segunda-feira, 28 de setembro de 2015

ENTENDENDO A INSTITUIÇÃO DA CHAMADA SANTA CEIA OU CEIA DO SENHOR — PARTE 002


Mateus 26:29—30

Introdução

A. Na mensagem anterior nós começamos a falar acerca da Ceia do Senhor. Vimos que mesma tem dois aspectos fundamentais:

B. Primeiro temos os aspecto memorial da mesma que se subdivide em duas partes:

1. Temos o aspecto do sofrimento que Cristo sofreu em seu próprio corpo como uma forma de nossos pecados serem castigados. Esse sofrimento que Jesus experimentou em seu corpo é representado pelo pão durante a celebração da Santa Ceia.  

2. Depois temos o aspecto do sangue de Jesus ter sido derramando como uma forma de expiar ou perdoar todos os nossos pecados. O derramamento do sangue de Cristo é representado pelo cálice durante a celebração da Santa Ceia.

C. Vimos também que é necessário participar dos dois elementos — do pão e do cálice — e que nada acontece com esses elementos em forma de alguma mudança em sua composição. Eles continuam sendo apenas pão e suco e não alguma outra coisa qualquer.

D. Hoje queremos abordar o aspecto em que Jesus trata da esperança que está dentro da celebração memorial. Essa esperança pode ser encontrada, especificamente em Mateus 26:29. E é para esse verso que voltamos toda nossa atenção.

A INSTITUIÇÃO E A CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR OU DA SANTA CEIA — PARTE 002

I. A QUESTÃO DO VINHO UTILIZADO NA SANTA CEIA

A. Nosso Texto diz:

Mateus 26:29

E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai.

A. O fruto da videira aqui mencionado, não é o suco de uva como muitos desejam fazê-lo, mas também não é o vinho fermentado em toda sua força — com teor alcoólico entre 8 a 11%. Devemos nos lembrar dos seguintes fatos:

1. Como mencionamos na mensagem anterior, Jesus e seus discípulos estavam reunidos para celebrar a Páscoa Judaica. Como naquele ano a Páscoa Judaica deveria ser celebrada após as 18 horas da tarde da sexta-feira, o que representava de forma equivocada para os judeus, já o dia do sábado, os judeus então pediram a Pilatos que tomasse providências para que os corpos dos três homens crucificados fossem retirados das respectivas cruzes antes das 18:00 da sexta-feira conforme podemos ler em —

João 19:31

Então, os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados.

2. Isso quer dizer que Jesus celebrou a Páscoa Judaica junto com Seus discípulos duas noites antes da noite oficial — na quinta à noite em vez de no sexta/sábado à noite. Jesus desejava muito celebrar aquela que seria a última celebração válida da Páscoa Judaica. Nós lemos acerca disso em —

Lucas 22:15

E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento.

3. Ora, se Cristo estava celebrando a Páscoa Judaica junto com seus discípulos, a história e a tradição dos dizem que o vinho usado nessas ocasiões não era vinho puro e sim vinho diluído com água para permitir que até mesmo os adolescentes pudessem participar dos vários cálices utilizados naquela celebração.

B. Portanto os que alegam e tendem a acusar outros irmãos que não usam vinho puro na celebração da Santa Ceia, demonstram não conhecer todos os fatos.

II. A Promessa de Um Novo Reencontro com Cristo e Uma Nova Celebração

A. Quando Jesus disse —

Mateus 26:29

E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai.

B. Essas palavras tinham um sentido de confortar nossos corações até que ele cumpra o que havia prometido poucas horas antes, quando disse:

João 14:2—3

2 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.

3 E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.

C. Um pouco mais adiante, ainda naquela noite no cenáculo, onde celebrou a última ceia com seus discípulos, Jesus fez uma oração a nosso favor, como nosso sumo-sacerdote e ele pediu o seguinte para o seu Pai —

João 17:24

Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.

D. Jesus promete para todos aqueles que creem nele que existe uma certeza absoluta de que todos nós iremos entrar e participar de uma comunhão festiva e eterna com Ele.

E. Desse modo, nós podemos ter a certeza que a comunhão com o Senhor não apenas se renova a cada celebração memorial da Ceia, mas que existe uma promessa que nos garante que tal comunhão será estendida por toda a eternidade.

Conclusão

A. Jesus não fez nenhuma afirmação acerca da qualidade do vinho usado para instituir a Ceia. Portanto, devemos aprender a exercer a liberdade nesse quesito, respeitando aqueles que preferem usar suco de uva, ou vinho diluído em água ou vinho puro! Se agirmos assim não corremos o risco de cair em contradição nem de sermos condenados pela adoção de algum tipo de padrão duplo ou hipócrita.

B. A eternidade será um tempo maravilhoso de plena comunhão com nosso Deus e um tempo de festividade que nunca terá fim —

Isaías 25:6

O SENHOR dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de coisas gordurosas, uma festa com vinhos velhos, pratos gordurosos com tutanos e vinhos velhos bem clarificados.

Apocalipse 19:9

Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.

D. Que a Palavra de Deus apenas nos ensine a verdade sempre e que a mesma nos sirva de plena consolação e encha nossos corações da verdadeira esperança que devemos ter acerca da eternidade com Deus.

E. Assim, aproximemo-nos da mesa do Senhor, atendendo a Seu próprio convite e que encontremos refrigério para as nossas almas por meio de Sua Graça, e a maravilhosa promessa acerca da vida eterna.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.    

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O INIMIGO SENTA AO LADO



Um alerta aos pastores e suas ovelhas

O artigo abaixo é de autoria de Aledsey Neander.

Durante meu pouco tempo no ministério pastoral - pouco mais de sete anos – tenho aprendido, na prática de plantação de igrejas, uma importante lição: os maiores inimigos da igreja de Cristo não são externos, — os de fora da redoma do templo — mas, sim, os internos. Não é por acaso que Jesus cita exemplos contrastantes e atípicos para exemplificar isso, como a parábola do trigo e do joio, a parábola da rede — que pega peixes bons e ruins —, não dar aos cães o que é santo, e por aí vai. O problema não está lá fora, está em quem deixamos entrar.

O maior inimigo da igreja não é o cara que se denomina ateu, não é aquele que diz que nunca vai à sua igreja por ter raiva de crente, nem mesmo aquele que diz crer em Deus, mas que não quer assumir compromisso com igreja nenhuma. Essas pessoas querem mais é viver a vida delas, da forma que eles acharem melhor, sem a intromissão religiosa — com isso não quero dizer que não devem ser evangelizados, nem se serão salvos ou não. Essas pessoas não são acusadas de mornidão, de frieza, de sustentar falsos profetas... Essas acusações foram feitas às igrejas. O maior inimigo da igreja de Cristo se assenta nos mesmos bancos que os verdadeiros crentes, canta louvores, fala de Jesus, faz liturgia, se veste à caráter como crente — se é que isso existe —, lhe deseja a paz do Senhor e pode até ser um dizimista fiel e um frequentador assíduo das reuniões. E o maior perigo desse inimigo é que ele é homogêneo, se mistura com facilidade, se torna anjo de luz, se preciso —

2 Coríntios 11:14

E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.

Lembram-se de Balaão? Tentou amaldiçoar o povo de Deus 3 vezes. Vendo ele que não teve sucesso, usou outra tática: a influência interna. Aconselhou o rei a introduzir prostitutas cultuais entre o povo de Deus, fazendo com que eles pecassem.

Números 31:16

Eis que estas, por conselho de Balaão, fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o SENHOR, no caso de Peor, pelo que houve a praga entre a congregação do SENHOR.

Paulo, sendo pastor e conhecedor dessa tática, alerta os irmãos de Corinto quanto a esses inimigos:

1 Coríntios 5.10—11

Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo. Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais.
A preocupação de Paulo não era com os de fora, nem mesmo essa era a preocupação de Jesus, pois, além de conviver com os "doentes", pediu ao Pai que não nos tirasse do mundo, pelo contrário, nos deu uma missão aqui —

João 17:15—18

15 Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.

16 Eles não são do mundo, como também eu não sou.

17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.

Mas, sendo essa uma realidade, o que fazer? Como pastores temos duas opções: 1. Fingir que nada está acontecendo, ser cego, surdo e mudo para com essas pessoas, ou, crer que sua igreja está livre dessas pessoas. 2. Trabalhar para livrar as verdadeiras ovelhas desses lobos enrustidos, ou, não permitir que eles influenciem o restante. Como? Primeiro é necessário identificá-los e, seguindo os conselhos de Paulo, isso não é difícil. Depois, tratá-los como devem ser tratados.

Quando digo que devemos nos "livrar deles", entendo que temos que ter o cuidado de não julgar erroneamente, nem mesmo sair expulsando gente da Igreja, pois todos devem ter a oportunidade de prestar culto a Deus e ouvir sua Palavra, a fim de serem conduzidos ao arrependimento. Devemos ter muita sabedoria ao identificar e corrigir essas pessoas.

2 Timóteo 2:24—-26

24 Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente,

25 disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade,

26 mas também o retorno à sensatez, livrando-se eles dos laços do diabo, tendo sido feitos cativos por ele para cumprirem a sua vontade.

No entanto, seguindo o conselho de Paulo, esses inimigos de Cristo têm uma característica específica: eles professam uma coisa e vivem outra: "... alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador...". Essa é uma típica atitude farisaica — e sabemos como Jesus tratava esses homens. Também essa é uma característica dos falsos profetas —

Mateus 7:15—20

15 Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.

16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?

17 Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus.

18 Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.

19 Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.

20 Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.

Essas pessoas fizeram profissão de fé, declaram a mesma coisa que um discípulo de
Cristo —

Tiago 2:19

Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem.

mas vivem como ímpios; não há sinal de arrependimento nessas vidas — perceba que todas as características dessas pessoas são totalmente explícitas, elas não conseguem esconder o que são. Apesar disso, elas gostam da comunhão, — "dizendo-se irmão" — usam palavreado piedoso, gostam de sentir-se como parte da igreja. Havia um sujeito com esse perfil dentro da igreja de Corinto e Paulo está preocupado com esse tipo de influência na igreja (v. 6).

Mas, ao identificá-los, qual é o tratamento? Paulo é direto: "Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis..." e "com esse tal, nem ainda comais.". "Associar" significa "misturar-se", "ser íntimo" de tal pessoa. Esses inimigos querem inserir-se no grupo, mas o pastor, como responsável pela saúde de suas ovelhas, não deve deixar que ele se sinta como tal e também deve ensinar a igreja a se prevenir dessas influências.

O verdadeiro cristão não se torna confidente de tais pessoas, não somente porque ele não deve, mas porque não há nenhuma possibilidade. Associar-se com eles é ser cúmplice do pecado. Devo tratá-lo à distância e não alimentar sua impiedade (Provérbios 26:1, 5). Interessante que o conselho de Paulo quanto a não "comer" com essas pessoas, assemelha-se muito ao princípio do Salmo primeiro.

Paulo não recomenda, somente, que não haja nenhum tipo de associação com essas pessoas, mas também recomenda uma disciplina eclesiástica, o afastamento da comunhão:

1 Coríntios 5:3—5, 7

3 Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja,

4 em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor,

5 entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus.

7 Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.

(Sobre "disciplina eclesiástica", recomendo o livro "Consultório Bíblico", Rev. Odayr Olivetti, p. 133).

Como responsáveis pelo rebanho de Cristo, não devemos ser omissos nesta tarefa. Muitas vezes deixamos que essas pessoas criem raízes no Corpo, em prol de uma falsa paz. E, com o tempo, mais cedo ou mais tarde, colhemos os frutos dessa omissão, quando não, deixamos esse "barco furado" para um outro sucessor. Não deixemos de disciplinar, se necessário, para que as verdadeiras ovelhas não sofram com esses inimigos. Como diz um ditado popular: "Quem poupa os lobos, sacrifica as ovelhas". Diga-lhes o que deve ser dito... Se necessário, com brandura, se preciso, com rispidez. Dependendo do momento, fale em particular, mas se precisar, admoeste publicamente — 1 Timóteo 5:20. Muitas vezes será preciso se utilizar da autoridade que Deus nos deu como ministros, não para colocar medo nas pessoas, como muitos falsos pastores fazem. Os outros precisam ver em você um homem com a autoridade de Deus sobre a vida delas.

Tito 2:15

Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze.

Lógico que, cabe a nós, demonstrarmos isso com uma vida irrepreensível e não só com palavras, agindo assim com muito temor diante de Deus.

Não gaste tempo, nem tenha dor de cabeça com essas pessoas.

Tito 3:10—11

10 Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez,

11 pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada.

Quanto sono já perdemos por causa de pessoas com este perfil? Quanta paz deixamos de desfrutar por causa de gente assim? Quanto tempo perdemos em estar trabalhando com os verdadeiros servos de Deus tentando "converter" esses ímpios travestidos de cristãos?

Nós, pastores, devemos aprender, desde cedo, que fomos chamados para pastorear as "ovelhas" do Senhor Jesus e não os cabritos. E, até que o Senhor Jesus volte para separar cabritos e ovelhas, joio e trigo, ímpio e santo, temos que saber administrar a situação.

Que não tenhamos pressa em receber novos membros, a fim de encher o templo a qualquer custo. Mas que utilizemos, bem, o processo de discipulado, ou catecúmenos, para conhecer quem está querendo fazer parte da sua Igreja, ensinando, mas também, confrontando sua fé, seus princípios, sua motivação.

Não estou dizendo, com isso, que ficaremos livres dessa influência maléfica, enquanto neste mundo uma crença assim é utópica — a igreja é chamada a avançar contra as portas do inferno, mas durante esse avanço um "misto de gente" caminha junto.

Êxodo 12:38

Subiu também com eles um misto de gente, ovelhas, gado, muitíssimos animais.

Também não creio que sempre teremos sucesso nessa distinção. No entanto, estaremos cumprindo nossa tarefa como servos bons, responsáveis e fiéis ao ministério e às ovelhas que o Senhor nos confiou.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 006 - INTRODUÇÃO À CRÍTICA DE TEXTOS


Manuscritos de 1700 anos descoberto na Biblioteca do Vaticano

Essa é uma série estritamente acadêmica, mas não existe na mesma absolutamente nada que impeça a leitura por todas as pessoas. De fato queremos incentivar que todos possam ler esses artigos compartilhar os mesmos com todos os seus contatos, parentes e conhecidos.

ESTUDO 006 — ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 001

INTRODUÇÃO

A análise de textos antigos é algo muito complexo. Ficamos chocados de ver como as pessoas são tão facilmente manipuladas por historiadores, sociólogos, antropólogos que resolvem escrever acerca da Bíblia ou da pessoa de Jesus Cristo sem ter o mínimo conhecimento de como o material escrito foi processado para chegarmos onde estamos no século XXI.

OS AUTÓGRAFOS ORIGINAIS

Costuma-se afirmar que, quando se realiza uma análise textual estamos procurando encontrar o “texto original”. Mas o que queremos dizer quando usamos a expressão “texto original”? Como exemplo, vamos pegar o cronista grego Homero, suposto autor dos épicos “A Ilíada e a Odisséia”. Quando falamos de “texto original”, com relação à suas duas obras, estamos nos referindo, exatamente, aos manuscritos originais que ele, supostamente, escreveu? Ou nos referimos às palavras originais coletadas por ele e por muitos outros para, finalmente, compor, as duas obras? Ou podemos falar de Shakespeare, alguém mais próximo de nós. Quando nos referimos ao seu material original, estamos falando do primeiro rascunho que ele escreveu de alguma de suas peças, ou dos atores quando proferiram as palavras durante a primeira encenação?

No caso de Shakespeare e de outros dramaturgos da era de Elizabeth I, a questão é ainda bem mais complicada, do que as escolhas que temos que fazer podem nos dar a impressão. A relação entre o escrito original e a apresentação no palco pode ser extremamente complexa. O processo seguido por Shakespeare era, provavelmente, o seguinte: ele preparava um rascunho inicial, geralmente chamado de “os papeis sujos”. Esses papéis sofreriam depois, inúmeras correções e alterações, por meio de revisões sistemáticas aplicadas sobre os mesmos. Esse processo tornava esses “originais” impróprios para qualquer propósito relacionado com a produção da peça em si. Assim, alguém — talvez o próprio autor, mas talvez não — se empenhava em produzir uma cópia decente o suficiente para ser usada na produção. Os “papéis sujos” eram então arquivados em algum lugar, na mais completa desordem. Mas esses papéis sujos eram, provavelmente, a última cópia produzida pelas mãos do próprio Shakespeare. E tudo isso é ainda mais verdadeiro a respeito de Shakespeare quando comparado com outros dramaturgos elisabetanos, porque sabemos que seus manuscritos eram, extremamente, difíceis de serem lidos.

Somente a cópia limpa, mesmo vinda das mãos do próprio Shakespeare, servia para ser utilizada da produção da peça teatral. Também sabemos que Shakespeare não entendia muito bem de como as coisas se processavam no palco, onde suas peças eram representadas. Shakespeare também costumava usar certas formas peculiares e confusas ao soletrar palavras. Desse modo, alguém tinha que converter a cópia limpa num livro que pudesse ser melhor utilizado pelos atores e diretores. Isso, em adição aos acréscimos feitos pelas direções do palco e outras coisas semelhantes, que poderiam envolver um nivelamento da linguagem, a remoção de termos não condizentes, e pelo menos, em alguns casos, a clarificação de erros ou coisas não muito bem entendidas. A produção no palco nunca estava sob a direção direta do próprio Shakespeare. Era algum produtor não relacionado à peça que comandaria o espetáculo em si. Mas Shakespeare estava sempre disponível para esclarecer quaisquer dúvidas, e bem poderia ser o responsável final por certas mudanças ou correções na linguagem final utilizada.

Desse modo, muitos acreditam que Shakespeare atuava em algumas de suas peças, de tal maneira que pudesse experimentar, em primeira mão, o toma lá dá cá da apresentação.

E tudo isso acontecia antes da abertura oficial da encenação da peça. Depois da criação do livro definitivo estar pronto, mudanças ainda podiam ser feitas — e, se as mudanças fossem cortadas, as alterações não ficariam registradas no livro definitivo. Imagina-se que Shakespeare talvez não tivesse controle total ou absoluto sobre essas mudanças, porque o produtor poderia exigir um corte de, digamos, 20 minutos em uma determinada parte. É possível que Shakespeare pudesse escolher as partes que seriam cortadas, mas não temos certeza absoluta disso.

Desse modo, a questão fundamental que queremos tratar nesse e outros artigos dessa subsérie torna-se bastante real e crítica. Quais das versões poderá ser chamada de “original”: os chamados “papeis sujos” que é a única cópia conhecida como tendo sido inteiramente produzida por Shakespeare? Mas essa cópia continha erros, algo que, certamente não era a intenção do autor. E o que podemos dizer da copia limpa, mas que continha algumas correções feitas pelo próprio autor? Ou o livro final, que podia conter alterações que não foram feitas pelo autor, mas que contém materiais que ele poderia ter sugerido, isso para não falarmos das instruções referentes à encenação no palco e a identificação correta dos atores. E ainda podemos falar da versão final que foi utilizada pelos produtores.

E uma vez que decidimos qual manuscrito deve ser o objeto central do nosso estudo e análise, nós ainda teremos que repassar todo o material produzido no processo de desenvolvimento até atingirmos o livro final. Algumas das peças escritas por Shakespeare existem apenas na impressão chamada de “First Folio” e adições feitas a partir dele. Acredita-se que as peças encontradas nos “fólios” sejam derivadas de diversas fontes: desde os papéis sujos escritos pelo próprio Shakespeare até cópias do livro final impresso, mas que foram produzidos pelos mais variados editores.

Outras peças existem em quatro volumes individuais, cada uma correspondendo a uma das partes das mesmas. Alguns são “quartos” muito bons quando retirados de fontes semelhantes aos fólios. Já outros são considerados “quartos” ruins, pois procedem das lembranças de atores que participaram na peça. Esses são marcados pro trechos esquecidos ou cortados pelos produtores. No entanto, ainda assim todo esse material constitui a única fonte externa ao que encontramos nos fólios. Isso pode ser uma indicação que os mesmos são mais antigos que o material contido nos próprios fólios.

Muitos outros escritos têm sofrido de complicações similares e não temos motivos para pensar que apenas as obras de Shakespeare ou mesmo do Novo Testamento sejam as únicas envolvidas nessas questões. O problema da recomposição é algo bastante verdadeiro e sensível.

Esses problemas ocorrem através de todo o campo e dos processos do que chamamos de crítica do texto. Nós sempre devemos ter em mente o que estamos tentando reconstruir. Apesar de todos os nossos esforços em recriar os autógrafos originais, aquilo que foi escrito originalmente pelo próprio autor, o que estamos fazendo, de fato, é trabalhando com um arquétipo que pode ser definido assim: o ancestral comum mais antigo de todas as cópias sobrevivente de um determinado material.  

OUTROS ARTIGOS DE COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 001 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 002 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 003 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO — FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 004 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — OS PERGAMINHOS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 005 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — PAPEL E BARRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 006 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 007 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 008 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 – FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 009 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 010 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 011 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 003

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 012 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 004

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 013 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 005

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006
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Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

GOVERNO BRASILEIRO REJEITA EMBAIXADOR INDICADO POR ISRAEL



O artigo abaixo foi publicado pelo site Gospel Prime com notícias do site The Times of Israel.

BRASIL CONTRA ISRAEL: DILMA REJEITA NOMEAÇÃO DE EMBAIXADOR

Dani Dayan teve nome rejeitado por pressão de movimentos esquerdistas

por Jarbas Aragão

A presidente Dilma Rousseff avisou o governo de Israel neste domingo (20), rejeitando a nomeação de Dani Dayan como embaixador. A justificativa é que ele é um antigo dirigente colono em territórios que o governo brasileiro acredita pertencer aos palestinos.

Dayan vive em um assentamento nos chamados “territórios ocupados”. Por isso, os petistas entendem que ele seria o máximo representante de um movimento que a comunidade internacional rejeita plenamente.

Como a nomeação de Dayan foi aprovada dia 6 de setembro, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está em uma posição delicada.

Segundo noticiou o jornal Yedioth Ahronoth, 40 movimentos esquerdistas brasileiros questionaram a nomeação do representante israelense. Acusam-no de violar o direito internacional nas comunidades palestinas. Alguns desses mesmos movimentos apoiam a Coreia do Norte, por exemplo.

Dayan é empresário, nascido na Argentina e tem 59 anos, tendo mudado para Israel aos 15. É formado em Economia, tinha uma empresa de software e foi presidente do Conselho Yesha de assentamentos judaicos na Cisjordânia, entre 2007 e 2013.
Ele está envolvido na diplomacia pública israelense dentro e fora do país nos últimos anos.  Como lembrou o jornal israelense Yedioth, quando se nomeia um embaixador “o governo transfere seu nome ao país”.

Dani e Ben
Benjamin Netanyahu e Dani Dayan.

“A rejeição à nomeação é um fato quase insólito, embora se o país anfitrião não o deseja, costuma enviar mensagens por canais diplomáticos para evitar uma rejeição oficial que provoque uma crise entre os dois países”.

Netanyahu se vê num dilema. Pode ceder e nomear outra pessoa, o que geraria críticas dentro de Israel, ou insistir na nomeação e ver surgir uma barreira para seu governo de maneira aberta e oficial no Brasil.

Israel considera o Brasil um país estratégico nas suas relações com a América Latina. Além disso, no governo petista vem sendo censurado por conta de suas políticas relacionadas ao conflito com os palestinos.

O episódio do embaixador rejeitado é mais um episódio que mostra o enfraquecimento das relações entre os dois países.

Ano passado, o Brasil condenou Israel por ter revidado os ataques palestinos e bombardeado Gaza. Na época, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor chamou o Brasil de “anão diplomático”. Este ano, o governo brasileiro oficialmente se negou a continuar reconhecendo Jerusalém como capital de Israel.

A postura do governo Dilma contra Israel já rendeu críticas severas de deputados brasileiros como Marco Feliciano (PSC/SP), que assinou um artigo onde criticava a incoerência petista. Enquanto no Brasil apoia política e economicamente movimentos como o MST, conhecido por suas invasões, no exterior “acostumou-se a flertar com terroristas, ditadores, golpistas, a negociar com governos ditatoriais, dar apoio a facínoras que investem mais em bombas atômicas do que em saúde, educação e infraestrutura para o povo”. Com informações de Times of Israel.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL














































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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO — Estudo 6 - O SER HUMANO CRIADO POR DEUS – Parte 3




Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade. 


A Redenção: Somos filhos de Deus e Herdeiros do Universo 

O ser humano — a raça humana — é um ser caído. Mas devido a sua exclusiva criação ele é visto tanto como sendo capaz de ser redimido como digno de ser redimido. 

O valor do homem pode ser medido pelo interesse e envolvimento pessoal do Deus Criador no processo de criação dos seres humanos — macho e fêmea. A morte substitucionária — vicária, no lugar de — de Cristo é algo único e exclusivo na Historia da humanidade. E esse ato de substituição é completo é capaz de salvar o homem da ruína da queda. 

A obra redentora de Deus atinge o seu clímax quando o pecador rebelde é adotado, como filho de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus, conforme lemos em —

João 1:12

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome.


Gálatas 3:26

Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus.

Na ressurreição os filhos de Deus serão revelados e entronizados como herdeiros do universo, de acordo com –

Romanos 8:17—23

17 Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.

18 Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.

19 A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.

20 Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou,

21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.

22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.

23 E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.

Teorias como a da reencarnação ou transmigração da alma são expostas como fraudes, em função da obra redentora de Deus por meio do Senhor Jesus Cristo — 

1 João 1:7 e Hebreus 1:3 ® elimina o ciclo cármico:

1 João 1:7

Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. 

Hebreus 1:3

Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas. 

1 Pedro 2:24 ® elimina a necessidade de sacrifícios

1 Pedro 2:24

Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados. 

Hebreus 10:10,12,14 ® um único sacrifício nos aperfeiçoa:

Hebreus 10:10,12,14

10  Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas.

12  Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus.

14  Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. 

Agora nosso entendimento está completo:

1. Somos criados a Imagem de Deus.

2. Somos pecadores rebeldes contra nosso Criador

3. Somos adotados como filhos de Deus e herdeiros do universo.

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