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segunda-feira, 19 de junho de 2017

VIVENDO A VIDA CRISTÃ — ESTUDO 018 — EMPECILHOS PARA VIVER A VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 024 A 026


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A vida Cristã é um dos maiores mistérios da humanidade. Trata-se da própria presença do Espírito Santo habitando nos crentes verdadeiros para transformá-los, dia a dia, em pessoas cada vez mais parecidas com a pessoa do Senhor Jesus Cristo. Essa série de estudos pretende discutir a fundo essa questão e esperamos que a mesma possa não apenas abençoar, mas também impactar poderosamente a vida de cada um dos leitores.

II. EMPECILHOS PARA A VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 024 e 026

Empecilhos a Vida Cristã

24. Que quando eu peco eu volto à estaca zero e preciso começar tudo outra vez.

João 10:28—29

28 Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.

29 Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar.

João 12:24

Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto.

João 15:1—11

1 Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.

2 Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.

3 Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado;

4 permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim.

5 Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

6 Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam.

7 Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito.

8 Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos.

9 Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor.

10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.

11 Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo.

Romanos 8:31—39

31 Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?

33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.

34 Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós.

35 Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?

36 Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro.

37 Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.

38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes,

39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

1 Coríntios 12:13—26

13 Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.

14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.

15 Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo.

16 Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser.

17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato?

18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.

19 Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo?

20 O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.

21 Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós.

22 Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;

23 e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra.

24 Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha,

25 para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.

26 De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.

25. Que nós podemos passar da falha para a perfeição imediatamente.

Efésios 4:11—16

11 E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,

12 com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo,

13 Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,

14 para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.

15 Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,

16 de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.

Filipenses 3:12—14

12 Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.

13 Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,

14 prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

Hebreus 5:12—14

12 Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido.

13 Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança.

14 Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.
        
1 Pedro 2:2

Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação.

2 Pedro 3:18

Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.

26. Que o cristianismo pode funcionar na vida dos outros, mas não na minha.

Romanos 1:16

Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.
        
Efésios 1:3

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.

2 Pedro 1:3

Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude.

Tendo visto esta extensa lista, é chegada a hora de você agir. Enumere aqueles itens que constituem verdadeiras barreiras na tua vida e decida, com a graça de Deus, utilizando os versículos correspondentes bem como outros, derrubar as mesmas — ver alista completa dos empecilhos abaixo.

A.

B.

C.

D.

E.


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE “VIVENDO A VIDA CRISTÔ
ESTUDO 001 — COMO RECONCILIAR O PASSADO

ESTUDO 002 — INTRODUÇÃO GERAL

ESTUDO 003 — UMA DESCRIÇÃO DA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 001

ESTUDO 004 — UMA DESCRIÇÃO DA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 002

ESTUDO 005 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 001

ESTUDO 006 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 002

ESTUDO 007 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 003

ESTUDO 008 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 004

ESTUDO 009 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 005 e 006

ESTUDO 010 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 007 e 008

ESTUDO 011 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 009 e 010

ESTUDO 012 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 011 e 012

ESTUDO 013 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 013 a 015

ESTUDO 014 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 016 a 017

ESTUDO 015 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 018 a 019

ESTUDO 016 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 020 a 021

ESTUDO 017 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 022 a 023

ESTUDO 018 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 024 a 026
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/vivendo-vida-crista-estudo-018.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

ATOS DOS APÓSTOLOS - SERMÃO 029 – A DEFESA DE ESTÊVÃO – PARTE 003 - OBEDIÊNCIA


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Esse material é parte de uma série de mensagens pregadas no Livro dos Atos dos Apóstolos. As mensagens cobrem todos os 28 capítulos do Livro de Atos e no final de cada mensagem, você poderá encontrar links para outras mensagens.

Texto: Atos 7:17—43
Introdução

A. Temos tido a oportunidade de estudar a vida desse cristão chamado Estêvão.

B. Vimos que ele tinha uma compreensão profunda e penetrante das implicações da vida de Jesus, o Messias.

C. Seus argumentos eram poderosos e a única maneira de enfrentá-lo era inventando mentiras contra ele.

D. Ele foi acusado diante do Sinédrio Judaico — a corte suprema dos judeus — de:

1. Falar mal do Templo em Jerusalém; de que o mesmo seria destruído.

2. Falar mal contra Moisés e a lei que Deus havia concedido ao povo de Israel através daquele legislador.

E. A defesa de Estêvão estava centrada em dois aspectos principais:

1. Primeiro era mostrar que Deus nunca teve a intenção de estabelecer um Templo permanente entre os seres humanos e que o Templo em Jerusalém precisava mesmo ser abandonado para que a verdadeira mensagem de salvação, através do Messias de Israel, pudesse alcançar todas as pessoas ao redor do mundo — ver

João 4:23—24

23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

2. A segunda era mostrar que desde o início da sua história e até aqueles dias, o povo de Israel nunca havia dado a mínima nem para Moisés e muito menos para a Lei Divina, a qual eles faziam questão de desobedecer sempre.

F. Para ilustrar seus argumentos, Estêvão escolhe certos personagens e certas histórias do Antigo Testamento. Ele não inventa nada, nem introduz nenhuma revelação nova. Ele apenas aponta para grandes verdades que sempre estiveram presentes nas Escrituras e que os israelitas sempre fizeram questão de ignorar.

G. Vamos continuar analisando as palavras de Estêvão que nos apresentam as

 BASES SOBRE AS QUAIS ESTÁ FUNDAMENTADA A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO — PARTE 3

I. O Que Já Aprendemos até Aqui

A. Que o Deus da Glória se manifesta onde quer, quando quer e a quem ele quer. Nesse sentido, ele não é o Deus exclusivo de ninguém.

B. O Deus da Glória é um Deus móvel e não pode ser confinado a nenhum tipo de prédio ou construção, por mais magnífico que seja.

C. O povo de Deus é um povo peregrino e Deus acompanha seu povo em todas as suas peregrinações.

D. Deus acompanhou Abraão, Isaque e Jacó em suas peregrinações. Deus esteve com José em todas as suas angústias. José foi um tipo que serviu bem para ilustrar a vida de Jesus.

1. A inveja dos irmãos de José é semelhante à inveja que a liderança judaica sentia com relação a Jesus!

2. José é novamente comparado a Jesus, pois as palavras de Pedro ainda ecoavam nos seus ouvidos quando disse:

Atos 2:36

Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.

3. A comparação entre José e Jesus prossegue. Apesar de ser maltratado e até crucificado, Jesus está pronto para perdoar e estender a reconciliação a seus algozes como José fez com os seus irmãos que o haviam vendido como escravo para o Egito.

II. Moisés, como Legislador e Tipo de Cristo — Atos 7:17—43

A. Passado o tempo prometido por Deus a Abraão, chegou a hora de Deus cumprir sua palavra — versos 17—19.

B. Moisés nasce para se tornar o escolhido de Deus, para libertar o povo da escravidão, mas os israelitas não o reconheceram nem o aceitaram como tal — versos 20—29. O mesmo aconteceu com Jesus que não foi reconhecido e nem aceito pelos israelitas, pois veio para o que era seus e os seus não o receberam.

C. Moisés se encontra com o Deus da Glória no Sinai, em uma experiência jamais repetida nem no tabernáculo, nem no templo em Jerusalém — versos 30—33. Mas através da vinda de Jesus pode ser repetida em qualquer lugar e ser experimentada por qualquer pessoa.

D. Naquele tempo além de prover a libertação do povo da escravidão no Egito, Deus prometeu a vinda de outro profeta, mais tarde identificado como Filho de Davi e Messias — versos 34—37.

E. Através de Moisés Deus concedeu Suas Leis ao povo de Israel, mas os israelitas não estavam interessados de verdade na revelação de Deus — versos 38—43.

F. Para Estêvão a desobediência no deserto, quando os israelitas saíram do Egito é um ato contínuo que culmina com a denúncia semelhante do profeta Amós, setecentos anos mais tarde. Em Nenhum momento os israelitas demonstraram desejo de guardar os mandamentos de Deus e honrar a Moisés. 

Conclusão

A. Nós cometemos um erro terrível, todas as vezes que:

1. Valorizamos mais os aspectos externos daquilo que Deus nos concede do que os aspectos internos e que realmente fazem diferença em nossas vidas. Por exemplo:

a. Quando valorizamos mais o prédio, a construção, o edifício daquilo que chamamos igreja, em vez de valorizar a igreja verdadeira que é composta das pessoas.

b. Quando nos apegamos a aspectos externos das práticas cristãs — como o batismo — especialmente quanto à forma do mesmo — e a ceia do Senhor — e não damos importância à verdadeira santificação sem a qual ninguém verá o Senhor —

Hebreus 12.14

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,

c. Quando valorizamos a liderança de forma doentia e desprezamos os irmãos, especialmente os mais simples e humildes.

B. A prova mais contundente de que os israelitas não tinham verdadeiro interesse na Lei de Deus naqueles dias estava mais do que evidente no julgamento de Estêvão:

1. Os “defensores da Lei” transgrediam contra a mesma apresentando falsos testemunhos contra Estêvão. A lei é clara:

Êxodo 20:16

Não darás falso testemunho contra teu próximo.

2. A intenção daquelas pessoas não era fazer justiça e sim, defender interesses.

C. Todas essas questões que vimos hoje têm profundas implicações sobre nossas vidas.

D. Qual é o significado das palavras quando dizemos: eu sou cristão? Essas palavras não significam absolutamente nada, se...

1. Não reconhecemos que o Deus da glória é um Deus livre que não precisa nem de nós nem de lugares apropriados de adoração. Templos precisam ser tratados com o desprezo necessário.

2. Não mantivermos uma vida de peregrinos sobre essa terra — veja os riscos de ficar rico e as duras palavras da Bíblia para aqueles que têm dinheiro —

1 Timóteo 6:7—10 e 17—19

7 Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.

8 Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.

9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.

10 Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

17 Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos;

18 que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente e sejam comunicáveis;

19 que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna.

3. Nosso caminhar diário não for controlado pela palavra de Deus que nos ensina:

a. Amar a Deus. Como? Sendo obedientes.

b. Amar nossos cônjuges e filhos. Como? Colocando-nos a serviço deles.

c. Amar nossos irmãos da comunidade. Como? Buscando formas de servi-los da melhor maneira possível.

d. Amar nosso próximo. Como? Compartilhando com eles as palavras de Salvação que Deus nos oferece de graça através de Jesus.

D. Eu temo muito que a vasta maioria da igreja cristã, daqueles que se chamam pelo próprio nome do Senhor Jesus Cristo, não passa de uma raça tão odiosa e desobediente quanto eram os israelitas dos dias de Estêvão.

E. Felizmente não temos que responder pelo outros, mas certamente cada um de nós terá que dar contas de si mesmo a Deus. Como vai sua vida cristã? É genuína? É verdadeira? Ou tudo não passa apenas de pretensão? De fachada? 

Que Deus nos ajude e nos dê forças para sermos sinceros no nosso compromisso com Ele mesmo e uns com os outros.

OUTRAS MENSAGENS DO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — PARTE 2 — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 003 — A TRANSIÇÃO DO VOLUME ANTERIOR — Atos 1:1—5

SERMÃO 004 — A NOVA DIREÇÃO EXPLICADA — Atos 1:6—8

SERMÃO 005 — A ASCENSÃO DE JESUS — Atos 1:9—11

SERMÃO 006 — PERSEVERANDO UNÂNIMES — Atos 1:12—26

SERMÃO 007 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 001 — Atos 2:1—4

SERMÃO 008 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 002 — Atos 2:5—15

SERMÃO 009 — A PROFECIA DE JOEL — Atos 2:14—21

SERMÃO 010 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 001 — Atos 2:22—36

SERMÃO 011 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 002 — Atos 2:37—41

SERMÃO 012 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47

SERMÃO 013 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47 — PARTE 002

SERMÃO 014 — A CURA DE UM PARALÍTICO DE NASCENÇA — Atos 3:1—10

SERMÃO 015 — A EXALTAÇÃO DE JESUS E A CONDENAÇÃO DOS HOMENS — Atos 3:11—21

SERMÃO 016 — SALVAÇÃO E REFRIGÉRIO: BÊNÇÃOS DAS DUAS VINDAS DE JESUS— Atos 3:17—21

SERMÃO 017 — JESUS CUMPRE AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO — Atos 3:22—26

SERMÃO 018 — INÍCIO DAS PERSEGUIÇÕES — Atos 4:1—22

SERMÃO 019 — A IGREJA ORA EM COMUNHÃO — Atos 4:23—31

SERMÃO 020 — A IGREJA VIVE EM COMUNHÃO — Atos 4:32—37

SERMÃO 021 — ANANIAS E SAFIRA — Atos 5:1—11

SERMÃO 022 — A COMUNIDADE DOS CRENTES — Atos 5:12—16

SERMÃO 023 — PRISÃO, JULGAMENTO, AÇOITES = ALEGRIA E O PARECER DE GAMALIEL — Atos 5:17—42

SERMÃO 024 — DIVERSIDADE DE DONS = CRESCIMENTO DA IGREJA — Atos 6:1—7

SERMÃO 025 — UM HOMEM CHAMADO ESTÊVÃO — Atos 6:8—12

SERMÃO 026 — ACUSAÇÕES CONTRA UM HOMEM HONESTO — Atos 6:13—15

SERMÃO 027 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E O DEUS DA GLÓRIA — Atos 7:1—8

SERMÃO 028 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E A MOBILIDADE DE DEUS — Atos 7:9—16

SERMÃO 029 – A DEFESA DE ESTEVÃO – Parte 3 — Atos 7:17—43
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/04/atos-dos-apostolos-sermao-029-defesa-de.html

SERMÃO 030 — A DEFESA DE ESTEVÃO — Três Acusações Devastadoras — Parte 4 — Atos 7:44—53
Alexandros Meimaridis

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sábado, 28 de janeiro de 2017

KIERKEGAARD, HOLLYWOOD E O SALTO NO ABISMO



Hoje estamos publicando um artigo da autoria do Prof. Dr. Wilson Roberto Vieira Ferreira que nos apresenta sua avaliação do filme Passengers — Passageiros. O filme procura recontar a história de Adão e Eva da perspectiva gnóstica e lida com temas queridos pelos cristãos, tais como: liberdade, ansiedade, angústia autoconhecimento, questões morais de todas as ordens e etc. Apesar das posições do prof. Wilson não representarem as opiniões do Blog O Grande Diálogo, ainda assim a leitura do seu artigo é recomendada como parte da oportunidade para discussão que propicia.  

O filósofo KierkegAard vai a Hollywood no filme "Passageiros"
 Wilson Roberto Vieira Ferreira

Por que diante do precipício ao mesmo tempo em que temos medo, também sentimos o impulso de saltar para o fundo do abismo? Em 1844 o filósofo Søren Kierkegaard disse que isso deriva da ansiedade da descoberta de sermos livres para saltar ou não saltar. E sempre temos medo daquilo que mais desejamos. “Passageiros” (Passengers, 2016) retoma essas ideias do filósofo dinamarquês, inclusive com a referencia do abismo: só, no espaço sideral, diante do vazio do Universo, o homem teme por descobrir que é livre, como se retornasse ao mito do Paraíso, antes de Adão e Eva terem descoberto a árvore do conhecimento. “Passageiros” é mais uma amostra da recente guinada metafísica de Hollywood sob camadas de entretenimento e efeitos digitais. Assim como a animação “WALL-E” (2008), também faz uma releitura gnóstica do Gênesis bíblico: como o homem, prisioneiro numa gigantesca espaçonave-resort que ruma para a destruição, pode conquistar a liberdade e autoconhecimento.

Passageiros (2016) é um ótimo exemplo sobre a guinada metafísica dos filmes hollywoodianos: o mix de mitologias e simbolismos filosóficos. Mais precisamente, sobre como, sob a superfície de entretenimento com muito efeitos digitais, os filmes comerciais desfiam sérios conceitos filosóficos tendo com fio condutor a mitologia gnóstica.

Lembrem de filmes como Lucy, Ex-Machina e Transcendence onde o conceito nietzschiano de “vontade de potencia” é introduzido por meio da discussão TecnoGnóstica da Inteligência Artificial; ou os simbolismos freudianos da interpretação dos sonhos aplicados em uma narrativa PsicoGnóstica no filme A Passagem (Stay, 2005).

E não poderia ser de outra forma: um diretor nórdico (Morten Tyldum, O Jogo da Imitação) introduz conceitos filosóficos do filósofo dinamarquês Kierkegaard em uma narrativa que faz uma alusão invertida do mito de Adão e Eva do Gênesis bíblico em uma narrativa da jornada do herói gnóstico — acordar prisioneiro em um cosmos que caminha para a entropia e destruição.

Uma gigantesca espaçonave (simbolicamente de forma helicoidal do DNA humano) atravessa a galáxia em uma viagem de 120 anos para uma colônia em um remoto planeta transportando milhares de pessoas em câmaras de hibernação. Porém, uma má função resulta no despertar prematuro de um passageiro, 90 anos mais cedo da chegada prevista. Ele se vê sozinho numa gigantesca nave automática que mais parece uma mistura de shopping center com hotel-resort.


Sozinho naquele microcosmo, cujas más funções começam lentamente a contaminar toda a nave, e junto com 5.000 almas hibernando, o protagonista será confrontado com sérias questões morais, a angústia e a ansiedade. Mas tudo isso traduzido pela filosofia de Søren Kierkegaard (1813-1855), mais precisamente na sua obra O Conceito de Ansiedade de 1844, muito tempo antes do Existencialismo e da Psicanálise.

O Filme

Jim (Chris Pratt) é um dos 5.000 passageiros, mais a tripulação, mantidos em câmaras de hibernação, na espaçonave automática Avalon. Viajando a metade da velocidade da luz, Avalon ruma em direção da colônia Homestead II em uma jornada de 120 anos. Após 30 anos, a Avalon atravessa uma região do espaço com uma intensa chuva de meteoros o que obriga a nave a concentrar quase a totalidade da energia nos seus escudos. Isso produzirá uma lenta disseminação de pequenas más funções na Avalon.

E Jim é a primeira vítima: sua câmara de hibernação desperta-o prematuramente, como se a espaçonave já estivesse se aproximando de Homestead II. Tudo parece normal (o protocolo de boas vindas é acionado automaticamente pelos sistemas da nave), mas logo Jim cai em si – ele está sozinho em uma gigantesca espaçonave, faltando ainda 89 anos para o destino. Morrerá sozinho antes do restante dos passageiros despertar.

No início temos a clássica jornada do herói: primeiro ele fica confuso e desesperado. Depois, aparentemente aceita o destino e passa a usufruir de todos os serviços daquele autêntico hotel resort espacial – come sushi todas as noites e bebe uísque com a única companhia, o barman robô chamado Arthur (Michael Sheen) programado para bate papos superficiais de balcão de bar com os clientes.


A nave Avalon, o design interior e o balcão com o solicito robô barman são evidentes alusões a 2001 e O Iluminado de Stanley Kubrick. Assim como em O Iluminado, a solidão num lugar distante de qualquer coisa humana na Galáxia começa a enlouquecer o protagonista – por meses caminha nu pela nave, deixa crescer uma espessa barba, embriaga-se em longas conversas com repostas protocolares do barman androide, faz caminhadas espaciais e por horas fica olhando para o vazio e quase tenta suicídio em uma câmara de ar na saída da Avalon.

A partir daí, Jim passa o tempo lendo textos e os registros de vídeo dos passageiros em hibernação. Até ter um interesse peculiar por Aurora (Jennifer Lawrence), jornalista e escritora. Como engenheiro mecânico, Jim leu todos os manuais sobre as câmaras de hibernação o que o coloca em uma sinuca existencial e moral: um ano de solidão lhe deu uma inesperada consciência de liberdade. Jim pode despertá-la para dividir com ele a solidão. Mas por outro lado, isso significava roubar-lhe a vida que Aurora teria no futuro.

Jim convence a si mesmo que poderiam se apaixonar e ele iria construir uma casa para ela – um dos temas ao longo do filme é como a automação impossibilita as pessoas de construírem coisas com suas próprias mãos, roubando a humanidade dos objetos.

Depois de muitos dilemas éticos e existenciais, Jim decide acordá-la fazendo tudo parecer mais uma disfunção da nave Avalon.

De um lado, a solidão e a liberdade; do outro, o sequestro da vida de Aurora por Jim. Que ainda esconde um tema sombrio: o horror feminista pelo abuso emocional numa cultura do estupro que vê as mulheres como objeto de possessão. Jim é bonito, charmoso e sedutor. Mas esconde uma sombria escolha moral.


O Gênesis gnóstico

Passageiros faz uma interessante analogia com o Gênesis bíblico: o início de uma convivência fundada no pecado original, porém de forma invertida – foi Adão/Jim que conheceu o Mal (a liberdade de escolha) e não Eva/Aurora. O filme faz até uma alusão à árvore cujo fruto Jim não pode comer: a máquina de café automático Spice Extreme Latte, porque não é um passageiro com pulseira “ouro”. Quando Aurora/Eva chega, os dois podem consumir juntos os produtos do nível ouro, enquanto Jim sabe que fez algo muito errado.

O hotel-resort da nave Avalon é o Paraíso que tenta expulsar Jim e Aurora como uma espécie de punição por terem comido o fruto do Conhecimento – Jim, a descoberta da liberdade; e Aurora, permitir a Jim ter acesso “ouro” a serviços.

Mas esse Gênesis parece ter uma releitura bem gnóstica: assim como no Gênesis onde a mulher surge da costela de Adão, é Jim quem desperta uma mulher. Mas Adão e Eva despertam em uma Criação que já está em crise – as más funções anunciam uma destruição próxima de Avalon. Não foi o pecado que fez a Criação incorrer na Queda. A Queda foi a própria criação, que manteve o homem prisioneiro e colocado em condições existenciais extremas que só permitem tirar de dentro do homem o pior de si mesmo.

Aurora descobrirá como um homem aparentemente decente e charmoso foi capaz de roubar-lhe a própria vida. Como é colocado a certa altura em uma linha de diálogo, Jim era alguém que estava se afogando. E toda pessoa que se afoga agarra-se em alguém para levar junto.
Passageiros oferece mais uma releitura gnóstica da mitologia do Paraíso perdido, numa versão um pouco diferente da animação WALL-E (2008) - ver artigo sobre WALLE por meio do link abaixo:

http://cinegnose.blogspot.com.br/2011/02/wall-e-e-eva-disney-faz-releitura-do.html

Tal como na animação, o homem é prisioneiro em uma gigantesca espaçonave-resort que oferece comodismo e conforto. Mas que ao mesmo tempo oferece a oportunidade do autoconhecimento e a descoberta da liberdade.



Kierkegaard vai a Hollywood

Dessa maneira, Passageiros ingressa na ideia principal do livro O Conceito de Ansiedade do filósofo Kierkegaard, que inclusive é visualmente referenciado no filme.

Kierkegaard usa o exemplo de um homem à beira do precipício. Quando o homem olha para baixo ele sente o medo da queda. Mas ao mesmo tempo, sente um grande impulso de se atirar para o fundo do abismo. Esse sentimento paradoxal deriva da nossa ansiedade pela descoberta de que somos livres para escolher saltar ou não saltar. O mero fato de sabermos que temos a liberdade de escolha por sermos seres finitos diante da eternidade do Universo desperta ao mesmo tempo a solidão e a completa liberdade. Isso criaria tanto a possibilidade do autoconhecimento como da ansiedade neurótica – a angústia, que impede a evolução da ansiedade normal em autoconhecimento.

Um dos momentos-chave do filme é quando Jim em um dos seus passeios espaciais vê, solitário, a imensidão do Universo. Isso dá uma inesperada sensação de liberdade – ele pode se atirar no espaço, se matar, ou retornar e despertar Aurora. São atos equânimes moralmente naquelas condições existenciais nas quais Jim é prisioneiro.

Para Kierkegaard o mito de Adão retrata o despertar do indivíduo para a autoconsciência. Uma representação poética do instante em que o indivíduo coloca-se frente a si mesmo.

Tanto Jim quanto Aurora temem a extrema experiência simultânea da solidão e liberdade de poderem construir um novo mundo dentro do microcosmo da espaçonave Avalon. Mas, como Kierkegaard que antecipou muitas ideias freudianas, aquilo que mais desejamos é sempre o que mais tememos.

A ansiedade neurótica à descoberta de que sãos seres livres faz Jim pensar no suicídio e Aurora em tentar retornar à câmara de hibernação.

O filme Passageiros é uma jornada de autoconhecimento para os protagonistas: a transformação do medo da liberdade em atos que ecoarão na posteridade, como acompanhamos na sequência final - quando finalmente a nave Avalon chega ao destino 89 anos depois e os passageiros descobrem o legado deixado por Jim e Aurora.

Assista o trailer legendado em português por meio do link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=yRPECNxkMVA

O artigo original poderá ser acessado por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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