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sexta-feira, 14 de abril de 2017

ANDREW MURRAY - Estudo 018 — FAÇA A VONTADE DE DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO


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ESSA SÉRIE DE ARTIGOS ESTÁ BASEADA EM UM LIVRO ESCRITO POR ANDREW MURRAY CUJO TÍTULO ORIGINAL É: NOT MY WILL OU NÃO A MINHA VONTADE. ESPERAMOS E ORAMOS QUE TODOS POSSAM SER RICAMENTE ABENÇOADOS POR MEIO DESSAS MEDITAÇÕES

Efésios 6:5—7

5  Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo,

6  não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus;

7  servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens.

Nos primórdio da fé cristã a escravidão era algo comum. Todos os servos eram, na realidade, escravos. Naqueles dias a maior parte dos que pertenciam à igreja eram das classes mais baixas, sendo muitos deles escravos. Esse é o motivo porque encontramos no Novo Testamento admoestações dirigidas para os escravos. Tais admoestações têm um profundo significado para todos nós nos dias de hoje, pois nos mostram como a fé em Cristo nos permite servir ao Senhor mesmo sob as mais difíceis posições e circunstâncias. Essas passagens nos apresentam os princípios fundamentais por meio dos quais alguém que é oprimido ou até mesmo abusado pode, ainda assim, realizar sua obra com alegria e experimentar a bênção de conhecer que Deus olha para sua situação como para um sacrifício agradável e que irá recompensá-lo. O serviço de um escravo pode ser tão celestial quanto o de um anjo.

Quais são os princípios que glorificam o serviço prestado por um escravo e capacitam o mesmo a realizá-lo com alegria? O primeiro pode ser encontrado nestas palavras: obedecei a vosso senhor ... fazendo, de coração, a vontade de Deus. O escravo precisa aceitar sua posição como escravo e, com ela, suas obrigações e sofrimento como parte da vontade de Deus. Aceitar o duro trabalho como sendo a vontade de Deus pode aliviar o mesmo e remover o aguilhão do mesmo. O servo nessa condição poderá encontrar coragem e até mesmo alegria celestial em sua confiança em Deus. Ao realizar meu trabalho, eu estou fazendo a obra de Deus; a tarefa mais humilde tem um significado e valor celestial; eu estou ocupado fazendo o que Deus deseja que eu faça.

É triste, mas temos que admitir, que muitos cristãos nunca aprenderam a reconhecer a vontade de Deus como parte integral da experiência dessa vida. Desse modo, eles nunca experimentam a calorosa alegria do coração que pode afirmar, mesmo diante das tarefas mais humildes, o seguinte: Os anjos estão fazendo a vontade de Deus e eu também! A vontade de Deus é revelada a mim não apenas por meio dos mandamentos das Escrituras, mas também por meio da sua providência que me trouxe até esse lugar e colocou sobre mim certas obrigações. Eu preciso reconhecer sua direção e procurar fazer a obra que me foi designada como sendo sua vontade e realizá-la de todo o meu coração. Sim, de todo o meu coração — com profunda e intensa alegria, porque a vontade do meu Deus sempre resulta amor e bênção sobre a minha vida. Quando pensamos assim, nossos olhos se fecham para as opiniões humanas e se abrem para enxergarmos o que o próprio Deus vê. Fazer a vontade de Deus de todo coração faz toda a diferença na vida de alguém. Quando agimos assim nossas vidas são inundadas com a luz de Deus.

Mas, de que modo alguém pode alcançar essa posição? Em resposta a essa pergunta nosso texto nos apresenta o segundo princípio. Note como no mesmo a atenção do servo é direcionada para o Senhor Jesus por três vezes. obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo. Não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo. Servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens. O apóstolo Paulo entendia que, por meio da presença do Espírito Santo, o Senhor Jesus estava tão próximo daquelas pessoas, habitando dentro deles, que seus corações poderiam ser enchidos com alegria indescritível por causa do amor do Senhor, e que isso os levaria a não pensarem na severidade do trabalho que tinham que realizar, nem na crueldade de seus senhores terrenos. Uma simples lembrança do Senhor Jesus, ou de como seus pecados haviam sido perdoados, não eram suficientes para fazer os escravos cristãos desejosos de enfrentarem a escravidão e a crueldade de um senhor perverso, como sendo parte da vontade de Deus. Algo mais era necessário. A manifestação da presença de Jesus em suas vidas deveria ser mais real que a do proprietário deles. Estamos falando do amor e da alegria de Cristo em seus corações. Isso poderia conduzi-los a aceitarem o pesado fardo da escravidão, como servos de Cristo, de boa vontade.

Não deveríamos nós pedir que o Senhor manifeste sua presença em tal medida que tenhamos a certeza de sua proximidade em todas as coisas e em todas as situações? Então, será fácil fazer todas as coisas como para o Senhor. Mesmos em nossos dias temos servos que professaram ter experimentado uma grande mudança em suas vidas quando sentiram a manifestação do Senhor em suas vidas. Independentemente da tarefa imposta eles afirmaram que podiam realizar a mesma com alegria, cantando enquanto serviam ao Senhor, fazendo sua vontade de todo coração, apesar da tarefa ser, muitas vezes, desagradável. Se tivermos coragem e realmente acreditarmos que um senhor terreno vigia seus escravos e o trabalho que realizam, então fica fácil reconhecer que o Senhor Jesus está próximo de nós, nos observando em amor. Diante disso, não devemos hesitar em nos empenhar em servir-lhe de todo coração em todas as coisas. E aquele que assim proceder, confiando no Senhor exaltado, poderá ter a certeza que o próprio Jesus irá garantir sua presença demonstrando-a por meio da concessão de seu poder.                               

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “NOT MY WILL” — NÃO A MINHA VONTADE

Estudo 001 – A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU

Estudo 002 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA CÉU

Estudo 003 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — NOSSA UNIDADE COM O SENHOR JESUS

Estudo 004 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS

Estudo 005 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O ALIMENTO CELESTIAL

Estudo 006 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — SACRIFICANDO MINHA PRÓPRIA VONTADE

Estudo 007 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Estudo 008 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A TUA VONTADE

Estudo 009 — A VONTADE DE DEUS — SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Estudo 010 — A VONTADE DE DEUS — CONHECENDO E FAZENDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 011 — A VONTADE DE DEUS — SENDO UMA PESSOA DE ACORDO COM O CORAÇÃO DE DEUS

Estudo 012 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS

Estudo 013 — A VONTADE DE DEUS — PRATICANDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 014 — A VONTADE DE DEUS — A RENOVAÇÃO DA MENTE E A VONTADE DE DEUS

Estudo 015 — A VONTADE DE DEUS — É A VONTADE DE DEUS QUE CRISTO NOS LEVE PARA FORA DESSE MUNDO

Estudo 016 — A VONTADE DE DEUS — ORE PARA SER CHEIO COM O CONHECIMENTO DA VONTADE DE DEUS

Estudo 017 — A VONTADE DE DEUS — ENTENDENDO A VONTADE DE DEUS ESPIRITUALMENTE

Estudo 0118 — A VONTADE DE DEUS — FAZENDO A VONTADE DE DEUS DE TODO CORAÇÃO



Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis.

Traduzido do original e adaptado por Alexandros Meimaridis.

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

terça-feira, 11 de abril de 2017

SERMÃO DA RESSURREIÇÃO - 2017


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Cristo Ressuscitou! Verdadeiramente Ressuscitou!

A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS PARA TODAS AS PESSOAS
Mateus 28:1—10
Introdução:

A. Todos os quatro evangelhos afirmam a ressurreição de Jesus.

B. Mateus nos diz como as mulheres encontraram o túmulo vazio e foram instruídas a anunciar a ressurreição para os discípulos — Mateus 28:1—8.

C. Ele também nos conta como Jesus apareceu para as mulheres enquanto estavam retornando para encontrarem os discípulos — Mateus 28:9—10.

D. O Novo Testamento apresenta dez manifestações distinta do Jesus ressuscitado antes de sua ascensão ao céu.

E. A importância da ressurreição de Jesus não pode ser subestimada. A mesma é da maior importância para:

1. Aqueles que não acreditam em Cristo.

2. Aqueles que acreditam em Cristo como Salvador e Senhor.

F. Em nossa mensagem de hoje, nós queremos falar da —
IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS PARA TODAS AS PESSOAS
I. A Importância da Ressurreição de Jesus para os Incrédulos

A. A ressurreição de Jesus confirma sua divindade de duas maneiras:

1. Ela prova que Jesus é, de fato, o Filho de Deus —

Romanos 1:4

E foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor.

2. A ressurreição de Jesus também é prova concreta de Sua autoridade no céu e na terra —

Mateus 20:18

Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.

Ver também Atos:2:36.

B. A ressurreição de Jesus também confirma que Ele é verdadeiro e que falava a verdade.

1. No Evangelho de Mateus Jesus falou antecipadamente acerca de sua ressurreição em três ocasiões distintas:

Mateus 16:21

Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.

Mateus 17:22—23

22 Reunidos eles na Galiléia, disse-lhes Jesus: O Filho do Homem está para ser entregue nas mãos dos homens;

23 e estes o matarão; mas, ao terceiro dia, ressuscitará. Então, os discípulos se entristeceram grandemente.

Mateus 20:17–19

17 Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho, lhes disse:

18 Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte.

19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.

C. Falaremos mais das implicações dessa verdade na conclusão da mensagem.

D. Se Cristo ressuscitou mesmo dentre os mortos, então isso tem uma importância enorme para aqueles que não acreditam nEle. Crer em Cristo não é ter mero assentimento intelectual acerca de Jesus, mas ter confiança para depositar a própria vida em suas poderosas mãos e confiar que Ele pode cumprir tudo o que promete.

E. Mas a ressurreição de Jesus é ainda mais importante para os crentes.

II. I. A Importância da Ressurreição de Jesus para os Crentes

A. A ressurreição de Jesus comprova nossa justificação — sermos declarados absolutamente justos pelo próprio Deus

Romanos 4:25 na NTLH

Jesus foi entregue para morrer por causa dos nossos pecados e foi ressuscitado a fim de que nós fôssemos aceitos por Deus.

1. O próprio Jesus disse que o Seu sangue seria derramado para perdoar os pecados —

Mateus 26:18

Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados.

2. Ao ressuscitar a Jesus dentre os mortos, Deus deu uma clara demonstração que tinha aceitado o sacrifício de Jesus para perdoar nossos pecados —

Romanos 8:33—34

33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.

34 Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós.

B. A Ressurreição de Jesus nos fala acerca do poder que está disponível para cada um de nós que cremos —

Efésios 1:18—20 na NTLH

18 Peço que Deus abra a mente de vocês para que vejam a luz dele e conheçam a esperança para a qual ele os chamou. E também para que 
saibam como são maravilhosas as bênçãos que ele prometeu ao seu povo

19 e como é grande o seu poder que age em nós, os que cremos nele. Esse poder que age em nós é a mesma força poderosa

20 que ele usou quando ressuscitou Cristo e fez com que ele se sentasse ao seu lado direito no mundo celestial.

Conforme está afirmado nos versos 19—20 acima, o mesmo poder que ressuscitou a Jesus dentre os mortos — o poder do Espírito Santo — está disponível para nós aqui e agora. Que desculpa nós temos para NÃO viver vidas que realmente agradem a Deus?

C. A ressurreição de Jesus nos fala da importância da nossa própria ressurreição dentre os mortos —

1 Pedro 1:3

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

D. A ressurreição de Cristo também demanda de nós uma lealdade completa da nossa parte —

Romanos 14:9

Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.

Se Cristo é nosso Senhor, então não devemos ser lerdos em demonstrar obediência ao que Ele nos ordena.

III. Conclusão.

A. A ressurreição de Jesus é um evento histórico que tem sérias implicações para todos os seres humanos.

B. Cristo anunciou sua própria ressurreição e Ele estava falando a verdade. Se Ele falou a verdade acerca de sua ressurreição, então Ele também falou a verdade acerca:

1. A cerca dEle ser o único caminho para alguém chegar até Deus —

João 14:6

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

2. Acerca de que Ele veio para nos trazer uma vida abundante —

João 10:10

O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.

3. Acerca de que Jesus prometeu que iria nos preparar um lugar e que depois voltaria para nos buscar —

João 14:2—3

2 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.

3 E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.

C. Os incrédulos precisam avaliar a evidência representada pelo túmulo vazio — Mateus 28:6! Diante disso, existem apenas duas possibilidades: crer ou não crer, eis a verdadeira questão! Jesus disse:

João 8:24

Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados.

D. Como crentes, nunca devemos perder a perspectiva do significado da ressurreição em nossas vidas, ou seja:

1. Nossas vidas demonstram que servimos ao Senhor que está vivo e diante de quem temos que prestar contas?

2. Manifestamos em nossas vidas o poder — do Espírito Santo — e a força da esperança que temos em nossa própria ressurreição?

E. Que Deus nos ajude a nunca nos esquecermos da importância da ressurreição de Jesus em nossas vidas.

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

Sermão da Ressurreição para o ano 2012

Sermão da Ressurreição para o ano 2013

Sermão da Ressurreição para o ano 2014

Sermão da Ressurreição para o ano 2015

Sermão da Ressurreição para o ano 2016
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 052 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 - JOÃO BATISTA


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura. 

II. O Prólogo do Evangelho de João — João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

6. João 1:6 - Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João.

O interesse imediato de João, o autor do Evangelho, depois de ter falado do Verbo de Deus e de como este Verbo era a luz dos homens, é demonstrar que João Batista não era o Messias esperado. Além disso, é sua intenção demonstrar a verdadeira natureza do ministério de João Batista. Aqui devemos notar que o evangelista não se refere nem uma vez a João como João Batista. Ele o chama exclusivamente de João.

Tendo João Batista surgido depois de aproximadamente 400 anos de silêncio profético, existia uma grande expectativa entre os judeus acerca de tal manifestação. As idéias referentes ao Messias, em sua grande maioria equivocadas, fervilhavam naqueles dias. Inúmeras especulações existiam quanto aos detalhes envolvidos naquela manifestação. Por todos estes motivos, era apenas natural que muitos assumissem a idéia de que o próprio João Batista era o Messias esperado. Mas em nenhum momento de sua vida, João Batista fez qualquer menção ou representação de que ele seria o Cristo. Ele admitiu sim, ter sido enviado por Deus e ter recebido um comissionamento divino — batizar o povo em arrependimento para o perdão dos pecados. Em suas próprias palavras ele se via apenas como “a voz” anunciada pelo profeta Isaías — ver

Isaías 40:1—5

1  Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.

2  Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do SENHOR por todos os seus pecados.

3  Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR; endireitai no ermo vereda a nosso Deus.

4  Todo vale será aterrado, e nivelados, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados.

5  A glória do SENHOR se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do SENHOR o disse.

A intenção do evangelista ao escrever este evangelho era provar que Jesus era o Messias:

João 20:31

Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.

Era, portanto, apenas lógico que logo no início do seu livro ele deixasse bem claro que João Batista não era o Messias. Cerca de 60 anos haviam transcorrido entre os fatos narrados no Evangelho e o momento em que esses mesmos fatos foram grafados. A autoridade e coerência de João Batista lhe haviam granjeado um grande número de seguidores e muito especulavam se ele mesmo não seria o Messias —

Mateus 3:5

Então, saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão.

Lucas 3:15

Estando o povo na expectativa, e discorrendo todos no seu íntimo a respeito de João, se não seria ele, porventura, o próprio Cristo.

Quando confrontado pelos líderes judeus estabelecidos em Jerusalém acerca de ser ele mesmo o Messias, o Evangelho de João registra sua resposta negativa e categórica: ele negou ser o Messias dizendo: Eu não sou o Cristo

João 1:19—28

19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: Quem és tu?

20 Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo.

21 Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não.

22 Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo?

23 Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.

24 Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus.

25 E perguntaram-lhe: Então, por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?

26 Respondeu-lhes João: Eu batizo com água; mas, no meio de vós, está quem vós não conheceis,

27 o qual vem após mim, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias.

28 Estas coisas se passaram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando.

Além de confessar que ele, João Batista, não era o Messias, conforme podemos ver através das suas palavras contidas na citação acima, o Batista dá um belo testemunho acerca do verdadeiro Messias que, de acordo com suas palavras, já se encontrava no meio do povo de Israel daqueles dias. Por este motivo, a desculpa canhestra adotada por certos grupos de judeus, até os dias de hoje inclusive, de que o Messias ainda virá, ofende a Deus, além de ofender a revelação contida nas Escrituras e ao bom senso.

O testemunho de João Batista é, na realidade, a primeira prova que o evangelista está usando para confirmar que Jesus é o Messias verdadeiro.  

A manifestação histórica de João Batista é contrastada com a eternidade do Messias através da escolha que João faz das palavras, no grego, ao dizer: Ἐγένετο ἄνθρωπος Egéneto ánthropos — que, literalmente, quer dizer: um homem veio a existir ou começou a ser em contraste ao Messias acerca do qual nos foi dito em João 1:1 que: Ἐν ἀρχῇ ἦν ὁ λόγος En arché en o lógos – isto e, no princípio, antes que qualquer coisa tivesse sido criada o Verbo já existia e o verbo era um com o próprio Deus — ver notas in loco por meio dos links alistados abaixo.

João Batista veio a existir enquanto o Verbo já existia “no princípio”, isto é, na eternidade antes da criação.

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:
001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4
003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004
007A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007C —  A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_30.html
007D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 001http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 002http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_3.html
008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_31.html
009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/03/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009
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017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
21 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
022 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 015 — A LUZ DOS HOMENS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_8.html
024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_11.html
025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_27.html

28 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 021 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html


29 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 022 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 004
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/functionisogramigoogleanalyticsobjectri_23.html

30 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 023 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 005
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html

31 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 024 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 006


32 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 025 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 007
Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.

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