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terça-feira, 23 de junho de 2015

BURACO NEGRO GIGANTE IMPÕE ENIGMA AOS CIENTISTAS


Buraco negro gigante, equivalente a 12 bilhões de Sóis, foi encontrado dentro de quasar, corpo astronômico maior que uma estrela e poderosamente energético
Buraco negro gigante, equivalente a 12 bilhões de Sóis (Observatório Astronômico de Xangai/Divulgação) - Concepção artística.

MARAVILHAS DA CRIAÇÃO DE DEUS NO ESPAÇO DEIXAM CIENTISTA SEM RUMO

A Bíblia tem muitas características. Duas delas são que seus ensinamentos são marcados pela serenidade e pela sobriedade. A Bíblia é consistente não só naquilo que afirma, mas também quando comparada com as descobertas científicas.

Agora quando lidamos com a ciência humana, não encontramos nem seriedade, sem sobriedade e muito menos consistência. Encontramos sim muita inconsistência, muito orgulho, muita arrogância e muito, mas muito ar quente mesmo. Esse é o caso quando tratamos dos chamados Buracos Negros.

O material abaixo representa uma agregação de duas reportagens publicadas pelo site da revista VEJA.

Buraco negro gigante impõe enigma aos cientistas. As medidas indicam que o objeto é 12 bilhões de vezes maior que o Sol

Cientistas descobriram um buraco negro tão grande que desafia a teoria sobre a maneira como eles crescem. Os pesquisadores disseram que o buraco negro foi formado cerca de 900 milhões de anos após o Big Bang, a explosão que teria dado início ao Universo. No entanto, como as medidas indicam que ele é 12 bilhões de vezes maior que o Sol, esse buraco negro desafia uma hipótese amplamente aceita sobre seu ritmo de expansão.

"Este é o maior buraco negro já encontrado para este período de tempo", disse nesta quarta-feira Fuyan Bian, astrônomo da Escola de Pesquisa em Astronomia e Astrofísica da Universidade Nacional Australiana (ANU, na sigla em inglês). "A teoria atual estabelece um limite para quão rápido um buraco negro pode crescer, mas este buraco negro é grande demais para essa teoria."

O surgimento de buracos negros supermaciços é um tema de pesquisa em aberto, mas durante muito tempo cientistas acreditaram que o ritmo de crescimento destes fenômenos era limitado. De acordo com a teoria, os buracos negros crescem à medida que absorvem massa. Quando a massa é absorvida, ela é aquecida e cria pressão radiativa, o que a empurra para longe do buraco negro.

"O equilíbrio das duas forças estabelece um limite para o crescimento, que é muito menor do que o que descobrimos", afirmou Bian. O buraco negro foi desvendado por uma equipe de cientistas liderada por Xue-Bing Wu, da Universidade de Pequim, na China.

PARA VOCÊ ENTENDER COMO OS CIENTISTAS ENTENDEM OS BURACOS NEGROS

O que é um buraco negro?

Uma região do espaço onde a gravidade é tão forte que nada consegue escapar, nem a luz — é por isso que eles são invisíveis.
O que é um buraco negro? 

Como nasce um buraco negro?

Para brilhar, uma estrela cria uma força para fora, por causa das reações nucleares que a fazem funcionar, enquanto sua própria gravidade a empurra para dentro. Quando uma grande estrela deixa de funcionar, ela é esmagada pela própria força da gravidade e assim nasce o buraco negro.
Como nasce um buraco negro?

Quantos buracos negros existem?

A maioria dos astrônomos acredita que a Via Láctea — a galáxia onde está a Terra — possui milhões de buracos negros. Cientistas já encontraram muitos buracos negros na nossa galáxia, mas não sabemos ainda quantos existem em todo o universo.
Quantos buracos negros existem?

Quais os tipos de buraco negro que existem?

Os buracos negros galáticos existem por toda a galáxia e possuem uma massa dezenas de vezes maior que a do Sol. Há também os buracos negros supermassivos, com uma massa superior a 1 milhão de vezes a do Sol. Os cientistas acreditam que eles foram criados há bilhões de anos e existem no centro da maioria das galáxias, até da Via Láctea.
Quais os tipos de buraco negro que existem?

Existem buracos brancos?

Existem apenas na teoria. Eles seriam a outra ponta do buraco negro, que expeliria todo o material absorvido.
Existem buracos brancos?

Como se observa um buraco negro?

É impossível visualizar um buraco negro, já que ele não emite luz. Mas, com telescópios de raios-X, é possível detectar a radiação emitida por um buraco negro. Isso acontece porque uma espiral de matéria é sugada por ele. Esse material se aquece e emite raios-X, captados por telescópios como o Chandra, que descobriu o buraco negro ‘bebê’.
Como se observa um buraco negro?

Qual o buraco negro mais próximo da Terra?

O objeto mais próximos e que mais se parece com um buraco negro está a 8.000 anos luz de distância. Fica dentro do sistema Cygnus X-1 e foi objeto de uma aposta entre o físico Stephen Hawking e Kip Thorne. Hawking apostou que não havia um buraco negro. Perdeu.
Qual o buraco negro mais próximo da Terra?

O universo está dentro de um buraco negro?

O físico Nikodem Poplawski concebeu um modelo matemático segundo o qual até mesmo o nosso universo estaria dentro de outro, que estaria dentro de outro e assim por diante. Neste modelo, o material absorvido pelo buraco negro daria origem a estrelas e galáxias em outra dimensão. Atualmente, acredita-se que tudo que entra em um buraco negro é destruído.
O universo está dentro de um buraco negro?
(Com agência Reuters)

Esse arquivo poderá ser visto em seu original por meio do seguinte link:



 Stephen Hawking
Stephen Hawking — Físico inglês contesta o ponto de não-retorno dos buracos negros (Getty Images/VEJA)

Stephen Hawking diz que buracos negros não existem

Físico inglês, um dos criadores da teoria moderna sobre buracos negros, agora diz que o fenômeno precisa ser redefinido

O físico inglês Stephen Hawking afirmou que os buracos negros não existem - pelo menos da maneira como eles são descritos. A declaração está em um curto artigo publicado há uma semana no arxiv.org, uma plataforma online da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, em que cientistas compartilham artigos antes de sua publicação oficial. Nele, Hawking, um dos criadores da teoria moderna a respeito, contesta a existência das fronteiras do buraco negro, chamadas horizonte de evento ou ponto de não-retorno. Trata-se do limite além do qual nada, nem a luz, escaparia.

No artigo, que dá continuidade a uma palestra feita por ele em agosto do ano passado no Instituto Kavli de Física Teórica, nos Estados Unidos, o físico propõe que, em vez de horizonte de evento exista um horizonte aparente. Esse seria um lugar que, temporariamente, seguraria matéria e energia e teria a possibilidade de liberá-las em um estado diferente - caótico, distorcido e desarrumado. Assim, em vez de dragar a energia como um horizonte de evento, como prevê a teoria vigente, o horizonte aparente poderia transformar as partículas.

"A falta de horizonte de evento significa que não existem buracos negros - no sentido de regimes do qual a luz não pode escapar para o infinito", afirma o físico em seu artigo. "Há, no entanto, horizontes aparentes que persistem por um período de tempo."

Enigma da física - De acordo com a teoria clássica, não há como fugir de um buraco negro. Mas os princípios da teoria quântica permitem que energia e informação escapem dele. Há alguns anos, Hawking combinou efeitos quânticos e teoria da relatividade e demonstrou que os buracos negros são capazes de emitir radiações sutis. Esse se tornou um enigma para os físicos.

Há quase dois anos, cientistas do Instituto Kavli, o mesmo onde Stephen Hawking deu sua palestra no ano passado, tentaram abordar a questão por meio de uma pergunta: o que aconteceria a um astronauta que tivesse a falta de sorte de cair em um buraco negro? De acordo com as regras da teoria da relatividade, depois de passar pelo horizonte de evento, ele seria sugado para o centro denso do buraco. No entanto, analisando os detalhes da situação, os cientistas descobriram que, pelas leis da mecânica quântica, que rege partículas em escalas menores como elétrons, a situação seria outra. O horizonte de evento seria transformado em uma região altamente energética, batizada de firewall, que iria dissolver o astronauta em seus elementos fundamentais.

O horizonte aparente proposto por Hawking seria uma terceira via, em que as leis da relatividade e da mecânica quântica se mantêm intactas. Nesse lugar, capaz de segurar matéria e liberá-la de maneira bagunçada, o enigma seria resolvido. "O objeto caótico em colapso irá irradiar de forma determinística, porém caótica. Será como a previsão do tempo na Terra. Ela é determinada, mas caótica, então há perda efetiva de informação. Não é possível prever o clima com mais de alguns dias de antecedência", conclui o físico.

O artigo, que não apresenta cálculos ou maneiras de provar a nova teoria - que Hawking admite precisar de explicações mais completas -, leva o título de "Preservação de informações e previsão do tempo para buracos negros." É uma brincadeira do físico com a dificuldade de previsão do tempo na Terra, que ele compara à questão das fronteiras matemáticas dos buracos negros.

Esse artigo em seu original poderá ser visto por meio do seguinte link:

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/stephen-hawking-diz-que-buracos-negros-nao-existem

OUTROS ARTIGOS QUE FALAM DA CRIAÇÃO DE DEUS















































http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2011/02/desenho-inteligente-o-elefante-dentro.html

Que Deus abençoe a todos, especialmente os cientistas que não têm certeza absoluta de praticamente nada, quando o assunto é o maravilhoso espaço sideral criado pelo Deus da Bíblia.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O TEMPLO PERDIDO DE SALOMÃO NO BRÁS


Na semana que vem, os líderes evangélicos vão conduzir seus rebanhos de fiéis para as urnas. O problema é que, depois da eleição, todo mundo acaba tosquiado

O material abaixo foi escrito por Agamenon Mendes Pedreira  e publicado no site da revista VEJA. 

É um hilário artigo que vale à pena ser lido por todos, como um momento de descontração!

Blog do Agamenon Urgente! 

Jornalismo, Mentira e Humorismo Verdade

Em busca do templo perdido

Indignado com a liquidação e a queima total que Israel está promovendo na Faixa de Gaze, resolvi partir para um retiro espiritual no recém-inaugurado Templo de Salomão, o novo empreendimento imobiliário do rabino evangélico Edith Macedowitz. Esse megaempreendimento religioso é inspirado no antigo templo bíblico do rei Salomão, que, infelizmente, foi destruído há muitos anos pelos mísseis do Hamas.

Fui recebido na porta do magnífico templo pelo pastor israelita, em pessoa, que me estendeu o seu quipá e me obrigou a colocar ali o dízimo. Envergando um megahair e uma barba de profeta, Edir Macedo me confidenciou que é um evangélico ortodoxo e compartilha a mesma fé que o Povo do Livro. O Povo do Livro-Caixa.

Para se converter ao judaísmo de Cristo e ser bem-aceito pela comunidade judaica, o pastor Edir Macedo primeiro tratou de ganhar muito dinheiro e ficar podre de rico (mais podre do que rico). Em seguida mandou colocar uma sofisticada bateria antimísseis israelense protegendo sua conta bancária dos ataques da Receita Federal, do Hamas e do Hezbollah.

Mas voltando ao Templo de Salomão. Nunca em toda a minha vida deparei com um empreendimento religioso dessa magnitude. Maior que a Catedral de São Pedro, maior que a Basílica de Nossa Senhora de Aparecida, o Templo de Salomão é uma espécie de supermercado da fé. O fiel entra com sua fé, pega um carrinho, enche de litros de água do Rio Jordão, passa no caixa e sai dali mais aliviado, dos seus pecados e do seu dinheiro. Para agilizar o ato de fé, o pastor Edir Macedembaum colocou código de barras nas infrações contra as Leis do Senhor.

Cada vez mais pró-Israel, o beligerante bispo Macedowitz está construindo uma mesquita bem ao lado do Templo de Salomão, só para ele poder bombardear.

O bispo Macedo, sabendo que eu ainda resido no meu Dodge Dart 73 enferrujado, tentou me vender de qualquer maneira um apartamento no Templo de Salomão. Mas eu não fechei negócio porque todo mundo sabe que o bispo Macederman tem o rabino preso com a Justiça. A Federal e a Divina.

O artigo original poderá ser visto por desse link aqui:


Que Deus Abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ROBSON RODOVALHO DA SARA NOSSA TERRA DECIDE APOIAR MARINA SILVA

Bispo Robson Rodovalho declara apoio a Marina Silva
Bispo Rodovalho afirmou que a decisão foi tomada após o recuo da candidata do PSB à Presidência em apoiar o casamento gay (Reprodução/Facebook)

O material abaixo foi publicado pelo site da Revista VEJA.

Líder da igreja Sara Nossa Terra anuncia apoio a Marina

Por Mariana Zylberkan

O bispo Robson Rodovalho, líder da igreja Sara Nossa Terra, anunciou nesta terça-feira apoio à candidatura de Marina Silva (PSB) à Presidência. Ex-deputado pelo DEM, Rodovalho é uma das poucas lideranças evangélicas que ainda não haviam se posicionado nestas eleições.

O apoio foi definido após a candidata do PSB recuar e modificar o trecho de seu programa de governo que defendia o casamento gay. "Esse movimento da candidata Marina sinalizou sua firme decisão de dialogar. Com isso, entendemos que a discussão sobre essas questões será travada o mais democraticamente possível, no âmbito do Congresso Nacional. Não será fruto de uma determinação, uma decisão unilateral do Executivo", diz o bispo.

Fundada em 1992, a Sara Nossa Terra tem sede e presença forte no Distrito Federal, onde a candidata do PSB lidera as pesquisas de intenções de voto.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, chegou a participar de um evento da Sara Nossa Terra em 25 de julho, em São Paulo, em busca de apoio de Rodovalho. Na ocasião, o bispo e sua mulher, bispa Lúcia Rodovalho, fizeram uma oração para abençoar a campanha de Aécio.

O artigo original do site da VEJA poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/bispo-rodovalho-anuncia-apoio-a-marina-silva

NOSSO COMENTÁRIO

Após a trágica morte de Eduardo Campos e da indicação de Marina Silva como a candidata à presidência pelo PSB, houve um gigantesco esvaziamento da campanha do chamado Pastor Everaldo.

Rodovalho não é o único a decidir apoiar Marina. Silas Malafaia que gravou um vídeo pedindo votos para o Pastor Everaldo, já pulou fora do barco e agora apóia Marina, algo que se recusou a fazer em 2010, é bom lembrar. Malafaia decidiu apoiar Marina Silva por um simples fato: Marina Silva tem reais possibilidades de se eleger e Silas poderá assim se vingar do PT, partido que ele apóia no Rio de Janeiro, mas que deseja, a qualquer custo ver fora do palácio do planalto. Marina não servia em 2010, mas agora ela pode ser útil ao radicalismo evangélico tão desejado por essa liderança que diz representar os evangélicos. Haja hipocrisia.

Enquanto isso, o Pastor Everaldo vai aos poucos desmantelando sua estrutura de campanha provando que não tinha nem vocação política nem um chamado de Deus para se candidatar. Assim, nos livramos de alguém que se conseguisse um número mínimo de votos que fosse, poderia sentir-se fortalecido o suficiente para fazer exigências estapafúrdias, como as propostas pelo Silas Malafaia de que os candidatos eleitos terão que assinar documentos se comprometendo com a agenda dos chamados evangélicos. Mas é sempre bom que se diga que os evangélicos representam apenas ¼ de todos os votos. Algo que, apesar de não ser desprezível, também não os torna tão poderosos como gostariam.

Somente Deus sabe o resultado das próximas eleições, mas é possível que a massa de manobra evangélica surpreenda ou que seja duramente surpreendida pelo resultado final das urnas.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 6 de maio de 2014

HISTORIADOR FAZ INÚMERAS AFIRMAÇÕES SEM PROVAS ACERCA DE JESUS



Jesus Cristo

Se tem uma coisa que o ser humano não se cansa de fazer é atacar a pessoa do Senhor Jesus Cristo, pois essa é a única forma que dispõem para não ter que assumir o compromisso para o qual Ele nos chama.

Essas ideias, com raríssimas exceções não passam de ideias recicladas desde o século XIX com o surgimento do movimento religioso, chamado de “Liberalismo” ou “Religião Cor de Rosa”, o qual influenciado pelo movimento filosófico chamado “Iluminismo” do século XVIIII decidiu que era capaz de destronar Deus e assentar, definitivamente, o ser humano como o centro e a medida de todas as coisas.

Não é de surpreender, pois que a revista VEJA publique sob o editorial “CIÊNCIA”, mais um ataque contra a pessoa histórica de Jesus. Mesmo onde pretende ser original, alegando que dessa vez os “historiadores” confirmam — algo que qualquer criança de Escola Dominical sabe — que Jesus andou mesmo sobre a terra há dois mil anos, o texto não é original porque os primeiros liberais tentaram, sem sucesso, criar uma separação imaginária onde um tal de Jesus histórico – o suposto homem que teria andado sobre a terra há 2.000 anos, não tinha e não tem nada a ver com o tal do Cristo da fé, que foi anunciado pelos primeiros cristãos e cuja história está registrada nos evangelhos. Essa dicotomia imoral já foi destronada várias vezes, mas, de alguma forma ainda persiste, e esse é o objetivo desse artigo, pele enésima vez. Afinal como já escrevemos em outro artigo, tais comentários e escritos ajudam a vender livros e revistas.

Quanto aos chamados “historiadores” eles normalmente não tem formação em história. São sociólogos, filósofos, teólogos ou até mesmo, apenas “curiosólos”. No caso específico desse artigo o “pesquisador” estadunidense é formado em ciências da computação. Ou seja, ele entende tanto de Jesus, quanto eu entendo de fabricar foguetes para enviá-los ao espaço. Isto é, nada! E o segundo e mais importante personagem da reportagem é um professor da cadeira de História da UFRJ que como veremos, na maioria dos casos não tem a menor noção do que está falando acerca de Jesus. Como historiador deveria, obrigatoriamente, antes de fazer qualquer afirmação, conhecer as obras de Reimarus, Strauss, Renan, Schweitzer, e dos filósofos Barão d`Holbach e de Ludwig Feuerbach. Todos esses fizeram uma trabalho bem melhor do que esse apresentado no artigo abaixo. Mas foram todos confrontados com a realidade da Revelação e seus escritos murcharam diante do vigor das Escrituras Sagradas.

Para o que tiverem interesse em ler nosso artigo original acerca desse assunto o mesmo poderá ser acessado por meio desse link aqui:


Segue o artigo de Veja

Ciência

O que a história tem a dizer sobre Jesus

Pesquisas de historiadores ajudam a confirmar que, de fato, Jesus caminhou sobre a região da Galileia há 2.000 anos. As descobertas, no entanto, não devem satisfazer aqueles que levam a Bíblia ao pé da letra

Guilherme Rosa

 
Ao longo dos séculos, Jesus foi interpretado de maneiras diversas por religiosos, artistas e governantes. O trabalho dos historiadores é deixar toda essa carga teológica para trás e encontrar o homem e a mensagem que deu origem a tudo (Reprodução)

O pesquisador americano Joseph Atwill é categórico: Jesus não passa de um mito. O personagem, suas palavras e ações fazem parte de uma elaborada narrativa inventada por aristocratas romanos, com o objetivo de pacificar os judeus — um povo envolvido em sucessivas rebeliões contra o império. Atwill apresentou suas ideias em outubro, numa conferência realizada em Londres, na Inglaterra. "Os romanos perceberam que o melhor caminho para acabar com a atividade missionária fervorosa entre os judeus era criar um sistema de crenças que competisse com o deles", afirmou.
Joseph Atwill não é um acadêmico da área — sua formação é em ciências da computação. Ele não publicou suas pesquisas em periódicos científicos e suas ideias estão longe de ser apoiadas por seus pares. No entanto, sua teoria recebeu atenção mundial, e foi debatida entre pesquisadores, jornalistas e religiosos. Seu poder está no fato de ela ser o capítulo mais novo de uma antiga discussão — com quase 2.000 anos de idade — sobre qual é a verdade por trás de Jesus, seus feitos, milagres e mensagem.

Para Atwill, a ideia de que Jesus não passaria de uma montagem histórica deveria funcionar como um duro golpe aplicado pela ciência contra a ignorância propagada pela religião. "Embora o cristianismo possa ser um conforto para alguns, ele também pode ser muito prejudicial e repressivo, uma forma insidiosa de controle mental que levou à aceitação cega da servidão, pobreza e guerra ao longo da história", diz. Seu erro é que a existência de Jesus não é mais uma questão de fé, mas de ciência.

Os acadêmicos da área — historiadores das mais prestigiadas universidades do mundo — afirmam restar poucas dúvidas sobre a questão. "Volta e meia aparecem essas hipóteses sobre Jesus ser um mito. Mas, do ponto de vista metodológico, parece bastante claro que ele realmente existiu", diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da UFRJ e autor dos livros Jesus Histórico - Uma Brevíssima Introdução e Cristianismos: Questões e Debates Metodológicos (Editora Kline), em entrevista ao site de VEJA.

Jesus histórico — Os historiadores deixam claro que o personagem estudado por eles não é o mesmo da religião. Eles estão em busca de informações sobre o homem chamado Jesus, que viveu na Galileia há 2.000 anos e em torno do qual foi criada a maior religião do mundo. “Os historiadores não buscam um ser divino, que é impossível de quantificar, medir e avaliar. O Jesus da história é estritamente humano“, afirma Chevitarese.

Nessa busca pelo Jesus histórico, a perspectiva dos pesquisadores lembra a de São Tomé, o apóstolo que duvidou de Cristo e exigiu provas de sua ressurreição. Do mesmo modo, os historiadores não podem acreditar cegamente no que dizem as religiões e seus líderes, mas devem embasar tudo que afirmam em evidências. Essas provas não precisam ser, necessariamente, físicas, como a descoberta de uma ossada ou um túmulo. "Se esse critério fosse adotado, 95% dos personagens históricos não seriam reconhecidos", diz o pesquisador.

Hoje, o critério mais importante que os pesquisadores possuem para atestar a existência de Jesus é o da múltipla confirmação: autores diferentes, que nunca se conheceram, afirmam fatos semelhantes sobre o personagem.

Os textos mais antigos sobre Jesus datam do século I, em sua maioria escritos por seguidores do cristianismo. A exceção é Flávio Josefo, um historiador judeu que tentou escrever toda a história do povo judaico, desde o Gênesis até sua época. Ele cita Jesus, João Batista e Tiago (irmão de Jesus) como exemplos de homens que lideraram movimentos messiânicos na região da Galileia.
No século seguinte, surgem mais textos de historiadores que citam Jesus e, principalmente, o movimento iniciado por seus seguidores. "Esses dados servem para mostrar que não estamos no campo da mitologia. São autores judeus e romanos, que nunca se tornaram cristãos, e permitem afirmar de modo muito seguro que Jesus é um personagem histórico."

O homem — A esses textos se somam descobertas recentes da arqueologia que fornecem informações precisas sobre o tempo e o espaço em que Jesus viveu. Os dados não são abundantes, mas permitem esboçar como se pareceria esse personagem histórico real. "Não podemos afirmar exatamente a cor de pele e cabelo de Jesus. A partir dos mosaicos e dos afrescos que retratam outros romanos, judeus e sírios que viviam no mesmo ambiente, a tendência maior é de vermos um Jesus de cabelos preto, com a pele queimada por causa de sol", diz Chevitarese.

Segundo a maior parte dos historiadores, Jesus não nasceu em Belém, como afirmam algumas passagens bíblicas, mas em Nazaré — uma pequena aldeia montanhosa da Galileia, cuja população era camponesa e girava em torno de 500 indivíduos. "A aldeia não tinha nenhuma relevância política, não possuía construções públicas ou sinagogas. Os escritores dos Evangelhos mudaram o lugar por razões teológicas, para que o nascimento de Cristo confirmasse algumas profecias do Antigo Testamento."

Jesus teria nascido na pequena vila em torno do ano 4 A.C., e teria passado a maior parte de sua vida na região, sem nunca pisar em uma cidade grande. A exceção acontece quando ele entra em Jerusalém — ato que teria como consequência sua crucificação pelas autoridades romanas. Sua morte deve ter acontecido por volta dos anos 35 e 36 D.C., pouco tempo depois de João Batista também ter sido morto pelos romanos, segundo a narrativa de Flávio Josefo.

A mensagem — Segundo os historiadores, tão importante quanto quem era Jesus é o que ele dizia — foi sua mensagem poderosa que repercutiu em todo o mundo e, séculos mais tarde, deu origem às diversas vertentes religiosas. "Ele era um camponês pobre que, diante das injustiças que o mundo apresentava, defendia a instauração do Reino de Deus — um reino de justiça e fartura, sem hierarquias sociais", diz Chevitarese.

A mensagem espiritual — e messiânica— de Jesus era voltada especialmente aos judeus de seu tempo. Ela, no entanto, adquiria caráter político ao afrontar o Império Romano e setores da elite judaica. Foi justamente a força dessa mensagem, e os rebanhos que ela poderia angariar, que levaram à sua crucificação e morte. Como aconteceu muitas vezes na história, no entanto, o assassinato de Jesus não conseguiu matar suas ideias.

Jesus teológico — Jesus nunca chegou a colocar suas ideias no papel (nem poderia, os historiadores afirmam que ele era analfabeto). A maior parte do que chega aos dias de hoje sobre o personagem e suas ideias foi escrito por seguidores das primeiras comunidades cristãs, duas ou três gerações depois de sua morte. Os autores não estão preocupados em transmitir uma versão fiel dos fatos, como uma biografia, mas em defender os pressupostos de sua fé. Assim, os primeiros cristãos que escrevem sobre Jesus — os evangelistas — já não estão fazendo história, mas teologia.

Nessa época o cristianismo começava a se distanciar do judaísmo em que ele estava originalmente inserido, e a se aproximar do Império Romano — o que exigiu algumas mudanças em sua mensagem. "Ao serem escritas, suas ideias começam a ser diluídas, pois vários filtros são impostos. Primeiro, Jesus é um indivíduo de fala aramaica, mas quase tudo que conhecemos sobre ele está escrito em grego. Além disso, os textos são destinados a convencer um público urbano, muito diferente dos camponeses para quem Jesus pregava", diz Chevitarese.

Com o passar dos séculos, isso abriu margem para que vários teólogos interpretassem as escrituras de maneiras variadas, criando as inúmeras vertentes do cristianismo que se encontram nos dias de hoje. Assim, a depender de quem faz a homilia, Jesus pode ser visto como um personagem sagrado ou humano, santo ou falho, foco de paz ou de guerra, de fundamentalismo ou de liberdade.

É por isso que o estudo do Jesus histórico é importante. "Ele pode ajudar a colocar um freio naqueles que querem transformar pressupostos teológicos em verdades históricas", diz Chevitarese. Seu objetivo não é acabar com a teologia ou retirar da história de Jesus seu caráter espiritual. O que a ciência faz é descobrir o que, de fato, pode ser afirmado sobre o homem e sua época. As muitas lacunas que permanecerão abertas apresentam mistérios suficientes para que a religião possa se instalar.

O material original publicado pelo site da VEJA pode ser visto por meio desse link aqui:

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/jesus-historico-como-a-ciencia-pode-ajudar-a-entender-o-comeco-do-cristianismo

NOSSOS COMENTÁRIOS FINAIS:

1. Pouco nos importa o que dizem os líderes religiosos e as religiões. Nossa discussão, enquanto cristãos, está centrada sobre o que dizem as Escrituras Sagradas, do Antigo e do Novo Testamento. E são, exatamente as Escrituras a maior pedra no sapato desses falsos cientistas, que não tem nada em que se basear, a não ser em farrapos representados por uma ou outra afirmação fragmentária ou por escritos produzidos 400 ou mais anos depois dos fatos narrados nos evangelhos, como ficou provado com o patético e alegado “Evangelho de Judas”, que não passa de uma mistificação literária produzida 500 anos depois dos fatos narrados nos Evangelhos.

2. O artigo afirma: “Hoje, o critério mais importante que os pesquisadores possuem para atestar a existência de Jesus é o da múltipla confirmação: autores diferentes, que nunca se conheceram, afirmam fatos semelhantes sobre o personagem”. Mas esse tipo de pesquisa invalidaria a certeza histórica de milhares de personagens históricos que jamais poderiam ser enquadrados numa camisa de força tão apertada.

3. A afirmação que historiadores não aceitam a narrativa bíblica que Jesus nasceu em Belém e sim em Nazaré, é gratuita e estúpida, pois não está amparada em nenhuma informação historicamente válida. Tudo o que eles têm, definitivo, são as narrativas dos Evangelhos, e acusar os Evangelhos de falsear a verdade é fácil. Mas provar é algo que tem se mostrado impossível até a presente data.

4. A alegação que Jesus entrou em Jerusalém apenas para ser morto logo em seguida, é fantasiosa para dizer o mínimo e revela um grande desrespeito ao conteúdo dos Evangelhos enquanto tratam como, absolutamente verdadeiras, as afirmações de um traidor judeu, Flavio Josefo, que tendo passado para o lado dos romanos decidiu escrever uma história do povo Judeu e menciona Jesus cerca de 60 anos depois dos fatos acontecidos, os quais ele não presenciou já que nasceu no ano 37 d.C.

5. A afirmação de que Jesus era apenas um camponês é risível, porque a história da humanidade nunca produziu nenhum outro camponês com a visão e o entendimento que Jesus tinha do mundo ao seu redor e nunca ninguém falou palavras como Jesus falou. Ah! sim há muitos mentirosos, espíritas principalmente, que alegam que entre os gregos havia pessoas que produziram material muito mais rico do que o de Jesus, mas são incapazes de provar. Alegam que a Igreja Romana destruiu esses materiais, mas isso também não pode ser provado. Não passam de verdadeiras parvoíces.

6. Dizer que a mensagem política de Jesus o levou a ser crucificado é desprezar as afirmações das Escrituras que dizem que o verdadeiro motivo foi a inveja e os ciúmes da liderança judaica, algo que foi reconhecido pelo próprio governador romano que, de fato, queria libertar Jesus, mas foi ameaçado pela liderança judaica cega e enraivecida.

7. A maior bobagem é afirmar que os “historiadores” dizem que Jesus era analfabeto. Que historiadores? Baseados em que, poderiam fazer tal tipo de informação? Um historiador de verdade se deixaria confrontar pelo texto bíblico que afirma, de forma categórica, que Jesus sabia ler e que falava tão bem que impressionava seus interlocutores e mesmo homens, supostamente iletrados, como Pedro e João, foram reconhecidos com tendo estado com Jesus pela maneira como falavam! Além disso, nosso professor demonstra não saber que os Evangelhos são um gênero literário único, distinto das formas biográficas que conhecemos. Precisa estudar mais antes de sair por aí afirmando tolices.

8. Até onde vai a ignorância de uma pessoa é difícil dizer. Ora, os Evangelhos e de resto todo o Novo Testamento foram escritos em grego porque essa a língua franca do império romano. E os Evangelhos preservaram a linguagem agro-pastoril de Jesus, enquanto o apóstolo Paulo e outros que saíram de Jerusalém, produziram uma literatura com um conteúdo abordando temas urbanos, já que se destinavam a esse tipo de público. Ignorar esses fatos prova que o tal professor da UFRJ pode até ser “doutor” em história, mas infelizmente, nunca leu com atenção o Novo Testamento. Suas afirmações são pífias e não correspondem, nem de longe, ao que está contido nos Evangelhos e nas Epístolas.

9. Não existem mistérios como pretende o professor da UFRJ. Tudo o que precisava ser revelado nos foi revelado pela graça de Deus. Tudo o que é necessário encontra-se na Bíblia, especialmente no Novo Testamento onde temos o registro de como Deus se fez homem e habitou entre nós. Formas de interpretar a pessoa de Jesus sempre existiram aos borbotões, mas a verdade está revelada apenas nas Escrituras Sagradas e essas deixam uma margem muito estreita para quem tem olhos para enxergar e ouvidos para ouvir.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sábado, 3 de maio de 2014

PERSEGUIÇÃO DE CRISTÃOS NA SÍRIA FAZ NOVA VÍTIMA FATAL



O sacerdote jesuíta holandês Frans van der Lugt que vivia há décadas na cidade de Homs, em foto de 2 de fevereiro. Ele foi morto a tiros (Foto: Mohammed Abu Hamza/AFP)
O sacerdote jesuíta holandês Frans van der Lugt que vivia há décadas na cidade de Homs, em foto de 2 de fevereiro. Ele foi morto a tiros (Foto: Mohammed Abu Hamza/AFP)

De acordo com o site da revista VEJA, a perseguição aos cristãos na Síria vez mais uma vítima fatal.
Segue a notícia do site da Veja

Padre holandês é executado com tiros na cabeça na Síria

Conhecido por se recusar a abandonar a sitiada cidade de Homs, o religioso de 70 anos foi arrastado para fora de sua casa e assassinado no meio da rua

O padre holandês Frans van der Lugt foi executado em frente à sua casa na cidade de Homs, na Síria (Yazan Homsy/Files/Reuters)

O padre holandês Frans van der Lugt, conhecido por sua relutância em deixar a sitiada cidade de Homs, na Síria, foi executado nesta segunda-feira em frente à sua casa. O religioso, de 70 anos, foi arrastado para fora de casa e assassinado com dois tiros na cabeça no meio da rua. Os motivos por trás da morte de Lugt são incertos para as autoridades. Ele costumava dizer que só abandonaria Homs depois que todos os cristãos fossem evacuados em segurança, conforme reportou a rede britânica BBC.

Em um comunicado, o Vaticano disse que Lugt era um “homem de paz” e expressou um “grande pesar” com sua perda. “Morreu um homem de paz, que mostrou coragem em permanecer leal ao povo sírio, mesmo com o risco extremo”, escreveu o porta-voz Federico Lombardi. O ministro das Relações Exteriores da Holanda, Frans Timmermans, declarou que Lugt foi assassinado “covardemente” e destacou que o religioso “só trouxe coisas boas para Homs”. “Frans merece nossos agradecimentos e respeito. Ele contará com nosso comprometimento para encerrar essa miséria”, afirmou.

Lugt chegou à Síria em 1966, após passar dois anos no Líbano estudando árabe. O religioso viveu num monastério jesuíta por mais de cinco décadas, onde dava aulas para os cristãos remanescentes no país e ajudava as famílias pobres da região. Ele dizia que o país tinha se tornado a sua terra natal. “As pessoas sírias têm me dado tanto, tanta gentileza, inspiração e tudo que eles possuem. Se as pessoas sírias estão sofrendo, eu quero compartilhar com eles a sua dor e suas dificuldades”, disse Lugt à agência France-Presse, em fevereiro.

Embora as negociações de paz entre forças governistas do ditador Bashar Assad e os rebeldes tenham fracassado na cidade suíça de Genebra, ambos concordaram neste ano com a evacuação dos moradores de Homs. Lugt estava entre as 1.400 pessoas que não deixaram a cidade após o término da operação supervisionada pela ONU.

O artigo original da veja poderá ser visto por meio desse link aqui:


Deploramos sinceramente ao assassinato de qualquer pessoa, quem quer que seja por motivos religiosos.

Que Deus nos abençoe e nos ilumine a levantar nossas vozes contra tamanha brutalidade.

Alexandros Meimaridis

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