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domingo, 15 de dezembro de 2013

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS - ESTUDO 019 - TIAGO 4:11 - NÃO FALEIS MAL UNS DOS OUTROS



Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS

Introdução.

1. Um dos pecados mais comuns entre os cristãos é falar mal uns dos outros.

2. Normalmente, nestes casos, nós falamos sem pensar e sem nos preocupar em como a pessoa mencionada se sentiria se ouvisse o que estamos dizendo.

a. Às vezes, nós zombamos de alguma dificuldade que a pessoas tem ou rimos de algum erro que ela tenha cometido.

b. Outras vezes, nós passamos adiante a última fofoca acerca de alguém.

3. Mas, algumas vezes, existe um lado mais sombrio quanto a esta prática. Estas são as vezes em que nós, de modo deliberado, desejamos machucar ou até mesmo tentar destruir a reputação de um irmão ou irmã, porque estamos irados, porque não gostamos daquela pessoa ou porque somos invejosos.

4. Este tipo de pecado é, realmente, indesculpável, mas é, muitas vezes, ignorado ou não recebe a devida importância.

5. Mas, falar mal de outras pessoas, tem sido um sério problema na igreja desde o princípio e, por este motivo, os apóstolos incluíram entre os mandamentos de reciprocidade negativos – i.e. aqueles mandamentos que nos ensinam o que nós não devemos fazer uns com os outros – o seguinte...

Não Faleis Mal uns dos Outros

I. O Perigo que o Novo Testamento quer Combater.

A. Em Tiago 4:11—12 encontramos uma discussão que envolve a delicada questão de julgamento entre irmãos de fé, com relação a assuntos que não são essenciais para a vida cristã.

B. Em Tiago 3:1—12 encontramos uma longa discussão acerca do uso das nossas línguas, como instrumentos do nosso falar.
  
C. No texto que temos diante de nós – Tiago 4:11—12 - Tiago coloca, no mesmo pé de igualdade: julgar os irmãos e falar mal dos irmãos.  

II. O Mandamento e Suas Implicações.

Tiago 4:11

Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz.

Falar mal uns dos outros é o mesmo que falar de outro irmão de um modo tal que o mesmo venha a ser desacreditado, desonrado, depreciado ou diminuído em seu caráter ou ações. É lógico que isso não se aplica às avaliações que temos que fazer dos falsos mestres e do conteúdo daquilo que ensinam.

A. Exemplos Bíblicos de Julgamentos Indevidos.

3 João 9 – 10

Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja.

B. Implicações deste Mandamento.

1. Este mandamento que nos exorta a não falar mal uns dos outros possui as seguintes implicações:

a. Quando falamos mal de alguém, nós estamos assumindo, na prática, que somos superiores àquele a quem estamos nos referindo. Falar mal de outro irmão é uma prova, indisputável, que nos consideramos melhores que o outro, pois nos colocamos na posição de juiz!

b. Falar mal dos outros demonstra que desprezamos a Deus, que é o criador do nosso irmão ou irmã à Sua própria imagem e semelhança e para quem, O Senhor tem um plano específico – ver Tiago 3:9. 

c. Mesmo quando um irmão comete um erro ou um pecado, isto não deve ser usado como desculpa para outro irmão criticar aquele que errou. E muito menos, isto pode ser usado como desculpa para desprezar ou humilhar o irmão em erro.

d. Nestes casos, o que devemos fazer é: procurar instruir, admoestar ou exortar nossos irmãos visando a edificação e não a destruição do mesmo.

e. Gálatas 6:1.

Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado.

Tiago 5:19—20
Meus irmãos, se algum entre vós se desviar da verdade, e alguém o converter, sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados.

Como crentes, nós precisamos manter constante atenção sobre nosso falar, exercendo especial cuidado acerca das coisas que falamos uns dos outros.
Conclusão:

1. Não falar mal uns dos outros é mais um mandamento essencial na manutenção do amor mútuo, que devemos uns aos outros e, da unidade cristã que precisamos refletir a cada momento.

2. Todas as vezes que um irmão ou irmã é diminuído ou rebaixado, todo o corpo é afetado de modo negativo.

3. Quando falamos mal uns dos outros, então:

a. Os membros do corpo demonstram favoritismo o que vai contra o mandamento que diz: 

Tende igual cuidado de uns para com os outros.

b. O interesse geral está concentrado no indivíduo, em vez de estar centrado em Cristo.

c. Sementes de amargura e desentendimento são plantadas e o Corpo de Cristo não consegue nem adorar nem louvar a Deus como deve:

Romanos 15:6—6

Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus,
para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

4. Mas, quando evitamos esta prática então, todos se sentem motivados e animados a cuidar uns dos outros e a edificar uns aos outros.

5.  Da próxima vez, em vez de falar mal de alguém, procure falar a alguém acerca de Jesus e, tenha bom proveito do seu tempo.   

Que Deus nos ajude a lembrar cada um dos mandamentos recíprocos, mediante os quais nós estamos atrelados uns aos outros e que, com a graça que o Senhor mesmo supre, nós possamos nos tornar em praticantes da palavra em vez de sermos meros ouvintes – ver Tiago 1:22.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOS OUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

sábado, 31 de agosto de 2013

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — GÊNESIS 37:3-4 - Estudo 005


José e Jacó

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

IV. José o “Filho Amado” de Seu Pai — Gênesis 37:3—4.

Ora, Israel amava mais a José que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica talar de mangas compridas. Vendo, pois, seus irmãos que o pai o amava mais que a todos os outros filhos, odiaram-no e já não lhe podiam falar pacificamente – Gênesis 37:3—4.

O nascimento de José foi um momento de grande triunfo para Jacó. Ele finalmente conseguiu ter um filho com Raquel — a mulher que ele amava —

Gênesis 29:18—20

18 Jacó amava a Raquel e disse: Sete anos te servirei por tua filha mais moça, Raquel.

19 Respondeu Labão: Melhor é que eu ta dê, em vez de dá-la a outro homem; fica, pois, comigo.

20 Assim, por amor a Raquel, serviu Jacó sete anos; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava.

mesmo já estando bem avançado em anos. Tudo no nascimento de José era motivo de felicidade —

Gênesis 30:22—25

22 Lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda.

23 Ela concebeu, deu à luz um filho e disse: Deus me tirou o meu vexame.

24 E lhe chamou José, dizendo: Dê-me o SENHOR ainda outro filho.

25 Tendo Raquel dado à luz a José, disse Jacó a Labão: Permite-me que eu volte ao meu lugar e à minha terra.

Mas Jacó teve outro filho com Raquel — Benjamim — mas o nascimento dessa  criança custou a vida da própria Raquel, portanto, Jacó não tinha os mesmos motivos de alegrar-se nele como tinha em José —
Gênesis 35:16—18

16 Partiram de Betel, e, havendo ainda pequena distância para chegar a Efrata, deu à luz Raquel um filho, cujo nascimento lhe foi a ela penoso.

17 Em meio às dores do parto, disse-lhe a parteira: Não temas, pois ainda terás este filho.

18 Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni; mas seu pai lhe chamou Benjamim.

Raquel chamou a criança de בֶּן־אוֹנִי Ben_`Owniy – que quer dizer: filho do meu sofrimento. Mas Jacó mudou o nome do menino para בִנְיָמִין Binyamiyn – cujo significado é: filho da mão direita.

 
Túnica Talar

O amor de Jacó por José era um amor excessivo pelo que mencionamos acima e certamente, Jacó estava ciente dos conflitos familiares que aquela situação de favoritismo gritante poderia gerar. Jacó conhecia de primeira mão o triste resultado de divisão familiar que uma atitude como aquela poderia causar. Independente de tudo isso, Jacó foi em frente em sua demonstração de tratamento preferencial por José.

Nesse processo Jacó aplicou suas habilidades como um alfaiate e produziu para José uma túnica talar de mangas compridas. O texto não descreve com precisão do que exatamente se tratava quando falamos dessa vestimenta. O conceito de que se tratava de uma túnica de várias cores é emprestado da LXX – Septuaginta que é versão das Escrituras Hebraicas para o grego – onde o tradutor usou a expressão grega χιτω̂να ποικίλον chitôna poikílon — túnica multicolorida. A expressão hebraica diz apenas כְּתֹנֶת פַּסִּים kethoneth paqiym – i.e., uma túnica comprida o suficiente para cobrir as mãos, ou que pelo menos se estendia até os pulsos, bem como os pés.

Essa túnica feita com suas próprias mãos era a maior prova do profundo amor que Jacó nutria por José. A importância da túnica é inegável e todos entendiam muito bem o significado da mesma. Seus irmãos odiavam a mesma —

Gênesis 37:23

Mas, logo que chegou José a seus irmãos, despiram-no da túnica, a túnica talar de mangas compridas que trazia.

Foi essa mesma túnica que os irmãos de José usaram para afligir o velho pai e fazê-lo pensar que José estivesse morto —

Gênesis 37:30—33

30 E, voltando a seus irmãos, disse: Não está lá o menino; e, eu, para onde irei?

31 Então, tomaram a túnica de José, mataram um bode e a molharam no sangue.

32 E enviaram a túnica talar de mangas compridas, fizeram-na levar a seu pai e lhe disseram: Achamos isto; vê se é ou não a túnica de teu filho.

33 Ele a reconheceu e disse: É a túnica de meu filho; um animal selvagem o terá comido, certamente José foi despedaçado.

Essa é a última vez que a túnica é mencionada provando que, a partir daquele momento, tornou-se proibido falar-se daquele assunto na presença de Jacó. Sua dor pela perda do filho amado era algo que angustiava profundamente a alma de Jacó —

Gênesis 37:34—35

34 Então, Jacó rasgou as suas vestes, e se cingiu de pano de saco, e lamentou o filho por muitos dias.

35 Levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; ele, porém, recusou ser consolado e disse: Chorando, descerei a meu filho até à sepultura. E de fato o chorou seu pai.

Tudo isso tornava a mentira de seus irmãos mais inominável ainda.

Não existem proporções para podermos mensurar o amor que Deus, o Pai, sentia pelo seu próprio Filho uma vez que amor deles é celestial e eterno, enquanto o amor de Jacó por José era temporal e terreno. No livro de provérbios — Provérbios 8:1—9:12 – encontramos uma longa passagem onde a Sabedoria é um tipo do Senhor Jesus Cristo e em Provérbios 8:22, 30 nós podemos ler acerca do relacionamento de amor íntimo e profundo que existia entre Deus, o Pai e Seu Filho, o Verbo Eterno de Deus. O amor de Jacó ilustra, de forma limitada é verdade, o amor do Pai Eterno pelo Seu Filho. Quando o Filho assumiu a forma humana ele foi saudado pelo Pai com essas palavras: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo — ver Mateus 3:17.
  
A mesma manifestação de contentamento paternal, também pode ser ouvida quando Jesus subiu com seus discípulos ao monte Tabor, onde aconteceu a chamada “transfiguração” do Senhor Jesus. Naquela ocasião, os que estavam ali com Cristo, ouviram as seguintes palavras: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi — Mateus 17:5.

Atendendo a um pedido de Jesus o Pai se manifestou ainda uma terceira vez conforme podemos ler em João 12:28 — “Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei”. Como isso aconteceu no meio de uma quantidade considerável de pessoas, alguns acharam que haviam ouvido um trovão. Outros que, provavelmente, entenderam o que foi dito acharam que um anjo tivesse falado com Jesus —

João 12:29

A multidão, pois, que ali estava, tendo ouvido a voz, dizia ter havido um trovão. Outros diziam: Foi um anjo que lhe falou.

Após completar sua missão sobre a terra, o Pai ressuscitou o Filho dentre os mortos e o exaltou nos lugares celestiais de uma forma extraordinária e única, como podemos ler em Filipenses 2:9—11 –

Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.  

A vitória de Cristo sobre a morte foi tão gloriosa que o Pai lhe concedeu o privilégio, não apenas de sentar-se à direita da majestade das alturas —

Hebreus 1:3

Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas.

mas concedeu-lhe o direito de sentar-se no próprio trono do Pai. Como nós estamos Em Cristo, nós também iremos desfrutar do privilégio de nos assentarmos com Cristo, em Seu próprio trono —

Apocalipse 3:21

Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.

Continua....

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção

Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado

Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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