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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

PARÁBOLAS DE JESUS — SERMÃO 038A —— A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001


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Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Dracma perdida

Lucas 15:8—10

8 Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la?

9 E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido.

10 Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

Essa breve parábola de Jesus é geralmente preterida ou até mesmo ignorada por causa de suas similaridades com a versão bem mais longa e preferida da Parábola da Ovelha perdida, que pode ser vista por meio do link abaixo:


Isso é perfeitamente entendível e como existem de fato muitas coisas duplicadas nessas parábolas não é necessário nos estendermos demais em nossa análise dessa parábola acerca da dracma perdida. Por outro lado, mesmo sendo semelhantes as mesmas não são idênticas e cada uma delas tem sua própria mensagem. A Parábola da Dracma Perdida nos apresenta informações vitais acerca do caráter de Deus. Vejamos:

I. O Tipo da Parábola

Como aconteceu com a Parábola da Ovelha Perdida essa também é uma parábola interrogativa que funciona como uma verdadeira símile[1]. A pergunta levantada é seguida por uma afirmação que descreve as consequências

II. Questões Importantes que Chamam Nossa Atenção

Existem duas questões primordiais que requerem nossa atenção nessa parábola. Elas são:

1. Qual é o significado do personagem principal da parábola ser uma mulher? A mulher funciona como sendo uma imagem de Deus? Existe qualquer implicação na parábola que tem alguma implicação para o papel da mulher em nossos dias?

2. Qual é o ensinamento da parábola? De modo especial, quanta teolgia pode ser encontrada na mesma?

III. Características Textuais da Parábola da Dracma Perdida

1. Com frequência Lucas produz narrativas envolvendo tanto homens quanto mulheres. Kenneth Bailey em sua abordagem a Lucas 15 chega a mencionar 27 exemplos[2]

2. Apesar de muitos estudiosos desconsiderarem esse fato, a verdade é que o mesmo é parte da estratégia de Lucas para sublinhar a importância das mulheres e o relacionamento de Jesus com as mesmas.

3. As perguntas que encontramos em Lucas 15:4 e 8, parecem estar sendo dirigidas a homens. Todavia, o texto nos diz, no verso 1, que publicanos, pecadores, escribas e fariseus, se aproximaram de Jesus para ouvi-lo. É óbvio que a expressão pecadores, que nesse contexto indica apenas pessoas desinteressadas na lei de Moisés, certamente deveria incluir mulheres.

4. A pergunta de Lucas 15:8 requer uma resposta afirmativa. Qualquer mulher procuraria uma moeda perdida fosse pelo seu valor intrínseco ou pelo valor sentimental. A lógica utilizada por Jesus nessa parábola se move do menor para o maior. Se a mulher de alegra em encontrar a moeda perdida, quanto mais não se alegrará Deus por um único pecador arrependido?

5. Ao encontrar a moeda a mulher chama suas amigas para celebrarem junto com ela. O mesmo deve ter sido verdade com o pastor ao encontrar a ovelha pedida. Apenas pastores poderiam avaliar na justa medida a angústia experimentada pelo pastor cuja ovelha tinha se desgarrado.

6. Como já tivemos a oportunidade de mencionar, apesar dessa parábola estar relacionada de forma muito próxima com a da ovelha perdida, ainda assim as duas não são sinônimas, e muito menos idênticas.

6. A autenticidade da Parábola da Dracma Perdida não é questionada, mas alguns estudiosos insistem em afirmar que o verso 10 é uma adição feita por Lucas. Mesmo admitindo que o versículo foi grafado por Lucas, ainda assim a passagem exige uma finalização apropriada sob o risco de não entendermos exatamente qual direção Jesus deseja indicar.

7. A diferença fundamental entre a Parábola da Ovelha Perdida e da Dracma Perdida, encontra-se na diligência demonstrada pela mulher em: ascender uma lâmpada, varrer o chão, procurar diligentemente. Enquanto isso as diferenças são óbvias: abandonar as noventa e nove ovelhas, a necessidade de carregar a ovelha perdida, a alegria experimentada por encontrar a ovelha perdida ser muito maior do que àquela relativa às outras noventa e nove. Essas diferenças cumprem um duplo propósito:

a. Elas são usada em parte para descrever o que é apropriado para a imagem que Jesus deseja transmitir.

b. Por outro lado, elas são usada para enfatizar a enorme diligência aplicada pela mulher na busca pela moeda perdida.

CONTINUA...


Outras Parábolas de Jesus Podem ser encontradas nos Links abaixo:

001 – O Sal 

002 – Os Dois Fundamentos 

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça
008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html

038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/09/parabolas-de-jesus-sermao-038a-parabola.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.



[1] Símile: Comparação; figura de linguagem através da qual alguma coisa é equiparada a outra, através de termos diferentes que se unem pela palavra "como" ou por outra semelhante. Dicionário Eletrônico Dcio.

[2] Bailey, Kenneth.  Finding the Lost. Cultural Keys to Luke 15.  Concordia Scholarship Today. Concordia Publishing, St. Louis, 1992.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus – ESTUDO 016 — A ESCOLHA OU ELEIÇÃO DIVINA — EFÉSIO 1:4 - Parte 005



NESSA SÉRIE NÓS ESTAMOS TRATANDO DE DOIS ASPECTOS IMPORTANTES ACERCA DA VERDADEIRA IGREJA: 1) A IGREJA COMO CORPO DE CRISTO; E 2) A IGREJA NO PLANO ETERNO DE DEUS. CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS LEITORES A ACOMPANHAREM ESSA SÉRIE E COMPARTILHAREM A MESMA COM TODOS OS SEUS CONHECIDOS, AMIGOS E IRMÃOS. OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE PODERÃO SER ENCONTRADOS POR MEIO DE LINKS NO FIM DE CADA ESTUDO.

CONTINUAÇÃO...

8. João 15:16  Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.

Pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros — Essas palavras faladas por Jesus neste contexto se aplicam diretamente aos discípulos que haviam sido escolhidos para se tornarem ἀπόστολος apóstolos — mensageiro. No Novo Testamento essa expressão assume a conotação de: “mensageiro enviado com as mesmas prerrogativas daquele que o enviou”. Estes onze remanescentes eram todos verdadeiros e sinceros discípulos. Judas, como já vimos, havia deixado o salão. Mas, por outro lado, existe também a implicação anterior de que antes de poderem se tornar apóstolos aqueles indivíduos haviam sido também escolhidos para a salvação mediante a santificação do Espírito Santo pelo poder da palavra de Deus —

2 Tessalonicenses 2:13

Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade.


Tiago 1:16—18

16 Não vos enganeis, meus amados irmãos.

17 Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.
18 Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.

E vos designei — No grego ἔθηκα étheca — designei está no aoristo[1] e expressa o fato de que os discípulos foram colocados, separados ou apontados pelo próprio Senhor. A implicação disso é que os discípulos haviam sido apontados ou designados para fazer o trabalho do Senhor. Ao contrário do que temos nos dias de hoje, Jesus não impôs as mãos sobre os discípulos para apontá-los – ver Lucas 6:13—16 e Mateus 10:1—5.

Para que vades e deis fruto — O fruto a que Jesus aqui se refere tem a ver com a vida prática como descrita, por exemplo, nas bem-aventuranças — ver Mateus 5:1—16. Jesus chama a prática das bem-aventuranças como nossas boas obras por excelência! Por outro lado indicava também que eles deveriam levar a mensagem do evangelho, ou seja, as boas novas acerca de como Deus já fez tudo o que é necessário para que os seres humanos possam ser salvos. Nesse mister de pregar o evangelho, a única coisa que o Senhor espera de seus servos é que sejam fiéis o que nós podemos atestar que os discípulos foram de fato —

1 Coríntios 4:1—2[2]

1 Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.

2 Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel.
  
Levar a mensagem do evangelho, esse é um dos principais motivos porque nós também temos sido escolhidos por Deus.

E o vosso fruto permaneça — Esta expressão de Jesus tem as seguintes implicações:


1. Que o efeito do serviço dos discípulos deveria ter um caráter permanente sobre a humanidade. Os esforços dos discípulos deveria produzir fruto permanente e não ser semelhante ao dos falsos mestres. O evangelho deveria se espalhar, se fincar e criar profundas raízes entre as pessoas. Certamente as palavras de Jesus em Mateus 16:18 serviam de pano de fundo para este mandamento.

2. Havia também a implicação de que o serviço deles devia ser incessante. Eles deveriam ser diligentes e incansáveis na propagação do evangelho até o dia da morte deles. Assim a semente plantada pelo próprio Senhor em seus corações deveria produzir fruto permanente em suas almas até o dia em que o Senhor os chamasse. O mesmo deve acontecer conosco. Devemos ser dedicados completamente ao Nosso Senhor por toda a nossa vida. Devemos labutar pela expansão do evangelho até o dia em que o Senhor nos chamar dos nossos afazeres.  O Salvador não nos chama para o servirmos apenas por uma parte das nossas vidas. As palavras do Senhor acerca do discipulado verdadeiro são as mesmas: Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo? Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos —

Lucas 9:23—26

23 Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.

24 Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará.

25 Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?

26 Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos.

A fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda — Este é um daqueles versículos que, uma vez retirado do seu contexto, é utilizado para justificar todo tipo de ganância humana. Mas Jesus não está dando uma carta branca para que qualquer coisa possa ser pedida ao Pai. O contexto deixa claro que Deus vai honrar qualquer pedido que tiver relação com a produção do genuíno fruto produzido pela vida cristã. Se pedirmos qualquer coisa a Deus relacionada a nos conformar, por exemplo, às bem-aventuranças ou à expansão do Seu reino, Ele promete honrar tais pedidos.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA IGREJA COMO CORPO DE CRISTO E NO PLANO ETERNO DE DEUS

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 001 — A Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 002 — A Unidade de Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 003 — Como a Unidade Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 004 — Como o Amor Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 005 — Unidade em Meio à Diversidade

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 006 — Unidade Com Variedade Mas com Harmonia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 007 — A Igreja Como o “Mistério” de Deus e Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 008 — Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 009 — A Bênção Espiritual — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 010 — As Regiões Celestiais — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 011 — Nossa Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — Parte 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 012  A —Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 013 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 003

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 014 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 004

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 015 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 005

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 016 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 006

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 017 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 007 — O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 018 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 008 — Por que O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 019 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 020 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 021 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-igreja-como-corpo-de-cristo-e-no_6.html

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 022 — O Propósito de Deus em Nossa Eleição: Nos Fazer Santos e Irrepreensíveis
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/a-igreja-como-corpo-de-cristo-e-no.html



A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 023 — Nossa Eleição e seu Relacionamento com nossa Predestinação

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 024 — Nossa Predestinação Divina

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimardis 

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Desde já agradecemos a todos.      



[1] A expressão aoristo procede do vocábulo ἀόριστος aóristos — não definido ou indefinido. Assim o tempo verbal representado pelo “aoristo” apenas descreve a ação expressada pelo verbo. O aoristo contempla a ação em si como um todo. Por este motivo o aoristo não especifica nem a duração, nem a maneira como a ação acontece, nem os resultados dela advindos. Por todos estes motivos o aoristo é muitas vezes considerado um tempo indefinido.
[2] 1 Coríntios 4:1 no que diz respeito à palavra ὑπηρέτας  uperétas é um dos versículos mais mal traduzidos de que podemos ter notícia, na versão de Almeida Revista e Atualizada, mesmo em sua 2ª Edição, o que é realmente uma pena. A palavra grega ὑπηρέτας uperétas designa simplesmente um servo, um atendente, um assistente, um auxiliar. O dicionário Aurélio Século XXI define servo da seguinte maneira: servo — aquele que não tem direitos, ou não dispõe de sua pessoa e bens... criado, servidor, servente; serviçal...escravo. Os tradutores deste versículo na ARA — versão de Almeida Revista e Atualizada — optaram por traduzir ὑπηρέτας  uperétas pela expressão “ministros”. Agora vejamos como o dicionário Aurélio Século XXI define a palavra ministro: título genérico para qualquer empregado ou funcionário público de nível mais elevado... aquele que executa os desígnios de outrem: medianeiro, intermediário, executor, auxiliar... membro de um ministério, ministro de Estado... pastor protestante. Ora sabendo que a palavra possui conotações tão elevadas, mesmo que designe um auxiliar, a mesma deveria ter sido evitada, até porque no uso corrente a expressão ministro é muito dignificada e não tem nada a ver com a atitude de serviço que está na Bíblia.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

THOMAS WATSON: A ÚNICA COISA NECESSÁRIA – UM SERMÃO – PARTE 004


O material abaixo é parte de um sermão pregado por Thomas Watson que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: GraceGems.org

OEstandarteDeCristo.com

Tradução: Camila Rebeca Almeida

Revisão: William Teixeira

A Única Coisa Necessária Thomas Watson — PARTE 004

“Operai a vossa salvação com temor e tremor” (Filipenses 2:12).

CONTINUAÇÃO

III.

E assim, depois de ter estabelecido alguns argumentos por meio de motivação, para persuadir a este trabalho, vou agora propor alguns meios através de orientações para nos ajudar neste trabalho, e aqui eu vou mostrar o que são aquelas coisas a serem removidas, que irão dificultar nosso labor e quais são as coisas que julgamos servirem para ele.

1. Temos de eliminar as coisas que dificultarão a operação da nossa salvação. Há seis barreiras no caminho para a salvação que deverão ser removidas.


(i) Em primeiro lugar, os embaraços do mundo. Enquanto o pé está em uma armadilha, um homem não pode correr. O mundo é uma armadilha; enquanto os nossos pés estão nele, não podemos participar da corrida diante de nós — Hebreus 12:1. Se um homem subir uma rocha íngreme, e tendo pesos amarrados às pernas, eles dificultariam sua subida; muitos pesos dourados vão nos impedir de subir esta rocha íngreme que leva à salvação. Enquanto a fábrica de um comércio está funcionando, faz tanto barulho que mal podemos ouvir o ministro “levantando a sua voz como a trombeta”. O mundo sufoca nosso zelo e apetite pelas coisas celestiais, a terra apaga o fogo, a música dos encantos do mundo nos adormecem, e então não podemos trabalhar. Nas minas de ouro, existem sufocamentos mortais. Ó! quantas almas foram destruídas com um sufocamento proveniente da terra!

(ii) A segunda barreira no caminho para a salvação é a tristeza e o desânimo: quando o coração de um homem está triste, ele não está apto para ir para o seu trabalho, ele é como um instrumento desafinado. Sob medos e desânimos nós agimos fracamente na religião. Davi trabalha para repreender a si mesmo a sair dessa melancolia espiritual, “Por que estás abatida ó minha alma?” — Salmo 42:5. A alegria vivifica; os Lacedemônios usavam a música em suas batalhas para excitar seus espíritos e fazê-los lutar mais bravamente. A alegria é como música para a alma, que excita ao dever, ela é óleo para as rodas dos afetos. A alegria faz o serviço ser feito com prazer, e nós nunca os realizamos de forma rápida na religião como quando sobre as asas do prazer. A melancolia tira as rodas dos nossos carros, e então nós dirigimos pesadamente.

(iii) A terceira barreira no caminho para a salvação é a preguiça espiritual. Este é um grande impedimento para o nosso trabalho. Foi dito de Israel, “Também desprezaram a terra aprazível” — Salmo 106:24, qual seria a razão disto ser assim? Canaã era um paraíso de prazer, um tipo de céu, mas eles pensaram que para obtê-la iria custar-lhes uma grande quantidade de problemas e perigos, e eles prefeririam continuar sem ela, eles desprezaram a terra aprazível. Não existem milhões em nosso meio que prefeririam ir dormindo para o Inferno, do que suando para o céu? Eu li de certos espanhóis que vivem perto de onde há uma grande loja de peixes, no entanto, são tão preguiçosos que eles não ganham as dores para pegá-los, mas os compram de seus vizinhos. Tal estupidez pecaminosa e preguiça estão sobre a maioria, que, apesar de Cristo estar perto deles, embora a salvação seja oferecida no Evangelho, contudo eles não trabalharão pela sua salvação. “A preguiça faz cair em um sono profundo” —        Provérbios 19:15. Adão perdeu sua costela quando ele estava dormindo, muitos homens perdem sua alma neste sono profundo.

(iv) A quarta barreira no caminho para a salvação é a opinião da facilidade da salvação; Deus é misericordioso, e o pior vem para o pior, isto é apenas arrepender-se. Deus é misericordioso, é verdade, mas, além disso, Ele é justo, Ele não deverá corromper Sua justiça ao demonstrar misericórdia, portanto, observe esta cláusula na proclamação, Ele “não inocenta o culpado” — Êxodo 34:7. Se um rei proclama que somente devem ser perdoados aqueles que vieram submetidos ao seu cetro, poderia alguém, ainda persistindo na rebelião, reivindicar o benefício daquele perdão? Ó pecador, tu gostarias de obter misericórdia, e não queres desfazer-se da arma da injustiça?
Isto, somente se houver arrependimento, você se arrepende? Esse é tal, que não podemos atingir a menos que Deus direcione a nossa seta. Diga-me, Ó pecador, é fácil para um homem morto viver e andar? Tu estás espiritualmente morto, e enrolado na tua mortalha — Efésios 2:2. A regeneração é fácil? Será que não existem dores no novo nascimento? É a abnegação fácil, tu sabes o que a religião deve custar-lhe, e o que isso pode custar? Deve custar-lhe a separação dos seus desejos, pode custar-lhe a separação de sua vida, guardem desta obstrução. A salvação não é conseguida com ânimo leve, milhares foram para o Inferno mediante este erro. Os grandes espetáculos da presunção fizeram a porta estreita parecer mais larga do que é.

 (v) A quinta barreira no caminho para a salvação são amigos carnais. É perigoso ouvir a sua voz. A serpente falou a Eva. A esposa de Jó o teria retido de servir a Deus, “Ainda reténs a tua integridade?” — Jó 2:9. Quem, continua a orar e a clamar? Aqui, o Diabo lança mão sobre a tentação de Jó por sua esposa. Amigos carnais estarão chamando-nos para longe de nosso trabalho. Quem precisa de todo este alvoroço? Nós lemos que alguns dos parentes de Cristo, quando viram Cristo, de modo sincero na pregação, tentaram impedi-Lo: “Seus parentes foram para prendê-lo” — Marcos 3:21. Nossos amigos e parentes, às vezes, ficam em nosso caminho para o céu e julgam o nosso zelo como loucura, gostariam de nos perseguir e nos embaraçar de nosso trabalho por salvação. Muitos nos dias da reforma tinham tais amigos; por se aconselharem com seus amigos, eles revogariam suas antigas opiniões sobre a doutrina de Lutero, ou persistiriam nelas até a morte, muitos desejavam que Lutero se retratasse, e tão abertamente renunciasse sua antiga fé; ele tornou-se um homem vivo no inferno.

(vi) A sexta barreira no caminho para a salvação é a má companhia. Eles nos tirarão de nosso trabalho. As águas doces perdem seu frescor quando se deparam com o sal, os cristãos perdem a sua frescura e paladar entre os ímpios; as pombas de Cristo serão manchadas por deitarem entre esses vasos. Companhia pecaminosa é como a água na forja de um ferreiro que apaga o ferro, ele nunca será tão quente; tais bons afetos esfriam. Os ímpios têm a praga do coração — 1 Reis 8:38, e sua respiração é infecciosa. Eles vão nos desencorajar de trabalhar pela nossa salvação; assim como aquele, que é um pretendente a uma mulher, e é muito sério em seu pedido, lá vem alguém e diz que ele sabe alguma coisa de mal sobre o relatório acerca duma  mulher, algum impedimento; o homem ouvindo isso, logo se retira, e a solicitação cessa. Assim é com muitos homens que começam a ser pretendentes à religião. De bom grado eles teriam realizado o casamento, e eles crescem muito quentes e violentos na solicitação, e começam a operar a sua salvação, mas depois lá vêm alguns de seus confederados, e lhe dizem que eles sabem de algum mau relatório sobre a religião. “Esta seita, em todos os lugares se fala contra”. Deve haver muito rigor e mortificação para que ele nunca mais deva esperar ver bons dias; posto isso, ele fica desanimado, e por isso o encontro foi interrompido. Acautelai-vos de tais pessoas, pois elas são demônios cobertos com carne, pois elas são, como alguém disse, como Herodes, que teria matado Cristo, logo que Ele nasceu. Assim, quando Cristo está, por assim dizer, começando a ser formado no coração, eles, em um sentido espiritual, O matam.
E, assim, eu lhe mostrei as barreiras que se encontram no caminho para a salvação, que devem ser removidas.

2. Devo proceder agora no segundo lugar para estabelecer alguma ajuda conducente para a salvação.



(i) A primeira está no texto: temor e tremor. Este não é um temor de duvidar, mas o temor de diligência. Este temor é necessário no trabalho de salvação. Temamos até que entremos — Hebreus 4:1. O temor é um remédio contra a presunção. A esperança é como a cortiça para a rede, ela guarda a alma de afundar em desespero e o temor é como o prumo para a rede, ele mantém a alma flutuando acima da presunção. O temor é aquela espada flamejante que gira em todos os sentidos para impedir o pecado de entrar. O temor vivifica, é um antídoto contra a preguiça. “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca” — Hebreus 11:7. O viajante, para que a noite não deva alcançá-lo antes que ele chegue ao fim de sua jornada, usa mais frequentemente as esporas. O temor causa circunspecção, aquele que anda com temor pisa cautelosamente. O temor é um conservante contra a apostasia: “Porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim” — Jeremias 32:40. O temor de cair nos impede de cair: O temor é a insígnia e farda de um Cristão. Os santos do passado eram homens tementes a Deus —Malaquias 3:16. É relatado sobre santo Anselmo, que ele gastava a maior parte de seus pensamentos sobre o Dia do Julgamento. “Feliz o homem que teme sempre” — Provérbios 28:14. O temor é guarnição de um cristão, a maneira de estar seguro é sempre temer. Esta é uma das melhores ferramentas com a qual um Cristão trabalha.

(ii) Em segundo lugar, outra grande ajuda na operação da salvação é o amor. O amor faz o trabalho prosseguir com alegria; sete anos de trabalho pareciam nada a Jacó por causa do amor que ele tinha por Raquel. O amor facilita tudo. É como asas para o pássaro, como rodas para o carro, como velas para o navio, que transporta a alma rápida e alegremente ao dever. O amor nunca se cansa. Esta é uma excelente frase de Gregório: “Deixe um homem ter o amor do mundo em seu coração, e ele rapidamente será rico”. Então nada faça, senão ter o amor à religião em seu coração, e você será rapidamente rico de Graça. O amor é uma Graça ativa, vigorosa. Ele despreza os perigos, ele espezinha as dificuldades, como uma poderosa torrente carrega tudo à sua frente. Esta é a Graça que “toma o céu por violência”. Tenham seus corações bem aquecidos com esta Graça, e vocês serão habilitados para este trabalho.

(iii) A terceira coisa conducente à salvação é trabalhar na força de Cristo. “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” — Filipenses 4:13. Nunca vá para o trabalho sozinho. A força de Sansão estava em seu cabelo. E a força do Cristão está em Cristo. Quando estiver para fazer qualquer dever, resistir a qualquer tentação, subjugar qualquer luxúria, passe sobre isso com a força de Cristo; alguns saem contra o pecado na força de suas resoluções e votos, e eles logo são frustrados. Faça como Sansão, ele clamou ao Céu primeiro por ajuda e depois de ter se apoderado dos pilares, ele derrubou a casa sobre os chefes dos filisteus. Quando nós envolvemos Cristo no trabalho, e assim nos apoderamos dos pilares de uma ordenança, em seguida, nós derrubamos a casa sobre a cabeça de nossas concupiscências.

(iv) Em quarto lugar, opere com humildade; seja humilde, não pense que o mérito vem pelo seu trabalho. Satanás quer nos impedir de trabalhar, ou então ele gostaria de fazer-nos orgulhosos do nosso trabalho. Deus deve perdoar nossas obras antes que Ele as coroe. Se pudéssemos orar como anjos, derramar rios de lágrimas, construir igrejas, erigir hospitais e tivéssemos um conceito que teríamos mérito por isso, seria como uma mosca morta no vaso de unguento, que iria manchar e eclipsar a glória deste trabalho. Os nossos deveres, como o bom vinho, apreciam um barril ruim: eles nada são, senão pecados brilhantes. Não deixe o orgulho envenenar nossas coisas santas; quando estamos trabalhando pelo Céu, devemos dizer como o bom Neemias, “Nisto também, Deus meu, lembra-te de mim e perdoa-me segundo a abundância da tua benignidade” — Neemias 13:22.


(v) Em quinto lugar, trabalhe sobre os seus joelhos; passe muito tempo em oração. Implore ao Espírito de Deus para ajudá-lo no trabalho, faça essa oração, “Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim” — Cânticos 4:16. Temos necessidade deste soprar do Espírito sobre nós; existem tantos ventos contrários soprando contra nós, e considerando o quão rapidamente santas afeições estão prontas a murchar. O jardim não tem mais necessidade de vento para fazer seu fruto fluir para fora, do que nós do Espírito para fazer nossas Graças florescerem. Filipe chegou-se a carruagem do eunuco — Atos 8:29. O Espírito de Deus deve juntar-se à nossa carruagem; como o marinheiro que tem a mão no leme e tem seu olhar voltado para as estrelas. Enquanto nós estamos trabalhando, temos de olhar para o Espírito. O que é a nossa preparação sem a operação do Espírito? O que é todo o nosso remar sem um vento forte do céu? “O Espírito me levantou” — Ezequiel 3:14. O Espírito de Deus deve tanto infundir quanto exercitar a Graça. Lemos sobre “uma roda no meio de outra roda” — Ezequiel 1:16. O Espírito de Deus é essa roda interna que deve mover a roda de nossos esforços. Para concluir tudo, ore a Deus para abençoá-lo em seu trabalho. “Não é dos ligeiros a carreira, nem dos fortes a batalha” — Eclesiastes 9:11 — nada prospera sem uma bênção, e qual a maneira de obtê-la senão pela oração? Esta é uma frase de um dos antigos: “Os santos levam as chaves do céu em seu cinto. A oração conquista a arma da mão do inimigo, e recebe a bênção das mãos de Deus”.

(vi) Por fim, trabalhe em esperança, diz o apóstolo, “aquele que lavra deve lavrar com esperança” — 1 Coríntios 9:10. A esperança é a âncora da alma — Hebreus 6:19. Lance essa âncora na promessa e você nunca deverá afundar. Nada mais nos impede em nosso trabalho do que a incredulidade. Certamente, diz um Cristão, eu posso labutar todos os dias para a salvação e não obter nada. “Porventura não há bálsamos em Gileade?” — Jeremias 8: 22. Será que não há propiciatório? Ó, borrife fé em cada dever! Olhe para a Livre Graça; fixe o seu olhar no sangue de Cristo. Quer ser salvo? Faça o seu trabalho unindo-o com a fé.

Amém

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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