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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Gênesis — Estudo 042 — A ALIANÇA DE DEUS COM NOÉ — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001


File:Carlo Saraceni - Drunkenness of Noah - WGA20832.jpg
Concepção artística da embriaguez de Noé por Calo Saraceni

Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 

O Livro do Gênesis

O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ        
            Eretz   ha  ve-et  Hashamaim    et         Elohim        Bará         Bereshit
            Terra  a      e          céus              os        Deus           criou       princípio No
                                                                                                             Gênesis 1:1

X. Os Filhos de Noé – Gênesis 9:18—29.

De acordo com o texto acima os três filhos de Noé que saíram com ele da arca eram: Sem, Cam e Jafé. Esses foram os filhos que Noé gerou antes do dilúvio —

Gênesis 5:32

Era Noé da idade de quinhentos anos e gerou a Sem, Cam e Jafé.


Desses três descendem todos os seres humanos inclusive o autor e você meu caro leitor —

Gênesis 9:18—19

18 Os filhos de Noé, que saíram da arca, foram Sem, Cam e Jafé; Cam é o pai de Canaã.

19 São eles os três filhos de Noé; e deles se povoou toda a terra.  

Tendo recebido a aliança da parte de Deus a vida deveria seguir seu curso, como de fato aconteceu. Mas nesses versículos que estamos estudando agora, nós vamos encontrar algo além da história dos nossos antepassados mais remotos. Neles vamos encontrar as três direções que a raça humana seguiria. Estes caminhos são manifestos pelo caráter que cada um dos três filhos de Noé apresentava. Note que no versículo 18 o autor chama a nossa atenção para o fato que o filho de Noé, chamado Cam, é o pai de Canaã. Isto serve de ponte entre os versículos de Gênesis 9:18—19 e a história que segue e antecipa o fato de que Canaã era o mais novo dos quatro filhos de Cam —

Gênesis 10:6

Os filhos de Cam: Cuxe, Mizraim – que é o Egito – Pute e Canaã.

A história de que Noé plantou uma vinha porque ele era lavrador, não deve desviar nossa atenção do fato de que a plantação da vinha não é acidental e sim, necessária para fazer vir à tona o caráter dos seus filhos. Noé colhe os frutos da videira, faz um vinho com as uvas e exagera no consumo do mesmo e acaba embriagado. Se ele sabia o que estava fazendo ou não, também não é relevante para o propósito central desta história que é desnudar, para nós, o caráter de seus filhos. Como podemos ver, o dilúvio acabou com a maldade sobre a face da terra, mas ainda havia muita corrupção nos corações daqueles que foram salvos através das águas do dilúvio.

Noé sob o controle do álcool se pôs nu dentro da sua tenda. Isto o fez vulnerável a ser ridicularizado pelo seu filho Cam. O autor do livro do Gênesis não está interessado em tirar nenhuma lição de moral desta história. Ele nem condena nem aprova o que Noé fez. Moralistas perdem o tempo deles e o nosso tentando nos ensinar acerca dos males da bebida baseados neste texto[1]. Este não é o propósito do autor.  Seu interesse é nos mostrar o caráter dos filhos de Noé. É nos mostrar como os filhos de Noé reagiram e esta situação e criar a oportunidade para as primeiras palavras proféticas proferidas por um ser humano.  
  
Porque teria Noé se despido dentro da sua tenda? Não sabemos e as especulações que existem são de todos os tipos. Talvez a intenção do autor tenha sido apenas no dizer, em poucas palavras, aquilo que todos sabemos: o ébrio faz de si mesmo um “triste” palhaço. Existem duas outras passagens no Antigo Testamento que relacionam a bebida com o desnudar-se — ver Lamentações 4:21 e Habacuque 2:16.

O que, exatamente, teria levado Cam a estar ou a entrar na tenda de seu pai naquele momento não nos é dito pelo texto. O fato é que ele estava onde não deveria naquele exato momento. O texto de Gênesis 9:22 parece indicar que o pecado cometido por Cam foi o de ter visto a nudez de seu pai e de ter se referido à mesma, provavelmente, de modo zombeteiro. Seu pecado teria sido o mesmo, caso Noé estivesse sóbrio em vez de embriagado. É possível que de situações como essas, os antigos judeus tenham desenvolvido o sentido de considerarem uma verdadeira calamidade social, um filho ou filha ver, de forma proposital, a nudez do pai ou da mãe. Tal atitude era considerada um lapso sério. A falha de Noé, certamente, deu ensejo à falha de Cam. Isto faz que, por um lado, fique evidente a necessidade do exemplo vir de cima e, por outro, a necessidade que os filhos têm de corrigir seus pais quando algo não está certo. Lealdade paterno-filial não pode se colocada acima da verdade e da justiça.

Como Cam era o pai de Canaã e foi de Canaã que se originaram as pessoas que possuem “cor” em suas peles — negros, vermelhos e amarelos — muitos têm associado a “cor da pele” com a própria maldição proferida sobre Canaã. Para essas pessoas Cam era um homem terrível, imodesto, ímpio e libertino. A imaginação de muitos chega a ser surpreendente quando declaram que Cam tornou-se um feiticeiro e ensinou seus filhos e netos toda a corrupção moral que existe neste mundo. Mas isto tudo, como veremos a seguir, não passa de, ignorância na melhor das hipóteses e, de racismo de grosso calibre na pior das hipóteses.

Conforme vimos antes Canaã filho de Cam, foi mencionado pela primeira vez em Gênesis 9:18 e nossa atenção é novamente chamada no verso 22, para o fato de que Canaã era filho de Cam. A palavra hebraica כְנַעַן kenaan — Canaã tinha os seguintes significados que serão do nosso interesse mais adiante:

1. Terras baixas ou vermelhas.

2. Mercador ou comerciante.

3. Mais tarde veio a representar o pai dos fenícios, bem como dos povos que habitavam o lado oeste do rio Jordão e que foram conquistados pelos Israelitas sob a liderança de Josué.

Em Gênesis 9:23 nós lemos acerca de como Sem e Jafé, os outros dois filhos de Noé, procederam para corrigir o erro cometido por Cam. Da mesma maneira que o texto condena Cam, Sem e Jafé são elogiados por seu ato. Eles se comportam de maneira respeitosa e modesta procurando cobrir a nudez de Noé. Também de forma diversa da atitude de Cam, seus irmãos não falam absolutamente nada. E o versículo termina por nos informar que Sem e Jafé, também de forma contrária àquela manifestada por Cam: “cobriram a nudez do pai, sem que a vissem”. O gesto de Sem e Jafé visava preservar a santidade da família até onde era possível.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

001 — Introdução e Esboço

002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação

003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza

004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra

005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida

006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ

046 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 002 — OS DESCENDENTES DE CAM: NEGROS, AMARELOS E VERMELHOS

047 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 003 — OS DESCENDENTES DE SEM E A ORIGEM DOS HEBREUS

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] O consumo de vinho nunca foi proibido no Antigo Testamento. Era usado tanto para trazer “alegria ao coração do homem” — ver Salmos 104:14—15 —, quanto como sedativo — ver Provérbios 31:6—7. O “voto do Nazireu” incluía a abstenção do vinho o que seria desnecessário se o mesmo não pudesse ser consumido. O Antigo Testamento, todavia, tem palavras muito sérias contra o consumo exagerado de bebidas alcoólicas — ver Provérbios 23:29—35. O profeta Oséias compara a bebedeira com a idolatria já que estas duas práticas amortecem o desejo que o ser humano deveria ter por Deus — ver Oséias 4:10—11. As duas narrativas de embriagues narradas no livro do Gênesis — em 9:21 e 19:13 em diante — acabaram por conduzir o embriagado a virar motivo de deboche dos outros que estavam por perto.  No Novo Testamento, Paulo exorta aos “anciãos” que fossem moderados no consumo do vinho e não que fossem abstêmios — ver Tito 2:3.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

OS EVANGÉLICOS E A CRISE POLÍTICA QUE O BRASIL ENFRENTA


Evangélicos
Evangélicos ainda são vistos com uma significativa dose de preconceito

O artigo abaixo foi publicado pelo site da revista CartaCapital e é de autoria de Juliano Spyer.

A crise política e os evangélicos

Sobre a disputa a respeito do impeachment, pentecostalismo e pensar fora da bolha.
por Juliano Spyer

O Brasil vive um momento de tensão entre pessoas favoráveis e contrárias ao impeachment. Por causa das redes sociais, a exposição das diferenças também provoca rachas no âmbito privado entre amigos e entre familiares. Mas milhares de brasileiros estão alheios a esse assunto.

Em um texto que circula online, um morador do Morro do Viradouro, no Rio de Janeiro, justifica o alheamento das classes populares do debate político nacional. Segundo ele, a ideia de que esteja ocorrendo um golpe, por exemplo, não faz sentido para quem vive o cotidiano de assassinatos e torturas da época da ditadura.

Outro grupo que também faz parte das camadas populares e que é também desprezado pelas classes médias educadas é o dos evangélicos.

Esse desentendimento aparece, por exemplo, em um artigo da The Economist sobre as justificativas dadas por deputados que votaram durante a sessão sobre o impeachment. A revista preferiu enfatizar o estereotipo carnavalesco (pouco sério) do País e perdeu a oportunidade de mostrar como a maior parte dos motivos se referiam a família, religião e Deus. Estes são temas relevantes para os 25% de brasileiros que hoje se identificam como evangélicos.
Analistas de marketing usam a expressão “pensar fora da caixa” para se referir a ser criativo. Uma versão etnográfica dessa expressão pode ser “pensar fora da bolha”; neste caso, a bolha é a classe social.

Em círculos educados, evangélicos são vistos no melhor caso como fanáticos religiosos, mas mais frequentemente são percebidos como ignorantes, retrógrados e mal intencionados. Nos 15 meses em que morei num povoado trabalhador no litoral da Bahia para uma pesquisa de campo, tive uma experiência mais nuançada desse fenômeno.

Este grupo é moralmente conservador, mas está longe dos estereótipos cultivados dentro da bolha. As ambições de atingir sucesso financeiro são na maior parte dos casos o desejo de fazer parte do mesmo mundo de consumo que os afluentes habitam. Para além disso, a contribuição dos evangélicos à sociedade é quase completamente ignorada.

As organizações evangélicas estão frequentemente mais presentes e ativas do que o governo na vida das populações vulneráveis. Além do apoio espiritual, grupos pentecostais promovem a alfabetização ativamente em suas comunidades e também intermediam o contato de fieis com serviços especializados com advogados e médicos.

Ao “reciclarem almas” de dependentes químicos e criminosos, oferecem um serviço não reconhecido, mas valioso para a sociedade – muito melhor do que a polícia pode sonhar em oferecer.

Isso não serve para negar a moral conservadora abraçada por este grupo em temas como aborto e casamento gay, ou para justificar a atuação de alguns políticos evangélicos. Trata-se aqui de uma visão baseada na experiência etnográfica.

Há 100 milhões de brasileiros – metade da população do País – na chamada ‘nova classe média’ (na verdade, uma nova classe trabalhadora), e o pentecostalismo tem uma contribuição ainda desprezada nesse processo de mudança socioeconômica.

A dificuldade de aceitar o evangélico talvez resida no fato de eles não se enquadrarem na visão idealizada e vitimizada do pobre. Ressalta-se o fanatismo e despreza-se como eles valorizam a educação (inclusive a superior). Menciona-se o conservadorismo, mas esquece-se da redução da violência doméstica e do alcoolismo nas famílias evangélicas.

Os evangélicos estão vencendo os estigmas e a condição de pobreza ligados à história de desigualdade do Brasil. Ter um olhar generoso e interessado em vez de preconceituoso em relação a essa população pode ajudar a entender por que eles também estão alheios ao debate sobre o impeachment.

*Juliano Spyer é antropólogo do projeto Why We Post da University College London. Ele pesquisa os efeitos das novas mídias na mobilidade social das classes populares emergentes.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 16 de abril de 2016

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 045 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012




II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

4. João 1:4 - A vida estava nele e a vida era a luz dos homens – Continuação.

Existem ainda duas últimas referência que merecem nossa consideração nessa questão. A primeira é

João 12:35—36

35  Respondeu-lhes Jesus: Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

36  Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Jesus disse estas coisas e, retirando-se, ocultou-se deles.


Neste contexto Jesus está dialogando com uma “multidão” de pessoas — ver João 12:29 e 34. Esse diálogo entre Jesus e a multidão aconteceu já muito próximo do final do ministério terreno do nosso Senhor. Isso nos indica que aquelas pessoas estavam bastante familiarizadas com Jesus, Seus ensinamentos e as manifestações poderosas do poder de Deus, mas ainda resistiam acreditar em quem Ele era e o que Ele representava. A pergunta feita pela multidão — Quem é esse Filho do Homem? — reflete mais incredulidade do que desejo sincero de conhecer a verdade. A resposta de Jesus é feita no seu estilo característico. Ele é direto e não dá a mínima importância para seus interlocutores no sentido de que não procura responder o que eles gostariam de ouvir e sim o que precisavam ouvir. Em nenhum momento Jesus responde diretamente à pergunta feita. Pelo contrário, Ele sugere à multidão que ela continuava agindo de forma ignorante e estúpida mesmo em meio à luz intensa à que estava exposta. Os conceitos judaicos, especialmente aqueles que haviam sido desenvolvidos durante o longo silêncio profético que vai de Malaquias até João Batista — aproximadamente 400 anos — com referência ao Messias e à Sua vinda não tinham nada a ver com a revelação Bíblica. O triunfalismo messiânico no qual os judeus acreditavam, com o Messias vindo e derrotando todos os inimigos dos judeus e colocando a nação de Israel por soberana sobre todos os povos, não tinha nada a ver, realmente com a mensagem de salvação comforme apresentada, por exemplo, em Isaías 53. E para que não pareça que estamos sendo duros demais com essa “multidão” devemos dizer que os judeus são, historicamente falando, escravos das suas próprias tolices. Tendo rejeitado o verdadeiro Messias, por causa de convicções equivocadas, inventaram, durante os séculos, inúmeros outros messias que se provaram, como não poderia deixar de ser, completamente falsos. O último nessa triste lista foi o velho e decrépito Rabi Menachem Mendel Scheneerson, chamado de forma piegas, de Rebbe, por uma multidão de seguidores apaixonados da seita judaica conhecida como Chabad Lubavitch. Este homem, falecido em 1994, foi aclamado, em vida, como o verdadeiro messias de Israel pelos seus seguidores. Agora, depois do seu passamento, esperam ansiosamente sua “gloriosa ressurreição”. Mas que patéticos.

O mesmo tipo de cegueira espiritual apresentado pelo pessoal do Chabad Lubavitch é manifestado pela multidão dos dias de Jesus. Jesus adverte aquelas pessoas com palavras graves e com sérias implicações ao dizer:

Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

Existe nestas palavras de Jesus uma implicação dramática que é muitas vezes deixada de lado como se até mesmo não existisse. Essa implicação tem a ver com o fato de que se recusarmos andar de acordo com a luz que temos estamos condenados a sermos engolfados pelas mais densas trevas. O coletor de impostos e posteriormente discípulos de Jesus chamado Mateus — ver Mateus 9:9 — refletindo acerca do ministério de Jesus deixa isto bem claro, como esperamos provar em seguida.

Mateus nos diz que após a prisão de João Batista Jesus retornou para a Galiléia. Ele se mudou da cidade de Nazaré para a cidade de Cafarnaum —

Mateus 4:12—13.

12 Ouvindo, porém, Jesus que João fora preso, retirou-se para a Galileia;

13 e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali;

Foi ali que ele iniciou Seu ministério de pregação —

Mateus 4:17

Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.

Mateus descreve o trabalho de Jesus em termos inequívocos dizendo:

Mateus 4:23—25

Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou. E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.

Mateus 7:28—29

Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.

Mateus 8:1—3

Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram. E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou-o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra.

Mateus 8:5—13 descreve o pedido feito por um centurião e narra uma cura que Jesus faz à distância.

Mateus 8:5—13

5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:

6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente.

7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo.

8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.

9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.

10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.

11 Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.

12 Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.

13 Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.

Mateus 8:14—15 fala acerca da cura da sogra de Pedro.

Mateus 8:16 - 17

Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.

Mas a história não para por aí. Mateus nos diz em seguida — Mateus 8:23—27 — que o Senhor Jesus possuía poder até mesmo sobre os elementos da natureza causando verdadeiro espanto entre seus seguidores.

Mateus 8:23—27

23 Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.

24 E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia.

25 Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos!

26 Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança.

27 E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?

Em seguida Mateus nos fala acerca de como Jesus expulsou alguns demônios —

Mateus 8:28—34

28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho.

29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de tempo?

30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos.

31 Então, os demônios lhe rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos.

32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo, passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram.

33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados.

34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe rogaram que se retirasse da terra deles.

Já no capítulo 9 Mateus nos fala de como Jesus curou um paralítico e menciona, pela primeira vez, o que algumas pessoas já estavam pensando de Jesus: “Este blasfema” —

Mateus 9:1—8

1 Entrando Jesus num barco, passou para o outro lado e foi para a sua própria cidade.

2 E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados.

3 Mas alguns escribas diziam consigo: Este blasfema.

4 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração?

5 Pois qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda?

6 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados — disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.

7 E, levantando-se, partiu para sua casa.

8 Vendo isto, as multidões, possuídas de temor, glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens.

Mas Jesus ainda reservava outras surpresas para sua atônita audiência:

Mateus 9 nos fala como Jesus ressuscitou uma criança morta —

Mateus 9:18 e 23—26

18 Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá.

23 Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse:

24 Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele.

25 Mas, afastado o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou.

26 E a fama deste acontecimento correu por toda aquela terra.

Descreve ainda a cura de uma mulher que estava sofrendo fazia 12 anos com uma hemorragia —

Mateus 9:19—22

19 E Jesus, levantando-se, o seguia, e também os seus discípulos.

20 E eis que uma mulher, que durante doze anos vinha padecendo de uma hemorragia, veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste;

21 porque dizia consigo mesma: Se eu apenas lhe tocar a veste, ficarei curada.

22 E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã.

E para completar Mateus nos fala da cura de dois cegos e de um homem mudo e endemonhinhado —

Mateus 9:27—33

27 Partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando: Tem compaixão de nós, Filho de Davi!

28 Tendo ele entrado em casa, aproximaram-se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor!

29 Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé.

30 E abriram-se-lhes os olhos. Jesus, porém, os advertiu severamente, dizendo: Acautelai-vos de que ninguém o saiba.

31 Saindo eles, porém, divulgaram-lhe a fama por toda aquela terra.

32 Ao retirarem-se eles, foi-lhe trazido um mudo endemoninhado.

33 E, expelido o demônio, falou o mudo; e as multidões se admiravam, dizendo: Jamais se viu tal coisa em Israel!

Era de se esperar que diante de tamanha manifestação de poder as pessoas estivessem, pelo menos, começando a enxergar quem era Jesus. Mas, para nossa surpresa o texto nos diz exatamente o oposto:

Mateus 9:34

Mas os fariseus murmuravam: Pelo maioral dos demônios é que expele os demônios.

CONTINUA...

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003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

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014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

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018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

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022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

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025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
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Alexandros Meimaridis

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