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sexta-feira, 31 de março de 2017

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 012


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Nesse estudo iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

ESTUDO 012

X. A PREEMINÊNCIA DA SABEDORIA

O capítulo 8 de Provérbios é dedicado, por completo a sabedoria. Desse modo, o mesmo tem muito a nos ensinar acerca de todas as pessoas que não possuem a verdadeira sabedoria.

A. O Insensato.

No livro de provérbios, nós vamos encontrar o insensato sendo referido por nomes diversos. Nossa intenção será tratar de cada um desses termos de modo separado, mas devemos deixar claro que, em certas ocasiões os mesmos são, virtualmente, intercambiáveis.

1. Os Simples.

A palavra hebraica é פְּתאיִ pet´iy cujo significado é simples ou tolo e não existe, no uso dessas expressões, nenhuma ofensa. Trata-se apenas da constatação de um fato. A pessoa é simples ou tola, sem ofensas. O verbo que se forma com essa palavra significa enganar ou seduzir como temos em —

Provérbios 1:10

Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas.

E o פְּתאיִ pet´iy é assim, o tipo de pessoa que é facilmente desviada ou enganada, ingênua ou boba. Ao usar essa expressão não existe nenhuma ofensa, porque a pessoas a quem ela se refere é mentalmente ingênua. Essa pessoa simples acredita em tudo que lhe dizem conforme —

Provérbios 14:15

O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.

O simples, do ponto de vista moral, é teimoso e irresponsável. As consequências dessas suas atitudes são catastróficas —  

Provérbios 1:32

Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem-estar os leva à perdição.

Por causa desse descuido preguiçoso, os simples podem precisar de uma ajuda
visual para conduzi-los ao arrependimento, conforme —

Provérbios 19:25

Quando ferires ao escarnecedor, o simples aprenderá a prudência; repreende ao sábio, e crescerá em conhecimento.

Todos os que recusam a verdadeira sabedoria acabam enveredando por caminhos que terminarão por conduzi-los a condições cada vez mais sérias. Isso acontece porque ninguém fica realmente imóvel. Mesmo sem perceber nós estamos continuamente mudando de posição ou sofrendo mudanças em nossas condições.

Provérbios 14:18

Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.

Isto é: o homem com a cabeça vazia acabará sempre pensando de forma errada. De fato, para as pessoas que têm suas cabeças vazias da verdadeira sabedoria, os quais o livro de Provérbios chama de “insensatos” a estultícia — particularidade, característica daquilo que é estulto; que demonstra estupidez ou se comporta de maneira estúpida — é motivo de alegria!

Provérbios 15:21

A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem sábio anda retamente.

Isso é assim porque a melhor coisa que o insensato tem para fazer é correr atrás de coisas vãs.

Provérbios 12:11 

O que lavra a sua terra será farto de pão, mas o que corre atrás de coisas vãs é falto de senso.

O trecho clássico no Livro dos Provérbios, que trata dos “simples”, de modo geral, é Provérbios 7 onde essas pessoas são descritas como:

a. Sem alvo.

b. Inexperiente.

c. Caindo na tentação.

Uma pessoa que se encontra nessa condição, e nenhum leitor é encorajado a se imaginar como estando além de semelhante estultícia, não irá muito longe antes de se encontrar com uma condição tentadora ou mesmo com os “tentadores” descritos em —

Provérbios 1:10—16

10 Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas.

11 Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes;

12 traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova;

13 acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos de despojos a nossa casa;

14 lança a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa.

15 Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés;

16 porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue.

Os “pecadores” mencionados em Provérbios 1:10 são tentadores que sabem muito bem o que desejam. Eles também sabem que, por causa da natureza caída, no fundo dos seus seres, todas as pessoas também desejam as mesmas coisas que os “pecadores”.
Mas em poucas palavras podemos afirmar o seguinte: tanto aquele que a Bíblia chama de simples, quanto o que é chamado de insensato não são pessoas que podemos caracterizar com sendo débeis mentais. Na realidade elas são pessoas cuja instabilidade na vida poderia ser retificada, mas que preferem não aceitar nenhum tipo de disciplina na escola da sabedoria conforme podemos ver em —

Provérbios 1:22—23 na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

22 —Gente louca! Até quando vocês continuarão nesta loucura? Até quando terão prazer em zombar da sabedoria? Será que nunca aprenderão?

23 Escutem quando eu os corrijo. Eu darei bons conselhos e repartirei a minha sabedoria com vocês.

2. O Insensato, propriamente dito.

a. No Livro dos Provérbios em hebraico existem três palavras que são traduzidas pela expressão “insensato” ou similares em português. Elas são:

אֱוִיל — `ewyil — insensato —

Provérbios 12:16

A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta.

כְּסִיל kesiyl — estulto —

Provérbios 12:23

O homem prudente oculta o conhecimento, mas o coração dos insensatos proclama a estultícia.

Provérbios 13:16

Todo prudente procede com conhecimento, mas o insensato espraia a sua loucura.

Provérbios 14:8.

A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.
 פֶּתִי petiy –— simples, também chamados, algumas vezes de, infiéis.

Provérbios 14:15, 18

15 O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.

18 Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.

Provérbios 22:3

O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.

Provérbios 27:12.

O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.

b. Essas três palavras caracterizam todos aqueles que podemos chamar de estúpidos e obstinados. Todavia, devemos sempre nos lembrar que o Livro dos Provérbios caracteriza tais pessoas desse modo, não pelo equipamento mental que possuem e sim pelas escolhas que fazem, como fica bem claro com base nos versos mencionados acima. Provérbios nos mostra o insensato, acima de tudo, como ele é.

3. O insensato, em si mesmo, não tem nenhuma ideia do significado da procura paciente pela sabedoria. Isso acontece porque o mesmo não tem a concentração requerida por essa procura. Nós podemos ver, claramente em —

Provérbios 17:24

A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra.

O insensato imagina que a sabedoria pode ser objeto de compra. Que a mesma pode ser adquirida por dinheiro.

Provérbios 17:16

De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento?

Sendo assim, o insensato vai apenas “engolindo” as mais diversas opiniões sem nenhum tipo de reflexão conforme —

Provérbios 15:14

O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia.

Depois de estar “cheio” de suas próprias bobagens, ele abre a boca e derrama livremente as mesmas, como podemos ver em —

Provérbios 15:2

A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos insensatos derrama a estultícia.
Agindo desse modo o insensato não tem a menor consciência de que está apenas demonstrando sua insensatez e tolice, como um comerciante que, em vez de vender suas mercadorias apenas as espalha —
Provérbios 13:16

Todo prudente procede com conhecimento, mas o insensato espraia a sua loucura.  
4. As observações do insensato cuja intenção é demonstrarem a sabedoria que não possui, ou caem por terra ou se viram contra ele mesmo —

Provérbios 26:7, 9

7  As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.

9  Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.

Mas ele nunca será capaz de reconhecer tal realidade, pois é incapaz de se imaginar errado. Por isso o Livro dos Provérbios afirma o seguinte:

Provérbios 17:10

Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato. 

A verdadeira raiz da dificuldade do insensato não está em sua capacidade mental. Ela é de fundo espiritual. Ele gosta de suas tolices e escolhe sempre voltar para as mesmas, como o cachorro sempre volta para seu próprio vômito —

Provérbios 26:11

Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia.

O insensato não tem nenhuma consideração ou reverência pela verdade. Em vez disso ele prefere as ilusões confortáveis do engano —

Provérbios 14:8

A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.

Com tudo isso não temos nenhuma dúvida que aquilo que o insensato, realmente rejeita, é o temor do Senhor —

Provérbios 1:29

Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR.

A preferência mencionada acima confirma o que acabamos de dizer e caracteriza o insensato tornando trágica sua complacência, conforme —

Provérbios 1:32

Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem-estar os leva à perdição.

Para a sociedade, cada insensato é, numa só palavra, uma ameaça. Dizemos isso, porque, na melhor das hipóteses o que ele faz melhor é desperdiçar o próprio tempo e dos outros também —

Provérbios 14:7

Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.

Além disso, o insensato é, geralmente, fonte de sérias perturbações. Quando ele põe uma ideia na cabeça, então nada será capaz de impedir que leve a mesma até as últimas consequências —

Provérbios 17:12

Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia.

A ideia pode ser:

a. Uma travessura que vai muito além de uma simples brincadeira —

Provérbios 10:23

Para o insensato, praticar a maldade é divertimento; para o homem inteligente, o ser sábio.

b. Um briga que ele insiste em provocar pelo desejo inconsciente que tem de ser castigado —

Provérbios 18:6

Os lábios do insensato entram na contenda, e por açoites brada a sua boca.

c. Ou até mesmo um desejo de morte —

Provérbios 29:11

O insensato expande toda a sua ira, mas o sábio afinal lha reprime.

Devemos evitar o homem insensato e passar longe do mesmo, porque andar com ele trás as mais desagradáveis consequências sobre nossas vidas —

Provérbios 13:20

Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.

Mas ainda tem mais: nunca mande um recado por meio de um insensato, pois as consequências serão sempre muito desagradáveis —

Provérbios 26:6
Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.

Mas, infelizmente algumas pessoas não podem deixar de reconhecê-lo como sendo seu. Tal reconhecimento, da parte de pais e mães, por exemplo, é a tragédia delas:

d. O insensato traz tristeza para seu pai e sua mãe —

Provérbios 10:1

O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe.

Provérbios 17:21

O filho estulto é tristeza para o pai, e o pai do insensato não se alegra.

d. Ele também traz amargura e calamidade —

Provérbios 17:25

O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz.

Provérbios 19:13

O filho insensato é a desgraça do pai.

Esse é o preço que pais amorosos precisam pagar por um filho insensato. O mais triste disso tudo é que toda a tristeza e amargura que o insensato causa, não lhe dói nem um pouco na consciência. No fundo ele despreza seus pais —

Provérbios 15:20

O filho sábio alegra a seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe.

5. כְּסִיל kesiyl — estulto — Como esse adjetivo, a expressão insensato sugere estupidez e grande teimosia. Além do mais a mesma está associada com a expressão אֱוִיל — `ewyil — insensato — o que faz com que as duas expressões no hebraico tenham, praticamente um mesmo significado. Todavia a última expressão אֱוִיל — `ewyil — insensato — é bem mais sinistra que a primeira, conforme seu uso no Livro de Provérbios.

O insensato, seja chamado desse modo ou por outro adjetivo qualquer, se revela assim que abre sua boca, conforme podemos ler em —

Provérbios 10:14

Os sábios entesouram o conhecimento, mas a boca do néscio é uma ruína iminente.

Provérbios 17:28

Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.

Provérbios 24:7

A sabedoria é alta demais para o insensato; no juízo, a sua boca não terá palavra.

O homem insensato é tão briguento como qualquer outro na mesma categoria — tolo, estulto, teimoso, etc.

Isso pode ser visto com facilidade, em sua atitude de não saber se refrear —

Provérbios 12:16

A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta.

Provérbios 20:3
Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas.

Além disso, o insensato não tem nenhum senso de proporção, conforme —

Provérbios 27:3

Pesada é a pedra, e a areia é uma carga; mas a ira do insensato é mais pesada do que uma e outra.

Provérbios 29:9

Se o homem sábio discute com o insensato, quer este se encolerize, quer se ria, não haverá fim.

Diante de tudo o que já mencionamos, podemos afirmar de forma categórica, que o aspecto que mais se destaca no insensato é sua insolência[1] moral, e isso é fácil de ser comprovado.

Desde a primeira vez que o mesmo é mencionado no Livro de Provérbios notamos que o mesmo não tolera qualquer conselho —

Provérbios 1:7

O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.

Provérbios 10:8

O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o insensato de lábios vem a arruinar-se.

Provérbios 12:15

O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos.

Provérbios 15:5

O insensato despreza a instrução de seu pai, mas o que atende à repreensão consegue a prudência.

Todas essas atitudes da parte do insensato revelam seu ponto de vista leviano sobre a vida e tudo mais e se cristaliza numa frase que encontramos em —

Provérbios 14:9

Os loucos zombam do pecado.

Como isso não devemos nos admirar que a estultícia começa na infância e se estende pela vida toda, a menos que seja removida pela força, enquanto o insensato ainda é uma criança —

Provérbios 22:15

A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela.

Provérbios 27:22 na Nova Tradução da Linguagem de Hoje

Mesmo que você batesse num tolo até quase matá-lo, ainda assim ele continuaria tão tolo como antes.

6. A terceira expressão é נָבַלnabal — qualifica o proceder característico do insensato. Essa expressão aparece apenas três vezes no hebraico. Numa delas temos a forma verbal —

Provérbios 30:32

Se procedeste insensatamente em te exaltares ou se maquinaste o mal, põe a mão na boca.

A forma verbal acrescenta pouca coisa ao quadro que foi composto anteriormente, a não ser, apresentar a grosseria de uma maneira mais pesada ainda —

Provérbios 17:7

Ao insensato não convém a palavra excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso!

Provérbios 30:21—22

21 Sob três coisas estremece a terra, sim, sob quatro não pode subsistir:

22  ... sob o insensato quando anda farto de pão.

Diante de todas as afirmações que encontramos em Provérbios acerca do insensato, temos a plena convicção que o mesmo, independentemente do nome pelo qual seja chamado, é sempre alguém cuja mente está fechada pra Deus e Sua Palavra. Assim é o insensato ou נָבַלnabal — descrito em —

Salmos 14:1

Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação; já não há quem faça o bem.
Houve um homem na bíblia cujo nome era נָבַלnabal — e sua própria esposa e empregados disseram o seguinte acerca dele —

1 Samuel 25:17

Agora, pois, considera e vê o que hás de fazer, porque já o mal está, de fato, determinado contra o nosso senhor e contra toda a sua casa; e ele é filho de Belial, e não há quem lhe possa falar.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DO LIVRO DE PROVÉRBIOS

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ESTUDO 007

ESTUDO 008

ESTUDO 009

ESTUDO 010

ESTUDO 011

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Insolência — s. f. 1. Característica de insolente, arrogante, atrevido, desaforado. 2. Soberba; excesso de orgulho; arrogância excessiva. 3. Descaso; em que há desprezo; que demonstra desdém.  4. Comportamento ou dito da pessoa insolente. 5. Inconveniência; modo de se comportar despropositado.

sábado, 16 de abril de 2016

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 045 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012




II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

4. João 1:4 - A vida estava nele e a vida era a luz dos homens – Continuação.

Existem ainda duas últimas referência que merecem nossa consideração nessa questão. A primeira é

João 12:35—36

35  Respondeu-lhes Jesus: Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

36  Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Jesus disse estas coisas e, retirando-se, ocultou-se deles.


Neste contexto Jesus está dialogando com uma “multidão” de pessoas — ver João 12:29 e 34. Esse diálogo entre Jesus e a multidão aconteceu já muito próximo do final do ministério terreno do nosso Senhor. Isso nos indica que aquelas pessoas estavam bastante familiarizadas com Jesus, Seus ensinamentos e as manifestações poderosas do poder de Deus, mas ainda resistiam acreditar em quem Ele era e o que Ele representava. A pergunta feita pela multidão — Quem é esse Filho do Homem? — reflete mais incredulidade do que desejo sincero de conhecer a verdade. A resposta de Jesus é feita no seu estilo característico. Ele é direto e não dá a mínima importância para seus interlocutores no sentido de que não procura responder o que eles gostariam de ouvir e sim o que precisavam ouvir. Em nenhum momento Jesus responde diretamente à pergunta feita. Pelo contrário, Ele sugere à multidão que ela continuava agindo de forma ignorante e estúpida mesmo em meio à luz intensa à que estava exposta. Os conceitos judaicos, especialmente aqueles que haviam sido desenvolvidos durante o longo silêncio profético que vai de Malaquias até João Batista — aproximadamente 400 anos — com referência ao Messias e à Sua vinda não tinham nada a ver com a revelação Bíblica. O triunfalismo messiânico no qual os judeus acreditavam, com o Messias vindo e derrotando todos os inimigos dos judeus e colocando a nação de Israel por soberana sobre todos os povos, não tinha nada a ver, realmente com a mensagem de salvação comforme apresentada, por exemplo, em Isaías 53. E para que não pareça que estamos sendo duros demais com essa “multidão” devemos dizer que os judeus são, historicamente falando, escravos das suas próprias tolices. Tendo rejeitado o verdadeiro Messias, por causa de convicções equivocadas, inventaram, durante os séculos, inúmeros outros messias que se provaram, como não poderia deixar de ser, completamente falsos. O último nessa triste lista foi o velho e decrépito Rabi Menachem Mendel Scheneerson, chamado de forma piegas, de Rebbe, por uma multidão de seguidores apaixonados da seita judaica conhecida como Chabad Lubavitch. Este homem, falecido em 1994, foi aclamado, em vida, como o verdadeiro messias de Israel pelos seus seguidores. Agora, depois do seu passamento, esperam ansiosamente sua “gloriosa ressurreição”. Mas que patéticos.

O mesmo tipo de cegueira espiritual apresentado pelo pessoal do Chabad Lubavitch é manifestado pela multidão dos dias de Jesus. Jesus adverte aquelas pessoas com palavras graves e com sérias implicações ao dizer:

Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

Existe nestas palavras de Jesus uma implicação dramática que é muitas vezes deixada de lado como se até mesmo não existisse. Essa implicação tem a ver com o fato de que se recusarmos andar de acordo com a luz que temos estamos condenados a sermos engolfados pelas mais densas trevas. O coletor de impostos e posteriormente discípulos de Jesus chamado Mateus — ver Mateus 9:9 — refletindo acerca do ministério de Jesus deixa isto bem claro, como esperamos provar em seguida.

Mateus nos diz que após a prisão de João Batista Jesus retornou para a Galiléia. Ele se mudou da cidade de Nazaré para a cidade de Cafarnaum —

Mateus 4:12—13.

12 Ouvindo, porém, Jesus que João fora preso, retirou-se para a Galileia;

13 e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali;

Foi ali que ele iniciou Seu ministério de pregação —

Mateus 4:17

Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.

Mateus descreve o trabalho de Jesus em termos inequívocos dizendo:

Mateus 4:23—25

Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou. E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.

Mateus 7:28—29

Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.

Mateus 8:1—3

Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram. E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou-o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra.

Mateus 8:5—13 descreve o pedido feito por um centurião e narra uma cura que Jesus faz à distância.

Mateus 8:5—13

5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:

6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente.

7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo.

8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.

9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.

10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.

11 Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.

12 Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.

13 Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.

Mateus 8:14—15 fala acerca da cura da sogra de Pedro.

Mateus 8:16 - 17

Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.

Mas a história não para por aí. Mateus nos diz em seguida — Mateus 8:23—27 — que o Senhor Jesus possuía poder até mesmo sobre os elementos da natureza causando verdadeiro espanto entre seus seguidores.

Mateus 8:23—27

23 Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.

24 E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia.

25 Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos!

26 Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança.

27 E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?

Em seguida Mateus nos fala acerca de como Jesus expulsou alguns demônios —

Mateus 8:28—34

28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho.

29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de tempo?

30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos.

31 Então, os demônios lhe rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos.

32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo, passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram.

33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados.

34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe rogaram que se retirasse da terra deles.

Já no capítulo 9 Mateus nos fala de como Jesus curou um paralítico e menciona, pela primeira vez, o que algumas pessoas já estavam pensando de Jesus: “Este blasfema” —

Mateus 9:1—8

1 Entrando Jesus num barco, passou para o outro lado e foi para a sua própria cidade.

2 E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados.

3 Mas alguns escribas diziam consigo: Este blasfema.

4 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração?

5 Pois qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda?

6 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados — disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.

7 E, levantando-se, partiu para sua casa.

8 Vendo isto, as multidões, possuídas de temor, glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens.

Mas Jesus ainda reservava outras surpresas para sua atônita audiência:

Mateus 9 nos fala como Jesus ressuscitou uma criança morta —

Mateus 9:18 e 23—26

18 Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá.

23 Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse:

24 Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele.

25 Mas, afastado o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou.

26 E a fama deste acontecimento correu por toda aquela terra.

Descreve ainda a cura de uma mulher que estava sofrendo fazia 12 anos com uma hemorragia —

Mateus 9:19—22

19 E Jesus, levantando-se, o seguia, e também os seus discípulos.

20 E eis que uma mulher, que durante doze anos vinha padecendo de uma hemorragia, veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste;

21 porque dizia consigo mesma: Se eu apenas lhe tocar a veste, ficarei curada.

22 E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã.

E para completar Mateus nos fala da cura de dois cegos e de um homem mudo e endemonhinhado —

Mateus 9:27—33

27 Partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando: Tem compaixão de nós, Filho de Davi!

28 Tendo ele entrado em casa, aproximaram-se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor!

29 Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé.

30 E abriram-se-lhes os olhos. Jesus, porém, os advertiu severamente, dizendo: Acautelai-vos de que ninguém o saiba.

31 Saindo eles, porém, divulgaram-lhe a fama por toda aquela terra.

32 Ao retirarem-se eles, foi-lhe trazido um mudo endemoninhado.

33 E, expelido o demônio, falou o mudo; e as multidões se admiravam, dizendo: Jamais se viu tal coisa em Israel!

Era de se esperar que diante de tamanha manifestação de poder as pessoas estivessem, pelo menos, começando a enxergar quem era Jesus. Mas, para nossa surpresa o texto nos diz exatamente o oposto:

Mateus 9:34

Mas os fariseus murmuravam: Pelo maioral dos demônios é que expele os demônios.

CONTINUA...

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003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

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014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

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018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

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022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

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025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
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Alexandros Meimaridis

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