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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

MULHERES SÃO IMPORTANTES PARA DEUS



O artigo abaixo foi publicado pelo site da Editora Fiel e é de Autoria de John Piper.

Um Desafio às Mulheres
John Piper

Neste breve texto, o pastor John Piper enumera, como que em oração, uma lista de importantes conselhos direcionados às mulheres cristãs, a fim de que vivam para a glória de Cristo.

Que tudo da sua vida - em qualquer esfera - seja devotado à glória de Deus.

Que as promessas de Cristo sejam confiadas tão plenamente que paz, alegria e força encham sua alma a ponto de transbordar.

Que essa plenitude de Deus abunde em atos diários de amor, de forma que as pessoas possam ver suas boas obras e glorificar ao seu Pai no céu.

Que vocês sejam mulheres do Livro, que amem, estudem e obedeçam a Bíblia em cada área do seu ensino. Que a meditação sobre a verdade bíblica possa ser a fonte de esperança e fé. E que vocês continuem a crescer em entendimento através de todos os capítulos de sua vida, nunca pensando que o estudo e o crescimento são apenas para os outros.

Que vocês sejam mulheres de oração, de forma que a Palavra de Deus se abra para vocês; e o poder da fé e santidade desça sobre vocês; e sua influência espiritual crescerá no lar, na igreja e no mundo.

Que vocês sejam mulheres que tenham uma profunda compreensão da graça soberana de Deus, fortalecendo todo esse processo espiritual; que sejam pensadoras profundas sobre as doutrinas da graça, e amantes e crentes profundos dessas coisas.

Que vocês sejam totalmente comprometidas ao ministério, seja qual for o seu papel específico, que não desperdicem o seu tempo em revistas de senhoras ou hobbies inúteis, assim como seus maridos não deveriam desperdiçar o tempo deles em esportes excessivos ou coisas sem propósito na garagem. 

Que você redima o tempo para Cristo e seu reino.

Que vocês, se solteiras, explorem seu solteirismo para a plena devoção a Cristo e não sejam paralisadas pelo desejo de se casar.

Que vocês, se casadas, apoiem a liderança do seu marido de maneira criativa, inteligente e sincera, tão profundamente como uma obediência a Cristo permitir; que vocês o encorajem em seu papel designado por Deus como o cabeça; que vocês o influenciem espiritualmente primariamente através da sua tranquilidade destemida, santidade e oração.

Que vocês, se tiverem filhos, aceitem a responsabilidade com o seu marido (ou sozinhas, se necessário) de criar os filhos que esperam no triunfo de Deus, compartilhando com ele o ensino e a disciplina das crianças, e dando aos filhos aquele toque e cuidado protetor especial que vocês são unicamente capacitadas para dar.

Que vocês não assumam que o emprego secular é um desafio maior ou um melhor uso da sua vida que as oportunidades incontáveis de serviço e testemunho no lar, na vizinhança, comunidade, igreja e no mundo. Que não proponham somente a pergunta: Carreira vs. Mãe em tempo integral? Mas que perguntem tão seriamente: Carreira em tempo integral vs. Liberdade para o ministério? Que vocês perguntem: O que seria maior para o Reino - ser empregado de alguém que lhe diga o que você deve fazer para seu negócio prosperar, ou ser um agente livre de Deus, sonhando o seu próprio sonho sobre como seu tempo, seu lar e sua criatividade poderiam fazer o negócio de Deus prosperar? E que em tudo isso você faz suas escolhas não sobre a base de tendências seculares ou expectativas de estilo de vida, mas sobre a base do que fortalecerá a sua família e promoverá a causa de Cristo.

Que vocês parem e (com seus maridos, se forem casadas) planejem as várias formas da sua vida ministerial em capítulos. Os capítulos são divididos por várias coisas - idade, força, solteirismo, casamento, escolha de emprego, crianças no lar, crianças na escola, netos, aposentadoria, etc. Nenhum capítulo é tudo alegria. A vida finita é uma série de permutas. Encontrar a vontade de Deus, e viver para a glória de Cristo plenamente em cada capítulo é o que faz dele um sucesso, não se ele se parece com o capítulo de outra pessoa ou se tem nele o que o capítulo cinco terá.

Que vocês desenvolvam uma mentalidade e um estilo de vida guerreiro; que nunca se esqueçam que a vida é breve, que milhões de pessoas estão entre o céu e o inferno todos os dias, que o amor ao dinheiro é suicídio espiritual, que os objetivos de mobilidade ascendente (roupas chiques, carros, casas, férias, comidas, hobbies) são um substituto pobre para os objetivos de viver para Cristo com toda a sua força, e maximizar sua alegria no ministério ao ajudar pessoas.

Que em todos os seus relacionamentos com os homens vocês procurem a direção do Espírito Santo ao aplicar a visão bíblica da masculinidade e feminilidade; que vocês desenvolvam um estilo e comportamento que faça justiça ao papel único que Deus deu aos homens para serem responsáveis pela liderança graciosa com relação às mulheres - uma liderança que envolve elementos de proteção, cuidado e iniciativa. Que vocês pensem criativamente e com sensibilidade cultural (assim como ele deve fazer) ao moldar o estilo e ajustar o tom de sua interação com os homens.

Que vocês vejam a direção bíblica para o que é apropriado e inapropriado para os homens e mulheres em relação uns para com os outros, não como restrições arbitrárias sobre a liberdade, mas como prescrições sábias e graciosas de como descobrir a verdadeira liberdade do ideal de complementaridade de Deus. Que vocês não mensurem sua potencialidade pelas poucas funções restringidas, mas pelas incontáveis oferecidas.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 28 de novembro de 2015

COMO SABER SE VOCÊ VAI PERMANECER FIRME NA FÉ

 

O artigo abaixo é de autoria do pastor John Piper e foi publicado no site de Editora FIEL.

Você tem certeza que permanecerá firme na fé amanhã?

Cristão, como você sabe que você será um crente quando você acordar de manhã?

E cada manhã até você encontrar Jesus?

A resposta bíblica é: Deus vai cuidar disso.

Você está satisfeito com isso? Isso faz você ficar apreensivo ao admitir que depende decisivamente de Deus? Espero que isso seja sua alegria e canção. Crer assim tem grandes implicações. Deixe a palavra moldar a sua mente nisso.

Devemos perseverar na fé para entrar no paraíso.

A palavra “devemos” em si mesma não é uma palavra evangélica. Em si mesma, dá a sensação de ameaça e peso. Mas não está por si mesma na Bíblia. “Devemos” ocorre junto de “ele vai” e “nós vamos”. “Nós devemos” se torna “nós vamos” porque “Deus vai”.

Marcos 13:13

Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.

Nós devemos perseverar.


2 Timóteo 2:12

Se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará.

1 Coríntios 15:1—2

Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho …por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra … a menos que tenhais crido em vão.

Deus vai cuidar disso.

A perseverança na fé não é devida a nossa primeira profissão de fé como a saúde é devida a uma vacina apenas. A perseverança na fé ocorre porque o grande médico faz o seu trabalho de sustentação todos os dias. Continuamos crendo em Cristo não por causa dos anticorpos deixados na conversão, mas porque Deus faz sua obra de dar a vida e preservar a fé todos os dias.

Judas 1:24

Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória.

Filipenses 1:6

Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.

Jeremias 32:40

Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim.

1 Coríntios 1:8—9

Cristo também vos confirmará até ao fim… Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.

2 Timóteo 4:18

O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial.

Nós vamos perseverar na fé.

Porque Deus vai cuidar disso, nós vamos — não apenas devemos — perseverar até o fim. Se fomos justificados pela fé, nós seremos glorificados. É tão certo quanto garantido.

Romanos 8:30

E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.

Quatro “R’s” derivam dessa segurança.

Renúncia

Nós renunciamos o peso da auto-preservação. Nós paramos de nos agitar e deixamos o bombeiro valente nos carregar para fora casa que está queimando. Nós não conseguimos sair. Ele consegue. Ele vai.

Jeremias 10:23

Eu sei, ó SENHOR, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos.

Regozijo

Não ecoa o seu coração a alegria de Charles Spurgeon quando ele disse: “Oh querido amigos, o coração de alguém se regozija em pensar naqueles potentes deveres e afazeres — aqueles pilares inflexíveis que a morte e o inferno não podem abalar — os deveres e afazeres de um Deus” (The Metropolitan Tabernacle Pulpit Sermons, Vol. IX (364)?

1 Tessalonicenses 5:24

Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.

Repouso

Mateus 11:28

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

O jugo é suave e a carga é leve porque Deus diz: Eu vou te carregar e você vai repousar em mim.

Isaías 46:4

Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei.

Risco

Se você sabe que o seu futuro é seguro pelo seu onipotente e fiel Deus, as ameaças da terra e do inferno não podem evitar que você propague Sua Fama. A inferência que Paulo extraiu de “aos que justificou, a esses também glorificou” foi —

Romanos 8:31

Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

Portanto, vamos correr o risco de “tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada” (Romanos 8:35).

Porque...

Romanos 8:39

Nada pode nos separar do amor de Deus, que está em Cristo.

Por: John Piper. © 2013 Desiring God. Original: Você Continuará Crente Amanhã De Manhã?.


John Piper 
John Piper é um ministro e autor. Ele exerce seu ministério pastoral na Bethlehem Baptist Church, em Minneapolis, MN, nos EUA desde 1980.

O artigo original  poderá ser visto por meio do seguinte link:


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Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 13 de abril de 2015

ADORAÇÃO VERDADEIRA OU APENAS MAIS UM SHOW?


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O material abaixo foi publicado pelo site Voltemos ao Evangelho. Demais informações bibliográficas encontram-se no final do mesmo.

A Diferença entre Adoração Congregacional e um Show

Por John Piper

Treze anos atrás, nós perguntávamos: qual deveria ser o som que define a adoração pública na Bethlehem[1], além da voz da pregação bíblica?

Nós queríamos dizer: deve ser órgão, piano, guitarra, bateria, coral, equipe de louvor, orquestra, etc.? A resposta que demos foi: “os membros da Bethlehem cantando”.

Alguns pensaram: isso não ajuda muito a decidir quais instrumentos devem ser usados. Talvez não. Mas ajuda absurdamente a esclarecer o significado de tais momentos.

Se a Bethlehem não está “entoando e louvando de coração ao Senhor” (Efésios 5.19), então está tudo acabado. Nós declaramos falência e fechamos. Este não é um compromisso pequeno.

James K. A. Smith, escrevendo ano passado, fez uma declaração semelhante. Enquanto pode haver algumas exceções ao que ele diz aqui, penso que é totalmente correto em relação ao principal impulso da adoração congregacional cristã.

1. Se nós, a congregação, não podemos nos ouvir, não é adoração.

Adoração cristã não é um show. Em um show (uma “forma de apresentação” particular), nós frequentemente esperamos ser completamente imersos no som, especialmente em certos estilos de música. Em um show, nós esperamos aquela estranha espécie de privação sensorial que acontece com a sobrecarga sensorial, quando o golpe do baixo em nosso peito e a onda de música sobre a multidão nos deixa com uma sensação de vertigem auricular. E não há nada errado com shows! Só que a adoração cristã não é um show. A adoração cristã é uma prática coletiva e pública — e o som unificado e a harmonia da congregação cantando junta são essenciais à prática da adoração. É uma maneira de “apresentar” a realidade de que, em Cristo, somos um corpo. Mas isso requer que, de fato, sejamos capazes de ouvir nós mesmos e nossos irmãos e irmãs cantando conosco. Quando o som amplificado do grupo de louvor supera as vozes da congregação, não podemos ouvir nós mesmos cantando — então perdemos o aspecto público da congregação e somos encorajados a efetivamente nos tornarmos adoradores “particulares” e

2. Se nós, a congregação, não podemos acompanhar, não é adoração.

Em outras formas de apresentação musical, os músicos e as bandas irão querer improvisar e “ser criativos”, oferecendo novas adaptações e exibindo sua virtuosidade com todo o tipo de firulas, pausas e improvisações sobre o tom recebido. Novamente, esse pode ser um aspecto prazeroso de um show, mas na adoração cristã isso só significa que nós, a congregação, não podemos acompanhar. Então sua virtuosidade dá lugar à nossa passividade; sua criatividade simplesmente encoraja nosso silêncio. E enquanto você pode estar adorando com sua criatividade, a mesma criatividade, na verdade, cala a canção congregacional.

3. Se vocês, o grupo de louvor, estão no centro da atenção, não é adoração.

Eu sei que normalmente não é sua culpa que o tenhamos colocado na frente da igreja. E eu sei que você quer ser modelo de adoração para que nós o imitemos. Mas por termos encorajado você a basicamente importar formas de apresentação do meio artístico para o santuário, podemos não perceber que também involuntariamente encorajamos um senso de que você está no centro da atenção. E quando seu desempenho se torna uma demonstração da sua habilidade — mesmo com a melhor das intenções — é difícil contrariar a tentação de fazer do grupo de louvor o foco da nossa atenção. Quando o grupo de louvor toca longos períodos instrumentais, os quais podem ser considerados pelo próprio grupo como “ofertas para Deus”, nós, a congregação, nos tornamos completamente passivos, e por termos adotado hábitos de tomarmos como exemplo a música dos Grammys e do meio artístico, nós involuntariamente fazemos de vocês o centro da atenção. Pergunto-me se pode haver alguma reflexão intencional a respeito da localização (ao lado? Liderar o louvor de trás?) e da performance que possa nos ajudar a contra-atacar tais hábitos que trazemos conosco para a adoração.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui?


Por: Justin Taylor; Original: The Difference between Congregational Worship and a Concert. Site: thegospelcoalition.org Copyright © 2014 The Gospel Coalition.
Tradução: Alan Cristie; Original: A Diferença entre Adoração Congregacional e um Show

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Igreja Batista pastoreada por John Piper.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

JOHN PIPER E O ABUSO DO DOM DE LÍNGUAS PELAS IGREJAS PENTECOSTAIS


 

O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é assinado por Thiago Chagas.

Em vídeo, que poderá ser acessado no final do artigo:

Pastor John Piper diz que o dom de línguas tem sido usado de forma contrária ao que a Bíblia ensina

O dom de línguas é uma das expressões do Espírito Santo que causam mais controvérsias entre os cristãos por conta da complexidade que o envolve e também pelas doutrinas eclesiásticas existentes e que surgiram baseadas em interpretações do Evangelho.

O pastor batista John Piper, um dos líderes cristãos mundiais mais reconhecidos da contemporaneidade, afirmou que não existe embasamento no Novo Testamento para a ênfase e incentivo à busca desse dom e sua prática da forma como acontece hoje em muitas igrejas.

Piper disse que durante seu ministério pastoral, atravessou diversas “fases” no que se refere aos dons do Espírito Santo, em especial, o dom de línguas.

“Parece que se você não fala a respeito disso no púlpito e não ensina sobre isso, ao menos no nosso contexto, esses dons tendem a desvanecer […] Eu diria que na maior parte dessas ‘fases’ eles [os dons] não estão em evidência”, observou o pastor.

A precaução com o dom de línguas, segundo John Piper, deve existir pela preocupação expressada pelo apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios, quando ele sugere que os irmãos não se deixem levar pela emoção e que o dom seja usado em benefício da comunidade.

“Entendo que Paulo não desejava colocar esse dom em destaque. Na verdade, ele estava um pouco aborrecido pela ênfase que o dom havia ganhado”, disse John Piper, mencionando o capítulo 12 da primeira carta aos Coríntios. “Ele teve que colocar limites, ao invés de promover o dom”, acrescentou.

Para o pastor, existem doutrinas que distorcem o propósito dos dons, principalmente no caso do falar em línguas: “Não acredito na doutrina histórica dos pentecostais de que você tem que falar em línguas como sinal de que você está cheio do Espírito Santo, ou até mesmo de que você é um cristão”.

Piper resume seu ponto de vista dizendo que não há indícios de que alguma coisa tenha mudado na forma como o Espírito Santo distribui seus dons, mas sim, na forma como os cristãos tem olhado para essa questão: “Acho que a maneira como esse dom é normalmente usado em público, como uma espécie de êxtase coletivo, não tem base no Novo Testamento”.

“Não vejo nenhuma razão para afirmarmos que algo mudou na história da Redenção e que entre a era dos apóstolos e a nossa era esse dom tenha desaparecido. Se Deus quiser que ele desapareça, Ele o fará desaparecer. Mas não vejo nenhum mandamento para que não o busquemos. Na verdade, vejo versículos que nos encorajam a fazê-lo”, ponderou.

Há, segundo Piper, duas aplicações para o dom de línguas: a manifestação do Espírito Santo em um idioma conhecido pela humanidade, mas desconhecido pelo profeta – e que teria aplicação prática na entrega de uma mensagem a alguém que entende tal idioma; e a manifestação através da língua dos anjos, como expressão de um momento espiritual. Nesse segundo caso, o pastor diz que, para que toda a igreja seja beneficiada, é indispensável que haja um intérprete, pois em caso contrário, não há como captar o sentido do que foi dito.

Em muitos casos, segundo Piper, as manifestações são expressões de êxtase, emoção, e por isso o alerta do apóstolo Paulo para que “se não houver intérprete presente, não fale em línguas em público”.

O vídeo com os ensinamentos de John Piper poderá ser visto por meio do link a seguir:


O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


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Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

JOHN PIPER FALA DO ATUAL CONFLITO ENTRE ISRAEL E OS PALESTINOS



Nos poucos dias dos brutais ataques do Estado Nazista de Israel sobre o gueto de Gaza em 2014, cerca de 200 palestinos já foram assassinados, e desses, 50 foram crianças! Nenhum judeu morreu, com exceção de uma mulher que Israel alega ter sofrido um ataque cardíaco enquanto procurava abrigo.

O artigo abaixo foi escrito pelo pastor John Piper e é bastante pertinente para entendermos as falsas reivindicações que o Estado de Israel faz acerca de ser o verdadeiro dono daquelas terras.

O material foi publicado, originalmente pelo site Púlpito Cristão. 

O QUE OS CRENTES DEVEM PENSAR A RESPEITO DO CONFLITO ENTRE JUDEUS E PALESTINOS

Por John Piper

Como os cristãos evangélicos devem se posicionar em relação ao conflito entre judeus e palestinos?

Há razões bíblicas para abordarmos ambos os lados com justiça pública compassiva, da mesma maneira como deveriam ser resolvidos os outros conflitos entre nações. Em outras palavras, a Bíblia não nos ensina a sermos parciais em relação a Israel ou aos palestinos porque qualquer deles tem um status divino especial. Não estou negando que Israel foi escolhido por Deus, dentre todos os povos do mundo, para ser o foco de bênção especial na história da redenção, que culminou em Jesus Cristo, o Messias. “O Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Deuteronômio 7.6).

Também não estou negando que Deus prometeu, desde o tempo de Abraão, a Israel a terra que hoje é alvo de disputas. Ele disse a Moisés: “Esta é a terra que, sob juramento, prometi a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: à tua descendência a darei” (Deuteronômio 34.4).

No entanto, nenhum desses fatos bíblicos nos leva a apoiar Israel atual como o possuidor legítimo de toda a terra disputada. Israel talvez tenha esse direito, mas talvez não o tenha. Mas essa decisão não está fundamentada em privilégio divino. Por que não?

Em primeiro lugar, um povo que não cumpriu a aliança não tem um direito divino de possuir a terra santa. Tanto o estado de bem-aventurança como o direito privilegiado de possuir a terra estão condicionados a Israel guardar a aliança que Deus fez com esse povo. Deus havia dito a Israel: “Se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos” (Êxodo 19.5). Israel não tem qualquer garantia para experimentar no presente o privilégio divino, porque não está guardando a aliança com Deus.

Mais do que uma vez foi negado a Israel o seu direito divino à terra, quando rompeu sua aliança com Deus. Por exemplo, quando Israel desfalecia no cativeiro babilônico, Daniel orou: “Ah! Senhor!... temos pecado e cometido iniquidades, procedemos perversamente... A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha, como hoje se vê; aos homens de Judá, os moradores de Jerusalém, todo o Israel, quer os de perto, quer os de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas transgressões que cometeram contra ti” (Daniel 9.4-7; ver Salmos 78.54-61). Israel não tem qualquer direito de estar na terra da promessa, quando está quebrando a aliança da promessa.

Isso não significa que outras nações têm o direito de molestar Israel, que ainda tem direitos humanos entre as nações, embora não tenha direito divino. As nações que exultaram com a disciplina divina sobre Israel foram punidas por Deus (Isaías 10.5-13).

Em segundo, Israel como um todo rejeita hoje o seu Messias, Jesus Cristo, o Filho de Deus. Este é o ato crucial do rompimento da aliança com Deus. Ele prometeu a Israel: “Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6-7). Mas, com lágrimas, esse Príncipe da Paz, olhou para Jerusalém e disse: “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos... porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação” (Lucas 19.42, 44).

Quando os construtores rejeitaram a maravilhosa Pedra Angular, Jesus declarou: “O reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos” (Mateus 21.43). Ele explicou: “Muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas” (Mateus 8.11-12). Deus tem propósitos de salvação para Israel como nação (Romanos 11.25-26). Mas, agora, o povo está em inimizade para com Deus, ao rejeitar o evangelho de Jesus Cristo, o seu Messias (Romanos 11.28). Deus expandiu sua obra de salvação a fim de incluir todos os povos (dentre estes, os palestinos) que crerem no seu Filho e dependerem da morte e ressurreição dEle para a salvação. “É, porventura, Deus somente dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso” (Romanos 3.29-30).

O apelo cristão no Oriente Médio, tanto aos judeus como aos palestinos, é: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16.31). E até aquele Grande Dia, quando judeus e palestinos seguidores do Rei Jesus herdarão a Terra (e não apenas a terra), sem levantarem espada ou metralhadoras, os direitos das nações devem ser decididos por princípios de justiça pública e compassiva, e não por reivindicações de status ou direito divino.

O artigo original publicado pelo site “Púlpito Cristão Poderá ser visto por meio desse link aqui:


Questões e comentários relativos ao artigo de John Piper acima podem ser enviados, diretamente, para seu site “Desiring God” por meio desse link aqui:


Para meditar:

Israel tem mesmo qualquer prerrogativa divina sobre aquela terra? Veja o que a Bíblia tem a dizer acerca disso:

             Levítico 19:33—34

Se o estrangeiro peregrinar na vossa terra, não o oprimireis. Como o natural, será entre vós o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

Levítico 25:23

Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos.

E o que diz a Bíblia acerca de maus tratos com estrangeiros morando naquela terra? Se é que os Palestinos podem ser considerados estrangeiros.

Deuteronômio 10:17—19

17 Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita 
suborno;

18 que faz justiça ao órfão e à viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes.

19 Amai, pois, o estrangeiro, porque fostes estrangeiros na terra do Egito.

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL






















Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

PASTOR ADEVERTE QUE FALSAS CONVERSÕES SÃO SUICÍDIO PARA A IGREJA


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O Pastor Mark Dever falando para o publico presente na conferência “Juntos Pelo Evangelho” em sua edição de 2101 advertiu a todos dizendo: as igrejas que não forem cuidadosas com as conversões estão cometendo suicídio.

A conferência “Juntos Pelo Evangelho” é dirigida, entre outros pelos pastores John Piper, Mark Dever e Al Mohler. A liderança da conferência está bastante preocupada com duas coisas básicas:
·       A liderança masculina no lar – o Homem como cabeça da Mulher:

Ø  1 Coríntios 11:3 - Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.

Ø  Efésios 5:23 - porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo.

·       A falta de disciplina bíblica nas igrejas:

Ø  Hebreus 12:7 - É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?

Ø  Hebreus 12:10 - Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade.

Ø  Hebreus 12:11 - Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.

O pastor Dever que é o titular da Capitol Baptist Church, dfisse que: “milhares, senão milhões de membros de igrejas que estão sentados nos bancos das congregações não são, realmente, verdadeiros cristãos que experimentaram o novo nascimento. A notícia original poderá ser vista através desse link aqui:


Segundo o pastor Dever: “O problema que eu estou mostrando não se trata de uma pessoa hipócrita e perdida endurecida pelos seus próprios pecados. Eu estou me referindo a esse falso sistema que produz falsas conversões, de tal maneira que não estamos lidando com uma pessoa, mas com congregações inteiras. O mesmo acontecia com o Israel do Antigo Testamento que em vez de ser caracterizado pela santidade, se caracterizava pelo mundanismo. Considere os versos a seguir:

Romanos 6:19  

Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.

Romanos 6:22 
Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.

1 Coríntios 1:30  

Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção.

1 Tessalonicenses 4:3-4  

3 - Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição.

4 - que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra,

1 Tessalonicenses 4:7 

Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.

2 Tessalonicenses 2:13 

Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade.

1 Timóteo 2:15 
Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.

Hebreus 12:14 

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.

1 Pedro 1:2 

Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas.

Diante desses versículos bíblicos, a advertência do pastor Dever é uma chamada para todos nós. Os motivos porque as igrejas estão repletas de pessoas incrédulas, ou de cristãos apenas nominais são os seguintes:

·       Uma pregação motivacional e emocional, comandada por uma banda, com o som nas maiores alturas e as pessoas em pé, durante horas. O Evangelho anunciado nessas ocasiões é “aguado” para atrair uma multidão maior possível.

·       A Oferta de salvação através de uma rápida oração de entrega para pessoas que já estão cansadas demais para avaliarem melhor a decisão que estão fazendo. Nada é disto acerca do sacrifício envolvido em seguir a Cristo.

·       Um enorme descuido por parte das igrejas em receberem pessoas que tomaram uma “decisão” nas condições citadas acima.

·       A falha por parte dos pregadores, especialmente dos mais famosos, em anunciar todo “Desígnio de Deus” – ver Atos 20:27. Com isso difamam o nome do Bom Deus.

·       A falha absurda em se discipular esses “novos convertidos”.

·       A negligência desastrosa de ignorar a necessidade da disciplina bíblica.

Para finalizar o pastor Dever disse o seguinte: “Falsos mestres produzem falso crentes. E falsos crentes adoram ouvir falsos mestres”. Devemos meditar na profundidade dessas palavras diante do atual quadro em que se encontra o evangelicalismo em nosso país com seus “Silas”, “Jabes”, Renê”, “Valdemiro”, “Estevam”, “Marco Feliciano”, Yossef Akiva e muitos, muitos outros.

Tudo isso é parte daquilo que o editor da Banner of Truth, de Edimburgo na Escócia, escreveu em seu livro: “Conversão por Decisão”. Esse e outros importantes títulos são publicados no Brasil pela Publicações Evangélicas Selecionadas – PES.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Todos os que tiverem interesse em assistir as conferências realizadas em abril de 2012 poderão fazê-lo acessando o site da organização “Juntos Pelo Evangelho” através desse link:


Quem desejar assistir a pregação do pastor Dever poderá fazê-lo seguindo esse link:

http://t4g.org/media/2012/04/false-conversions-the-suicide-of-the-church-2/

PS-2. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos.