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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

ENCONTROS DE PODER — 035 — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 003 —OS RUDIMENTOS DO MUNDO



Atenção esse artigo é parte de uma série onde pretendemos tratar dos alegados encontros de poder e de curas maravilhosas que nos são apresentadas todos os dias pelos pastores midiáticos. No final de cada estudo você encontrará links para outros estudos.

Continuação...

Outra vez nós lemos em —

2 Pedro 3:10—12

10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.

11 Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade,

12 esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão.

onde, novamente o próprio contexto é um guia claro. Quando Pedro diz as palavras acima, é óbvio que ele não está se referindo nem a anjos nem a qualquer um dos espíritos astrais. Esses seres têm bem pouca substância capaz de se dissolver ou de serem abrasados.

Já o uso que Paulo faz desse termo não é tão fácil de ser entendido. A expressão grega — στοιχεῖα τοῦ κόσμου stoicheîa toû kósmou — traduzida por “rudimentos do mundo” é usada por Paulo no meio de uma intensa disputa com judaizantes daqueles dias, que insistiam que para uma pessoa ser um verdadeiro cristão era necessário receber a circuncisão e se submeter a outros requerimentos rituais da Lei de Moisés. Paulo havia acabado de falar da Lei como um aio ou pedagogo que serviu bem até a vinda de Cristo. O verso diz, textualmente —

Gálatas 4:3

Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo — stoicheîa toû kósmou.

Em seguida, Paulo prossegue falando acerca de Cristo, dizendo —

Gálatas 4:4—5

4 Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,

5  Para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.

O que escravizava aquelas pessoas? Deve ser claro que a Lei se encontrava no centro de toda a questão, do mesmo modo como acontece com todas as religiões legalistas, especialmente os Adventistas do Sétimo Dia. Assim temos que, de acordo como Paulo, se os crentes são “resgatados” do jugo da Lei é porque os mesmos se encontravam escravizados pela mesma. Mas porque Paulo se refere à Lei como sendo “os rudimentos do mundo”? Alguns comentaristas alegam que Paulo estava se referindo aos anjos que intermediaram a outorga da Lei, conforme lemos em —
Gálatas 3:19

Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador.

Dessa forma, os que receberam a Lei tornaram-se subjugados pela mesma. Mas mesmo levando em conta que Paulo, eventualmente, considerava a intermediação da Lei por meio de anjos, como um sinal da inferioridade dos mesmos à pessoa do Senhor Jesus Cristo, isso é algo muito diferente de imaginarmos que esses anjos podem também fazer referência a seres espirituais malignos.
Todavia, devemos destacar que o uso de elementos como coisas materiais do Universo, já era algo rotineiro na Septuaginta — LXX — como podemos ver em Sabedoria de Salomão 7:17, 19 e 4 Macabeus 12:13. Na citação de Sabedoria de Salomão os elementos físicos do Universo são claramente distinguidos dos chamados “espíritos poderosos” mencionados no verso 20b. Já o uso que 2 Pedro faz é muito semelhante ao que encontramos nos escritos dos primeiros apologistas da fé cristã, onde o termo στοιχεῖαstoicheîa —, enquanto inclui os corpos celestiais, também engloba o fogo e a terra. E mesmo onde tanto o sol como a lua são chamados de στοιχεῖαstoicheîa —, os mesmos não são percebidos como espíritos astrais, mas apenas como parte da criação física.

Portanto, a preocupação de Paulo está centrada no perigoso fato que os gálatas estavam tentando estabelecer uma justiça própria pela submissão ou utilização da Lei judaica.
A confusão que temos nas igrejas da Galácia é causada pelo fato de que aqueles a quem Paulo se dirige eram, na sua maioria, não judeus, nem tinham sido judeus, como o próprio Paulo uma vez estivera sob o jugo da Lei, e sim pessoas que se encontravam sob o jugo dos deuses do paganismo. Paulo deseja que os gálatas entendam que: a submissão às práticas religiosas judaicas não era muito diferente da vida anterior que tiveram, sob as práticas do paganismo e do politeísmo. As duas realidades estão fundamentadas em elementos básicos da vida humana. As duas envolvem celebrações especiais, calendários sagrados, dias de festa, e até mesmo anos inteiros separados como santo, conforme —

Gálatas 4:10

Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.    

Mesmo que as pessoas não consigam viver sem esses rituais deve ficar bem claro que os mesmos não podem produzi vida —

Gálatas 3:21—22

21 É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.

22 Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que creem.

É possível que os leitores estejam mais familiarizados com os festivais judaicos como o Dia do Sábado, o calendário judaico, as estações — marcadas por celebrações como a páscoa e a festa dos tabernáculos — e os anos “sabáticos” e o ano do “Jubileu”. Mas é importante saber que o paganismo têm celebrações compatíveis, indo mai além, entretanto, pois atribuem aspectos divinos a essas ocasiões. Segundo Cícero, Zeus “concedia poderes divinos” — vis divina — às estrelas, mas também aos anos, meses e para as estações do ano”. Já Proclus, filósofo Neo Platônico e o homem que mais influenciou a verdadeira forma do mundo pensar, afirma que a opinião geral das pessoas “faz da Horas deusas e do Mês um deus, e a adoração dos mesmos tem sido passada para todos nós; nós mesmos dizemos que o Dia e a Noite são divindades, e que os próprios deuses nos ensinaram a clamar por eles. Sendo assim, não é apenas óbvio que o próprio Tempo seja também um deus, uma vez que o mesmo inclui as horas, os meses, os dias e as noites?[1]
A única opção do gálatas é se alegrarem pelo fato de terem recebido um dom da parte de Deus —

Gálatas 2:20—21

20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.

21 Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão.

CONTINUA...

LISTAS DOS ESTUDOS DE ENCONTROS DE PODER

001 — Introdução =

002 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Expressões Diversas

003 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀρχῆ — arché e ἄρχων — árchon.

004 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἐξουσίαις – exousías – potestades, autoridades.

005 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δυνάμεις — dunámeis — poderes.

006 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Θρόνοι— thrónoi — tronos.

007 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = κυριοτῆς — kuriotês — domínio.

008 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ὀνόματι — onómati — nome.

009 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἄγγελοs — ággelos — anjo.

010 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δαιμονίον — daimoníon — demônioπνεῦμα τὸ πονηρὸν — pneûma tò poniròn — espírito malignoἀγγέλους τε τοὺς μὴ τηρήσαντας τὴν ἑαυτῶν ἀρχὴν— angélous te toùs me terèsantas tèn eautôn archèn — anjos, os que não guardaram o seu estado original ou anjos caídos.

011 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações.

012 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 2.

013 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 3 — Final.

014 — A Evidência do Novo Testamento – Parte 1 — Introdução

015 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 2 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 1

016 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 2

017 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — Romanos 13:1—3

018 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 4 — As Passagens Disputadas — Romanos 8:31—39

019 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 5 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 1

020 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 6 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 2

021 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 7 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 1

022 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 8 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 2

023 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 9 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 1

024 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 10 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 2

025 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 11 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 3

026 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 12 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 4

027 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 13 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 5

028 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 14 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 6

029 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 15 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 7 — A DESTRUIÇÃO DA MORTE E DE SEUS ALIADOS

030 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — A CRIAÇÃO DE TODAS AS COISAS POR MEIO DE E PARA O PRÓPRIO CRISTO

031 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES

032 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES —PARTE 002

033 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 17 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 001

034 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 18 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 002

035 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 19 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 003

036 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 20 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 004

037 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 21 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 005

038 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 22 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 006

039 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 23 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 007

040 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 24 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 008

041 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 25 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 009

042 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 26 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 010

043 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 27 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 011 — O PRÍNCIPE DA POTESTADE DO AR
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/encontros-de-poder-043-evidencia-do.html



044 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 28 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 012 — AS FORÇAS ESPIRITUAIS DO MAL — PARTE 001

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis.

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link: 


Desde já agradecemos a todos.  



[1] Cumont, Franz. Astrology and Religion Among the Greeks and Romans — Astologia e Religião Entre os Gregos e os Romanos. G. P. Putnam & Sons, New York, 1912.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

ENCONTROS DE PODER — 034 — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 002 — OS PRINCÍPIOS ELEMENTARES



Atenção esse artigo é parte de uma série onde pretendemos tratar dos alegados encontros de poder e de curas maravilhosas que nos são apresentadas todos os dias pelos pastores midiáticos. No final de cada estudo você encontrará links para outros estudos.

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No idioma grego da Antiguidade o uso das letras do alfabeto eram as στοιχεῖαstoicheîa — expressão traduzida na ARA por “elementos”. Tais elementos eram as partes irredutíveis da palavra, do mesmo modo que os fonemas são para as sílabas, os números são para a aritmética, os teoremas são para a geometria e as notas musicais são para escala musical. Esses elementos são os elementos básicos físicos de tudo o que existe. Todos eles eram sido chamados de στοιχεῖαstoicheîa — antes que o primeiro século d.C. surgisse, e aparentemente todas as pessoas tinham plena ciência desses fatos.

Assim é comum lermos em Isócrates o seguinte: “os elementos da boa comunidade”. Já Plutarco menciona “os elementos primordiais da virtude”. Galeno escreveu um livro acerca do conhecimento médico da época, dizendo: “tratar-se dos elementos — princípios — ensinados por Hipócrates. Euclides fez exatamente o mesmo com relação aos “elementos ou teoremas da geometria”[1].

στοιχεῖαstoicheîa — então, como diz A. J. Bandstra[2] é um termo de uso geral ou formal, o qual não tem nenhum conteúdo específico. Também não guarda nenhuma relação com demônios ou espíritos astrais. A única coisa que o termo denota é um componente irredutível cujo significado precisa ser suprido pelo contexto em que o termos está sendo usado.

Essa conclusão não deve causar nenhum tipo de surpresa, já que usamos a expressão “elemento” em português da mesma maneira. Nós falamos de elementos físicos, dos elementos da Santa Ceia, dos elementos de um problema, dos elementos de uma tormenta. Ao usarmos essas frases o contexto nos informa imediatamente se estamos tratando da Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ou do pão e do vinho sobre mesa, ou de aspectos fundamentais de um determinado problema ou ainda, duma ventania com chuva. Desse modo é o contexto que nos ajuda a discernir entre estudos elementares e partículas físicas elementares.

Essa solução torna possível abandonarmos as muitas tentativas de interpretar de forma simples e específica a expressão στοιχεῖαstoicheîa — e passar a tratar cada ocorrência do termo “elemento” conforme o contexto determina. Nós podemos fazer um teste e nos beneficiar bastante do mesmo analisando as obras de Filo, pois como ele usa στοιχεῖαstoicheîa — de forma bem mais frequente o Novo Testamento faz, ele acaba por suprir um espectro de nuanças bem maior do que o que encontramos nas Escrituras Sagradas.


FREQUÊNCIA
SIGNIFICADO
NATUREZA
54
Os quatro elementos: Água. Terra. Ar e fogo

3
Aquilo que foi criado

3
Forças da Natureza
GRAMÁTICA
13
Letras do Alfabeto

1
Os sons básicos da fala

1
As vogais

1
O alfabeto em si mesmo
NÚMERO
1
A fonte de um número
OUTROS
2
A parte constituinte de algo

1
Elementar em oposição a “completado”

1
Elementar — tendo um estado de existência

4
Expressão idiomática
TOTAL
85


De modo mais importante ainda, devemos notar que Filo usa στοιχεῖαstoicheîa — com diferentes significados, não apenas num mesmo livro, mas até mesmo dentro de uma mesma passagem, confiando que o contexto imediato ajudará o leitor a entender o significado daquilo que ele deseja dizer. Isso concorda plenamente com o que dissemos acima. E mais, não existe uma única passagem em Filo ode ele faz uso de στοιχεῖαstoicheîa — para indicar espíritos, estrelas ou demônios.

O termo  στοιχεῖαstoicheîaaparentemente não possui um termo hebraico precedente. Mas o mesmo era um termo corrente de Platão em diante. O uso desse termo e Hebreus e 2 Pedro é como algo corriqueiro. Já em Gálatas e Colossenses o mesmo é exclusivamente paulino. Lemos o seguinte em —

Hebreus 5:12

Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido.

o autor está falando dos princípios elementares acerca da palavra de Deus. É como se ele estivesse dizendo, que os hebreus a quem a epístola se destinava tinham a necessidade de aprender, outra vez, o ABC da Palavra de Deus, sendo isso uma prova de que eles precisavam de leite e não de alimento sólido.

CONTINUA...

LISTAS DOS ESTUDOS DE ENCONTROS DE PODER

001 — Introdução =

002 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Expressões Diversas

003 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀρχῆ — arché e ἄρχων — árchon.

004 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἐξουσίαις – exousías – potestades, autoridades.

005 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δυνάμεις — dunámeis — poderes.

006 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Θρόνοι— thrónoi — tronos.

007 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = κυριοτῆς — kuriotês — domínio.

008 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ὀνόματι — onómati — nome.

009 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἄγγελοs — ággelos — anjo.

010 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δαιμονίον — daimoníon — demônioπνεῦμα τὸ πονηρὸν — pneûma tò poniròn — espírito malignoἀγγέλους τε τοὺς μὴ τηρήσαντας τὴν ἑαυτῶν ἀρχὴν— angélous te toùs me terèsantas tèn eautôn archèn — anjos, os que não guardaram o seu estado original ou anjos caídos.

011 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações.

012 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 2.

013 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 3 — Final.

014 — A Evidência do Novo Testamento – Parte 1 — Introdução

015 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 2 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 1

016 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 2

017 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — Romanos 13:1—3

018 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 4 — As Passagens Disputadas — Romanos 8:31—39

019 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 5 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 1

020 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 6 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 2

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022 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 8 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 2

023 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 9 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 1

024 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 10 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 2

025 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 11 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 3

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029 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 15 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 7 — A DESTRUIÇÃO DA MORTE E DE SEUS ALIADOS

030 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — A CRIAÇÃO DE TODAS AS COISAS POR MEIO DE E PARA O PRÓPRIO CRISTO

031 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES

032 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES —PARTE 002

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040 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 24 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 008

041 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 25 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 009

042 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 26 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 010

043 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 27 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 011 — O PRÍNCIPE DA POTESTADE DO AR
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Alexandros Meimaridis.

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[1] Todas as citações foram retiradas da Série Great Books of The Western World publicada pela Encyclopaedia Britannica, Inc. Chicago, Fifth Printing 1994.
[2] Bandsta, A. J.  Law and Elements. J. H. Kok, N. V. Kampen, 1964.