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sexta-feira, 27 de maio de 2016

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDO 041B — JOSÉ DESEJA SER LEMBRADO




041B. José Deseja ser Lembrado.

CONTINUAÇÃO

Como crentes precisamos nos conscientizar que todas as vezes que nos reunimos para celebrar a ceia do Senhor estamos, de fato, proclamando Sua morte até que ele retorne para nos buscar. Também, quando celebramos a ceia do Senhor estamos declarando as BOAS NOVAS da salvação que somos um em Cristo. E é essa ideia de unidade, que deve dominar a vida de cada cristão individualmente, a que mais se perdeu com o passar dos séculos. Nossas celebrações são frias, sem nenhum interesse nem por Jesus, nem pelos nossos irmãos com quem estamos intimamente ligados e dependemos, para nosso próprio bem-estar, uns dos outros. Mas quem se importa com essa realidade nos dias de hoje? Deveríamos ter vergonha de participar da ceia do Senhor se nossos corações não estão unidos como de verdadeiros irmãos que reconhecem a gloriosa presença do Senhor na vida uns dos outros.

Quando Paulo fala de participar da ceia do Senhor de forma indigna, uma das ideias que estão em sua mente é essa falta de reconhecimento e consideração pelos nossos irmãos e irmãs em Cristo. Pessoas pelas quais Jesus entregou seu corpo — representado no pão — para ser crucificado e derramou seu sangue — representado no fruto da videira — para que todos pudéssemos ser alcançados, perdoados, reconciliados e adotados na maravilhosa família de Deus. Quando não reconhecemos os irmãos e irmãs como tais, nós também não reconhecemos o que Jesus veio fazer e quando participamos sem esse entendimento, nada mais resta para nós senão sermos julgados por Deus.

Há mais uma coisa que precisamos entender nesse contexto todo, que é o seguinte: a instituição da ceia do Senhor foi algo feito no final da celebração da páscoa judaica — a última celebração válida da páscoa — pois daquele dia em diante o próprio Senhor Jesus tornou-se nossa páscoa — ou libertação —

1 Coríntios 5:7

Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.

Assim, devemos andar nós em novidade de vida, conforme o Senhor espera de cada um de nós.
Ao se referir ao cálice do Senhor, Paulo não deixa nenhuma dúvida que aquele cálice estava, de todo, vinculado com a Nova Aliança e suas virtudes.

1 Coríntios 11:25

Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.

E comparar com

Jeremias 31:31

Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá.

A Nova Aliança substitui por completo a Antiga feita em Êxodo 24. Ver uma comparação entre as duas em 2 Coríntios 3:3—18.

2 Coríntios 3:3—18

3 Estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministérioescrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus viventenão em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.

4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;

5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,

6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.

E, se o ministério da mortegravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,

como não será de maior glória o ministério do Espírito!


Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.

10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeitojá não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.

11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.

12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.

13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a facepara que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.

14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.

15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.

16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.

17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

18 E todos nós, com o rosto desvendadocontemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

Note o resumo:

Antiga Aliança
Nova Aliança
Escrita com tinta
Escrita pelo Espírito Santo
Escrita sobre pedras
Escrita nos corações
Antiga Aliança da letra que mata
Nova Aliança do Espírito que vivifica
Ministério da morte
Ministério do Espírito
Glória desvanecente
Glória Maior
Ministério da condenação
Ministério da justiça
Algo que já não resplandece
Glória atual sobreexcelente
Algo que se desvanecia
Algo que é permanente
Moisés com o rosto coberto
Todos nós com o rosto descoberto

Como podemos ver, é uma verdadeira vergonha o que algumas pessoas estão querendo fazer, ao começarem se voltar e, outra vez, a adotar práticas do Antigo Testamento, buscando naquilo que já foi abolido —

Romanos 10:4

Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.

— orientação válida para a vida cristã. Então é óbvio que onde existem pessoas mal orientadas elas serão sempre vítimas de “espertalhões” que irão explorá-las. Milhares estão sendo levados todos os anos para Israel com falsas promessas de bênçãos especiais, de unções extraordinárias e até mesmo de mentiras, tais como: “Deus irá ficar muito contente com você se você for visitar a Terra Santa” ou “Deus tem uma unção especial para você lá na Terra Santa”. O que essas pessoas não percebem é que além de aceitar serem enganadas, e estarem buscando bênçãos onde as mesmas não existem, ainda estão ajudando a financiar o Estado nazista de Israel que está ocupando os territórios palestinos há quase 50 anos, brutalizando sua população e assassinando os cidadãos árabes, com toda a impunidade.

Mas quando conhecemos a verdade, como apresentada no Novo Testamento, nós entendemos a vasta superioridade da Nova Aliança, daquilo que já é nosso, quando comparado com a Antiga Aliança. Uma leitura periódica da lista comparativa acima deve ser suficiente para fazer sossegar todos os nossos temores e acabar de vez, com todas as falsas expectativas de que aquilo que nos falta pode ser encontrado na Antiga Aliança. Se Jesus não puder suprir suas necessidades mais profundas, então, não se engane, não existe nada nesse mundo que possa fazê-lo e você irá acabando sendo explorado por algum espertalhão de plantão. E pode acreditar, existem milhares deles espalhados mundo afora, sedentos por arrancar o que puderem de você. Enfrentemos com coragem esses que querem nos escravizar e nos roubar a liberdade e a alegria que gozamos, porque estamos em Cristo.

Vamos continuar como nosso estudo acerca de José como tipo de Cristo. Vamos iniciar a estudar Gênesis 41 que se começa com a narrativa do Faraó tendo dois sonhos e acordando do seu sono profundamente perturbado. O Faraó então “mandou chamar todos os magos do Egito e todos os seus sábios” para que lhe dessem a interpretação do sonho. Mas, “ninguém havia que lhos interpretasse”. Foi nessa hora que o copeiro chefe do Faraó lembrou-se da experiência que tivera enquanto estava preso. Ele lembrou-se que teve um sonho e que um escravo hebreu lhe havia fornecido a interpretação correta do mesmo. Depois de narrar sua história para o Faraó, esse manda, incontinenti, buscar a José da prisão em que se encontrava. José estão, explica ao Faraó o significado, verdadeiramente dramático, dos sonhos perturbadores que tivera. Nessa passagem encontramos várias verdades muito importantes que recebem exemplificações impressionantes. Essas são:

1. Em primeiro lugar nós somos informados que:

Provérbios 21:1

Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR; este, segundo o seu querer, o inclina.

Não se trata de nenhuma coincidência, o Faraó ter tido esses dois sonhos, nesse exato momento na história. A hora de Deus havia chegado para José ser libertado da prisão e para ser exaltado a uma posição de grande honra e responsabilidade, e esses sonhos foram apenas um instrumento usado por Deus para concretizar seus próprios planos. De modo semelhante, em outra ocasião ele permitiu que uma noite de insônia conduzisse à libertação de Mordecai e seus amigos — Ester 6:1—2.
No século XIX um autor que pertencia à Igreja dos Irmãos — The Plymouth Brethren — Charles Henry Macintosh escreveu essas palavras acerca dessa situação:

“A mais trivial e a mais importante, a mais provável e a mais improvável das circunstâncias são criadas para satisfazer o desenvolvimento do plano traçado pela soberania de Deus”.

Ele prossegue: Aqui, pois estava uma exaltação invulgar. Compare-se isso com o poço sem água e com o cárcere; note-se a cadeia de acontecimentos que ocasionaram isso e teremos, imediatamente, uma figura notável dos sofrimentos e da glória do Senhor Jesus Cristo. José foi tirado do poço e do cárcere onde havia sido lançado por causa da inveja de seus irmãos e do falso juízo de um gentio — Potifar — para ser dominador de toda a terra do Egito; e não somente isso, mas para ser o meio de bênção, e o mantenedor da vida de todos os descendentes de Israel e também de toda a Terra. Tudo isso é ilustrativo de Cristo. De fato, nenhum outro símbolo poderia ser mais perfeito. Vemos um homem posto, para todos os efeitos, no lugar da morte pelos homens, e então levantado pela mão de Deus e colocado em lugar de dignidade e glória. Ouçamos as palavras exatas de Pedro acerca de Jesus:

Atos 2:22—24

Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis; sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.

2. Em segundo lugar:

A Bíblia nos monstra no início do capítulo 41 de Gênesis a maneira precisa como a sabedoria do mundo, não passa de verdadeira tolice diante do Deus Todo Poderoso. Como já tivemos oportunidade de mencionar, o Egito é usado na Bíblia como um tipo representativo do mundo em geral. Nos dias de José, o Egito, a terra dos Faraós, era o centro do aprendizado e da cultura, o orgulhoso país que era considerado o líder da antiga civilização. Mas o fato é que, mesmo com tanto conhecimento o mesmo era um país onde a vasta maioria da sua população era idólatra. Eles não conheciam o Deus verdadeiro, pois como diz o salmista:

Salmos 36:9

Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz, vemos a luz.
Longe de Deus, tudo são trevas, seja no aspecto moral ou espiritual. E é isso que podemos ver nesse capítulo diante de nós. Os magos egípcios eram impotentes e tudo o que os sábios do Egito podiam demonstrar era a própria ignorância. Diante disso tudo o Faraó experimentou a desagradável sensação de impotência, no que diz respeito a todos os recursos humanos e a completa inutilidade de toda a sabedoria humana.

3. Em terceiro lugar:

O homem de Deus era o único que possuía verdadeira sabedoria e luz. Quão verdadeiras são essas palavras:

Salmos 25:14

A intimidade do SENHOR é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.

O sonho do Faraó tinha uma importância profética: o mesmo dizia respeito ao futuro do Egito — tipologicamente ao próprio mundo — e nenhum gentio tinha entendimento dos propósitos de Deus, no que diz respeito à Terra. É curioso notar que agradou a Deus conceder um sonho para um gentio, mas foi alguém do povo de Deus — um hebreu naqueles dias — que foi chamado para oferecer uma interpretação do mesmo. A mesma coisa aconteceu com o rei Nabucodonosor da Babilônia. Os sábios da Babilônia se mostraram tão inúteis quanto os magos do Egito. Daniel era o único que tinha o verdadeiro entendimento. O mesmo também é verdadeiro com respeito à Belsazar e todos os seus companheiros. Eles tiveram que recorrer ao velho profeta — Daniel — para que decifrasse a frase escrita sobre a parede do palácio. O que aconteceria com o nosso mundo hoje se os líderes se voltassem, com toda humildade, para buscar os caminhos do Senhor e receber a direção de Sua Santa Palavra?   

4. Em quarto lugar:

As palavras de Paulo em

Romanos 8:28

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

estão gravadas por todas as partes desse nosso estudo, desde seu princípio. E nós faremos muito bem se guardarmos essas palavras em nossos corações. Mas, a grande verdade é que nós somos sempre muito impacientes e nos aborrecemos quando Deus pega o emaranhado de nossas vidas e faz com que tudo coopere para o bem. Nós nos envolvemos tanto com as nossas necessidades presentes que esperamos que não seja mais necessário que essa palavra de Deus se cumpra em nossas vidas. E assim, um futuro brilhante e auspicioso desaparece de diante dos nossos olhos. Mas não nos esqueçamos que as Escrituras afirmam:

Eclesiastes 7:8

Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o paciente do que o arrogante.

Como Jesus nos ensinou, que possamos ter bom ânimo, pois:

Salmos 30:5

Porque não passa de um momento a sua ira; o seu favor dura a vida inteira. Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã.

Provérbios 15:15

Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo.

Essa era a atitude tanto de José quanto de Jesus. José sofreu por um tempo, mas no final foi vindicado por Deus. Jesus chegou a ponto de sofrer a própria morte, mas Deus o vindicou ressuscitando-o dos mortos. Portanto, lembre-se disso caro leitor e deixe a paciência correr seu curso de modo completo. Bem, precisamos retornar ao nosso ponto central.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 042 — José Foi Libertado na Hora Certa

Estudo 043 — José Como Revelador dos Mistérios de Deus

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.   

quarta-feira, 25 de maio de 2016

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDO 041A — JOSÉ DESEJA SER LEMBRADO



041A. José Deseja ser Lembrado.

Antes do copeiro do Faraó ser restaurado ao seu posto, José lhe fez o seguinte pedido:

Gênesis 40:14

Porém lembra-te de mim, quando tudo te correr bem; e rogo-te que sejas bondoso para comigo, e faças menção de mim a Faraó, e me faças sair desta casa.

O apóstolo Paulo ao ensinar a igreja em Corinto como deveria proceder para celebrar a ceia do Senhor escreveu àqueles irmãos as seguintes palavras:

1 Coríntios 11:23—25

Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.

Em poucas palavras: Jesus também desejava ser lembrado!

Existe somente uma única referência nos evangelhos sinóticos que registram a expressão “em memória de mim”. Trata-se de Lucas 22:19. Não fosse por essa referência não teríamos nenhum outro registro de Jesus proferindo tais palavras durante a instituição da Ceia do Senhor. É por causa das palavras registradas em Lucas que Paulo pode afirmar: “Eu recebi do Senhor”. Com isso Paulo não está dizendo que tenha recebido tal instrução diretamente do Senhor, mas que Jesus é, em última instância, a fonte daquela tradição. É muito provável como defende I. Howard Marshal[1], que Paulo tenha recebido essa tradição na Igreja em Antioquia que havia sido fundada por discípulos vindos de Jerusalém, e onde o próprio Paulo trabalhou por alguns anos. Outro aspecto que certamente está envolvido nessa afirmação de Paulo é que, o agora ressuscitado e exaltado Jesus continua sendo o responsável último, por meio do Espírito Santo, pela transmissão dessa tradição dentro da igreja. Dessa maneira, as refeições praticadas pelos coríntios, não eram verdadeiras celebrações da Ceia do Senhor, porque as mesmas não refletiam nem proclamavam o verdadeiro significado daquele evento, como o mesmo havia sido ensinado pelo próprio Senhor. Independente desse fato, ainda precisamos entender o verdadeiro significado das palavras de Jesus, quando ele disse: “fazei isso em memória de mim”. A santa Ceia que os cristãos celebram é de fato uma continuação da última ceia que Jesus fez com seus discípulos que, no caso deles, era a celebração da páscoa judaica.

Durante a celebração da ceia, Jesus reinterpretou o valor simbólico do pão e do vinho, de modo que os mesmos passaram a representar seu sangue e seu corpo que, em breve, seria pregado e morto na cruz do Calvário. Durante aquela última refeição Jesus anunciou tanto o fato que seus discípulos o abandonariam como antecipou a traição de Judas. Uma das características mais marcantes das palavras usadas por Jesus durante a instituição da Ceia do Senhor, como foram depois incorporadas pela liturgia da igreja primitiva, é o contexto singular que foi transmitido juntamente com as mesmas, i.e., “na noite em que foi traído”. É essa pequena frase que supre o contexto em que tais palavras foram proferidas. Paulo é o único a usar essa expressão e não podemos ter certeza se as mesmas já pertenciam à tradição litúrgica ou se Paulo recebeu as mesmas como revelação.

A expressão grega παρεδίδετο paradídeto — traduzida por “traído” é bastante ambígua, na língua grega, já que significa:

1) entregar nas mãos (de outro).

2) tranferir para a (própria) esfera de poder ou uso: 2a) entregar a alguém algo para guardar, usar, cuidar, lidar; 2b) entregar alguém à custódia, para ser julgado, condenado, punido, açoitado, atormentado, entregue à morte; 2c) entregar por traição.

2c1) fazer com que alguém seja levado por traição; 2c2) entregar alguém para ser ensinado, moldado.
3) confiar, recomendar.[2]

Mas, creio que nesse caso específico, Paulo está fazendo uma referência direta ao ato traiçoeiro de Judas, que teve como consequência direta a prisão, a condenação, a crucificação e a morte de Jesus. Dessa forma, os cristãos primitivos eram constantemente lembrados que mesmo que o Senhor Jesus tenha sido crucificado por ordem e poder do império romano, ele foi, em última instância, traído por alguém que pertencia ao seu grupo mais próximo de discípulos. Tudo isso deve nos servir como uma forte lembrança que essa é a mesa onde podemos experimentar, de modo sempre renovado, o perdão e a verdadeira vida.

A refeição tradicional judaica tinha início quando o pai da família proferia uma bênção costumeira sobre o pão, partindo-o em seguida e oferecendo um pedaço a cada um que estivesse, junto com ele, ao redor da mesa. Jesus, como o “mestre” certamente tinha esse mesmo papel nas refeições comunitárias com seus discípulos. Durante a celebração da Páscoa a bênção e o compartilhar do pão aconteceram durante a própria refeição pascal, logo após algum ato litúrgico de celebração da mesma. Isso era algo fora dos padrões, já que na celebração da Páscoa não deveria existir nenhum pão feito com fermento, como eram os pães do dia a dia —

Marcos 14:18

Quando estavam à mesa e comiam, disse Jesus: Em verdade vos digo que um dentre vós, o que come comigo, me trairá.

Lucas 22:17—19

17 E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós;

18 pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus.

19 E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim.

Mas tal ato inusitado recebe uma explicação conforme mencionamos acima. Dessa forma, o ato de Jesus tomar um pão com fermento, abençoá-lo e parti-lo durante a celebração da Páscoa, parece seguir o rumo natural dos acontecimentos. Seu ato, fora dos padrões precisava ser interpretado e é isso mesmo que Jesus faz comparando o pão e o vinho com os elementos da sua morte.

A expressão: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós” deve ser analisado com todo cuidado, porque a mesma foi transformada em muitas coisas através dos séculos.

1. A identificação do pão com o corpo de Cristo é um semitismo em sua forma mais absoluta.
Semitismos semelhantes podem ser encontrados em:

1 Coríntios 10:4 — “a pedra era Cristo”

Gálatas 4:25 — “Agar é o monte Sinai, na Arábia”.

Como em todas as identificações desse tipo, o que Jesus quer dizer é: “esse pão significa ou representa meu corpo”. Agora, é importante que deixemos bem claro, que estava além da intenção de Jesus, bem como da compreensão dos apóstolos, qualquer ideia que pudesse ser imaginada no sentido que alguma mudança, independente do tipo, mudança essa real ou intencionada, aconteceria com aquele pedaço de pão. O pão era pão antes de ser partido e repartido e continuou como pão depois de ser consumido. A visão que passou a enxergar algum tipo de transformação no pão, só poderia acontecer em estágios futuros da vida da Igreja, quando ideias semíticas foram alteradas e substituídas por ideias gregas.

2. O uso da expressão σῶμα sôma — corpo, produziu discussões consideráveis.

Será que Jesus queria dizer “ele mesmo”, em sua essência, ou estava se referindo à Sua própria carne? O mais provável é que Jesus não tinha a intenção de indicar nem uma coisa nem outra, mas apenas uma referência ao seu próprio corpo, que em breve seria entregue para ser sacrificado pelos pecados do mundo. Se existe algum tipo de analogia aqui, então a mesma tem tudo a ver com o cordeiro do sacrifício, cuja carcaça era colocada sobre o altar para ser queimada, após o mesmo ter sido sangrado de forma completa — ver a afirmação de João Batista em

João 1:29

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

É dessa maneira também que Deus espera que consagremos nossos corpos a Ele conforme

Romanos 12:1

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

3. A expressão “que é dado por vós” é única na versão de Paulo e Lucas nesse exato momento da narrativa, não sendo mencionada nem por Mateus nem por Marcos.

Se a mesma pertencia à frase original proferida por Jesus, tem sido objeto de grandes debates. Estudiosos se dividem entre os que negam tal possibilidade de forma terminante, até os que a sustentam com todas as forças, com muitos assumindo uma posição de completa indecisão. De qualquer forma que seja, a mesma une o pão e o cálice, e faz com que os mesmos se tornem uma referência à morte de Jesus. As palavras “por vós” são uma adaptação da linguagem que encontramos em Isaías 53:12 onde lemos que o Servo Sofredor do ETERNO “levou sobre si o pecado de muitos”. Dessa maneira, esse ato de Jesus representava para Ele mesmo um ato profético simbólico, por meio da qual Ele antecipa Sua morte interpretando-a à luz de Isaías 53, como algo feito a favor de outras pessoas. Ao oferecer aos seus discípulos a oportunidade de compartilharem de “seu corpo” dessa maneira, Jesus os convidou a participarem no significado e nos benefícios de sua morte.

4. Podemos afirmar, com uma pequena chance de estarmos errados, que foi dessa maneira que o apóstolo entendeu a frase de Jesus “que é dado por vós”.

Dizemos isso, pois todas as vezes que Paulo usa essa preposição, com referência a Cristo, sua intenção é fazer ou uma referência a Cristo no sentido de Sua expiação a nosso favor, por meio de Sua morte —

Romanos 5:6—8

6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.

7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer.

8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.

1 Coríntios, 15:3

Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras.

ou de sua morte como nosso substituto, i.e., “em nosso lugar” —

2 Coríntios 5:21

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

Gálatas 3:13

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro).

Dessa maneira, podemos concluir que para Paulo, as palavras de Jesus acerca do pão representar Seu corpo, fazem uma referência direta ao fato desse mesmo corpo estar sendo entregue à morte “a favor/ou em lugar daqueles que agora se encontram participando de sua mesa”. Paulo é fiel em repetir as próprias palavras instituídas pelo próprio Cristo. A frase acerca do pão irá receber plena atenção no verso 29, como ele já havia feito em 1 Coríntios 10:16—17.

Outra coisa que também é exclusiva do “partir o pão” como registrado por Lucas e Paulo é o mandamento de repetir aquela ação: “fazei isso em memória de mim”. A ausência de tal frase em Mateus e Marcos tem levantando dúvidas quanto à sua autenticidade. Mas a história da própria Igreja Cristã vem ao nosso socorro, pois logo no seu início — depois da ressurreição do Senhor e da vinda do Espírito Santo — ela começou a ensinar que a morte de Jesus foi “a nosso favor” ou “por nós”. Além do mais, como dizem alguns comentaristas, tais palavras talvez foram omitidas de Marcos — o primeiro Evangelho a ser escrito — porque tal mandamento estava implícito na continuação da celebração da Ceia do Senhor em si mesma.

A frase “em memória de mim” tem sido vista como um paralelo de ideias helenísticas de refeições pagãs comemorativas em homenagem a algum morto. As dificuldades com tal posição são as seguintes:

1. A refeição de Jesus com seus discípulos precisa ser entendida à luz de refeições judaicas, especialmente da Páscoa, e não ser comparada com qualquer refeição pagã.

2. A refeição em honra a Jesus não é realizada para homenagear um herói morto, mas sim para um Senhor ressuscitado e vivo, por meio de quem — da sua morte — a salvação é oferecida a todos e recebida por aqueles que exercitam fé na Sua pessoa.

Todavia, a questão mais importante envolvendo a expressão “em memória de mim”, especialmente diante do uso que os judeus fazem da mesma, é a natureza da própria expressão em si mesma. A questão é dupla. Ela faz uma referência a Deus no sentido de que a mesma ajuda o Senhor a se lembrar de nós e nos alcançar com suas tenras misericórdias? Ou a mesma faz uma referência aos seres humanos, que devem lembrar-se de Jesus e, junto com isso, de todas as tenras misericórdias do Senhor a nosso favor? É certo que a leitura a que estamos acostumados aponta sempre para nós, os seres humanos, mas a questão não é tão simples assim e isso, por três motivos:

1. No judaísmo existe uma dimensão bastante ampla do uso dessa expressão.

2. A intenção do próprio Jesus à luz do contexto judaico da mesma.

3. A palavra grega ἀνάμνησιν anáminesin — lembrança ou lembrete, ocorre apenas 5 vezes na LXX — Levítico 24:7; Números 10:10; Salmos 37, no título; Salmos 69 no título e Sabedoria 16:6 — mas a expressão cognata mnemosynon — memorial, algo feito para despertar a lembrança de alguém, ocorre inúmeras vezes, como acontece também com o verbo “lembrar”. No Antigo Testamento existem vários e fortes exemplos em que essas expressões são usadas para fazer referência tanto a Deus como aos seres humanos, No entanto, só podemos dizer que a mesma é feita com respeito a Deus, quando isso está declarado de forma explícita.

No Antigo Testamento “em memória” ou “como lembrança” raramente expressam o sentido que temos em português, de uma simples atividade mental. É normal que “lembrança” e “atividade” — não mental — andem juntas. Deus, por exemplo, se “lembra” e “visita”, ou “perdoa”, ou “não se esquece dos pecados” — ver Gênesis 8:1; 19:29; 30:22; Êxodo 2:24—25; Salmos 98:3; Apocalipse 16:19.

Da mesma maneira, Israel precisa relembrar certas coisas levantando memoriais ou repetindo certas atividades — ver Êxodo 13:7—10; Josué 4:4—7. Das diversas possibilidades que o Antigo Testamento levanta, a mais óbvia é a da Páscoa e a da Festa dos Pães sem Fermento onde a mesma é mencionada, especificamente, como um sinal e um memorial diante dos olhos dos judeus. Assim, como a Páscoa servia como um memorial da libertação da vida de escravidão no Egito, assim também a celebração da Ceia do Senhor deveria servir de memorial para o verdadeiro Israel, que se reúne ao redor da mesa, em Seu nome, para “relembrar” sua própria libertação da condenação e do poder do pecado — Romanos 6:17—23. Esse é o motivo porque Jesus diz “em memória de mim” Mas devemos participar da Ceia do Senhor não apenas como alguém que participa de algo que precisa ser lembrado, mas precisamos tomar e comer do pão e tomar e beber do cálice, como um verdadeiro memorial da salvação que Jesus nos proporciona por meio de sua amarga morte na cruz e de sua gloriosa ressurreição.

Isso, faz perfeito sentido com as palavras de conclusão de Paulo como as encontramos registradas em

1 Coríntios 11:26

Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.

Essas palavras devem sempre nos lembrar de “lembrar” de tudo o que Jesus fez por nós e como é duradoura sua obra através dos séculos e por toda a eternidade. A libertação da condenação e do poder do pecado — REDENÇÃO — que Jesus alcançou a nosso favor não é apenas para o tempo, mas sim para toda a eternidade —

Hebreus 9:12

Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.
Afinal de contas, essa deve mesmo ser a intenção maior do apóstolo já que as refeições de “amor” dos coríntios haviam se transformado em um grande fiasco e motivo de vergonha para eles e de condenação por parte de Paulo. Naquilo que deveria ser uma celebração do ato de compartilhar a própria vida — como Jesus fez — os coríntios ricos traziam para essas festas comida abundante, mas a mesma não era compartilhada com os irmãos pobres que podiam trazer pouco ou quase nada mesmo. Assim, enquanto uns se exercitavam na glutonaria, outros passavam fome em uma reunião chamada de “reunião de amor” dentro da própria igreja. Que vergonha!

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 042 — José Foi Libertado na Hora Certa

Estudo 043 — José Como Revelador dos Mistérios de Deus

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 



[1] Marshall, I. Howard.  Last Supper and Lord´s Supper. William B. Eerdmans Publishing Company, Grand Rapids, 1980.
[2]Strong, J., e Sociedade Bíblica do Brasil. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, 2002—2005.