

Luvas 18:8b

Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

Como o contexto do verso acima fala de oração, a pergunta de Cristo tem tudo a ver com a prática da oração, algo que, realmente, tem se tornado cada vez mais raro seja no meio dos cristãos históricos seja no meio dos chamados evangélicos.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

VENDA DE RELIGIÃO JÁ OCUPA 4800 HORAS/MÊS NA TV PAGA




O artigo abaixo é do Jornalista Ricardo Feltrin e foi publicado no site do UOL.

Igrejas já somam 4.800 horas por mês na TV paga

Por Ricardo Feltrin

Colunista do UOL

O missionário e televangelista R. R. Soares
O missionário e televangelista R. R. Soares

Entre horários adquiridos em canais fechados, abertos VHF e UHF, a soma de pregação cristã na TV por assinatura já soma mais de 4.800 horas todos os meses. Em média, os assinantes têm cerca de 160 horas diárias de programação com temática religiosa nos mais diversos canais. Cerca de dez anos atrás esses números eram ao menos 50% menores, segundo dados obtidos pelo UOL.


Canais Católicos Romanos

Rede Vida, Canção Nova, TV Aparecida, Rede Gospel, Igreja Mundial, Canal 21, RedeTV! e Band, além dos aluguéis de horários pela Universal na Record. Até a Globo cede uma hora por semana à Igreja Católica. O SBT é a única emissora que não tem igreja.

O crescimento avassalador das TVs religiosas na TV fechada se deve não apenas à compra de novas emissoras por católicos e evangélicos, mas principalmente pela locação de horários de programação que foram criados com outros fins, como a TV Ideal, criada como um canal corporativo pelo Grupo Abril, mas hoje praticamente lotada pela Igreja Mundial do Poder de Deus.

Outros canais, como o Gospel, conseguiram obter recentemente uma nova concessão em algumas operadoras, reproduzindo fenômeno que já ocorre há anos com os canais esportivos: o chamado "milagre da multiplicação de canais" (SporTV1, 2, 3; Fox Sports 1,2 etc).

Apesar da "overdose" de pastores na TV, eles não estão muito distantes em proporção da ladainha esportiva: há cerca de 4.600 horas mensais de programação só de esportes. A programação infanto juvenil é ainda maior: 5.760 horas mensais - a mesma soma dos chamados canais de variedades.

Os canais com maior volume de horários na TV por assinatura são os de filmes e séries — inclusive sobre assombrações: são quase 13 mil horas desse tipo de conteúdo por mês.

O problema é que boa parte dos filmes e episódios são repetidos várias vezes por mês.

O artigo original de Ricardo Feltrin poderá ser visto por meio desse link aqui:


RICARDO FELTRIN

Ricardo Feltrin, 51, é colunista do UOL, onde apresenta o programa Ooops! às segundas. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros.

Que Deus abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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