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quinta-feira, 2 de março de 2017

O FIM DO MUNDO E A SEGUNDA VINDA DE JESUS


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O fim do mundo é um tema recorrente nas pregações de todas as religiões. A fé cristã também declara que o mundo, como o conhecemos, terá um fim surpreendente quando do segundo adventos do Senhor Jesus Cristo, o Deus da Glória. O apóstolo Pedro usou as seguintes palavras para se referir a esse evento cataclísmico:

2 Pedro 3:10

Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.

Dentro desse contexto, hoje queremos repercutir um artigo da autoria do Prof. Dr. Wilson Roberto Ferreira Costa com o propósito de enriquecer o debate sobre o tema.


Por que o mundo tem que acabar?
Por Wilson Roberto Vieira Ferreira

Diariamente o mundo acaba diante dos nossos olhos, seja no cinema na atual safra de filmes-catástrofe, em séries de TV sobre Nostradamus, previsões “científicas” de algum tipo de futura catástrofe ambiental ou em algum “hoax” descrevendo cometas, asteroides ou planetas errantes que cairão sobre a Terra. A última foi sobre um pedaço do Planeta X que supostamente cairia no último dia 16. Por que o mundo tem que ser destruído? No passado, todas religiões possuíam uma Escatologia: alguma narrativa sobre o fim dos tempos onde os maus seriam punidos e os bons salvos. Mas essas religiões se tornaram “líquidas”: sob os escombros das antigas religiões salvacionistas viraram pastiches que se rendem ao utilitarismo das necessidades do presente: “teologia da prosperidade”, “cabala do dinheiro” ou o islamismo dos homens-bomba. Esqueceram-se do futuro. Por isso, essa nova religião “líquida” e ecumênica precisa criar uma nova Escatologia, uma narrativa midiática sobre o “fim dos tempos” que junte convicções eco-ambientais, geofísica e astrofísica. A “Neoapocalíptica” como estratégia de marketing.

Se o leitor estiver lendo as mal traçadas linhas desse humilde blogueiro é porque, mais uma vez, o mundo não acabou. Segundo um autoproclamado astrônomo russo, Dr. Dyomin Zakharovich, um pedaço do Planeta X (ou “Nibiru”) atingiria a Terra o último dia 16/2. Repercutido pela mídia, com toques conspiratórios sobre um suposto acobertamento dos dados pela NASA, o dia chegou e nada aconteceu.

Mas agora um respeitado astrônomo britânico, Lord Martin Rees, fala em “asteroide do Juízo Final” e alerta para a necessidade da criação de um sistema de defesa global.

Sem falar no Planeta Nibiru (ou “Planeta X”, “Hercólubus”, “Nêmesis” etc.), planeta com a massa de Júpiter, que passaria pelo Sistema Solar perturbando todas ar órbitas planetárias e jogando a Terra numa catástrofe cósmica. Turbinado pela profecia Maia em 2012, previam que o planeta gigante passaria perto de nós naquele ano.

Agora, a sua passagem é prevista para outubro desse ano, como afirma David Mead no livro Planeta X: A Chegada de 2017. Como previsto, com mais acusações conspiratórias de que a NASA sabe de tudo, mas esconde do público para que apenas a elite mundial se salve em bunkers subterrâneos construídos nesse momento.

Previsões apocalípticas não estão apenas na Deep Web ou sites, revistas e tabloides sensacionalistas, aquelas publicações que faziam a alegria do agente Kevin (MIB: Homens de Preto) que acreditava que esses veículos eram a melhor fonte de informações da agência governamental.

São também repercutidas em portais de notícias da grande mídia, como “fatos diversos” ou “matérias frias”.


1999: o ano divisor de águas

E nos canais fechados como History Channel, National Geographic ou Discovery há uma profusão de séries com uma gama de variações sobre o tema: hipótese para a extinção dos dinossauros, o que aconteceria com as cidades vazias se a humanidade desaparecesse, asteroides, efeito estufa, tsunamis, derretimento das calotas polares, aquecimento global, pandemias e... as indefectíveis profecias de Nostradamus, sempre com novas interpretações.

O ano de 1999 foi uma espécie de divisor de águas nas profecias sobre o fim do mundo. Naquele ano a chegada do novo milênio foi marcada pela confluência das profecias de Nostradamus e do “bug do milênio” – a contagem anual em dois dígitos criaria um caos informático nas redes de computadores na virada para o ano 2000, gerando desordem econômica e social semelhante ao final da primeira temporada da série Mr. Robot – ver mais por meio desse link aqui:


Por que um divisor de águas? Se olharmos em perspectiva os diversos apocalipses previstos para a humanidade, antes de 1999 a grande maioria girava em torno de interpretações de textos bíblico como a chegada de Jesus para os adventistas em 1843 ou para os mórmons em 1891.

Ou ainda por pastores televisivos como Pat Robertson nos EUA que previu para 1982 um “julgamento no mundo” pelo próprio Deus.

Em outras palavras, o fim do mundo tinha uma natureza escatológica.

Pat Robertson: o modelo escatológico de apocalipse

O estudo sobre o fim

A Escatologia é uma parte da Teologia e da Filosofia. Significa “último” mais o sufixo “logia”, podendo ser definido como “estudo sobre o fim”. Pretende tratar sobre os últimos eventos da história do mundo ou do destino final do gênero humano.

Conceito criado no século XVII pelo teólogo A. Calov, o conceito “Escatologia” vai expressar os pontos centrais de muitos sistemas religiosos do passado (fim dos séculos, ressurreição, juízo final etc.) e tensões não resolvidas dentro da Filosofia como a tensão entre o destino individual e o coletivo ou o destino do humano e o do universo como um todo.

As religiões monoteístas são salvacionistas, isto é, colocam como condição para a salvação diante do fim dos tempos a vida ortodoxa em conformidade com os ensinamentos do salvador.

Se a Teogonia é o componente das religiões sobre as narrativas da Criação, a Escatologia será narrativa do destino final do gênero humano.

Para o judaísmo teremos o “fim dos dias” e posterior “era messiânica”. Os cristãos esperam o Apocalipse e o Juízo Final fundamentado nas profecias do Apóstolo João. E o Islamismo está à espera do chamado “décimo segundo Imam”. Para essas religiões salvacionistas é necessário um evento apocalíptico, o juízo final, que puna os maus e salve os bons que seguirem os preceitos para a salvação.



As religiões “líquidas”

É precisamente esse componente moral da escatologia que entra em crise com a perda da legitimidade simbólica dessas grandes religiões monoteístas, seja pelo materialismo da sociedade de consumo, seja por escândalos diários repercutidos na mídia: o cristianismo sempre associado aos escândalos da Igreja Católica repercutidos pela mídia (pedofilia, corrupção etc.); o islamismo associado ao radicalismo, terrorismo e intolerância; e o judaísmo associado aos crimes de guerra de Israel no confronto com a causa palestina que repercute diariamente na mídia internacional.

Desde o pós-guerra, sob os escombros das teogonias e escatologias das grandes religiões monoteístas, há o surgimento do misticismo de massas com a Astrologia e o que se convencionou chamar de New Age – movimento espiritual buscando a fusão Oriente e Ocidente ao mesclar autoajuda, psicologia motivacional, parapsicologia, esoterismo com física quântica.

Parafraseando Zygmunt Bauman, as religiões tornaram-se “líquidas”: mescla de fundamentalismo nostálgico com uma colcha de retalhos que vai além do sincretismo religioso – rende-se ao utilitarismo. Como, por exemplo, no católico que participa da missa dominical em busca de paz e no meio da semana frequenta uma “mesa branca” em busca de conselhos cotidianos.

Ou como as religiões evangélicas se converteram em teologias da prosperidade, mais preocupadas com o sucesso no presente do que com a vinda de Jesus no fim dos tempos.

Ou ainda como igrejas neopentecostais juntam sessões de “descarrego” com a própria figura de Jesus para a expiação do Mal ou dos “trabalhos feitos” que emperrariam a vida pessoal do crente.

Essa liquefação dos grandes sistemas religiosos do passado corresponde à própria liquidez da infraestrutura econômico-financeira da ordem global – a liquidez ou a financeirização das praças financeiras conectadas em tempo real.



A Neoapocalíptica

A Globalização necessita agora de uma nova religião ecumênica que dê legitimidade às novas bases materiais. Uma nova religião igualmente sem pátria, global, feita a partir do pastiche dos escombros dos grandes sistemas religiosos.

Porém, há um problema: é necessário construir uma nova Escatologia, a descrição de algum evento apocalíptico futuro que tenha a mesma função moral das escatologias do passado: redimir os bons e punir os maus. Para, no final, justificar a ordem existente (seja política, econômica ou social) como condição necessária para alcançarmos a salvação. A elaboração de uma “Neoapocalíptica”.

Uma nova Escatologia, agora elaborada pelas narrativas de apocalipses sem a presença de Deus, Jesus ou juízos finais: agora será um asteroide, um cometa, o aquecimento global, ou alguma espécie de catástrofe cósmica.  Por assim dizer, uma “neoapocalíptica secularizada”.

Um bom exemplo desse imaginário pode ser acompanhado no filme 50/50 (2011), uma comédia dramática no qual um jovem descobre que está com câncer. Ao receber o diagnóstico, ele não se conforma: “Por que? Não fumo, não bebo e reciclo o lixo todos os dias...”. Um bom exemplo de como boas condutas ambientais têm na atualidade um componente muito mais moral do que racional – no futuro, o aquecimento global (ou o câncer) poderá destruir o planeta, mas a culpa não será minha...Estarei salvo com a minha consciência.

Essa é a motivação por trás da safra atual de filmes-catástrofes e na profusão se séries pseudocientíficas na TV sobre futuras catástrofes ambientais, astronômicas ou releituras das profecias de Nostradamus – agora o “Rei do Terror” descrito nas Centúrias é o Planeta X...


Essa nova religião ecumênica da Globalização já possui uma Teogonia: o Big Bang da Cosmologia. Falta agora uma Escatologia plausível, uma neoapocalíptica que tente juntar convicções eco-ambientais com geofísica e astrofísica.

E a Nova Jerusalém depois do fim dos tempos, a “Era Messiânica” do judaísmo, não será mais a cidade celestial, mas a imortalidade no ciberespaço cujo hardware foi construído pelas mesmas corporações que vendem o discurso do fim do mundo.

A Neoapocalíptica seria, afinal, uma estratégia de marketing? A necessidade da destruição do mundo seria mais uma estratégia de obsolescência planejada? Estratégia de venda de uma “Terra 2.0” unificada em torno das grandes corporações sem pátria, religião ou ideologias?

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 010

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Nesse estudo iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

ESTUDO 010

CONTINUAÇÃO — A SABEDORIA

3. A terceira faceta da sabedoria é o chamado “sábio proceder” que é derivado das seguintes raízes:

הַשׂכֵל — haskel — ser prudente, ser cauteloso, compreender sabiamente, prosperar como em Provérbios 1:3.

מַשׂכִיל — maskiyl — idem à definição acima, mas em Provérbios 10:5.

שׂכְל — sekel — prudência, discernimento, entendimento como em Provérbios 12:8.

Em resumo estamos falando de: bom senso, sabedoria prática, savoir-faire. Sua natureza específica se revela na sua forma verbal, que muitas vezes significa “ter sucesso”. Dois exemplos serão suficientes para ilustrar o que estamos querendo dizer:

A primeira mulher criada confundiu esse verdadeiro “sábio proceder” com algo parecido com sofisticação —

Gênesis 3:6

Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.

Por outro lado, uma mulher chamada Abigail demonstrou esse sábio proceder de forma excelente ao contornar uma crise e poupar a vida de muitas pessoas — ver 1 Samuel 25:3—35

A expressão suprema desse sábio proceder — desmentindo a ideia adotada pela primeira mulher — está no triunfo do Servo do Senhor, conforme lemos em —

Isaías 52:13

Eis que o meu Servo procederá com prudência; será exaltado e elevado e será mui sublime.

Quando esse sábio proceder aparece pela primeira vez no Livro de Provérbios, o mesmo é reivindicado pelo próprio Deus que o vincula com —

Provérbios 1:3b

A justiça, o juízo e a equidade.

O sábio proceder está unido com a expressão תּוּשִׁיָּה  tushiyyah — que pode significar: sabedoria, conhecimento judicioso, sucesso, sabedoria sã ou eficiente, sucesso duradouro. Esse termo pode ser visto em versos tais como —

Provérbios 2:7—8

7 Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade,

8 guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos.

Provérbios 8:14

Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria, eu sou o Entendimento, minha é a fortaleza.

Isaías 28:29

Também isso procede do SENHOR dos Exércitos; ele é maravilhoso em conselho e grande em sabedoria. Ver Tiago 1:5

Essa é a verdadeira sabedoria sadia e o sábio proceder.

4. Outras facetas da sabedoria são representadas pelos termos:

עָרְמָה — `aremah — que pode ser traduzido por astúcia, esperteza e prudência.

Provérbios 1:4

Para dar aos simples prudência e aos jovens, conhecimento e bom siso.

מְזִמָּה — mezimmah — que é traduzido pela expressão “bom siso” no verso acima, mas pode significar “propósitos ou planos maus”. Esses dois termos podem, e com frequência traduzem aspectos negativos da sabedoria. Podem não retratar um sábio proceder e sim uma degeneração da mesma, como podemos ver nos dois casos abaixo:

A primeira expressão é usada na Bíblia para descrever a serpente no Jardim do Éden —

Gênesis 3:1

Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito.

Já a segunda, é usada para descrever planos degenerados de maldade —

Provérbios 12:2

O homem de bem alcança o favor do SENHOR, mas ao homem de perversos desígnios, ele o condena.

É importante a gente dizer que essas características não precisam, necessariamente, se corromper e, no Livro de Provérbios, nós encontramos uma preocupação marcante, para demonstrar que o homem piedoso se empenha em saber o modo certo de agradar a Deus, planejando todo seu caminho como lemos em —

Provérbios 22:3

O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.

5. Um quinto grupo relacionado à sabedoria é composto de duas palavras duma mesma raiz: 

דַּעַת — da`at — conhecimento no sentido de: conhecimento, percepção, habilidade, discernimento, compreensãoe e sabedoria como em —

Provérbios 1:4

Para dar aos simples prudência e aos jovens, conhecimento e bom siso.

לֶקַח  — leqach — prudência, ensinamento, ensino, percepção, instrução como objeto, ensinamento como coisa ensinada, capacidade para ensinar e persuasão como em —

Provérbios 1:5

Ouça o sábio e cresça em prudência; e o instruído adquira habilidade

A primeira expressão dá a entender tratar-se mais do que uma mente bem formada ou conhecimento da verdade, pois envolve até mesmo, o próprio Deus —

Provérbios 2:5

Então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.

Provérbios 3:6

Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.

Essa segunda expressão tem a tendência de ressaltar que a doutrina é algo dado e recebido ou assimilado.


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis
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terça-feira, 11 de outubro de 2016

FANATISMO RELIGIOSO LEVA JOVEM À MORTE NA ÍNDIA


Aradhana Samdariya
Aradhana SamdariyaImage copyright UMA SUDHIR

O artigo abaixo foi publicado pelo site da BBC Brasil.

Morte de menina após jejum religioso de 68 dias provoca polêmica na Índia
Morte de Aradhana Samdariya reacendeu discussão sobre jejuns religiosos

A morte de uma garota de 13 anos que passou 68 dias sem comer reacendeu a discussão sobre a prática do jejum religioso na Índia.

Aradhana Samdariya ficou quase dois meses e meio ingerindo apenas água quente, seguindo uma tradição do Jainismo, uma das religiões mais antigas da Índia.

Ela morreu dois dias depois de terminar o jejum.

A polícia do país passou a investigar o caso após uma denúncia de uma organização que defende os direitos das crianças - eles afirmam que os pais de Aradhana teriam forçado a garota a fazer o jejum.

"Os pais dela, Laxmi Chand e Manshi Samdariya, estão sendo acusados de homicídio culposo (causar morte por negligência) e crueldade contra menores", afirmou um porta-voz das autoridades indianas.

Os pais de Aradhana são joalheiros ricos de Hyderabad, uma das maiores cidade da Índia, e negam terem forçado a filha a fazer o jejum.

"Ela pediu permissão para jejuar. Falamos para ela parar depois de 51 dias, mas ela não queria desistir. Foi voluntário, ninguém a forçou", disse o pai da jovem.

Mas ativistas argumentam que os pais queriam que a menina jejuasse porque "o guru da família disse a eles que, se a filha ficasse 68 dias sem comer, os negócios deles iriam prosperar".

"O país inteiro deveria se envergonhar de que uma prática como essa ainda exista. A garota foi forçada a beber só água o dia todo. Ela não podia pôr nem um sal ou um limão ou qualquer outra coisa na água", disse à BBC o ativista Achyut Rao.

Postagem no Twitter criticando a prática
Postagem no Twitter criticando a prática Image copyright Reprodução Image caption

Muitas pessoas usaram redes sociais para criticar jejum que levou a jovem à morte

Rao também criticou a família por ter feito uma procissão "para santificar" a menina durante o funeral.

"A coisa mais chocante é que a família está feliz (porque acredita) que ela foi uma das raras pessoas a serem levadas por Deus", afirmou.

Prática comum

Jejuar é uma prática comum nas religiões na Índia e especialmente entre os praticantes do Jainismo.

Outro costume da crença, também bastante criticado por ativistas, é o que eles chamam de santhara - quando uma pessoa deixa de comer e até de beber água com o objetivo de se preparar para a morte.

Especialistas dizem que o corpo humano consegue sobreviver sem comida por até dois meses.

O jejum, porém, não é exclusividade dessas religiões - muçulmanos, cristãos, hinduístas e judeus também adotam a prática em algumas datas. Mas nenhuma dessas doutrinas aprova jejuar até a inanição e morte.

Líderes jainistas continuam, porém, a defender que seus seguidores fiquem longos períodos sem comida.

"Mulheres grávidas ou aqueles que não estão bem não devem jejuar. Mas não há nada que impeça que uma criança jejue. O quanto elas devem ficar sem comida, porém, depende de sua capacidade individual", afirmou o monge Maharasa Ravinder Muniji ao site Firstpost.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


NOSSO COMENTÁRIO: Como já temos falado diversas vezes, RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO. E como tal, é também, muitas vezes, assassina.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 3 de junho de 2016

SILAS MALAFAIA CONVOCOU OS EVANGÉLICOS PARA UMA FARSA


Eles

AVISO AOS LEITORES: ANTES DE QUALQUER MANIFESTAÇÃO DE MÍ, MÍ, MÍ, SOLICITAMOS A TODOS QUE LEIAM NOSSO ARTIGO ATÉ O FIM E, SÓ ENTÃO, SE MANIFESTEM.

Agora que o chamado pacto — ou golpe — para a remoção da presidenta Dilma ficou patente aos olhos de todos, a situação dos golpistas é muito frágil e delicada.

Deve ser óbvio para todos que o governo interino não tem apoio popular, seja da parte dos batedores de panelas — que bateram panelas contra Temer durante sua primeira entrevista ao Fantástico da Rede Globo — seja da parte daqueles que vestiram as camisas da CBF sob a alegação que pretendiam combater a corrupção — rir para não chorar.

O que fazer então? Chamem os evangélicos para socorrerem o governo golpista e sem apoio popular. Afinal, os evangélicos já estão acostumados a serem usado como massa de manobra e, para isso, não faltam aproveitadores de plantão. 

Silas Malafaia chegou ao despudor de afirmar, acompanhado do impoluto senador Magno Malta, que Romeiro Jucá é um homem de princípios cristãos. Sério mesmo? Acerca de Jucá, Silas disse o seguinte:

“Romero Jucá é um amigo da comunidade evangélica. É um homem que defende ideais e princípios cristãos. Então, ele tem nosso apoio. Ele tem feito um trabalho gigantesco. Não é um político que chega aqui na quarta de manhã para sair na quarta à noite. É alguém que trabalho firme, duro e forte. Então tem o nosso apoio e como eu sou um pastor desejo que Deus o abençoe, o ilumine e lhe dê sabedoria para continuar essa jornada.”

O pronunciamento poderá ser visto por meio desse link aqui:


Alguém poderia objetar que o vídeo é antigo. Com certeza, mas isso não muda suas afirmações, que tinham a nítida impressão de convencer os incautos da probidade do, agora defenestrado, Romeiro Jucá. Se o Silas quer corrigir esse erro do passado, poderá gravar novo vídeo onde assuma sua culpa pelo que falou.

Mas muito bem. Os evangélicos então foram convocados para participarem de um mega ato profético — ocorrido no dia 1º de Junho de 2016. Primeiro vamos entender o que são tais atos proféticos e depois vamos analisar a proposta hipócrita envolvida no embuste proposto pelo pastor falastrão.  

O que são os chamados atos proféticos? Os “Atos Proféticos” são uma excrescência da chamada Teologia da Prosperidade. A intenção dos mesmos é determinar o futuro, como se meros seres humanos, que não passam de pó, tivessem a prerrogativa de determinar acontecimentos futuros. Trata-se da chamada confissão positiva aplicada ao futuro. Como podemos ver, não se lida nesses atos de seguir a revelação bíblica e sim da mais grossa manifestação de heresia. Como alguém já disse: existe a má-cumba e a boa-cumba que é praticada pelos evangélicos por meio de idiotices como esses tais atos proféticos. Os atos proféticos são heréticos porque assumem que Deus abriu mão de sua Soberania a favor de tolices inventadas pelos seres humanos. Estou enojado.

Segundo os defensores dessa heresia, eles têm autoridade para falar em nome de Deus e determinar o rumo dos acontecimentos futuros. Antes de prosseguir, gostaria de perguntar aos leitores que já participaram de tais atos, quanto efetivamente mudaram o rumo dos acontecimentos futuros? Quantos Atos Proféticos já foram realizados em minha cidade afirmando que ela seria do Senhor Jesus — implicando uma conversão em massa — e nada, absolutamente nada aconteceu. Hoje nem tem mais “crentes” declarando que São João pertence ao Senhor Jesus. O mesmo, eu sei, é verdade com todas as cidades onde se encontram os leitores. Isso deve bastar.

Os atos proféticos não passam, em sua essência, duma manifestação religiosa sincrética onde crenças evangélicas se misturam com práticas mágicas.

Para justificar a farsa, Silas Malafaia utiliza um tema querido dos brasileiros em geral: a luta contra a corrupção. Esse tema dá à convocação, certo ar de seriedade. Vejam o que o Silas afirmou acerca de seu ato profético numa entrevista concedida à BBC Brasil:

BBC Brasil - O que significa o termo profético?

Silas Malafaia - Um ato profético é fazer declarações sobre o futuro de um país. Profecia é coisa que ainda vai se cumprir, correto? É algo que vai acontecer e que se antecipa. Nós vamos declarar que o Brasil vai ser próspero, vai ter paz e vai ficar livre da corrupção, da crise econômica. Isso tudo é profético.

BBC Brasil - Então sua profecia é que crise econômica e corrupção vão terminar junto com o governo.

Silas Malafaia - Isso aí. É isso aí. É isso aí mesmo. O ato profético é para isso, é para declarar que a corrupção vai acabar, que toda a bandalheira vai ser exposta, que não vai ter derramamento de sangue, porque os 'esquerdopatas' têm o DNA da baderna, da desordem.

BBC Brasil - Não parece é difícil bancar uma profecia de fim da crise econômica e da corrupção, pastor?

Silas Malafaia - Não é difícil, não, rapaz. Na Bíblia, em épocas em que Israel vivia períodos de crise e fome, levantava um profeta que dizia que viria um tempo de paz e prosperidade. E aquilo tudo mudava. Então nós conhecemos esta prática. Agora, eu, além de liberar a palavra profética, vou 'sacudir a roseira' sobre o que está acontecendo, não tenha dúvida.

A entrevista de Silas Malafaia para a BBC Brasil poderá ser lida na íntegra por meio desse link:

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160326_malafaia_entrevista_rs_if

Silas afirmou que seu ato profético iria determinar o fim da corrupção no Brasil, tão logo a presidenta fosse afastada. Alguém aí acredita nisso? Mas a realidade foi bem mais dura com Silas e seu ato profético: depois da presidenta ter sido afastada, o que vimos foi o governo ser assaltado por uma verdadeira quadrilha de malfeitores acusados das mais graves denúncias, incluindo o planejamento e a execução do golpe parlamentar, midiático e plutocrático.

Enquanto isso, continuamos aguardando pelo cumprimento bombástico do objetivo do tal ato profético. Esperamos, para breve, o início da inexorável derrocada da corrupção no Brasil, a menos que Silas Malafaia tenha pregado outra de suas peças no povo evangélico, que foi prestigiar o governo golpista e o tal ato profético.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 10 de março de 2016

IGREJAS EVANGÉLICAS E O TRAFICO DE DROGAS


Christina Vital da Cunha no lançamento do livro Oração de Traficante (Foto: Divulgação)
Christina Vital da Cunha no lançamento do livro Oração de Traficante (Foto: Divulgação).



O artigo abaixo foi publicado pelo site G1 e é de autoria de Gabriel Barreira

Relação do tráfico no Rio com igrejas evangélicas em favelas é tema de livro.
Autora cita templos que rejeitam e que aceitam 'salvação' de criminosos.
'Alguns pastores apresentavam a alternativa de salvação moral', relata.

Por Gabriel Barreira

O livro "Oração de Traficante" se propõe a discutir um tema polêmico e inédito: o crescimento das igrejas evangélicas nas periferias do Rio, chegando às associações de moradores e, finalmente, ao tráfico de drogas. A obra é da pesquisadora e professora adjunta do Departamento de Sociologia na Universidade Federal Fluminense (UFF) Christina Vital da Cunha e foi lançada em novembro do ano passado.

A tese de doutorado foi financiada e publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Nela, a autora mostra a resistência de certos templos pentecostais, nos quais a conversão dos criminosos era tida como imoral. Mas mostra também o outro lado: como traficantes aderiram à religião e financiaram eventos religiosos nas comunidades — distribuindo dinheiro através do dízimo.

Com idas a Acari, no Subúrbio, entre 1996 e 2009 e ao Santa Marta, em Botafogo, Zona Sul, entre 2005 e 2009 a doutora chegou a testemunhar a "salvação" através da fé. Mas diz que a saída não é fácil e vê uma relação conturbada entre a religião e o crime.

Confira trechos da entrevista com a autora Christina Vital da Cunha:

MUNDO EVANGÉLICO X MUNDO DO TRÁFICO

Christina: Os evangélicos, sobretudo os pentecostais, pensam o mundo como uma guerra espiritual. A partir desta batalha, existe uma correspondência entre os mundos [do tráfico e da igreja].

REJEIÇÃO DE EVANGÉLICOS AO MUNDO DO TRÁFICO

Christina: Havia evangélicos que negavam [rejeitavam] essa proximidade com o tráfico, dizendo que [os traficantes] poluíam moralmente os 'verdadeiros evangélicos'. No termo nativo, era um 'mau testemunho' que estes cristãos estavam dando. Há tensionamentos nesta equação. Há os que aderem e os que refutam, não há um consenso sobre isso. Embora seja complexo, de algum modo punha em risco a moral ilibada dos evangélicos.

A 'SALVAÇÃO'

Christina: Alguns pastores apresentavam a alternativa de salvação moral, de [os traficantes] se renovarem, deixarem de carregar o estigma do criminoso e se tornar uma pessoa de bem. Muitos deles [traficantes] fizeram esta passagem, mas muitos deles que entrevistei em 2009 não conseguiram sair. Não conseguiram por [conta de] um estilo de vida, pela atração dos ganhos proporcionados. É importante frisar como as pessoas têm medo desta passagem. Em termos sociais, [os traficantes] emergem como inimigo número um da sociedade. De alguma maneira, se sentem muito protegidos naquele enclausuramento que é a favela. Muitos deles têm muito dinheiro, postos de gasolina, fazendas.

FINANCIAMENTO PARA SAIR DO CRIME

Christina: Os traficantes passam a financiar cultos ao ar livre, pagar artistas de projeção nacional para irem fazer show gospel na favela. Pagavam dízimo às igrejas. Houve cultos de graça, existia engajamento dos traficantes com igrejas evangélicas locais. Operavam com a expectativa de sair a qualquer momento da vida do crime e os evangélicos ajudaram muitos traficantes.

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES

Christina: Acompanhei como as lideranças de associações de moradores começaram a ter um perfil evangélico. Todos os líderes de associação em Acari nos anos 2000 eram ligados a Igrejas Evangélicas e tinham 'empoderamento' dos evangélicos no local, com a ocupação de lugares políticos. Embora seja controverso, houve o 'empoderamento' dos evangélicos com os traficantes. [Mas] Os evangélicos não cresceram porque os traficantes se aproximaram.

SISTEMA DE PUNIÇÃO 'PACIFICADO'

Christina: O modo de vida nas favelas é sempre tenso. Há muito espaço de afetividade, de troca intensa, mas é um ambiente tenso. Antes não tinha 'desenrolo', era logo morte, quando pegavam alguém usando crack em Acari, por exemplo. [Mas] Como alguns chefes do tráfico viviam a proximidade dos evangélicos, houve a 'pacificação' de traficantes, era o que eles diziam: iam à casa do familiar do usuário e diziam que não poderia fazer isso. Correspondia a um comportamento que não era esse de irromper a violência.

CRESCIMENTO EVANGÉLICO X QUEDA CATÓLICA

Christina: A partir dos anos 2000, a Igreja Católica começa a se redistribuir nas periferias. O padre que assumiu a paróquia de Acari era um padre midiático, fez o casamento do Luciano Huck com a Angélica. Era uma estratégia da Igreja Católica. Outra dinâmica era o retraimento de casas de umbanda e terreiros nas favelas. No Santa Marta, que era marcado por uma força católica, os festejos locais católicos começam a perder força e os evangélicos começam a ganhar mais espaço. A partir daí, comecei a entender as dinâmicas relacionadas a crime, religião e sociabilidade.

ATRAÇÃO PELO DINHEIRO

Christina: A teologia da prosperidade, por exemplo, é outra correspondência dos dois mundos. Os traficantes gostam de dinheiro e atuam na vida do crime, onde rola muito dinheiro. E os evangélicos não negam o dinheiro. Então, a passagem da vida do crime para a vida moral não implica abrir mão do que conseguiu. Todo aquele dinheiro vai ser purificado. O mundo é uma batalha, mas, por outro lado, não precisa se recusar o dinheiro. No catolicismo, a gente não deve buscar bens na terra e deve privilegiar coisas no céu. Os evangélicos dizem: não, aqui também. Mostrar o dinheiro é uma forma de mostrar a graça de Deus na vida.

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Christina: Há contextos em que traficantes expulsaram religiosos de matriz africana de certas localidades. Agora, na maior parte das favelas em que você tem relação dos traficantes com universo evangélico não aconteceu isso. Não aconteceu, mas religiosos de matriz africana são muito desprestigiados e vitimizados por intolerância religiosa não pelo tráfico, mas por muitos moradores evangélicos. Há uma identificação de que esses religiosos são moralmente inferiores e ligados ao mal. A intolerância religiosa é praticada, muitas vezes, não pelos traficantes, mas pelo coletivo.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 


quarta-feira, 18 de março de 2015

FALSO MESTRE CREFO DOLLAR PEDE DINHEIRO PARA COMPRAR JATINHO



O pastor Creflo Dollar prega em Atlanta; ele quer doação para comprar um jato para o ministério dele. DIVULGAÇÃO/CREFLO DOLLAR MINISTRIES

O artigo abaixo foi publicado pela redação do site do UOL

Pastor evangélico pede dinheiro para comprar jato de R$ 212 milhões

Por REDAÇÃO, em 13/03/2015 · Atualizado às 15h11         

Um dos maiores pastores evangélicos dos Estados Unidos iniciou nesta sexta (13) uma campanha polêmica. Fundador da igreja World Changers International, Creflo Dollar está pedindo aos fiéis que o ajudem a comprar um jato de US$ 65 milhões (aproximadamente R$ 212 milhões). Ele estabeleceu uma meta: quer 200 mil pessoas contribuindo com US$ 300 (em torno de R$ 980) ou mais. Dollar é presença cativa nas manhãs de domingo em filiais da rede norte-americana CBS.

"Nós estamos pedindo aos membros, parceiros e colaboradores desse ministério que participem do Projeto G650", diz um comunicado publicado no site da igreja. "A missão dessa iniciativa é adquirir o jato Gulfstream G650 para que os pastores Creflo Dollar e Taffi [mulher do televangelista] possam continuar a espalhar a mensagem do Evangelho pelo mundo."

O Gulfstream G650 é o jato particular mais rápido do mundo e um dos mais procurados por executivos. Com 30 metros de comprimento e 7,82 metros de altura, atinge a velocidade de 956 km/h. O avião tem capacidade para até 18 passageiros, que têm acesso à internet, telefone, televisão, geladeira, micro-ondas e fogão.

O pedido do pastor norte-americano aos fiéis lembra o dos evangélicos brasileiros, que pedem dízimos exorbitantes para manter os programas religiosos no ar. Em 2013, o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, chegou a fazer campanha para comprar o canal 32 UHF, antiga MTV, do grupo Abril.

Imagem de Creflo Dollar, com mensagem da campanha Projeto G650

Evangelho da discórdia

A principal linha doutrinária de Dollar é a Teologia da Prosperidade, que tem por base a riqueza material dos fiéis, alcançada pelas doações que fazem à igreja. O pastor é constantemente questionado se utiliza para benefício próprio o dinheiro que o ministério arrecada.

Em 2007, Dollar foi convocado pelo Senado dos EUA, junto com outros cinco televangelistas das chamadas megachurches (igrejas enormes, do tamanho de um ginásio esportivo), para apresentar balanços financeiros dos respectivos ministérios. Ele foi o único que se recusou a mostrar os documentos.

Em entrevista para a CNN na época, Dollar comentou que não havia qualquer desvio financeiro em sua igreja e defendeu sua vida luxuosa: uma mansão de R$ 8 milhões em Atlanta, um apartamento em Manhattan, Nova York, e um carro Rolls-Royce.

O artigo original do site do UOL poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Como é fácil perceber, otários gananciosos dispostos a dar tudo o que têm para obter as bênçãos de Deus não é privilégio de membro apenas das nossa igrejas chamadas evangélicas. Eles estão por todo lado e inclusive falam em inglês, é em inglês – risos.

A TEMPO - Depois de duras críticas o pastor Dollar desistiu da compra, ao menos temporariamente!

Que Deus tenha misericórdia de tanta estupidez e abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

AGENOR DUQUE E SEU CONGRESSO DA EMBROMAÇÃO: PASTOR DÁ SUA OPINIÃO




O artigo abaixo é de autoria do Pastor Renan Bressamini e foi assinado pela jornalista Raquel Elana para o site Gnotícias.

Pastor afirma que “7 Congresso de Avivamento para o Brasil” é torre de Babel

Por Raquel Elana

Pastor Renan Bressamini

Pena que grande parte não prega palavra de amor, arrependimento e salvação, mas sim riquezas terrenas e prazeres humanos (não me refiro à todos esses pregadores)!

Pena que muitos não cantam para o louvor de Deus, mas sim para o louvor dos homens através de canções humanistas, egocêntricas e funk gospel ostentação (não me refiro à todos esses cantores)!

Pena que a igreja organizadora do evento é uma igreja que prega grandes heresias e o seu foco esta na conquista de prosperidade terrena através de verdadeiros patuás gospel e objetos místicos (se não acredita veja no youtube).

Pena que esse congresso esta sendo utilizado como uma forma de ganhar votos para um político.



Pena que nesse congresso, apesar da entrada ser 1 kg de alimento, se você tiver disposto a pagar ou ser uma pessoa mais importante do que as demais, poderá ficar em uma área VIP (very important people) ou em um camarote!


Pena que o principal preletor do congresso é o autor de várias frases heréticas e blasfemas como: “Cristãos são pequenos messias, são pequenos deuses”; “Jesus na sua morte se tornou um com satanás”; “Se vocês me atacarem, suas crianças pagarão por isso”; “Se você está preparado para algum conhecimento revelado… então lá vai: você é deus!”; “Deus, o Pai, é uma pessoa. Deus, o Filho, é uma pessoa. Deus, o Espírito Santo é uma pessoa. Mas cada um deles é um ser triúno por si mesmos! Se posso chocá-lo, e talvez eu deva chocá-lo, existem nove deles… Deus, o Pai, é uma pessoa com seu próprio espírito pessoal, com sua própria alma pessoal, e seu próprio corpo espiritual pessoal.”

Pena que para esse congresso, avivamento significa poder, prosperidade, fama e glória, quando para Cristo avivamento significa arrependimento, humilhação diante de Deus, negar a si mesmo e principalmente socorrer as pessoas que estão necessitadas e manter-se incontaminado do mundo (Tg 1:27).

Pena que você ao ler essa minha opinião vai dizer para eu não julgar se não eu serei julgado e versículos sem contexto do tipo como não toque num ungido do Senhor. Ao invés disso você deveria examinar os frutos e comportamentos dos homens segundo a reta justiça conforme esta escrito em João 7:24, pois afinal “Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus”. Mateus 7:16,17.

Pena que neste congresso alguns cantores e pregadores piedosos (que eu admirava) resolveram ter comunhão com doutrinadores das trevas! Quando na verdade deveriam evitá-los. “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Romanos 16:17). “Se alguém vem ter convosco, e não traz esta sã doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras” (2 João 10,11).

Uma verdadeira Torre de Babel! Uma verdadeira Babilônia! Uma verdadeira aliança de Josafá com Acabe! Quanto à essas comunhões infrutuosas, Deus tem um conselho para nós:

“E ouvi uma voz do céu, que dizia: Saí dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas”. Apocalipse.18:4.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:

Que Deus abençoe a todos com uma visão cristalina e um entendimento cheio de discernimento para separar o certo do errado.

Alexandros Meimaridis

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