quarta-feira, 29 de julho de 2015

GÊNESIS - ESTUDO 033 — A HISTÓRIA DA ARCA DE NOÉ -- PARTE 28B


Concepção Artística da Arca de Noé

Gênesis 7 

Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 

O Livro do Gênesis

O Princípio de Todas as Coisas

No princípio, Deus criou os céus ea terra        
        Eretz ha ve-et Hashamaim et Elohim Bará Bereshit
        Terra   a  e       céus       os   Deus     criou   princípio No
                                                                Gênesis 1:1
IX. A História de Noé — Continuação.

2. Poderiam Todos os Animais Caber na Arca?

A primeira coisa que precisamos deixar bem claro é que Noé não levou “todos os animais que existiam na terra para dentro da Arca”!

Essa questão tem a ver com dois aspectos importantes: 1) O tamanho da Arca de Noé — questão discutida no estudo anterior; 2) O número de animais que foi colocado dentro da arca.

Como já dissemos acima, nem toda espécie de criatura viva foi levada para dentro da arca. De acordo com

Gênesis 7:15

De toda carne, em que havia fôlego de vida, entraram de dois em dois para Noé na arca.

O texto hebraico é claro o suficiente ao dizer בָּשָׂר אֲשֶׁר־בּוֹ רוּחַ חַיִּים basar asher bo ruwach chayiymcarne em que havia fôlego de vida. Outro verso importante aqui é

Gênesis 7:21

Pereceu toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e tudo Homem .

Daqui queremos apenas destacar que se tratava de בָּשָׂר הָרֹמֵשׂ עַל־הָאָרֶץ basar haromes `al haa`ertzcarne que se movia sobre a terra.

Com essas informações, podemos com bastante certeza afirmar que nenhum peixe foi levado para dentro da arca, pois eles não respiram o ar por narizes. Baleias e golfinhos apesar de respirarem num processo semelhante aos outros seres, também não entraram na arca, porque não se moviam sobre a terra. Peixes, baleias e golfinhos sobreviveram ao dilúvio, em quantidades suficientes, mas temos que reconhecer que o registro fóssil indica que uma grande quantidade desses animais pereceu quando sedimentos e outros detritos, provavelmente, contaminaram a água. Há registro de muitos fósseis marinhos que pereceram durante o dilúvio.

É bem possível que os insetos não foram levados para dentro da arca, eles não possuem narinas para respirar, mas respiram por meio de tubos atrelados às suas carcaças —

Gênesis 7:22

Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

Note bem a expressão בֶּחָרָבָה becharabah — terra seca! Desse modo os insetos podem sobreviver se abrigando sobre detritos flutuantes, inclusive aglomerados de galhos e folhas que funcionavam com verdadeiros “tapetes” flutuantes. Mas como insetos são animais, praticamente incontroláveis, é provável que alguns deles tenham também embarcado na arca, como “clandestinos” é claro – risos.

O caso dos cachorros pode ser bem ilustrativo. Noé não precisou levar um par de cada cachorro existente naqueles dias, até porque a grande maioria dos cachorros que temos hoje nem existiam nos dias da Antiguidade. Eu creio, e tenho liberdade para pensar assim, que Noé precisou levar apenas um par de cachorros, de alguma espécie da família aparentada com os lobos, que tivesse um material genético bastante variado dentro de si. Outros podem não acreditar nessa possibilidade, mas ela não é absurda. Cães mestiços levam dentro de si uma enorme variedade de material genético. Consulte seu veterinário! Nós sabemos que diferentes tipos de cães foram gerados a partir de casais de espécies de lobos aparentados com cachorros durante alguns milênios. É lógico que não estamos falando de evolução e sim de variações dentro de um mesmo tipo ou espécie conforme podemos ler com certa frequência — 10 vezes — no primeiro capítulo de Gênesis. O mesmo aconteceu, por exemplo, com os cavalos.

Dessa forma, nos sabemos que temos, nos dias de hoje, muitos animais diferentes dos que os que existiam nos dias de Noé. Desde o dilúvio, alguns milhares de anos se passaram o que permitiu o desenvolvimento de uma quantidade bastante diversificada de animais. O número exato — que ninguém sabe, nem pode assumir — depende, por completo do significado da palavra hebraica מִין miyn — traduzida, geralmente por espécie e que tem a seguinte e longa definição no dicionário de Hebraico: Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento, publicado em português por Edições Vida Nova.
sexo miyn
procedente de uma raiz não utilizada significando repartir

 1) gênero, algumas vezes uma espécie (geralmente de animais). 2) Grupos de organismos vivos pertencentes à mesma “espécie” criada se descendem do mesmo grupo de genes. Isso não impede a formação de novas espécies porque representa uma divisão do grupo de genes original. A informação é perdida ou conservada mas não adicionada. Uma nova espécie pode surgir quando uma população se acha isolada, ocorrendo, então, a procriação por consanguinidade. Segundo esta definição, uma nova espécie não é uma nova “espécie” mas uma divisão posterior de uma “espécie” já existente.


Cópia da Capa do Livro citado abaixo

John Woodmorappe em seu livro Noah´s Ark: A Feasibility Study — ou A Arca de Noé: Um estudo da Viabilidade da Mesma — estimou que o número total de animais levados por Deus para dentro da arca foi de 16.000, assumindo que a expressão bíblica מִיןmiyn — é relativamente equivalente ao grupo de animais que nós identificamos pela expressão moderna “gênero”. Todavia, se optarmos por definir a expressão hebraica acima pelo termo moderno “família”, então a quantidade desaba para 2.000 animais apenas. Talvez, podemos contemporizar e aceitar que algo entre 2.000 e 16.000 animais entraram na arca conduzidos por Deus.

3. De que maneira os animais foram “guardados” dentro da arca?


Os animais poderiam ser facilmente alojados em pequenas celas, já que o tamanho médio dos animais que respiram está mais próximo de um coelho do que de um elefante — prestem bem atenção. Mesmo grandes animais, como até mesmo os dinossauros, nascem pequenos e é bem provável que Deus tenha conduzido pequenos filhotes, mais saudáveis e em melhores condições de sobreviverem depois do dilúvio, do que animais adultos e já com enfermidades — todo mundo sabe que os animais sofrem de enfermidades como nós. Eles têm problemas cardíacos, circulatórios, sofrem com diabetes, com insuficiência renal, com inflamações e infecções e etc.

Agora vamos voltar ao tamanho da Arca. A arca, como vimos no estudo anterior, era realmente gigantesca. Sua capacidade de carga era equivalente a 522 vagões de trem como esses que passam próximo de onde moro, várias vezes ao dia, contornando o rio Jaguari indo em direção à mina de bauxita e depois voltando em direção às fábricas de alumínio. O maior trem do mundo tem 330 vagões e se estende por três mil e quinhentos metros e é capaz de deslocar 40.000 mil toneladas de carga[1].

Cada vagão pode acomodar até 240 ovelhas. A arca tinha espaço para transportar 125.000 ovelhas, não coelhos, OVELHAS. Portanto, havia espaço de sobra na arca para os animais, para o alimento, a água (?) e para Noé e sua família — 8 pessoas.

Se Noé acomodou os animais em pequenas celas com um tamanho médio de 50X50X30 cm, então até mesmo o número de 16.000 animais ocuparia apenas o equivalente 14,4 vagões de trem ou 1200 m3. Se quisermos colocar os insetos dentro da arca, algo que como já vimos poderia ser resolvido de outra maneira, todas as espécies conhecidas hoje ocuparia cerca de 1000 m3 ou mais 12 vagões!

Isso deixaria um amplo espaço disponível dentro da arca.  Depois de acomodar todos os animais pelo maior número possível, sobraria ainda espaço equivalente 495 vagões que poderia ser usado tanto como espaço adicional de acomodação, bem como para estocar alimentos e água, se necessário.

4. Teria Noé necessidade de levar qualquer espécie de planta com ele.

Pela narrativa do Gênesis que temos acima, Noé não teve que levar nenhuma espécie de planta com ele. Muitas espécies, certamente, sobreviveram em forma de sementes e também agrupadas em verdadeiros “tapetes” de material vegetal.

5. Quanto animais “Limpos” e Aves Noé levou para dentro da Arca.

Existe muita divisão entre os estudiosos da Bíblia acerca de quantos animais “limpos” e aves, realmente, Noé levou para dentro da arca. Alguns acham que foram sete animais limpos de cada. Mas nossa convicção é que Noé levou 7 pares de cada animal limpo, conforme lemos em:

Gênesis 7:2

De todo animal limpo levarás contigo sete pares: o macho e sua fêmea; mas dos animais imundos, um par: o macho e sua fêmea.

Além disso, o verso seguinte nos informa que Deus também trouxe para Noé sete pares de todos os pássaros. Aqui precisamos ser lembrados que a capacidade de estocagem da arca equivalia a quinhentos vagões de carga modernos e também que esses pássaros estão incluídos na contagem que já apresentamos acima:

Gênesis 7:3

Também das aves dos céus, sete pares: macho e fêmea; para se conservar a semente sobre a face da terra.

Todavia quanto às aves, também existiam aves impuras — ver lista em Levítico 11 e Deuteronômio 14 — e temos motivos de sobra para aceitar que dessas aves impuras, Deus trouxe apenas um par de cada espécie.

6. E Quanto aos Alimentos?

É bastante provável que Noé e seus filhos tenham estocado tanto alimentos prensados, quanto alimentos secos e também concentrados. Os animais podem ter sido alimentos com grãos e com feno para suprir as fibras necessárias. De acordo com o livro de John Woodmorappe todo o alimento teria ocupado apenas 15% do espaço da arca, e a água, se foi estocada, algo próximo de 9%.

7. Dinossauros na Arca?

Tema controvertido porque grupos de paleontoligistas defendem que tenham existido 87 tipos diferentes de saurópodas, mas até hoje, apenas 12 estão firmemente estabelecidos e outros cinco, razoavelmente estabelecidos.[2] 

Uma questão sempre levantada pelos críticos é: Como colocar todos os “gigantescos” dinossauros dentro da arca. Bem, vamos trabalhar com os números especulados pela paleontologia que supõe — não existem provas concretas — que existiam 668 gêneros de dinossauros. Desses todos, apenas 106 pesavam mais do que 10 toneladas quando adultos. Mas como já dissemos essa quantidade de gêneros de dinossauros é muito exagerada. Como aconteceu com os outros animais, a maioria dos dinossauros também devem ter sido filhotes, pelas mesmas razões apresentadas acima.

8. E os Germes Que Causam Doenças, Como Sobreviveram?

Esse é outro problema levantado muitas vezes por ateus e também por evolucionistas teístas (??): de que maneira os germes que causam doenças sobreviveram ao dilúvio? A primeira coisa que temos que entender é se os germes de então são os mesmos dos nossos dias. E a resposta mais clara é: NÃO! Outra questão é: os germes de então eram tão frágeis como os germes modernos que precisam sempre de diferentes hospedeiros, não conseguindo sobreviver, na maioria dos casos, independente de algum hospedeiro? Independentemente desse fato, nós sabemos que em nossos dias muitos germes podem sobreviver como vetores em insetos, alojados em alguma carcaça de animal morto e até mesmo em estado congelado ou seco. Germes também podem ser carregados por hospedeiros sem, necessariamente, causar nenhum dano ao mesmo. A fraqueza humana diante da contaminação por germes é algo que a ciência comprova como uma situação que tem sido progressiva com a passagem do tempo. Cada nova geração de seres humanos é mais suscetível a doenças do que a geração anterior. Certamente nossos hábitos alimentares e o consumo de centenas de produtos químicos e hormônios, através dos alimentos, são os maiores responsável pelo aumento da nossa própria fragilidade. Mas nos dias de Noé tanto seres humanos quanto animais deveriam ser bem mais resistentes aos germes causadores de enfermidades.

Conclusão Da Parte B.

1. Para os crentes: não é necessário temer nenhuma das acusações levantadas contra algo afirmado pela Bíblia. A Palavra de Deus, apesar de sido escrita para nos ensinar acerca da História da Redenção, e não para fazer ciência, já passou por milhares de acusações e em todas, sem exceção, não se conseguiu provar que a mesma estivesse errada. Nosso problema é que muitas vezes “acreditamos” mais na mentira de pessoas incrédulas e em suas afirmações, muitas vezes sem provas, do que naquilo que a Bíblia afirma, apenas porque desconhecemos os fatos e, temos que admitir, somos preguiçosos demais para nos envolver numa discussão que demande tempo de estudo e pesquisa. Como diz o apóstolo Pedro:

1 Pedro 3:15

14 Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados;

15 antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós.

2. Para os incrédulos: Saibam que muitas das afirmações que são feitas não passam de verdadeiras tolices, porque vocês querem ler as Escrituras Sagradas como se as mesmas tivessem sido escritas ontem, ou antes de ontem e querem entender as palavras no português pelo valor que as mesmas possuem nos dias de hoje. Mas não é assim que as coisas funcionam. É necessário conhecer as ciências, CIÊNCIAS SIM, da interpretação — exegese, hermenêutica e matérias associadas — além das línguas originais em que esse material foi escrito, para poder ter um entendimento rudimentar de algo que foi escrito há cerca de 3500 anos. Peço, portanto, que antes de saírem atirando, tenham um pouco de modéstia e reconheçam que, na grande maioria das vezes, lhes falta o mínimo de conhecimento necessário para interpretar os Textos Sagrados.



OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

001 — Introdução e Esboço

002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação

003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza

004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra

005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida

006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ
alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 


[1] Ver detalhes em http://www.autoracing.com.br/forum/index.php?showtopic=48444 em 10/04/2014 às 13:47 horas.
[2] McIntosh. JS, Sauropoda , em Wieshampel, DB etc., The Dinosauria.  University of California Press, Berkeley, 1992.

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