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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

PARÁBOLAS DE JESUS — SERMÃO 038A —— A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001


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Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Dracma perdida

Lucas 15:8—10

8 Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la?

9 E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido.

10 Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

Essa breve parábola de Jesus é geralmente preterida ou até mesmo ignorada por causa de suas similaridades com a versão bem mais longa e preferida da Parábola da Ovelha perdida, que pode ser vista por meio do link abaixo:


Isso é perfeitamente entendível e como existem de fato muitas coisas duplicadas nessas parábolas não é necessário nos estendermos demais em nossa análise dessa parábola acerca da dracma perdida. Por outro lado, mesmo sendo semelhantes as mesmas não são idênticas e cada uma delas tem sua própria mensagem. A Parábola da Dracma Perdida nos apresenta informações vitais acerca do caráter de Deus. Vejamos:

I. O Tipo da Parábola

Como aconteceu com a Parábola da Ovelha Perdida essa também é uma parábola interrogativa que funciona como uma verdadeira símile[1]. A pergunta levantada é seguida por uma afirmação que descreve as consequências

II. Questões Importantes que Chamam Nossa Atenção

Existem duas questões primordiais que requerem nossa atenção nessa parábola. Elas são:

1. Qual é o significado do personagem principal da parábola ser uma mulher? A mulher funciona como sendo uma imagem de Deus? Existe qualquer implicação na parábola que tem alguma implicação para o papel da mulher em nossos dias?

2. Qual é o ensinamento da parábola? De modo especial, quanta teolgia pode ser encontrada na mesma?

III. Características Textuais da Parábola da Dracma Perdida

1. Com frequência Lucas produz narrativas envolvendo tanto homens quanto mulheres. Kenneth Bailey em sua abordagem a Lucas 15 chega a mencionar 27 exemplos[2]

2. Apesar de muitos estudiosos desconsiderarem esse fato, a verdade é que o mesmo é parte da estratégia de Lucas para sublinhar a importância das mulheres e o relacionamento de Jesus com as mesmas.

3. As perguntas que encontramos em Lucas 15:4 e 8, parecem estar sendo dirigidas a homens. Todavia, o texto nos diz, no verso 1, que publicanos, pecadores, escribas e fariseus, se aproximaram de Jesus para ouvi-lo. É óbvio que a expressão pecadores, que nesse contexto indica apenas pessoas desinteressadas na lei de Moisés, certamente deveria incluir mulheres.

4. A pergunta de Lucas 15:8 requer uma resposta afirmativa. Qualquer mulher procuraria uma moeda perdida fosse pelo seu valor intrínseco ou pelo valor sentimental. A lógica utilizada por Jesus nessa parábola se move do menor para o maior. Se a mulher de alegra em encontrar a moeda perdida, quanto mais não se alegrará Deus por um único pecador arrependido?

5. Ao encontrar a moeda a mulher chama suas amigas para celebrarem junto com ela. O mesmo deve ter sido verdade com o pastor ao encontrar a ovelha pedida. Apenas pastores poderiam avaliar na justa medida a angústia experimentada pelo pastor cuja ovelha tinha se desgarrado.

6. Como já tivemos a oportunidade de mencionar, apesar dessa parábola estar relacionada de forma muito próxima com a da ovelha perdida, ainda assim as duas não são sinônimas, e muito menos idênticas.

6. A autenticidade da Parábola da Dracma Perdida não é questionada, mas alguns estudiosos insistem em afirmar que o verso 10 é uma adição feita por Lucas. Mesmo admitindo que o versículo foi grafado por Lucas, ainda assim a passagem exige uma finalização apropriada sob o risco de não entendermos exatamente qual direção Jesus deseja indicar.

7. A diferença fundamental entre a Parábola da Ovelha Perdida e da Dracma Perdida, encontra-se na diligência demonstrada pela mulher em: ascender uma lâmpada, varrer o chão, procurar diligentemente. Enquanto isso as diferenças são óbvias: abandonar as noventa e nove ovelhas, a necessidade de carregar a ovelha perdida, a alegria experimentada por encontrar a ovelha perdida ser muito maior do que àquela relativa às outras noventa e nove. Essas diferenças cumprem um duplo propósito:

a. Elas são usada em parte para descrever o que é apropriado para a imagem que Jesus deseja transmitir.

b. Por outro lado, elas são usada para enfatizar a enorme diligência aplicada pela mulher na busca pela moeda perdida.

CONTINUA...


Outras Parábolas de Jesus Podem ser encontradas nos Links abaixo:

001 – O Sal 

002 – Os Dois Fundamentos 

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça
008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html

038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/09/parabolas-de-jesus-sermao-038a-parabola.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.



[1] Símile: Comparação; figura de linguagem através da qual alguma coisa é equiparada a outra, através de termos diferentes que se unem pela palavra "como" ou por outra semelhante. Dicionário Eletrônico Dcio.

[2] Bailey, Kenneth.  Finding the Lost. Cultural Keys to Luke 15.  Concordia Scholarship Today. Concordia Publishing, St. Louis, 1992.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 016


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Codex Boemerianus do século XII com anotações entre as linhas e na margem

Essa é uma série estritamente acadêmica, mas não existe na mesma absolutamente nada que impeça a leitura por todas as pessoas. De fato, queremos incentivar que todos possam ler esses artigos e compartilhar os mesmos com todos os seus contatos, parentes e conhecidos.

ESTUDO 016 — ESCRIBAS E OS MANUSCRITOS QUE PRODUZIRAM — PARTE 008

CONTINUAÇÃO...

II. AUXÍLIOS PRA OS LEITORES DO NOVO TESTAMENTO

G. GLOSAS

Glosas são breves explicações que visam esclarecer palavras ou frases de difícil interpretação. Esse material era colocado nas margens dos manuscritos, mas algumas vezes era inserido entre as linhas do mesmo. Com isso não é difícil entendermos a facilidade com que algumas dessas glosas acabaram sendo incorporadas ao próprio texto em si.

F. ESCÓLIOS OU SCHOLIA E COMENTÁRIOS

Os escólios são anotações explicativas que tem como base o entendimento interpretativo de algum mestre. Quando uma scholia se estende para além de uma expressão ou alguma palavra, a mesma recebe então o nome de comentário. Escólios e comentários, como acontece com as glosas, encontra-se espalhados pelas margens dos textos ou entre as linhas do mesmo. Em manuscritos grafados com letras maiúsculas os escólios e os comentários são geralmente escritos em letras minúsculas. Uma única exceção é o manuscrito Zacynthius cujo texto e os escólios e comentários estão todos grafados em maiúsculas. Por outro lado, quando o texto está grafado em minúsculas, ocasionalmente, os escólios e comentários estão escritos em maiúsculas reduzidas.

G. CATENAE OU CADEIA

As catenae eram, literalmente, cadeias de comentários extraídas de outros autores eclesiásticos. A identidade ou origem do autor original era apresentada por meio de uma abreviatura no início da citação. Todavia, por falta de atenção, muitas vezes, essas marcas estão ausentes nos materiais que temos disponíveis.

H. ONOMÁSTICA

Os nomes eram considerados muito importantes especialmente no Oriente. Até hoje é uma forte tradição no meio da Igreja Ortodoxa a celebração dos aniversários onomásticos. Em certas ocasiões tais celebrações são até mais importantes do que a celebração do próprio aniversário da pessoa.

Desse modo, a onomástica é um auxílio cujo objetivo é fornecer o significado e a etimologia dos nomes próprios. Todavia, devemos deixar claro que tais interpretações são, em sua maioria, mitológicas e até mesmo fantasiosas.

I. COLOMETRIA

Chama-se de colometria à organização de qualquer manuscrito em linhas e frase correspondentes ao direcionamento do texto. A colometria foi introduzida na metrificação dos livros poéticos do Antigo Testamento, mas não demorou muito para que o uso da mesma fosse estendido para os textos com o objetivo de delimitar as frases tendo com isso, o alvo de alcançar  uma melhor compreensão do texto. Esse tipo de manuscritos foram todos produzidos depois do século IV e estão relacionados a um personagem obscuro chamado Eutalião. Ele lançou mão da forma comum utilizada nas regras adotadas pelas escolas gregas de retórica.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS DE COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 001 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 002 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 003 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO — FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 004 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — OS PERGAMINHOS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 005 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — PAPEL E BARRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 006 – arquétipos e autógrafos — parte 001
COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 007 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 008 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 – FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 009 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 010 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 011 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 003

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 012 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 004

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 013 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 005

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 015 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 007

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 016 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 008
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terça-feira, 23 de maio de 2017

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 015 - PONTUAÇÃO, CABEÇALHOS E FINALIZAÇÕES


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ESTUDO 015 — ESCRIBAS E OS MANUSCRITOS QUE PRODUZIRAM — PARTE 007 - CABEÇALHOS, FINALIZAÇÕES E PONTUAÇÃO

CONTINUAÇÃO...

II. AUXÍLIOS PRA OS LEITORES DO NOVO TESTAMENTO

E. CABEÇALHOS E FINALIZAÇÃO DE MANUSCRITOS

Nos manuscritos mais antigos do Novo Testamento, os nomes dos livros são simples e breves:

ΚΑΤΑ ΜΑΡΚΟΝ — SEGUNDO MARCOS

ΠΡΟΣ ΕΦΕΣΙΟΥΣ — AOS EFÉSIOS

Todavia, nos séculos posteriores os nomes se sofisticaram e se tornaram cada vez mais complexos. Em nossa própria versão de Almeida Revista e Atualizada — ARA — os títulos acima são:

O EVANGELHO SEGUNDO MATEUS

EPÍSTOLA DE PAULO AOS EFÉSIOS

As finalizações dos livros, também chamadas de colofões, que eram simples e terminavam com a última palavra do texto bíblico, também sofreram alterações com o passar dos séculos. Diversas informações passaram a ser acrescentadas, tais como:

1. O local onde se imaginava que o material original tivesse sido produzido.

2. O nome do amanuense que se imaginava fosse o responsável pelo trabalho.
Bíblias modernas com notas trazem uma avalanche de informações a título de introdução a cada livro das Escrituras Sagradas.

F. PONTUAÇÃO


Papiro Bodmer P66

Como mencionamos anteriormente, os primeiros manuscritos tinham bem pouca ou, até mesmo, nenhuma pontuação. Papiros antigos como o chamado Papiro Bodmer e o chamado Chester Beatty possuem apenas marcas ocasionais de acentuação e o mesmo é verdadeiro também para os manuscritos maiúsculos mais antigos. Uma pontuação conhecida como diarese — uma marca colocada sobre uma determinada vogal — aparece, algumas vezes, sobre as letras iota ou úpsilon  quando mas mesmas estão colocadas no início da palavra. Isso era feito para indicar que aquela vogal deveria ser lida em separado do final da palavra imediatamente antecedente.

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Papiro Chester Beatty P45

Durante o século VI escribas começaram a utilizar sinais de pontuação de forma mais liberal, com exceção do ponto de interrogação, que só foi adotado a partir do século IX, quando a forma de copiar os manuscritos com letras minúsculas tornou-se o padrão. O padrão inicial, um tanto quanto acidental, deu lugar a uma forma consistentes de pontuação com o passar dos séculos.

Além das marcas comuns de pontuação, também percebemos a utilização de traços separadores de sílabas, especialmente em palavras que descreviam nomes próprios, com o intuito de ajudar os leitores a separarem os nomes próprios de outros vocábulos.

As formas de pontuação mais comuns nos manuscritos do Novo Testamento são:

1. O ponto na linha ( . ) que indicava uma parada completa na leitura. Equivale ao nosso ponto final.

2. O ponto no alto da linha ( . ) que indicava uma pausa breve e correspondia ao uso que fazemos do ponto e vírgula (;) e dos dois pontos (:).

3. O ponto de interrogação era representado da seguinte forma: ( ; ).

4. A vírgula era representada pela seguinte notação: ( , ).

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COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 014 - INTRODUÇÕES, BIOGRAFIAS E APARATO EUTALIANO


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ESTUDO 014 — ESCRIBAS E OS MANUSCRITOS QUE PRODUZIRAM — PARTE 006

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II. AUXÍLIOS PRA OS LEITORES DO NOVO TESTAMENTO

D. HIPÓTESE, BIOGRAFIA E O APARATO EUTALIANO

Além do que já temos observado, ainda devemos notar as seguintes práticas adotadas pelos escribas com o intuito de ajudarem os leitores a entender melhor os livros manuscritos do Novo Testamento. Estamos falando das chamadas hipóteses ou introduções, das biografias e também do aparato eutaliano. Vamos analisar cada um desses recursos separadamente.

1. A chamada hipótese ou argumento funcionava como um prólogo ou breve introdução e encontra-se em várias cópias manuscritas dos livros do Novo Testamento. Essa breves introduções forneciam aos leitores informações básicas acerca de quem era o autor do livro, acerca do conteúdo do mesmo e também das circunstâncias em meio às quais o livro tinha sido produzido. A forma e o conteúdo como essas introduções se apresentavam eram, normalmente, convencionais e estereotipadas. Em alguns casos, tais introduções encontradas em cópias manuscritas dos evangelhos são atribuídas ao historiador da igreja cristã, Eusébio. Todavia, devemos deixar claro que, em sua maioria, tais introduções são anônimas.

Depois das heresias introduzidas por Marcião de Sinope, quanto à autoria dos livros manuscritos do Novo Testamento, muitas dessas cópias passaram a incorporar em suas introduções afirmações contrárias a Marcião e seus ensinamentos. Curiosamente, as introduções encontradas nas epístolas de Paulo escritas pelo próprio Marcião, foram adotadas, quase sem alterações, pela Igreja Católica Romana em sua versão da Vulgata Latina.

2. Um segundo elemento que visava auxiliar os leitores diz respeito a uma biografia ampliada dos autores, especialmente dos quatro evangelistas — Mateus, Marcos, Lucas e João. Essas biografias são geralmente atribuídas a personagens pouco conhecidos como Doroteu de Tiro e Sofrônio, que foi patriarca de Jerusalém na primeira metade do século VII.
Diferentes prólogos que incluem notas biográficas acerca dos autores e informações gerais acerca dos evangelhos podem ser encontrados em muitas cópias de manuscritos diversos do Novo Testamento. Algumas dessas notas apresentam coisas curiosas como a citação dos nomes dos doze apóstolos e também dos setenta discípulos mencionados no início de Lucas 10.

3. Quanto ao livro dos Atos dos Apóstolos existem muitas introduções diferentes. Apesar da maioria serem anônimas, muitas são cópias da introdução escrita por Crisóstomo em seu comentário ao livro de Atos. No caso de Atos e das Epístolas existe também um extenso aparato de materiais auxiliares atribuídos a Eutálio de Alexandria.

O chamado aparato eutaliano, também chamado de secções eutalianas traz, além da divisão em capítulos, o seguinte: uma introdução contendo uma extensa biografia do apóstolo Paulo; uma breve afirmação acerca do martírio desse mesmo apóstolo; uma tabela com as citações do Antigo Testamento encontradas nas Epístolas do Novo Testamento; uma lista com os locais onde se pensava que as epístolas tinham sido escritas e uma lista trazendo os nomes das pessoas associadas ao apóstolo Paulo e citadas na introdução de suas epístolas. Não sabemos quanto desse material foi compilado pelo próprio Eutálio — século — e quanto foi agregado depois dele.

CONTINUA...

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COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 007 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 008 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 – FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 009 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 010 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 011 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 003

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COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006
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COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 015 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 007
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sábado, 12 de novembro de 2016

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 013


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Tabelas de Eusébio para Harmonia das Passagens dos Evangelhos

Essa é uma série estritamente acadêmica, mas não existe na mesma absolutamente nada que impeça a leitura por todas as pessoas. De fato, queremos incentivar que todos possam ler esses artigos e compartilhar os mesmos com todos os seus contatos, parentes e conhecidos.

ESTUDO 013 — ESCRIBAS E OS MANUSCRITOS QUE PRODUZIRAM — PARTE 005

CONTINUAÇÃO...

II. AUXÍLIOS PRA OS LEITORES DO NOVO TESTAMENTO

B. Os Títulos dos Capítulos

Os títulos dos capítulos foram primeiro chamados de kefálaia — cabeçalhos — e foram registrados pela primeira vez no Código Alexandrino. Em manuscritos posteriores passaram a ser chamados de títlos — títulos. Tais cabeçalhos ou títulos eram, na realidade, breves anotações colocadas na margem do texto principal — geralmente acima do texto — e descreviam o conteúdo do capítulo. Tais títulos geralmente começavam com expressões tais como: acerca de ou a respeito de e eram, frequentemente, escritos com tinta vermelha. Desse modo, o cabeçalho do Evangelho de João que está registrado antes de João 2:1 tem o seguinte texto: A respeito do casamento em Caná. Todos os títulos de um determinado livro encontram-se agrupados numa lista colocada antes do livro e servem como índice e também como um resumo da obra inteira.

C. Os Cânones de Eusébio

Um sistema bastante criativo para se localizar passagens paralelas nos evangelhos foi desenvolvido por Eusébio de Cesareia — 263 a 339. Aparentemente o mesmo era bastante útil uma vez que o mesmo encontra-se reproduzido em muitos manuscritos em grego e também em muitos manuscritos traduzidos para outros idiomas como o lati, o siríaco, o copta, o gótico, o armênio e etc.

A sinopse ou harmonia dos evangelhos foi preparada por Eusébio da seguinte maneira: cada um dos evangelhos foi dividido em seções curtas ou longas, de acordo com seções paralelas encontradas nos outros evangelhos. Em seguida as seções foram numeradas de forma contínua referente a cada um dos evangelhos. Assim, Mateus tinha 355 seções, Marcos 233, Lucas 342 e João 232. Em seguida Eusébio preparou dez listas ou kánones — cânones.

1. A primeira tabela continha uma lista numerada com passagens paralelas encontradas em todos os quatro evangelhos. 

2. A segunda tinha uma lista com as passagens paralelas encontradas em Mateus, Marcos e Lucas.

3. A terceira com passagens em Mateus, Lucas e João.

4—9. E assim em diante, até que todas as possibilidades estivessem, praticamente, esgotadas.

10. Uma última tabela apresentava uma lista do material exclusivo a cada um dos quatro evangelhos.

As tabelas de Eusébio eram reproduzidas em colunas paralelas e ocupavam as primeiras páginas dos manuscritos dos evangelhos. Em seguida, na margem manuscrita do texto do evangelho ou logo abaixo duma seção sequencial escrevia-se o numeral da tabela dos cânones onde tal seção podia ser encontrada. Uma vez acessada a tabela apropriada o leitor tinha acesso às referências paralelas nos outros evangelhos.

Em alguns casos, quando as folhas eram numeradas, uma determinada referência apresentava o exato número da página onde passagens paralelas poderiam ser encontradas sem necessidade de consultar nenhuma tabela.

Eusébio explicou suas criativas tabelas numa carta dirigida para outro cristão chamado Carpiano. Uma cópia dessa carta junto com as tabelas é comum nas primeiras páginas de muitos manuscritos na língua grega. Algumas edições modernas do Novo Testamento grego trazem copias da carta e das tabelas de Eusébio. Desse modo, sua criação continua servindo os cristãos até o dia de hoje.

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Alexandros Meimaridis

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